quinta-feira, 18 de agosto de 2011

evento - O patrimônio das cidades decifrado na CAIXA Cultural




O projeto ressalta a importância da discussão sobre as políticas e intervenções nos espaços urbanos





A CAIXA Cultural patrocina, de 22 a 30 de agosto, o projeto “Memória da Cidade”, que abre uma discussão sobre o futuro das cidades. O curso, que está com as inscrições esgotadas, já foi ministrado na CAIXA Cultural em São Paulo e segue para o Rio de Janeiro após esta passagem pela capital paranaense.



Rodrigo Silva, Carlos França e Joacir Navarro, professores da Universidade de São Paulo (USP) e especialistas em história urbana e patrimônio cultural, abordam o tema sob duas óticas: da história e das memórias. O desafio posto aos pesquisadores é transformar os patrimônios históricos e culturais, em “bens” efetivamente coletivos e geradores de desenvolvimento humano. “Memória da Cidade” passa por quatro momentos: relação história e memória; o universo da cidade, suas estruturas e funções; o patrimônio, desde sua criação à sua gestão; e a realidade local, em que os especialistas retratam os patrimônios de Curitiba.



A equipe, que trabalha com patrimônio desde 2003, já realizou e participou de mais de 70 projetos sobre o assunto, por quase todo o país. Uma das percepções neste período foi o desconhecimento sobre o que é o patrimônio histórico e cultural, tanto no poder público, gestor destes patrimônios, quanto na academia. “Há uma dificuldade muito grande em se entender como se faz a gestão e como se cuida do patrimônio, sem criar elefantes brancos na cidade”, esclarece Silva.



Em 2009 surgiu a ideia de transformar o projeto em um curso e em projetos paralelos. A primeira experiência aconteceu na CAIXA Cultural em São Paulo, em janeiro de 2010, e focou nos múltiplos espaços da cidade. “O Brasil é quase que absolutamente urbano e, grande parte do patrimônio está ligada a história das cidades e está implantado nelas. O patrimônio vai além das edificações e dos espaços urbanos, é uma criação social que comporta uma infinidade de conflitos e, originariamente, deve se transformar em vetor de desenvolvimento e inclusão social, um espaço múltiplo em que as pessoas estejam presentes”, completa o especialista.



O processo de formação do patrimônio passa por diversas esferas: identificação, reconhecimento formal (tombamento e registro de proteção, por exemplo) e reconhecimento social, não necessariamente nesta ordem. “O grande debate que envolve o tema é a preservação do interesse coletivo, cujo representante é o Estado. A discussão deve ser consciente e priorizar as necessidades sociais acima de tudo”, afirma Silva.



“O patrimônio não é um campo romântico, concentra uma série de conflitos e toca em questões fundamentais das sociedades urbanas, como a identidade, a representação, a memória, o acesso e o controle de poder. Neste curso, vamos trazer a discussão para um campo pragmático”, promete o especialista. “O curso deve ser um espaço de compartilhamento de informações, com diversas referências. Nós queremos criar um espaço de debate para que todos passem a olhar os problemas sob óticas diferentes”, completa.





Professores:

Rodrigo Silva – Bacharel, mestre e doutorando pela Universidade de São Paulo, especializado em patrimônio cultural e história urbana, pesquisador associado ao Museu Paulista da USP, o Museu do Ipiranga.

Carlos Eduardo França de Oliveira – Bacharel, mestre e doutorando pela Universidade de São Paulo, especializado em patrimônio e práticas culturais urbanas, pesquisador associado ao Museu Paulista da USP, o Museu do Ipiranga.

Joacir Navarro Borges – Doutor em história pela UFPR. Membro do CEDOPE – Centro de Documentação e Pesquisa dos Domínios Portugueses da UFPR.



Serviço:

Curso: Memória da Cidade – Patrimônio urbano e cultural

Local: CAIXA Cultural – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba (PR)

Data e hora: De 22 a 27 e 29 e 30 de agosto - de segunda a sexta, das 19h às 22h e sábado das 15h às 18h

Inscrições: Inscrições esgotadas

Bilheteria: (41) 2118-5111(de terça a sexta, das 12h às 19h, sábado e domingo, das 16h às 19h)

Vagas: 125 lugares

Lançamento - Quando ela se foi de Harlan Coben



Quando ela se foi
de Harlan Coben



Título Original Long Lost
Tradução Marcelo Mendes
Páginas 256



Um dos autores mais premiados e lidos no mundo, Harlan Coben traz uma nova história com o carismático Myron Bolitar em uma busca frenética por três continentes.

Dez anos atrás, Myron Bolitar e Terese Collins fugiram juntos para uma ilha. Durante três semanas, eles se entregaram um ao outro sem pensar no amanhã.

Depois disso, os dois se reencontraram apenas uma vez, quando Terese ajudou Myron a salvar seu filho e então foi embora, sem deixar vestígios. Agora, no meio da madrugada, ela telefona:“Venha para Paris.”

Terese pede a ajuda de Myron para localizar o ex-marido, Rick Collins, que telefonara depois de anos implorando que ela o encontrasse na capital francesa. Eles logo descobrem que Rick foi assassinado e que Terese é a principal suspeita.

Porém algo ainda mais atordoante é revelado: perto do corpo havia longos fios de cabelo louros e uma mancha de sangue que o exame de DNA revelou pertencer à filha do casal. Só que sua única filha morrera em um acidente de carro muitos anos antes.

Logo Myron se vê perseguido nas ruas de Paris e de Londres. As agências de segurança de quatro países parecem querer as mesmas informações de que ele precisa para desvendar a morte de Rick e o destino da filha que Terese pensava ter perdido para sempre.

Em uma busca desesperada, Harlan Coben cria um mundo de armadilhas imprevisíveis em que conflitos religiosos, política internacional e pesquisas genéticas se mesclam a amizade, perdão e a chance de um novo começo.



Em Quando ela se foi, Myron Bolitar cruza o Atlântico para ajudar Terese Collins a desvendar o assassinato do ex-marido e o destino da filha que ela achava estar morta. Não é a primeira vez que Myron deixa tudo para trás para ir ao socorro de alguém.

Apesar de trabalhar como agente de atletas e celebridades, frequentemente ele se vê atuando como detetive a pedido de um cliente ou amigo. E sempre encontra alguém disposto a cooperar em suas investigações. Pudera. É difícil resistir a seu jeito de bom moço e suas tiradas bem-humoradas.

Grande promessa do basquete universitário, Myron viu o sonho da carreira de atleta chegar ao fim depois de uma grave lesão no joelho. Então entrou para Harvard, onde se formou em direito e conheceu o milionário Windsor Horne Lockwood III.

Win se tornou um amigo para a vida toda. Depois da faculdade, entraram juntos para o FBI e mais tarde se tornaram sócios na MB Representações, a agência que Myron toca com o auxílio da grande amiga Esperanza Diaz.

Nesta primeira história com Myron Bolitar publicada pela Editora Arqueiro, você vai conhecer o personagem que rendeu diversos prêmios a Harlan Coben. Os outros títulos da série deste ex-atleta que se tornou um investigador sagaz e bom de briga sem perder o lado humano serão publicados em breve pela Editora Arqueiro.



O AUTOR
Harlan Coben é autor de Confie em mim, Não conte a ninguem, Desaparecido para sempre, Cilada (publicados pela Editora Arqueiro), A promessa (outra historia de Myron Bolitar), Não há segunda chance, O inocente e Silêncio na floresta (publicados pela Editora Arx).

Vencedor de diversos prIemios, é o único escritor a ter recebido a trinca de ases da literatura policial americana: o Anthony, o Shamus e o Edgar Allan Poe, todos por livros da serie de Myron Bolitar. Suas obras já foram traduzidas para 40 idiomas.

Aclamado na França, onde é conhecido como “o mestre das noites em claro”, seu livro Não conte a ninguem foi transformado em um premiado filme com o mesmo titulo estrelado por Kristin Scott Thomas e François Cluzet, disponível no Brasil em DVD.

Harlan nasceu em Newark, Nova Jersey. Depois de se formar em ciências politicas pelo Amherst College, trabalhou no setor de turismo. Hoje mora em Nova Jersey com os quatro filhos e a esposa, Anne Armstrong-Coben, que é pediatra.

SAIBA MAIS EM
www.harlancoben.com

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Twitter @harlancoben


UM LANÇAMENTO




Notícia - O novo Kit da palavra Cantada



kit para o Dia das Crianças

Kit composto por CD com músicas inéditas e novo DVD

vem acompanhado de 2 dedoches inspirados na dupla




O novo Kit da palavra Cantada

vai animar o Dia das Crianças,

colocando todo mundo para cantar e dançar

e brincar com o Paulo e a Sandra.



Este lançamento reúne os dedoches da dupla,

o novo DVD de clipes “Vem Dançar com a Gente”,

com 10 faixas, além de um CD

com 5 canções queridas pela criançada,

5 canções inéditas,

faixas instrumentais e versões karaokê.

O Kit da Palavra Cantada

será vendido com exclusividade

em toda rede de Livrarias Saraiva,

somente até o dia 15 de Outubro.


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Tem post novo no Blog do Le-Heitor.


Tem post novo no Blog do Le-Heitor.

Heitor foi à 1ª Feira Literária de São Bernardo do Campo e conta tudo. Ele conta também porque está triste com o clube de leitura: http://blogdoleheitor.sintaxe.com.br

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evento -Dia 23 – Aparecimento de Srila Prabhupada!


Dia 23 – Aparecimento de Srila Prabhupada!




Todas as glórias a Sua Divina Graça A.C. Bhaktivedanta Swami Prabhupada!

Fundador-Acharya da Sociedade Internacional para Consciência de Krishna



Eis a extraordinária pessoa que dedicou sua vida a ensinar o mundo sobre a consciência de Krishna, a mensagem de sabedoria espiritual mais nobre da Índia antiga.

Srila Prabhupada escreveu mais de quarenta volumes de tradução e comentários sobre tais clássicos como o Srimad Bhagavatam, o Caitanya Caritamrita e o Bhagavad-gita. Ele escreveu não unicamente como um erudito, mas como um praticante perfeito. Ele ensinou não apenas através de seus escritos, mas também por meio de seu exemplo de vida.

Ao longo de sua obra, a intenção de Srila Prabhupada foi transmitir o sentido natural das escrituras sem se desviar com interpretações especuladoras, propiciando-nos uma versão autêntica das conclusões védicas sobre tópicos tão importantes como o propósito da vida humana, a natureza da alma, a consciência e Deus.

Em 1965, representando uma nobre linhagem de mestres, que data desde milhares de anos, Srila Prabhupada navegou da Índia até Nova York, com a idade de 69 anos, para compartilhar a mensagem do Senhor Krishna. Trazia com ele nada mais que a roupa do corpo, uma caixa de livros e US$7 de troco. Nos anos que se seguiram, ele viajou e pregou em todo o mundo, abriu 108 templos e fundou a Sociedade Internacional para a Consciência de Krishna (ISKCON).

Apesar de não estar mais presente fisicamente no mundo, ele vive para sempre em seus livros, e nos corações daqueles cujas vidas ele tocou.



Não deixem de ler a biografia completa de Srila Prabhupada – “Srila Prabhupada Lilamrta”!


LEIA E OUÇA MAIS EM
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Lançamento - Eu sei o que você está pensando Think of a Number de John Verdon




Eu sei o que você está pensando
Think of a Number
de John Verdon

Páginas 352
Formato 16 x 23 cm




O LIVRO
Eu sei o que você está pensando propõe um enigma que parece insolúvel. Um homem recebe pelo correio uma carta provocadora que termina da seguinte forma: “Se alguém lhe dissesse para pensar em um número, sei em que número você pensaria. Não acredita? Vou provar. Pense em qualquer número de um a mil. Agora veja como conheço seus segredos.”

O destinatário, Mark Mellery, pensa no número 658 e, ao abrir um envelope que acompanha a mensagem, descobre que o autor da carta previu corretamente o número que ele acabara de escolher de modo aleatório. Como isso seria possível?

Desesperado com os bilhetes ameaçadores que se seguem à carta, Mark, um guru da autoajuda, procura um velho colega de faculdade, o brilhante detetive David Gurney, recentemente aposentado do Departamento de Polícia de Nova York.

Aos 47 anos, 25 deles dedicados a desvendar terríveis casos de homicídio, David acaba de se mudar com a esposa, Madeleine, para uma fazenda no interior do estado e tenta se adaptar a um novo estilo de vida. Mas sua mente, extremamente lógica, é fisgada pelo quebra-cabeça apresentado por Mark.

O “superdetetive”, apelido que ganhou da imprensa no auge da carreira, percebe que encontrou um vilão à sua altura quando as estranhas ameaças terminam em morte. Tudo leva a crer que o assassino, além de ser clarividente, cometeu um crime impossível, deixando pistas sem sentido e desaparecendo no meio do nada.

Consumido pelo desafio de encontrar uma resposta lógica para o caso, David aceita trabalhar como consultor na investigação, colocando em risco seu já debilitado casamento e até mesmo sua vida.

Considerado uma revelação, John Verdon criou em seu livro de estreia um personagem denso, cerebral, capaz de resolver crimes dignos de Hercule Poirot e Sherlock Holmes. Aclamado pelo público e pela crítica, Eu sei o que você está pensando foi vendido para 24 países.

A CRITICA

“De forma magistral,Verdon mantém seu protagonista sempre um passo à frente do leitor. E cria o tipo de mistério que faria Sherlock Holmes perder o sono.” - The New York Times


“Verdon controla o ritmo da narrativa, conta a história de um casamento profundo mas problemático, analisa o que significa ser consumido pelo trabalho mesmo que isso possa matá-lo e exige que o leitor use o cérebro para imaginar o que vem a seguir.” - Salon



Quando recebe uma carta desafiando-o a pensar em um número de um a mil e orientando-o a abrir um envelope que contém o número que ele escolheu, Mark Mellery fica apavorado. Como alguém poderia saber em que número ele pensaria? Quem seria o remetente misterioso que o conhecia tão profundamente?

Intrigado com o enigma e preocupado com o tom de ameaça da correspondência que passa a receber nas semanas seguintes, Mark decide recorrer a um amigo que não vê há anos, o famoso detetive de homicídios do Departamento de Polícia de Nova York David Gurney.

Depois de uma carreira de sucesso, em que desvendou importantes casos de assassinatos em série, David se aposentou e acaba de se mudar com a esposa para o interior do estado, na tentativa de salvar seu casamento e construir uma vida nova. Mas, com a curiosidade atiçada pelo mistério apresentado pelo amigo, o detetive se vê novamente às voltas com seu maior vício: a investigação.

Quando a situação foge ao controle, dando origem a uma onda de assassinatos brutais, David é contratado como consultor da promotoria. Com sua lógica perfeita e sua clareza cristalina, ele descarta uma hipótese após outra – hipnose, percepção extrassensorial – e faz deduções que deixam a polícia local espantada.

Mesmo assim, o detetive parece longe de vencer seu opositor, um criminoso sofisticado e doentio, que se comunica por meio de poemas e que, até onde se sabe, é capaz de ler a mente de suas vítimas.

Enquanto busca decifrar o enigma e estabelecer um padrão que possa ajudá-lo a deter o assassino, David tem que enfrentar seus próprios fantasmas, se reconciliar com o passado e se preparar para ficar cara a cara com seu adversário.

Uma obra-prima de suspense, o livro de estreia de John Verdon ganhou aplausos do público e da crítica não só por sua trama envolvente, mas pela imersão na vida de personagens que parecem de carne e osso e, principalmente, pela criação de um protagonista inesquecível.


Leia Trecho


O AUTOR
John Verdon ocupou vários cargos executivos em agências publicitárias de Manhattan, mas, como seu protagonista, transferiu-se com a esposa para a região rural no norte do estado de Nova York.




UM LANÇAMENTO

evento -Tiago Santana publica livro de fotos autorais


Tiago Santana publica livro de fotos autorais na coleção mais prestigiosa da fotografia mundial



LIVRO:

“Sertão” (Photo Poche Société)

Editora Actes Sud - França, 2011

Editor Robert Delpire

Texto Eduardo Manet

Formato 19 x 12,5 cm, 144 páginas, 71 imagens.






LANÇAMENTO do livro “Sertão” - Tiago Santana (Coleção Photo Poche)

Tiago Santana publica livro de fotos autorais na coleção mais prestigiosa da fotografia mundial

A emblemática coleção Photo Poche, criada e dirigida por Robert Delpire (editor do clássico Les Américans, de Robert Frank), tornou pública sua mais recente edição: “Sertão”, de Tiago Santana. Inserido na série Photo Poche Société, o livro traz 71 fotografias realizadas entre 1992 e 2006, com introdução do cubano Eduardo Manet, e sintetiza uma experiência visceral de um fotógrafo comprometido com sua região e sua gente.

O livro “Sertão” – Tiago Santana terá seu primeiro lançamento no Brasil, no Centro Cultural Banco do Nordeste–Fortaleza (rua Floriano Peixoto, 941 – Centro – fone: (85) 3464.3108), amanhã (quinta-feira, 18), às 19 horas, com uma palestra do Prof. Rubens Fernandes Jr., sobre a Internacionalização da Fotografia Brasileira. O evento tem apoio do Programa de Pós Graduação em Comunicação da Universidade Federal do Ceará e integra a programação dos Encontros de Agosto promovido pelo Fórum da Fotografia do Ceará.

Tiago Santana que dedicou-se a fotografar seu povo e seu território, agora ganha o reconhecimento da coleção mais prestigiosa da fotografia mundial. Seu trabalho tem consistência, maturidade e adquire importância não só pela extensiva e persistente presença na região, mas principalmente porque propõe uma nova eficiência para a fotografia documental.

O sonho de todo fotógrafo é ver seu trabalho registrado num livro, pois é ele quem vai garantir alguma longevidade para as imagens. No caso da publicação do ensaio Sertão na coleção Photo Poche Société, Tiago é duplamente reconhecido: além de ampliar a discussão de um tema de enorme importância para nossa cultura visual, tem a garantia de que sua distribuição terá ressonância em escala global. Tiago Santana é o segundo fotógrafo brasileiro, depois de Sebastião Salgado, a publicar nesta importante coleção.



O AUTOR:

Tiago Santana (1966) atua como fotógrafo desde 1989 desenvolvendo ensaios fotográficos pelo Brasil. Fundador da Editora Tempo d’Imagem (1994), editora especializada em livros de fotografia. É contemplado com a Bolsa Vitae de Arte, Fundação Vitae (São Paulo) em 1994 e com o Prêmio Marc Ferrez de Fotografia, Funarte (Rio de Janeiro), em 1995, com o trabalho Benditos, cujo livro foi publicado no ano 2000.




Em 2007 recebe o Prêmio Conrado Wessel de Ensaio Fotográfico (São Paulo), pelo ensaio O chão de Graciliano, editado em 2006, livro que recebe, em 2008, o Prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA). Em 2008 e 2009 foi o ganhador do prêmio O Melhor da Fotografia no Brasil como o melhor fotógrafo documentarista do país. Em 2010 recebe o Prêmio Porto Seguro Brasil de Fotografia.

Tiago tem seu trabalho publicado em jornais, revistas e livros no Brasil e no exterior, e participado de importantes acervos e coleções de fotografia.

LANÇAMENTO:

Data: 18 de agosto (quinta-feira)

Local: Centro Cultural Banco do Nordeste - Fortaleza

Rua Floriano Peixoto, 941 – Centro – fone: (85) 3464.3108

Horário: 19h - Palestra com o Prof. Rubens Fernandes Jr.

20h - Lançamento do livro




AGENDA - PROGRAMAÇÃO CINEMATECA | 19 a 25 DE AGOSTO 2011




Dia 19 e de 22 a 25, às 15h45, 18h e 20h
Exibição em parceria da Fundação Cultural de Curitiba/Cinemateca e o Itaú Cultural.
EX-ISTO (BR, 2010 – 86min – ficção – blu-ray). Direção de Cao Guimarães. Com João Miguel. Filme livremente inspirado na obra “Catatau”, de Paulo Leminski. Classificação 14 anos
Ingresso gratuito


Dias 20 e 21
Exibição em homenagem aos dez anos de morte do renomado geógrafo baiano Milton Santos. Parceria da Fundação Cultural de Curitiba/Cinemateca e do Curso de Geografia das Faculdades Integradas Espírita (FIES).
ENCONTRO COM MILTON SANTOS ou o mundo global visto do lado de cá (BR/2007, 89min – DVD – documentário). Direção de Silvio Tendler.
Discussão sobre o tema da globalização e seus efeitos nos países e cidades do planeta, a partir de uma entrevista feita com o geógrafo Milton Santos, em de janeiro de 2001.
Dia 20, 15h45 e 20h
Dia 21, 15h45, 18h e 20h
No dia 20, após a sessão das 15h45, haverá debate com a presença do cineasta Silvio Tendler.
Classificação livre
Ingresso gratuito




evento - Dia 22 de Agosto – Aparecimento de Sri Krishna


Dia 22 de Agosto – Aparecimento de Sri Krishna







Neste dia (pelo calendário lunar), Krishna adveio 5.238 anos atrás aqui no Planeta Terra!


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Notícia - Mercearia Bresser recebe nova geração de músicos curitibanos




A Mercearia Bresser do Batel recebeu na semana passada (dia 11) a cravista
Elizabeth Fadel e o bandolinista Daniel Migliavacca, após a última noite
do show Divertimento, que aconteceu na Capela Santa Maria Espaço Cultural.
Na foto, os ilustres clientes que fazem parte da nova geração de
instrumentistas do cenário musical curitibano. Na ocasião, eles foram
comemorar o lançamento do CD Divertimento, apresentado em dois concertos
na belíssima Capela.

evento -Debate e lançamento de livro sobre Diversidade Sexual em Belo Horizonte





Será no dia 23/8 o debate Diversidade Sexual e Homofobia no Brasil, com lançamento do livro de mesmo nome, organizado por Gustavo Venturi e Vilma Bokany e editado pela EFPA.

O debate será coordenado por Nilmário Miranda e terá a participação de Venturi, professor doutor do Departamento de Sociologia da USP e coordenador da pesquisa Diversidade Sexual e Homofobia no Brasil/ FPA, e Marco Aurélio Máximo Prado, professor Doutor da Pós Graduação da Psicologia da UFMG e Coordenador Núcleo de Direitos Humanos e Cidadania LGBT - NUH/ UFMG.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Notícia -Feira no campus e livrarias UFMG


Feira no campus e livrarias UFMG oferecem livros com descontos



De amanhã, 17, até quinta, 19 de agosto, a Editora UFMG promove a 4ª Feira Universitária do Livro da UFMG. O evento será realizado na Praça de Serviços do campus Pampulha, das 9 às 20h nos dois primeiros dias e das 9 às 18h no dia 19. Durante o evento, todos os títulos serão vendidos com 50% de desconto.

Estarão presentes algumas das mais importantes editoras universitárias do país: UFMG, UEPG, Fundação João Pinheiro, Oficina de Texto, Edufu, UFPR, Unesp, UFJF, Fiocruz, Instituto Piaget, Unifesp, Puc-Minas, UFRJ, UFSCarlos, Edusc e Imprensa Oficial do Estado de São Paulo.

Volta às aulas
As livrarias UFMG também oferecerão descontos especiais. De 8 a 31 de agosto acontece a Promoção Volta às Aulas em todas as unidades da rede, que inclui as cidades de Belo Horizonte, Montes Claros e Ouro Preto. Os descontos são a partir de 30% para livros de editoras universitárias e de no mínimo 5% em livros das demais editoras.

Livraria Campus Pampulha
Av. Antônio Carlos, 6.627
Funcionamento: de 2ª a 6ª feira, das 9 às 19 horas
(31) 3409-4561 | 3409-4642

Lançamento - O Medo é uma Masturbação Mental


O Medo é uma Masturbação Mental
Como se Livrar dele para Sempre
de Giulio Cesare Giacobbe



Formato: 14x21 cm
Paginas: 256

Ano Publicação: 2011


O LIVRO
O medo é um tigre que nos persegue por toda a vida. Mas é um tigre de papel, uma grande fantasia mental. Quase todos os nossos temores são imaginários. O Medo é uma Masturbação Mental, de Giulio Cesare Giacobbe, mostra como se livrar deles para sempre.

Com uma abordagem divertida e realista, Giacobbe apresenta os principais sintomas que a dinâmica do medo (de qualquer tipo) produz na mente humana. O autor explica como esse sentimento é consequência de um processo de falência do crescimento e do desenvolvimento da personalidade adulta e que, assim como todas as masturbações mentais, acaba bloqueando as ações das pessoas.

Segundo Giacobbe, as pessoas, diferentemente dos animais irracionais, têm o hábito de criar uma imagem delas mesmas e do mundo à sua volta que nem sempre está em sintonia com a realidade. E é exatamente essa imagem que gera o medo, o grande inimigo da sociedade. A conclusão, ainda segundo o autor, é que o que de fato assusta não é real.

É inegável que o uso de um psicoterapeuta pode ser de ajuda fundamental no caso de masturbações mentais graves e preocupantes. A leitura deste livro, no entanto, é recomendável para quem deseja compreender como o medo surge e se enraíza na mente. Vale tentar pôr em prática imediatamente simples sugestões. Este é, portanto, o manual oficial da psicoterapia evolutiva.

O AUTOR
Giulio Cesare Giacobbe é psicoterapeuta. Fez graduação em filosofia na Itália e mestrado em psicologia nos Estados Unidos. Leciona fundamentos da psicologia oriental na Universidade de Gênova. É autor de uma série de livros sobre psicologia e relação homem-mulher. Como se tornar linda, rica e perua é seu livro de estréia no Brasil.

leia O Medo é uma Masturbação Mental - Primeiro Capítulo - aqui



um lançamento






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Lançamento - Byron apaixonado




Byron apaixonado
de Edna O´Brien
Título Original: Byron in love


Tradutor: Mauro Gama

Páginas: 296


O LIVRO
Após o sucesso de críticas do romance Dezembros Selvagens, Edna O’Brien vai mais longe em Byron Apaixonado e traça um retrato do polêmico poeta inglês e de suas paixões. Um livro fantástico e único sobre um dos mais importantes artistas de todos os tempos.

Segundo O’Brien, a ideia desta biografia surgiu após ler um livro de memórias em que a autora dizia ser o poeta a pessoa mais extraordinária e terrível que conhecera. Ao analisar George Gordon Byron, conhecido por todos como Lorde Byron, Edna prova que a aptidão para a poesia é distinta e tem pouco a ver com a vida individual de seu criador.

O poeta sempre foi rebelde e adorava propagar notícias escandalosas. Em Byron Apaixonado, a autora mostra que esse comportamento foi fundamental para suas obras, sendo, talvez, a razão de seu estilo inigualável.

Este retrato intenso e detalhado segue as paixões do último Adônis europeu. Uma narrativa impiedosa sobre um poeta na condição de rebelde — imaginativo, sem-lei e provocantemente imortal.

O PERSONAGEM
George Gordon Byron, 6º Barão Byron (Londres, 22 de janeiro de 1788 — Missolonghi, 19 de abril de 1824), melhor conhecido como Lorde Byron, foi um destacado poeta britânico e uma das figuras mais influentes do Romantismo, célebre por suas obras-primas, como Peregrinação de Child Harold e Don Juan (o último permaneceu inacabado devido à sua morte iminente). Byron é considerado como um dos maiores poetas europeus, é muito lido até os dias de hoje.

A fama de Byron não se deve somente aos seus escritos, mas também a sua vida — amplamente considerada extravagante — que inclui numerosas amantes, dívidas, separações e alegações de incesto.

Encontrou a morte em Missolonghi, onde estava lutando ao lado dos gregos pela sua independência da opressão turca. Segundo consta, a causa da morte parece ter sido uremia, complicada por febre reumática. Sua filha, Ada Lovelace, colaborou com Charles Babbage para o engenho analítico, um passo importante na história dos computadores.

A AUTORA
Edna O"Brien
nasceu em 1932, no Condado de Clare, Irlanda. Em 1959, mudou-se para Londres. Começou a carreira como poeta, passando logo à ficção. Frequentemente criticada em seu próprio país — cinco de seus romances foram banidos da Irlanda por retratar a sexualidade da mulher —, a autora conquistou público internacional: o San Francisco Chronicle a descreveu como uma “valiosa herança dos grandes antepassados da literatura irlandesa”, enquanto o Le Figaro a comparou a Faulkner. Recebeu vários prêmios literários, entre eles, o Prêmio de Ficção do Writer"s Guild por Time and Tide. Escreveu, ainda, para a televisão, cinema e teatro. É autora, pela Bertrand Brasil, de Dezembro selvagens.




um lançamento







Lançamento -A conspiração do faraó




A conspiração do faraó
de Antonio Cabanas

Título Original: La conjura del faraón

Tradutor: Paulo Bentancur e Dênia Sad Silveira

Páginas: 630



O LIVRO
A Conspiração do Faraó convida os leitores a entrarem em uma narrativa histórica em que os personagens se juntam para criar uma trama a respeito do Antigo Egito. O livro detalha os costumes da vida cotidiana no país, descreve as lutas de poder que marcaram sua história, além de capturar a beleza de suas paisagens.

O protagonista é Nefermaat, criado na corte do faraó Ramsés III e que, sob a proteção da deusa Sekhmet, torna-se o melhor especialista em medicina da região. Com esse cenário, ele acaba, por acaso, tornando-se a principal testemunha na maior conspiração já sofrida por um faraó. Tais fatos, ocorridos há mais de três mil anos, talvez façam parte do primeiro golpe de estado da História.

Modelo de integridade em um mundo repleto de trapaças e de traições, Nefermaat torna-se, assim, um herói clássico de aventura, que deve enfrentar as dificuldades do amor, o risco de morte e o exílio. O livro apresenta a habilidade de Cabanas em descrever uma galeria de personagens que dá ao leitor a chance de imaginar o próprio Egito, uma civilização que atingiu níveis extraordinariamente desenvolvidos.

Mesclando ficção com dados históricos obtidos em papiros que fazem referência ao reinado de Ramsés III e à Conspiração do Harém — um dos episódios mais singulares ocorridos na história do Antigo Egito —, Antonio Cabanas confirma, em A Conspiração do Faraó, o talento que consagrou seu primeiro romance, O Ladrão de Tumbas, a um bestseller do gênero. Um livro muito bem-recebido por leitores e pela crítica.

O AUTOR
Antonio Cabanas nasceu em Las Palmas, Espanha. É comandante da companhia de aviação espanhola Iberia. Cabanas estudou egiptologia, idioma egípcio antigo e escrita hieroglífica. É membro da Associação Espanhola de Egiptologia desde 1990. Seus romances figuram no topo da lista dos mais vendidos da Espanha. O ladrão de tumbas é o seu primeiro livro publicado no Brasil.




um lançamento







evento - VEJA CURITIBA Comer & Beber chega às bancas

Edição será lançada no dia 25 de agosto, com evento de premiação para convidados no Espaço Torres

A revista VEJA CURITIBA Comer & Beber chega às bancas na segunda quinzena de agosto e premia com uma grande festa os destaques da gastronomia local.

Leia em
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evento - musica - Nova Música Brasileira


Intercenas Musicais chega a Curitiba com shows de Vendo 147, Karina Buhr e Banda Gentileza Iniciativa aposta na circulação de artistas para promover a diversidade musical

No dia 19 de agosto, Vendo 147 (BA), Karina Buhr (PE) e Banda Gentileza (PR) se apresentam no Espaço Cult, as 23h. Os shows fazem parte do Intercenas Musicais, iniciativa que realiza mini-turnês e eventos de pequeno e médio porte para circulação de artistas da nova música baiana e nacional.

O Intercenas Musicais aposta que o intercâmbio de artistas proporciona a ampliação da diversidade musical e o desenvolvimento de mercado, contribuindo para a profissionalização e fortalecimento das redes regionais de trabalho.

Sobre os artistas:
Karina Burh (foto)
Eleita a artista revelação de 2010 pela APCA (Associaçao Paulista dos Críticos de Arte), a cantora, compositora e percussionista Karina Buhr, lançou, em março de 2010 o “Eu Menti Pra Você”, seu disco de estréia em carreira solo, que foi muito bem recebido pela mídia especializada e pelo público. Veículos de todo o Brasil deram grande destaque ao CD como um importante lançamento do ano e a Karina como uma grande revelação da musica nacional, como compositora e cantora.
O show, vem sendo recebido com a mesma vibração do disco, com platéias sempre envolvidas e público crescente. Como reconhecimento do trabalho, vieram também o convite para integrar a programação do Rock in Rio 2011, além das indicações para importantes prêmios da musica brasileira como o VMB, da MTV e o Prêmio Música Digital. Karina também está entre os candidatos a melhores do ano no Guia da Folha de São Paulo, com o show de lançamento do seu disco no SESC Pompéia e também integrando os shows do lançamento da “Caixa Preta” de Itamar Assumpção.
Buhr Iniciou sua carreira musical em 1994, nos maracatus Piaba de Ouro e Estrela Brilhante, de Pernambuco. De lá pra cá foram inúmeros os grupos dos quais participou, entre eles as bandas Eddie, Bonsucesso Samba Clube, DJ Dolores, Véio Mangaba e suas Pastoras Endiabradas entre outros, além de trabalhos expressivos em dança e teatro.
Toda essa bagagem transparece agora em carreira solo com shows que impressionam pelo domínio de palco da cantora, pela sonoridade experimental e vigorosa, letras com formato muito particular e poesia marcante. Esse novo trabalho tem forte acento pop e uma banda poderosa, que conta com Bruno Buarque na bateria e bases eletrônicas, Guizado no trompete, Mau no baixo, Edgard Scandurra e Fernando Catatau nas guitarras.
Karina também assina as ilustrações do encarte do seu CD de estréia e das capas e encartes dos 3 Cds da banda Comadre Fulozinha, criada em 1997, que fez várias turnês brasileiras e se apresentou em diversos palcos da Europa, Canadá e EUA.
Ainda em 2010, Karina gravou os programas Altas Horas da rede Globo, Ensaio e Metrópolis da TV Cultura, teve musicas suas incluídas na mini série “Clandestinos” da Globo e “Descolados” da MTV, foi um dos três nomes escolhidos para representar o Brasil na Womex, importante feira mundial de música, realizada em outubro, em Copenhague, onde fez um show também bastante elogiado.
Nas palavras da jornalista Patrícia Palumbo: "Tem que ouvir agora mesmo Karina Buhr! Compositora talentosa, singular, de poesia tocante. Canta bonito, escreve letras únicas, tem uma sonoridade incrível, nova, original".
Radicada em São Paulo há 6 anos, fez parte da companhia Teatro Oficina, de José Celso Martinez Correa, como atriz, cantora, percussionista e compositora. Com o grupo participou de “Bacantes” e das cinco peças que compõem “Os Sertões”, em temporadas em São Paulo, na turnê brasileira 2007 (Salvador, Recife, Rio de Janeiro, Quixeramobim e Canudos), na gravação dos DVDs e na abertura da temporada 2005/2006 do teatro Volksbühne, em Berlim. Com o grupo ganhou o prêmio Shell São Paulo de Teatro 2002, na categoria melhor trilha sonora.
Tem participações em CDs da Mundo Livre s/a, Eddie, Erasto Vasconcelos, Antônio Nóbrega, Dj Dolores, nas coletâneas Reiginaldo Rossi, Baião de Viramundo, Pernambuco em Concerto, Music from Pernambuco, Música de Pernambuco, Revista Bexiga Oficina do Samba e + SOMA. Karina integrou a banda da cantora Iara Rennó com o show Macunaíma Ópera Tupi.


Banda Gentileza:
A versatilidade e a busca pelo novo e por novos horizontes sonoros sempre foram características definidoras do sexteto. Desde o primeiro show, em 2005, várias referências já dialogavam com tranquilidade, causando positiva inquietação em quem ouvia a Banda Gentileza pela primeira vez. Rótulos eram cada vez mais difíceis e, de certa forma, agora são excludentes e desnecessários. Com seis integrantes, que tocam ao todo 16 instrumentos, as influências se multiplicam e o Espírito Festeiro vai à forra. Passam por samba, música folclórica do leste europeu, música caipira, rock e valsa, com espantosa unidade. E não se assuste porque tudo faz ainda mais sentido quando surge a poesia certeira de Heitor Humberto, vocalista e principal compositor do grupo, talento cancioneiro dos mais impressionantes nos palcos nacionais.

Vendo 147:
A Vendo 147 é uma banda de música instrumental, nascida em Salvador/BA, que tem como principal (mas não único) diferencial o “clone drum” (bateria siamêsa, onde um mesmo bumbo tocado por duas pessoas, uma de frente para a outra, sincronizadas, como gêmeas, clones). A banda é formada por Glauco Neves e Dimmy “O Demolidor” Drummer, os “bateristas-clones”, Pedro Itan e Duardo Costa, nas guitarras, e Caio Parish, no baixo. O grupo iniciou, efetivamente, suas atividades em meados de 2009 e, em pouco tempo, conseguiu difundir seu som em quase todos os cantos do país, tendo participado dos principais festivais de música, como: Do Sol (RN), Aumenta que é Rock (PB), Campeonato Mineiro de Surfe (BH), Palco do Rock no carnaval (BA), Abril Pro Rock (PE), Maionese (AL), Virada Cultural (SP), Bananada (GO), Demo Sul (PR), Transborda (BH), Festival Instrumental do CCBN (PB e CE), Big Bands e Grito do Rock (BA), entre outros.
Serviço: O quê: Intercenas Musicais Curitiba Quem: Vendo 147 (BA), Karina Buhr (PE) e Banda Gentileza (PR) Onde: Espaço Cult - Rua Claudino dos Santos, 72, São Francisco Quando: 19/08 - 23h Ingressos: 10,00 antecipado / 15,00 na portaria Informações: www.maquinarioproducoes.com.br/intercenas

artigo - Santos e Serpentes


Excerto da obra Ciência da Autorrealização, de autoria de A.C. Bhaktivedanta Swami Prabhupada, cortesia BBT Brasil (www.bbt.org.br).


leia em
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evento - Danilo Miranda abre Programação de Cursos

Danilo Miranda, diretor do SESC SP, abre a Programação de Cursos do 2º Semestre da Escola São Paulo com palestra sobre o papel da cultura na sociedade e a recente discussão sobre economia criativa no Brasil

Danilo Miranda, Diretor Regional do SESC São Paulo, um dos mais ativos e importantes homens do meio cultural brasileiro, fará aula inaugural para alunos e professores da Escola São Paulo, marcando o início da Programação dos Cursos de Formação da Escola em Cinema, Fotografia, Design, Documentário, Arquitetura, Jornalismo de Moda, Gestão Cultural e Pesquisa de Tendências do 2º semestre de 2011.

Danilo irá abordar o papel da cultura na formação da sociedade, do indivíduo e do cidadão assim com a recente discussão no Brasil sobre Economia Criativa que ressalta a valorização do ativo criativo intangível como recurso econômico importante e fator de competitividade das empresas, das indústrias, das cidades e dos países. Danilo vai expor como a atividade cultural se insere neste contexto e de que forma o SESC e empresas como a Escola São Paulo, considerando seus diferentes portes e especificidades, desempenham papeis ativos no fortalecimento da sociedade, da cidadania e da economia.

O encontro, com duração prevista de 1h30, será na quarta-feira, às 20h00, dia 17 de agosto, na Sala São Paulo do hotel Quality Suites, na R. da Consolação, 3.555, nos Jardins.

A Escola São Paulo oferece uma extensa programação de cursos, palestras, workshops, em áreas como Cinema, Fotografia, Moda, Design, Arquitetura, Mídias, Artes Visuais e Gastronomia. Oferece também atividades culturais e educativas gratuitas. No 2º semestre de 2011, serão mais de 50 opções de programas.



segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Lançamento - The Beatles vs. The Rolling Stones




The Beatles vs. The Rolling Stones
de Jim DeRog
atis e Greg Kot



Tradutor: Cristina Yamagami
Páginas: 192
Formato: 24 x 28 cm


Aí então... Lançado pela Globo livros, The Beatles vs. The Rolling Stones é uma verdadeira enciclopédia que compara as duas bandas. O livro segue um estilo de diálogo.
Podemos dizer que são dois dos mais importantes jornalistas de música do mundo que enfrentam o debate mais acalorado da história do rock: Qual a melhor banda - os Beatles ou os Rolling Stones?

Mais de duas dezenas de temas do debate são abordados, a partir do Cavern e clubes Crawdaddy e um pau a pau de comparações de álbuns específicos (por exemplo, Exile, ou "Álbum White"?).

Os papéis dos integrantes nas faixas, , os produtores influentes, as influências musicais, e muito mais.

É o livro que se atreve a enfrentar temas sobre os quais os fãs têm regurgitado e vociferado durante anos. Ilustrado com fotografias incríveis, o livro também tem uma capa surpreendente.


O LIVRO
Há meio século, todo e qualquer jovem que começa a desbravar o mundo do rock'n'roll, cedo ou tarde, chega a um impasse: Beatles ou Rolling Stones? Inicialmente insuflada pelas estratégias de marketing dos próprios grupos, a disputa acerca da supremacia no reino do rock faz parte do imaginário de gerações e gerações, acendendo calorosos debates.


E se fosse possível tirar a paixão do caminho? E se fosse promovida uma discussão objetiva, técnica, isenta? Isso permitiria chegar a uma conclusão definitiva?


Com esse ponto de partida, o livro The Beatles vs. The Rolling Stones: a grande rivalidade do rock'n'roll põe as bandas lado a lado num detalhado exame comparativo de cada um dos aspectos que as transformaram em lendas. Numa divertida série de "batalhas", a obra põe em confronto os respectivos vocalistas, guitarristas, bateristas, baixistas, composições, discografias, caminhos criativos e até imagens públicas de Beatles e Stones. O livro é todo desenvolvido na forma de diálogos entre os autores Jim DeRogatis e Greg Kot.



Como não poderia deixar de ser, as divergências afloram como polêmica à medida que os autores mergulham nas minúcias do imaginário combate. Não se trata, porém, do embate entre um beatlemaníaco contra um stonemaníaco, mas, sim, do cruzamento de diferentes opiniões e julgamentos sobre as características de cada banda, com um sincero empenho apartidário por parte de cada autor.



Feito para entusiasmar (ou, às vezes, enfurecer) fãs de parte a parte, The Beatles vs. The Rolling Stones é sério candidato a item de colecionador, com sua riquíssima coleção de fotos e reproduções de capas de álbuns e cartazes de shows. Tudo isso acompanhado de muita informação extra.

O AUTORES

Greg Kot é crítico de rock desde 1990 no Chicago Tribune 's. Da suas opiniões também no Sound (soundopinions.org) na rádio pública e é o autor do Wilco: Learning How to Die e Ripped: A revolução da música digital.

Jim Derogatis é crítico de música pop no Chicago Sun-Times, e autor de vários livros sobre música e cultura, incluindo a Velvet Underground (Voyageur Press) e Let It Blurt: The Life and Times of Lester Bangs.








UM LANÇAMENTO


Lançamento - Atrás da estação ferroviária fica o mar




Atrás da estação ferroviária fica o mar
de
JUTTA RICHTER


No de Paginas:
96




Jutta Richter nasceu em 1955 em Burgsteinfurt, na Vestfália. e passou a infância e adolescência na região do Ruhr e na Vestfália.

Depois de uma temporada de um ano em Detroit, nos Estados Unidos, publicou o seu primeiro livro, ainda como estudante.
Sua sede de saber aliada a suavontade de escrever textos enxutos mas com profundidade para o publkico infanto-juvenil, estudou Teologia, Letras e Comunicação em Münster, Alemanha. Como curiosidade podemos dizer que ela vive desde 1978 como escritora independente no castelo de Westerwinkel na região de Münster e em Hamburgo.



Saiba mais em www.juttarichter.de

O LIVRO
Cosmo e Novênio vivem nas ruas. Eles não acham essa vida ruim, mas sonham com o mar. Para realizar esse sonho, precisam de dinheiro.

Cosmo conhece uma mulher que pode ajudar. Quando a mulher propõe dar o dinheiro em troca de algo precioso, Novênio e Cosmo aceitam negociar o que têm de mais valioso: o anjo da guarda de Novênio.

Feito o trato, Novênio e Cosmo partem imediatamente para a praia. Mas quando a saúde de Novênio se debilita, Cosmo percebe que precisa recuperar o anjo da guarda de Novênio. Ele conseguirá agir a tempo de salvar a vida do amigo?


A CRITICA
Richter tem um misterioso talento para iluminar a densidade das pequenas ações. Não seria exagero ler o livro como uma alegoria do bem e do mal no mundo pós-moderno. Publishers Weekly

Um livro para ser lido e guardado e, quando redescoberto na fase adulta, ser lembrado como o primeiro exercício de vislumbrar o universo de cada pequena coisa. Philadelphia Inquirer

A AUTORA
JUTTA RICHTER nasceu em Burgsteinfurt, Vestfália (Alemanha), em 1955. É considerada atualmente uma das mais importantes escritoras de literatura infantil e infantojuvenil da Europa. Já escreveu mais de vinte livros (romances, narrativas, peças radiofônicas, peças de teatro, canções, poemas), entre os quais O verão do lúcio que também será lançado pela Iluminuras. Recebeu diversos prêmios, inclusive o prestigiado Prêmio de Literatura Infantojuvenil (Deutschen Jugendliteraturpreis), além de uma bolsa da Fundação Herman Hesse pelo conjunto de sua obra.

Prêmios

2000 "Rattenfänger-Literaturpreis" para Der Hund mit dem Herzen oder Die gelben Geschichte vom Gegenteil
2000 "Luchs des Jahres" para Der Tag, als ich lernte morrer zähmen zu Spinnen
2001 "Internationaler UNESCO -Preis " Nomeação para Der Hund mit dem Herzen gelben
2001 Deutscher Jugendliteraturpreis para Der Tag, als ich die zu lernte Spinnen zähmen
2004 "Luchs" livro do mês de agosto para Hechtsommer
2004 "LesePeter" Septembre para Hechtsommer
2005 "Katholischer Kinder-und Jugendbuchpreis" para Hechtsommer
2006 Deutschlandfunk - "Die besten 7 Bücher für junge Leser" im novembro 2006 für Die Katze oder Wie ich habe die Ewigkeit verloren
2007 "Premio Andersen" (italiano da literatura infantil prêmio ) para Die Katze oder Wie ich habe die Ewigkeit verloren
2008 Mildred L. Batchelder Award para Die Katze oder Wie ich habe die Ewigkeit verloren

Bibliografia

Pipoca und Sternenbanner Diário. De um intercâmbio estudantil, 1975
Die Puppenmütter, 1980
Das Geraniengefängnis, 1980
Die Welt der Welt heilste. Ein Jahr im Leben der Familie Feuerstein, 1984
Gib mir einen Kuss, Frau Nuss! De 1984
Machen wir jetzt foi? Oder die seltsamen Abenteuer der gelben Kanalratte und des Meerschweinchens karierten, 1985
Himmel, Hölle, Fegefeuer. Versuch Befreiung einer, 1985
Das Tontilon, 1986
Und jeden Samstag baden. Geschichten von früher, 1987
Prinz Neumann oder Andere Kinder Heissen wie ihr Vater, 1987
Satemin Seidenfuß. Eine Liebesgeschichte, 1988
Annabella Klimperauge. Geschichten aus dem kinderzimmer. Carl Hanser Verlag , 1989
Annabelle rebelle la. La Joie de lire, 2004
Der Sommer schmeckt wie Himbeereis. Gedichte und für Reime Große und Kleine, 1990
Hexenwald und Zaubersocken, 1993
Der Hund mit dem Herzen oder Die gelben Geschichte vom Gegenteil, 1998
Le chien au coeur jaune. La Joie de lire, 2000
Il cuore cana-de-dal giallo la storia dei o Contrari. Beisler Edizione, 2003
Herr Oska und das Zirr, 1998
Es lebte ein Tipo auf den Bäumen, 1999
In der Nacht allerlängsten, 1999
Verlass Kirschenzeit mich nicht zur. Liebesgedichte, 2000
Der Tag, als ich lernte morrer zähmen zu Spinnen. Carl Hanser Verlag, 2000
Ce jour-là j'ai apprivoisé araignées les. La Joie de lire, 2002
Quando imparai ad addomesticare i Ragni. Salani, 2003
Hinter dem Bahnhof liegt das Meer. Carl Hanser Verlag, 2001
Derrière la gare, il y à la mer. La Joie de lire, 2003
Tutti i Sogni portano al mare. Beisler Edizione, 2004
Um einem Grossen Stillen Veja, 2003
Un soir, près d'un lac tranquille. La Joie de lire, 2004
Hechtsommer, Carl Hanser Verlag, 2004
L'été du brochet. La Joie de lire, 2006
O verão do pique. Edições Milkweed de 2006
Un'estate di quelle che non finiscono mai. Salani, 2006
Die Katze oder Wie ich habe die Ewigkeit verloren de 2006
Il gatto Venerdi. Beisler Edizione, 2006
O gato ou Como perdi a eternidade. Edições Milkweed de 2007
Sommer und Bär. Eine Liebesgeschichte de 2006
Todos os ich dir das Wünsch, 2007
Der Anfang von allem. Carl Hanser Verlag, 2008

Literatura

Bruno Blume: Erinnerungen um Kindheit verlorene eine. Einer Versuch Rezension umfassenden In:. Boletim Jugend und Literatur. Geesthacht, 32, H. 2, 2001, p. 21
Christoph Meckel: Plagiat oder nichts Lärm hum? Die Debatte hum Jutta Richter "Hinter dem Bahnhof liegt das Meer". Dokumentation Eine In:. Boletim Jugend und Literatur. Geesthacht, 33, H. 3, 2002. p. 7-9, 29-30.
Juliane Schier: Jutta Richter. Kinder-und Jugendbuchautorin. . Leben und Werke Dortmund: Univ. Hausarb. 1999.

UM LANÇAMENTO

Lançamento - O mesmo homem




O mesmo homem
de David Lebedoff


Título Original: The same man

Tradutor: Pedro Jorgensen

Páginas: 322



O LIVRO
David Lebedoff é o premiado autor de vários livros, entre os quais Cleaning Up, sobre o caso Exxon Valdez, e The Uncivil War: How a New Elite Is Destroying Our Democracy. É formado pela Universidade de Minnesota e pela Faculdade de Direito de Harvard. Mora em Minneapolis com a mulher e os três filhos. Saiba mais em http://Um chegou ao topo da escala social, o outro escolheu viver entre miseráveis. Um era uma celebridade aos 23 anos, o outro desconhecido até quase o dia em que morreu. Um era direitista e religioso, o outro socialista e ateu. Ainda assim, como revela David Lebedoff, no cerne de suas vidas e obras, Evelyn Waugh e George Orwell foram essencialmente O Mesmo Homem.

No livro, o autor prova que Orwell, conhecido por A Revolução dos Bichos e 1984, e Waugh, por Memórias de Brideshead, tiveram mais características em comum do que conflitantes. Ambos foram moralistas convictos e condenaram por toda a vida o relativismo moral. Também disseminaram suas convicções duras sobre certo e errado e o alto comprometimento com a liberdade individual em meio a todas as tradições britânicas.

Repleto de ideias fascinantes e de vívidas cenas desses dois homens admiráveis e de sua época turbulenta, O Mesmo Homem é um excelente livro, uma obra única de biografia literária que analisa não só a obra desses dois gênios mas também suas crenças e repúdio contra, segundo eles, uma minoria brutal que dominava o mundo.


O AUTOR David Lebedoff é o premiado autor de vários livros, entre os quais Cleaning Up, sobre o caso Exxon Valdez, e The Uncivil War: How a New Elite Is Destroying Our Democracy. É formado pela Universidade de Minnesota e pela Faculdade de Direito de Harvard. Mora em Minneapolis com a mulher e os três filhos. Saiba mais em http://www.davidlebedoff.com/

A CRÍTICA


um lançamento da



Lançamento - Pelo mundo todo de Julia Glass




Pelo mundo todo
de Julia Glass

Título Original: The Whole World Over

Tradutor: Jorge Ritter

Páginas: 644



Julia Glass alcançou notoriedade no meio literário ao vencer o National Book Award com um romance de estreia. Agora, em Pelo Mundo Todo, ela apresenta uma obra igualmente importante ao tratar, com sensibilidade, das frustrações e das alegrias da vida. Personagens que se encontram e se perdem, se casam e se separam, e fogem para, mais tarde, reencontrar-se. Uma celebração das escolhas pessoais que culminará num evento maior do que os dramas de cada um: o 11 de Setembro.

Greenie e Alan Duquette estão casados há dez anos, mas já faz um tempo que as coisas não andam bem. O pior é que o filho George, de quatro anos, apesar de pequeno, percebe o estresse constante do dia a dia. A origem dessa crise é a diferença profissional: enquanto ela é uma chef de sucesso, ele, ironicamente terapeuta de casais com problemas, está com o consultório cada vez mais vazio. Assim segue a vida até o dia em que Greenie recebe uma proposta irrecusável para ser chef da cozinha do governador do Novo México. O que fazer: aceitar o novo emprego e correr o risco de o casamento ruir para sempre ou recusar e tentar consertar de uma vez por todas sua vida?

Em torno da trama principal, Pelo Mundo Todo contém algumas histórias paralelas: a de Walter, dono de restaurante, gay e amigo de Greenie; a de Saga, uma mulher que, após um acidente, tem a memória afetada e precisa reaprender a lidar com o mundo; e a de Fenno, gay e dono de uma livraria, personagem também de Três Verões.

Durante a trama, sempre que o leitor começa a ter certeza do final e de suas consequências para os personagens, Julia Glass, com maestria, muda o rumo da história e apresenta ao leitor direções antes inimagináveis. Essa característica é particularmente admirável, pois a autora proporciona tal efeito com extrema técnica narrativa.




A AUTORA
Julia Glass
venceu o National Book Award (2002), um dos principais prêmios literários do mundo, com um feito inédito. Nunca um livro de estréia havia ganhado o prêmio. Foi contemplada em 2000 com uma bolsa de estudos para trabalhos de ficção e obteve vários prêmios por seus contos, incluindo três Nelson Algren Awards e o Tobias Wolff Award. Recebeu também o Pirate’s Alley Faulkner Society Medal por melhor novela, em 1999. Reside com a família na Cidade de Nova York, onde trabalha como jornalista freelance e editora.





um lançamento






Lançamento - Duas mulheres da Galileia



Duas mulheres da Galileia
de Mary Rourke



Título Original: Two women of Galilee

Tradutor: Ana Beatriz Manier

Páginas: 224


Mary Rourke, de jornalista de moda a estudante de teologia , foi inspirada pelos estudos bíblicos e o resultado é um romance envolvente e comovente . O livro nos conta uma historia totalmente fictícia, mas baseada no conhecimento da relação entre Maria, mãe de Jesus, e sua prima distante. Joanna Maria que surge na início e no final da vida de Jesus, mas é pouco considerada no meio, , o ramo da família tinha "ido mais" para o lado dos Romanos , participando da Corte de Herodes. Algo improvável, se você apenas guiar-se por "dados" dos relatos dos Evangelhos. A autora não tenta dar Joanna Maria qualquer forma histórica, nem em pensamento ou palavra, vai direto a uma história sobre um típico (embora não documentado) encontro entre Jesus e um dos incontáveis ​​curado por seu toque.



O LIVRO
Duas Mulheres da Galileia apresenta uma narrativa de suspense, romance e história ambientada na Galileia do século I, que transita entre o esplendor em decadência da corte de Herodes e o opulento palácio do governo de Pôncio Pilatos. Ao dar vida a Joana, seguidora de Jesus brevemente citada no Novo Testamento, Mary Rourke mostra uma nova perspectiva para a mulher mais reverenciada do mundo: Maria, mãe de Jesus.

Joana é esposa do procurador-chefe do tetrarca de Herodes e possui uma vida de luxo na Galileia. Após anos sofrendo de tuberculose, e depois de ter experimentado todos os tratamentos, ela tem certeza de que a única solução é o homem conhecido como Jesus. O problema: por ser uma mulher famosa na sociedade romana, dificilmente terá fácil acesso a Ele, pessoa respeitada apenas pelos judeus. Tudo muda, porém, no momento em que ela encontra Maria e descobre ser sua prima.

Duas Mulheres da Galileia tem como ponto central a redescoberta da fé de Joana – judia que há anos vive sob a influência do império romano –, encontrando a iluminação de sua alma na amizade com Maria e na conversão a seguidora de Jesus.

Mary Rourke narra diversos eventos históricos, como a crucificação, mas sua perspectiva baseia-se mais nas relações humanas do que na política e nas doutrinas.

A AUTORA
Mary Rourke é jornalista e autora de vários textos sobre religião e arte. É mestre em Teologia pela Yale Divinity School e em História da Arte pela Queens College. É autora de Amazing Grace in America. Duas Mulheres da Galileia é seu primeiro romance.

um lançamento



evento - Bienal de Curitiba


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evento -“Livros Raros” para comemorar




Para festejar a efeméride, a Divisão de Obras Raras da BN expõe até o dia 02/09 a mostra Livros Raros de Biblioteconomia: a memória científica da Biblioteca Nacional, com 25 obras de referência, do século XVI ao XX. Destaque para o livro Advis pour dresser une bibliotheque, do bibliotecário francês Gabriel Naudé. Publicado em 1627, o livro é o primeiro tratado escolar de administração de bibliotecas, que fundamenta práticas até hoje em vigor. Ainda como parte das comemorações do centenário da Biblioteconomia, a BN realiza a mostra Prata da Casa: diretores e funcionários da BN, com documentos manuscritos e material impresso e iconográfico. Dividida em duas etapas, a mostra homenageia, neste primeiro momento, diretores e funcionários do séc. XIX desde frei Jose Gregório Vieira até Teixeira de Melo.

evento - teatro - El Tititiritero de Banfield volta a Curitiba


El Tititiritero de Banfield volta a Curitiba para retrospectiva de 20 anos de trabalho no Teatro José Maria Santos

El Titiritero de Banfield é o nome como é mais conhecido o mestre da manipulação de bonecos, Sergio Mercurio. De 17 de agosto até 4 de setembro ele estará ocupando o palco do Teatro José Maria Santos, para apresentar uma retrospectiva dos seus trabalhos. Na temporada de três semanas estarão sendo apresesentados os espetáculos de bonecos voltados para o público jovem e adulto, que compõe a Trilogia El Titiritero de Banfield, o espetáculo Viejos, uma exposição com fotos e cartazes, e ainda a exibição do Filme da Rainha, longa metragem que Mercurio dirigiu sobre a artista de rua curitibana Efigênia Rolin.

Há cerca de 20 anos Sergio Mercurio viu um cartaz na rua que procurava jovens com espírito aventureiro, com alguma habilidade artística para fazer uma jornada à cavalo da Patagonia até o Alasca. Sergio se identificou de imediato com a proposta, uma vez que vinha de encontro com sua vontade de viajar pelo mundo. Ligou para o telefone e marcou um encontro com o organizador da jornada em um bar. Lá chegando, foi questionado de suas habilidades artísticas e disse:” ...eu toco um pouco de piano...”. Como respostas o organizador da viagem argumentou que isto não adiantava, pois não teriam como levar um piano e a ideia era que se apresentassem onde parassem, para levantar recursos para a expedição. “Você não faz mais nada?", indagou então o organizador. Foi quando Sergio tirou Bobi, seu principal personagem de uma bolsa, e começou a manipulá-lo perante os frequentadores do bar. O cara então concordou: “isso sim podemos usar!”

Deste encontro surgiram outros, com o grupo crescendo e discutindo como seria a viagem e como se apresentariam. Depois de muitas reuniões e ensaios foram para uma praça para sua primeira apresentação teste. Foi muito ruim! Ensaiaram mais, retornaram e a perfomance começou a ganhar corpo, com o público gostando e dando dinheiro após as apresentações.

Finalmente a data estipulada para o início da viagem se aproximava e o grupo começou a diminuir. Nos dias que antecediam o início da jornada, só restavam o organizador, Sérgio e mais um amigo. Saída marcada para dois dias em uma cidade na fronteira da Argentina e o amigo de Sergio desiste. O jovem Mercurio se dirige sozinho ao encontro do organizador da jornada. Lá chegando não o encontra. Pergunta por ele e dizem que foi sozinho, pois acreditava que ninguém viria. Sergio ficou atordoado e pensou em desistir de tudo, mas daí anteviu a cara dos amigos rindo dele quando retornasse da jornada que nem começou. Decidiu ir sozinho. Mudou o destino final: "vou até o México...." E foi!

Esta história, que durou doze anos, é relatada no terceiro espetáculo da trilogia De Banfield a Mexico. Nos demais espetáculos, Sergio conta de suas experiências e aventuras. Os personagens em cena, são compêndios de personagens que Mercurio conheceu realmente. Seus textos são extremamente inteligentes, cheios de humor e repletos de emoção. Suas técnicas de manipulação são as mais variadas e a identificação com a platéia é inevitável.

Nestes vinte anos, El Titiritero de Banfield se apresentou nos mais diversos espaços, desde minas de prata na Bolívia e asilos no Uruguai, até teatros na França e Espanha. Este ano, estará retornando à França e se apresentará pela primeira vez na Alemanha e na Bélgica.

A retrospectiva que se inicia no dia 17 de agosto, no Teatro José Maria Santos, contará além de apresentações em português, também com apresentações em francês e em espanhol em horários alternativos.

Nesta temporada Sergio estará apresentando todos os seus trabalhos com bonecos direcionados para jovens e adultos. O filme e a exposição complementarão a retrospectiva.



Serviço: Retrospectiva El Titiritero de Banfield – 20 anos

Local: Teatro José Maria Santos ( Rua Treze de Maio, 65)

Quartas: El Titiritero de Banfield – 20h

Quintas: Em Camino (francês) – 18h; e (português) – 20h

Sextas: De Banfield a Mexico (espanhol) 18h; e (português) – 20h

Sábados: Viejos – 20h

Domingos: Viejos – 19h

Ingressos : R$ 20,00 e R$ 10,00

Sábados e domingos: O Filme da Rainha (entrada franca) – 17h

Informações: 3222-7150

evento - teatro - Grupo Ronda leva “Socorro” à CAIXA Cultural






Espetáculo de dança contemporânea de grupo catarinense traz a improvisação como principal característica





A CAIXA Cultural apresenta, de 19 a 21 de agosto, “Socorro”, espetáculo de dança contemporânea do Ronda Grupo de Dança e Teatro, baseado na obra do austríaco Peter Handke, autor de “Gritos de Socorro” (Hilferufe). A montagem faz um intercâmbio da dança contemporânea com o Teatro de Formas Animadas, promovendo um encontro entre as linguagens. A concepção e direção da peça ficaram a cargo de Zilá Muniz, em colaboração com os intérpretes-criadores: Egon Seidler, Karina Degregório, Paula Bittencourt e Vicente Mahfuz.



Nesta montagem, o corpo está sempre no limiar da necessidade de ajuda, e o conflito surge como uma condição humana. A ambientação e o figurino remetem a um “conto de fadas”, por meio de elementos lúdicos e poéticos. Os atores trabalham, simultaneamente, com a dança, o texto e a manipulação dos bonecos, que possuem o tamanho natural de um ser humano. Compõe o cenário ainda, a trilha sonora, com músicas de Steve Reich, compositor americano do movimento minimalista, completando a obra, que trata da degeneração e da fragilidade das relações humanas, onde as sensações e o tempo se distanciam do real.



“Acreditamos que pesquisas, dessa natureza, que abordam o encontro entre diferentes linguagens artísticas, trazem, para o espectador, um olhar crítico a novas experiências estéticas”, afirma a diretora.



Após as apresentações, o Ronda Grupo promove um bate-papo com o público sobre o processo de criação e pesquisa do grupo. A conversa aborda os elementos da cena e os modos de composição e trabalho, para aproximar o público dos artistas e promover um melhor entendimento da obra.



Sobre o grupo:



O Ronda Grupo foi fundado em 1993, em Florianópolis (SC), por iniciativa de Diana Gilardengui e Diana Solari. Desde 2002, sob a direção de Zilá Muniz, vem desenvolvendo um trabalho de pesquisa e investigação em dança contemporânea, com a improvisação como principal elemento.



Ficha Técnica:



Direção/Concepção: Zilá Muniz

Intérpretes-criadores: Egon Seidler, Karina Degregório, Paula Bittencourt e Vicente Mahfuz

Consultoria em Formas Animadas: Valmor Níni Beltrame

Bonecos: Marcos Oliveira



Serviço: Dança: Socorro Local: CAIXA Cultural – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba (PR) Data: de 19 a 21 de agosto de 2011 Hora: sexta e sábado às 21h e domingo às 19h Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (meia – conforme legislação e correntista CAIXA) Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sexta, das 12h às 19h, sábado e domingo, das 16h às 19h) Classificação etária: Livre para todos os públicos Lotação máxima: 125 lugares (02 para cadeirantes) www.caixa.gov.br/caixacultural

evento - Exposição fotográfica de Marcelo Brodsky é documento sobre ditadura militar





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A exposição "Buena Memoria", do fotógrafo argentino Marcelo Brodsky, será apresentada no Centro Cultural Banco do Nordeste-Fortaleza (rua Floriano Peixoto, 941 - Centro - fone: (85) 3464.3108). A abertura da mostra acontecerá na próxima terça-feira, 16, às 18 horas, ficando em cartaz até 18 de setembro, com entrada franca (horários de visitação: terça-feira a sábado, de 10h às 20h; e aos domingos, de 12h às 18h).



Um lugar de ausência? (texto de Diógenes Moura)

O fotógrafo argentino Marcelo Brodsky construiu um ensaio fotográfico a partir de ausências tão próximas quanto ele mesmo, o desaparecimento do seu irmão Fernando, do seu amigo Martín, dos amigos dos seus amigos, dos que ele já tinha ouvido falar, dos que ele nunca ouviu falar e mesmo não conhecendo eram tão próximos de uma mesma dor, de uma fenda que se abriu na vida e nas famílias de cada um dos desaparecidos, dessa amargura de um adeus nunca revelado: "Buena Memoria" é um documento sobre a ditadura militar na Argentina e em todas as outras partes do mundo onde o sistema político atiçou (e ainda atiça) as suas garras.

Com fotografias de família e retratos dos colegas de turma do Colégio Nacional de Buenos Aires, o artista reescreveu uma identidade perdida a partir das imagens dos que estão vivos, para localizaar em algum lugar do passado, a sua própria história e, nesse caso, tratar sobre uma memória universal que não se perdeu e é definitiva para o hoje mundo "democrático" entender que não poderemos seguir adiante sem que todos esses nomes sejam repetidos, repetidos e repetidos como verdadeiramente o são no corpo vivo de "Buena Memoria". Assim, teremos o retrato de um tempo. É esse tempo que Brodsky perpetua acompanhado pelas suas próprias palavras e pelas palavras de amigos que sabem o que significam até hoje aqueles anos de assassinatos, desaparecimentos, silêncio, mudez e morte anunciada.

Trata-se também de uma exposição sobre a literatura dessa ausência. Sobre a forma verídica de um acontecimento. Chega ao Centro Cultural Banco do Nordeste-Fortaleza num momento importante, o bicentenário das lutas de resistência na América Latina. "Buena Memoria" é, portanto, um livro aberto que poderá mudar a cada instante: Claudio, Martín, Fernando e todos os outros nomes desaparecidos vistos simbolicamente pelos alunos de hoje nas imagens da série Ponte da Memória. Refletidos nos rostos deles, os outros, nos mesmos, os que aqui ficamos para não esquecer, para nunca esquecer que o terrorismo foi assim: apagou de sua frente nomes e sobrenomes sem se importar com o trauma que apenas encontra sinônimo nos horrores da guerra.

"Buena Memoria" reconstrói Marcelo Brodsky para si mesmo. Traz de volta (sim, sabemos que isso não é possível) o seu amigo Martín quando os dois queriam ser fotógrafos. Traz de volta seu irmão Fernando, numa foto feita por Sara, a mãe dos dois. Uma única fotografia do filho que não voltou, sentado num teatro vazio. Apenas (e tudo) isso. Não será jamais uma fotografia muda. Traz para diante de nós o retrato 3 x 4 de Claudio onde ele olha e pensa que os "fins justificam os meios", e traz ele mesmo, Brodsky, num navio, ao lado de seu irmão sobre as águas marrons do rio da Prata ("permanecemos em um lugar desconhecido") onde os corpos eram atirados e onde hoje, em Buenos Aires, está instalado o Parque da Memória. É lá, naquele espaço onde a emoção perde o nome, que justamente estão inscritos os nomes de quase todos os desaparecidos. Ao trazer para os nossos olhos a própria história de Marcelo Brodsky irmanada à história de muitas outras famílias, "Buena Memoria" cruza o espaço da vida com o que a vida, a palavra, a memória e a fotografia têm de mais extraordinário: ir do ontem ao muito além.