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terça-feira, 5 de novembro de 2013

Namíbia, não! Texto teatral em um ato




Namíbia, não! 

Texto teatral em um ato

de Aldri Anunciação
Ano: 2012
Área: Literatura portuguesa

Edição:

Nº de Páginas: 159
Dimensões: 11 x 18 cm
Acabamento: Brochura
Peso: 220 g
Idioma: Português

Esta obra reúne texto, imagens de apresentações e fotos dos atores da peça Namíbia, não!, que marca a estreia de Aldri Anunciação como dramaturgo. Este texto logo se destaca por ser de ficção futurística, gênero não muito presente nos palcos, atraindo a atenção dos leitores e espectadores. Com bom humor e senso crítico, aborda a segregação racial: dois primos são surpreendidos por uma medida que determina que os cidadãos brasileiros com traços que indiquem ascendência africana devem ser capturados e devolvidos aos seus países de origem.

Aldri Anunciação conquista o Prêmio Jabuti de Literatura 2013, categoria Juvenil, pelo livro Namíbia,não!

Aldri Anunciação, com o seu livro Namibia Não!, é o vencedor do Prêmio Jabuti de Literatura 2013,categoria Juvenil. O resultado da 55ª Edição do Prêmio Jabuti foi divulgado hoje (17/10) e a cerimônia de entrega será realizada em São Paulo, dia 13 de novembro de 2013.

O Prêmio Jabuti de Literatura, um dos mais tradicionais da literatura no Brasil, contempla 27 categorias que vão de tradução e design gráfico de livros a temáticas específicas. Ao todo, foram avaliadas mais de 2 mil obras publicadas em 2012. No caso de Aldri Anunciação, a indicação (e agora premiação) foi para a categoria Literatura Juvenil, que considera o conteúdo da obra. Os critérios de avaliação na categoria em questão são: 1) construção de personagem e trama 2) ajuste para a idade a que se destina e 3) originalidade da ideia.

O livro foi oficialmente lançado na Bahia em março de 2012, após ganhar o Prêmio Braskem de Teatro 2011 de Melhor Texto. A obra foi adaptada para os palcos e contou com a direção de Lázaro Ramos, em estreia movimentada, em março de 2011, na Sala do Coro do Teatro Castro Alves, na Bahia. Vale lembrar que em dezembro de 2012, através de votação popular, o Portal R7 considerou este o Melhor Texto de Teatro do ano também.

Os melaninas acentuadas estão arrebentando! Desde a primeira lista dos indicados ao Prêmio Jabuti, Namíbia, Não! - o livro - foi simplesmente o mais votado. Para o resultado final todos os pontos foram zerados e os 10 indicados passaram por nova votação, na qual Namíbia, Não! e Aldri Anunciação sairam vencedores.

Em novembro deste ano será publicada a versão em alemão pela editora FischerTheater Verlag, com tradução do renomado pesquisador e brasilianista Henry Thorau (tradutor responsável, do português para o alemão, pelas obras de Nelson Rodrigues)


 LANÇAMENTO

sábado, 19 de outubro de 2013

Namíbia, não!, obra publicada pela Edufba, vence o Prêmio Jabuti



         É com grande satisfação que a Editora da Universidade Federal da Bahia (Edufba) anuncia que o livro Namíbia, não!, autoria de Aldri Anunciação, levou o Prêmio Jabuti na categoria Juvenil. O resultado foi anunciado ontem, quinta-feira, em São Paulo, onde foi realizada uma apuração aberta ao público.
         Publicada em 2012, a obra aborda a segregação racial através de uma história fictícia onde dois primos são surpreendidos por uma medida governamental que determina que os cidadãos brasileiros, com traços que indiquem ascendência africana, devem ser capturados e devolvidos aos seus países de origem. O livro é baseado na peça Namíbia, não!, na qual o autor estreou como dramaturgo, reunindo texto, imagens de apresentações e fotos dos atores.
Os segundo e terceiro lugares ficaram com as obras Os anjos contam histórias (Editora Melhoramentos), de Luiz Antonio Aguiar, e Ouro dentro da cabeça (Autêntica Editora), autoria de Maria Valeria Rezende. Confira todos os ganhadores do 55º Prêmio Jabuti acessando http://www.premiojabuti.com.br/resultado-vencedores-2013.

Papirus Editora conquista mais um Prêmio Jabuti


Metodologia do ensino de filosofia: Uma didática para o ensino médio, de Sílvio Gallo, recebeu a medalha de bronze entre os livros de educação no Jabuti

A Papirus Editora acaba de ganhar mais Prêmio Jabuti, considerado o mais importante da literatura brasileira. O livro premiado foi Metodologia do ensino de filosofia: Uma didática para o ensino médio, de Silvio Gallo. A obra concorria na categoria Educação e levou o terceiro lugar. O anúncio dos vencedores foi feito no último dia 17 de outubro, na Câmara Brasileira do Livro, em São Paulo.
Sobre o livro:
Em abril de 2012, o governo da França catalogou os arquivos do filósofo Michel Foucault como “tesouro nacional”. Para se ter uma ideia da importância, o quadro Mona Lisa, de Leonardo da Vinci, também é um dos tesouros franceses. O fato não só comprova a relevância dos estudos de Foucault, mas também da filosofia de forma geral. Já é mais do que sabido que a filosofia dá a oportunidade àqueles que a estudam a desenvolver um pensamento independente e crítico, a experimentar um pensar individual. Por isso estudar a filosofia no ensino médio, período em que geralmente é considerada a consolidação do aluno, de seus desejos e de sua personalidade, colabora de forma fundamental e significante neste sentido. No entanto, o filósofo Sílvio Gallo notou que o ensino da disciplina estava enfrentando muito problemas tanto por sua não obrigatoriedade no ensino médio quanto por não ter um currículo escolar específico para seu ensino e, principalmente, pela deficiência de formação de professores nesta área. E foi em busca de uma metodologia de ensino da filosofia que o autor decidiu reunir textos de anos de estudos da didática da filosofia no livro Metodologia do ensino de filosofia: uma didática para o ensino médio, da Papirus Editora.
“A convite da Papirus, reuni um conjunto de textos sobre ensino de filosofia, que venho produzindo desde 2000. Como estes textos estavam dispersos em diversos livros, coletâneas produzidas a partir de eventos sobre o tema, sua reunião aqui facilita o acesso dos leitores ao conjunto. Não quis, porém, simplesmente agrupar os textos, mantendo sua singularidade. Em parte, porque muita coisa ficaria repetitiva, em parte porque penso que o conjunto ficaria muito fragmentado. Optei então por procurar compor efetivamente um livro, reorganizando os textos, recortando-os, mudando partes de lugar e escrevendo partes novas, a fim de dar coerência às partes que foram rearticuladas”, conta Gallo.
O resultado disso foi a materialização de uma década de trabalho em torno da construção de uma didática filosófica de ensino da filosofia. Mas ele deixa claro que, embora a ideia de metodologia esteja evidenciada já no título do livro, o leitor perceberá ao longo das páginas que não se compreende o método, aqui, como algo estanque, como uma indicação fechada de um caminho. “Ao contrário, como na citação de Comte-Sponville que coloquei como epígrafe, nós só conhecemos os caminhos do pensamento depois que os trilhamos. Os caminhos de uma metodologia para o ensino de filosofia também são dessa natureza. Estão abertos e não há intenção de fechá-los, mas sim de convidar os professores para, com base nas questões aqui trabalhadas, abrir ainda outros caminhos”, ressalta ele.
“Este livro é um convite à ação do professor de filosofia na sala de aula. Não um mapa de que caminhos seguir, mas uma bússola que possa auxiliá-lo a construir seus próprios caminhos, sem se perder na imensidão do horizonte”, finaliza Gallo.
Sílvio Gallo nasceu em Campinas em 1963. É graduado em Filosofia pela PUC-Campinas (1986), mestre (1990) e doutor (1993) em Educação pela Unicamp e livre-docente (2009) em Filosofia da Educação também por essa instituição. Professor associado da Faculdade de Educação da Unicamp desde 1996, lecionou na Universidade Metodista de Piracicaba entre fevereiro de 1990 e fevereiro de 2005, onde exerceu ainda os cargos de chefe do Departamento de Filosofia (1995-1997), coordenador do curso de Filosofia (1997-1999 e 1999-2002) e diretor da Faculdade de Filosofia, História e Letras (1999-2002). Pesquisador do anarquismo e da pedagogia libertária, publicou dezenas de artigos como resultado de suas investigações nesse campo, além de quatro livros. Atualmente, desenvolve pesquisas na área de filosofia francesa contemporânea e suas interfaces com a educação, estudando autores como Deleuze e Foucault, além de dedicar-se a investigações concernentes ao ensino da filosofia. Sobre tais temas, publicou dezenas de artigos em periódicos brasileiros e estrangeiros e alguns livros.

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Prêmio Jabuti 2013: nVersos Editora é finalista com livro sobre travesti

nVersos Editora é finalista do Prêmio Jabuti 2013
Obra Luís Antônio – Gabriela concorre na categoria Melhor Projeto Gráfico

A nVersos Editora está entre as finalistas em uma das 27 categorias do Prêmio Jabuti 2013, tradicional prêmio literário do país. Escrito por Nelson Baskerville, o livro "Luís Antônio - Gabriela" foi classificado em quinto lugar na categoria Melhor Projeto Gráfico. A arte da obra é assinada por Bruno Romão, Erica Caneto, Julia Marçal e Julio César Batista.

O livro "Luís Antônio - Gabriela" é baseado na peça de teatro homônima, escrita por Baskerville, e que percorreu o Brasil em 2011. Ganhadora  do prêmio APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) e do Prêmio Shell de direção, a peça nada mais é do que um pedido de perdão do dramaturgo Nelson Baskerville ao irmão mais velho.

Luís Antônio nasceu em 1953, era homossexual e viveu em Santos com uma família conservadora até os 30 anos, quando se mudou para a Espanha. Durante três décadas, quase nada se soube dele. Só muito tempo depois que Maria, irmã de Nelson, resolveu procurar Luis Antônio. Encontrou-o já como Gabriela, em Bilbao, protagonizando shows em boates. Gabriela morreu em decorrências da Aids em 2006.

O projeto gráfico do livro reforça a inconstância e estranheza causadas pela vida de Luís Antônio-Gabriela. Cores fortes e contrastantes, aquarelas, fotografias, arte postal, papel Kraft, verniz e outros recursos complementam a excentricidade da biografia.

Ficha técnica
Luís Antônio - Gabriela
Editora: nVersos
ISBN: 978-85-64013-53-7
Páginas: 244
Formato: 16 x 23 cm
Preço: R$42


Sobre a nVersos Editora

Criada em 2011, em São Paulo, a nVersos Editora surgiu para explorar novos processos e segmentos de produção de conhecimento não alinhados ao mercado convencional, além de divulgar a pluralidade. Segundo seus fundadores Julio César Batista e Raimundo Araújo Gama, nessa sua proposta de atuar à luz de uma “literatura do desvio”, a empresa dirige seu foco tanto para os textos tradicionais como para os resultantes de distintas convergências. Ao contemplar este universo, a nVersos não apenas valoriza, mas também leva ao mercado uma linha editorial sem fronteiras e sem abordagens preestabelecidas. Graças a esse largo espectro de busca e identificação de autores com as mais diversas propostas, a editora reafirma, constantemente, sua disposição de participar da formação de um imaginário capaz de contribuir para a compreensão da complexidade do mundo contemporâneo a partir de diferentes análises e leituras.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

JABUTI - Iluminuras

clique paa ampliar

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Editora UFMG tem três obras indicadas na 1º fase do Jabuti 2012




Três obras da Editora UFMG são selecionadas na primeira fase do Prêmio Jabuti 2012. Literatura e Afrodescendência no Brasi, de Eduardo Assis Duarte e Maria Nazareth Soares Fonseca e Janelas indiscretas, de Eneida Maria de Souza, concorrem na categoria Teoria e Crítica Literária. O livro catálogo Minas Gerais, com criação de Gringo Cardia, foi indicado na categoria Projeto Gráfico.

Promovido pela Câmara Brasileira do Livro (CBL), o Jabuti é o mais tradicional prêmio do livro realizado no Brasil. A edição 2012 contempla 29 categorias em todas as áreas de produção do livro. Na segunda fase, que acontece no dia 18 de outubro, em São Paulo, serão indicados as três melhores obras em cada categoria.

Maisghnbv informações: http://www.premiojabuti.com.br

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Notícia - Editora Biruta tem três livros indicados ao Prêmio Jabuti


A Editora Biruta emplacou três títulos, em duas categorias, entre os finalistas ao Prêmio Jabuti deste ano.



O Casamento de Monalisa e o Aleijadinho, de Elias José, ilustrado por Taisa Borges, foi indicado na categoria “Ilustração de Livro Infantil e Juvenil”; A Espada Turca, de Luiz Antonio Aguiar, e Histórias Mal-Assombradas de Portugal e Espanha, de Adriano Messias, ilustrado por Alexandre Teles; na categoria “Livro Juvenil”.

Seguem abaixo informações sobre os livros, a ilustradora e os autores, e no anexo as imagens das capas.

O Casamento de Monalisa e o Aleijadinho, de Elias José, ilustrado por Taisa Borges.

Quando os irmãos Daniel e Aninha entraram no carro com os pais e a avó para visitar Congonhas, Ouro Preto, Mariana e outras antigas cidades mineiras, mal sabiam que iriam encontrar um outro Aleijadinho e aprender não só sobre história e arte brasileiras, mas sobre encontros e desencontros, amor, conflitos e negociação. Essa é a história de uma viagem que, como a vida, tem suas surpresas. Uma história que nos ensina como reagir a elas.

32 pp. / 20 X 26 cm /

Taisa Borges tem formação em artes plásticas e estilismo. Ilustrou para a Folha de São Paulo, Vogue, entre outros. É autora do livro de imagem O Rouxinol e o imperador, inspirado no conto de Andersen do mesmo nome, lançado em 2005, obra selecionada para o PNBE 2005 e para o PNLD SP/2006, merecedor do Prêmio de Melhor Livro de Imagens de 2005 pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ). Em 2006, publicou na mesma coleção João e Maria, inspirado em um conto dos irmãos Grimm, também selecionado para o PNBE 2006 e para o PNLD SP/2007. E pela Biruta ilustrou O florista e a gata.



A Espada Turca, de Luiz Antonio Aguiar

Este livro é uma aventura de mistérios e encantamentos. Romance do gênero Realismo Fantástico começa na antiga Esmirna, atual Turquia, há mais de cinco mil anos. Percorre guerras, história de reinos que se tornaram impérios, para depois serem destruídos. Países e povos que ainda hoje nos parecem existir somente nas lendas. Passa por descobertas arqueológicas, livros secretos e bibliotecas... até chegar ao presente, envolvendo uma garota, tomada de saudades do avô e tentando ainda descobrir seus caminhos na vida.

92 pp. / 16 X 23 /

Luiz Antonio Aguiar é autor de cerca de 90 títulos e ganhou diversos prêmios pelo mundo. O Jabuti em 1994, várias menções do Prêmio Altamente Recomendável da FNLIJ, Inscrito na lista de honra do IBBY (2007), o White Ravens (2008) e a maior biblioteca de literatura infantil e juvenil do mundo – Alemanha. Mestre em Literatura Brasileira pela PUC-RJ, colabora em jornais e ministra oficinas de leitura e criação literária por todo o país. Pela Editora Biruta já publicou Brincos de ouro e sentimentos pingentes e Meu amigo indiozinho.



Histórias Mal-Assombradas de Portugal e Espanha, de Adriano Messias, ilustrado por Alexandre Teles.

Livro da série Contos para não dormir, que conta para o jovem leitor muitas histórias mal-assombradas. Neste livro o personagem André faz uma visita ao sítio de suas três tias tricoteiras, e se envolve na investigação de um misterioso cômodo da casa, em que foi guardada uma máquina antiga de tear. Neste quarto o menino conversa com a “Velha de um Olho Só, a fiandeira de roca”. Paralela a essa história o menino ouve outras mal-assombradas, contadas pelas suas tias, pelo padre da cidade e pela empregada da casa.

192 pp. / 13,5 X 18 cm /

Adriano Messias é jornalista, bacharel em Letras, mestre em Comunicação Social e doutorando em Comunicação e Semiótica. A vontade de ser escritor veio aos doze anos de idade, quando passava horas criando histórias de aventuras, contos de assombração e poesia. Pela Editora Biruta publicou os livros da série Contos Pra não Dormir. O volume Histórias mal-assombradas em Volta do Fogão de Lenha foi selecionado para a Feira de Bolonha em 2005 e PNLD 2006.


*
um lançamento

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Dois títulos da premiada coleção Leituras Descoladas da Editora Biruta são indicados a finalistas ao Prêmio Jabuti

Brincos de ouro e sentimentos pingentes, de Luiz Antonio Aguiar e Meu pai não mora mais aqui, de Caio Riter foram indicados como finalistas ao Prêmio Jabuti de Melhor Livro Juvenil Dois títulos da Coleção Leituras Descoladas da Editora Biruta acabam de receber mais duas indicações a prêmios. Brincos de ouro e sentimentos pingentes, de Luiz Antonio Aguiar e Meu pai não mora mais aqui, de Caio Riter foram indicados como finalistas ao prêmio Jabuti de Melhor Livro Juvenil. Esses mesmos títulos já tinham recebido o prêmio Altamente Recomendável 2009 da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ). Além dos prêmios destes dois livros, todos os seis títulos desta coleção entraram para o Catálogo de Bolonha 2009, o mais importante catálogo de literatura infantil e juvenil do mundo. O projeto gráfico de Leituras Descoladas também foi premiado: A REX Design, autora do projeto, recebeu, por este trabalho, mais um prêmio internacional. A revista americana Communication Arts, que realiza anualmente uma das mais importantes seleções mundiais em design gráfico, premiou o projeto dentre inúmeras inscrições. O projeto premiado da coleção Leituras Descoladas será publicado no 2009 Design Annual 50, que sairá na edição de Nov./ Dez. da revista. Fazem parte da coleção Leituras Descoladas da Editora Biruta os seguintes títulos: Brincos de Ouro e Sentimentos Pingentes, de Luiz Antonio Aguiar; Meu pai não mora mais aqui, de Caio Riter; Baratinada, de Marilia Pirillo; O segredo do tempo, de Sandra Pina; A Última Guerra, de Luiz Bras (Nelson de Oliveira) e Tereza Yamashita; A Maldição do olhar, de Jorge Miguel Marinho. O projeto gráfico e as ilustrações desta coleção são de Gustavo Piqueira e Samia Jacintho, da REX Design. A Coleção Leituras Descoladas aposta na Literatura Juvenil como leitura da melhor qualidade, respeitando os jovens leitores com temas e linguagem que têm tudo a ver com o mundo deles, sempre tratados de forma sensível, bem humorada e com delicadeza, mas sem fazer concessões.

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Prêmio Jabuti 2008 já tem seus vencedores na 50ª edição







O Prêmio Jabuti já tem os vencedores das 20 categorias definidos desde a tarde desta terça-feira (23), quando foi realizada, na sede da Câmara Brasileira do Livro, a abertura dos envelopes e contagem votos dos 60 jurados – três para cada categoria. Na cerimônia de entrega das estatuetas, marcada para 31 de outubro, na Sala São Paulo, serão revelados os melhores Livros do Ano nas categorias Ficção e Não-Ficção, resultado de uma votação dos jurados e dos associados da CBL, Snel (Sindicato Nacional dos Editores de Livros), ANL (Associação Nacional de Livrarias) e ABDL (Associação Brasileira de Difusão do Livro).

Na edição de 50 anos do Prêmio, a comissão julgadora analisou 2.141 obras – 4% a mais que em 2007, quando participaram 2.052 publicações. A premiação total do Jabuti 2008 é de R$ 120 mil - o primeiro lugar de cada uma das 20 categorias recebe R$ 3 mil. Os autores dos melhores livros do ano de Ficção e Não-Ficção recebem R$ 30 mil cada um. Segundo e terceiros lugares recebem um troféu.

O curador do Prêmio Jabuti, José Luiz Goldfarb, destaca a multiplicidade de editores entre os finalistas. “O Jabuti nasceu com a missão de promover o mercado editorial no País e nada mais gratificante do que ver tantas editoras diferentes nas 20 categorias. Isso demonstra a diversidade do mercado e o fortalecimento do setor nesses 50 anos do Prêmio”.

Rosely Boschini, presidente da Câmara Brasileira do Livro, lembra que nesses 50 anos o Jabuti transformou-se num instrumento democrático para promoção do melhor da cena literária brasileira, divulgando grandes escritores e lançando aqueles que ainda não são conhecidos do público. “O Jabuti homenageia os diversos segmentos e todas as áreas de produção de um livro, desde a melhor capa, passando pela ilustração e projeto gráfico, até a melhor obra. Por isso, o Prêmio ganhou status de autêntico patrimônio cultural brasileiro, reconhecido por todos que têm no livro um objeto de paixão”.

História

O Jabuti foi criado em 1958 por Edgard Cavalheiro, então presidente da Câmara Brasileira do Livro (CBL), com o objetivo de prestigiar e difundir o trabalho de escritores, editores, livreiros, ilustradores e gráficos, nos moldes do que se fazia em vários países da Europa. O jabuti é um animal que se caracteriza pela paciência e tenacidade, por isso foi escolhido para simbolizar a atividade dos nossos profissionais do livro.

A primeira cerimônia de entrega do Prêmio Jabuti aconteceu no fim de 1959, no auditório da CBL, e Jorge Amado foi o vencedor, com o romance “Gabriela, Cravo e Canela”. Nesses 50 anos, o Jabuti recompensou autores como Carlos Drummond de Andrade, Ferreira Gullar, Celso Furtado, João Cabral de Melo Neto, Nélida Piñon, João Ubaldo Ribeiro, Ruy Castro, Milton Hatoum, Lygia Fagundes Telles, Cecília Meirelles, Otto Maria Carpeaux, Celso Lafer, Gilberto Freyre, Dalton Trevisan, Antonio Candido, Cassiano Ricardo, Milton Santos, Ruth Rocha, Haroldo de Campos, Raduan Nassar, Paulo Duarte, Charles Kiefer entre muitos outros.

A lista completa com os três primeiros lugares de cada categoria, com seus respectivos autores e editoras, também está disponível no endereço http://www.premiojabuti.com.br/BR/resultadofase2.php.

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

NOTÍCIAS DO JABUTI

ADRIANA LISBOA
É FINALISTA DO
50º PRÊMIO JABUTI
Nome de destaque da
literatura contemporânea,
a carioca Adriana Lisboa
está na disputa pelo melhor
romance do 50º Prêmio
Jabuti 2008 com o livro
Rakushisha – inspirado
nos diários de viagem do
poeta japonês Matsuo
Bashō. O resultado
da segunda e decisiva
fase, que elegerá os
três vencedores de cada
categoria, será divulgado
no dia 23 de setembro.

CAULOS NA DISPUTA
PELO JABUTI 2008
Recentemente selecionado
pela Fundação Nacional
do Livro Infantil e Juvenil
como título “Altamente
Recomendável”, O segredo
de Magritte, do artista
mineiro Caulos, é um
dos dez finalistas na
categoria de melhor
livro infantil do 50º
Prêmio Jabuti 2008.
O título é o segundo
da coleção Pintando
o Sete, assinada pelo
autor, que oferece à
criançada um pouco
da vida e da obra de
grandes pintores com
sensibilidade, diversão
e muitas cores.