sexta-feira, 17 de abril de 2009

Uma noite na biblioteca

Uma noite na biblioteca
de Jean-Christophe Bailly


Tradução de Christine Zurbach e Luís Varela
52 pp.


Uma peça para quem ama os livros e ... o teatro. (E.C.)

Uma noite na biblioteca estreou numa tradução italiana, em 1999, na Biblioteca Palatina, em Parma, sendo representada também na Biblioteca Angelica, em Roma. Posteriormente, estreou a versão original francesa na Bibliothèque Municipale de Dijon e, mais tarde, a tradução russa, na Biblioteca de Saratov.

A presente tradução segue a edição francesa representada em 2005, pelo Centre Dramatique National de Montreuil, na Bibliothèque Historique de la Ville de Paris.

O AUTOR
Jean-Christophe Bailly nasceu em 1949, em Paris. Doutorado em filosofia, ensina actualmente na École Nationale Supérieure de la Nature et du Paysage, em Blois, e colabora com o Centre Dramatique National de Montreuil. Para além de dramaturgo, é autor de ensaio, poesia e de monografias de artistas contemporâneos. Foi director de colecções nas editoras Hazan e Christian Bourgois.




Um lançamento da



ADESTRAMENTO DE CÃES EDUCAÇÃO, TREINAMENTO, OBEDIENCIA

ADESTRAMENTO DE CÃES
EDUCAÇÃO, TREINAMENTO, OBEDIENCIA
de RIBERG COSSE


96 páginas

E continuamos falando de cães...

Este é um verdadeiro guia prático e ilustrado com os princípios básicos do adestramento. As primeiras brincadeiras que na verdade são o treinamento do cão. Tudo baseado no canceito de obediência e recompensa. É ter paciência em tentar, ao menos é o que fazia que fazia um amigo meu com o seu cão chamado Luki. Ele o mandava sentar e ele deitava, mandava-o dar a pata e ele se fazia de morto. O pior é que quando era eu que dava voz de comando, era a mim que ele obedecia. Coisas desses insondável mistério que são os animais de estimação. (E.C.)

Um lançamento




O Cão em nossa casa - perguntas e respostas

O Cão em nossa casa - perguntas e respostas
de Théo Gygas


Nº de Páginas: 112

O cão será sempre o melhor amigo do homem.

Mas essa entrega do cão ao homem impõem-nos, além da obrigação de lhe dar alimento e teto, o dever de tentar compreendê-lo, de descobrir suas características, enfim, de amá-lo.
A inteligência do cão, seu caráter, seu poder de observação e sua capacidade de agir com uma aparente compreensão íntima não devem nos iludir. Ele continua carregando em seu sangue os uivos de seus antecedentes, os lobos selvagens. Porém, nas mãos de uma pessoa que penetre na sua psique canina e saiba transmitir-lhe de modo inteligível suas intenções, desenvolverse-á como um ótimo cachorro, manso, disciplinado, incondicionalmente dedicado a seu dono. Realmente, não existe uma única razão para que cada um de nós não possa ter um cão bondoso, infalível amigo da família.

Os cachorros são os melhores amigos do homem. Porém, muitas vezes, é impossível entender suas vontades e atitudes, o que pode causar irritação nos donos. Nesses momentos, é preciso manter a calma. Se seu cachorro faz xixi pela casa toda, comanda os passeios ou prefere o controle remoto da TV aos brinquedos, este livro pode ajudar você a resolver essas e outras situações. Conheça respostas de veterinários para perguntas elaboradas por donos de cães "arteiros" (sem manual de instrução).

Caso ainda não tenha se decidido pelo melhor parceiro para suas horas de descanso, a obra também traz dicas para ajudá-lo a fazer a escolha ideal, por exemplo, como lidar com a agressividade do animal, qual é a alimentação mais adequada, como identificar um bom adestrador de cachorros e como proceder em viagens, tomando a melhor decisão para o bem-estar e a tranquilidade do animal, seja com pedigree, seja sem raça definida (SRD).
Consulte O cão em nossa casa: perguntas e respostas em situações de emergência e passe a apreciar (sem sofrimento) a companhia de seu bicho de estimação.

Um lançamento





Teatro do Piá apresenta novo espetáculo infantil


A peça “O Palhaço e o Nariz” entra em cartaz neste domingo (19) e abre a temporada de apresentações patrocinadas pelo Fundo Municipal da Cultura.

O Teatro do Piá coloca em cartaz, às 11h deste domingo (19), a peça O Palhaço e o Nariz, do Grupo Almazem Teatro de Bonecos, dentro da tradicional programação infantil dos domingos, promovida pela Prefeitura de Curitiba. O espetáculo, que tem entrada franca, abre a temporada 2009 de apresentações patrocinadas pelo Fundo Municipal da Cultura.

A montagem mistura atores e formas animadas na técnica de manipulação direta para fazer uma homenagem à magia do circo. Por meio de performances circenses, a peça mostra o que acontece fora do picadeiro com a maior estrela do show, o Palhaço Magnífico, que não gosta de seu nariz e enfrenta preconceitos. De maneira poética, o espetáculo propõe a busca pela beleza interior de cada pessoa.

Criado em 2002, o Grupo Almazem Teatro de Bonecos é dirigido por Gil Gabriel, indicado ao prêmio Gralha Azul/2005 como melhor diretor e melhor texto, pelo espetáculo O Cirandeiro. Envolvido há mais de 20 anos com o fazer teatral, Gil tem passagens por diversos e importantes grupos de teatro de animação. O grupo completa-se com a participação de Sergio Ramos, bonequeiro e artista plástico, e da jornalista e atriz Luana Lua.

O Teatro do Piá oferece nova sessão da peça O Palhaço e o Nariz no dia 26 de abril. Até o mês de dezembro, o público infantil tem diversão garantida com as peças de bonecos selecionadas por meio do Edital Formas Animadas do Fundo Municipal da Cultura. Os espetáculos, sempre aos domingos, levam ao Teatro do Piá os mais importantes grupos de teatro de boneco de Curitiba.

Serviço:

Peça “O Palhaço e o Nariz”, do Grupo Almazem Teatro de Bonecos

Local: Teatro do Piá (Praça Garibaldi, 7 – Setor Histórico)

Data e horário: dia 19 de abril de 2009 (domingo), às 11h

Entrada franca

Informações: (41) 3245-8043 / (41) 9681-7772

www.almazemteatrodebonecos.com.br

Contato com o grupo:

almazem@almazemteatrodebonecos.com.br

gilgabriel@almazemteatrodebonecos.com.br

Grupos indígenas apresentam cantos e danças no Centro de Criatividade

O Centro de Criatividade de Curitiba inicia uma temporada de apresentação de peças infantis aos domingos. Neste dia 19, em homenagem ao Dia do Índio, as atividades contam com a participação de grupos indígenas.

O Centro de Criatividade de Curitiba, em parceria com a Companhia de Teatro Filhos da Lua, abre uma temporada de espetáculos para crianças. Todos os domingos, no Teatro Cleon Jacques, haverá apresentação de peças de bonecos que integram o repertório do grupo Filhos da Lua e também de outras companhias convidadas. A programação deste domingo (19) é especial, porque faz homenagem ao Dia do Índio e inclui cantos e danças executados por grupos indígenas de municípios da Região Metropolitana de Curitiba.

Índios kaigangues da aldeia Karkamé Porã farão apresentações de cantos e danças. Os índios guaranis da aldeia Karuguá formam o coral Ambá Werá e mostram suas canções. Aproximadamente 40 índios estarão participando das apresentações. Eles também trarão peças de artesanato para exposição e venda. As apresentações dos grupos indígenas são gratuitas e acontecem no pátio coberto do Centro de Criatividade, a partir das 14h. Fazem parte da programação também uma sessão de contação de histórias com Leandro Borgonha, na Casa da Leitura Augusto Stresser, e a encenação da peça Urucum e o Fogo, do grupo Filhos da Lua, no Teatro Cleon Jacques. O espetáculo, com texto e direção de Renato Perré, é montado com bonecos e máscaras feitos de porungo e conta três lendas indígenas: a Lenda do Fogo, a Lenda da Noite e a Lenda de Tucuramá - A Felicidade.

Serviço:

Todo dia é dia de índio – Homenagem ao Dia do Índio, com a participação de grupos indígenas

Local: Centro de Criatividade de Curitiba – Teatro Cleon Jacques (Rua Mateus Leme, 4.700)

Data: 19 de abril de 2009 (domingo)

14h – Apresentação dos Índios Kaigangues - Aldeia Karkamé Porã (cantos e danças)

15h – Contação de História - com Leandro Borgonha

16h – Espetáculo Urucum e o Fogo – Cia. de Teatro Filhos da Lua

17h – Coral Ambá Werá - Índios Guaranis da Aldeia Karuguá

Ingressos para o espetáculo Urucum e o Fogo: R$ 5, R$ 8 (duas pessoas) e R$ 12 (bônus família – quatro pessoas)

Entrada gratuita para os demais eventos

Informações: 3313-7191 (CCC) e 9909-3996 (Renato Perré)

Grupo Filhos da Lua: www.teatrofilhosdalua.com e contato@teatrofilhosdalua.com

quinta-feira, 16 de abril de 2009

STF tentará incluir na pauta de 29/04 julgamento sobre a Lei de Imprensa

O julgamento sobre a revogação ou não da Lei de Imprensa deve entrar na pauta do Supremo Tribunal Federal no dia 29/04. A informação é do próprio STF, que ainda não sabe se conseguirá encaixar na pauta daquele dia o julgamento da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 130, ajuizada pelo PDT, através do deputado Miro Teixeira.

Durante a sessão de 01/04, quando se deu início o julgamento no STF, o relator do processo, Carlos Ayres Britto, leu seu voto pela revogação total da lei. A exposição durou quase duas horas, impedindo que os outros ministros pudessem divulgar seus votos – com exceção de Eros Grau, cuja opinião acompanha a do relator. Outros nove ministros ainda irão se manifestar.

“Se nenhuma lei pode ir além do que já foi constitucionalmente definido como livre e pleno, que serventia tem a Lei de Imprensa, se a Constituição já alcançou o máximo de proteção? A lei de imprensa só teria uma serventia: restringir, inibir”, manifestou-se Ayres Britto durante a sessão.

O julgamento sobre a obrigatoriedade do diploma também estava previsto para o dia 01/04, mas por causa do alongamento do voto de Ayres Britto, foi adiado.

Programa Cinema do Brasil comemora três anos de existência

Criado em 2006, o Programa Cinema do Brasil vem fortalecendo a Indústria Cinematográfica Brasileira no exterior e atraindo novas oportunidades para o Mercado Brasileiro. Desenvolvido pelo Siaesp – Sindicato da Indústria Audiovisual do Estado de São Paulo em parceria à APEX Brasil - Agência de Promoção de Exportações e Investimentos, ligada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, e o Ministério da Cultura, o Programa tem hoje 130 produtoras associadas em todo o País; no primeiro ano de vida este número era 30.

O Programa tem ações específicas junto aos Festivais Internacionais, onde cria possibilidades de negócios para as produtoras brasileiras. Os estandes do Programa dão visibilidade à participação do Brasil nos eventos, além de oferecer estrutura para reuniões e encontros entre produtoras brasileiras e possíveis parceiras internacionais. A atuação garante a presença constante do País nos mais renomados eventos de cinema do mundo, como Festival de Toronto, no Canadá; Festival de Berlim, na Alemanha; Festival de Cannes, na França; e Festival de San Sebástian, na Espanha. No ano passado, o Programa Cinema do Brasil participou de 18 eventos internacionais, e o aumento do relacionamento internacional intensifica a imagem do cinema nacional, gerando co-produções e mais negócios para os associados.

Os resultados já apareceram! Em 2002, quase não existiam co-produções internacionais - apenas dois filmes tiveram participação internacional. Já em 2008, este número saltou para mais de dez. Além disso, foram realizados negócios entre as empresas associadas ao Programa em mais de 27 países como Alemanha, Bélgica, Chile, Cingapura, Coréia do Sul, Cuba, Espanha, Estados Unidos, França, Holanda, Itália, Índia, Inglaterra, Japão e México, entre outros. A Indústria Cinematográfica Nacional gerou cerca de 5 mil empregos diretos e, por meio do Programa, movimentou mais de US$ 60 milhões nos últimos três anos.

Outra grande conquista do Programa foi o Acordo de Co-Produção assinado com a Galícia (Espanha). A iniciativa foi do Cinema do Brasil junto com à Ancine, ao Consórcio Audiovisual da Galícia e ao Ministério da Cultura, que lançaram um edital para a realização de duas co-produções entre os Países. Trata-se do primeiro Acordo com a Europa para co-produção nestes moldes. O Acordo selecionou dois projetos cinematográficos de longa-metragem que têm efetiva participação de produtores dos dois lados: um majoritariamente brasileiro e o outro majoritariamente galego. Cada projeto recebe um apoio financeiro de R$ 300 mil.

Vivaldi e Piazzolla na Orquestra de Câmara de Curitiba


Rodrigo Toffolo é o maestro convidado para o concerto de abertura da temporada 2009 de apresentações do grupo curitibano.

O contraponto entre “As Quatro Estações”, de Antonio Vivaldi (1678 – 1741), e “As Quatro Estações Portenhas”, de Astor Piazzolla (1921 – 1992), marca a abertura da temporada 2009 de concertos da Orquestra de Câmara de Curitiba. O grupo mantido pela Prefeitura Municipal apresenta-se sob a regência do maestro convidado Rodrigo Toffolo, às 20h de sexta-feira (17), na Paróquia Nossa Senhora do Carmo, e às 18h30 de sábado (18), na Capela Santa Maria.

Com o título de “As Oito Estações”, o repertório contrapõe as célebres peças barrocas de Vivaldi, publicadas em 1725, às composições de Piazzolla, escritas na segunda metade da década de 1960, tendo como solistas convidados os instrumentistas Ricardo Amado (violino) e Hugo Pilger (violoncelo). Segundo o maestro Rodrigo Toffolo, o programa “cria uma dialética entre os hemisférios, revelando que a beleza da música reside em sua capacidade de ser eternamente o retrato da alma”.

A mais popular criação de Vivaldi já trazia os títulos “A Primavera”, “O Verão”, “O Outono” e “O Inverno”, além de um texto relativo a cada uma das estações do ano. As obras confirmam a genialidade do compositor que conhecia os principais segredos do violino. Em “As Quatro Estações Portenhas” estão presentes as qualidades que fizeram de Astor Piazzolla uma das maiores expressões artísticas da Argentina. Escritas para orquestra de cordas, com adaptação de Hugo Pilger para dois instrumentos solistas (violino e violoncelo) sobre arranjo original de José Bragato, as peças mostram a razão de o compositor ser considerado um músico extraordinário.

O maestro – Mineiro de Ouro Preto, o maestro Rodrigo Toffolo nasceu em 1977 e iniciou os estudos de música em 1989, aprendendo violino com o professor Moisés Guimarães. Aluno de regência orquestral do maestro e compositor Ernani Aguiar, é mestre em Musicologia pelo Departamento de Pós-Graduação da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Toffolo atuou por longo tempo como violinista do Quarteto Ouro Preto e é músico fundador da Orquestra Ouro Preto, coordenador artístico e atual regente titular. Como regente, dedica-se à música histórica de Minas Gerais, tendo em seu repertório, dentre outras, obras de João de Deus de Castro Lobo e José Emerico Lobo de Mesquita. Também é integrante do grupo Bateia, formação camerística que tem como propósito a pesquisa e a interpretação da música brasileira.

Os solistas – Natural de Uberlândia (MG), o violinista Ricardo Amado graduou-se em Licenciatura em Música pela Universidade de Brasília, tendo aperfeiçoado técnicas musicais com Nicolas Merat e Paulo Bosísio. Vencedor do Concurso Nacional de Piracicaba (SP), em 1989, no mesmo ano obteve o prêmio de melhor intérprete de música brasileira no Concurso Nacional para Instrumentos de Corda de Juiz de Fora (MG). Apresentando-se como solista de várias orquestras, além de desenvolver trabalho de música de câmara integrando o trio Aquarius – com o qual fez concertos nos Estados Unidos e Europa –, atualmente é “spalla” da Orquestra Sinfônica do Teatro Municipal do Rio de Janeiro.

Nascido em Porto Alegre (RS), em 1969, Hugo Pilger iniciou seus estudos de violoncelo com o professor Milton Bock, na Fundação Nacional de Artes de Montenegro (RS). Formou-se com nota máxima em Bacharelado em Violoncelo na UNI-RIO, na classe do professor Alceu Reis. Aprimorou conhecimentos com importantes violoncelistas, entre eles Marcio Carneiro, Antonio Del Claro, Arturo Bonucci, Antonio Meneses e Bernard Greenhouse. Com várias apresentações como solista de importantes orquestras, em concertos na Europa e América do Sul, é primeiro violoncelo da Orquestra Petrobras Sinfônica (OPES) e violoncelo solista da Orquestra do Teatro Municipal do Rio de Janeiro.



Serviço:

Apresentações da Orquestra de Câmara de Curitiba, sob a regência do maestro convidado Rodrigo Toffolo, na abertura da temporada 2009 de concertos, patrocinada pela Volvo. O evento tem como solistas convidados Ricardo Amado (violino) e Hugo Pilger (violoncelo).

Datas, locais e horários:

- 17 de abril de 2009 (sexta-feira), às 20h, na Paróquia Nossa Senhora do Carmo (Avenida Marechal Floriano Peixoto, 8.520 – Carmo). Entrada franca

- 18 de abril de 2009 (sábado), às 18h30, na Capela Santa Maria – Espaço Cultural (Rua Conselheiro Laurindo, 273 – Centro). Ingressos: R$ 10 ou R$ 5 (mais um quilo de alimento não perecível)

MOSTRA DE FILMES POLONESES

(por ocasião do Centenário do Cinema Polonês)

De 17 a 30 de abril de 2009

Organizadores:

Instituto Polonês de Arte Cinematográfica

Ministério das Relações Exteriores da República da Polônia

Embaixada da República da Polônia no Brasil

Consulado Geral da República da Polônia em Curitiba

Local: Cinemateca de Curitiba

Rua Carlos Cavalcanti, 1174

Legendas em português

Entrada franca


Pela primeira vez o Brasil recebe uma Mostra que abrange cem anos da cinematografia polonesa e que percorrerá 10 cidades brasileiras até o mês de julho, reunindo 14 filmes, a maioria dos quais inéditos no Brasil. Todos os filmes são legendados e serão exibidos em duas sessões ( tarde e noite.)

A partir da Escola de Lodz, os filmes poloneses influenciaram toda a cinematografia européia com nomes representativos, além de Roman Polanski, Andrzej Wajda, Krzysztof Kieslowski, mais conhecidos do público brasileiro. Os filmes selecionados representam as mais importantes tendências do cinema na Polônia, e integram o Centenário da Cinematografia Polonesa. É uma oportunidade para o público curitibano aprofundar o seu interesse por esta cinematografia.

ABERTURA

Dia 17, às 20h:

JASMINUM (Jaśminum) – Polônia, 2006, colorido, 107’. Direção e roteiro: Jan Jakub Kolski.

Direção de fotografia: Krzysztof Ptak.

Direção de arte: Joanna Doroszkiewicz.

Música: Zygmunt Konieczny.

Direção sonora: Jacek Hamela.

Edição: Witold Chominski.

Direção de produção: Grazyna Kozlowska / Andrzej Besztak.

Elenco: Janusz Gajos ( irmão Salubre), Grazyna Blecka-Kolska (Natasha), Wiktoria Grasiewska (Eugênia, filha da Natasha), Adam Ferency (padre Kleofas, abade do mosteiro), Krzysztof Pieczynski (irmão Azereiro) e outros.

O mundo do mosteiro do sec. XVII no limiar entre a realidade e o conto de fada. Três irmãos soltam cheiros: de azereiro, de ameixa e de cereja. O abade acredita que um deles é um santo previsto pela antiga profecia, pois os cheiros têm o poder de acordar nas pessoas uma louca paixão. Um dia no mosteiro aparece Natasha - uma jovem restauradora de arte com uma filha de 5 anos, a Gienia, e através dela será desvendada a chave da lenda.

Dia 18, às 16h:

Reprise do filme Jasminum.

Às 20h:

O MEIRINHO (Komornik) – Polônia,2005, colorido, 93’. Direção: Feliks Falk.

Roteiro: Grzegorz Loszewski.

Direção de fotografia: Bartosz Prokopowicz.

Direção de arte: Anna Wunderlich.

Música: Bartlomiej Gliniak.

Direção sonora: Maria Chilarecka-Barczynska/Aleksander Musialowski.

Edição: Krzysztof Szpetmanski.

Direção de produção: Pawe Gabrys

Elenco: Andrzej Chyra (oficial de justiça Lucian Bohme), Malgorzata Kozuchowska (advogada Anna Zenke), Kinga Preis (enfermeira Gosia Bednarek), Grzegorz Wojdon (assistente do Lucian, Jasiek Marczak), Jan Frycz (diretor Chudy) e outros.

Lucian Bohme, um jovem oficial de justiça, eficiente e cruel trabalha em uma zona pobre e com muitos desempregados. Lucian está demais ocupado com sua carreira para dar atenção aos sentimentos e dores alheias. Sua eficácia lhe traz lucros significativos, mas também a inveja. A insensibilidade de Lucian termina quando por sua causa um jovem se suicida no saguão do Tribunal e uma antiga paixão cruza a sua vida.


Dia 19, às 16h:

Reprise de O Meirinho

Às 20h:

LEIDIS (Lejdis) – Polônia, 2008, colorido, 134’. Direção: Tomasz Konecki.

Roteiro: Andrzej Saramonowicz/Anna Andrychowicz-Slowik,/Malgorzata Saramonowicz/Ewa Sienkiewicz/Hanna Wesierska.

Direção de fotografia: Tomasz Madejski.

Direção de arte: Przemyslaw Kowalski.

Música: Hadrian Filip Tabecki.

Direção sonora: Wieslaw Znyk/Jacek Hamela.

Edição: Jaroslaw Barzan.

Direção de produção: Wieslaw Lysakowski/Robert Feluch.

Elenco: Iza Kuna (Goska, advogada), Edyta Olszówka (Lucia, professora), Magdalena Rózczka (M nia Kochanowska, milionária), Anna Dereszowska (Karolina Korbowicz "Korba"), Piotr Adamczyk (Artur, marido daGozka) e outros.

Ambientada na cidade grande, esta comédia gira em torno da vida íntima de quatro mulheres e suas relações com os homens. Amigas desde a infância, mantêm desde então o costume de realizar o Réveillon fora de época, quando dividem os sonhos para o ano novo. A vontade de ter um filho, ter seios maiores, casar ou ser eternamente solteira são alguns de seus sonhos que desvendarão um pouco do mistério feminino.

Dia 20, às 16h:

Reprise de Leidis

Às 20h:

A DÍVIDA (Dług) – Polônia,1999, colorido, 97’. Direção: Krzysztof Krauze.

Roteiro: Krzysztof Krauze / Jerzy Morawski.

Direção de fotografia: Bartosz Prokopowicz.

Direção de arte: Magdalena Dipont.

Música: Micha Urbaniak.

Direção sonora: Wieslaw Znyk.

Edição: Krzysztof Szpetmanski.

Direção de produção: Tadeusz Drewno.

Elenco: Robert Gonera (Adam Borecki), Jacek Borcuch (Stefan Kowalczyk), Andrzej Chyra (Gerard Nowak), Cezary Kosi ski (Tadeusz Frei), Joanna Szurmiej (Basia, a noiva do Adam) e outros.

Baseado em fatos verídicos, este filme retrata a trágica história de dois jovens, Adam e Stefan, sócios que querem abrir um negócio promissor. Um encontro acidental põe em seu caminho Gerard, ex-colega de pátio de Stefan, que se oferece para ajudá-los.

Dia 21, às 16h:

Reprise de A Dívida

Às 20h:

TRUQUES (Sztuczki) –Polônia, 2007, colorido, 95’. Direção e roteiro: Andrzej Jakimowski.

Direção de fotografia: Adam Bajerski.

Direção de arte: Ewa Jakimowska.

Música: Tomasz Gassowski.

Direção sonora: Maria Chilarecka / Aleksander Musialowski.

Edição: Cezary Grzesiuk.

Direção de produção: Mariusz Mielczarek.

Elenco: Damian Ul (Stefek), Ewelina Walendziak (Elka, irmã do Stefek), Tomasz Sapryk (pai do Stefek e da Elka), Rafa Gu niczak (Jerzy), Iwona Fornalczyk (mãe do Stefek e da Elka) e outros.

Stefek, um menino de 6 anos e sua irmã Elka, de 17 anos, acreditam que o destino pode ser conduzido por seus truques e enfrentam desafios para tentar se reaproximar de seu pai.

Dia 22, às 16h:

Reprise de Truques

Às 20h:

PRAÇA DO SALVADOR (Plac Zbawiciela) – Polônia, 2006, colorido, 105’. Direção e roteiro: Joanna Kos-Krauze/Krzysztof Krauze.

Direção de fotografia: Wojciech Staron.

Direção de arte: Monika Sajko-Gradowska.

Música: Pawe Szymanski.

Direção sonora: Nikodem Wolk-Laniewski.

Edição: Krzysztof Szpetmanski.

Direção de produção: Jan Kaczmarski.

Elenco:Jowita Budnik (Beata Zieli ska), Arkadiusz Janiczek (Bartek Zielinski, marido da Beata), Ewa Wencel (Teresa Zieli ska, mãe do Bartek), Dawid Gudejko (Dawid Zieli ski, filho da Beata e Bartek), Natan Gudejko (Adrian Zielinski, filho da Beata e Bartek) e outros.

Drama familiar baseado em fatos reais. Beata e Bartek Zielinski, pais de dois filhos se mudam para a casa da mãe de Bartek, Teresa, que não esconde sua aversão pela nora, Beata. Dívidas e problemas domésticos vão afastar o casal e levar Beata a uma séria depressão.

Dia 23, às 16h:

Reprise do filme Praça do Salvador

Às 20h:

SEXMISSÃO (Seksmisja) – Polônia,1983, colorido, 116’. Direção e roteiro: Juliusz Machulski.

Direção de fotografia: Jerzy Lukaszewicz.

Direção de arte: Janusz Sosnowski.

Direção de música: Henryk Kuzniak.

Direção sonora: Marek Wronko.

Edição: Miroslawa Garlicka.

Direção de produção: Andrzej Soltysik.

Elenco:Olgierd Lukaszewicz (Albert Starski), Jerzy Stuhr

(Maks Paradys), Bozena Stryjkówna (Lamia Reno - "Archeo"), Boguslawa Pawelec (Emma Dax - "Genetix"), Hanna Stankówna (Tekla, chefa do "Genetix") e outros.

Lançada em pleno regime comunista, é uma comédia encenada em um ambiente futurista, com pitadas de humor e sexo. Sexmissão é mais que uma sátira ao feminismo. È, sobretudo, uma inteligente e sutil crítica aos regimes totalitários. Maks e Albert, voluntários em um experimento de hibernação, acordam em 2044 em um mundo subterrâneo, sendo os únicos homens sobreviventes, depois que o gene masculino foi exterminado acidentalmente em uma guerra nuclear. Agora, estas duas cobaias masculinas encontradas em uma escavação arqueológica, na sua busca de liberdade, irão provocar muita confusão em um mundo só de mulheres.


Dia 24, às 16h:

Reprise de Sexmissão

Às 20h:

INTERROGATÓRIO (Przesłuchanie) – Polônia,1982, colorido, 111’. Direção e roteiro: Ryszard Bugajski.

Direção de fotografia: Jacek Petrycki.

Direção de arte: Janusz Sosnowski.

Consultoria musical: Agnieszka Hundziak.

Direção sonora: Danuta Zankowska.

Edição: Katarzyna Maciejko.

Direção de produção: Tadeusz Drewno.

Elenco: Krystyna Janda (Antonina Dziwisz), Adam Ferency (Tadeusz Morawski), Janusz Gajos (major "dos banheiros"), Agnieszka Holland (Witkowska), Anna Romantowska (Mira Szajnert) e outros.

Definido como ”o filme mais anticomunista da história da Polônia socialista", conta a história de Antonina Dziwisz - atriz de classe média que viaja com o grupo realizando espetáculos para trabalhadores em pequenos vilarejos. Envolvida em um processo de delação, vai presa para acusar um colega do grupo.

Dia 25, às 16h:

Reprise de Interrogatório

Às 20h:

MIMETISMO (Barwy ochronne) – Polônia, 1976, colorido, 96’ Direção e roteiro: Krzysztof Zanussi.

Direção de fotografia: Edward Klosinski.

Direção de arte: Tadeusz Wybult.

Música: Wojciech Kilar.

Direção sonora: Wieslawa Dembinska.

Edição: Urszula Sliwinska.

Direção de produção: Tadeusz Drewno.

Elenco: Piotr Garlicki (licenciado Jaroslaw Kruszynski, secretário do acampamento),

Zbigniew Zapasiewicz (docente Jakub Szelestowski), Christine Paul (Nelly Livington-

Pawluk, a estudante), Mariusz Dmochowski (o vice-reitor Boleslaw), Wojciech Alaborski (docente Kiszewski de Wroclaw) e outros.

O conformismo da intelligentsia polonesa é o tema deste filme que se passa em um acampamento universitário onde o jovem Jaroslaw Kruszynski, encarregado dos assuntos organizacionais, tenta tratar os estudantes com igualdade e parceria, garantindo o bom andamento do Concurso de Trabalhos Científicos de jovens lingüistas, que freqüentam o acampamento.


Dia 26, às 16h:

Reprise de Mimetismo

Às 20h:

HOTEL PACÍFICO (Zaklęte rewiry). Polônia/Checoslováquia– 1975, colorido, 95’. Direção: Janusz Majewski.

Roteiro: Pavel Hajný .

Direção de fotografia: Miroslav Ondek.

Direção de arte: Tadeusz Wybult / Milan Nejedlý.

Música: Jerzy Matuszkiewicz.

Direção sonora: Stanisaw Piotrowski.

Edição: Elzbieta Kurkowska.

Direção de produção: Tadeusz Drewno/Jan Suster

Elenco:.Marek Kondrat (Roman Boryczko), Roman Wilhelmi (Robert Fornalski), Roman Skamene (Fritz), Cestmir Randa (Pancer), Michal Pawlicki (Albin) e outros.

Baseado no romance do início do sec. XIX de Tadeusz Kurtyk, conhecido como Henryk Worcell. O jovem Roman começa a trabalhar como um lavador de pratos em um grande restaurante dos anos 30. Para subir na vida precisa trabalhar duro e suportar a dor, humilhações e tomar decisões difíceis.

Dia 27, às 16h:

Reprise de Hotel Pacífico

Às 20h:

TERRA PROMETIDA (Ziemia obiecana) – 1974, colorido, 179’. Direção e roteiro: Andrzej Wajda.

Direção de fotografia: Witold Sobocinski/Edward Kosinski/Wacaw Dybowski.

Direção de arte: Tadeusz Kosarewicz.

Música: Wojciech Kilar.

Direção sonora: Krzysztof Wodzinski/Leszek Wronko.

Edição: Halina Prugar, Zofia Dwornik.

Direção de produção: Barbara Pec- Slesicka/Janina Krassowska.

Elenco:. Daniel Olbrychski (Karol Borowiecki), Wojciech Pszoniak (Moryc

Welt), Andrzej Seweryn (Maks Baum), Kalina Jedrusik (Lucy Zuckerowa), Anna

Nehrebecka (Anka) e outros.

O jovem engenheiro polonês, Karol Borowiecki, trabalha numa fábrica sonhando em ter seu próprio negócio, como seus amigos Moryc Welt, jovem comerciante judeu e Maks Baum, um alemão, filho do proprietário de uma velha tecelagem. Todos querem realizar seus sonhos aproveitando a notícia do aumento dos impostos sobre o algodão. A tarefa vai ficando difícil com a resistência dos fabricantes de Lodz, que têm medo da concorrência.

Dia 28, às 16h:

Reprise de Terra Prometida

Às 20h:

O FARAÓ (Faraon) – Polônia, 1965, colorido, 175’. Direção: Jerzy Kawalerowicz

Roteiro: Tadeusz Konwicki/Jerzy Kawalerowicz.

Direção de fotografia: Jerzy Wójcik/Wieslaw Zdort.

Direção de arte: Jerzy Skrzepinski.

Música: Adam Walaciski.

Direção sonora: Stanisaw Piotrowski.

Edição: Wieslawa Otocka.

Direção de produção: Ludwik Hager.

Elenco:Jerzy Zelnik (Ramsés III, Lykon),Wieslawa Mazurkiewicz (a rainha Nikotris, a mãe do Ramsés XIII), Barbara Brylska (Kama, amante de Ramsés a sacerdotisa fenícia), Ewa Krzyzewska (Hebron), Piotr Pawlowski (Herhor) e outros.

Ambientado no antigo Egito, conta a história das tropas do jovem Ramsés que são paradas pelo sacerdote Herhor, quando vê na areia dois besouros - imagens sagradas do Deus do Sol, Amon. Para desviar dos besouros, a tropas devem esperar que um canal seja cavado por escravos. A luta pelo poder entre Ramsés e os sacerdotes egípcios é o fio condutor deste filme indicado para o Oscar.

Dia 29, às 16h:

Reprise de O Faraó

Às 20h:

TCHAU, ATÉ AMANHA (Do widzenia, do jutra) - Polônia, 1960, p/b, 80’. Direção: Janusz Morgenstern.

Roteiro: Zbigniew Cybulski/Bogumil Kobiela/Wilhelm Mach.

Direção de fotografia:Jan Laskowski.

Direção de arte: Roman Mann.

Música: Krzysztof Komeda.

Direção sonora: Tadeusz Altman.

Edição: Janina Niedzwiecka.

Direção de produção: Jerzy Rutowicz.

Elenco: Zbigniew Cybulski (Jacek), Teresa Tuszynska (Margueritte), Grazyna Muszynska (Joasia), Barbara Baranowska (moça do bar),Wlodzimierz Bielicki (conhecido do Jacek, adorador de Margueritte) e outros.

Os grupos de teatro estudantis da Gdank nos anos 50 são o tema deste filme que conta a história romântica de Jacek e Margueritte, tendo como inspiração os filmes da nouvelle vague francesa que começavam a fazer sucesso na Europa.

Dia 30, às 16h:

Reprise de Tchau, até Amanhã

Às 20h:

O HOMEM OBSTINADO (Mocny człowiek) - 1929, filme mudo – 78’. Direção de Henryk Szaro.

Roteiro: Jerzy Braun/Henryk Szaro

Direção de fotografia: Giovanni Vitrotti.

Direção de arte: Hans Rouc.

Música: Maciej Malenczuk.

Direção de produção: Marek Libkow.

Elenco: Grigorij Chmara (Henryk Bielecki), Agnes Kuck (Lúcia, a amante do Henryk), Julian Krzewinski (Liguenza, o fazendeiro), Maria Majdrowicz (Nina, esposa do Liguenza),Artur Socha (o literário Jerzy Górski) e outros.

Henryk Bielecki é um homem obstinado, que busca a glória e o dinheiro a qualquer preço. O filme, que representa o período mudo do cinema polonês, foi restaurado e tem música composta por um dos mais conhecidos artistas poloneses, Maciej Maleñczuk.

PROGRAMAÇÃO CINEMA CURITIBA

De 17 a 23 de abril de 2009

Domingo, 19 de abril – ingresso a R$1,00

CINEMATECA - Sala Groff – Rua Carlos Cavalcanti nº 1.174 / fone (41) 3321-3270 (De segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 18h30) e (41) 3321-3252 (diariamente, das 14h30 às 21h) – Ingressos a R$ 5 e R$ 2,50 (estudantes). Gratuito para pessoas com idade a partir de 60 anos. www.fccdigital.com.br

MOSTRA DE FILMES POLONESES

(por ocasião dos Cem Anos do Cinema Polonês)

De 17 a 30 (ver programação anexa)



PROGRAMAÇÃO

De 17 a 23 de abril de 2009

Domingo, dia 19 de abril – ingresso a R$1,00

CINE LUZ Rua XV de Novembro nº 822 / fone (41) 3321-3270 (De segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 18h30) e (41) 3321-3261 (diariamente, das 14h30 às 21h). Ingressos a R$ 5 e R$ 2,50 (estudantes). Gratuito para pessoas com idade a partir de 60 anos. www.fccdigital.com.br

O SAL DA TERRA (BR/PR, 2007 – 90’). Direção de Elói Pires Ferreira, com Cristina Pereira, Emilio de Mello, Edson Rocha, Enéas Lour, Luthero Almeida, Christiane Macedo. No dia-a-dia da estrada, os personagens - o padre, os caminhoneiros Miguel e Romeu e um andarilho - têm suas histórias cruzadas ao longo das rodovias. A trama tem como fio condutor os rituais da Missa e da própria atividade estradeira, ambos praticados nos ambientes de convívio dos caminhoneiros. Os três protagonistas expõem, então, a sua vida cotidiana e as suas expectativas em arquétipos ancestrais preservados e mitificados nesses rituais. Classificação 10 anos

Sessões às 15h30, 17h15 e 19h

Domingo, dia 19 – sessões somente às 17h15 e 19h

A OITAVA COR DO ARCO-ÍRIS (BR, 2004 – 80’). Direção de Amauri Tangará, com Diego Borges, Izabel Serra, Waldir Bertúlio. Na pequena vila de Nossa Senhora da Guia, vive o menino Joãzinho, criado pela avó Dona Dindinha que muito doente sustenta o neto com a mísera aposentadoria que recebe. Quando Joãzinho flagra a avó rezando a Deus, pedindo para que ele a leve logo, pois não suporta as dores da saúde fragilizada por conta da idade, o menino resolve vender “Mocinha”, sua cabrita de estimação. Com o dinheiro arrecadado, Joãozinho pretende comprar os remédios da avó. Começa aí a jornada do pequeno protagonista, que percorre as vilas ao redor de sua moradia a fim de conseguir vender a cabrita. Classificação livre.

Domingo, dia 19 – sessões às 10h30 e 15h30

V Festival da Índia de Curitiba

O Festival da Índia é um show de música, dança, cores e sabores
exóticos, originários de uma tradição milenar. Esta é a quinta edição
do Festival em Curitiba, que a cada ano fica melhor.

Na sexta-feira, 24/04, às 19hs, o Festival começa com um show de
mantras em dois locais simultâneos:

* Centro Cultural Himalaias www.himalaias.com.br
* Gandiva Yoga Ashram www.gandiva.com.br

No sábado, 25/04, às 10hs, é o ápice do Festival com o desfile pela
Rua XV de Novembro. Na comissão de frente, dançarinos encenam os
passos do Senhor Krishna — figura divina mais conhecida na Índia,
seguidos pelas belas coreografias das alunas do Colégio Estadual do
Paraná. No centro, os músicos dão o tom das canções, que contagiam os
transeuntes e fazem rodopiar os bonecos gigantes com figuras indianas.
Por fim, segue o carro do Ratha-Yatra, uma espécie de templo móvel que
carrega as divindades indianas da festa: Jagannatha, Baladeva e
Subhadra.

Presenças confirmadas:

* Dhanvantari Swami (Paraíba)
* Chandramukha Swami (Rio de Janeiro)
* Harakantha Prabhu (Itajaí)
* Gurusevananda Prabhu (Mayapur - Índia)

Veja como foi o desfile em 2008 no Youtube:
http://www.youtube.com/results?search_query=ratha+yatra+curitiba&search=Search

No último dia de festival, 26/04, domingo, serão realizadas
apresentações de dança indiana e música nas Ruínas de São Francisco,
às 13hs, com várias atrações:

* Dança indiana, nos estilos Bharatanatyam e Bollywood
* Música indiana popular
* Rock inspirado na filosofia indiana

quarta-feira, 15 de abril de 2009

A primeira caçada

A Primeira Caçada

de Alec Rofer

Páginas: 304

“Na doçura do abraço amoroso da noite, lanço-me livre, como nunca estive antes.”

O vampiro é um ícone presente nos dias de hoje, e tem sido assim há milênios. A cultura popular, especialmente a televisiva, tem se valido deste ser para alavancar os índices de audiência de seus programas.

Escrita por Alec Rofer, “A Primeira Caçada” é uma fusão uma fusão de realidade, ficção e espiritualidade, com grandes referências na Cultura Pop, Seriados de TV e Histórias em Quadrinhos.

Conheça a História de Davi, um rapaz gentil, sem passado, sem memória e possuído por uma força dominadora e incontrolável. O resultado de tudo isso é um novo ser que é gerado “O Devorador de Pecados”.

Avançando por seu próprio caminho, o Devorador de Pecados desenvolve vários poderes, cada qual com seus planos e propósitos distintos.

Nesse contexto, os Vampiros que são criaturas acima da vida e da morte, temendo pelo destino da espécie Humana, resolvem intervir. Sacerdotes Vampiros devem caçá-lo e detê-lo com o objetivo de desvendar seus segredos e convertê-lo à vontade daqueles que habitam na escuridão.

Enquanto estes Seres enfrentam-se, as vidas de Homens e Mulheres passam a ser afetadas de maneira sutil e irreversível.
Uma obra que não fala somente de seus personagens, suas vidas e seus destinos, mas sim que traz um conhecimento que pode mudar toda a essência de uma existência.

Dicionário Internacional da Outra Economia


Dicionário Internacional da Outra Economia

Coordenação: Antonio David Cattani; Jean-Louis Laville; Luiz Inácio Gaiger e

Pedro Hespanha

Número de páginas: 350










Dicionário Internacional da Outra Economia

coordenado pelos sociólogos gaúchos Antônio Cattani e Luís Inácio Gaiger


O livro é um marco no planejamento estratégico do Grupo Almedina, sediado em Coimbra, Portugal.

Com esta obra, a Almedina Brasil, unidade brasileira do Grupo Editorial deixa de ser apenas distribuidora para se transformar, também, numa prospectora e divulgadora da nova produção intelectual do Brasil.

O Dicionário Internacional da Outra Economia já foi editado sob as normas que unificaram a ortografia da Língua Portuguesa, o que o torna uma obra apta a toda a Comunidade de Países de Língua Portuguesa - CPLP.

O Dicionário Internacional da Outra Economia surgiu dos encontros do Fórum Social Mundial e se propõe a clarificar e precisar conceitos e teorias relacionados aos processos alternativos à economia capitalista.

Os sociólogos Antônio Cattani e Luís Inácio Gaiger, juntamente com o francês Jean-Louis Laville e o português Pedro Hespanha coordenaram as contribuições de cerca de 50 cientistas, que formularam 58 verbetes para conceituar uma outra economia transcendente à lógica do mercado e do capital. É uma obra coletiva e interdisciplinar, haja posto que congrega o pensamento de economistas, sociólogos, advogados, engenheiros, cientistas políticos, biólogos, educadores, filósofos e psicólogos

Os verbetes estão estruturados da seguinte forma: definição sintética, gênese, desenvolvimento histórico do conceito, controvérsias, atualidade e validade do conceito. Entre os verbetes, vale destacar os conceitos de autogestão, comércio justo, cooperativismo, desenvolvimento local, economia popular, economia moral, terceiro setor, economia solidária, moeda social e socioeconomia solidária.

O Dicionário Internacional da Outra Economia mostra que as estratégias de sobrevivência frente a economia formal devem ir além das práticas sociais do cotidiano envolvendo famílias, vizinhanças e comunidades. São as lutas no plano da macropolítica por meio de mecanismos como a democratização dos ambientes de trabalho, as novas lutas sindicais e os controles sociais sobre a aplicação da alta tecnologia.

Contudo, não se trata de um livro ingênuo e incondicional na defesa “do outro mundo possível”. Na realidade, os textos apresentam visão crítica a partir de um exame criterioso das próprias contradições existentes nas práticas sociais analisadas. Traz, assim, uma produção de conhecimento engajada no avanço de relações, processos e estruturas sociais, econômicas, políticas e culturais.


AS EDITORAS

A Almedina nasceu em Coimbra, em 1955, e rapidamente tornou-se referência nos meios acadêmicos, a ponto de hoje ser reconhecidamente uma das mais importantes editoras portuguesas na área do Direito, tendo como um dos pilares de sua política editorial a publicação de teses de mestrado e doutorado de novos autores e correntes de opinião e investigação.

A Almedina também publica em diversas outras áreas do saber, notadamente em obras sobre Estudos Literários e Linguística dos mais importantes autores, destinadas principalmente ao Ensino Superior.

Mas o Grupo Almedina não se restringe a uma editora. Por meio de publicações do selo Edições 70, o grupo demonstra a opção preferencial pela Cultura, no sentido amplo do termo. O catálogo da Edições 70 é centrado nas Ciências Humanas e Sociais, com uma listagem de títulos em língua portuguesa sem comparação com outras editoras, que abrange do ensaio à historiografia, da investigação antropológica à divulgação do saber científico, da problemática atual na arquitetura e no urbanismo ao ensaio sobre arte, da música e teatro à filosofia até ao pensamento da antiguidade clássica, sempre com extremo rigor no seu tratamento, buscando a homogeneidade interdisciplinar e a oportunidade temática.

A Actual Editora, que também é outro selo do grupo é reconhecida pelas publicações nas áreas de Gestão empresarial e Economia.

Diogo Bettencourt, executivo da Almedina Brasil, informa que o planejamento para a internacionalização das editoras está sendo feito com o olhar voltado ao mercado ao qual atua e que pretende publicar autores nacionais e produtos que venham ao encontro da necessidade do público da área em questão.


Lançamento

ALMEDINA

Memorial da Resistência promove debate sobre a 'ditabranda'

Na esteira da discussão sobre a relativização da ditadura militar aberta por editorial da Folha que classificou o período como uma “ditabranda”, o Fórum de Ex-Presos e Perseguidos Políticos de São Paulo e o Memorial da Resistência promovem, no próximo sábado (18/04), o debate “O papel da mídia na democracia e durante a ditadura militar”.

A mesa será coordenada pelo jornalista e ex-preso político Alípio Freire. Os debatedores serão o jornalista e editor do site O Escrevinhador, Rodrigo Vianna, que saiu da Rede Globo por discordar do que chamou de cobertura tendenciosa da emissora na última eleição presidencial e hoje trabalha na Record; e a historiadora Beatriz Kishnir, autora do livro "Cães de Guarda", que tem como foco a atuação do Grupo Folha durante a ditadura militar.

O debate será das 14h às 17h30min, no Memorial da Resistência, que fica no Largo General Osório, 66, Luz, em São Paulo.

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terça-feira, 14 de abril de 2009

Poesia com Pedro Braga Falcão


Aqui,
o pulso desenha a letra




Do Princípio

de Pedro Braga Falcão


124 páginas

Pedro Braga Falcão nasceu em 1981. Mestre em Estudos Clássicos (Literatura Latina) pela Faculdade de Letras da Universidade Clássica e licenciado pela Escola Superior de Música, de Lisboa. É professor na Universidade Católica de Lîsboa e instrumentista (Viola de Arco) na Orquestra de Câmara Portuguesa. Traduziu recentemente as Odes de Horácio (Cotovia, 2008).


Odes
Horácio
320 páginas


As Odes de Horácio são seguramente um dos textos mais importantes da literatura universal, poemas fundamentais para compreender a génese e a essência da poesia lírica, desde o mundo antigo até aos dias de hoje. Expressões imortais como carpe diem e aurea mediocritas foram retiradas desta sua obra, lida, relida e imitada ao longo dos tempos pelos mais diversos poetas e escritores. Em Portugal, Ricardo Reis (Fernando Pessoa), Camões, António Ferreira, Correia Garção, entre tantos outros, foram directa e manifestamente inspirados por esta obra do poeta romano. A brevidade da vida, a inevitabilidade da morte, o amor, o vinho, Roma e Augusto, o poder da poesia e a imortalidade do poeta, são apenas alguns dos temas que esta variada obra canta numa linguagem, num ritmo e numa riqueza de estilo que denunciam o génio do seu artífice.




Ainda sobre o autor:

"[...] Por exemplo, a Cotovia tem feito um trabalho notável, há pouco publicaram as Odes de Horácio. Não sei quantas pessoas compraram. E a tradução é boa. É feita por um rapaz muito novo que eu não conheço, terá 28 ou 29 anos, certamente será muito melhor daqui a vinte anos, mas a tradução já é muito boa."

António Lobo Antunes, em entrevista em exclusivo para o site:
http://www.ala.nletras.com/entrevistas/18022009.htm , a 18 de Fevereiro 2009

Um lançamento da



Ateliê do Ócio ocupará sede do Clube de Criação do Paraná no próximo dia 18 de abril

Uma combinação de atividades voltadas a quem possui uma vida corrida, pouco tempo disponível, mas não dispensa os preciosos momentos em que pode entrar em contato com seu lado cultural. Assim é o Ateliê do Ócio, cujo primeiro módulo ocupará a sede do Clube de Criação do Paraná (CCPR) no próximo dia 18 de abril.

Parceria entre o CCPR, o Drops Cultural e o artista visual, cinéfilo e mestre em Comunicação em Linguagens, Tom Lisboa, o Ateliê do Ócio tem como objetivo estimular os sentidos, despertar a curiosidade, desenvolver a flexibilidade intelectual e exercitar a criatividade. Para tal, apresenta um conteúdo multidisciplinar a cada módulo, com abordagem teórico-reflexivo e abrangendo áreas como cinema, artes visuais, fotografia, literatura, teatro, moda e dança. “São atividades variadas, que ajudam os participantes a fugirem da rotina, com o intuito de que cada um entre em contato com o universo cultural”, explica Tom Lisboa.

Para mais informações sobre preços e formas de pagamento, e para baixar a ficha de inscrição para o primeiro módulo do Ateliê do Ócio, é só acessar o site do Clube de Criação do Paraná (www.ccpr.org.br).

SOBRE CLUBE DE CRIAÇÃO DO PARANÁ (CCPR)
O Clube de Criação do Paraná é uma entidade sem fins lucrativos, fundada em 2003 por 22 criativos paranaenses, da qual são associados profissionais paranaenses que atuam na área de criação de empresas de comunicação. Atualmente a sede do Clube fica na Rua Mateus Leme, 4.700 – Parque São Lourenço, dentro do Centro de Criatividade de Curitiba. O CCPR mantém várias atividades e projetos, como o Festival do Anuário, que tem o objetivo de selecionar as melhores peças e campanhas, criadas no Paraná e veiculadas local e nacionalmente (materiais que são editados em livro e DVD, com o objetivo de preservar a memória da Comunicação Paranaense); a Oficina 4x4, curso rápido em quatro módulos sobre vários assuntos de interesse para estudantes e profissionais de Publicidade; Botando Banca, que apresenta projetos desenvolvidos por estudantes; Workchopp, união de palestra e debate que engloba assuntos do mercado publicitário e é realizada mensalmente; e o concurso Mostre a Cara, destinado somente a estudantes e que consiste no desenvolvimento de uma peça ou campanha a partir de um briefing repassado pelo CCPR. O Clube de Criação do Paraná também mantém o site www.ccpr.org.br, atualizado diariamente com informações das agências e profissionais do mercado.

Lançamento do livro “O Chão da renúncia”, de Aida Baptista, no Clube Literário do Porto


Recital de poesia de autores angolanos por Leonor Seixas, acompanhada ao piano por Carla Seixas

Piano-Bar - 18 de Abril de 2009

Sábado - 21h30

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"Benguela foi a cidade onde me conheci, cresci e tornei mãe e mulher.

Foi aí que forjei a identidade que carrego nos genes e moldei a minha dupla natureza: europeia, por herança familiar; africana, na incorporação de aprendizagens nascidas de um chão que aprendi a conhecer a partir de uma idade vazia de memórias.

Deixei Benguela no turbilhão da guerra civil, quando a segurança de dois filhos pequenos falou mais alto e ditou um regresso ao chão desconhecido das raízes ancestrais.

Regressei trinta anos depois, na esperança de fechar um ciclo afectivo e profissional que, por razões de natureza pessoal e familiar, fui forçada a encurtar. Durante os dois anos deste meu retorno breve, além das funções oficiais que desempenhei, continuei a prestar a minha colaboração semanal no “Post Milénio”, jornal bilingue voltado para a comunidade lusófona de Toronto, que, presentemente, conta com uma forte presença angolana.

De entre as várias crónicas publicadas, “Chão da Renúncia” é o relato de uma paixão avassaladora, suspensa num desenlace de silêncios sem despedidas. Escolhi-a para título deste livro, porque considero ser a metáfora perfeita da minha relação com Angola - uma história de amor mal resolvida, construída de sentimentos contraditórios e de muitas palavras que ficaram por dizer."

Sobre a autora:
Maria Aida Baptista nasceu em Pinheiros, concelho de Tabuaço. Com uma ano de idade foi para Angola, tendo vivido sempre na cidade de Benguela, onde estudou, casou, teve dois filhos e iniciou a sua carreira de docente. De regresso a Portugal, em 1975, fez a Licenciatura em História e uma Pós-graduação em Estudos Europeus na Universidade de Coimbra e o Mestrado em Literatura e Cultura Portuguesas, na Universidade Nova de Lisboa. Desde 1989 foi Leitora de Língua e Cultura Portuguesa do ICALP e Instituto Camões em Helsínquia, Toronto e Benguela. Publicou a sua primeira obra “Passaporte inconformado”, em 2003 e mais recentemente “O chão da renúncia”.


Clube Literário do Porto
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4050-430 Porto
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