sexta-feira, 8 de maio de 2009

CÓDIGO CRIATURA


CÓDIGO CRIATURA
de Helena Gomes


Páginas:304

As mutantes estão de volta e correm sério perigo! Aventura com boas doses de suspense esperam os jovens leitores no eletrizante Código Criatura, aguardada continuação de Lobo Alpha, da jornalista, escritora e professora universitária Helena Gomes. Sintonizado com a multifacetada linguagem da juventude dos dias de hoje, o livro trava um diálogo com TV, cinema e mangás ao fundir texto com HQ (história em quadrinhos) em ilustrações assinadas pelo chargista e desenhista Alexandre Barbosa, o Bar.

Wolfang é um rapaz que se transforma em lobo. No passado, ele fora o Ômega do clã, o mais fraco e insignificante do grupo, e, portanto, desprezado por seus iguais. Mesmo assim, surpreendentemente, Wolfang arriscou sua própria vida para salvar Amy do cruel alemão Blöter e do debochado irlandês Cannish – lobos como ele, porém, a serviço da gana assassina do Alpha Wulfmayer. No entanto, é a coragem, e não a força, que define um herói.

Agora, além de novo Alpha do clã – o mais forte e importante dos lobos –, Wolfang também precisa ser o guardião de Amy, afinal, ela é a chave para salvar toda a raça mutante. Improvável filha de uma humana com um lobo, Amy é um milagre fabuloso da mestiçagem carregando em seu sangue um inigualável dom de regeneração: ela é uma Derkesthai! Como tal, era capaz não só de curar, como também tinha o poder de unir as criaturas contra seus arqui-inimigos, os caçadores.

Após anos de ostracismo, eles voltaram a caçar de verdade e nada poderia impedir sua sede de perseguição, sangue e morte – a aniquilação de todos os clãs de mutantes. Um vírus mortal, liberado impiedosa e sadicamente, era a arma dos caçadores para dar cabo das criaturas. Wolfang, o lobo branco, está ao lado de Amy para que ela possa cumprir sua missão e destino. Porém, a força da Derkesthai começa a ser dividida de maneira inesperada e decifrar o Código Criatura torna-se uma ação premente para atingir o caminho da salvação – antes que seja tarde! – neste thriller com espírito de HQ de tirar o fôlego do início ao fim.

UM LANÇAMENTO






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Paulistas e emboabas no coração das Minas: idéias, práticas e imaginário político no século XVIII

Paulistas e emboabas no coração das Minas: idéias, práticas e imaginário político no século XVIII
de Adriana Romeiro


Coleção: Humanitas
431páginas

Para os homens de Piratininga chegar a Minas era um empreendimento familiar, custoso mas que com certeza traria a fortuna. Eram um grupo fechado em um capitalismo sabidamente selvagem e predador. Mas não foi bem assim que entraram para a História, e o restante cabe a este magnífico livro de Adriana Romeiro desvendar! (E.C.)

No ano de 1708, o sertão das Minas transformou-se no palco de uma luta armada entre paulistas e emboabas. Depois de anos de uma convivência tumultuada, pontilhada por incidentes violentos, não havia mais como adiar o confronto. De um lado, a imensa massa de forasteiros, saídos da Europa e das mais diferentes regiões do Brasil; de outro, os paulistas, considerados a gente mais bem treinada nas táticas da guerra brasílica, acostumados a enfrentar adversários formidáveis, como índios levantados e negros aquilombados. O desfecho dessa luta mudaria irreversivelmente os rumos da história das Minas Gerais e a geopolítica do Império português.

um lançamento


Sobre demônios e pecados


Sobre demônios e pecados

de Rubem Alves

PÁGS: 86

Em "Sobre demônios e pecados", Rubem Alves nos fala, com sua escrita leve e espirituosa, de demônios cotidianos e pecados que podem até ser virtuosos.

Os demônios do dia-a-dia são aquelas ideias fixas que nos acometem de vez em quando, as pequenas irracionalidades pelas quais nos deixamos dominar, as coisas inexistentes às quais às vezes nos rendemos e que acabam nos possuindo. São demônios que, como o autor explica com perspicácia, se aninham no essencial de nós.

Já os pecados aqui abordados são os sete capitais da tradição cristã, reinterpretados por Rubem Alves, que nos mostra que eles estão muito mais presentes em nossa vida do que gostaríamos de admitir. E, em alguns casos, podem nem ser tão pecaminosos assim.

Nas crônicas deste livro, Rubem Alves lança um olhar original e diferenciado sobre demônios e pecados, ao mesmo tempo em que passeia por representações que povoam desde sempre o imaginário coletivo.


um lançamento







AGENDA

Itumbiara/GO, Brasília, Rio de Janeiro e São José/SC - Acessem o Portal da Filosofia.com.br ou o PortalSER.net para informações completas de todos os projetos e eventos que serão realizados nos próximos dias!

Quatro a Zero faz show no MCB com choro reinventado para o CD Porta Aberta


Com obras de compositores do interior paulista, recriadas de forma inventiva para o CD Porta Aberta: Memórias do Choro Paulista, o grupo Quatro a Zero faz uma apresentação no domingo, 10/5, às 11h, no projeto Música no Museu da Casa Brasileira, instituição vinculada à Secretaria de Estado da Cultura. Integrado por Daniel Muller (piano acústico e elétrico), Danilo Penteado (baixo elétrico e cavaco), Eduardo Lobo (guitarra elétrica) e Lucas da Rosa (bateria e percussão), o Quatro a Zero faz música instrumental, em especial o choro, numa reverência aos grandes mestres que construíram a história deste gênero, ao lado dos arranjos sempre coletivos, bem-humorados e abertos à improvisação, que atribui originalidade ao som do grupo.

Repertório: A Criminosa (Hugo Bratfisch); Cabo Pitanga (Laércio de Freitas); O Gato e o Canário (Pixinguinha); Venenoso (Nabor Pires Camargo); Bicho Mau (Nabor Pires Camargo); Matando Saudades (Nabor Pires Camargo); Buliçoso (Sérgio Belluco); Bolacha Queimada (Radamés Gnattali); Camondongas (Laércio de Freitas); Flamengo (Bomfiglio de Oliveira); Bafo De Onça (Zequinha de Abreu); Tico Tico no Fubá (Zequinha de Abreu).

O projeto Música no Museu está consolidado na agenda de São Paulo como uma alternativa de lazer que reúne música de qualidade em um cenário agradável: o terraço do Museu da Casa Brasileira, em frente ao seu jardim de 6.600 metros quadrados.

Por dois anos, o grupo dedicou-se à pesquisa dos desdobramentos históricos do choro no interior paulista, berço de grandes compositores e instrumentistas. A partir deste trabalho é que nasceu o CD Porta Aberta: Memórias do Choro Paulista, reunindo obras de compositores de Guaratinguetá, Indaiatuba, Santa Rita do Passa Quatro, Piracicaba, Campinas e Leme, num repertório que abrange obras desde o final do século XIX (Bafo de Onça, de Zequinha de Abreu) até os dias atuais (Choro da Clara, de Nailor Proveta). Lançado em 2008 pelo Selo Cooperativa com financiamento do Programa de Ação Cultural 2007, da Secretaria do Estado da Cultura, e da Prefeitura de Campinas, pelo Fundo de Investimento Cultural. Cada um dos choros escolhidos foi recriado, de forma inventiva, à moda Quatro a Zero.

De sua origem, em 2001, aos dias atuais, o Quatro a Zero delineou uma rica trajetória de amadurecimento e colhe crescente repercussão. Apresentou-se, até aqui, mais de uma centena de vezes em mais de 50 cidades brasileiras, de Porto Alegre (RS) a Boa Vista (RR). Conquistou, em 2004, o 2º lugar no 7º Prêmio Visa de Música Brasileira e lançou no ano seguinte seu primeiro CD, o elogiado “Choro Elétrico”. Em 2006, o grupo passou por uma fase de imersão na música de Radamés Gnattali, que resultou num show em homenagem ao centenário de nascimento do maestro, com as participações de Toninho Ferragutti e Rafael do Santos. Participou ainda de projetos culturais importantes como o Pixinguinha, excursionando pela região norte do país, o Circuito Instrumental Universitário, apresentando-se por todo o Brasil ao lado do grande bandolinista Joel Nascimento, e mais recentemente o projeto Relendo o Choro, do Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio de Janeiro.

Eduardo Lobo - Iniciou seus estudos em Curitiba, onde entrou em contato com a música brasileira. Formou-se no curso de música popular da Unicamp em 2004. Participa de grupos de samba e choro, como violonista de 7 cordas; integra como guitarrista, o grupo Carretel, de música instrumental improvisada; faz parte também de um duo de guitarra e marimba, cujo foco é a pesquisa de repertório erudito e popular para esta formação. Desde 2006, dedica-se ao estudo do violão na Escola Municipal de São Paulo, sob orientação professor Henrique Pinto.

Danilo Penteado - Nascido em Itatiba, SP, é bacharel em Música Popular pela Unicamp. Estudou com Conrado Paulino no Clam em São Paulo e com Victor Wooten no Bass/Nature Camp em Nashville (EUA). Tocou em festivais internacionais, como o Havana Jazz Plaza em Cuba e o Nuits Atypiques, em Langon (França). Integra os grupos Compay Tumbao, Gafieira Camisa Amarela e Fina Estampa.

Daniel Muller- Natural de Jundiaí, interior de São Paulo, é mestre em música pela Universidade Estadual de Campinas. Integra o grupo À Deriva, voltado para a improvisação livre, que lançou seu segundo CD em 2008, e o Conversa Ribeira, trio que realiza novas leituras para canções tradicionais do interior de São Paulo, numa síntese com o jazz e a música erudita. Este grupo lançou seu primeiro CD em 2008, viajou por todo o Brasil e realizou concertos em Portugal. Ao mesmo tempo, desenvolve trabalho de pesquisa acadêmica, investigando temas relacionados à música instrumental brasileira.

Lucas da Rosa - Estudou música na Udesc em Florianópolis (SC). É graduado em música popular e percussão erudita pela Unicamp. Atua como percussionista em orquestras da região de Campinas e Florianópolis. Lançou o CD "Imagens" (2006) ao lado do Grupu, com quem representou o Brasil em festivais internacionais de percussão (Croácia e EUA). Lançou em 2008 seu primeiro CD com o Núcleo de Samba Cupinzeiro, e o CD "Abrideira" com o grupo Fina Estampa, que contou com a participação de Itiberê Zwarg, Jayme Vignoli e Maurício Carrilho, apresentando uma linguagem camerística e contemporânea do choro. É professor da Escola Americana de Campinas e é mestrando do curso de Música da Unicamp.

Serviço

Música no Museu – “Quatro a zero toca choro do CD Porta Aberta”

Domingo, 10 de maio, às 11h Entrada franca

Duração: 60 min

Capacidade: 230 lugares

Local: Museu da Casa Brasileira – Terraço - Av. Brig. Faria Lima, 2705

Tel. 3032-3727 Jardim Paulistano Site: www.mcb.org.br

Estacionamento: R$ 10,00

Visitação: de terça a domingo, das 10h às 18h

Ingresso: R$ 4,00 Estudantes R$ 2,00 Gratuito domingos e feriados

Acesso para pessoas com deficiência.

Visitas monitoradas: 3032-2564

Inscrições abertas para o 6º PUTZ! Festival Universitário de Cinema e Vídeo de Curitiba


Estudantes podem se inscrever gratuitamente até 15 de maio, no site do
festival

Estão abertas as inscrições para o 6º PUTZ! Festival Universitário de
Cinema e Vídeo de Curitiba. Até o dia 15 de maio, estudantes de todo o
país podem se inscrever gratuitamente pelo site www.putz.ufpr.br, nas
categorias ficção, documentário, trash, videoclipe, experimental/ arte,
publicitário, institucional e reportagem. São aceitos vídeos produzidos a
partir de 2006, com formato de exibição em DVD.

Além das premiações tradicionais do PUTZ!, os participantes podem publicar
o vídeo na Internet e concorrer ao inédito Prêmio Especial 91Rock,
selecionado pelos colunistas e blogueiros do site 91Rock. E pelo segundo
ano consecutivo, valendo uma bolsa integral do curso de Cinema Digital,
será entregue o Prêmio Estímulo Centro Europeu.

O 6º PUTZ! será realizado de 11 a 14 de junho, no Sesc da Esquina, em
Curitiba, com mostra dos vídeos selecionados e debates entre os
realizadores.

O PUTZ!

O PUTZ nasceu em 2000, quando estudantes de Comunicação Social da
Universidade Federal do Paraná decidiram criar um festival interno para
exibir os vídeos produzidos no curso. A idéia deu tão certo que, quatro
anos depois, o evento foi aberto às outras universidades brasileiras e
ganhou uma nova versão: Festival Universitário de Cinema e Vídeo de
Curitiba.

Desde 2004, o PUTZ exibiu mais de 200 produções de estudantes de todo o
país e recebeu grandes nomes do cinema. José Mojica Marins - Zé do Caixão,
Claudio Assis, Lucila Meirelles, Jorge Durán, Henry Breitrose, Joel
Pizzini, Heloisa Passos, Marina Person e Marcos Jorge são alguns dos
convidados que passaram pelo festival.

Mais informações em www.putz.ufpr.br.

FOTOS


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Galeria e Cave

18h00

Exposição

FOTOGRAFIA - Maio Claro

ESAP /Direcção do Curso de Artes Visuais-Fotografia.

Até 31 de Maio.



LANÇAMENTO


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Ikebanas e fotos em tela no Memorial de Curitiba

A arte que usa flores para expressar sentimentos e emoções completa-se com inovador trabalho fotográfico, em exposição neste fim de semana.

A Ikebana, uma das mais antigas artes do Japão, ganha exposição no Salão Paraná do Memorial de Curitiba, neste fim de semana. A mostra Outono acontece no sábado e no domingo (9 e 10), das 9h às 15h, com 35 trabalhos de alunos da artista plástica Elia Mitsuko Kitamura, formada pela Escola Ohara-Ryu de Ikebana (Japão). O evento também reúne 12 obras do artista Antonio Pedroso, que imprime fotografias de flores em telas de pintura, num inovador trabalho na área fotográfica. A entrada é franca.

O público poderá conferir exemplares de Ikebana, que significa “a arte de expressar-se por meio das flores” ou “o caminho das flores”, e que ostenta uma história de mais de seis séculos. Com suas raízes no Budismo, quando era praticada exclusivamente por monges e aristocratas japoneses, a Ikebana tornou-se popular sem perder seu teor. Desligada da religião, é uma arte que preserva a filosofia de observação da natureza e de autodisciplina como forma de desenvolvimento pessoal, com o objetivo de expressar sentimentos e emoções.

Serviço:

Exposição Outono, que reúne ikebanas e fotos em tela

Salão Paraná do Memorial de Curitiba (Rua Claudino dos Santos, 79 – Setor Histórico)

Data: dias 9 e 10 de maio de 2009 (sábado e domingo), com horário de visitação das 9h às 15h

Entrada franca

Paiol recebe o cantor e compositor Fred Martins


Espetáculo neste domingo (10), às 20h, reúne trabalhos do artista

vencedor do 9º Prêmio Visa/Composição 2006, na categoria Júri e Público.

O Teatro Paiol apresenta neste domingo (10), às 20h, o espetáculo Guanabara Tempo Afora, com o cantor e compositor Fred Martins, vencedor do 9º Prêmio Visa de Música Brasileira/Composição 2006, nas categorias Júri e Público. O repertório reúne composições do artista, consagradas nas vozes de Zélia Duncan, Ney Matogrosso e Maria Rita. O show completa-se com a participação do instrumentista Ary Giordani (acordeom).

No palco, Fred Martins interpreta bossas autorais do recém lançado CD Guanabara, o quarto de sua carreira, além de composições do CD e DVD Tempo Afora. Produzido pelo selo Sete Sóis, Guanabara revela as principais referências musicais do compositor, que dialoga com o samba de Cartola, Nelson Cavaquinho e Paulinho da Viola, ao lado de Baden, Vinícius e João Gilberto. O trabalho também expõe a vitalidade e a inspiração de Fred Martins como violonista.

Dono de criatividade e ritmos bastante particulares, o artista fluminense Fred Martins tem uma trajetória singular na música brasileira, que inclui uma longa formação musical iniciada na adolescência. Durante dez anos transcreveu partituras para os songs books produzidos por Almir Chediak. Recentemente, suas canções foram gravadas por grandes intérpretes da música brasileira como Maria Rita ("Sem Aviso"), Ney Matogrosso ("Novamente" e "Tempo Afora") e Zélia Duncan ("Flores" e "Hóspede do Tempo").

Desde o primeiro CD, intitulado Janelas (2001), Fred Martins despertou o interesse da crítica especializada, que não poupou elogios. Em 2005, lançou o trabalho Raro e Comum, com as participações especiais de Ney Matogrosso e Zélia Duncan. No ano seguinte, apresentou sua produção na IP Week, em Londres, sendo que no mesmo ano fez os shows de abertura do festival anual de cinema brasileiro, Brasil Plural, em Munique (Alemanha). Em 2008, lançou o CD e DVD Tempo Afora, com espetáculos em diversas cidades brasileiras. Com Guanabara, CD voltado ao mercado internacional, Fred Martins mostra a maturidade de um artista completo.

Serviço:

Show Guanabara Tempo Afora, com Fred Martins

Local: Teatro Paiol (Praça Guido Viaro, s/n – Prado Velho)

Data e horário: dia 10 de maio de 2009 (domingo), às 20h

Ingressos: R$ 16 e R$ 8

MOSTRA “DECIDIDAMENTE ANIMADOS”

Em Comemoração ao Ano da França no Brasil

De 9 a 14 maio de 2009

Entrada Franca

Realização:

Aliança Francesa de Curitiba

Cinemateca de Curitiba

A Aliança Francesa e a Fundação Cultural de Curitiba, através da Cinemateca, trazem ao público curitibano a mostra “Decididamente animados”, um conjunto de cerca de 60 curtas de animação franceses organizados em 6 programas temáticos, com curadoria do Festival de Animação de Annecy, cidade francesa situada em Rhône-Alpes, região irmã do estado do Paraná.

O tema “Do curta ao longa” reúne os curtas realizados por grandes nomes da animação francesa de ontem e de hoje, entre eles Jean-Rémy Girerd, Paul Grimault ou ainda Michel Ocelot; “Brincadeiras de criança” traz brincadeiras sobre temas infantis e universais; “Ah! Amor...” nos fala de... amor; “Curtas Sociais” nos leva a pensar sobre temas variados como a ecologia, a guerra, a liberdade, a justiça; “Entre cães e lobos” são curtas sobre bichos animados e “Não somos máquinas” reflete sobre a tecnologia e o mundo contemporâneo.

A riqueza dos roteiros, o domínio de diversas técnicas, o talento dos cineastas e o dinamismo dos produtores são os ingredientes do forte desenvolvimento do cinema de animação francês que esta mostra tem intenção de retratar.

Dia 9, às 16h e 20h:

Brincadeiras de Criança

Enfantillages (França, 2008).

Animação em Cores. Duração 87’. Classificação livre.


A Dança da Chuva ( The Rain Dance) de Vijaya Kumar Arumugam . Anim . 8min . India
Primeira Viagem ( Premier Voyage) de Grégoire Sivan . Anim . 9 Min . França
Migração Assistida ( Migration Assistée) . Dir. Pauline Pinson . Anim . 5 Min . França
Versus ( Versus) de François Caffiaux . Anim . 6 Min . França
A Harmonia Cósmica ( L’harmonie Cosmique) de Jean-Marc Rohart . Anim . 6 Min . França
7,2 Toneladas ( 7 Tonnes 2) de Nicolas Deveaux . Anim . 2 Min . França
Vampz ( Vampz ) de Adrien Barbier. Lam Le Thanh. Adrien Annesley . Anim . 4 Min . França.
O Castelo dos Outros ( Le Château Des Autres) de Pierre-Luc Granjon . Anim . 6 Min . França.

Santo Festim ( La Saint Festin) de Anne-Laure Daffis. Léo Marchand . Anim . 15 Min . França.
Entre Duas Migalhas ( Entre Deux Miettes) de Sylvain Ollier . Anim . 5 Min . Cor/Color . França.
Grape Fruit ( Pamplemousse ) de Coralie Van Rietschoten . Anim . 7 Min . Cor/Color . França.
Borboleta ( Papillon) . Zhi Yi Zhang . Anim . 3 Min . França
Até os Pombos Vão ao Paraíso(/ Même Les Pigeons Vont Au Paradis) de Samuel Tourneux . Anim . 8 Min . França.
O Rabo do Ratinho (La Queue De La Souris) de Benjamin Renner . Anim . 4 Min . França.

Dia 10, às 16h e 20h:

Curtas Sociais

Animations Citoyennes (França, 2008).

Animação em Cores. Duração 71’. Classificação livre.

Concreto (Beton). de Ariel Belinco, Michael Faust. (7 Min).
Pássaros Brancos, Pássaros Pretos (Les Oiseaux Blancs.. Les Oiseaux Noirs) De Florence Miailhe (4 Min).
Tadeus (Tadeus) de Philippe Jullien, Jean-Pierre Lemouland (6 Min).
Linha da Vida (Ligne De Vie) de Serge Avédikian (12 Min).
James Mundo (James Monde) de Soandsau (2 Min).
A Fábrica (L’usine) de Frédéric Cussey, Jonathan Tamene, Yann Boyer. (Éric Simon) (3 Min).
Naquela Época...( L’Epoque) de Nadine Buss (8 Min).
Unidos Pela França (L’ami Y’a Bom) de Rachid Bouchared.(9 Min).
Os Ouvidos Não Têm Pálpebras (Les Oreilles N’ont Pas de Paupières) de Étienne Chaillou (8 Min).
A Marcha dos Sem-nomes (La Marche Des Sans Nom) de Jean Constantial, Nicolas Lave, Lucas Vigroux (6 Min).
O Príncipe Pequeno Demais (Le Trop Petit Prince) de Zoïa Trofimova (7 Min).
Angulo Morto (Blindspot) de Johanna Bessière. Cécile Dubois-Herry (3 Min).

Dia 11, às 16h e 20h:

Não Somos Máquinas

On N'est Pas Des Machines (França, 2008).

Animação em Cores. Duração 70’. Classificação livre.

O desafio à Morte (El Desafio A La Muerte) de Juan Pablo Zaramella (3 Min).
A Boneca de Berni (Berni’s Doll) de Yann Jouette (11 Min).
Trabalhando(Workin’ Progress) de Gabriel Garcia, Benjamin Fligans, Geordie Vandendaele, Benjamin Flinois (4 Min).
Bob (Bob) de Jean-Pierre Poirel (4 Min).
O Processo (Le Processus) Xavier de L’hermuzière. Philippe Grammaticopoulus. (8 Min).
O Moinho (Le Moulin) de Florian Thouret (6 Min).
O Programa do Dia (Programme Du Jour) de Samantha Duris, Loïc Tari (9 Min).
Sem Nada Por Baixo(Sans Dessous Dessous)de Dewi Noiry (4 Min).
Dínamo(Dynamo) de Matthieu Goutte, Benjamin Mousquet, Fabrice Le Nezet (6 Min).
O envelope falso(Le Faux Pli) de François-Xavier Lepeintre, Antoine Arditti. Audrey Delpuech (6 Min).
Tong (Tong) de David Cellier, Florent Limouzin, Arnaud Real (9 Min).

Dia 12, às 16h e 20h:

Ah! Amor...

Ah! L'amour... (França, 2008).

Animação em Cores. Duração 73’. Classificação 14 anos.

:

A Linha da Vida (Eletvonal) de Tomek Ducki (6 min)
Silhuetas (Sillouettes) de Vincent Courbis-Poucet, Rémi Despret, Jean-David Solon (6 min).

A Queda do Anjo (La Chute De L’Ange) de Geoffroy Barbel-Massin (5 min)
A Bela do Bosque de Ouro (La Belle Au Bois D’or) de Louis Clichy (3 min)
Para que Serve o Amor? ( A Quoi Ça Sert L’Amour?) de Louis Clichy (3 min)
Uma História Vertebral (Une Histoire Vertébrale) de Jéremy Clapin (9 min)
Em Teus Braços (En tus Brazos) de François-Xavier Goby, Édouard Jouret, Matthieu Landour (5 min).

A Borboleta (Le Papillon) de Antoine Antin, Jenny Rakotomamonjy (4 min).

Contra Parede (Le Dos Au Mur) de Bruno Collet (8 min)
Sinais de Vida (Signes de Vie) de Arnaud Demuynck (10 min)
Calypso É Isso (Calypso Is Like So) de Bruno Collet (7 min)

Dia 13, às 16h e 20h:

Do curta ao longa

Du Court au Long (França, 2008).

Animação em Cores. Duração 64’. Classificação 12 anos.

O ladrão de Pára-Raios (Le voleur de Paratonnerres) de Paul Grimault (10min)
Os Caramujos (Les Escargots) de René Laloux (11min)
Um Coração Para Emergências (Coeur de Secours) de Piotr Kamler (9 min)
Port’ e a Filha das Águas (Port’ et la Fille des Eaux) de Jean-François Laguionie (12min)
Os três Inventores (Les Trois inventeurs) De Michel Ocelot (13 min)
O Pequeno Circo de Todas as Cores (Le Petit Cirque de Toutes Les Couleurs) de Jacques-Rémy Girerd (7 min)
Tudo Bem, Tudo Bem (TSF Ça Va Ça Va) de Sylvain Chomet e Philippe Leclerc (3 min).

Dia 14, às 16h e 20h:

Entre Cães e Lobos

Entre Chien et Loup (França, 2008).

Animação em Cores. Duração 67’. Classificação livre.

Três Porquinhos (Three Little Pigs) de Akanito Assumi . (5 min). Índia
O Lobo Branco (Le Loup Blanc ). De Pierre-Luc Granjon . (8 Min)
Ap 2000 de Loïc Bail e Aurélien Delpoux . (8 Min)
Último Grito (Dernier Hurlement) de David Devaux (8 Min)
Nascido para viver (Born To Be Alive) de Dimitri Cohen-Tahugi e Sylvère Bastien (7 min)
Maravilhosamente Cinza (Merveilleusement Gris) de Geoffroy Barbel-Massin (6 Min)
Pompom (Ponpon) de Fabien Drouet (5 Min)
Tantos cães (Tant De Chiens) de Stéphane Ricard (5 Min)
Dias de Cão (Dog Days) de Geoffroy De Crécy (16 Min)

PROGRAMAÇÃO CINEMA CURITIBA

De 8 a 14 de maio de 2009

Domingo, 10 de maio – ingresso a R$ 1,00

CINEMATECA - Sala Groff – Rua Carlos Cavalcanti nº 1.174 / fone (41) 3321-3270 (De segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 18h30) e (41) 3321-3252 (diariamente, das 14h30 às 21h) – Ingressos a R$ 5 e R$ 2,50 (estudantes). Gratuito para pessoas com idade a partir de 60 anos. www.fccdigital.com.br

POR TRÁS DO PANO (BR/1999 - 90’). Direção de Luiz Villaça, com Denise Fraga, Luis Melo, Pedro Cardoso. Na São Paulo de hoje, cinco pessoas muito especiais vivem suas histórias por trás do pano. Helena, uma jovem atriz em ascensão, com muito talento e insegurança, é convidada para viver o grande desafio de sua carreira. Ela é casada com Marcos, um artista plástico que brinca o tempo todo com os medos e os jogos de ciúme de sua mulher. A partir do momento em que Helena começa a se relacionar com Sérgio, um diretor e ator famoso, casado com Laís, uma arquiteta bonita e ciumenta, as vidas dos dois casais se misturam e eles passam a viver momentos de dúvidas, de humor e descobertas.

Classificação 12 anos

Dia 8, sessões às 16h e 20h

Entrada franca

MOSTRA DECIDIDAMENTE ANIMADOS

De 9 a 14 (ver programação anexa)

Às 16h e 20h – Entrada franca


PROGRAMAÇÃO

De 8 a 14 de maio de 2009

Domingo, 10 de maio – ingresso a R$1,00

CINE LUZ Rua XV de Novembro nº 822 / fone (41) 3321-3270 (De segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 18h30) e (41) 3321-3261 (diariamente, das 14h30 às 21h). Ingressos a R$ 5 e R$ 2,50 (estudantes). Gratuito para pessoas com idade a partir de 60 anos. www.fccdigital.com.br

VERÔNICA (BR/2008 – 87’). Direção de Maurício Farias, com Andréa Beltrão, Marco Ricca, Matheus De Sá. Verônica é professora da rede municipal de ensino há vinte anos e agora, na iminência de se aposentar e passando por sérios problemas pessoais, está exausta e sem a paciência de sempre. Um dia, na escola em que trabalha, ela percebe que ninguém veio buscar Leandro, um aluno de oito anos. Já é tarde da noite quando a professora decide levá-lo em casa. Ao chegar no alto do morro, encontram a polícia e muito tumulto. Traficantes mataram os pais de Leandro e querem matá-lo também. Verônica foge com o menino. Ela procura ajuda e descobre que a polícia também está ligada ao assassinato dos pais do menino. Sem poder confiar em ninguém, ela decide esconder o garoto. Assim, Verônica é obrigada a enfrentar policiais e traficantes para sobreviver. E enquanto procura uma maneira de escapar com o menino, redescobre sentimentos que estavam adormecidos na sua vida.

Classificação 12 anos

Sessões às 15h30, 17h30 e 19h30

Sábado, dia 9 – sessões somente às 15h30 e 17h30

Domingo, dia 10 – sessões somente às 17h30 e 19h30



PRÉ-ESTREIA:


ANABAZYS (BR/2007 – 98’). Direção de Joel Pizzini e Paloma Rocha. Documentário. Ao investigar as motivações estéticas e a luta incansável de Glauber Rocha pela liberdade no país, Anabazys procura examinar as raízes dos pré-conceitos forjados historicamente contra A Idade da Terra, o filme-testamento do cineasta baiano. Um filme sobre um filme onde o autor assume também o papel de ator de sua verdade histórica. Com imagens inéditas de Glauber no exílio e cenas de seu programa de televisão, Abertura, Anabazys esclarece a postura polêmica do diretor durante a ditadura, em defesa das aberturas democráticas no país. Um filme com Glauber Rocha.

Classificação 14 anos

Sábado, dia 9 - às 20h

A OITAVA COR DO ARCO-ÍRIS (BR, 2004 – 80’). Direção de Amauri Tangará, com Diego Borges, Izabel Serra, Waldir Bertúlio. Na pequena vila de Nossa Senhora da Guia, vive o menino Joãzinho, criado pela avó Dona Dindinha que muito doente sustenta o neto com a mísera aposentadoria que recebe. Quando Joãozinho flagra a avó rezando a Deus, pedindo para que ele a leve logo, pois não suporta as dores da saúde fragilizada por conta da idade, o menino resolve vender “Mocinha”, sua cabrita de estimação. Com o dinheiro arrecadado, Joãozinho pretende comprar os remédios da avó. Começa aí a jornada do pequeno protagonista, que percorre as vilas ao redor de sua moradia a fim de conseguir vender a cabrita.

Classificação livre.

Domingo, dia 10 – sessões às 10h30 e 15h30

terça-feira, 5 de maio de 2009

A América Latina e a modernidade contemporânea - uma interpretação sociológica

A América Latina e a modernidade contemporânea - uma interpretação sociológica
de José Maurício Domingues


Coleção: Humanitas
255 p.


Nesta obra, “...o sociólogo brasileiro José Maurício Domingues faz bom uso de seu trabalho anterior em teoria sociológica contemporânea para avançar uma avaliação oportuna e provocativa da atual fase da modernidade na América Latina... O livro é bem-vindo também porque o autor se insere, com méritos a meu ver, na trilha da melhor sociologia produzida nesta parte do mundo durante o século XX. Seguindo Gino Germani, Florestan Fernandes, assim como Fernando H. Cardoso e Enzo Faletto, esta obra também busca um entendimento sociológico da história e do contexto atual da América Latina que se mostra capaz de localizar a sua especificidade nos quadros da modernidade global... A América Latina e a modernidade contemporânea é uma aproximação extremamente lúcida do tempo presente nesta região”. Daniel Chernilo (Universidade Alberto Hurtado – Chile)

um lançamento

Finalização da pesquisa aponta que 53% de gays, lésbicas e bissexuais assumidos já sofreram discriminação

A segunda etapa da pesquisa Diversidade sexual e homofobia no Brasil entrevistou 413 gays, lésbicas e bissexuais assumidos e detectou que 53% já se sentiram discriminados ao menos uma vez por sua orientação sexual ou identidade de gênero. Os dados desta etapa da pesquisa são analisados por seu coordenador Gustavo Venturi e já estão disponíveis no portal FPA. A totalidade da pesquisa será apresentada em eventos já programados em São Paulo, Fortaleza, Brasília, Curitiba e Belo Horizonte.

ATENÇÃO CURITIBA

O lançamento do livro de contos de ficção científica "Solarium", que aconteceria nesta quinta-feira na Gibiteca de Curitiba, foi transferido para nova data: dia 13 de maio (quarta-feira).

segunda-feira, 4 de maio de 2009

A editora Fábrica de Leitura e a Tribo do Mouse convidam você para um brinde e sessão de autógrafos em Curitiba.

Tribo do Mouse - Histórias, dicas e truques do mundo corporativo
De João Reginatto, Juarez Poletto e Ulisses Giorgi

224 páginas

Tribo do Mouse - Histórias, dicas e truques do mundo corporativo é um livro para surpreender. Sem ranços, sem banalidades, sem fórmulas mágicas e longe da autoajuda, esta tribo mostra que há vida, humor e humanidade no cotidiano de uma empresa. Os autores João Reginatto, Juarez Poletto e Ulisses Giorgi são gaúchos e seguem carreiras em diferentes latitudes: Porto Alegre, Curitiba e Dublin, na Irlanda. Eles são Reggie, Jack e Dr. Zambol, integrantes de uma tribo que surgiu em forma de blog para troca de experiências pessoais e profissionais e agora se transforma em livro.

Neste lançamento da Fábrica de Leitura, a editora brinca com o espírito do livro e diverte o leitor com uma inovação: a publicação tem duas versões de capas. Cabe ao leitor escolher qual quer levar para casa. E tem mais: o poema Input - Throughput - Output: Cibernose de autoria da eterna musa Bruna Lombardi encerra a edição num verdadeiro brinde ao leitor!



Lançamento em Curitiba Dia 05 de maio de 2009, terça-Feira. Horário: 19h Local: Livraria Fnac Endereço: Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 600 Curitiba PR Telefone (41) 2141 2003









UM LANÇAMENTO


A TERCEIRA METADE

A TERCEIRA METADE

de RUY DUARTE DE CARVALHO


Romance - 428 pp.

A Terceira Metade é o último livro do ciclo "Os Filhos de Próspero", trilogia de Ruy Duarte de Carvalho, de que também fazem parte: Os Papéis do Inglês e As Paisagens Propícias.

Neste romance, voltamos a encontrar algumas das personagens dos anteriores volumes da trilogia e conhecemos o "mais-velho" Trindade, um tio de SRO que tem em seu poder uma misteriosa cassete com rezas e que se deverá encontrar com o narrador perto do Kambeno (fronteira entre Angola e Namíbia), para lha entregar. Com o pretexto da cassete, Trindade, levado pelas mãos do narrador e do próprio autor, revela-nos as suas surpreendentes considerações antropológicas e coloniais, e apresenta-nos o seu percurso de vida como progressiva aprendizagem: a infância na Lucira, as aventuras como cozinheiro em acampamentos de engenheiros e doutores, a experiência como ajudante de um escritor alemão entomologista, a quem carregava a rede para apanhar borboletas, até chegar à velhice e descobrir que "sete apenas, entre os vinte e oito nós [da vida], serão enigmas para tentar esclarecer, os únicos eventualmente ao alcance da tua decifração, da tua consciência, da tua ciência se a tua natureza e o teu caminho forem de molde a dar-te acesso a isso......."

"........ as páginas que precedem darão ideia do modo que à partida me propus usar para escrever este livro....... acabou depois por não poder vir a ser inteiramente assim, como irá ver-se a páginas tantas....... vou no entanto manter o que apesar de tudo consegui escrever ainda antes de me ter visto obrigado a interromper a tarefa que me tinha imposto levar a bom termo no Cabo das Agulhas, segundo esse programa original..........."
O AUTOR
Ruy Duarte de Carvalho (1941), regente agrícola, mestre em antropologia visual e doutorado em etnologia e antropologia social pela EHESS. Nascido em Portugal, naturalizado Angolano desde que em 1975 passou a haver cidadania angolana. Ex-cineasta e ex-professor de antropologia do espaço em Luanda, Coimbra, São Paulo, Paris e Berkeley. Autor, entre outros títulos, de Lavra – poesia reunida 1970-2000 (2005), Vou lá Visitar Pastores (1999), Actas da Maianga (2003), A Câmara, a Escrita e a Coisa Dita – Fitas, Textos e Palestras (2008) e das ficções Os Papéis do Inglês (2001) e As Paisagens Propícias (2005) que fazem parte, com o presente volume, do ciclo Os Filhos de Próspero. Reside actualmente, aposentado, em Swakopmund, na Namíbia. Em 2008, foi atribuído o Prémio Literário Correntes d'Escritas ao seu livro anterior, Desmedida - LUANDA, SÃO PAULO, SÃO FRANCISCO E VOLTA.



Sobre o livro anterior:

«Na minha opinião, estamos perante um dos maiores escritores de língua portuguesa. É um escritor extraordinário e desculpem mas eu nestas coisas sou fanático, é absolutamente extraordinário e as pessoas têm que ler este escritor.
(...)
Este é um desses certos livros, é um livro extraordinário, luminoso (...)»
António Mega Ferreira

Livro ajuda empresa a construir e manter uma equipe sólida, eficiente e harmônica


Soluções perfeitas para equipes imperfeitas: aprenda o que dizer e o que fazer para resolver conflitos, administrar egos e manter a equipe em harmonia

Sid Kemp


204 páginas

Soluções perfeitas para equipes imperfeitas revela atitudes inteligentes a tomar nas mais diversas situações no ambiente profissional

O mais recente lançamento da Verus Editora, Soluções perfeitas para equipes imperfeitas, de Sid Kemp, oferece aos leitores maneiras eficazes de abordar e resolver situações difíceis com os colaboradores da empresa em que atuam.

O administrador Sid Kemp, que já prestou consultoria às principais empresas dos Estados Unidos, indica o que o líder deve fazer quando surgirem situações difíceis envolvendo os membros da equipe que ele levou tanto tempo para construir. Afinal de contas, o verdadeiro líder sabe que manter e estabelecer uma equipe sólida e harmônica é uma das tarefas mais importantes e difíceis que se apresentam no dia-a-dia de trabalho.

Segundo o autor, é preciso ter jogo de cintura para anunciar cortes nos benefícios e demissões ou recusar um aumento de salário, e ainda assim manter os membros da equipe motivados e dispostos a continuar o bom trabalho e a buscar resultados. “Em situações como essas, devemos ficar ao lado dos funcionários, mas sem nos posicionar contra a empresa”, explica.

Soluções perfeitas para equipes imperfeitas ensina o líder a focar as pessoas e não os problemas, criando um ambiente livre de culpas, em que os funcionários, ainda que imperfeitos, consigam exercer suas funções da melhor maneira possível e explorar ao máximo o próprio potencial.

“A abordagem fundamental deste livro tem como base a cooperação. Respeitar cada membro da equipe significa colocar essa pessoa diante do volante – e ensiná-la a dirigir. A equipe é bem-sucedida quando cada um faz sua parte”, afirma o autor. Segundo ele, o objetivo do líder é ajudar e incentivar todas as pessoas a estabelecerem suas metas e seguirem na direção certa.

Com base nos métodos de gerenciamento mais bem-sucedidos que existem, o autor oferece dicas e técnicas emocionalmente inteligentes que podem ser usadas em diversas situações de conflito, incluindo questões de desempenho ruim, disputas salariais, doença no trabalho, sexo, raiva, comportamento inapropriado e muito mais. Com uma consulta rápida a este livro, o leitor vai aprender a:

- lidar com crises pessoais de funcionários;

- enfrentar momentos difíceis ou embaraçosos no ambiente profissional;

- orientar e integrar funcionários novos;

- negociar salários com sua equipe;

- demitir um funcionário da melhor maneira possível, quando preciso, entre outras situações.

Seja qual for o problema, Soluções perfeitas para equipes imperfeitas apresenta a melhor maneira de evitar conflitos antes que eles surjam – e enfrentá-los se já estiverem presentes. Este é o guia definitivo para alcançar sucesso ao gerenciar pessoas.

Sobre o autor

Sid Kemp é administrador, escritor e coach especializado em aplicar processos de qualidade e inteligência emocional a situações de negócios. Ele já vivenciou todas as experiências desagradáveis no ambiente de trabalho que se podem imaginar – e outras que ninguém imaginaria. Já prestou serviço às maiores empresas dos Estados Unidos, assim como a pequenos negócios e a agências do governo federal e estadual, oferecendo estratégias de prevenção de conflitos, resolução de problemas e administração de equipes.

É gerente de projetos certificado e diretor de desenvolvimento profissional do Instituto de Gestão de Projetos. É membro da Associação Nacional de Palestrantes e da Sociedade de Gestão de Recursos Humanos.

Você pode obter mais informações sobre Sid Kemp e seu trabalho de consultoria, treinamento empresarial e coaching com inteligência emocional no site da empresa dele: www.qualitytechnology.com.


um lançamento



"Conferência" no Clube Literário do Porto, dias 7, 8 e 9 Maio


clique para ampliar

“Redesenhando a Cidade Informal” no MCB destaca projetos para favelas de sete cidades da América Latina

Abertura: 12 de maio, às 19h30, com a presença de Christian Werthmann, da Universidade Harvard

Visitação: 13 de maio a 28 de junho

Projetos de urbanização para favelas de sete cidades da América Latina, inclusive um no Parque Amélia (SP), selecionados por John Beardsley e Christian Werthmann, professores da Graduate School of Design da Universidade Harvard (EUA), estão na exposição “Redesenhando a Cidade Informal”, no Museu da Casa Brasileira, instituição vinculada à Secretaria de Estado da Cultura. São Paulo é a primeira metrópole do país a receber a mostra, que já passou por Boston e Buenos Aires e, em outubro, desembarca no Rio de Janeiro.

A intervenção no Parque Amélia, localizado na região da represa de Guarapiranga, zona sul de São Paulo, foi coordenada por Elisabete França, atualmente Superintendente de Habitação Popular da Secretaria Municipal de Habitação. O projeto de urbanização, que beneficiou um total de 736 famílias, é de autoria do arquiteto e urbanista João Walter Toscano. O local ganhou água encanada, esgoto, drenagem e pavimentação. Um dos destaques foi a construção de uma praça com espaço para a prática de esportes e a canalização de um córrego, com projeto dos arquitetos Marta Lagreca, Marcos Boldarini e Stetson Lareu.

Os dois professores de Harvard escolheram as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, no Brasil; Cidade do México e Tijuana, no México; Caracas, na Venezuela; Bogotá, na Colômbia; e Buenos Aires, na Argentina. O critério adotado foi selecionar projetos, executados ou não, que representem estratégias desenvolvidas na América Latina para melhorar as condições de moradia informal.

“Redesenhando a Cidade Informal”, que, em inglês adotou o nome de Dirty Work, compõe-se de grandes painéis, que contam a história de cada projeto até a nova realidade, por meio de croquis, fotos, mapas e textos. Na abertura, Christian Werthmann estará presente para contar detalhes desse trabalho, que já transformou a vida de centenas de latino-americanos.

Serviço:

Exposição: “Redesenhando a Cidade Informal”

Abertura: 12 de maio, às 19h30, com a presença de Christian Werthmann, da Universidade Harvard

Visitação: de 13 de maio a 28 de junho de terça a domingo, das 10h às 18h

Site: www.mcb.org.br

Local: Museu da Casa Brasileira - Av. Faria Lima, 2705 - Tel. 11 3032-3727 Jardim Paulistano São Paulo

Ingresso: R$ 4,00 - Estudantes: R$ 2,00 Gratuito domingos e feriados

Acesso para pessoas com deficiência.

Visitas orientadas: 3032-2564 agendamentomcb@terra.com.br

Estacionamento: R$ 12,00 no dia da abertura; de terça a sábado até 30 min. grátis, até 2 horas R$ 8,00, demais horas R$ 2,00. Domingo: preço único de R$ 10,00.

Classificação indicativa: livre

Contos de ficção científica em lançamento na Gibiteca


O mundo fantástico do livro “Solarium”, com lançamento às 19h desta

quinta-feira (7), reúne trabalhos de diversos autores.

A Gibiteca de Curitiba, um dos espaços da Prefeitura Municipal, sedia, às 19h desta quinta-feira (7), o lançamento no Paraná do livro Solarium, antologia de contos de ficção científica organizada por Frodo Oliveira. A obra da Editora Multifoco foi lançada nacionalmente no Rio de Janeiro, no mês de abril, e reúne trabalhos de vários escritores iniciantes no gênero.

A antologia é um convite àqueles que não têm medo de vislumbrar o que ainda está por vir. Cidades perdidas, seres de outros planetas, batalhas monumentais, galáxias distantes, tudo isso faz parte do inconsciente coletivo daqueles que, um dia, se apaixonaram pelo mundo fantástico da ficção científica. Nas páginas do livro, uma viagem em direção ao grande mistério que é o futuro, esse eterno desconhecido.

Na relação dos autores estão André Garzia, Chico Anes, Danny Marks, Emanoel Ferreira, Frodo Oliveira, Gabriel Zigue, Hugo Vera, Humberto Amaral, José Geraldo Gouvêa, Larissa Redeker, Lino França Jr., Luiz R. R. Farias Jr., Magalhães Neto, Marcelo Andrades, Márcio Aragão, Marcus Vinícius Da Silva, Nuno Lago, Pablo Casado, Ricardo Delfin, Ronaldo Luiz Souza, Sabine Mendes e Victor Stéfano.

Serviço:

Lançamento de “Solarium”, antologia de contos de ficção científica da Editora Multifoco

Data e horário: dia 7 de maio de 2009 (quinta-feira), das 19h às 21h

Local: Gibiteca de Curitiba (Centro Cultural Solar do Barão – Rua Carlos Cavalcanti, 533 – Centro)

Entrada franca

Vocal Brasileirão faz show de lançamento do CD com músicas de Chico e Edu


O show acontece nos dias 9 e 10 de maio, no Teatro do Museu Oscar Niemeyer. “Invisível Cordão” é o primeiro CD solo do grupo.

O Vocal Brasileirão lança o seu primeiro CD solo neste fim de semana, com show nos dias 9 e 10 de maio (sábado, às 20h, e domingo, às 19h), no Teatro do Museu Oscar Niemeyer. No CD Invisível Cordão, o grupo, mantido pela Fundação Cultural de Curitiba e várias vezes premiado como o melhor conjunto vocal do Paraná, apresenta um repertório dedicado à obra dos compositores Chico Buarque e Edu Lobo. Neste show, o Brasileirão constrói um abran­gen­te mosaico que percorre o rico universo de canções da dupla, com arranjos especialmente elaborados por Vicente Ribeiro e Reginaldo Nascimento.

O vocal mostra as 14 composições escolhidas para integrar o CD, entre as mais populares compostas por Chico Buarque e Edu Lobo. As músicas são resultado da parceira entre os dois e também com outros compositores: O circo místico, Abandono, Choro bandido, Beatriz, Pelas tabelas, Ode aos ratos, A bela e a fera, Vento bravo, Lero-lero, Brejo da cruz, entre outras. Todos os cantores do grupo, num total de 12 componentes, têm oportunidade de apresentar um solo, sendo possível conhecer a habilidade e a qualidade musical de cada um.

“O Brasileirão cresceu muito tecnicamente durante todos esses anos de carreira e a idéia desse álbum é mostrar justamente isso. Estávamos devendo um trabalho como esse”, afirma o diretor artístico do grupo, Vicente Ribeiro. São quase 15 anos de atividades dedicados exclusivamente à música brasileira. Depois de trilhar uma carreira de sucesso no Paraná, o grupo está em busca do seu espaço no contexto nacional. A escolha do repertório do CD, voltado a um público diversificado, faz parte desse projeto. “A ideia é que o Brasileirão vá além dos limites da cidade. Queremos mostrar que o grupo tem qualidade para figurar entre os principais do país”, afirma Vicente.

O Vocal Brasileirão é composto por Suzie Franco, Renildes Chiquito e Cida Airam (sopranos), Fernanda Sabbagh, Beth Lopes e Carol Pacheco (contraltos), Bruno Mazanek, Levi Brandão e Reginaldo Nascimento (tenores), André Dittrich, Marcos Appel e Freddy Branco (baixos). O grupo instrumental é formado por Beth Fadel (piano), Glauco Solter (baixo), Vicente Ribeiro (violão), Denis Mariano e Ricardo Janotto (percussão).

Criado em 1994 pelo maestro e compositor Marcos Leite (1953-2002), o grupo foi quatro vezes vencedor do prêmio Saul Trumpet de Melhor Grupo Vocal do Paraná (1997,1998, 1999 e 2002). Durante quatro anos, o grupo esteve sob a coordenação de Reginaldo Nascimento. Há três anos, sob a direção de Vicente Ribeiro, o Brasileirão passou a dedicar-se à montagem de shows homenageando grupos vocais brasileiros, como o Quarteto em Cy e o Boca Livre.

Serviço:

Vocal Brasileirão – Lançamento do CD Invisível Cordão – Brasileirão canta Chico e Edu

Local: Teatro do MON (Museu Oscar Niemeyer) – Rua Marechal Hermes, 999 – Centro Cívico – telefone: (41) 3304-7982

Data: 9 e 10 de maio de 2009 (sábado, às 20h, e domingo, às 19h)

Ingressos – R$ 10 e R$ 5 (promoção não cumulativa)

domingo, 3 de maio de 2009

DIÁRIO DE BOLLYWOOD


DIÁRIO DE BOLLYWOOD

Curiosidades e segredos da maior indústria de cinema do mundo

de Franthie
sco Ballerini

Páginas: 128

Há alguns anos, uma nova estética cinematográfica tem chamado a atenção do público: tramas românticas, roupas coloridas, cenários opulentos e muita música marcam o atual cinema indiano, cuja indústria é conhecida mundialmente como Bollywood.

Fruto de uma reportagem especial de vinte dias com visitas a estúdios, sets de filmagem, escolas e casas de atores e diretores em Mumbai, este livro desvenda o funcionamento de Bollywood, mostrando por que ela é a maior produtora de filmes do mundo. Recheada de fatos curiosos, entrevistas exclusivas e fotografias, a obra traça também um paralelo do cinema indiano com o de Hollywood e o da América Latina.

O AUTOR

Franthiesco Ballerini, jornalista, trabalhou como crítico de cinema do Jornal da Tarde por sete anos e foi colaborador de O Estado de S. Paulo com reportagens especiais e entrevistas de grandes estreias de Hollywood em Los Angeles. Mestre em Comunicação Social pela Universidade Metodista, é pós-graduado em história do cinema mundial, colaborou para revistas como Bravo!, Contigo!, Quem e Sci-fi News, e foi colunista cultural da Rádio Eldorado. Atualmente, é crítico de cinema do jornal Valeparaibano e professor da Academia Internacional de Cinema de São Paulo. Participa de palestras e debates em diversas cidades do país por conta da repercussão da reportagem especial na Índia.


Para ler as primeiras páginas do livro, clique aqui

um lançamento

STF revoga Lei de Imprensa

A Lei de Imprensa foi considerada inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal. Em julgamento realizado na tarde desta quinta-feira, sete dos onze ministros da Casa se manifestaram pela extinção total do texto. O presidente do Tribunal, Gilmar Mendes, finalizou a sessão pedindo, em seu voto, a manutenção de artigos referentes ao direito de resposta. Apenas o ministro Marco Aurélio Mello defendeu a manutenção da lei.

O STF aceitou pedido de Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental impetrada pelo PDT e, a partir de agora, o judiciário deve se ater aos códigos civil e penal para julgar questões relativas à atividade jornalística.

A sessão de hoje deu prosseguimento ao julgamento iniciado no dia 01/04. Naquele dia, o relator do processo, Carlos Ayres Britto, e o ministro Eros Grau declararam seus votos pela extinção da lei. Hoje, foram acompanhados pelos ministros Carlos Alberto Menezes Direito, Ricardo Lewandowski, Cármen Lúcia, Cezar Peluso e Celso de Mello.

Os ministros Joaquim Barbosa e Ellen Gracie votaram pela manutenção de artigos que tratam de calúnia, injúria e difamação, acatando a revogação parcial da Lei de Imprensa.

O presidente da Federação Nacional dos Jornalistas, Sérgio Murillo de Andrade, considerou positiva a eliminação “de uma legislação inútil e autoritária”. Por outro lado, vê negativamente o vácuo legal e cobra do Congresso a criação de uma nova Lei de Imprensa.

“Transferiram um poder imensurável para os juízes de primeira instância. Mas tem o aspecto que a maioria dos ministros também se manifestou favorável ao entendimento de que é possível uma legislação. Não só possível como necessário”, defende.

Diferentemente da Fenaj, a Associação Brasileira de Imprensa é contra a criação de uma nova legislação. O presidente da entidade, Maurício Azêdo, comemora o fim da lei que “tinha o signo repressivo da ditadura”. Chamando-a de “falecida Lei de Imprensa”, afirma que a “Constituição assegura a plenitude da liberdade de imprensa e de expressão”.

O deputado federal Miro Teixeira (PDT-RJ), que ajuizou a ação, se disse “satisfeito”com o resultado do plenário. Em sua opinião, mais do que defender a liberdade de imprensa, a decisão de hoje também “impede que se crie uma lei que impeça manifestações na internet”.

“É um momento novo na história da imprensa. Mais do que da imprensa, na história do direito do povo à informação”, afirmou o deputado.

noticias

NOVIDADES

“DINOSSAURO” PARA
CABER NO SEU BOLSO

A Rocco e a L&PM Editores
preparam a edição em pocket
book do já clássico Parque
dos dinossauros, best-seller
de Michael Crichton (morto
recentemente) esgotado há
muito tempo no Brasil. O
lançamento celebra a marca
de dez títulos publicados desde
a parceria fechada em agosto
de 2008 entre as editoras,
que prevê a publicação e
distribuição de títulos do
catálogo da Rocco em
formato de bolso pela
coleção L&PM Pocket.
Parque dos dinossauros
chega às livrarias e
bancas de jornais de
todo o país em maio.

AGENDA

Sábado, dia 16
de maio, às 17h, na
Realejo Livros (Av.
Marechal Deodoro, 2,
Gonzaga, em Santos,
São Paulo): Helena
Gomes autografa
Código Criatura,
recém-lançado
pela Rocco.

Lolo Cornelsen fala sobre arquitetura moderna curitibana


O arquiteto participa da próxima edição do programa Hora da Prosa, na quarta-feira (6), às 19h, no Teatro Paiol

Um dos mais conhecidos arquitetos de Curitiba, Lolo Cornelsen é o convidado da edição de maio do programa Hora da Prosa – Conversas sobre Patrimônio Cultural. O arquiteto fala sobre a sua carreira, com ênfase no seu trabalho como projetista das primeiras casas modernas de Curitiba, construídas a partir do final da década de 1940. O encontro acontece na próxima quarta-feira (6), às 19h, no Teatro Paiol, e conta também com a participação dos arquitetos Salvador Gnoato e Irã Dudeque.

As marcas de Lolo Cornelsen na arquitetura curitibana vão além dos traços modernistas das casas residenciais da década de 1950. O arquiteto acompanhou o urbanista Alfred Agache durante a realização do seu plano para Curitiba. Foi um dos responsáveis pela construção do Estádio Couto Pereira, dos autódromos de Curitiba, de Jacarepaguá e Estoril (em Portugal) e também pelo plano rodoviário do Paraná. Desempenhou várias funções públicas, entre elas a de Secretário de Obras do governo Moysés Lupion e de diretor do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), quando projetou, entre outros, a Rodovia do Café, o Ferry-boat de Guaratuba, a Estrada do Colono e a estrada Curitiba-Paranaguá.

O programa Hora da Prosa promove discussões de temas relacionados à história, memória e ao patrimônio cultural de Curitiba, sob a coordenação da Diretoria do Patrimônio Artístico e Cultural da Fundação Cultural de Curitiba. Os encontros acontecem com a participação de palestrantes escolhidos entre profissionais que atuam na área, favorecendo um ambiente de divulgação de ações de patrimônio, debates e troca de informações. Todos os encontros são filmados em formato digital e incorporados ao Centro de Documentação da Casa da Memória, onde ficam disponíveis ao público para consulta e pesquisa.

Serviço:

Hora da Prosa – Conversas sobre Patrimônio Cultural

Local: Teatro Paiol (Praça Guido Viaro, s/n – Prado Velho)

Data: 6 de maio de 2009 (quarta-feira), às 19h

Entrada franca.

Bonecos contam histórias infantis no Teatro do Piá

O Grupo Calçada Di Verso apresenta o espetáculo de bonecos “Carroção de Histórias”, reunindo três narrativas para encantar a garotada.

A atração deste domingo (3), às 11h, no Teatro do Piá, é a peça de bonecos Carroção de Histórias, do Grupo Calçada Di Verso. O espetáculo integra a tradicional programação dominical para o público infantil, promovida pela Prefeitura de Curitiba, e foi selecionado por meio de edital do Fundo Municipal da Cultura. A entrada é franca.

Criado como companhia profissional em 1977, o Grupo Calçada Di Verso acumula apresentações de teatro de bonecos em vários espaços culturais, com participações em festivais no Brasil, Europa e América do Sul, além de responder por diversas oficinas. Na peça Carroção de Histórias, o grupo usa técnicas de manipulação direta, com objetos, imagens e bonecos de pano, para transformar o palco do Piá em um carroção, o conhecido teatro mambembe itinerante.

Os bonecos confeccionados pela companhia contam três histórias, começando com “A Cigana que sabia de tudo”. Depois, a criançada escuta um “causo” narrado pelo Compadre Pereirinha da Silva e, para terminar, entra em cena “O Casamento da Rata”, quando o apresentador recorre a um livro que está com as páginas em branco e precisa ser completado.

O Teatro do Piá oferece nova sessão da peça Carroção de Histórias no dia 10 de abril. Até o mês de dezembro, o público infantil tem diversão garantida com as peças de bonecos selecionadas por meio do Edital Formas Animadas do Fundo Municipal da Cultura. Os espetáculos, sempre aos domingos, levam ao Teatro do Piá os mais importantes grupos de teatro de boneco de Curitiba.

Serviço:

Peça “Carroção de Histórias”, do Grupo Calçada Di Verso de teatro de bonecos

Local: Teatro do Piá (Praça Garibaldi, 7 – Setor Histórico)

Data e horário: dia 3 de maio de 2009 (domingo), às 11h

Entrada franca