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quinta-feira, 26 de abril de 2018

Guairinha recebe o espetáculo "Tangos e Letras"


O show foi idealizado com base nas poesias de Mariléa Castor que, no livro "Alma Desnuda Alma", transmite uma mensagem de vida para as mulheres que encontram no tango o sinônimo de viver, respirar e ser feliz, sem preconceito

Um espetáculo que mostra a presença feminina no tango. Assim se traduz “Tangos e Letras”, de Manuel Ortiz, produtor, bailarino e coreógrafo argentino, e que será apresentado no dia 13 de maio, no Guairinha, em Curitiba. “O show foi idealizado com base nas poesias de Mariléa Castor que, no livro “Alma Desnuda Alma”, transmite uma mensagem de vida para as mulheres que encontram no tango o sinônimo de viver, respirar e ser feliz, sem preconceito”, explica o criador do musical. 
Apaixonado por tango, Ortiz tem seu portfólio de criações os espetáculos “Sangre de Tango - Show Argentino”, que percorrer mais de 35 cidades brasileiras,  e “Mi Nombre es Tango”, uma homenagem a Ney Traple, precursor da dança em Curitiba, apresentado em Ponta Grossa.  De acordo com o coreógrafo, em 2009, a Unesco declarou o tango Patrimônio Cultural "Imaterial" da Humanidade e, por isso, “quero difundir o tango de geração em geração e levá-lo aos palcos de diferentes teatros”. 
Tangos e Letras 
O espetáculo representa um movimento libertário da mulher no tango, destaca Ortiz. Mariléa Castor, autora do livro "Alma Desnuda Alma", é uma das primeiras poetisas que escreve sobre o tango num enfoque cru e atual. “Por esta razão, tive a iniciativa de produzir o primeiro “Livro Vivo” de uma poeta brasileira”, coloca. “O espetáculo traz vida em cada tango  instrumental e dançado, personagens, sonhos e vivências de uma mulher apaixonada pelo tango desde sua infância”, observa. 
Doze artistas em cena compõem um elenco de alta qualidade entre músicos e bailarinos. O quinteto musical está sob a direção do bandoneonista argentino Martín Mirol e os bailarinos sob a direção de Manuel Ortiz. 
O tango 
O coreógrafo detalha que o tango, nascido em Buenos Aires, atinge e toma seu lugar na alta sociedade portenha e no mundo em 24 de outubro de 1917, quando Carlos Gardel canta “Mi Noche Triste” de Pascual Conturci, o primeiro tango cantado da história. Ortiz, também bailarino e maestro, conta que nos anos seguintes, o tango entra em território brasileiro por meio de emissoras de rádio da Argentina, que transmitiam diariamente recitais de orquestras ao vido de Alfredo DÁngelis, Norberto Firpo  e outros grandes nomes do tango argentino. A partir daí, ganhou espaço no país do samba, principalmente em cidades de Porto Alegre, Santa Catarina e Paraná. 
Ficha Técnica
Espetáculo Tangos e Letras
Produção e coreografia – Manuel Ortiz
Direção musical - Martín Mírol
Músicos: Rodrigo Martín Vazquez (piano), Luiz Gustavo Menezes Ruivo Nascimento (violino), Renato Rossi de Camargo Lima (viola) e Rafael da Costa (baixo)
Bailarinos: Anna Martinelli, Jorge Aquino, Ana Carolina Franke, Julian Cazuni, Ursula Hoffmann e Luis de Avanço
Serviço
“Tangos e Letras”
Dia: 13 de maio (domingo), às 20 horas
Local: Guairinha (Rua XV de Novembro, 971 - Centro), Curitiba (PR)
Ingressos: plateia (R$ 120,00 e R$ 60,00); balcão (R$100,00 e R$50,00)
Informações: Disk Ingressos - 3315 0808

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Festival de Etnias do Paraná: qualidade artística de grupos folclóricos é reconhecida no Brasil e fora dele



Apesar de não serem compostos por dançarinos profissionais, os grupos que se apresentarão no Festival Folclórico de Etnias do Paraná mantêm uma rotina de disciplina e constantes ensaios, a fim de garantir a qualidade técnica e artística das apresentações.

O Festival de Etnias acontece de 2 a 13 de julho, no Guaíra e no Guairinha. O evento é uma realização da Associação Interétnica do Paraná (Aintepar) e da Trento Edições Culturais.

O esforço é recompensado. O grupo polonês Wisla, por exemplo, têm reconhecimento internacional. Em julho, logo após o espetáculo em Curitiba, os integrantes embarcarão para uma turnê que passará por 18 cidades da Polônia.

Quase ao mesmo tempo, o Grupo Folclórico Ucraniano Poltava vai participar do Festival de Dança de Joinville, o maior do mundo. A coreografia enviada para a pré-seleção do evento foi escolhida pelos jurados para participar da mostra competitiva.

É a terceira vez que o Poltava vai ao Festival de Joinville. Nas outras duas, em 2002 e 2003, ficou em sétimo e segundo lugares, respectivamente, na categoria danças populares.

Em Santa Catarina, será apresentada a coreografia Sviatkuvannya v Poltavi. A mesma dança fará parte do espetáculo do Festival de Etnias do Paraná, no dia 7 de julho.

Em Curitiba não há uma mostra competitiva, mas no Festival de Joinville o Poltava entra com a pretensão de ganhar. “Não é pelo dinheiro do prêmio, é pelo prestígio”, explica o presidente do grupo, Elias Kalinovski.

Com essas duas grandes apresentações programadas para o mês de julho, os dançarinos do Poltava têm encarado uma rotina de ensaios de nove horas semanais, concentradas principalmente nos finais de semana. “O pessoal está soltando foguetes, todos bastante ansiosos para sentir essa energia”, conta Kalinovski.

Turnê polonesa
O grupo de folclore polonês Wisla se apresenta no dia 3 de julho no Festival de Etnias. No dia 9, embarca para a Polônia, onde em 22 dias passará por 18 cidades. Não é a primeira vez.

Desde 1996, de três em três anos o grupo é convidado pelo governo polonês a se apresentar em um festival de cultura popular do país. Nas últimas três ocasiões, acabou fazendo extensas turnês. “A gente já é conhecido lá, o que favorece os contatos”, diz Lourival Araújo, coreógrafo do Wisla.

Como o Poltava, o Wisla também já participou do Festival de Dança de Joinville. Venceu em 1999 e conseguiu boas colocações em 2001 (3º lugar), 2007 (2º) e 2013 (2º). Anos antes, na década de 80, se apresentou para o papa João Paulo II, no estádio Couto Pereira.

Este ano, o grupo levará ao país eslavo uma apresentação dividida em duas partes, reservadas aos folclores polonês e brasileiro, respectivamente. A primeira é a mesma que será exibida aqui, durante o Festival Folclórico de Etnias.

A coreografia, como acontece todo ano, começou a ser concebida em novembro. “O que dá mais trabalho é fazer as pessoas perceberem a importância cultural de cada passo, cada movimento, o que essa manifestação diz sobre cada região da Polônia. Embora os dançarinos sejam descendentes de poloneses, eles são brasileiros, você precisa conectar eles com essa carga”, pontua Lourival. “É importante, por isso a gente se dedica e consegue com o tempo.”

Araújo morou por cinco anos na Polônia, onde se formou coreógrafo na Universidade de Lublin.

Os dançarinos do Wisla têm ensaiado 11 horas por semana. Para a viagem à Polônia, não existe patrocínio, e cada integrante vai arcar com suas despesas. “Mesmo assim, por ser algo fantástico, todos querem ir”, destaca Lourival.

Serviço
Festival Folclórico de Etnias do Paraná
De 02 a 13 de julho
No Teatro Guaíra e no Guairinha
Confira a programação: www.festivalfolclorico.com.br

terça-feira, 8 de novembro de 2016

Diário de Bordo estreia em Curitiba

 
 
 
Diário de Bordo estreia em Curitiba nos dias 17, 18, 19 e 20 de novembro no Guairinha.
 
17, 18 e 19 às 21:00hs e dia 20.11 ás 20:00hs.
 
Diário de Bordo, com Isadora Ribeiro
Participação Especial: Valentine Soares
Direção: Roberto Innocente
Direção Geral Tatiana Carvalho
Direção musical: Ney Carrasco

A habilidade ao trazer três personagens em uma só peça, a expressão corporal, e a destreza ao interpretar um texto literário com tom poético. Quem assistiu a Diário de Bordo, com Isadora Ribeiro, pode perceber estas qualidades da atriz, que mantém seus fãs do período de destaque nas novelas globais.
O monólogo fez referência a três personagens distintos que passavam por situações de viagem. Uma senhora com destino à Irlanda, uma jovem rumo a tentar nova vida nos Estados Unidos e um rapaz que se aventurava por Marrocos. Do riso ao choro, Isadora fez da comédia ao drama, com grande domínio e desenvoltura de palco.
As trocas rápidas de figurino seguiram a mesma velocidade em que a atriz modificava a voz e as expressões corporais e faciais. “Para mim, é um grande orgulho voltar a esta terra querida e trazer este trabalho para vocês, que foi feito com muito carinho. É um prazer apresentar este espetáculo, ainda mais em um ambiente assim como o Sesc Caiobá”, frisou a atriz paranaense.
Turnê
Diário de Bordo iniciou turnê na Lapa, seguiu para Pinhais e está com agenda marcada para outras cidades paranaenses. Essa foi a segunda vez que a atriz apresentou o monólogo no Sesc Caiobá. A primeira foi no dia 16 de janeiro, com plateia composta por hóspedes, moradores do litoral e veranistas.

O texto parte dos contos “Última Parada: Dublin”, “Medinas” e “Nova Iorque 1963” escritos pela jovem escritora Maria Sampaio. “A montagem teatral é uma reafirmação do meu texto. São histórias muito especiais que se passam em cidades diferentes, mas o foco está nas pessoas, na criação dos personagens”, explica a autora.

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

SHOW DE ISABELLA TAVIANI EM CURITIBA É REMARCADO PARA 27 DE OUTUBRO



Apresentação em homenagem aos Carpenters, originalmente marcada para 27 de agosto, ganha nova data na cidade
 
O show Carpenters Avenue, em que a cantora Isabella Taviani faz um tributo à dupla norte-americana The Carpenters em Curitiba, foi remarcado para o dia 27 de outubro (quinta-feira). Quem adquiriu ingressos referentes à apresentação agendada originalmente para 27 de agosto pode obter informações sobre a troca ou ressarcimento com a Disk Ingressos, no telefone (41) 3315-0808 ou pelo e-mail atendimento@diskingressos.com.br. As entradas para a nova data seguem à venda no site www.diskingressos.com.br.

O repertório que será apresentado conta com releituras de faixas que fizeram sucesso nas vozes dos irmãos Karen e Richard, além de alguns lados B, como We’ve only just begunPlease Mr. PostmanOnly yesterdaySolitaire(They long to be) Close to youFor all we knowl can’t smile without you e Sometimes.

Carpenters Avenue é o nome do álbum que Isabella lançou neste ano. O disco teve músicas gravadas nos Estados Unidos e no Brasil. No país norte-americano, as bases foram registradas no lendário Capitol Studios e contou com nomes como Larry Goldings (arranjador de James Taylor), Leland Sklar, Brandon Fields e Cheche Allara.

Isabella Taviani
Com 15 anos, participou de um festival estudantil e recebeu cinco dos nove prêmios em disputa. Animada pelo resultado, começou a estudar canto lírico, influenciada pela mãe pianista e pelo avô cantor de ópera. A soprano dramática Isabella era fã de Maria Callas e Renata Tebaldi.

A paixão pela MPB, no entanto, fez Isabella recusar o convite para estudar canto lírico em Milão aos 22 anos e persistir na luta pelo reconhecimento no seu País. Desde então, gravou seis álbuns e dois DVDs.

Carpenters
Formada pelos irmãos Karen e Richard Carpenter, a dupla atingiu o topo das paradas de sucesso em 1970, com a faixa (They long to be) Close to you, de Burt Bacharach e Hal David. Em uma época em que rock pesado fazia sucesso, os Carpenters atingiram enorme popularidade com o chamado soft rock, vendendo milhões de cópias de seus discos. Com uma agenda disputada, lançaram 11 álbuns em 14 anos de carreira. O duo foi encerrado com a morte de Karen, em 1983, aos 33 anos, decorrente de uma parada cardíaca por conta de distúrbios alimentares.


Serviço:
Música: Isabella Taviani em Carpenter’s Avenue
Local: Guairinha - Rua XV de Novembro, 971, Centro – Curitiba (PR)
Data: 27 de outubro de 2016
Hora: quinta-feira, às 21h
Ingressos: à venda pelo Disk Ingressos - (41) 3315-0808 e http://www.diskingressos.com.br
Bilheteria Teatro Guaíra: de segunda-feira a domingo, das 10h às 22h
Informações: (41) 3315-0808
Lotação máxima: 504 lugares

terça-feira, 17 de maio de 2016

DENISE FRAGA VIVE GALILEU GALILEI NO ESPETÁCULO DE BRECHT


Com direção de Cibele Forjaz, espetáculo tem três apresentações no Guairinha, de 17 a 19 de junho
 
Depois de grande sucesso com temporada de estreia em São Paulo e passagem por 12 cidades, chega a Curitiba a montagem "Galileu Galilei", de Bertold Brecht, com a atriz Denise Fraga vivendo o cientista italiano perseguido pela Inquisição por afirmar que o Sol era o centro do Universo. A comédia terá três apresentações, de 17 a 19 de junho, no Teatro Guairinha. As sessões acontecem sexta-feira e sábado, às 21h, e domingo, às 19h. Ingressos já a venda nas bilheterias do teatro, na rede Disk Ingresso e pelo site www.diskingressos.com.br. Preços: para a sexta-feira a R$ 50 e R$ 25 (meia), para sábado e domingo, R$ 70 e R$ 35 (meia). 
 
A montagem foi eleita a melhor comédia de 2015 pelo Prêmio Arte Qualidade de Teatro, além de melhor direção para o trabalho de Cibele Forjaz pelo Prêmio Governador do Estado de São Paulo para a Cultura. No elenco, além de Denise, estão Ary França, Lúcia Romano, Théo Werneck, Maristela Chelala, Vanderlei Bernardino, Jackie Obrigon, Luís Mármora, Silvio Restiffe e Daniel Warren.
 
SUCESSO DE PÚBLICO EM 12 CIDADES
 
Quando protagonizou a produção “A Alma Boa de Setsuan”, escrito por Bertolt Brecht e que resultou em grande sucesso, a atriz Denise Fraga leu outro texto do mesmo autor: "Galileu Galilei". “Cada vez que eu lia o texto, um frisson invadia meu peito. A origem de um projeto de teatro para mim é quase como uma fofoca. Ao ler a obra,  é como se eu escutasse algo no ouvido que eu não pudesse deixar de passar adiante”, explica ela. O resultado desse sussurro inspirador é uma superprodução que já percorreu doze cidades e cumpriu temporada de sete meses em São Paulo, inclusive em CEU’s, colégios da periferia da cidade, e foi visto por mais de 80 mil pessoas.
 
Depois de tomar coragem, Denise decidiu interpretar o grande cientista italiano redesenhado por Brecht, que aliou humor e ironia aos fatos históricos e expandiu seu texto para além dos acontecimentos. Dono de um texto popular, Brecht acreditava no poder de divertir para se comunicar.
 
O PODER DA PALAVRA
 
Para dar corpo ao projeto, Denise Fraga convidou Cibele Forjaz para assinar a direção, com quem já tinha trabalhado, na leitura de Ponto de Partida, de Gianfrancesco Guarnieri. “Quando Denise me convidou, juntou a fome com a vontade de comer: o desejo de voltar a trabalhar com ela e a vontade de revisitar Brecht, que já havia montado no final dos anos 90”, destacou Cibele. Fã do autor, a diretora enxerga em sua protagonista uma atriz incansável, uma operária do teatro. Denise, por sua vez, acredita que Cibele é dona de uma sensibilidade que eleva a caixa cênica à dimensão dos sonhos.
 
Segundo a atriz, a grande estrela de Galileu Galilei é o poder da palavra. A clareza de raciocínio, o humor, o percurso da história, que conduz a um estado de reflexão. Se, em “A Alma Boa”, a questão principal era: “Como ser bom e ao mesmo tempo sobreviver no mundo competitivo em que vivemos?”, em Galileu, ela extrapola os limites do individual e pergunta: “Como posso ser fiel ao que penso sem sucumbir ao poder econômico e político vigente? Como contribuo para o avanço social sem me preocupar unicamente com meu conforto individual?”
 
O espetáculo propõe uma reflexão sobre o que somos, o que viramos, o quanto abandonamos de nós, a luta de classes, o “ser mandado” e “ser patrão”, a tirania do poder econômico, as liberdades de escolha e o preço a pagar por elas. “O que eu espero é divertir as pessoas com um espetáculo festivo e fazê-las sair do teatro pensando em qual será a nossa alternativa para escapar desta areia movediça. Reiterar a fé na ideia de que o conhecimento e a razão humana ainda são os melhores instrumentos de luta contra a repressão, a injustiça, a miséria e o único caminho possível para o avanço social”, acredita Denise.
 
SINOPSE
 
Na Itália do século XVII, Galileu consegue construir um telescópio mais potente do que os já existentes e explora o céu de forma inédita. Com os satélites de Júpiter, ele finalmente comprova a doutrina de Copérnico, de que o Sol seria o centro do Universo e a Terra se moveria ao redor dele. Galileu passa a defender e a propagar esta ideia, apesar de saber que contrariava os preceitos da Igreja.  Movido por sua nova e científica verdade, o genial estudioso viu os poderosos virarem as costas para os fatos que comprovava. Em tempos de Contra Reforma, como postular  que Deus não era o centro do universo? Nem mesmo o prestígio e as amizades influentes o protegeram: Galileu foi perseguido pela Santa Inquisição, processado duas vezes, ameaçado de tortura e obrigado a negar publicamente suas descobertas. Somente três séculos depois de sua morte, o processo foi revisto e ele recebeu absolvição por parte da Igreja.
 
Brecht coloca em xeque o herói, seu significado social, a discutível necessidade de sua existência numa sociedade que compromete a liberdade em seus inevitáveis jogos de poder.  Com isso, chama toda a plateia para compartilhar de sua questão.  “Galileu Galilei nos faz acreditar que a história do mundo foi construída por homens que tinham suas fraquezas e dúvidas misturadas a seus atos de coragem e clareza”, atesta Denise.
 
MONTAGEM
 
O espetáculo da diretora Cibele Forjaz desvenda o fazer teatral diante do público, com atores que manipulam o cenário e fazem a contrarregragem diante do público. Juntos, os dez atores trazem à cena uma profusão de formas, conceitos, paródias grotescas, cenas pungentes, emoção e riso, um estranhamento carnavalizado com a intenção de, talvez, criar um espetáculo genuinamente épico brasileiro.  O elenco mistura atores parceiros de longa data de Denise e de Cibele: Ary França, Lúcia Romano, Théo Werneck, Maristela Chelala, Vanderlei Bernardino, Jackie Obrigon, Luís Mármora, Silvio Restiffe e Daniel Warren estão em cena para contar a saga do cientista.
 
A trilha sonora de Lincoln Antônio e Théo Werneck cria novas canções, ambientes sonoros e reinventa músicas originais de Hanns Eisler para a obra original de Brecht. Márcio Medina cria um espaço cenográfico que valoriza as inúmeras analogias ao movimento circular sugerido pelo texto. Os figurinos de Marina Reis passam pela Renascença e chegam até o futuro próximo, ora identificando épocas, ora sugerindo a atemporalidade das questões. A luz de Wagner Antônio contribui para criação de climas e espacialização, valorizando  a ótica e a luz tão estudadas por Galileu.
 
SERVIÇO: GALILEU GALILEI
 
DATA: 17, 18 e 19 de junho
LOCAL: Teatro Guairinha - Auditório Salvador de Ferrante
ENDEREÇO: Rua XV de Novembro, 971, Curitiba - PR
TELEFONE: (41) 3304-7900
HORÁRIOS: 17 e 18 de junho (sexta e sábado), às 21h. Dia 19 de junho (domingo), às 19h.
DURAÇÃO: 130 minutos
INGRESSOS: inteira a R$ 50,00 (sexta), R$ 70,00 (sábado e domingo), meia a R$ 25 e R$ 35, respectivamente.
COMPRAS VIA INTERNET: www.diskingressos.com.br
CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: Não recomendado para menores de 12 anos.
 
VENDA DE INGRESSOS NA REDE DISK INGRESSOS:
- Quiosques Shopping MUELLER e ESTAÇÃO - De segunda-feira a sábado das 10h às 22h, domingos e feriados das 14h às 20h (ou conforme acordo coletivo);
- Quiosque Shopping PALLADIUM - De segunda a sexta-feira das 11h às 23h, sábados das 10h às 22h, domingos e feriados das 14h às 20h (ou conforme acordo coletivo);
- Call Center: fone 3315-0808 - De segunda-feira a sábado das 08h às 21h, domingos das 10h às 18h;
- Bilheteria do Teatro (Grande Auditório) - De segunda-feira a domingo das 10h às 22h.
 
DESCONTOS:
- 25% PARA CLIENTES BRADESCO MEDIANTE APRESENTAÇÃO DO CARTÃO DO BANCO E DOCUMENTO DE IDENTIFICAÇÃO PARA COMPRA DE ATÉ 02 INGRESSOS PELO TITULAR.
- 50% PARA CLIENTES E FUNCIONÁRIOS AVIANCA MEDIANTE APRESENTAÇÃO DE CARTÃO E/OU CRACHÁ E DOCUMENTO DE IDENTIFICAÇÃO COM FOTO PARA COMPRA DE ATÉ 02 INGRESSOS.
- 50% PARA ASSINANTES DA GAZETA DO POVO | CLUBE DO ASSINANTE MEDIANTE APRESENTAÇÃO DE CARTÃO E DOCUMENTO DE IDENTIFICAÇÃO COM FOTO PARA COMPRA DE ATÉ 02 INGRESSOS.
- 50% PARA CLUBE DISK INGRESSOS MEDIANTE APRESENTAÇÃO DE CARTÃO E DOCUMENTO DE IDENTIFICAÇÃO COM FOTO PARA COMPRA DE ATÉ 02 INGRESSOS.
OS DESCONTOS SÃO VÁLIDOS SOMENTE SOBRE O VALOR DA INTEIRA. OS DESCONTOS NÃO SÃO CUMULATIVOS.
 
Ficha Técnica:
Direção Artística: Cibele Forjaz
Adaptação/Dramaturgia: Christine Röhrig, Cibele Forjaz, Maristela Chelala e Denise Fraga
Elenco: Denise Fraga, Ary França, Lúcia Romano, Théo Werneck, Maristela Chelala, Vanderlei Bernardino, Jackie Obrigon, Luís Mármora, Silvio Restiffe e Daniel Warren
Cenografia: Márcio Medina
Trilha Sonora: Lincoln Antônio e Théo Werneck
Iluminador: Wagner Antonio
Figurinista: Marina Reis
Visagista: Simone Batata
Preparação Corporal e Coreografia: Lu Favoretto
Preparação Vocal: Andrea Drigo
Fotos: João Caldas
Programação Visual: Philipe Marks
Produção Executiva: Lili Almeida
Direção de Produção: José Maria
Produção: NIA Teatro
 
Este Projeto foi realizado através da Lei Federal de Incentivo à Cultura.
Transportadora Oficial: AVIANCA.
Patrocínio Exclusivo: BRADESCO
Realização: Ministério da Cultura e Governo Federal do Brasil – Pátria Educadora

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

“Vianinha conta o último combate do homem comum”

MINISTÉRIO DA CULTURA E PETROBRAS apresentam
 

“Vianinha conta
o último combate do homem comum”
 
Originalmente conhecida como “Nossa Vida em Família” ou simplesmente “Em Família”, a peça de Oduvaldo Vianna Filho, escrita no início dos anos 1970, recebeu do diretor Aderbal Freire Filho este novo título, que homenageia as lendárias montagens do Teatro de Arena, e destaca, como diz o diretor, “a grandeza desse personagem tão caro à dramaturgia da sua geração: o lutador anônimo, o homem comum.”
 
DATAS e HORÁRIOS: Dias 12 e 13 de fevereiro, às 20h; dia 14 de fevereiro, às 19h
LOCAL: Auditório Salvador de Ferrante (Guairinha) – Rua XV de Novembro, 971 – Centro – Curitiba / PR
Informações: (41) 3315-0808 (Disk Ingressos)
INGRESSOS: R$ 20 (inteira); R$ 10 (meia)
CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: 14 anos
DURAÇÃO: 120 Minutos
CAPACIDADE: 476 lugares
Na sessão do dia 14 de Fevereiro haverá tradução simultânea em Libras
 
SINOPSE
O casal de idosos Souza (Marcello Escorel) e Lu (Vera Novello) reúne os filhos em um almoço de domingo em sua casa em Miguel Pereira, onde os filhos foram criados, para dar-lhes a notícia de que terão de deixar esta mesma casa onde viveram boa parte de sua vida. Após o falecimento do proprietário do imóvel, os herdeiros decidem reajustar o aluguel para um valor incompatível com a aposentadoria de funcionário público de Souza.
 
Tentando ganhar tempo para buscar uma solução definitiva, os filhos decidem separar os pais temporariamente: Souza vai passar um tempo com a filha Cora (Ana Velloso) em São Paulo e Lu fica com o filho Jorge (Isio Ghelman) no Rio. Neli (Beth Lamas), a filha que teria a situação financeira mais estável entre os irmãos, promete conversar com o marido, mas antecipa que ele não concordou nem mesmo em ter a própria mãe em casa.
 
O tempo vai passando e a triste solução encontrada é separar o casal, no fim de sua vida: Souza vai morar com a filha Mariazinha em Brasília, onde o clima é seco e, portanto, ideal para sua saúde; e Lu fica no Rio, em um asilo, pois não há espaço na casa dos filhos.
 
Com direção de Aderbal Freire Filho, o elenco conta com Marcello Escorel, Vera Novello, Ana Velloso, Paulo Giardini, Gillray Coutinho, Isio Ghelman, Ana Barroso, Beth Lamas, Bella Camero, Kadu Garcia.
 
Lançando mão do humor, a peça conta o último combate deste homem comum - que é um pouco de todos nós. Depois de uma vida inteira de trabalho, um casamento de longa data e cinco filhos criados, Souza (o nosso protagonista) se vê sem ter onde morar e sem autonomia, sendo obrigado a se separar de sua companheira de toda a vida, por decisão dos filhos. Vianinha pinta um triste - e ainda atual - quadro sobre o idoso no Brasil, mas sempre usando as tintas do humor e assim imprimindo uma dimensão humana aos seus personagens.
 
“É sempre oportuno fazer um texto do Vianinha. Ele é um dos nossos autores clássicos. O teatro brasileiro é jovem, recente e a gente reconhece esse mesmo valor no teatro do Nelson Rodrigues, uma das nossas referências. Ambos são inventores do teatro brasileiro, que bebe dos teatros universais. O Vianinha é um ‘autor inventor’ que descobriu formas novas, ‘abriu o palco’. O teatro dele tem características não só dramáticas quanto épicas. Os personagens trazem reflexão e um pensamento que traduz o homem comum brasileiro.”, afirma Aderbal.
 
HISTÓRICO DO ESPETÁCULO
“Vianinha conta o último combate do homem comum” estreou em junho de 2014 no Teatro SESC Ginástico. Em função do sucesso do espetáculo junto ao público e à crítica especializada, o espetáculo continuou em cartaz no Teatro Poeira. O espetáculo foi contemplado com os Prêmios Cesgranrio e Questão de Crítica na categoria Melhor Ator (2014). Foi vencedor do Prêmio Questão de Crítica, na categoria Melhor Cenário. Foi indicado para Prêmio APTR nas categorias Melhor Ator e Iluminação. A direção de Aderbal Freire Filho, o elenco e o espetáculo também foram indicados ao Prêmio Questão de Crítica. O espetáculo foi contemplado com o PRÊMIO FUNARTE DE TEATRO MYRIAM MUNIZ que permitiu a realização de 10 apresentações (Teatro da UFF, SESC Nova Iguaçu, SESC Niterói e SESC Teresópolis) no início de 2015 e a participação do espetáculo na MOSTRA DE TEATRO TIRADENTES EM CENA – 3ª edição/ 2015 (Tiradentes – MG).
 
A MONTAGEM
A encenação destaca os valores expressivos da peça – que vão além da sua estrutura básica de comédia de costumes e, como em todas as peças de Vianinha, antecipam o teatro aberto, épico e dramático ao mesmo tempo, que configuram o que se tem chamado de "nova dramaturgia" - oferecendo a ela uma poética cênica capaz de dialogar amplamente com a imaginação do espectador. O cenário de Fernando Mello da Costa e os figurinos de Ney Madeira e Dani Vidal pretendem criar uma visualidade que remeta a um passado relativamente recente, da época em que se passa a ação, isto é, o começo dos anos 1970, partindo de uma estética em preto e branco (dos filmes PB), e formas vagamente inspiradas, quer nas roupas, quer nos mobiliários, naqueles anos. Sem, no entanto, recorrer a imagens icônicas ou demasiadamente marcantes.
 
Em cena, apenas uma mesa e cadeiras. Em cada lateral do palco, há objetos de uso variado, chamados pelo diretor de “despojos domésticos” – camas, cadeiras, máquinas de escrever, malas, compondo um espaço que pertencerá mais aos atores e sua preparação para entrar em cena do que aos seus personagens.
 
A ação, centrada neste núcleo familiar, é conduzida por um “clown / mestre de cerimônias”, ator que abre o espetáculo e responde também pelos papéis dos personagens interlocutores desta família - um médico, uma mulher da sociedade, o patrão de Jorge.
 
A luz é de Paulo Cesar Medeiros, e direção musical e trilha sonora original são de Tato Taborda.
 
LINHA DO TEMPO
Em 1970, a peça “Em Família” foi escrita por Vianinha e dirigida por Sérgio Britto. Posteriormente, o texto seria transformado pelo autor em roteiro de filme, dirigido por Paulo Porto e vencedor da Medalha de Prata no Festival Internacional de Moscou em 1971. O mesmo texto, escrito em 1972 por Vianinha, teve seu título mudado para "Nossa Vida Em Família", e estreou no Teatro Itália, em São Paulo, em março do mesmo ano, com direção de Antunes Filho e cenografia de José de Anchieta, e um elenco encabeçado por Paulo Autran e Carmen Silva como os pais, acompanhados por Mauro Mendonça, Karin Rodrigues, Pedro Cassador e Cláudia de Castro como os quatro filhos que aparecem na peça.
 
A SBAT
Ao longo dos últimos dez anos, muito já se falou sobre a importância da SBAT e ações foram realizadas na luta pela sua revitalização. Agora inicia-se um novo capítulo, que mais uma vez conta com o auxílio precioso do diretor Aderbal Freire-Filho: a montagem de uma peça de Oduvaldo Vianna Filho (Vianinha, cuja morte completou 40 anos em 2014), “Em Família”, agora rebatizada pelo diretor como “Vianinha conta o último combate do homem comum”.
 
Esta montagem é a primeira de uma série que vem sendo planejada com o objetivo de reativar a SBAT como um centro difusor da dramaturgia brasileira. Aderbal e um grupo de artistas vem trabalhando para chamar a atenção do público para o maior patrimônio construído nestes quase 100 anos de vida da entidade: o seu acervo, que hoje conta com mais de 35.000 peças teatrais brasileiras.
 
“Essa produção foi muito ligada ao movimento da SBAT, que é uma das sociedades de autores mais antigas do mundo. Ela foi fundada por Chiquinha Gonzaga em 1917. Entre a equipe de fundadores estava o pai do Vianinha, Oduvaldo Vianna. Fiz uma série de leituras de autores da SBAT há quatro anos. Quando lemos ‘Em Família’ (título original da peça), vemos o quanto ela é fundamental no teatro brasileiro.”, endossa o diretor.
 
Dirigiram a SBAT artistas como Joracy Camargo (autor do clássico “Deus lhe Pague”), Raimundo Magalhães Júnior (Academia Brasileira de Letras), Heitor Villa-Lobos, Guilherme Figueiredo, Paschoal Carlos Magno, Genolino Amado, entre muitos outros. Grandes dramaturgos brasileiros e escritores foram associados à SBAT, entre eles o próprio Vianinha, Nelson Rodrigues, Raquel de Queiroz, Manuel Bandeira, Carlos Drummond de Andrade, Dias Gomes, Plínio Marcos, Gianfrancesco Guarnieri.
 
FICHA TÉCNICA
TEXTO: ODUVALDO VIANNA FILHO
CONCEPÇÃO: ODUVALDO VIANNA FILHO e FERREIRA GULLAR
DIREÇÃO: ADERBAL FREIRE-FILHO
 
ELENCO (em ordem alfabética) / PERSONAGEM:
ANA BARROSO (nora Anita)
ANA VELLOSO (Cora)
BELLA CAMERO (Suzana)
BETH LAMAS (Neli)
GILLRAY COUTINHO (Afonsinho)
ISIO GHELMAN (Jorge)
KADU GARCIA (Aparecida, Patrão e Médico)
MARCELLO ESCOREL (Souza)
PAULO GIARDINI / RODRIGO PENNA (Beto)
VERA NOVELLO (Lu)

CENÁRIO: FERNANDO MELLO DA COSTA
FIGURINO: NEY MADEIRA E DANI VIDAL
DIREÇÃO MUSICAL E TRILHA SONORA: TATO TABORDA
ILUMINAÇÃO: PAULO CESAR MEDEIROS
PROGRAMAÇÃO VISUAL: CACAU GONDOMAR
ASSESSORIA DE IMPRENSA: HEITOR HUMBERTO
PRODUÇÃO LOCAL: KASSANDRA SPELTRI
DIREÇÃO DE PRODUÇÃO: LÚDICO PRODUÇÕES ARTÍSTICAS

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Vocal Brasileirão canta 20 anos de sua história



Um espetáculo histórico para o Vocal Brasileirão e a cidade de Curitiba marca o começo de outubro. O grupo, que neste ano comemora 20 anos de existência, realiza apresentações na sexta-feira e no sábado (dias 2 e 3) reunindo músicas e lembranças marcantes. Os shows acontecem no Teatro Guairinha e contam também com a presença de ex-integrantes do grupo. O repertório escolhido foi baseado no show Duetos, realizado em 2010, com canções de Lamartine Babo, Chico Buarque, Custódio Mesquita, Tom Jobim, entre outros nomes consagrados da MPB. 

Vicente Ribeiro, regente e diretor artístico do Vocal, explica que uma das características do trabalho do Brasileirão é a valorização da canção. “Embora minha formação acadêmica seja essencialmente musical, tenho um apreço muito grande pelo papel que a palavra desempenha na canção. No grupo, a competência vocal dos cantores é colocada a serviço da música, diferentemente do que se vê em muitos grupos vocais, que muitas vezes colocam a música a serviço da performance”, lembra Vicente. 
O Vocal Brasileirão, criado em 1995 pelo maestro Marcos Leite, se consolidou como referência vocal na cidade nos primeiros dez anos. “O talento e o carisma de Marcos Leite sedimentaram a construção do trabalho em seus primeiros anos; a partir de 2002, sob a direção de Reginaldo Nascimento, a continuidade do trabalho do Marcos foi assegurada”, explica Vicente, que está à frente do grupo desde 2006. 

Atualmente, o grupo dá passos largos estabelecendo visibilidade no país. Com a atual formação foram realizados vários shows com artistas de renome nacional como Quarteto em Cy, Boca Livre, Joyce, Sá & Guarabyra, Ivan Lins, entre outros. Este trabalho também gerou a gravação do primeiro CD solo, em 2008, “Invisível Cordão”, dedicado à obra de Chico Buarque e Edu Lobo.
Para o espetáculo dos 20 anos, essa história será apresentada em encontros reunindo os integrantes atuais e cantores que já passaram pelo grupo e que seguem seus caminhos na área. Os convidados para essas noites são alguns daqueles que se destacaram na história e influenciaram a identidade do grupo: Ana Cascardo, Márcio Matana, Levi Brandão, Rogéria Holtz, Bruno Mazanek e Cris Lemos.
O Vocal - Mantido pelo Instituto Curitiba de Arte e Cultura (ICAC), órgão responsável pela gestão da área musical da Fundação Cultural de Curitiba (FCC), o Vocal Brasileirão é formado por 12 vozes, seis femininas e seis masculinas, e acompanhado por um quarteto de instrumentistas (violão, piano, baixo e bateria).
FICHA TÉCNICA
Vocal Brasileirão
Sopranos: Suzie Franco e Renildes Chiquito
Mezzos: Cida Airam e Fernanda Sabbagh
Contraltos: Renata Melão e Beth Lopes
Tenores: Yan Lemos e Reginaldo Nascimento
Barítonos: Jomar Lima e André Dittrich
Baixos: Marcos Appel e Freddy Branco
Pianista acompanhador: Fábio Cardoso
Cantores convidados:
Ana Cascardo, Bruno Mazanek, Cris Lemos,
Levi Brandão, Márcio Mattana e Rogéria Holtz
Serviço: Vocal Brasileirão – Show “Brasileirão 20 anos”
Local: Guaririnha Rua XV de Novembro, 971 – Centro
Data e horário: 2 e 3 de outubro, sexta e sábado às 21h
Ingressos: R$ 24 e meia entrada R$12 + taxa disk ingresso R$6
Link para compra:
http://www.diskingressos.com.br/evento/3643