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sábado, 25 de julho de 2015

Parrot e Olivier na América de Peter Carey

Parrot e Olivier na América
de Peter Carey


Título Original: Parrot e Olivier in America

Tradutor: Adriana Lisboa



Páginas: 391

Formato: 16 x 23 cm

     

  
UMA EXCELENTE RECRIAÇÃO DA FAMOSA VIAGEM DE ALEXIS DE TOCQUEVILLE

Olivier é um aristocrata nascido logo após a Revolução Francesa. Parrot é filho de um tipógrafo inglês e órfão de mãe. Suas vidas se encontram quando Olivier zarpa para o Novo Mundo a fim de salvar o pescoço de uma nova revolução e Parrot segue com ele como espião, protetor e antagonista.

Em meio a aventuras que incluem amor e dinheiro, prisão e liberdade, pintura e escrita, os dois formam uma dupla improvável. E onde melhor para o improvável florescer que o novíssimo e glorioso experimento democrático, a América?

Ao contar a história dessa amizade, Peter Carrey explora o experimento democrático americano com uma inventividade deslumbrante e uma riqueza de caracterização, narrativa e linguagem que só um exímio autor como ele poderia realizar.

O AUTOR

Peter Carey
  
Duas vezes vencedor do Booker Prize, um dos mais importantes prêmios de literatura da língua inglesa, Peter Carey é autor de nove romances, entre eles OSCAR E LUCINDA, JACK MAGGS, A HISTÓRIA DO BANDO DE KELLY e MINHA VIDA, UMA FARSA. Nasceu em 1943, na Austrália, e mora atualmente em Nova York. www.petercareybooks.com


UM LANÇAMENTO



Por onde você anda? de Mary Higgins Clark

Por onde você anda?
de Mary Higgins Clark


Título Original: Where are you now?

Tradutor: Carlos Alberto Bárbaro





Páginas: 352

Formato: 14 x 21 cm



     
Um livro que nossa editora Conceição Ratis recomendaria
  
DA AUTORA QUE JÁ VENDEU MAIS DE 80 MILHÕES DE EXEMPLARES NO MUNDO

O LIVRO


Mesmo após dez anos, o sumiço de Charles MacKenzie Jr., mais conhecido como Mack, permanece um mistério. Curiosamente, no entanto, ele liga todos os anos para casa, sempre no Dia das Mães, para assegurar à família que está bem. Após um longo período de angústia, sua irmã, Carolyn, resolve descobrir seu paradeiro. Mas na manhã seguinte em que declara para o irmão sua intenção de localizá-lo a qualquer custo, ela recebe uma mensagem rabiscada em uma tira de papel em que Mack a avisa para não procurá-lo.

Apesar do misterioso bilhete, Carolyn vai em frente e segue todas as pistas que ele possa ter deixado. Mas, enquanto persegue os rastros do irmão, ela precisa encarar a possibilidade de ele ter se tornado um serial killer e sua apaixonada busca pela verdade a levará a um confronto mortal com alguém muito próximo.

 A AUTORA

·     Mestre do suspense e internacionalmente conhecida, Mary Higgins Clark já vendeu mais de 80 milhões de exemplares no mundo todo.

·     Da autora, a Editora Record já publicou Lembranças de outra vida e Ouvi essa música antes, entre outros títulos. Juntos, seus livros totalizam cerca de 60 mil exemplares vendidos no Brasil.

A CRITICA

·      “A verdadeira primeira-dama da alta tensão.” – The New Yorker

·     “Uma criativa história de assassinatos e ardis… Os leitores ficarão ansiosos tentando adivinhar o final.” – Publishers Weekly

UM LANÇAMENTO



LAR DOCE LAR de Mary Higgins Clark




LAR DOCE LAR

de Mary Higgins Clark



Gênero:
Páginas: 400

Formato: 14 x 21 cm



     
Um livro que nossa editora Conceição ratis recomendaria
  
Dona de um público fiel, Mary Higgins Clark, a grande rainha americana do suspense, apresenta a inquietante história de Celia Foster, que terá de enfrentar seu terrível passado, em meio a crimes que põem em risco sua própria vida e a de seu filho. Quando seu novo marido, Alex, a presenteia com uma luxuosa mansão, Celia não suspeita que, por uma cruel ironia do destino, se trata da mesma casa onde ela causou um terrível acidente que levou sua mãe à morte. Agora, o estigma do passado renasce, e atrai novas vítimas.



UM LANÇAMENTO



terça-feira, 26 de agosto de 2014

Milênio: A construção da cristandade e o medo da chegada do ano 1000 na Europa



A construção da cristandade e o medo da chegada do ano 1000 na Europa

de Tom Holland

Título Original:     Millenium
Tradutor:     Alexandre Martins
EAN:     9788501084781
Gênero:     História
Páginas:     434
Formato:     16 x 23 cm




Milênio é sobre a época de Otto, o Grande, califas e reis vikings, eremitas, monges e servos. Um momento da história que testemunhou a disseminação dos castelos, a invenção da fidalguia e a fundação da monarquia papal. Acima de tudo, um período que incutiu nas pessoas o medo de que o mundo acabasse e – com um esforço enorme que ainda é capaz de nos afetar – reinventou a civilização mais uma vez. Um feito memorável, nada menos do que a fundação do Ocidente moderno.


O AUTOR
Tom Holland é o autor de Rubicão, que foi candidato ao Prémio Samuel Johnson e venceu o Prémio Hessell-Tiltman em 2004; de Fogo Persa, que venceu o Prémio Runciman da Liga Anglo-Helénica em 2006; e do muito elogiado Milénio, todos eles já editados pela Alêtheia. É também autor de diversas adaptações de Homero, Heródoto, Tucídides e Virgílio para a BBC Rádio. O seu mais recente livro Sob o Signo da Espada (Alêtheia Editores, 2012) mereceu as melhores críticas internacionais.



 
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segunda-feira, 25 de agosto de 2014

A senhora das águas de Philippa Gregory


   

A senhora das águas

de  Philippa Gregory

Título Original:     The Lady of the Rivers
Tradutor:     Ana Luiza Borges
Gênero:     Romance histórico
Páginas:     532
Formato:     16 x 23 cm



A VISÃO DE UM FUTURO SURPRENDENTE PODE MUDAR O DESTINO DO TRONO DA INGLATERRA
É o auge da Guerra dos Cem Anos, e os territórios ingleses na França encontram-se sob ameaça. Jacquetta de Luxemburgo não imagina que terá um papel fundamental na política inglesa. Descendente de Melusina, a deusa das águas, ela tem a capacidade de prever o futuro. Após ficar viúva do duque de Bedford, ela se casa com Richard Woodville, seu fiel escudeiro. Depois de sofrer muito preconceito, ela acaba se tornando amiga da rainha mas sua lealdade não mantém a Casa de Lancaster no trono: o rei cai doente e Ricardo, duque de York, ameaça se rebelar contra o reino. Nomeada Lady Rivers, ela vive conforme seus princípios, mas uma visão pode mudar tudo: um futuro inesperado para a filha Elizabeth, uma mudança de destino, o trono da Inglaterra e a rosa branca de York.

• Philippa Gregory é autora, entre outros títulos, de A irmã de Ana Bolena, adaptado para o cinema como A outra, uma superprodução estrelada por Natalie Portman, Scarlett Johansson e Eric Bana. 

• “O melhor romance de Philippa Gregory em anos.” USA Today


A AUTORA
Philippa Gregory   

Além de se dedicar a escrever romances históricos, Philippa Gregory é reconhecida por seus programas de rádio e televisão. É Ph.D. em literatura do século XVIII pela Universidade de Edimburgo e autora, entre outros, de A princesa leal, O amante da virgem e A irmã de Ana Bolena. Este último chegará às telas do cinema em breve, em uma superprodução estrelada por Natalie Portman, Scarlett Johansson e Eric Bana. Philippa Gregory mora com a família no norte da Inglaterra. Seus livros já ultrapassaram a marca de 1 milhão de exemplares vendidos nos Estados Unidos, número extraordinário para uma escritora inglesa.






 Conheça também

http://suplementocultural.blogspot.com.br/2012/05/rainha-branca-vol-1.html

http://suplementocultural.blogspot.com.br/2013/06/a-rainha-vermelha-vol-2-de-philippa.html

http://suplementocultural.blogspot.com.br/2011/07/lancamento-imperdivel-outra-rainha.html



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Ascensão do Império: A sorte favorece o ladrão (Vol. 2 - Revelações de Riyria) de Michael J. Sullivan

Ascensão do Império: A sorte favorece o ladrão (Vol. 2 - Revelações de Riyria)

de  Michael J. Sullivan

Título Original:     Rise of Empire
Tradutor:     José Roberto O Shea

Gênero:     Romance histórico
Coleção:     Revelações de Riyria
Páginas:     700
Formato:     16 x 23 cm


O SEGUNDO VOLUME DA TRILOGIA REVELAÇÕES DE RIYRIA

Os reinos dos homens estão unificados sob uma mesma bandeira, o Novo Império, apoiada pela Igreja de Nyphron, a mais poderosa instituição existente. Apenas um território permanece independente, Melengar, com cada vez menos aliados e vendo as forças inimigas crescerem sem poder fazer nada. Em meio a isso, os mercenários Royce e Hadrian se veem envolvidos em conflitos políticos e são contratados pela princesa Arista, de Melengar, para escoltá-la em uma perigosa missão diplomática. Assim, os três partem em uma jornada para garantir que a iminente guerra não signifique um massacre das forças de resistência e para descobrir seus reais papéis no mundo. Isso os conduz a embates épicos e viagens aos confins das fronteiras conhecidas, onde criaturas malignas vivem à espreita.

·      Ascensão do Império é o segundo volume da trilogia Revelações de Riyria, precedido por Roubo de espadas.
·     Foi publicado originalmente em dois volumes: A ascensão de Nyphron e Tempestade de Esmeralda.


 Michael J. Sullivan

Michael J. Sullivan é um escritor americano de fantasia épica e ficção científica , mais conhecido por sua série de estreia, as revelações Riyria, que foi traduzido para quatorze idiomas.  Em 2012 io9 nomeou-o um dos "mais bem sucedidos Sci-Fi e Fantasia autores independentes ". 
Escreveu duas séries, As Revelações Riyria e As Crônicas Riyria. As Revelações Riyria é uma série de seis livros de fantasia épica, enquanto as Crônicas Riyria é uma série em curso que se centra nas primeiras aventuras dos dois principais protagonistas de Revelations Riyria. O seu primeiro romance de ficção científica, Oco do Mundo, foi lançado pela Tachyon Publications em abril de 2014.

Os livros de Michael J. Sullivan já foram traduzidos para mais de dez línguas.


Bibliografia

The Riyria Revelations

Omnibus Editions released by Orbit

  1. Theft of Swords collects The Crown Conspiracy and Avempartha, ISBN 978-0-316-18774-9 (2011)[12][13][14]
  2. Rise of Empire collects Nyphron Rising and The Emerald Storm, ISBN 978-0-316-18770-1 (2011)[15]
  3. Heir of Novron collects Wintertide and Percepliquis, ISBN 978-0-316-18771-8 (2012)[16]

Original versions (self-published and now out of print)

  1. The Crown Conspiracy (2008)
  2. Avempartha (2009)
  3. Nyphron Rising (2009)
  4. The Emerald Storm (2010)
  5. Wintertide (2010)
  6. Percepliquis (2012)

The Riyria Chronicles

  1. The Crown Tower (August 6, 2013)
  2. The Rose and the Thorn (September 17, 2013)[17]

The First Empire

  1. Rhune (Release Date TBD)
  2. Untitled Book #2 (Release Date TBD)
  3. Untitled Book #3 (Release Date TBD)

Stand-alone novels

  • Hollow World (April 15, 2014) released by Tachyon Publications
  • Antithesis (Release Date TBD)
  • A Burden to the Earth (Release Date TBD)

Short stories

  • The Viscount and the Witch, A Riyria short, 2011, Ridan Publishing
  • Greener Grass (2012), Ridan Publishing
  • Traditions, included in Triumph Over Tragedy Anthology,
  • Burning Alexandria, included in The End Anthology
  • The Autumn Mists, included in Fantasy Faction Anthology (March 2013)
  • The Jester, included in Unfettered Anthology from Grim Oak Press (May 2013)

Outras edições

The Riyria Revelations

France (Les Révélations de Riyria) published by Bragelonne

  • La conspiration de la couronne #1
  • La Tour Elfique #2
  • LEmpire de Nyphron #3

German published by Klett-Cotta w/simultaneous audio release

  • Der Thron von Melengar (Riyria, #1)
  • Second 2 books coming Spring 2015
  • Last 2 books coming Spring 2016

Spanish: Las Revelaciones de Riyria published by Timun Mas

  • La Conspiración de Melengar #1
  • La Espada de Avempartha #2

Czech Republic: Dobrodružství Riyria published by Argo

  • Královské spiknutí #1
  • Avempartha #2
  • Vzestup Nyphronu #3

Dutch: De Openbaringen van Riyria published by Luitingh Fantasy

  • Het Koningscomplot #1
  • De Elfentoren #2
  • De Opkomst van Nyphron #3
  • Een Storm van Smaragden #4
  • Wintertij #5

Polish published by Proszynski

  • Królewska krew. Wieża elfów #1/#2
  • Nowe imperium. Szmaragdowy sztorm #3-4
  • "Zdradziecki plan" # 5
  • "Pradawna stolica" # 6

Hungarian published by Fumax

  • Riyria-krónikák I.: Trónbitorlók (2012)
  • Riyria-krónikák II.: Avempartha - Az elfek tornya (2013)
  • Riyria-krónikák III.: Birodalom születik (2013)

Japanese published by Hayakawa

  • Crown Conspiracy July 2012
  • Avempartha August 2012

Bulgarian published by MGB Books

  • 1. Конспирация за короната
  • 2. Авемпарта
  • 3. Нифрoн се въздига
  • 4. Изумрудената буря
  • 5. Зимният фестивал
  • 6. Персепликуис

Russian published by AST Books

  • Book #1 (The Crown Conspiracy) scheduled for late 2013
  • Book #2 (Avempartha)scheduled for late 2013
  • Book #3 (Nyphron Rising) scheduled for early 2014

 PARA BER MAIS VISITE


Conheça também
 
Roubo de espadas (Vol. 1 - Revelações de Riyria)
Michael J. Sullivan



 
um lançamento








O caso Thomas Quick de Hannes Råstam

O caso Thomas Quick

de Hannes Råstam

Título Original:     Fallet Thomas Quick
Tradutor:     Jaime Bernardes

Gênero:     Reportagem
Páginas:     462
Formato:     16 x 23 cm

 

UM HOMEM CONDENADO POR OITO ASSASSINATOS QUE ELE NUNCA COMETEU.
Intrigado após entrevistar “o pior assassino em série” da Suécia, Råstam pesquisou com afinco o caso Thomas Quick. Leu cada uma das páginas de todas as investigações, analisou todos os interrogatórios e todas as histórias contadas por Sture Bergwall, o verdadeiro nome de Quick. Encontrou ambiguidades, furos, depoimentos estranhos e vereditos questionáveis e acabou descobrindo que o pior e mais inimaginável assassino em série de todos os tempos era, na verdade, uma fraude.
Neste livro, o autor descreve detalhadamente como Thomas Quick foi transformado em assassino em série e como os juízes puderam condená-lo por oito assassinatos que, na realidade, ele não cometeu. O caso Thomas Quick, lamentavelmente, não é ficção. É a história verdadeira de um estranho destino humano e de uma tragédia jurídica quase inacreditável.

ENTENDA O CASO

Nos anos 1990 ele confessou mais de 30 assassinatos, com direito a mutilações, estupros e canibalismo. As vítimas incluíam homens, mulheres e crianças, com perfis variados. Os crimes haviam sido cometidos em vários locais diferentes da Suécia e da Noruega.




Mas após ser condenado por oito dos crimes, Quick assumiu sua identidade verdadeira, Stüre Bergwall, e passou a negá-los.

Uma investigação realizada por um jornalista local questionando as condenações sem provas levou a novos julgamentos, com a absolvição por cinco deles.
Ele ainda espera a revisão das últimas três condenações, e poderá se ver livre após 21 anos confinado em uma clínica psiquiátrica forense de Säter, a 170 quilômetros de Estocolmo.
O caso vem ganhando as manchetes dos jornais suecos nos últimos meses. De "Hanibal Lecter sueco", como foi apelidado na época de suas confissões, Quick/Bergwall passou a ser descrito como "o serial killer que nunca o foi".
"Ele certamente será inocentado de todos os oito assassinatos (pelos quais foi condenado inicialmente)", disse à BBC Brasil, com convicção, o advogado Thomas Olsson, que assumiu a defesa de Bergwall após a retratação das confissões.


Para advogado, funcionários do hospital psiquiátrico de Säter induziram as confissões de Bergwall
Bergwall foi preso pela primeira vez em 1990, após roubar um banco fantasiado de Papai Noel, supostamente para conseguir dinheiro para comprar drogas. Ele já havia sido anteriormente acusado de molestar meninos e de tentar esfaquear um amante.
Segundo Olsson, ao ser levado à clínica psiquiátrica de Säter, em 1991, Bergwall "estava passando por uma crise existencial e tinha pensamentos suicidas".
"Na clínica, ele foi objeto de técnicas psiquiátricas extremamente experimentais baseadas principalmente na terapia de recuperação de memória por sugestão e também teve acesso a narcóticos controlados, principalmente benzodiazepínicos (tranquilizantes)", relata o advogado.
Segundo ele, "sob essas circunstâncias Bergwall foi levado a confissões com o objetivo de satisfazer o pessoal da clínica". "O resto foi como um moto-perpétuo", diz.
Bergwall confessou seu primeiro "assassinato" em 1992. A suposta vítima era Johan Asplund, um menino de 11 anos que havia desaparecido em novembro de 1980 no caminho para a escola. O caso de Asplund era um dos mais famosos mistérios criminais da Suécia.
Ele disse ter estuprado o garoto e o asfixiado acidentalmente, antes de desmembrar o corpo e escondê-lo para que ninguém o encontrasse. De fato, o corpo nunca foi encontrado, mesmo com as descrições dos locais feitas por Bergwall, mas ele foi condenado pelo crime em 2001.
Segundo seus defensores, tudo o que Bergwall buscava era atenção. Com a confissão do assassinato de Asplund e os holofotes da mídia local sobre si, ele passou a confessar seguidos assassinatos, com detalhes.

"O caso vem ganhando uma enorme repercussão na Suécia", comenta à BBC Brasil o repórter policial Eric Tagesson, que vem cobrindo o caso para o jornal Aftonbladet, o mais lido da Suécia.
"A história esteve em evidência por quase 20 anos, e sempre houve especulações sobre se ele era um mentiroso ou um serial killer", afirma.
Segundo o jornalista, "o problema é que ele foi condenado somente com base em suas confissões. Em nenhum dos casos havia qualquer prova técnica real", diz. "Agora, com as revisões dos processos, parece óbvio que o promotor Christer vad der Kwast e a polícia tinham o mesmo objetivo – conseguir condenações, custasse o que custasse."
O atual advogado de Bergwall também critica o papel do defensor público do réu à época das condenações, Claes Borgström, que ficou famoso posteriormente como o advogado das duas mulheres que acusam o fundador do WikiLeaks, Julian Assange, de estupro na Suécia.
"A razão pela qual ele foi condenado foi, pura e simplesmente, que o promotor omitiu informações que mostravam que ele não poderia ter cometido os assassinatos, que policiais e especialistas fizeram falsos testemunhos e que o advogado de defesa, Claes Borgström, tinha uma causa comum com o promotor. Em suma: a corte foi enganada", diz Olsson.
A BBC Brasil tentou entrar em contato com Borgström para que ele comentasse o caso, mas não obteve resposta. Em declarações recentes à Sveriges Radio, a rádio pública sueca, o defensor público disse ter sido vítima de calúnia e negou ter sido negligente no caso.
"Se você defende uma pessoa que confessa o crime, deve seguir essa linha, a não ser que se torne óbvio que essa confissão é incorreta. Eu fui cauteloso durante o julgamento em levantar algumas questões importantes para eliminar o risco de que algo não estava correto", disse.
"Quando Bergwall começou a retirar suas confissões, o quadro mudou. Mas isso não significa que eu tenha sido cúmplice da condenação de um inocente", afirmou.


O AUTOR
Hannes Råstam trabalhou, entre 1993 e 2011, como jornalista investigativo da STV, o canal público de televisão da Suécia, onde realizou muitos documentários sobre casos jurídicos, incluindo o de Thomas Quick. Ele recebeu vários prêmios pela sua atividade jornalística, entre eles o Grande Prêmio de Jornalismo, todos os anos, entre 1998 e 2005. Internacionalmente, recebeu o Prix Itália (2001), o Guldnymfen de Monte Carlo (2006) e o FIPA d’Or, da França (2006).

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Quadrinhos - Olympe de Gouges


   

Olympe de Gouges

de  José-Louis Bocquet e Catel Muller

Tradutor:     André Telles

Gênero:     Quadrinhos
Páginas:     488
Formato:     16 x 24 cm


A HISTÓRIA DE UMA MULHER FORTE E CORAJOSA DURANTE A REVOLUÇÃO FRANCESA

Em Montauban de 1748, nasce Marie Gouze, criada sob as convenções da França setecentista. Aos 18 anos, mãe e viúva, se vê livre para expressar suas ideias e adota o pseudônimo Olympe de Gouges. Anos depois se muda para Paris, onde participará ativamente da vida política e cultural. Fiel leitora de Rousseau, inspiradas pelas ideias libertárias da França pré-revolucionária, Olympe se dedica intensamente à escrita – atividade que levaria até os últimos dias de sua vida e que a causaria muitos problemas. Conquistou inimizades e escandalizou os mais conservadores, porém jamais deixou de defender seus ideais libertários. Em 1791, redigiu a Declaração dos direitos da mulher e da cidadã, reivindicando a igualdade entre os sexos e o direito ao voto. Com muita beleza, esta graphic novel conta a trajetória de uma mulher que carimbou seu nome na história da Revolução Francesa. Dos consagrados quadrinistas José-Louis Bocquet e Catel Muller, a HQ retrata através de belos traços os incríveis cenários e personalidades da França do século XVIII.




OS AUTORES
José-Louis Bocquet e Cat Muller são autores da graphic novel Kiki de Montparnasse, também publicada pela Editora Record e vencedora do Grand Prix RTL de Comic Strip e do Essentiel Fnac-SNCF (Angoulême 2008).

Catel Muller ilustrou mais de cinquenta livros. Nos quadrinhos, criou a série Lucie, com a escritora Véronique Grisseaux. Também coassinou, com De Metter, Le Sang dês Valentines, publicado pela Casterman e vencedor do Prêmio Angoulême, em 2005.
José-Louis Bocquet escreveu biografias dedicadas a Henri-Georges Clouzot, Georges Lautner e René Goscinny. Nos quadrinhos, José-Louis assinou uma dezena de álbuns com artistas como Serge Clerc, Arno, Max, Philippe Berthet, Francis Vallès, Andréas Geffe e Stanilas.

Conheça também

Kiki de Montparnasse
José-Louis Bocquet e Catel Muller




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domingo, 9 de junho de 2013

O que é que a baiana tem? - Dorival Caymmi na era do rádio


O que é que a baiana tem? - Dorival Caymmi na era do rádio

de  Stella Caymmi


Gênero:     Biografia/ Memória
Páginas:     294
Formato:     16 x 23 cm

  

Em O que é que a baiana tem? – Dorival Caymmi na Era do Rádio, Stella Caymmi realiza uma esclarecedora análise crítica desse período, nas perspectivas da música popular brasileira, em geral, e, particularmente, do próprio Caymmi. A partir de mais de 70 entrevistas com o avô e minuciosa pesquisa, a autora revela a ascensão meteórica de Dorival deste sua chegada no Rio de Janeiro, em 1938. Em poucos meses de atividade no meio musical carioca, ele se tornou famoso como autor do samba que dá título ao livro.

“A ideia inspiradora deste trabalho foi fazer uma seleção crítica de temas importantes e centrais a partir dos depoimentos de Caymmi, sobretudo os que acarretaram tensões e dificuldades na sua carreira, que pudessem revelar algumas das suas características fundamentais e iluminar um pouco mais aquela fase”, afirma a autora.

A canção O que é que a baiana tem? foi  lançada pela estrelíssima Carmen Miranda no cinema, no rádio e no disco. A partir deste sucesso, Dorival ganhou o reconhecimento de seu valor como cantor, por suas atuações nas Rádios Tupi, Transmissora, Nacional e Mayrink Veiga.

A importância de Caymmi na carreira de Carmen, seu convívio com os colegas de profissão, além dos conflitos entre artistas, emissoras, gravadoras e imprensa são analisados pela autora. Também ganham destaque neste rico recorte da carreira de Caymmi, a influência dos intelectuais de esquerda, como Jorge Amado e dos grupos do empresário Carlos Guinle e dos compositores envolvidos na luta pelo direito autoral. Eles aparecem como peças importantes na formação do artista, que teve o auge da sua carreira, justamente, durante este rico período da história cultural brasileira.

“Caymmi serve aqui de personagem modelar e, ao mesmo tempo, um guia pelos meandros do período. Isso não quer dizer que as carreiras ou as oportunidades se equivalessem (...), mas o objetivo deste trabalho é dar uma amostragem das ‘regras do jogo’”, diz Stella.

A música popular brasileira, depois de longo período de formação, marcado pelo surgimento da modinha e do lundu, passa, no fim da década de 1920, por uma fase de consolidação em que, com seus gêneros básicos – o samba, o choro e a marchinha – cristalizados, adquire personalidade própria e integra-se à realidade do século XX. Contribui para o sucesso dessa fase, conhecida como Época de Ouro, a entrada em cena de uma extraordinária geração de cantores, compositores e músicos, ao mesmo tempo em que chegam aqui a gravação eletromagnética do som, o rádio e o cinema falado. Assim, por uma feliz coincidência, a obra desses artistas é a primeira no Brasil a desfrutar do privilégio de ser registrada e difundida por essas novidades tecnológicas.








Carmen Miranda & Dorival Caymmi - O QUE É QUE A BAIANA TEM - Dorival Caymmi.

Curioso é que esta música entrou no filme "Banana da terra" no lugar de "Na Baixa do Sapateiro", de Ary Barroso, por falta de acordo financeiro com o mestre de Ubá. Aí, para aproveitar o cenário já feito, o produtor Wallace Downey foi bsucar um samba baiano típico e Caymmi, recém-chegado ao Rio, apresentou este, logo aprovado. Gravação Odeon de 27 de fevereiro de 1939, lançada em abril seguinte, disco 11710-A, matriz 6023, marcando também a estreia de Caymmi como intérprete, junto com Cármen.

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quarta-feira, 24 de abril de 2013

Em defesa de Jacob de William Landay

Em defesa de Jacob

de   William Landay


Título Original:     Defending Jacob
Tradutor:     Marcelo Schild

Gênero:     Thriller
Páginas:     448
Formato:     16 x 23 cm

 Um dos mais celebrados romances deste ano, Em defesa de Jacob é daqueles livros que já nasce um clássico. Eleito um dos melhores do primeiro semestre de 2012 pela Amazon, o romance, que narra a história de um promotor às voltas com uma investigação de assassinato da qual seu próprio filho torna-se o principal suspeito, vem colecionando resenhas consagradoras nos principais veículos americanos e ingleses e depoimentos elogiosos de escritores como Lee Child e Nicholas Sparks.

Publicado em fevereiro deste ano nos Estados Unidos, o thriller jurídico de William Landay — que vem sendo comparado pela crítica com o mestre da literatura de tribunal Scott Turow, autor do best-seller Acima de qualquer suspeita — já vendeu mais de 600 mil cópias no país. Estreou em quarto lugar na lista de mais vendidos do New York Times, onde permaneceu por mais de 25 semanas e já foi vendido para 19 países. O sucesso tem tudo para se repetir nas telonas em breve: o livro teve os direitos para o cinema comprados pela Warner, e a produção se inicia em 2013.

Assim como Turow, Landay, vencedor de diversos prêmios com seus dois romances anteriores, tem conhecimento de causa: o autor atuou como promotor nos anos 1990, antes de se tornar escritor, e empresta sua experiência para contar a história de Andy Barber, promotor veterano e respeitado de uma cidade de Massachusetts. Ele acreditava ter uma família perfeita até que, ao investigar o assassinato de um garoto de 14 anos, um novo fato põe por terra a fachada de normalidade de sua vida: Jacob, seu filho e colega de classe da vítima, é um dos suspeitos do crime. É Andy quem narra esta história fascinante sobre sua família, típica da classe média americana, que vê, de uma hora para a outra, o mundo desabar sob seus pés.

O menino jura ser inocente, e Andy, para quem a investigação se transforma em uma prova de amor, acredita nele. Afinal, ele é seu pai. Porém, numerosos fatos e acontecimentos vêm à tona ao longo da investigação, revelando o quão pouco os pais às vezes sabem sobre os filhos. Paralelamente, o casamento de Andy começa a desmoronar, e ele é levado a outro julgamento, no qual é ao mesmo tempo juiz e réu – uma disputa interna entre lealdade e justiça, verdade e alegação, um passado que ele tenta enterrar e um futuro que parece cada vez mais indefinido.

Com doses de adrenalina e suspense psicológico, William Landay nos põe diante de um tabuleiro de xadrez literário em que cada movimento das peças revela uma história de traição e culpa, e nos convoca a pensar sobre a velocidade aterrorizante com que a vida pode sair dos trilhos.

LEIA UM TRECHO EM PDF




O AUTOR
William Landay é o premiado escritor dos best sellers The Strangler, eleito o thriller do ano pelo Los Angeles Times, e Mission Flats, vencedor do Creasey Memorial Dagger Award como melhor romance policial de estreia e finalista do Barry Award. Estudou na Universidade de Yale e no Boston College Law School. Landay trabalhou como promotor antes de se dedicar à literatura. Ele vive em Boston.


Saiba mais
williamlanday.com


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Ouvi essa música antes de Mary Higgins Clark



























Ouvi essa música antes

de   Mary Higgins Clark

Tradutor:     Débora Guimarães Isidoro

Páginas:     400
Formato:     14 x 21 cm

Aos 6 anos, Kay Lansing ouve a discussão de um casal. A cena ocorre na propriedade da rica família Carrington, onde seu pai trabalha como jardineiro. Quando a mulher dá um ultimato, o homem retruca afirmando: “Ouvi essa música antes.” Naquela mesma noite, a jovem Susan Althorp é vista pela última vez, na companhia de Peter Carrington. O herdeiro do clã parece ser atormentado por tragédias. Anos mais tarde, ele perde a mulher grávida num afogamento acidental. Mas teria sido mesmo assim? Agora, seu passado está prestes a ser investigado, e o caminho para a verdade se encontra no inconsciente de Kay, com quem agora está casado. Contudo, ao tentar entender o que aconteceu, a jovem pode acabar colocando a própria vida em risco.
  



A AUTORA

Mary Higgins Clark nasceu e foi criada em Nova York. Seus livros tiveram mais de 70 milhões de exemplares vendidos em todo o mundo. Foi presidente da Associação Mistery Writers of America e recebeu o Grand Prix de Littérature, na França, em 1980, entre muitas outras honrarias. Atualmente, vive com o marido em Saddle River, Nova Jersey.

“Mary Higgins Clark prende os leitores até a última página.” - Boston Globe



um lançamento





terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Um grito na noite Título Original: A cry in the night de Mary Higgins Clark




Um grito na noite

Título Original:

A cry in the night

de Mary Higgins Clark


 Tradutor:

Mariluce Pessoa

 Páginas:

352

Formato:

14 x 21 cm


O LIVRO

Jenny MacPartland é divorciada e luta para manter as duas filhinhas sem a ajuda de um ex-marido irresponsável. Trabalhando em uma galeria de arte em Manhattan, ela entra em contato com a obra do pintor Erich Krueger. Em particular, com o retrato de uma mulher que lhe parece estranhamente familiar.

Inesperadamente, o romance entre os dois floresce. Rico e bonito, Erich a seduz e a leva para viver em sua mansão nos campos de Minnesota, onde Jenny se sente uma princesa de conto de fadas. Apesar do frio e da paisagem austera... E dos rumores de que as paredes da casa guardam mais que belos quadros: elas são testemunhas de uma tragédia.

Gradualmente o sonho se converte num pesadelo. Há algo de muito estranho naquela casa, que se transformou numa prisão. Algo que ameaça seu casamento, sua vida e suas filhas. Um grito na noite envolve o leitor numa trama onde vingança e morte estão de tocaia.


A CRITICA

“Mary Higgins Clark prende os leitores até a última página.” - Boston Globe

A AUTORA

Só para relembrar uma vez que Mary Higgins Clark é por força de nossa editora, useira e vezeira deste suplemento.
Mary Higgins Clark nasceu e foi criada em Nova York. Seus livros tiveram mais de 70 milhões de exemplares vendidos em todo o mundo. Foi presidente da Associação Mistery Writers of America e recebeu o Grand Prix de Littérature, na França, em 1980, entre muitas outras honrarias. Atualmente, vive com o marido em Saddle River, Nova Jersey.



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