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terça-feira, 27 de março de 2018

Memorial de Curitiba recebe mostra inédita de pinturas de Nini Policappelli


Em comemoração ao aniversário da cidade, a Fundação Cultural de Curitiba abre na próxima terça-feira (27/03) às 19h, a mostra “Policappelli Apresenta”, que exibe pinturas do italiano radicado em Curitiba, Nini Policappelli. A exposição ocupa o Salão Paranaguá do Memorial de Curitiba e vai apresentar 40 obras do acervo pessoal do artista.
A homenagem a cidade foi recebida pelo prefeito Rafael Greca com grande animação, que contagiado pelas obras do artista, comentou o primeiro encontro com Nini: “Margarita e eu conhecemos numa noite na sua Villa curitibana, e foi um alumbramento. Vimos que era como nós, feito da mesma matéria dos sonhos. Agora o compartilhamos com a amada Curitiba”, disse o prefeito.
Esta é a primeira vez que Policappelli expõe no Brasil, mesmo vivendo há mais de uma década na capital paranaense. Desenhista, pintor, escultor, designer gráfico e de moda, arquiteto, cientista e inventor, descreve sua criatividade como “arte mental”. Seu fascínio pela forma e cor, substância e dimensão é a essência de sua arte.
“As pessoas olham para uma parte do meu trabalho e normalmente não aceitam tudo de uma vez. Em cada visualização, elas veem um significado maior, refletido no movimento, focalização e cores", comenta sobre suas obras.
A vida de Policappelli se reflete nas linhas e cores que ele cria e existe uma energia intensa e penetrante que o rodeia. “A simplicidade é crucial, ajuda-me a entender o hoje e a tirar proveito com o progresso do futuro", diz.
A pluralidade de suas produções e a diversidade de seus interesses profissionais o conduziram a pesquisar os mais diversos materiais e técnicas, inseridos na sua produção artística. Em suas últimas obras usa o alumínio, o aço inox, a seda, que passaram por tratamentos especiais para poderem receber as camadas de pintura, que não são realizadas com pincel.
A exposição fica no Memorial até dia 27 de maio. A visitação é aberta de terça a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h às 18h; aos sábados, domingos e feriados, das 12h às 18h.
Nini Policapelli
Italiano de Triggiano, província da Puglia, Nini escolheu Curitiba para viver nos últimos 10 anos e ficar próximo do seu único filho. Desenhista desde criança, após uma formação básica em sua terra natal, na adolescência teve aulas com Giovanni Rossani, a quem considera um grande educador, e lhe iniciou na técnica da pintura a óleo.
De volta ao Estados Unidos, depois de nove anos viajando pelo mundo em busca de aventuras, se estabeleceu em Los Angeles, Califórnia, onde trabalhou com desenho arquitetônico e design. Como arquiteto, são muitos os projetos de residências de celebridades assinados por ele. Ali também ele criou sua própria galeria de arte comercializando, ele mesmo, suas obras. “Sua experiência de vida, a observação atenta do mundo que o rodeia, não o deixou se estabelecer. Ele não é somente um artista, é um homem do mundo – num sentindo muito mais amplo”, destaca o curador da mostra, Fernando Bini.
Em sua casa, projetada por ele próprio, quadros, esculturas e objetos se espalham pelos amplos espaços, a maior parte de sua autoria. Aos 73 anos, continua produzindo suas obras que ilustram residências e galerias de vários países.
Serviço – Exposição “Policappelli Apresenta”
Abertura: Terça-feira, 27 de março, às 19h
Período expositivo: de 27 de março a 27 de maio
Horário de visitação: de terça a sexta, das 9h às 12h e 13h às 18h e sábado, domingo e feriado, das 9h às 15h
Entrada franca


terça-feira, 4 de outubro de 2016

Instituto Montes Ribeiro exibe acervo

 
           
O Memorial de Curitiba abriga, a partir de 6 de outubro, parte do acervo artístico do Instituto Montes Ribeiro, uma instituição privada de preservação da arte, cultura e memória das famílias paranaenses Montes e Ribeiro. O instituto possui um acervo com 2.150 peças, sendo 680 obras de arte. Nesta mostra serão apresentadas 80 obras de artistas brasileiros e africanos em pintura, gravura, desenho, fotografia, escultura e objeto.
 
Serviço:
Exposição do acervo de Artes Visuais do Instituto Montes Ribeiro
Local: Memorial de Curitiba – Salão Paranaguá – R. Claudino dos Santos, 79, Largo da Ordem, Setor Histórico.
Abertura: 6 de outubro de 2016 (quinta-feira), às 19h30.
Horários: de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h às 18h; sábados, domingos e feriados, das 9h às 15h.
Informações: (41) 3321-3321

terça-feira, 13 de setembro de 2016

Memorial de Curitiba apresenta mostra coletiva com obras de 40 artistas independentes



Apresentar e dar visibilidade a novos artistas que ainda não tenham reconhecimento e nem patrocínio é a missão da convocatória nacional da AIREZ – Galeria de Artistas Independentes. Pela primeira vez em sua história organiza uma exposição coletiva com o objetivo de revelar talentos anônimos, todos oriundos de uma seleção de inscritos pelo site da galeria (https://airez.art.br). Ao todo, são 40 artistas selecionados de 8 estados brasileiros.
Aos inscritos, foi lançado um desafio: produzir obras com o título “imagem.meio.palavra”. Eles foram instigados a produzir e editar seus projetos, com diversificação no processo do fazer artístico, quebrando a monótona configuração visual e oferecer incontáveis possibilidades de significados diferentes. O agitador cultural Guilherme Zawa, artista visual, que já expôs em diversos locais no Brasil e no exterior como Argentina e Portugal, conta que criou a Airez para dar chance e autoridade para
aqueles que são apaixonados por arte poderem seguir esta profissão.

O evento de inauguração acontece nesta terça-feira (13), às 19h30, no Memorial de Curitiba, no Largo da Ordem. Aberta ao público a exposição fica em cartaz  30 de outubro com entrada franca e apoio da Fundação Cultural e da Prefeitura Municipal de Curitiba
“Penso que por causa das inscrições terem sido virtuais, temos uma malha de artistas bem diferentes e interessantes”, explica Guilherme. Do Paraná, Krefer se destaca por estar entre os mais experientes no ramo. Já expôs suas obras na Bienal Internacional de Curitiba e fora do país.
A mais jovem dos inscritos é Thaieny Dias, do Rio de Janeiro. Aos 20 anos, ela trabalha com pinturas que carregam movimento e emoção, uma das obras de maior
prestigio da exposição. Outro destaque é a artista Inara Vidal, de 50 anos, que mistura sua arte em pintura com tecnologias, sempre com o objetivo de inovar.
Zawa explica que a vontade de conhecer artistas novos, com características, inspirações, traços e estilos diferentes o levou a abrir as inscrições desta vez para a exposição coletiva da Airez. “O mundo é muito grande, tem muita coisa boa por ai, precisamos dar oportunidades a elas”.
Serviço:
Abertura: 13 de setembro de 2016 as 19h30.
Local: Memorial de Curitiba. Rua Claudino dos Santos, 70 – Largo da Ordem|
Horário de visitação: 9h às 12h e 13h às 18h (3ª a 6ª feira) e 9h às 15h (sábado, domingo e feriado)
Entrada Gratuita

quarta-feira, 16 de março de 2016

Memorial de Curitiba recebe a mostra "A soma de todos os tempos", de Francis Rodrigues



Nesta quarta-feira (16), às 18h30, o artista visual Francis Rodrigues abre a exposição “A soma de todos os tempos” no Memorial de Curitiba. A mostra é composta por pinturas em grandes e pequenos formatos que tratam da investigação da paisagem e a possibilidade de sua experimentação espacial.
Originados da edição de imagens do cotidiano, os trabalhos possuem tramas com diversos pontos de vistas que se sobrepõem. São situações ambíguas que proporcionam confrontos entre a figuração e a abstração, a rigidez e a fluidez, o geométrico e o orgânico, a superfície e a profundidade.
Segundo Francis Rodrigues, estas pinturas “remetem ao mundo que vivemos, uma paisagem caótica onde múltiplas coisas acontecem ao mesmo tempo e as diferenças estão em tensão e convivendo de maneira justaposta”.
Na exposição, as pinturas se aproximam entre si através da pesquisa da paisagem e da cor com variações em tamanhos e em técnicas. O artista faz uso da tinta óleo sobre tela (com a técnica da velatura, que proporciona a mistura ótica das cores através da sobreposição de camadas transparentes de tinta), e também da tinta acrílica sobre tela e do guache sobre papel.
A mostra ficará até o dia 5 de junho no Salão Paraná, 2º andar, no Memorial de Curitiba.
Sobre o artista
Francis Rodrigues é formado em Tecnologia em Artes Gráficas pela UTFPR e no Curso Superior de Pintura da EMBAP, onde também fez pós-graduação em História da Arte Moderna e Contemporânea. Participou de exposições como: “Mistifórios Urbanos”, no Museu Alfredo Andersen, 2013; “Então…” no Paço da Liberdade, 2013; “Imersão na cor”, no Museu Alfredo Andersen, 2011; “1º Salão de Arte Contemporânea SESI Cultural”, 2011; “Possíveis Conexões”, MAC-PR, 2010; “Divíduo”, Espaço Cultural BRDE, 2010.
Serviço
A soma de todos os tempos 
Abertura: 16/03/2016, às 18h30min
Exposição: de 17/03/2016 a 05/06/2016
Horário: Terça a sexta-feira, das 9h às 12h e 13h às 18h. Sábados, domingos e feriados das 9h às 15h.
Entrada gratuita
Memorial de Curitiba – Salão Paraná – 2º andar
Rua Claudino dos Santos, 79 – Centro.
Informações: 41 3321-3313

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Memorial de Curitiba recebe a exposição fotográfica ‘Ciganos’, de Rogério Ferrari






O Memorial de Curitiba recebe na próxima sexta-feira (4), a partir das 19h30, uma exposição fotográfica que revela o dia a dia dos ciganos numa perspectiva distante dos estereótipos que comumente os rotulam. O trabalho é do fotógrafo Rogério Ferrari que apresenta 23 imagens, em preto e branco, nas dimensões 60x40 cm. Realizada em parceria com a Fundação Cultural de Curitiba, a aberturta da mostra terá a presença da comunidade cigana. Em cartaz até 28 de fevereiro, a visitação acontece das 9h às 12h e das 13h às 18h, de terça a sexta-feira, e das 9h às 15h aos sábados, domingos e feriados. A entrada é gratuita.

Durante três meses, entre 2010 e 2011, Rogério Ferrari percorreu 45 municípios da Bahia para fotografar o povo cigano. De acordo com o fotógrafo, “o projeto não veio de uma escolha estética ou da busca do exótico, de um outro distante para ser fotografado, mas pelo propósito de retratar os ciganos numa perspectiva distante o possível dos estigmas e dos estereótipos”. “Para além de generalizações, essas fotografias expressam a diversidade”, conta Rogério. O material também está no livro Ciganos.
A exposição tem como curadoria a White Imagens, que tem à frente o artista visual e também fotógrafo Guilherme Zawa. Ela chega ao mundo da arte reunindo grandes nomes da fotografia, inclusive profissionais que atuam fora do País, e propondo trabalhar com projetos autorais e culturais relevantes no cenário nacional, tanto com os fotógrafos e artistas, quanto com as produtoras e espaços culturais. 

Sobre Rogério Ferrari

Rogério Ferrari trabalha como fotógrafo independente desenvolvendo o projeto Existências-Resistências que retrata o lado desconhecido de conhecidos conflitos e a lutas de povos por autodeterminação: Palestinos; Curdos; Zapatistas, no México; Sem Terra, no Brasil; Saarauís, no Saara Ocidental e nos territórios ocupados por Marrocos; Mapuches, no Chile; Guarani Kaiowá, no Mato Grosso do Sul; e os índios, na Bahia.
É autor dos livros Ciganos (Brasil 2011); Saharaouís, e Palestine (França, 2010-2008) ; Curdos, Uma Nação Esquecida (Brasil, 2007); Palestina, A Eloquência do Sangue (Brasil, 2004); e co-autor de Zapatistas, A Velocidade do Sonho (Brasil, 2006).
Bate-papo
No sábado (5), Rogério Ferrari e Guilherme Zawa farão um bate-papo das 10h30 às 12h, no auditório da Livraria da Vila, no Shopping Patio Batel, para falar sobre este projeto.

Serviço:
Exposição "Ciganos", de Rogério Ferrari
Local: Memorial Curitiba
Data: 04/12/2015 a 28/02/2016 – 3ª, 4ª, 5ª e 6ª feira, sábado e domingo
Horário(s): Abertura: 19h30 | Exposição: 9h às12h e13h às 18h (3ª a 6ª) | 9h às 15h (Sábado e domingo)

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Espetáculo de dança Todos os Cantos do Mundo estreia no Memorial de Curitiba



A Sala Londrina no Memorial de Curitiba, recebe na próxima quinta-feira (7), às 15h, a estreia do espetáculo de dança Todos os Cantos do Mundo. Sempre com entrada franca, a produção fica em cartaz até o dia 24 de maio com apresentações às quintas e sextas-feiras às 15h, aos sábados às 19h e domingos às 10h30 e 14h. A produção foi selecionado no edital do Fundo Municipal da Cultura "Dança nas 4 Estações" do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura da Fundação Cultural de Curitiba.

Dirigido por Viviane Cecconello, o espetáculo de 50 minutos conta a história de um jovem bailarino que em busca de conhecimento viaja para diferentes países e entra em contato com os povos da Rússia, Árabes, Judeus, Japoneses, Indianos, Africanos, Espanhóis, Mexicanos e Brasileiros. Durante esta volta ao mundo o jovem aprende sobre a diversidade de cada lugar e vive a dança, a música, os costumes e características únicas de cada região visitada.
Serviço:
Todos os Cantos do Mundo
Data: 
de 7 a 24 de maio – quintas e sextas-feiras às 15hs, sábados às 19hs e domingos às 10hs30m e às 14hs
Local: Sala Londrina – Memorial de Curitiba (Largo da Ordem)
Ingresso: gratuito
Ficha Técnica:
Direção: Viviane Cecconello
Coreógrafos: Carmela Ferraz, Claudio Fontan, Viviane Cecconello, Clarissa Cappellari e Isabelle Krauze
Cenário e Figurinos: Cristine Conde
Iluminação: Rodrigo Ziolkowski
Maquiagem: Marcelino de Miranda
Produtor Executivo: Diego Marchioro
Coordenação e Assistente de Produção: Carmela Ferraz
Realização: Cecconello Escola de Dança

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Memorial de Curitiba recebe exposição sobre a antiga Estrada do Mato Grosso

O
Memorial de Curitiba recebeu nesta terça-feira, dia 27, a exposição "Arquitetura dos Sentidos" que retrata as histórias e memórias da Estrada do Mato Grosso – via que partia do centro de Curitiba em direção a Campo Largo, rumo ao Segundo Planalto, em 1871. A abertura da mostra acontece a partir das 18h30 com a mesa-redonda com o arquiteto e historiador, da UFPR Litoral, Fabiano Fazion e Altivo Dallagrana, marceneiro e neto do carpinteiro Santo Dallagrana.

Segundo o historiador Otavio Zucon a pesquisa para exposição se iniciou quando uma caixa foi encontrada no forro de uma casa de madeira, lá estavam guardados papéis de toda natureza que suscitavam a existência de muitas memórias e histórias nas curvas da Estrada do Mato Grosso. A pesquisa para exposição abrangeu o trecho compreendido entre a Rua Comendador Araújo e o atual Parque Histórico do Mate.

"A exposição coloca em questão a importância do patrimônio cultural, em suas dimensões materiais e imateriais. Seguindo este percurso, entre torreões e tábuas de pinheiro, à luz da História e da Antropologia, casas e seus objetos fazem a mediação dos sentidos e a arquitetura se revela no sensível", conta Zucon.

Além da documentação histórica e iconográfica, a exposição “Arquitetura dos Sentidos” traz a visualidade da heterogênea arquitetura desse espaço “de passagem”, invocando e provocando os sentidos com sons, cheiros e jogos lúdicos, valorizando assim a fruição e a interatividade do público. Um documentário mostra as memórias pessoais de antigos moradores da Estrada do Mato Grosso.

Apoio 
- O projeto foi viabilizado pelo Programa Municipal de Incentivo à Cultura da Fundação Cultural de Curitiba e  Prefeitura Municipal de Curitiba. 

Ficha Técnica:

Historiador: Otavio Zucon
Arquiteta: Kissia Stein do Nascimento
Antropóloga: Geslline Giovana Braga
Museologia: Rúbia Stein do Nascimento
Designer: Antônio Lopes e Affonso Kopman
Realização: Memória.doc Informação e Documentação
Pesquisa e produção: Ábiyán Imagem, Pesquisa e Produção e Entrudo Produção e Pesquisa 
Serviço:
“Arquitetura dos Sentidos: Uma viagem pela antiga estrada do Mato Grosso”

Local: Memorial de Curitiba – Salão Paraná
Endereço: Rua Doutor Claudino dos Santos, 79 – São Francisco, Largo da Ordem, Curitiba
Data: de 27 de maio a 30 de novembro
Horário da abertura: 18h30
Horário de visitação: de terça à sexta-feira das 9h às 12h e das 13h às 18h
sábado, domingos e feriados das 9h às 15h 

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Últimos dias para ver a mostra "Brasil – Um País, Um Mundo"



A exposição Brasil – Um País, Um Mundo, que acontece no Memorial de Curitiba, no Largo da Ordem fica aberta ao público até o próximo domingo, dia 2 de fevereiro. Curitiba foi a segunda cidade a receber a mostra que já recebeu mais de 15 mil visitantes, desde o dia 8 de janeiro, e que passará por todas as doze cidades-sede da Copa do Mundo de 2014. O evento conta com apoio do governo federal, da Prefeitura de Curitiba, governo estadual e patrocinadores.

A exposição revela um grandioso e exclusivo acervo de peças históricas do futebol brasileiro no decorrer dos anos. Através de fotos, objetos e instalações interativas, o público tem a possibilidade de conhecer a história e a evolução de materiais esportivos como chuteira, bolas e camisas e também de equipamentos relacionados ao mundo da bola, como a estrutura de estádios utilizados no decorrer das copas. “O material exposto é resultado de anos de pesquisa. Conta com peças de diversas coleções e são itens que realmente foram utilizados em jogos pelos atletas”, explicou Ana Gonçalves, uma das organizadoras da mostra. “Foram anos de planejamento para montarmos a exposição. Este projeto visa resgatar o orgulho do brasileiro em relação às Copas do Mundo. Mas a exposição é muito mais que futebol, já que revela aspectos da cultura e arte do nosso país”, complementou Marco Scabia, também organizador do evento.

O pentacampeonato da Seleção Brasileira de futebol nas copas com as conquistas de 1958, 62, 70, 94 e 2002 também é o tema da mostra que  convida o público para interação. Por meio de um painel multimídia,  os visitantes podem montar a sua seleção brasileira ideal de todos os tempos. “A exposição é o primeiro grande gol do Brasil antes do início da Copa. É um projeto que dá possibilidade às pessoas de conhecer um pouquinho daquilo que vivemos (dentro de campo)”, afirmou o ex-jogador Clodoaldo. “É a oportunidade para que o povo brasileiro participe mais desse importante evento que será realizado em nosso país. O projeto resgata o orgulho de ser brasileiro. É uma exposição única”, complementou Cafu.
Serviço:
Exposição Brasil – Um País, Um Mundo
Data: até dia 2 de fevereiro (domingo)
Local: Memorial de Curitiba
Horário(s): 9h às 18h (3ª a 6ª feira) e 9h às 15h (sábados, domingos e feriados)
Ingresso: gratuito

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Obras em técnicas variadas integram mostra no Memorial de Curitiba



O Salão Brasil do Memorial de Curitiba abriga, a partir das 19h desta quinta-feira (29), a exposição Abstractus, reunindo obras dos artistas Ana Serafin, Katia Kimieck, Silvana Camilotti, Vavá Diehl, Faisal Iskandar e Jorge Kimieck, que expressam sua arte em várias técnicas, proporcionando um intercruzamento de linguagens que enfatiza os aspectos formais e estruturais dos trabalhos.
Ana Serafin, Katia Kimieck, Silvana Camilotti e Vavá Diehl apresentam pinturas sobre tela em diferentes técnicas, como óleo, colagem e acrílica. As composições remetem a um universo cromático particular, cada qual com sua visão de abstracionismo. Cursando Pintura na Escola de Música e Belas Artes do Paraná – Embap, com várias exposições no Brasil e no exterior, além de possuir prêmios e obras em acervos nacionais e estrangeiros, Ana Serafin vê a linha como movimento de transformação, utilizando-a em seu trabalho com a preocupação de estabelecer as relações entre pintura, luz, sombra e contrastes, criando planos de nuances. Segundo a artista, “a linha provoca os sentidos, construindo o novo por meio da forma e materializando no suporte o que sentimos a partir do olhar”. 
Formada em Artes Plásticas pela Faculdade de Artes do Paraná – FAP e com diversas exposições coletivas e individuais, Katia Kimieck explora texturas sinuosas, rostos abstraídos de sua identidade formal e corpos estilizados, no intuito de instigar o olhar por meio da continuidade implícita do movimento. Silvana Camilotti – que possui formação em Pintura pela Embap e exibe no currículo extensa lista de exposições no Brasil e em países como Espanha, Austrália, Colômbia e Venezuela – utiliza materiais distintos, propondo o diálogo sujeito-objeto. A artista rasga, cola, pinta e mancha, compondo e ocupando o suporte em planos interligados como expressão do próprio ato criador, tendo a existência como forma de linguagem.
Vavá Diehl atua dentro do conceito upcycling, processo que transforma materiais e embalagens descartáveis, recicláveis ou não, em novas peças. O principal foco de seu trabalho é reutilizar sempre, respeitando premissas de sustentabilidade e meio ambiente. Formada em Publicidade e Propaganda pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos – Unisinos (RS), Vavá dedicou-se à pintura frequentando ateliês de artistas conhecidos, no Rio Grande do Sul e no Paraná, além de experimentação autodidata. Também participou da Oficia Permanente de Gravura da Universidade Federal do Paraná e da Oficina de Litografia do Solar do Barão. Com grande número de exposições individuais e coletivas, a artista une à pintura colagens e linoleogravuras, em suportes diversos.

Imagens – A abstração da imagem é o caminho escolhido pelos artistas Faisal Iskandar e Jorge Kimieck, que usam fotografias digitais, explorando texturas, formas e cores. Fotógrafo e videomaker, Faisal Iskandar participou de vários cursos de fotografia, cinema, vídeo e artes, respondendo por diversos trabalhos nessas áreas, atuando em fotografia social desde 1983. No ano passado, realizou a exposição Cores do Inconsciente, no Museu Guido Viaro, dando continuidade à pesquisa da imagem abstrata na fotografia contemporânea. O artista ressalta que o seu olhar inquieto procura imagens descompromissadas com a realidade, que provocam o imaginário do espectador. Assim, a arquitetura humana, integrada aos elementos da natureza, compõe um cenário ideal, principalmente onde a água está presente com seus reflexos, revelando imagens que passam despercebidas ao olhar mais atento.
O fotógrafo, desenhista e arte-educador Jorge Kimieck, mestre em Tecnologia pela UTFPR, iniciou-se na fotografia em 1974, mantendo-se sempre aberto a experimentações. Em 2007, iniciou o projeto pessoal de street photography “... em...”, escolhendo Paris para a primeira incursão, quando registrou o cotidiano das ruas daquela cidade, sob o título de “... em Paris...”. Em 2010 foi a vez de Barcelona (Espanha), Santiago (Chile) e Curitiba. Atualmente, Kimieck desenvolve projetos artísticos fotográficos, investindo em novos experimentos. Em Abstractus, o artista apresenta um universo imagético, formado por elementos que, somente a partir da captura por meio de lentes macro, passam de uma realidade despercebida para uma nova significação no mundo visível, instigando interpretações daqueles que observam as obras.

Serviço:
Exposição Abstractus, com trabalhos dos artistas Ana Serafin, Katia Kimieck, Silvana Camilotti, Vavá Diehl, Faisal Iskandar e Jorge Kimieck.
Data: de 29 de agosto (abertura às 19h) a 3 de novembro de 2013.
Local: Salão Brasil do Memorial de Curitiba (Rua Claudino dos Santos, 79 – Setor Histórico).
Horário de visitas: de terça a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h às 18h; sábados e domingos, das 9h às 15h.
Entrada franca.

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Exposição reúne imagens das manifestações populares em Curitiba

Memorial de Curitiba. Integram a mostra 60 imagens feitas por fotojornalistas que acompanharam as manifestações, apresentando um recorte visual dos principais momentos dos atos que lotaram ruas e avenidas do centro da capital.



As recentes manifestações populares que tomaram conta das ruas de todo o país são tema da exposição Curitiba Protesta, que será aberta nesta quinta-feira (15), às 19h, no

            Profissionais da imprensa local, entre eles André Rodrigues, Daniel Castellano, Marco Lima, Joka Madruga, Franklin de Freitas, Brunno Covello, Valquir Aureliano, Henry Milléo, Lineu Filho, Jonathan Campos, Marcos Xreda e Rodrigo Felix Alves apresentam uma visão jornalística e informativa dos fatos. “É a visão de quem esteve na linha de frente dos protestos, de quem acompanhou de perto momentos tranquilos, de paz ou os mais extremos, como o enfrentamento entre manifestantes e policiais, e tinha como missão mediar para a população o que aconteceu”, diz o repórter fotográfico André Rodrigues, um dos organizadores da exposição.

            André conta que a ideia da exposição surgiu entre os fotógrafos durante os manifestos. “Todos nós nos sentimos privilegiados de participar dessa cobertura. Muitos profissionais que sequer estavam pautados pelos seus veículos apareceram para registrar, porque sentiram a importância histórica daqueles acontecimentos”, afirma.

Promovida pela Arfoc-PR (Associação dos Fotógrafos e Repórteres Cinematográficos do Paraná), a mostra poderá ser vista até 3 de novembro, no Salão Brasil (3º andar) do Memorial de Curitiba.



Serviço:

Exposição Curitiba Protesta

Local: Memorial de Curitiba – Salão Brasil (3º andar) – R. Claudino dos Santos, 79 – Setor Histórico

Data: 15 de agosto (abertura às 19h) a 3 de novembro de 2013

Horário: de terça a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h às 18h; sábados e domingos, das 9h às 15h.

Entrada franca

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Fãs de “Jornada nas Estrelas” fazem convenção neste final de semana



Foto - Fãs de Jornada nas Estrelas: Gustavo Al-Ma'ida, Roberson Nunes, Krishna Kohler e Angélica Silva (foto de Cido Marques)



O Memorial de Curitiba será o palco, neste sábado (3), das 14h às 19h, da 17ª TrekCon – Convenção de Ficção Científica, tradicional encontro dos fãs da série televisiva Star Trek (também conhecida no Brasil como Jornada nas Estrelas). O evento terá várias atrações: palestras, debate, apresentação de grupo de dança, concurso de fantasias (cosplay), exposição de memorabilia (itens de coleções) e estandes de divulgação de outros fã-clubes do gênero, que reúnem admiradores de Star Wars, Doctor Who, X-Files e Steampunk, entre outras produções de ficção científica para o cinema e para a televisão.

As convenções e os amantes de Star Trek estão espalhados por vários países. O grupo de Curitiba, denominado Federação dos Planetas Unidos, é um dos mais atuantes do Brasil, e realiza anualmente o encontro que atrai também trekkers de outros estados brasileiros. Pelo menos 500 pessoas transitam pela convenção. Mesmo quem não faz parte do fã-clube pode participar e conhecer os personagens que há quase cinco décadas encantam gerações – Capitão Kirk, Senhor Spock,  Doutor McCoy, entre outros famosos tripulantes da nave Enterprise e demais viajantes da Frota Estelar.

A chamada série clássica de Star Trek estreou nos Estados Unidos em 1966. Chegou ao Brasil no final daquela década e conquistou uma geração de crianças e jovens, que até hoje cultivam a paixão pela ficção científica. Foi assim com Roberson Mauricio Caldeira Nunes, 52 anos, presidente da Federação dos Planetas Unidos, a associação que reúne os trekkers curitibanos. Roberson também participa ativamente de outros fã-clubes, como o Conselho Jedi Paraná, o Arquivo X Brasil, a Loja Paraná do Conselho Steampunk e o Whovians Paraná.



Serviço:

17ª TrekCon – Convenção de Ficção Científica

Local: Memorial de Curitiba – R. Claudino dos Santos, 79 – Setor Histórico

Data e horário: 3 de agosto de 2013 (sábado), das 14h às 19h

Entrada franca.

quinta-feira, 28 de março de 2013

Desenhos em bico de pena homenageiam Curitiba




O artista plástico Di Magalhães retrata Curitiba com desenhos em bico de pena, numa homenagem aos 320 anos da cidade. A exposição “Curitiba 320 em Bico de Pena” acontece no Domingo de Páscoa (31), no mezanino do Memorial de Curitiba, das 11h às 15h, e também poderá ser apreciada nos dias 2 e 3 de abril (terça e quarta), das 9h às 12h e das 13h às 18h. Os desenhos, que captam pontos significativos da capital paranaense, poderão ser adquiridos diretamente com o autor. A entrada é franca.

As imagens, de extrema sensibilidade, são um convite para que o visitante realize um passeio pela Curitiba do início do século XX até o presente. O artista reproduz lugares que a população reconhece como parte de sua identidade, percorrendo praças, igrejas, monumentos, centro histórico, áreas de convívio e o agitado cotidiano das ruas. “O trabalho de Di Magalhães apresenta sempre muita suavidade. Voltado principalmente para a leitura do meio urbano em Curitiba, registra os espaços da cidade direcionando o olhar para a interação do humano com o edificado”, destaca a antropóloga Zulmara Clara Sauner Posse, no texto de apresentação da exposição.

Nascido na cidade de Goiás, antiga capital do estado de Goiás e hoje Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade, Di Magalhães é formado em Artes Plásticas pela Universidade Federal de Goiás, nas áreas de Pintura e Gravura. Também aperfeiçoou conhecimentos em serigrafia artística, cenografia e figurino e restauração de afrescos. O artista vive em Curitiba desde 1990, onde tem seu ateliê e desenvolve cenários para teatro e pinturas murais, além de se dedicar às técnicas de gravura como serigrafia e litografia. Ainda ministra aulas de desenho e pintura, em espaços da Fundação Cultural de Curitiba.

Com exposições nas cidades de Goiás, Goiânia, Brasília e Curitiba, Di Magalhães possui trabalhos em países como Portugal, França, Espanha, Inglaterra e Japão. Foi responsável pela pintura, em 1997, de 14 painéis com paisagens paranaenses, na sede da 10ª Superintendência do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN, em Curitiba, nas comemorações dos 60 anos do instituto.

Serviço:

Exposição “Curitiba 320 em Bico de Pena”, com trabalhos do artista plástico Di Magalhães.

 Local: Mezanino do Memorial de Curitiba (Rua Claudino dos Santos, 79 – Setor Histórico).

Datas e horários: dia 31 de março de 2013 (domingo), das 11h às 15h, e dias 2 e 3 de abril de 2013 (terça e quarta), das 9h às 12h e das 13h às 18h. Os trabalhos estarão à venda e poderão ser adquiridos diretamente com o artista.

Entrada franca.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Seminário aborda a cultura afro-brasileira


A proposta para a realização do Seminário “Patrimônio e Cultura Afro-brasileira”, que acontece no Memorial de Curitiba, Casa Hoffmann Centro de Estudos do Movimento e Palacete Wolf, de 20 a 23 de novembro, surgiu a partir de demandas relacionadas a ações relativas ao patrimônio imaterial e à articulação da cultura afro-brasileira no Paraná. O encontro é resultado de um trabalho conjunto da Fundação Cultural de Curitiba, Superintendência do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e Secretaria de Estado de Relações com a Comunidade (SERC).
Para concretizar o evento, estabeleceu-se um diálogo com representantes de clubes sociais negros, religiões de matriz africana, quilombolas e associações e escolas de capoeira, com o objetivo de difundir conceitos e informações, diagnosticar e identificar demandas na área de patrimônio imaterial que possam gerar ações específicas a esses segmentos, tanto em Curitiba como em todo o Paraná, tendo como horizontes as políticas públicas municipais, estaduais e federais. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pelo e-mail seminariodepatrimonio@fcc.curitiba.pr.gov.br .
Confira a programação:
Local: Memorial de Curitiba (Rua Claudino dos Santos, 79 – Setor Histórico)
Dia 20:
18h – Coffee-Break
18h30 – Abertura
18h50 – “Clubes sociais negros: memória e ações para o reconhecimento como Patrimônio Cultural Afro-brasileiro”, com Giane Vargas Escobar.
19h50 – “Negros, libertos e associados: identidade cultural e território étnico na trajetória da Sociedade 13 de Maio (1888-2011)”, com Thiago de Azevedo Pinheiro Hoshino.
20h30 – “Sob a Estrela de Salomão: a Sociedade 13 de Maio como lugar de construção da memória e identidade negras em Curitiba”, com Otávio Zucon.
21h10 – Políticas e Instrumentos: A experiência do Iphan - O registro da Cultura Afro-brasileira e dos Clubes Sociais Negros, a cargo do IPHAN – DPI.
21h40 – Debate: As experiências de Registro dos Clubes Sociais Negros como exemplo de ações de políticas de patrimônio imaterial focadas na cultura afro-brasileira, reunindo IPHAN, SEEC, FCC, Federação das Comunidades Quilombolas do Paraná – FECOQ e Fórum das Religiões de Matriz Africana – FPRMA.
Dia 21:
Local: Casa Hoffmann Centro de Estudos do Movimento (Rua Claudino dos Santos, 58 – Setor Histórico)
9h às 12h – “Conversas de Patrimônio: Conceitos, políticas e instrumentos – casos de Identificação, Registro, Salvaguarda e outras ações possíveis (Educação Patrimonial)”, a cargo do IPHAN e Fundação Cultural de Curitiba.
14h às 17h – Oficinas “Comunidades Quilombolas - levantamentos de manifestações e lugares vinculados à cultura como patrimônio imaterial”, a cargo do IPHAN e Fundação Cultural de Curitiba.
Local: Palacete Wolf (Praça Garibaldi, 7 – Setor Histórico)
14h às 17h – Oficinas “Religiões de Matriz Africana - levantamentos de manifestações e lugares vinculados às religiões de matriz africana como patrimônio imaterial”, a cargo do IPHAN, Fundação Cultural de Curitiba, Fórum Paranaense das Religiões de Matriz Africana - FPRMA.
Local: Memorial de Curitiba (Rua Claudino dos Santos, 79 – Setor Histórico)
18h - Coffee-Break
Lançamento do Afoxé com o Fórum Paranaense das Religiões de Matriz Africana - FPRMA.
18h30 – Quilombos no Paraná: experiências e demandas na área do patrimônio, com a Federação das Comunidades Quilombolas do Paraná – FECOQ.
19h10 - Religiões de Matriz Africana no Paraná: Experiências e demandas na área do Patrimônio, com o Fórum Paranaense das Religiões de Matrizes Africanas – FPRMA.
20h30 – Políticas e Instrumentos – A experiência do Iphan.
21h10 – O edital de Patrimônio Imaterial – Experiências de Identificação, pela Fundação Cultural de Curitiba.
21h40 - Política e instrumentos na área do patrimônio, a cargo da Secretaria de Estado da Cultura do Paraná – SEEC.
22h10 - Debate
22h30’ – Apresentação da “Romaria de São Gonçalo”.
Dia 22:
Local: Casa Hoffmann Centro de Estudos do Movimento (Rua Claudino dos Santos, 58 – Setor Histórico)
9h às 12h e das 14h às 17h – Oficinas – GTs – “Capoeira como Patrimônio Imaterial – Caminhos da identificação à salvaguarda: organização social e políticas públicas”, com IPHAN, Fundação Cultural de Curitiba, Mestres, Contra-Mestres, Capoeiristas.
18h - Roda de Capoeira
Dia 23:
Local: Casa Hoffmann Centro de Estudos do Movimento (Rua Claudino dos Santos, 58 – Setor Histórico)
9h às 12h - Oficinas – Grupos de Trabalho: “Capoeira - principios e estratégias para constituição do Comitê Gestor Estadual para Salvaguarda da Capoeira no Paraná”, a cargo do IPHAN, Fundação Cultural de Curitiba, Mestres, Contra-Mestres, Capoeiristas.
14h às 17h - Oficinas - Grupos de Trabalho: “Capoeira como Patrimônio Imaterial - Caminhos da identificação à salvaguarda: organização social e políticas públicas”, a cargo do IPHAN, Fundação Cultural de Curitiba, Mestres, Contra-Mestres, Capoeiristas.
18h - Samba de Roda

sexta-feira, 9 de março de 2012

Artista português expõe a arte das filigranas no Memorial de Curitiba


Artista português expõe
a arte das filigranas no Memorial de Curitiba


O Memorial de Curitiba abriga a partir desta sexta-feira (9) a exposição “Ouro sobre o Azul”, do artista português Seixas Peixoto. A mostra é resultado de um ano de pesquisas e seis meses de produção artística sobre a técnica da filigrana portuguesa, método tradicional de execução de joias praticado principalmente na região norte de Portugal. Nessa técnica, o artista elaborou quadros com fundo na cor azul e desenhos de filigranas douradas.
De acordo com o artista, o azul, a mais imaterial das cores, remete a olhares infinitos, sem obstáculos, enquanto o ouro, o material mais cobiçado, descende dos valores da perfeição humana, assim como o fogo purificador. “O objetivo da exposição é fazer com que os espectadores sintam a riqueza cultural da ourivesaria portuguesa, vendo verdadeiras joias impressas em telas”, diz. A exposição reúne 25 peças em acrílico sobre tela, tinta de ouro e folhas de ouro 19k, com variadas dimensões, entre quadros de 14cmx14cm e 2mx2m. Antes de chegar ao Brasil, a mostra foi apreciada pelo público em Portugal e na França.
Em sua trajetória, o artista Seixas Peixoto atuou em áreas variadas como a arquitetura, o design de moda e a publicidade, optando definitivamente pela pintura e escultura. Já realizou 50 exposições individuais, participou de mais de 100 coletivas e recebeu diversos prêmios. Um deles foi o troféu Pinheiro do Paraná, concedido pela prefeitura de São José dos Pinhais, por uma obra comemorativa dos 500 anos do descobrimento do Brasil. Seixas Peixoto também já expôs no Aeroporto Afonso Pena.

História da filigrana portuguesa – Manuel Rodrigues de Freitas, do Museu da Ourivesaria Tradicional Portuguesa, produziu o seguinte texto sobre a filigrana portuguesa:
“Grânulos dispostos em fios ou filas, assim define-se a técnica da filigrana. Para se conseguir esse efeito, em um passado bastante recente, colocavam-se juntos dois fios de ouro ou prata com a espessura aproximada de um fio de cabelo e, com a ajuda de duas tábuas e um movimento de vai e vem, os fios se enrolavam consequentemente um ao outro. Como efeito, a tal ilusão de grânulos sequenciais.
É bem possível que as principais técnicas de fabrico de ourivesaria, (repuxo, soldadura, granulação e filigranação) tenham nascido na antiga Mesopotâmia, hoje território do sul do Iraque, e irradiado para todos os povos – para o Mediterrâneo e Ocidente, com os fenícios, para Oriente pelos mercadores da rota da seda e posteriormente para a costa oriental da África pelos árabes.
Os etruscos (povo que antecedeu os romanos) desenvolveram a granulação à máxima perfeição, que consistia em dispor dezenas de milhares de microscópicos grânulos em pequenas joias, formando figuras geométricas, isomórficas ou florais. Esta técnica desapareceu, aparecendo posteriormente imitações de qualidade muito inferior, mas apesar de tudo também muito bonitas.
A filigrana dá o mesmo aspecto estético da granulação, mas com muitíssimo menos trabalho. Se os etruscos foram o expoente máximo na granulação, os portugueses são atualmente os que fabricam a mais fina e bela filigrana de todo o mundo e de todas as culturas.
Nas oficinas fabricam os esqueletos (contornos exteriores) das peças que entregam a senhoras, juntamente com o fio torcido (filigrana), que com uma enorme habilidade manual entalam, com a ajuda de uma pinça, aquele fio dentro dos referidos esqueletos. Depois de preenchidos os espaços com a filigrana formando belíssimas figuras, a peça volta à oficina onde é acabada. O maior segredo consiste em soldar todos os finíssimos fios uns nos outros, sem os adulterar, mantendo uma peça compacta.
O centro mais antigo onde se fabrica a filigrana é a Povoa de Lanhoso, no entanto, e de uma maneira geral, a mais fina e sublime é feita nas oficinas de Gondomar. Vale realçar que, dada a facilidade e rapidez com que se fabrica uma peça de filigrana, e por incrível que pareça, ela aparece nas montras das ourivesarias a preços inferiores à maioria das importadas feitas em série, sem alma e à mercê da flutuação da moda.”

Serviço:
Exposição “Ouro sobre o Azul”, de Seixas Peixoto
Local: Memorial de Curitiba – Mezanino da Praça do Iguaçu (R. Claudino dos Santos, 79 – Setor Histórico)
Data: de 9 de março (abertura às 19h) a 8 de abril de 2012.
Horário: de terça a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h às 18h; sábados, domingos e feriados, das 9h às 14h.
Agendamento para visitas monitoradas: de terça a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 18h.
Informações: (41) 3321-3328

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Sustentabilidade em hospital é tema de mostra no Memorial de Curitiba

O mezanino do Memorial de Curitiba abriga, de 9 de fevereiro a 4 de março, a exposição “Arte e Consumo”, resultado do projeto de mesmo nome, desenvolvido desde abril de 2011com crianças e adolescentes em tratamento no Hospital Pequeno Príncipe. Durante nove meses, foram ministradas oficinas com sete temas diferentes, que abordaram conceitos como sustentabilidade, consumo e cuidados com o meio ambiente. Agora, os melhores trabalhos são mostrados ao público.

As aulas, em linguagem lúdica, permitiram que os participantes tivessem contato com diversos movimentos artísticos, desde a arte rupestre indígena até a arte contemporânea. Apesar de trabalhar com algumas referências internacionais, o foco das oficinas esteve na arte brasileira, com artistas como Arthur Bispo do Rosário, José Datrino (o Profeta Gentileza), Vik Muniz, Tarsila do Amaral, Anita Malfati, Cícero Dias, entre outros.

O projeto “Arte e Consumo”, que integra as atividades do setor de Educação e Cultura do Hospital Pequeno Príncipe com o objetivo de cooperar na recuperação dos pacientes, foi viabilizado por meio da Lei Rouanet de Incentivo à Cultura e patrocinado pelas empresas Cassol, Gonvarri, Eternit, GESTAMP e Arval.

“O período de hospitalização de nossas crianças é um tempo propício para abrir a elas e a seus familiares a oportunidade de ter um momento de reflexão e debate. Utilizando elementos das artes visuais, da música e de outras formas de expressão artística compartilhamos questões e sonhos, dúvidas e expectativas sobre um mundo melhor, mais sensível e mais humano”, afirma Cláudio Teixeira, coordenador do setor de Educação e Cultura.

O conteúdo programático das oficinas esteve a cargo de Raquel Diniz, especialista em sustentabilidade, e de Ana Cristina Nadruz, artista plástica e historiadora de arte. Os oficineiros Ana Paula Lopes, Edde Eloísa Galvão de Camargo e Vinícius Souza de Azedo responderam pelo atendimento aos jovens participantes.

Hospital Pequeno Príncipe – Com 390 leitos, sendo 62 de UTI, o hospital realiza aproximadamente 323 mil atendimentos ambulatoriais, 24 mil internações, 577 mil exames e 17 mil cirurgias ao ano. Cerca de 70% de sua capacidade de atendimento é destinada aos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). Essas crianças e adolescentes brasileiros recebem, gratuitamente, desde consultas ambulatoriais até tratamentos complexos, tais como transplantes de rim, fígado, coração e ossos, tratamento oncológico, ortopédico e cardíaco. O Hospital Pequeno Príncipe é o maior hospital de média e alta complexidade exclusivamente pediátrico do Brasil. É uma instituição da sociedade civil, sem fins lucrativos.

Serviço:

Exposição “Arte e Consumo”

Local: Mezanino do Memorial de Curitiba (Rua Claudino dos Santos, 79 – Setor Histórico)

Data: de 9 de fevereiro a 4 de março de 2012

Horário de visitação: de terça a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h às 18h; sábados e domingos, das 9h às 15h.

Entrada franca

domingo, 4 de dezembro de 2011

Simbologia da natureza inspira mostra no Memorial de Curitiba






A partir desta sexta-feira (2), o Salão Brasil do Memorial de Curitiba abriga a exposição “Interiores”, reunindo desenhos da artista plástica Annette Kesselring. Os trabalhos, em giz pastel sobre papel, utilizam a simbologia da natureza para revelar os sentimentos da artista, mesclando os mistérios interiores do corpo, da mente e da alma. A mostra permanece aberta ao público até o dia 26 de fevereiro de 2012, com entrada franca.

Nestas obras, Annette Kesselring descobre o caminho para a maturidade plástica. Utilizando muita cor, com ênfase nos aspectos da natureza, a artista retrata a essência interior por meio da representação de elementos como folhas, flores, frutos e pequenos animais, conectados aos desejos mais íntimos da psique humana.

Os trabalhos representam momentos únicos e falam de dor, amor, alegria e saudade, entre infinitas sensações. O processo de crescimento artístico é reiterado na gestualidade da linha que desliza suavemente na superfície plana, elaborando interiores e descrevendo uma trajetória de emoções.

Nascida em Curitiba, em 1961, Annette Kesselring é formada em Pedagogia, com especialização em Educação Pré-Escolar pela PUC-PR, além de ter cursado Desenho na Escola de Música e Belas Artes do Paraná, onde também se especializou em História da Arte do Século XX. Realizou cursos de aperfeiçoamento na área artística, destacando o de monoprint, nos ateliês do Museu da Gravura de Curitiba. Participa de exposições desde 1992, tendo conquistado importantes premiações.



Serviço:

Exposição “Interiores”, com desenhos da artista plástica curitibana Annette Kesselring

Local: Memorial de Curitiba – Salão Brasil (Rua Claudino dos Santos, 79 – Centro Histórico)

Data: de 2 de dezembro de 2011 a 26 de fevereiro de 2012

Horário de visitação: de terça a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h às 18h; aos sábados e domingos, das 9h às 15h

Entrada franca
Visitas monitoradas: de terça a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 18h, com agendamento pelo telefone (41) 3321-3328

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

evento - Exposição no Memorial apresenta fotos da Virada Cultural

A maratona fotográfica “Click Virada”, promovida no último fim de semana, durante a Virada Cultural 2011, resultou em aproximadamente 500 imagens da cidade em festa. Desse total, 40 fotografias foram escolhidas para fazer parte da exposição que será aberta nesta sexta-feira (11), às 19h30, no Memorial de Curitiba.

A seleção foi feita por uma comissão formada por fotógrafos profissionais: Cido Marques (o organizador do Click Virada), Luiz Antonio Cequinel (Fundação Cultural de Curitiba), Tânia Buchmann (Escola de Fotografia do Centro Europeu), Nilo Biazzeto Neto e Marcelo Almeida (Escola de Fotografia Portfólio). “O resultado ficou além da expectativa. Tivemos excelentes imagens, com qualidade técnica, criatividade e originalidade”, disse o coordenador da maratona, Cido Marques.

As 40 imagens selecionadas foram reproduzidas em papel e compõem a exposição, mas todas as 476 fotografias enviadas para a comissão julgadora serão exibidas na abertura em slideshow. “Com 100% dos participantes sendo fotógrafos amadores, tivemos boas surpresas. É possível constatar olhares mais apurados e técnicas bem desenvolvidas”, relata o fotógrafo Luiz Cequinel.

O conjunto de fotografias consegue passar a emoção que contagiou o público e o espírito de paz que prevaleceu durante toda a Virada. As imagens dos palcos, dos artistas, do público, dos jovens, das famílias, das crianças, nos mais variados espaços tomados pela cultura, formam um importante registro documental da segunda edição desse movimento, promovido pela Prefeitura e Fundação Cultural de Curitiba, em parceria com a Secretaria de Estado da Cultura, Sesc Paraná, Sesi, entre outras instituições públicas e privadas.

A relação das imagens selecionadas será conhecida apenas no momento da exposição e estará disponível no site http://www.flickr.com/photos/fundacaoculturaldecuritiba/. A mostra fica em cartaz no Memorial de Curitiba durante uma semana, até o dia 20 de novembro, e depois segue um roteiro itinerante pelas Ruas da Cidadania.





Serviço:

Exposição Click Virada, com imagens da Virada Cultural 2011

Local: Memorial de Curitiba – Rua Claudino dos Santos, 79 – Setor Histórico

Data e horário: abertura no dia 11 de novembro (sexta-feira), às 19h30. Prossegue até 20 de novembro, com horário de visitas de terça a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h às 18h. Sábados, domingos e feriados, das 9h às 15h.

Entrada franca

domingo, 18 de setembro de 2011

evento Memorial de Curitiba recebe exposição sobre Dom Paulo Evaristo Arns



O Memorial de Curitiba apresenta a partir desta sexta-feira (16) a exposição "Os caminhos de Dom Paulo em São Paulo", do repórter fotográfico Douglas Mansur. Com uma coletânea de 55 imagens, Mansur, que acompanhou como fotógrafo grande parte da trajetória de Dom Paulo Evaristo Arns, mostra o trabalho desenvolvido pelo cardeal junto às comunidades eclesiais de base, negros e indígenas. A exposição permanecerá em cartaz até 23 de outubro, em comemoração aos 90 anos de vida e doação de Dom Evaristo, completados no último dia 14. A abertura, às 19h30, contará com a presença do vice-governador Flávio Arns.

O cardeal é uma das lideranças religiosas mais expressivas no Brasil, que atualizou o carisma franciscano em sua própria vida e na luta pelo fim da desigualdade social. Combateu a ditadura militar, agiu em favor das vítimas da repressão e tornou-se o bispo da defesa dos direitos humanos, dos pobres e excluídos. Incentivou a formação e o fortalecimento das CEBs e ressaltou que a fé católica deve ser feita pelo povo, nas ruas, e não somente nos templos.

Nascido em Forquilhinha (SC), Dom Paulo Evaristo foi consagrado bispo em 1966 e elevado a arcebispo em 1970. Permaneceu à frente da Arquidiocese de São Paulo até 1998. Hoje, vive na simplicidade franciscana em Taboão da Serra-SP, na Congregação Franciscana da Ação Pastoral. Irmão de Zilda Arns Neumann, é cofundador da Pastoral da Criança.

Douglas Mansur atuou como repóter fotográfico do jornal da Arquidiocese de São Paulo. Atualmente é professor e membro do Centro de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente de Interlagos (SP). É diretor da ARFOC-SP (Associação dos Repórteres Fotográficos e Cinematográficos do Estado de São Paulo), do Sindicato dos Jornalistas do Estado de São Paulo e da In Câmera Centro de Documentação e Memória. Recebeu em agosto de 2008 o título de Cidadão Paulistano pela sua relevante contribuição aos movimentos sociais da cidade de São Paulo.

Serviço:

Exposição fotográfica “Os caminhos de Dom Paulo em São Paulo”, de Douglas Mansur, sobre a trajetória de Dom Paulo Evaristo Arns.

Local: Memorial de Curitiba – Rua Claudino dos Santos, 79 – Centro Histórico

Data e horário: de 16 de setembro (abertura às 19h30) a 23 de outubro de 2011. De terça a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h às 18h. Sábados e domingos, das 9h às 15h.

Entrada franca.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Evento - Novas criações de Sergius Erdelyi


Novas criações de Sergius Erdelyi em exposição no Memorial de Curitiba

Artista plástico, engenheiro e empresário, Sergius Erdelyi apresenta uma nova série de esculturas na exposição “Ars Eaterna”, que será inaugurada nesta quinta-feira (5), às 18h, no Memorial de Curitiba. A exposição reúne uma sequência de trabalhos da sua atual fase de esculturas em metal, feitas com um tipo de material resultante da liga de diversos metais, principalmente bronze e cobre. A mostra estará aberta ao público a partir de sexta-feira (6).

Aos 92 anos, o artista, que já trabalhou com diversas técnicas, optou por um material que pudesse eternizar a sua obra, como propõe o título da exposição. A maior parte das 332 esculturas são peças do jogo de xadrez. Sergius expõe oito jogos com peças pequenas e um com peças em grandes dimensões, sendo que a maior (o rei) tem 2,10 m de altura. Também fazem parte do conjunto outras 64 esculturas que remetem a seres imaginários e mitológicos, na forma de objetos como castiçais, copos, jóias e sinos.

Austríaco de nascimento e vivendo no Brasil desde 1953, Sergius Erdelyi atuou em diversas áreas, desenvolvendo trabalhos científicos em foto e termoeletricidade. Também constam de seu currículo invenções importantes como o aquecedor de carter do Panzer Tiger e Panther – veículos do exército, na época da guerra – e o aquecedor domiciliar a óleo mineral cru, que salvou milhares de lares, em Viena, dos invernos congelados da década de 1940. É fundador da fábrica de máquinas de costura elétricas ETINA (Viena – 1947) e de vários empreendimentos industriais e de reflorestamento no Brasil.

No campo das artes, Sergius Erdelyi fez desenhos, pinturas, gravuras e mosaicos. São de sua autoria os vitrais que ornamentam a Igreja Nossa Senhora das Dores, a Igreja Santo Antônio e a Capela São Francisco de Tijucas do Sul, onde mantém o seu ateliê e um museu contendo pelo menos 4 mil obras de sua autoria. Foi ele também quem produziu os 150m² de mosaicos em vidro da Biblioteca da Pontifícia Universidade Católica do Paraná, em Curitiba.

Sergius Erdelyi participou de diversos salões pelo Brasil e realizou importantes exposições individuais em galerias de arte e museus de Curitiba, São Paulo, Áustria e Estados Unidos. Em 1973 integrou a XII Bienal Internacional de São Paulo. Desenvolveu uma carreira de sucesso, mas ficou muitos anos sem mostrar suas obras, até que retornou em 2009 com uma retrospectiva da Universidade Católica do Paraná e, no ano passado, com a exposição de anjos em metal, no Museu de Arte Sacra.

Serviço:

Exposição “Ars Eaterna”, de Sergius Erdelyi

Local: Memorial de Curitiba – Salão Brasil – 3º andar (R. Claudino dos Santos, 79 – Setor Histórico)

Data: Abertura dia 5 de maio de 2011 (quinta-feira), às 18h.

Horário de visitação: a partir de 6 de maio (sexta-feira) até 29 de maio, de terça a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h às 18h. Sábados e domingos, das 9h às 15h.

Entrada franca