Mostrando postagens com marcador lançamento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador lançamento. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 10 de março de 2016

O amor de Mítia de Ivan Búnin

O amor de Mítia de
Ivan Búnin
Tradução do original russo e notas de Boris Schnaiderman

Coleção Leste │ 128 p. | 14 x 21 cm | ISBN 978-85-7326-615-3 | 2016 - 1ª edição | R$ 42,00

Redescoberta pelo público ocidental nos últimos anos do século XX, a obra de Ivan Búnin (1870-1953) - Prêmio Nobel de Literatura em 1933 - é, por um lado, herdeira da grande prosa realista russa do século XIX, sobretudo a de Tolstói. Por outro, como autor dividido entre dois mundos (por discordar dos rumos da revolução bolchevique, Búnin exilou-se na França a partir de 1920), sua ficção conhecia de perto as fraturas abertas pela modernidade.

O amor de Mítia, novela publicada em 1925, penetra no drama da consciência de um rapaz que descobre, em toda a sua dolorosa intensidade, a força do desejo e do sentimento amoroso. Rainer Maria Rilke, que tinha predileção pela obra, observou que a vastidão do afeto que Mítia projeta sobre Kátia tem um caráter "profundamente espacial". De fato, a ação principia em São Petersburgo e logo se desloca para os campos de Oriol, paisagem cara ao autor desde a infância. É neste ponto que a natureza russa, descrita com precisão lírica estonteante, é elevada a suas maiores alturas. Por meio de sucessivas metamorfoses, ela anuncia as terríveis ambiguidades que definirão o destino do protagonista.

Esta narrativa exemplar, de um escritor também admirado por Thomas Mann, Vladímir Nabókov, André Gide e muitos outros, retorna agora ao leitor brasileiro em edição revista, na luminosa tradução de Boris Schnaiderman.

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Caderno de rimas do João livro infantil de Lázaro Ramos com ilustrações de Mauricio Negro

Caderno de rimas do JoãoLázaro RamosIlustrações de Mauricio Negro Pallas Editora | 40 páginas | 20,5 x 25,5 cm




Você sabe o que é uma rima?
Veja essa explicação que deu Bela, minha prima.
Não é estranho.
É juntar fome com inhame.
O importante no jogo é não dar vexame.

Com esse simpático jogo de palavras começa Caderno de rimas do João, livro infantil de Lázaro Ramos que acaba de sair pela Pallas Editora.

Inspirado no filho João, o ator, diretor, apresentador e autor Lázaro Ramos descobriu que, assim como as crianças, as palavras tem grande vontade de se divertir.

Sem medo e sem limite, valendo apenas o palpite, João descobre com a prima Bela a brincadeira lúdica de rimar. Como começou a rima, perguntou João? Resposta: talvez na hora em que bateu meu coração. João decide, então, usar a chance que tinha, a partir daquele dia, de falar tudo em rima. Ele começa e termina; cria um jeito divertido de entender algumas coisas de modo mais colorido.

Ramos brinca com o significado das palavras, construindo um dicionário intuitivo de João. A obra mescla temas importantes para a infância, como família, valores, vida e morte, e temas cotidianos e contemporâneos. A partir do que as palavras lhe sugerem, João descreve – e depois descobre – o que é sotaque, o que é saudade. Mas não ficam de fora o candidato e a sonegação, pois como ele mesmo disse, João não está de brincadeira não.

Em Caderno de rimas do João, cada página de versos é acompanhada das ilustrações fortes e vivas de Mauricio Negro. A narrativa imagética criada por Negro para a obra pode – e deve – ser lida junto com o texto. Cada imagem reflete a pluralidade de expressões da palavra e seus múltiplos sentidos.


Sobre o autor >> Lázaro Ramos é ator, diretor, apresentador e autor. Baiano, iniciou a carreira em 1994 no Bando de Teatro Olodum. Atuou em filmes como Madame SatãO homem que copiavaCidade baixaÓ paí, ó e O vendedor de passados, e entre seus mais recentes estão Tudo que aprendemos juntos e Mundo cão. Além disso, deu vida a personagens nas novelas Cobras e lagartos e Lado a lado, entre outras, em seriados como Sexo frágilÓ paí, ó e Decamerão, e em mais de 30 espetáculos teatrais, entre eles Sonho de uma noite de verão,A máquina, e O topo da montanha. Já foi vencedor de mais de 40 prêmios por suas atuações, e é embaixador do Unicef desde 2009.

Sobre o ilustrador >> Mauricio Negro é artista visual, autor de diversos livros e tem afinidade por temas ancestrais, mitológicos, ambientais, identitários — frequentemente carregados de brasilidade. Em mais de vinte anos de trajetória literária participou de exposições, catálogos e eventos. Recebeu prêmios e menções no Brasil e em países como Japão, Coreia do Sul, China, México e Alemanha. Costuma reinterpretar a narrativa de raiz, o imaginário popular, os saberes nativos e as poéticas contemporâneas. É colaborador regular de literatura indígena e de matizes africanas, além de membro do conselho diretor da Sociedade dos Ilustradores do Brasil (SIB). Pela Pallas ilustrou Ópera Brasil de Embolada, de Rodrigo Bittencourt. 


LANÇAMENTO_
Sábado, 07 de novembro de 2015, às 11h
Livraria Saraiva Shopping Pátio Higienópolis
(Av. Higienópolis, 618 – Piso Higienópolis. Tel. 11 3660-0200)


Lançamento

terça-feira, 18 de agosto de 2015

DEMETRIO MAGNOLI LANÇA LIVRO E REALIZA PALESTRA EM CURITIBA


 
O escritor, jornalista e sociólogo Demétrio Magnoli vem a Curitiba no dia 20 de agosto para participar da primeira edição do projeto "Pensando o Brasil", no Graciosa Country Club, às 19h30. No evento ele apresenta a palestra "Há futuro? Cenários políticos na hora da Lava Jato" e também lança seu mais novo livro, "A Hora e a História". A vinda de Magnoli é realizada com apoio do UniBrasil Centro Universitário e da instituição humanitária judaica B’nai B’rith.
 
"Pensando o Brasil" é uma iniciativa da nova Diretoria Cultural do Graciosa, que tem à frente a professora Liana Leão, e do Conselho da Biblioteca Bento Munhoz da Rocha Netto. Esta série de encontros trará intelectuais de renome para refletir sobre o Brasil e o mundo contemporâneo.
 
A estreia não poderia ser mais atual. Demétrio Magnoli falará sobre o cenário político e social brasileiros diante das investigações da Operação Lava Jato, que monopoliza os noticiários de todo o país, com reflexos na política, economia e sociedade. Colunista dos jornais Folha de São Paulo, O Globo e Gazeta do Povo, Magnoli também é comentarista de Política Internacional da GloboNews. Seus artigos e comentários são esperados com ansiedade, tanto pelos que o consideram lúcido e corajoso, quanto pelos que não toleram suas opiniões.
 
Dele, pode-se dizer sem medo de errar que tem legiões de admiradores, e também opositores ferrenhos. Polêmico e uma das vozes mais significativas no jornalismo atual, Magnoli é sociólogo e doutor em Geografia Humana pela USP, integrando o Grupo de Análises da Conjuntura Internacional da USP (Gacint-USP).
 
Magnoli também faz o lançamento em Curitiba de seu mais novo livro. "A Hora e a História", lançado pela Editora Três Estrelas, traz uma reflexão sobre os acontecimentos políticos decisivos do Brasil e do mundo na última década. A obra reúne os principais textos escritos para imprensa por ele, analisando temais atuais que vão dos descaminhos da esquerda à ascensão das direitas na Europa. Independência crítica, solidez intelectual e vigor polêmico marcam os artigos, que abordam episódios ocorridos entre 2004 e 2015. Entram na coletânea a leitura de eventos que continuam afetando a vida brasileira e internacional. As colunas permanecem, assim, como uma leitura essencial a todos que desejam ampliar sua reflexão política e compreender os elos entre o presente e a história. 
 
PENSANDO O BRASIL - evento com palestra e lançamento de livro de Demétrio Magnoli
 
Dia 20 de agosto - quinta-feira - às 19h30
Graciosa Country Club - Sede Social
Convites dirigidos
 
 
Leia mais sobre o evento – Artigo escrito pela professora Wanda Camargo
 
“Na América Latina, as principais correntes de esquerda não são cosmopolitas e internacionalistas, como na Europa. Sob a influência da doutrina anti-imperialista, elas são antiamericanas e nacionalistas. Além disso, sob o influxo do caudilhismo e do populismo, a referência central da esquerda latino-americana não é a classe social (os trabalhadores), mas uma entidade altamente abstrata: o povo. O PT oscilou, inicialmente, entre a esquerda europeia e a latino-americana, até optar pela segunda”.
 
A análise é feita por Demétrio Magnoli, no seu novo livro “A Hora e a História”, cujo lançamento nacional será realizado em 20 de agosto durante a palestra, “Há futuro? Cenários políticos na hora da Lava Jato”, que ocorrerá no Graciosa Country Club.
 
Em tempos de tempestade as vozes que se levantam são muitas. A maioria delas expressando pavor e confusão, outras estrondeando o que Shakespeare chamou de “...som e fúria, significando nada”...  E na procela desencadeada pela Operação Lava Jato, precisamos ouvir as vozes dos que conservam a sensatez: um detentor destacado dessa qualidade necessária é Demétrio Magnoli. Sociólogo, doutor em Geografia Humana pela USP, integra o Grupo de Análises da Conjuntura Internacional da USP (Gacint-USP). É colunista dos jornais Folha de São Paulo e O Globo, e comentarista de Política Internacional do Jornal das Dez da Globo News.
 
Mas, como apenas sensatez é insuficiente na insanidade reinante, Demétrio soma às suas grandes qualidades intelectuais e acadêmicas um desassombro que assombra os que dele discordam, e diverte e consola os que com ele concordam.  
 
Virá a Curitiba, a convite do Graciosa Country Club pelo seu projeto Pensando o Brasil, em parceria com o UniBrasil Centro Universitário e a B’nai B’rith, instituição humanitária judaica criada há 170 anos.
 
Discorrerá sobre tema que mobiliza a todos, já que, como fantasmas nos melhores castelos ingleses, a corrupção sempre esteve entre nós e nunca pareceu existir como fato constatável, provável e punível. Em todos os bares e em todos os lares o tema é discutido, não em sussurros, mas, às vezes aos berros: Fulano roubou! Cicrano roubou mais! Beltrano não tinha nada e está rico! Todos os nomes são conhecidos, todos os crimes são descritos, todas as quantias são especificadas, e nada decorre disso, como se fosse ato divino contra o qual não há o que fazer.
 
Não parecia haver, pelo menos. Durante grande parte de nossa História aconteceram denúncias, devassas, até prisões; os “mares de lama” que periodicamente vieram a público chegaram a causar a morte de um presidente e o impedimento de outro. Mas faltava método a essa loucura, as investigações e julgamentos careciam de estrutura, e sua gênese não raro era eivada de parcialidade, mirando apenas determinada pessoa ou grupos sem tocar na raiz profunda da questão.
 
A partir da promulgação da Constituição de 1988, a maior autonomia do Poder Judiciário e o protagonismo de um Ministério Público independente, aliados à indispensável liberdade de informação e opinião, mudaram esse quadro de forma sensível. O julgamento do “mensalão” pelo STF e a operação Lava Jato, em curso, são exemplos claros.
 
Ainda quedamos perplexos com muitas ocorrências quase diárias na Lava Jato. Alguns dos maiores empreiteiros do país e seus executivos amargam cadeia como qualquer ladrão plebeu, políticos são denunciados com provas acachapantes, delatores de alto calibre entregam tudo e todos, quantidades industriais de dólares e reais circulam ilicitamente no país e no exterior, a República parece estremecer.
 
À perplexidade soma-se um sentimento difuso de “agora a coisa vai”, como se tudo começasse e fosse terminar ali, punindo-se os culpados, recuperando-se o dinheiro público, restaurando-se a moralidade. A realidade, no entanto, é muito mais complexa que isso, envolve devidos processos legais, direitos de defesa, apresentação e contestação de provas, julgamentos que devem obrigatoriamente ser isentos. Se os ritos da Justiça não forem cumpridos com rigor tudo pode se tornar um simulacro de justiça, movido por mero desejo de vingar uma nação que se sente espoliada. Merecemos um país melhor.
 
Wanda Camargo – educadora e assessora da presidência do Complexo de Ensino Superior do Brasil – UniBrasil.

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Lançamento Niura Bellavinha


Esperamos vocês nesta quinta-feira dia 23 de julho, a partir das 19h, para a noite de autógrafos na Livraria Travessa Ipanema.

O livro é resultado da exposição Niura Bellavinha - em torno da luz realizada no OI FUTURO com curadoria de Alberto Saraiva. Apresenta a essência do trabalho da artista, destacando-se principalmente suas obras em vídeo, fotografia e performance.

Conheça o livro aqui.



Entre o final dos anos 1980 e o início de 1990, a artista promove uma significativa passagem da pintura convencional para um novo procedimento pictórico. Repensando a noção de tela como plano-trama, passa a pintar com jatos de água a partir da parte de trás da tela, provocando manchas e formas que ela nomeia de “infiltrações”. As fases de seu trabalho são passagens conceituais graduais e permanentes. Ela não é uma artista da chamada geração 80, mas uma herdeira dos processos fundados por Lygia Clark e Hélio Oiticica e atravessados por Alberto da Veiga Guignard em conexões inesperadas. Desse modo, sua pintura transcorrerá causando permanentemente pequenas revoluções internas.
Salta aos olhos a poética da artista que explora, como potências e elementos constitutivos, a cor e a construção sensível, com trabalhos singulares e antológicos que incluem suas principais instalações e interferências urbanas. Todas essas facetas estão, de algum modo, representadas nesta publicação, que é seu primeiro livro. Incluindo o destacado média-metragem NháNhá, filmado no interior de Minas Gerais.
Trata-se de um mapeamento de sua obra conceitual que compõe importantes propostas para a arte do século XXI. Esta edição bilíngue (português/inglês) foi realizada em parceria com o OI FUTURO e faz parte da Coleção Arte e Tecnologia.

terça-feira, 2 de junho de 2015

Lançamentos NAU Editora

Convite para lançamento

Infância, Juventude e Educação - práticas e pesquisas em diálogo
&
A Hora das Crianças - narrativas radiofônicas de Walter Benjamin

Nesta quarta-feira-feira (3 de junho - às 18h) lançamento duplo da Nau Editora na Livraria MINI BOOK STORE - Museu da República 

Organizado por Rita Marisa Ribes Pereira, Nubia de Oliveira Santos e Ana Elisabete R. de Carvalho Lopes, "INFÂNCIA, JUVENTUDE E EDUCAÇÃO: práticas e pesquisas em diálogo" revela a cumplicidade de pesquisadores através de um trabalho inspirado na diversidade de pontos de vista que convergem para um projeto político comum – a análise crítica das perspectivas contemporâneas da infância e juventude no mundo da cultura de consumo e das novas tecnologias.

A HORA DAS CRIANÇAS - narrativas radiofônicas de Walter Benjamin, título até então inédito em língua portuguesa, apresenta as chamadas “peças radiofônicas” compostas por conferências, resenhas de livros e histórias apresentadas por Walter Benjamin em programas de rádio de Berlim e Frankfurt entre 1927 e 1932 e que tinham as crianças como público-alvo. Tradução de Aldo Medeiros.


 

 

segunda-feira, 18 de maio de 2015

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

ARGUMENTAÇÃO de José Luiz Fiorin





"A vida em sociedade trouxe para os seres humanos um aprendizado extremamente importante: não se poderiam resolver todas as questões pela força, era preciso usar a palavra para persuadir os outros a fazer alguma coisa.”
Com essa afirmação, José Luiz Fiorin inicia o leitor em um mergulho no universo da Argumentação.

 ARGUMENTAÇÃO

José Luiz Fiorin
Nº de Páginas: 272
Formato: 16 x 23
  O aparecimento da argumentação, seu uso intensivo, sua codificação fazem parte da marcha civilizatória. Ao abdicar do uso da força para empregar a persuasão, o homem se torna efetivamente humano.
Todo discurso tem uma dimensão argumentativa. Alguns de forma explícita, como discursos políticos ou publicitários, enquanto outros não se apresentam como tal, como textos romanescos, didáticos ou líricos. Porém, todos são argumentativos. Apesar disso, faltavam estudos relevantes – e claros – sobre argumentação do ponto de vista discursivo.
Com exemplos garimpados em textos literários e da mídia impressa, José Luiz Fiorin discute aqui as bases da argumentação e expõe as principais organizações discursivas utilizadas na persuasão, isto é, os principais tipos de argumentos.
Uma obra fundamental.





Editora Contexto

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Correspondência de Carlos Drummond de Andrade & Alceu Amoroso Lima

Drummond & Alceu

Correspondência de Carlos Drummond de Andrade 

& Alceu Amoroso Lima

organizada por Leandro Garcia Rodrigues

278 páginas

 

Um bom ano começa com bons livros .


Chegou às livrarias e está disponível também no site da Editora UFMG a obra Drummond & Alceu – Correspondência de Carlos Drummond de Andrade & Alceu Amoroso Lima, organizada por Leandro Garcia Rodrigues, professor da PUC-Rio e do Cefet-RJ.

Mantida por cinco décadas, a correspondência entre o poeta mineiro e o pensador católico que usava o pseudônimo Tristão de Athayde revela uma amizade curiosa, construída a despeito das divergências existentes entre os interlocutores. As cartas contêm diálogos instigantes acerca de questões estéticas, políticas e religiosas que, embora se inscrevam em experiências de vidas privadas, são decisivas para a compreensão da modernidade literária e cultural brasileira.

Carta de Alceu Amoroso Lima a Carlos Drummond de Andrade, em 1 de fevereiro de 1929.
 

O autor explica que as 132 cartas de Alceu e Drummond reunidas na obra foram trocadas entre os anos de 1929 e 1982, solidificando uma amizade de décadas. “Os principais temas tratados são crises de fé, crises existenciais, dúvidas em relação à vida, lançamento de livros, a produção intelectual de cada um e a forte amizade que os unia. São cartas importantes, pois trazem um novo olhar sobre o modernismo brasileiro, especialmente sobre a biografia de cada um dos correspondentes, já que ambos ‘se revelaram’ aos extremos ao longo dessas cartas”, completa.


O AUTOR
Leandro Garcia é crítico literário e autor de cinco livros sobre a obra de Alceu Amoroso Lima, da qual é especialista. Além disso, tem pós-doutorado em estudos literários pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro e é professor titular de literatura brasileira na Universidade Católica de Petrópolis.

Criou o Blog - http://cartaseliteratura.blogspot.com.br/

Onde, segundo ele foi criado para ser " inteiramente dedicado a debates e estudos sobre Epistolografia, isto é, a ciência literária que pesquisa cartas e correspondência nas suas mais diversas manifestações e performances. Nos últimos anos, temos percebido uma enorme quantidade de publicações e pesquisas envolvendo a Epistolografia, quase nos forçando a pensar numa nova área dentro dos Estudos Literários: a Crítica Epistolográfica. Nomes ou categorias à parte, a verdade é que os estudos sobre correspondências vêm ganhando forte e decisivo fôlego no mundo acadêmico brasileiro, despertando grande interesse de pesquisadores e curiosos em geral. Já é uma verdade há muito defendida que, na correspondência pessoal, remetente e destinatário se constroem mutuamente.  Há uma verdadeira e intrigante “mise en scène” na qual cada um elabora o que deve e pode ser mostrado ao outro do discurso epistolar, existe todo um código que ajuda na construção deste tipo de comunicação, cujos elementos vão sendo criados e estabelecidos ao sabor do tempo, da tensão das opiniões trocadas, da amizade que se estabelece de forma sincera, dos anseios e angústias trocados nas diversas cartas idas e vindas, enfim, na construção de saberes neste sintomático laboratório de ideologias e estilos que é a epistolografia.  Este é o objetivo principal objetivo deste blog: trocar ideias e informações sobre o mundo das cartas, dos remetentes e dos destinatários. "
LANÇAMENTO DA
 


sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Confraria de Autores lança livro “Antologia Novos Talentos da Literatura”



AS NOVIDADES COMEÇAM A SURGIR.

A coletânea “Antologia Novos Talentos da Literatura - Poesia, contos e crônicas”, da editora Mar de Letras, do selo Confraria de Autores, surgiu após concurso que visava apresentar novos autores ao público. Ao longo de 2014, o número de textos inscritos passou de 300, dos quais se classificaram 29 autores de várias regiões do país. O lançamento nacional será no próximo dia 13 de janeiro no site da editora e na Livraria Prefácio, em Botafogo, no Rio de Janeiro.

De acordo com o organizador do concurso, Delmo Fonseca, essa coletânea é resultado de uma seletiva de âmbito nacional em que esses poetas deixam para trás o anonimato e se lançam nos braços de exigentes leitores. “Estamos muito felizes por mostrar esses talentosos escritores. Conseguimos atingir regiões, culturas e contextos distintos, mostrando as faces do Brasil”.

Delmo explica que a antologia não reúne apenas escritores, mas realidades que antes eram sonhos. “Por esse motivo, cada autor poderá indicar uma biblioteca pública para onde seguirá um exemplar da antologia”.

O exemplar, que custa R$ 30,00, estará disponível no site www.livrariamardeletras.com.br. 

Serviço:
Endereço: Livraria Prefácio - Rua Voluntários da Pátria, 39 - Botafogo, Rio de Janeiro – RJ.
Telefone: (21) 2527-8843


breve comentaremos a edição ! (EC)

sábado, 29 de novembro de 2014

FIlme sobre lendária loja de heavy metal paulistana é lançado em dezembro




.


Além de exibições gratuitas no cinema em Santos e São Paulo, DVD será lançado contendo mais de quatro horas de material.

O documentário "Woodstock - Mais Que Uma Loja..." (https://www.facebook.com/docwoodstock?fref=ts), filme que conta a história da loja de rock paulistana Woodstock Discos, sai no dia 06 de dezembro em DVD e nas telonas.
O filme produzido pela BDT Filmes (https://www.facebook.com/BDTFilmes?fref=ts), com direção do jornalista Wladimyr Cruz, tem mais de duas horas de duração, com depoimentos de nomes conhecidos do cenário musical, como os irmãos Max e Iggor Cavalera, João Gordo (Ratos De Porão), Andreas Kisser (Sepultura), Gastão Moreira (KISS FM), Chris Skepis (Cock SParrer), Felipe Machado (Viper), Ricardo Mendonça (89 FM), Ricardo Batalha (Roadie Crew), André Pomba (Vudu/Dynamite), Marcos Kleine (Ultraje a Rigor) e muitos outros, todos frequentadores assíduos da loja que abriu suas portas em 1978 e pode ser considerada o marco zero do heavy metal no Brasil.
Em sua versão home-video, o filme vem acompanhado de mais duras horas de extras, num total de mais de quatro horas de material, documentando histórias e causos de toda uma geração que freqüentava a loja nos sábados dos anos 1980 e 1990, para assistir vídeos, trocar fotos e informações, comprar discos, e fomentar todo um cenário da música pesada no Brasil. Todo esse burburinho também atraiu para a loja nomes internacionais, e surgem no filme ainda histórias com bandas como Metallica, Venom e Ramones, por exemplo.

Além da versão em DVD, o filme terá exibições gratuítas de seu conteúdo na íntegra em salas de cinema este ano, sendo a primeira em Santos/SP, e a segunda no dia do lançamento oficial do video, em São Paulo/SP. Outras exibições nos cinemas ocorrerão em 2015, dentro de festivais e mostras, mas nessa ocasião, uma versão redux especial, com apenas uma hora e meia de duração.
O DVD estará a venda a partir do dia 10/12 em toda a rede varejista do segmento.
Confira abaixo o serviço das exibições do filme e do lançamento do DVD:

Premiére do filme "Woodstock - Mais Que Uma Loja" em Santos/SP
02/12 - 20:00
Cine Roxy 4 no Shopping Pátio Iporanga
(Av. Ana Costa, 465 - Gonzaga - Santos/SP)
Entrada franca.
Censura 16 anos.
Apoio: CinemAqui.com.br e Cine Roxy

Evento de lançamento do DVD em São Paulo/SP
06/12 - das 10:00 ás 16:00
Woodstock Discos - Rua Dr. Falcão, 155 (em frente ao metrô Anhangabau)
Evento de lançamento do DVD com venda em valor promocional de lançamento e venda exclusiva de bundles de lançamento contendo camiseta + DVD + button + adesivo.
Entrada franca.
Censura livre.

Exibição do filme em São Paulo/SP
06/12 - 1* sessão ás 17:00 e 2* sessão ás 20:00
Cine Matilha -  R. Rego Freitas, 542 - República
Entrada franca.
Censura 16 anos.
Apoio: Matilha Cultural

Foto: Divulgação / Rhadas Camponato

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Dois lançamentos em uma semana

5 de novembro - Quarta-feira, 18h30
Moviola Livraria e Bistrô
Rua das Laranjeiras, 280 - LJ B/C
Laranjeiras - Rio de Janeiro

 
 
    
 

7 de novembro - Sexta-feira, 19h
Livraria da Travessa
Rua Voluntários da Pátria, 97
Botafogo - Rio de Janeiro



 

Para que filosofia? 
Organização Celso Martins Azar Filho e Luis Antônio Cunha Ribeiro


5 de novembro - Quarta-feira
Uma compilação de extratos dos grandes clássicos da Filosofia Ocidental, em traduções originais cuidadosamente preparadas por profissionais especializados no ensino de filosofia. Cada tradução é acompanhada por comentários que analisam e contextualizam a obra e seu autor, oferecendo um verdadeiro guia de iniciação ao pensamento filosófico: valioso recurso que poderá auxiliar os professores em suas práticas pedagógicas.

 

Uns e outros
José Almino Alencar


7 de novembro - Sexta-feira
O livro reúne sete ensaios do sociólogo e escritor José Almino de Alencar sobre aspectos da vida e do pensamento de alguns dos mais importantes intelectuais da história política e cultural brasileira: Joaquim Nabuco, Rui Barbosa, Sílvio Romero, Oliveira Lima, Américo Jacobina Lacombe, Celso Furtado e Agostinho da Silva. Cada um ao seu modo e no contexto de sua época, todos eles se apresentam como personagens emblemáticos das histórias urdidas no processo de descoberta e “invenção” do Brasil.

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Se só me restasse uma hora de vida


Se só me restasse uma hora de vidade Roger Pol-Droit


Título Original: Si je navais plus qu une heure à vivre

Tradutor: Clóvis Marques

E
Páginas: 98

Formato: 16 x 23 cm


     Por certo, nesta derradeira hora eu não estaria postando essa recomendação. Mas nestes dias aziagos, com retrocessos sociais batendo em nossas portas, e nos fazendo pensar com o figado, um pouco muito de filosofia viria a calhar.  Arrisquem! Sempre... (E.C.)


  
UM LIVRO FILOSÓFICO E POÉTICO SOBRE O SENTIDO DA VIDA



Esse pensamento, tão urgente e profundo, surge em algum momento da vida de cada um de nós e coloca em perspectiva todas as nossas prioridades e problemas. Mas e se essa fosse mais do que uma simples suposição? E se tivéssemos, de fato, apenas mais uma hora? E se você também tivesse apenas um breve momento para fazer um balanço, lembrar-se, encontrar aquilo que mais importa? E se só restasse uma hora para esquecer as ilusões e, finalmente, viver?

Roger-Pol Droit propõe neste livro um exercício radical, decisivo, que vale todas as lições de filosofia e sabedoria. De forma brilhante, o autor nos faz mergulhar em nossa própria consciência, para que, ao fim, possamos descobrir o que é essencial para nós.



·     Mais de 100 mil exemplares vendidos em uma semana, na França.


VISITE http://rpdroit.com/


Roger-Pol Droit - Si je n'avais plus qu'une heure à vivre





LANÇAMENTO




quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Convite de lançamento | Parte da paisagem | Adriana Lisboa | Iluminuras

Adriana Lisboa, Livraria da Travessa e Iluminuras
convidam para o lançamento do livro
Parte da paisagem
Segunda-feira, 15 de setembro, às 19h00
Salão – Travessa Leblon
Livraria da Travessa - Shopping Leblon
Av. Afrânio de Mello Franco, 290 – loja 205A – 2o piso
Tel. 21.3138 9600

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

O caso Thomas Quick de Hannes Råstam

O caso Thomas Quick

de Hannes Råstam

Título Original:     Fallet Thomas Quick
Tradutor:     Jaime Bernardes

Gênero:     Reportagem
Páginas:     462
Formato:     16 x 23 cm

 

UM HOMEM CONDENADO POR OITO ASSASSINATOS QUE ELE NUNCA COMETEU.
Intrigado após entrevistar “o pior assassino em série” da Suécia, Råstam pesquisou com afinco o caso Thomas Quick. Leu cada uma das páginas de todas as investigações, analisou todos os interrogatórios e todas as histórias contadas por Sture Bergwall, o verdadeiro nome de Quick. Encontrou ambiguidades, furos, depoimentos estranhos e vereditos questionáveis e acabou descobrindo que o pior e mais inimaginável assassino em série de todos os tempos era, na verdade, uma fraude.
Neste livro, o autor descreve detalhadamente como Thomas Quick foi transformado em assassino em série e como os juízes puderam condená-lo por oito assassinatos que, na realidade, ele não cometeu. O caso Thomas Quick, lamentavelmente, não é ficção. É a história verdadeira de um estranho destino humano e de uma tragédia jurídica quase inacreditável.

ENTENDA O CASO

Nos anos 1990 ele confessou mais de 30 assassinatos, com direito a mutilações, estupros e canibalismo. As vítimas incluíam homens, mulheres e crianças, com perfis variados. Os crimes haviam sido cometidos em vários locais diferentes da Suécia e da Noruega.




Mas após ser condenado por oito dos crimes, Quick assumiu sua identidade verdadeira, Stüre Bergwall, e passou a negá-los.

Uma investigação realizada por um jornalista local questionando as condenações sem provas levou a novos julgamentos, com a absolvição por cinco deles.
Ele ainda espera a revisão das últimas três condenações, e poderá se ver livre após 21 anos confinado em uma clínica psiquiátrica forense de Säter, a 170 quilômetros de Estocolmo.
O caso vem ganhando as manchetes dos jornais suecos nos últimos meses. De "Hanibal Lecter sueco", como foi apelidado na época de suas confissões, Quick/Bergwall passou a ser descrito como "o serial killer que nunca o foi".
"Ele certamente será inocentado de todos os oito assassinatos (pelos quais foi condenado inicialmente)", disse à BBC Brasil, com convicção, o advogado Thomas Olsson, que assumiu a defesa de Bergwall após a retratação das confissões.


Para advogado, funcionários do hospital psiquiátrico de Säter induziram as confissões de Bergwall
Bergwall foi preso pela primeira vez em 1990, após roubar um banco fantasiado de Papai Noel, supostamente para conseguir dinheiro para comprar drogas. Ele já havia sido anteriormente acusado de molestar meninos e de tentar esfaquear um amante.
Segundo Olsson, ao ser levado à clínica psiquiátrica de Säter, em 1991, Bergwall "estava passando por uma crise existencial e tinha pensamentos suicidas".
"Na clínica, ele foi objeto de técnicas psiquiátricas extremamente experimentais baseadas principalmente na terapia de recuperação de memória por sugestão e também teve acesso a narcóticos controlados, principalmente benzodiazepínicos (tranquilizantes)", relata o advogado.
Segundo ele, "sob essas circunstâncias Bergwall foi levado a confissões com o objetivo de satisfazer o pessoal da clínica". "O resto foi como um moto-perpétuo", diz.
Bergwall confessou seu primeiro "assassinato" em 1992. A suposta vítima era Johan Asplund, um menino de 11 anos que havia desaparecido em novembro de 1980 no caminho para a escola. O caso de Asplund era um dos mais famosos mistérios criminais da Suécia.
Ele disse ter estuprado o garoto e o asfixiado acidentalmente, antes de desmembrar o corpo e escondê-lo para que ninguém o encontrasse. De fato, o corpo nunca foi encontrado, mesmo com as descrições dos locais feitas por Bergwall, mas ele foi condenado pelo crime em 2001.
Segundo seus defensores, tudo o que Bergwall buscava era atenção. Com a confissão do assassinato de Asplund e os holofotes da mídia local sobre si, ele passou a confessar seguidos assassinatos, com detalhes.

"O caso vem ganhando uma enorme repercussão na Suécia", comenta à BBC Brasil o repórter policial Eric Tagesson, que vem cobrindo o caso para o jornal Aftonbladet, o mais lido da Suécia.
"A história esteve em evidência por quase 20 anos, e sempre houve especulações sobre se ele era um mentiroso ou um serial killer", afirma.
Segundo o jornalista, "o problema é que ele foi condenado somente com base em suas confissões. Em nenhum dos casos havia qualquer prova técnica real", diz. "Agora, com as revisões dos processos, parece óbvio que o promotor Christer vad der Kwast e a polícia tinham o mesmo objetivo – conseguir condenações, custasse o que custasse."
O atual advogado de Bergwall também critica o papel do defensor público do réu à época das condenações, Claes Borgström, que ficou famoso posteriormente como o advogado das duas mulheres que acusam o fundador do WikiLeaks, Julian Assange, de estupro na Suécia.
"A razão pela qual ele foi condenado foi, pura e simplesmente, que o promotor omitiu informações que mostravam que ele não poderia ter cometido os assassinatos, que policiais e especialistas fizeram falsos testemunhos e que o advogado de defesa, Claes Borgström, tinha uma causa comum com o promotor. Em suma: a corte foi enganada", diz Olsson.
A BBC Brasil tentou entrar em contato com Borgström para que ele comentasse o caso, mas não obteve resposta. Em declarações recentes à Sveriges Radio, a rádio pública sueca, o defensor público disse ter sido vítima de calúnia e negou ter sido negligente no caso.
"Se você defende uma pessoa que confessa o crime, deve seguir essa linha, a não ser que se torne óbvio que essa confissão é incorreta. Eu fui cauteloso durante o julgamento em levantar algumas questões importantes para eliminar o risco de que algo não estava correto", disse.
"Quando Bergwall começou a retirar suas confissões, o quadro mudou. Mas isso não significa que eu tenha sido cúmplice da condenação de um inocente", afirmou.


O AUTOR
Hannes Råstam trabalhou, entre 1993 e 2011, como jornalista investigativo da STV, o canal público de televisão da Suécia, onde realizou muitos documentários sobre casos jurídicos, incluindo o de Thomas Quick. Ele recebeu vários prêmios pela sua atividade jornalística, entre eles o Grande Prêmio de Jornalismo, todos os anos, entre 1998 e 2005. Internacionalmente, recebeu o Prix Itália (2001), o Guldnymfen de Monte Carlo (2006) e o FIPA d’Or, da França (2006).

um lançamento