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quinta-feira, 15 de novembro de 2012

A Questão da Corrupção - Pondo um ponto final no triste espetaculo de Otelo

Para o PT, o Supremo teria negado aos réus o amplo direito de defesa quando rejeitou o pedido para que o julgamento fosse feito em instâncias inferiores. O Partido declarou que considerou o julgamento um ato político.

 Leia o documento aprovado nesta quarta-feira durante reunião da Comissão Executiva Nacional do PT, em São Paulo
O PT E O JULGAMENTO DA AÇÃO PENAL 470

O PT, amparado no princípio da liberdade de expressão, critica e torna pública sua discordância da decisão do Supremo Tribunal Federal que, no julgamento da Ação Penal 470, condenou e imputou penas desproporcionais a alguns de seus filiados.

1. O STF não garantiu o amplo direito de defesa

O STF negou aos réus que não tinham direito ao foro especial a possibilidade de recorrer a instâncias inferiores da Justiça. Suprimiu-lhes, portanto, a plenitude do direito de defesa, que é um direito fundamental da cidadania internacionalmente consagrado.

A Constituição estabelece, no artigo 102, que apenas o presidente, o vice-presidente da República, os membros do Congresso Nacional, os próprios ministros do STF e o Procurador Geral da República podem ser processados e julgados exclusivamente pela Suprema Corte. E, também, nas infrações penais comuns e nos crimes de responsabilidade, os ministros de Estado, os comandantes das três Armas, os membros dos Tribunais superiores, do Tribunal de Contas da União e os chefes de missão diplomática em caráter permanente.

Foi por esta razão que o ex-ministro Marcio Thomaz Bastos, logo no início do julgamento, pediu o desmembramento do processo. O que foi negado pelo STF, muito embora tenha decidido em sentido contrário no caso do “mensalão do PSDB” de Minas Gerais.

Ou seja: dois pesos, duas medidas; situações idênticas tratadas desigualmente.

Vale lembrar, finalmente, que em quatro ocasiões recentes, o STF votou pelo desmembramento de processos, para que pessoas sem foro privilegiado fossem julgadas pela primeira instância – todas elas posteriores à decisão de julgar a Ação Penal 470 de uma só vez.

Por isso mesmo, o PT considera legítimo e coerente, do ponto de vista legal, que os réus agora condenados pelo STF recorram a todos os meios jurídicos para se defenderem.

2. O STF deu valor de prova a indícios

Parte do STF decidiu pelas condenações, mesmo não havendo provas no processo. O julgamento não foi isento, de acordo com os autos e à luz das provas. Ao contrário, foi influenciado por um discurso paralelo e desenvolveu-se de forma “pouco ortodoxa” (segundo as palavras de um ministro do STF). Houve flexibilização do uso de provas, transferência do ônus da prova aos réus, presunções, ilações, deduções, inferências e a transformação de indícios em provas.

À falta de elementos objetivos na denúncia, deducões, ilações e conjecturas preencheram as lacunas probatórias – fato grave sobretudo quando se trata de ação penal, que pode condenar pessoas à privação de liberdade. Como se sabe, indícios apontam simplesmente possibilidades, nunca certezas capazes de fundamentar o livre convencimento motivado do julgador. Indícios nada mais são que sugestões, nunca evidências ou provas cabais.

Cabe à acusação apresentar, para se desincumbir de seu ônus processual, provas do que alega e, assim, obter a condenação de quem quer que seja. No caso em questão, imputou-se aos réus a obrigação de provar sua inocência ou comprovar álibis em sua defesa—papel que competiria ao acusador. A Suprema Corte inverteu, portanto, o ônus da prova.

3. O domínio funcional do fato não dispensa provas

O STF deu estatuto legal a uma teoria nascida na Alemanha nazista, em 1939, atualizada em 1963 em plena Guerra Fria e considerada superada por diversos juristas. Segundo esta doutrina, considera-se autor não apenas quem executa um crime, mas quem tem ou poderia ter, devido a sua função, capacidade de decisão sobre sua realização. Isto é, a improbabilidade de desconhecimento do crime seria suficiente para a condenação.

Ao lançarem mão da teoria do domínio funcional do fato, os ministros inferiram que o ex-ministro José Dirceu, pela posição de influência que ocupava, poderia ser condenado, mesmo sem provarem que participou diretamente dos fatos apontados como crimes. Ou que, tendo conhecimento deles, não agiu (ou omitiu-se) para evitar que se consumassem. Expressão-síntese da doutrina foi verbalizada pelo presidente do STF, quando indagou não se o réu tinha conhecimento dos fatos, mas se o réu “tinha como não saber”...

Ao admitir o ato de ofício presumido e adotar a teoria do direito do fato como responsabilidade objetiva, o STF cria um precedente perigoso: o de alguém ser condenado pelo que é, e não pelo que teria feito.

Trata-se de uma interpretação da lei moldada unicamente para atender a conveniência de condenar pessoas específicas e, indiretamente, atingir o partido a que estão vinculadas.

4. O risco da insegurança jurídica

As decisões do STF, em muitos pontos, prenunciam o fim do garantismo, o rebaixamento do direito de defesa, do avanço da noção de presunção de culpa em vez de inocência. E, ao inovar que a lavagem de dinheiro independe de crime antecedente, bem como ao concluir que houve compra de votos de parlamentares, o STF instaurou um clima de insegurança jurídica no País.

Pairam dúvidas se o novo paradigma se repetirá em outros julgamentos, ou, ainda, se os juízes de primeira instância e os tribunais seguirão a mesma trilha da Suprema Corte.

Doravante, juízes inescrupulosos, ou vinculados a interesses de qualquer espécie nas comarcas em que atuam poderão valer-se de provas indiciárias ou da teoria do domínio do fato para condenar desafetos ou inimigos políticos de caciques partidários locais.

Quanto à suposta compra de votos, cuja mácula comprometeria até mesmo emendas constitucionais, como as das reformas tributária e previdenciária, já estão em andamento ações diretas de inconstitucionalidade, movidas por sindicatos e pessoas físicas, com o intuito de fulminar as ditas mudanças na Carta Magna.

Ao instaurar-se a insegurança jurídica, não perdem apenas os que foram injustiçados no curso da Ação Penal 470. Perde a sociedade, que fica exposta a casuísmos e decisões de ocasião. Perde, enfim, o próprio Estado Democrático de Direito.

5. O STF fez um julgamento político

Sob intensa pressão da mídia conservadora—cujos veículos cumprem um papel de oposição ao governo e propagam a repulsa de uma certa elite ao PT - ministros do STF confirmaram condenações anunciadas, anteciparam votos à imprensa, pronunciaram-se fora dos autos e, por fim, imiscuiram-se em áreas reservadas ao Legislativo e ao Executivo, ferindo assim a independência entre os poderes.

Único dos poderes da República cujos integrantes independem do voto popular e detêm mandato vitalício até completarem 70 anos, o Supremo Tribunal Federal - assim como os demais poderes e todos os tribunais daqui e do exterior - faz política. E o fez, claramente, ao julgar a Ação Penal 470.

Fez política ao definir o calendário convenientemente coincidente com as eleições. Fez política ao recusar o desmembramento da ação e ao escolher a teoria do domínio do fato para compensar a escassez de provas.

Contrariamente a sua natureza, de corte constitucional contra-majoritária, o STF, ao deixar-se contaminar pela pressão de certos meios de comunicação e sem distanciar-se do processo político eleitoral, não assegurou-se a necessária isenção que deveria pautar seus julgamentos.

No STF, venceram as posições políticas ideológicas, muito bem representadas pela mídia conservadora neste episódio: a maioria dos ministros transformou delitos eleitorais em delitos de Estado (desvio de dinheiro público e compra de votos).

Embora realizado nos marcos do Estado Democrático de Direito sob o qual vivemos, o julgamento, nitidamente político, desrespeitou garantias constitucionais para retratar processos de corrupção à revelia de provas, condenar os réus e tentar criminalizar o PT. Assim orientado, o julgamento convergiu para produzir dois resultados: condenar os réus, em vários casos sem que houvesse provas nos autos, mas, principalmente, condenar alguns pela “compra de votos” para, desta forma, tentar criminalizar o PT.

Dezenas de testemunhas juramentadas acabaram simplesmente desprezadas. Inúmeras contraprovas não foram sequer objeto de análise. E inúmeras jurisprudências terminaram alteradas para servir aos objetivos da condenação.

Alguns ministros procuraram adequar a realidade à denúncia do

Procurador Geral, supostamente por ouvir o chamado clamor da opinião pública, muito embora ele só se fizesse presente na mídia de direita, menos preocupada com a moralidade pública do que em tentar manchar a imagem histórica do governo Lula, como se quisesse matá-lo politicamente. O procurador não escondeu seu viés de parcialidade ao afirmar que seria positivo se o julgamento interferisse no resultado das eleições.

A luta pela Justiça continua

O PT envidará todos os esforços para que a partidarização do Judiciário, evidente no julgamento da Ação Penal 470, seja contida. Erros e ilegalidades que tenham sido cometidos por filiados do partido no âmbito de um sistema eleitoral inconsistente - que o PT luta para transformar através do projeto de reforma política em tramitação no Congresso Nacional - não justificam que o poder político da toga suplante a força da lei e dos poderes que emanam do povo.

Na trajetória do PT, que nasceu lutando pela democracia no Brasil, muitos foram os obstáculos que tivemos de transpor até nos convertermos no partido de maior preferência dos brasileiros. No partido que elegeu um operário duas vezes presidente da República e a primeira mulher como suprema mandatária. Ambos, Lula e Dilma, gozam de ampla aprovação em todos os setores da sociedade, pelas profundas transformações que têm promovido, principalmente nas condições de vida dos mais pobres.

A despeito das campanhas de ódio e preconceito, Lula e Dilma elevaram o Brasil a um novo estágio: 28 milhões de pessoas deixaram a miséria extrema e 40 milhões ascenderam socialmente.

Abriram-se novas oportunidades para todos, o Brasil tornou-se a 6a.economia do mundo e é respeitado internacionalmente, nada mais devendo a ninguém.

Tanto quanto fizemos antes do início do julgamento, o PT reafirma sua convicção de que não houve compra de votos no Congresso Nacional, nem tampouco o pagamento de mesada a parlamentares. Reafirmamos, também, que não houve, da parte de petistas denunciados, utilização de recursos públicos, nem apropriação privada e pessoal.

Ao mesmo tempo, reiteramos as resoluções de nosso Congresso Nacional, acerca de erros políticos cometidos coletiva ou individualmente.

É com esta postura equilibrada e serena que o PT não se deixa intimidar pelos que clamam pelo linchamento moral de companheiros injustamente condenados. Nosso partido terá forças para vencer mais este desafio. Continuaremos a lutar por uma profunda reforma do sistema político - o que inclui o financiamento público das campanhas eleitorais - e pela maior democratização do Estado, o que envolve constante disputa popular contra arbitrariedades como as perpetradas no julgamento da Ação Penal 470, em relação às quais não pouparemos esforços para que sejam revistas e corrigidas.

Conclamamos nossa militância a mobilizar-se em defesa do PT e de nossas bandeiras; a tornar o partido cada vez mais democrático e vinculado às lutas sociais. Um partido cada vez mais comprometido com as transformações em favor da igualdade e da liberdade.

São Paulo, 14 de novembro de 2012.

Comissão Executiva Nacional do PT.



segunda-feira, 2 de abril de 2012

Livros digitais ainda são desconhecidos pela maioria dos brasileiros



A leitura de livros digitais, também conhecidos como e-books, ainda é pouco disseminada no país. Dados da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, divulgada hoje (28) pelo Instituto Pró-Livro mostram que 70% dos entrevistados nunca ouviram falar dos livros eletrônicos que podem ser lidos em equipamentos como tablets (computadores de prancheta) e e-readers (livros digitais).

Dos 30% que já ouviram falar em e-books, 82% nunca leram um livro eletrônico. De acordo com o levantamento, as pessoas que têm acesso aos livros digitais ou leram pelo computador (17%) ou pelo celular (1%). A maioria dos leitores (87%) baixou o livro gratuitamente pela internet, e desses, 38% piratearam os livros digitais. Apenas 13% das pessoas pagaram pelo download.

Os leitores aprovam o formato eletrônico dos livros digitais, segundo a pesquisa. A maior parte dos entrevistados lê de dois a cinco livros por ano. No entanto, mesmo que muitos sejam adeptos dos livros digitais, a maioria dos leitores acha difícil a extinção do livro de papel.

Os livros digitais são mais populares entre o público de 18 a 24 anos. A maioria dos leitores de e-books pertence à classe A e tem nível superior completo. De acordo com a pesquisa, 52% dos leitores são mulheres e 48% homens.

O levantamento avaliou que a leitura de livros digitais no Brasil é considerada uma tendência. Nos Estados Unidos, a venda de e-books supera a de livros impressos. De acordo com a Associação Americana de Editores, as vendas dos livros digitais cresceram 117,3%, em 2011. Ainda segundo a associação, o mercado cresceu mais de 100% em três anos.

Fonte - Agência Brasil

domingo, 18 de março de 2012

MIDIANEWS - xerox vs. livro

Nova lei pode liberar xerox de livro inteiro


Uma possível mudança na lei de direitos autorais, em análise na Casa Civil, vai facilitar a vida dos estudantes que sofrem para pagar o preço exigido pelos livros e apelam até para o scanner na hora de copiar textos. Caso o projeto seja aprovado no Congresso, o xerox de uma obra inteira, que é proibido hoje, será liberado para uso não comercial.Leia mais


Não há texto que libera xerox integral, diz ABDR

Segundo o advogado da Associação Brasileira de Direitos Reprográficos (ABDR), Dalizio Barros, ainda não há motivo para pânico por parte das editoras, que temem o crescimento exponencial das cópias em detrimento da venda de livros. Barros explica que o texto que altera a lei, elaborado pelo MinC e hoje na Casa Civil, por ora não é conhecido.
Leia mais

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Governo de SP libera R$ 100 milhões para incentivo à cultura




O Governo do Estado de São Paulo vai disponibilizar R$ 100 milhões em 2012, via renúncia fiscal, para o incentivo financeiro à produção cultural paulista. O valor será liberado por meio do Programa de Ação Cultural (ProAC ICMS), gerenciado pela Secretaria de Estado da Cultura. É o maior montante destinado para o programa desde que foi instituído, em 2006. A resolução da Secretaria da Fazenda que define o valor foi publicada na edição de hoje (8/2) do Diário Oficial.

“O investimento crescente no ProAC demonstra a preocupação do Governo de São Paulo em incentivar a produção artística de qualidade, o que beneficia tanto produtores e artistas quanto a população paulista”, afirma o Secretário de Estado da Cultura, Andrea Matarazzo.

O ProAC ICMS pode ser pleiteado para uma grande variedade de projetos culturais, incluindo artes plásticas, visuais, design, música, circo, audiovisual, teatro, cultura popular, dança, museus, hip-hop, literatura, preservação do patrimônio histórico, vídeo, programas de rádio e TV, bibliotecas, dentre outros.

O programa funciona da seguinte maneira: artistas, produtores ou empresas se cadastram no sistema do ProAC e têm duas oportunidades por ano para inscrever seus projetos. As propostas são analisadas por uma comissão especializada e, caso aprovadas, os responsáveis podem captar recursos de patrocínio na iniciativa privada ou empresas estatais. Estas, por sua vez, recebem autorização do Estado para deixar de recolher o ICMS no valor do patrocínio. No final do processo, o realizador obrigatoriamente presta contas do investimento à Secretaria.

Desde o ProAC ICMS foi criado, em 2006, o Governo do Estado São Paulo já investiu R$ 318 milhões para o incentivo à produção cultural. Com a verba definida para 2012, o valor chegará a R$ 418 milhões.

Cadastramento de projetos
A Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo ampliou até 9 de abril o prazo para inscrição de novos projetos no ProAC ICMS. Com isso, artistas, produtores e empresas ganham mais um mês para apresentar suas propostas, já que o prazo inicial se encerrava em 9 de março. O adiamento é referente ao primeiro período de cadastramento de projetos – são dois por ano. O segundo já está definido e acontece de 6 de agosto a 2 de novembro. O procedimento de inscrição é realizado pela internet, no site do programa, disponível aqui: www.cultura.sp.gov.br


segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Notícia - POR DENTRO DA BN

200 Anos da Biblioteca são lembrados em site especial

O bicentenário da Biblioteca Nacional é lembrado em um site especial, no portal da BN, que reúne histórias sobre a viagem do acervo de Portugal ao Brasil, personagens que passaram pela instituição, arquivos sobre exposições e artigos sobre as coleções que deram origem ao precioso acervo da Biblioteca. Confira

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

MIDIANEWS - Para alcançar público jovem, Veja lança fan pages para seus colunistas





A revista Veja lançou na última semana fan pages individuais para os colunistas Augusto Nunes, Ricardo Setti e Lauro Jardim. Além dos textos das colunas, as páginas terão conteúdo exclusivo. Um dos objetivos é atingir o público jovem.

“Não gosto de expor detalhes da minha vida pessoal. Nesse espaço vou colocar fotos engraçadas ou históricas, entrevistas que dei e conteúdos exclusivos. A ideia é ir atrás de um público mais jovem também”, contou Augusto Nunes.

Sem perfil pessoal no Facebook, Nunes aderiu a ideia após notar o impacto das redes sociais na política. “Fiquei impressionado com o papel das redes sociais na primavera árabe e nessa marcha contra corrupção no Brasil”, disse.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Notícia - Biblioteca Nacional lança Cadastro Nacional de Bibliotecas Públicas

A Fundação Biblioteca Nacional anunciou, esta semana, a criação do Cadastro Nacional de Bibliotecas Públicas. O lançamento oficial será no dia 21/10, às 10h, na Biblioteca Nacional, no Rio, com a presença dos dirigentes das entidades da área, mas as bibliotecas já podem inserir seus dados no Cadastro. O objetivo é mapear todas as bibliotecas de acesso público existentes no país, sejam municipais, estaduais, comunitárias, rurais, escolares, universitárias, especializadas ou Pontos de Leitura. Administrado pelo Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas, o banco de dados deve reunir todas as informações disponíveis sobre acervo, serviços, infraestrutura e usuários.
Cadastro é obrigatório para participação em editais

Ter os dados atualizados no Cadastro Nacional de Bibliotecas Públicas é uma condição, a partir de agora, para receber recursos e participar das ações de modernização e ampliação e atualização de acervos desenvolvidas pela Fundação Biblioteca Nacional. Este será o primeiro passo, de acordo com o presidente da Fundação Biblioteca Nacional, Galeno Amorim, para o fortalecimento do Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas.

E MAIS ...
PRÊMIOS LITERÁRIOS

Prêmios Literários da Biblioteca Nacional têm inscrições abertas

A Fundação Biblioteca Nacional abriu, nesta quarta (5/10), as inscrições para a edição 2011 de seus prêmios literários. O Prêmio Biblioteca Nacional, para obras inéditas, publicadas em português, no país entre setembro de 2010 e agosto de 2011, tem oito categorias: Poesia, Romance, Conto, Ensaio Literário, Ensaio Social, Tradução, Projeto Gráfico e Literatura Infantil e Juvenil. As inscrições vão até 24/10.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Notícia - Frente Parlamentar do Livro e Leitura já tem 200 parlamentares

A Câmara dos Deputados relançou na quarta-feira (28/09) a Frente Parlamentar Mista do Livro e Leitura. Mais de 200 parlamentares já aderiram, com o compromisso de apoiar a tramitação de projetos de lei e emendas orçamentárias em favor das políticas públicas do livro e leitura. A ministra da Cultura, Ana de Hollanda, pediu o apoio dos parlamentares para aprovar os projetos de interesse da pasta no Congresso. O presidente da Fundação Biblioteca Nacional, Galeno Amorim, agradeceu a emenda de R$ 36 milhões aprovada para o orçamento de 2011 e fez uma prestação de contas de seu uso, e antecipou os principais pontos do Programa do Livro Popular, que será lançado pelo governo federal.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Quando os livros eram enterrados




Tem post novo no Blog do Le-Heitor.

Heitor fala de um livro que ele leu e que conta a história da Sayuri e dos livros enterrados, e também dá boas notícias da sua luta política: http://blogdoleheitor.sintaxe.com.br

domingo, 24 de julho de 2011

midianews - CURSOS DE ASSESSORIA DE IMPRENSA

ÚLTIMAS VAGAS PARA OS CURSOS DE ASSESSORIA DE IMPRENSA, JORNALISMO ESPORTIVO E TÉCNICAS DE REDAÇÃO


PROMOÇÃO RELAMPAGO: os 10 primeiros inscritos vão receber gratuitamente dois convites para o Balé Nacional de Cuba, cuja turnê no Brasil vai acontecer entre os dias 28 e 30 desse mês, às 21h, no Teatro Anhembi Morumbi. Mais informações: http://www.coopcultural.org.br/noticias/view.aspx?ID=1666

CURSOS EXPRESSOS DE JORNALISMO EM SÃO PAULO
30 de Julho de 2011 (sábado)

VALOR DE CADA CURSO: R$50
Pacote Promocional para quem fizer os três cursos: R$120
(incluso kit com mini apostila + certificado + caneta)

Técnicas de Redação, Entrevista e Reportagem 08h00 às 11h00
No curso, serão abordados temas que vão desde a estrutura e funcionamento de uma redação, passando pela linguagem, apuração, seleção, organização, texto, gêneros e tipos de redação até o papel do repórter redator e as diversas redações passando por todas as modalidades de veículos de comunicação, desde jornal até o especializado. Já o objetivo da entrevista é mostra-la como o grande trunfo da comunicação, em principal no jornalismo e para isso serão apresentadas inúmeras técnicas, recursos e instrumentos para descobrir fatos extremamente necessários para uma boa matéria. O participante terá a possibilidade de compreender, também, as principais técnicas para produção e preparação de uma reportagem através do modo mais eficaz e correto de se elaborá-la, seja para mídia impressa, digital, televisiva ou radiofônica.
Professor: Fábio Pereira Cavalcante é Jornalista e produtor de TV. Atuou como editor, repórter e cronista em veículos impressos, dentre eles o jornal Correio Paulistano, fundado em 1854, e em emissoras de TV. Criou o Mídia em Pauta, fórum de discussão sobre jornalismo e publicou textos sobre comunicação nos sites Observatório da Imprensa e Revista Imprensa. Atualmente, produz vídeos para entidades da sociedade civil organizada e assessora dirigentes no Terceiro-Setor. Dentre os programas que dirige, está o Mídia Cidadã, gravado e exibido na TV ALESP, TV Câmara-SP, TV Climatempo e Canal Universitário de SP. Atua na RioPress desde 2009.

Assessoria de Imprensa 11h30 às 14h30
O objetivo é transmitir noções úteis na prática diária a respeito da atividade de assessoria de imprensa, assim como discutir conceitos gerais, relação do assessor de imprensa X cliente X jornalista, formação profissional, perfil dos principais meios de comunicação além de abordar as atividades.
Professora: Vívian Avellar é jornalista e já participou da assessoria de projetos fonográficos, shows e produção de festivais de música. Em 2000, trabalhou com comunicação a partir da linguagem, migrando sua carreira para a TV. Na Rede Bandeirantes, integrou a equipe da 2ª edição do Jornal do Rio de Janeiro. Trabalhou como assessora de comunicação em empresas de marketing motivacional e merchandising e assessora de imprensa e parlamentar na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. Em São Paulo, foi editora de cultura de jornais impressos e redatora das revistas mensais Alphanews e Viva. Atualmente, é assessora de imprensa na Agência de Comunicação Nova Onda, especializada no atendimento de clientes nas áreas política e sindical. Atua na RioPress em 2009.

Jornalismo Esportivo 15h00 às 18h00
O curso tem o objetivo de ser um treinamento intensivo com propósito de passar aos participantes o trabalho com a mídia esportiva, assim como servir de atualização para os profissionais da área. Entre os temas estão conceitos gerais, introdução ao esporte, jornalismo esportivo, assessoria de imprensa no esporte, entrevistas esportivas, transmissão de jogos, análises de produção existentes, requisitos básicos do jornalista esportivo, mercado de trabalho, entre outros assuntos.
Professor: Moacyr Victor Minerbo é jornalista e já atuou para mais de 30 empresas de comunicação, dentre elas a 1ª rádio digital da América Latina - Kiss FM, a 1ª TV via internet do mundo - allTV, Portal R7 e Grupo Abril/Site Placar. Participou da implantação de emissoras de rádio e tv, além de ter atuado em portais, jornais, revistas e blogs. Em equipes, conquistou prêmios de comunicação e de jornalismo reconhecidos em todo o país como: Marketing Best, Aberje/Fiesp, Revista Imprensa e Prêmio Esso. Desde 2002, integra o jornalismo da allTV e em 2011 passou a se dedicar também na TV F.P.F. (Federação Paulista de Futebol). Atua na RioPress desde 2008.

Local Coop Cultural - Avenida Auro Soares de Moura Andrade, nº. 252 / 5º andar, Barra Funda, São Paulo - SP (próximo ao Metrô Barra Funda, Memorial da América Latina e Unip - http://www.coopcultural.org.br/localizacao)

Informações 11.3717-1031 | 21.2578-4304 | www.assessoriadeimprensa.net

Coordenadora: Jornalista Solange Ramos. Fundadora e Diretora da RioPress Assessoria de Imprensa (centro de divulgação de empresas, marcas e pessoas na mídia, através de veículos jornalísticos, como jornais, revistas, emissoras de rádio e televisão e portais de notícia em tempo real na internet) desde 2001, é MBA Executivo de Gestão em Comunicação Corporativa, Pós-graduada em Comunicação e Gestão Empresarial, Especialista em Assessoria de Imprensa e Jornalismo Empresarial.

PARA FAZER A INSCRIÇÃO DO(S) CURSO(S), EFETUAR O DEPÓSITO NO VALOR CORRESPONDENTE A QUANTIDADE DE TEMAS QUE DESEJA (1 = R$50 / 2 = R$100 / 3 = R$120) NA CONTA DO BANCO ITAÚ | AGÊNCIA 6180 | C/P 14930-1/500 | Solange A. S. Ramos

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quinta-feira, 16 de junho de 2011

midianews - Conheça os fakes do Twitter que enganaram a imprensa



Que as mensagens de perfis fakes no Twitter podem até ser engraçadas ninguém dúvida, mas já deram muita dor de cabeça para alguns jornalistas. Perfis falsos de Hebe, Nair Belo, Defederico, Ana Paula Padrão e até mesmo o Bope, do Capitão Nascimento, já criaram barrigadas na imprensa.

No começo de 2010, uma repórter da Rádio Jovem Pan noticiou que a apresentadora Hebe Camargo, na época internada para tratamento de um câncer, corria de cadeira de rodas pelo hospital, no entanto, era o que dizia o perfil falso da apresentadora no microblog (@hebecamargo).

Segundo Gustavo Braun, autor do perfil @nairbello, uma repórter da Globo chegou a perguntar se o perfil era verdadeiro. “Não vou citar nomes, mas depois disso fiquei sabendo que ela foi demitida”, contou.

Na metade de 2010, o perfil @matidefederico causou alvoroço entre a imprensa esportiva. Alguns portais como Lance!Net e GloboEsporte.com caíram na armadilha em que o falso perfil do jogador do Corithians, Matias Defederico, atualmente emprestado para o time argentino Independiente, não iria se encontrar com o técnico do River Plate, Angel Cappa, além de ter negado propostas de empréstimos para o Botafogo e Vitória.

Após a publicação das notícias, um estudante de história, autor do perfi, esclareceu o caso. "Bom, primeiramente perdão a todos, é q a coisa se tornou algo tão grande que foi difícil não continuar. (...) Só pra esclarecer, nunca quis tirar proveito desse twitter...apenas o usei para aumentar o carinho que todos vocês sentem pelo Defederico”.

No final do ano passado, foi a vez da assessoria de imprensa da Polícia Militar do Rio de Janeiro, que confirmou à imprensa a veracidade do perfil @Bope_RJ, que criticava a cobertura da Globo e Record nos conflitos entre traficantes e policiais na Vila Cruzeiro, em novembro de 2010. Na realidade, o perfil era falso, e foi desmentido pela Secretaria de Segurança Pública do Rio de Janeiro.

Este mês, o UOL caiu no fake da apresentadora Ana Paula Padrão (@anapauIapadrao), após a jornalista confundir seu telejornal, o Jornal da Record, com o Jornal Nacional, da concorrente TV Globo. No perfil falso, a apresentadora dizia que colegas da Record riram de sua gafe.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

MIDIANEWS - MUSICA - No Brasil, Twitter e Facebook superam assessorias

No Brasil, Twitter e Facebook superam assessorias como fontes para jornalistas



O Estudo Jornalismo Digital 2011, divulgado pela PR Oriella Network, rede internacional de agências de comunicação representada na América Latina pela ViaNews, concluiu que os repórteres brasileiros buscam mais informações na mídia social - como Twitter, Facebook e Blog -, que nas assessorias de imprensa.

No Brasil, o Twitter é utilizado como fonte por 66,67%; seguido pelo Facebook, com 58,33%; e blogs, com 57,14%. Já as agências de Relações Públicas aparecem como fonte para 50% dos entrevistados.


Apesar da relevância das redes sociais na apuração, o estudo indicou que os jornalistas procuram as fontes oficiais para checar as informações. Dos entrevistados, um terço dos jornalistas usam o Twitter para checagem, enquanto um quarto usa Facebook e blogs. Entretanto, o uso dos canais oficiais como assessores de imprensa e agências de RP é muito maior. 61% dos entrevistados disseram usar agências de RP para a checagem e 57% utilizam porta-vozes das empresas.


O co-chefe da Oriella PR Network e co-fundador da Brands2Life, Giles Fraser, nota o aumento da confiança dos repórteres nas redes sociais. "Nos anos anteriores, os veículos de comunicação olhavam a mídia social como uma plataforma experimental, agora a encaram como uma fonte confiável. A proliferação de canais torna mais importante do que nunca uma história única e clara, comunicada de forma eficaz em vídeo, texto e imagens ao mesmo tempo. A obrigação de gerir a mensagem em todos esses canais e produzir conteúdo que é relevante significa que o papel do profissional de comunicação vai continuar a evoluir rapidamente nos próximos anos”, avalia.

Para Pedro Cadina, diretor e fundador da VIANEWS Comunicação Integrada, as agências de comunicação devem marcar uma presença cada vez mais forte nas redes sociais para falar com os jornalistas. “Esse movimento exigirá uma reconfiguração das empresas e das agências, que passam a conversar com o público e as mídias tradicionais produzindo conteúdo relevante. Mídia, agências e marcas devem atuar em relações cada vez mais personalizadas e à procura de um equilíbrio entre as partes”, afirma.

C-se pergunta:
Você tem o hábito de buscar informações nas redes sociais e depois checar nas assessorias ou com porta-vozes?

terça-feira, 31 de maio de 2011

ESPORTES - NOTÍCIA - Sul-Americano de Atletismo

Atletas do Centro de Excelência disputam Sul-Americano de Atletismo na Argentina

Carlos Roberto Pio e Jonathan Henrique, do Centro de Excelência Esportivo, integram a delegação brasileira que disputa o Campeonato Sul-Americano de Atletismo, em Buenos Aires, na Argentina, entre 2 e 5 de junho.

Carlos é um dos velocistas mais consistentes do Brasil na temporada e está escalado no revezamento 4x100m, junto com Nilson de Oliveira André, Sandro Viana e Ailson da Silva Feitosa. O objetivo do quarteto é fazer um tempo abaixo dos 38 segundos, para manter o Brasil entre os melhores do ano.

Já Jonathan, detém a melhor marca (16,70m) no salto triplo do ano, entre atletas da categoria sub-23 e segunda marca no geral, atrás apenas de Jefferson Dias Sabino (16,93m). Ele precisa saltar três centímetros a mais para garantir vaga no Campeonato Mundial Universitário, no mês de agosto, na China.

"Os dois estão em ótima forma e certamente brigarão por medalhas. Espero que façam um bom papel e ajude o Brasil a trazer bons resultados", afirmou Nélio Moura, treinador do Centro de Excelência.

O Brasil também contará com nomes como a campeã olímpica do saldo em distância Maurren Maggi, da campeã mundial de salto com vara indoor Fabiana Murer, entre outros.

Carlos Roberto Pio e Jonathan Henrique são atletas do Centro de Excelência Esportiva, projeto da Secretaria de Esporte Lazer e Turismo do Estado de São Paulo em parceria com a Federação Paulista de Atletismo (FPA).

Outras informações no site www.nosamamosatletismo.net

quarta-feira, 20 de abril de 2011

ESPORTES - NOTÍCIA - Campeonato Brasileiro Universitário de Rugby é adiado

O 2ª Campeonato Brasileiro Universitário de Rugby Sevens foi adiado em virtude da adequação dos calendários da Confederação Brasileira do Desporto Universitário (CBDU) e da Confederação Brasileira de Rugby (CBRu), parceiras na realização do torneio. Inicialmente previsto para entre os dias 20 a 22 de maio, o Brasileiro Universitário de Rugby Sevens 2011 será realizado nos dias 11 e 12 de junho.

A definição da cidade sede do torneio irá ocorrer na primeira semana de maio. Seis cidades já apresentaram projetos para receber a competição, que estão sendo analisados pelas diretorias da CBDU e da CBRu.

"Tendo em vista a importância do campeonato e a grande procura de equipes de vários estados do país, resolvemos fazer esta alteração na data do Brasileiro Universitário de Rugby 2011 para atendermos as demandas das federações e das equipes e sincronizar, definitivamente, os calendários da CBDU e da CBRu, priorizando sempre o nível técnico do torneio que, com certeza, será ainda maior que as disputas do ano passado", destacou Marcelo Falcão, diretor jurídico da CBDU.

A edição de estreia do Campeonato Brasileiro Universitário de Rugby Sevens, em dezembro de 2010, em São Paulo (SP), reuniu 13 equipes de seis estados. Os times da Politécnica (SP), na chave masculina, e da UCL (ES), na feminina, ficaram com o título.

"O rugby universitário cresceu muito por todo o país, tanto em número de praticantes quanto em qualidade técnica. O Brasileiro reúne as melhores equipes em uma única cidade para um final de semana festivo de puro rugby", resumiu Sami Arap, presidente da CBRu.

Outras informações nos sites www.brasilrugby.com.br e www.cbdu.org.br

Leia

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Notícia -Biblioteca no parque, uma experiência aprovada


Biblioteca no parque, uma experiência aprovada pelos curitibanos







Os frequentadores dos parques de Curitiba aprenderam que leitura também é sinônimo de lazer. Durante os meses de verão, ir ao parque aos domingos, emprestar um bom livro e se deixar levar pela leitura foi uma opção de entretenimento para muitos curitibanos. Todos conheceram e aproveitaram o Biblioparque, a unidade móvel de empréstimo gratuito de livros.

O projeto piloto do Biblioparque foi desenvolvido pela Fundação Cultural de Curitiba em parceria com a Vivo, com prazo determinado de funcionamento de seis meses. Inaugurado em 17 de outubro de 2010, o equipamento encerra sua temporada no próximo domingo (17), atendendo ao público no Parque São Lourenço. A Fundação Cultural está aberta a novas parcerias para que o Biblioparque retorne às suas atividades.

Os dados relativos ao atendimento mostram o quanto o equipamento fez sucesso entre os curitibanos. Em seis meses, o Biblioparque atendeu 2.835 pessoas, sendo 1.218 crianças. Foram emprestados 433 livros por 250 leitores. As pessoas podiam emprestar o livro para ler no parque e entregá-lo em seguida, ou levar o exemplar para casa, por 21 dias, devolvendo no próprio Biblioparque ou em uma das Casas da Leitura da Fundação Cultural de Curitiba. “O resultado foi surpreendente”, diz o coordenador de Literatura da Fundação Cultural de Curitiba, Mauro Tietz. Segundo ele, mais de 85% dos livros emprestados foram devolvidos sem atraso.

Mauro Tietz destaca o aspecto da inclusão social e da democratização da cultura promovido pelo Biblioparque. O empréstimo é gratuito e sem burocracia. Basta fazer um rápido cadastro com nome e endereço do leitor, mediante apresentação de um documento.

Quem for ao Parque São Lourenço neste fim de semana poderá emprestar livros normalmente e depois devolvê-los em qualquer Casa da Leitura. Junto ao parque, no Centro de Criatividade de Curitiba, funciona nos dias de semana a Casa da Leitura Augusto Stresser.

Novos leitores - No período em que esteve em funcionamento, o Biblioparque conquistou inúmeros leitores. Entre os frequentadores assíduos está a família Cornelius, que descobriu o Biblioparque num dos passeios de bicicleta que faz nos finais de semana. “Frequentar o Biblioparque serviu como aprendizado para meus filhos e sobrinhos. Eles viram que não é preciso comprar para ter acesso aos livros. É possível emprestar, ler, ter cuidado e repassar para outras pessoas”, diz a dentista Elaine Sobieray de Oliveira Cornelius. Os passeios da família começaram a ser programados em função do local onde a biblioteca estaria instalada. “O Biblioparque passou a fazer parte dos nossos projetos de fim de semana. Sinto-me orgulhosa de saber que nossa cidade desenvolve uma iniciativa como essa”, afirma.

O mesmo aconteceu com a analista de suprimentos Walkiria Aparecida de Macedo, que conheceu o Biblioparque e não deixou mais de levar livros para casa. “Peguei dois livros por vez, durante várias semanas. Gostei muito da qualidade das obras”, diz Walkiria. O acervo do Biblioparque é composto de 300 títulos e 900 volumes de uma variada gama de autores da literatura brasileira e estrangeira – Machado de Assis, Guimarães Rosa, Jorge Amado, Isabel Allende, Mario Vargas Llosa e muitos outros. Há também inúmeros títulos de literatura infanto-juvenil.

A estrutura é composta por um veículo movido à energia elétrica e uma estante adaptada para acomodar livros e periódicos. Acompanham o equipamento ombrelones, cadeiras para adultos e crianças, pufs e mesas desmontáveis, que criam uma ambientação apropriada para a leitura. Recentemente, a estrutura itinerante do Biblioparque, desenvolvida pela empresa Komm, ganhou um prêmio internacional de design. Selecionado entre os mais importantes de 2011 na categoria Comunicação, o Biblioparque foi reconhecido pela IF, uma instituição alemã que qualifica há mais de 50 anos o melhor do design mundial.

O Biblioparque integra o programa Curitiba Lê, desenvolvido pela Fundação Cultural de Curitiba para estimular o gosto dos curitibanos pela leitura. Além desse projeto, outros são desenvolvidos com o mesmo propósito – a Estação da Leitura no Terminal do Pinheirinho, as Casas da Leitura, as oficinas literárias, as rodas de leitura e as contações de histórias para crianças. Todos fazem parte de um conjunto de ações de fomento, difusão e formação que visa aumentar quantitativa e qualitativamente os índices de leitura entre crianças, jovens e adultos.



Serviço:

Biblioparque

Local: Parque São Lourenço

Data e horário: 17 de abril de 2011 (domingo), das 10h às 18h

O equipamento só não funcionará se estiver chovendo.

sábado, 2 de abril de 2011

Notícia - Biblioparque ganha prêmio de design

Biblioparque ganha prêmio internacional de design



Posto móvel de empréstimo de livros, criado pela Fundação Cultural de Curitiba com o patrocínio da Vivo, integra o programa Curitiba Lê.



A estrutura itinerante do Biblioparque, que viaja pelos parques da cidade todos os domingos com a missão de estimular o gosto pela leitura, dentro do programa Curitiba Lê, da Fundação Cultural de Curitiba, ganhou um prêmio internacional de design. Selecionado entre os mais importantes de 2011 na categoria Comunicação, o Biblioparque foi reconhecido pela IF, uma instituição alemã que qualifica há mais de 50 anos o melhor do design mundial.

Desenvolvido pela empresa Komm, com o patrocínio da Vivo, o equipamento do Biblioparque é uma das ações da Prefeitura de Curitiba para disseminar a literatura. A ideia partiu do conceito de colocar o livro em movimento, com a criação de postos de empréstimo simplificado e sem burocracia, espalhados em pontos estratégicos da cidade. Assim surgiram também a Estação da Leitura e o Bondinho da Leitura.

O grande número de parques de Curitiba e o número expressivo de público nesses locais, principalmente nos fins de semana, foram fundamentais para colocar em prática o Biblioparque, que pretende completar com a boa literatura os momentos de lazer e descontração dos frequentadores. Inaugurado em outubro de 2010, o equipamento segue a proposta de difundir o gosto pela leitura, a exemplo do que acontece na Europa, nos meses de Verão.

A estrutura do Biblioparque, que ocupa 200 metros quadrados, é composta por um veículo movido a energia elétrica, cobertura inflável, estantes adaptadas para acomodar livros e periódicos, além de computadores, ombrelones, cadeiras para adultos e crianças, pufes e mesas desmontáveis, que permitem ao usuário mais conforto durante a leitura.

São 300 títulos e 900 volumes que oferecem uma variada gama de autores, entre eles Machado de Assis, Guimarães Rosa, Gonçalo Tavares, Isabel Allende e Mario Vargas Llosa, que conquistou o Prêmio Nobel de Literatura 2010, entre muitos outros. A escolha dos livros foi elaborada por uma comissão da Fundação Cultural de Curitiba.

Além da leitura no parque, quem quiser poderá emprestar os livros por 21 dias, de forma simples e sem burocracia. A devolução pode ser feita no próprio Biblioparque ou em qualquer das Casas da Leitura mantidas pela Fundação Cultural.

O programa Curitiba Lê, de incentivo ao hábito da leitura, é uma das prioridades da Prefeitura e compreende ações em todos os bairros da cidade. Para integrar o programa, todas as bibliotecas mantidas pela Fundação Cultural foram transformadas em Casas da Leitura, cada uma homenageando um escritor. No total são 13 espaços que têm como objetivo envolver a comunidade com o hábito de ler.

Outro destaque do Curitiba Lê é a Estação da Leitura no Terminal Pinheirinho, inaugurada em abril de 2010. A iniciativa inédita permite que as pessoas emprestem livros de forma bastante simples, gratuitamente e sem burocracia.

Para quem quiser conferir o que o Biblioparque oferece, a sugestão é conhecê-lo neste domingo (3), no Parque Tingüi, local em que o equipamento estará atendendo, das 10h às 18h. Em caso de chuva, o Biblioparque não funcionará.

quinta-feira, 31 de março de 2011

MIDIANEWS - Globo lançará 12 portais

Globo lançará 12 portais de notícias regionais e pretende concorrer com o UOL

A Rede Globo anunciou que até o final do ano pretende lançar 12 portais de notícias regionais, que serão integrados ao G1, principal página online de notícias da empresa. Os novos sites terão o mesmo layout do G1. Quatro deles já foram lançados, os de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná. A novidade foi apresentada pelo diretor-geral da Rede Globo, Octávio Florisbal, no lançamento da programação 2011 da emissora, na noite desta terça-feira (29/3) em São Paulo.

No próximo mês deve estrear o G1 Bahia, seguido pelo Mato Grosso e Espírito Santo, entre outros estados. A ideia é disponibilizar aos internautas todo o conteúdo jornalístico produzido pelas TVs afiliadas.

“Queremos chegar aos 28 grupos. Com isso nós iremos brigar pela liderança de conteúdo, com o UOL e outros grandes portais”, afirmou Florisbal.

Segundo o diretor-geral, o formato comercial dos portais será parecido com o da Rede Globo e as afiliadas, 50 a 50. “O G1 fará a venda nacional e os portais regionais farão as vendas regionais. Depois contabilizamos tudo e fazemos a divisão”, contou.

Contratações
De acordo com a Globo, a empresa avaliará a possibilidade de trabalhar com as mesmas equipes regionais para manter os portais com os conteúdos produzidos pelas TVs afiliadas. Caso haja a necessidade de novas contratações, as seleções serão feitas localmente, no decorrer do ano.

Notícia - Mino Carta afirma que jornais imploraram pelo golpe militar

Mino Carta afirma que jornais imploraram pelo golpe militar



O jornalista Mino Carta afirmou em entrevista ao programa Provocações, da TV Cultura, que os donos de veículo de comunicação do País apoiaram o golpe militar de 1964. Em conversa com o apresentador Antônio Abujamra, na atração que foi exibida na noite desta terça-feira (29/3), o criador e diretor de redação da revista Carta Capital afirmou que a mídia imprensa apoiou o golpe militar de 1964.

“A imprensa nativa no fim de 1963 implorando pelo golpe de 64, que é uma das grandes desgraças brasileiras. Acho que a maior desgraça é a escravidão, três séculos de escravidão, mas essa é uma desgraça muito grande. Eles (donos dos veículos de comunicação) queriam que os ‘milicos’ chegassem e assumissem o poder, em nome deles”, disse Mino.

Ao ser questionado por Abujamra que, depois de implantada a ditadura militar no Brasil, a “censura entrou” na imprensa, o diretor da Carta Capital declarou que “todos os jornais queriam o golpe e conseguiram”. Mino ainda comentou que o único veiculo impresso que chegou a ser censurado foi O Estado de S. Paulo, mas de forma “branda”.

“O Estadão passou a sofrer censura, mas uma censura muito branda. Uma censura que autorizava o Estadão a publicar versos de Camões (...) ou então, as receitas de bolo no Jornal da Tarde. Os demais jornais não foram censurados”, declarou o fundador da revista Carta Capital.

Para Mino, dizer que os jornais brasileiros foram censurados durante o período de ditadura militar “é uma piada, uma mentira. Uma mentira grossa”.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Notícia - Paixão de Cristo termina na próxima segunda

Paixão de Cristo termina na próxima segunda

Termina no dia 04 de abril, às 17h, o prazo de inscrição para o Edital da Paixão de Cristo 2011. A entrega dos envelopes deve ser feita no setor de protocolo da Fundação Cultural de Curitiba, na rua Engenheiros Rebouças, 1732. É bom lembrar que na sexta-feira não haverá expediente, em função do feriado de aniversário da cidade, transferido de 29 de março (terça-feira) para 1º de abril (sexta-feira).

terça-feira, 29 de março de 2011

Notícia - Parceria entre Rede Sol e artistas


Parceria entre Rede Sol e artistas muda a rotina de hospital e lar de idosos

As apresentações dos voluntários nesse mês de março integraram a programação do aniversário de Curitiba.

Nas próximas quarta (30) e quinta-feira (31), artistas ligados ao Rede Sol, programa da Fundação Cultural de Curitiba, visitam o Hospital Evangélico e o Centro de Integração do Idoso São Vicente de Paulo e fecham a programação do mês de março. São artistas voluntários, entre músicos, atores, mágicos e bailarinos, que durante todo o ano fazem apresentações nas entidades cadastradas pelo programa.

“Esse mês em que se comemora o aniversário de Curitiba, fizemos as apresentações em homenagem à cidade para mostrar que os artistas curitibanos são solidários”, diz Marilene Correia, coordenadora do Programa Rede Sol.

Às 15h, na quarta-feira, Gisele Gabardo (Dra. Meleca) vai até o setor de Pediatria do Hospital Evangélico para brincar com as crianças e distribuir livros infantis e gibis. Na quinta, às 15h30, o Grupo Caxangá apresenta samba de raiz para os idosos do São Vicente de Paulo.

Além dos hospitais e lares de idosos, escolas especiais, unidades sociais oficiais, centros de atenção psicossocial, hospitais psiquiátricos e orfanatos também recebem espetáculos de música, literatura, teatro, dança e outras atividades, graças aos artistas voluntários do Rede Sol.
O programa vem sendo considerado como um verdadeiro apoio terapêutico, pois desenvolve a autoestima e a sensibilidade artística. Para a comunidade de artistas é uma forma de despertar o espírito solidário, criando oportunidades para o exercício do voluntariado social.

De acordo com a disponibilidade do artista e o perfil da instituição, o Programa Rede Sol realiza o agendamento das apresentações e responsabiliza-se pela logística e infraestrutura.