Mostrando postagens com marcador editora biruta. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador editora biruta. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 5 de março de 2013

Sete patinhos na lagoa (capa dura) de Caio Riter com Laurent Cardon

Sete patinhos na lagoa (capa dura)    

    de Caio Riter

    com Laurent Cardon

    23x23cm
    40 páginas
   
    4x4
  
     O LIVRO    
         
      Esta é a história de sete patinhos e de um terrível jacaré. Ou seriam seis patinhos? O fato é que a lagoa nunca mais foi a mesma depois que aqueles patinhos se viram frente a frente com o Barnabé.

Mergulhe nesta aventura poética e descubra tudo o que pode acontecer quando algumas inocentes aves resolvem nadar nas águas em que vive Barnabé, o terrível jacaré.

   
         
O AUTOR
Caio Riter nasceu em Porto Alegre, onde mora até hoje. É professor mestre e doutor em Literatura Brasileira. Autor de vários livros, com os quais recebeu algumas distinções literárias, como os prêmios Açorianos, Barco a Vapor, Orígenes Lessa e Selo Altamente Recomendável entre outros.

Formado em Jornalismo e em Letras ministra aulas no ensino fundamental e médio, desde 1987, atuando também como professor universitário em cursos de graduação e de pós-graduação.

Participa como palestrante em cursos de capacitação de professores em várias cidades do Rio Grande do Sul, momento bastante rico de troca e aprendizagem. Todavia, com certeza, ser professor, estar em contato diário com adolescentes, sempre foi e será a melhor escola. Publicou pela Editora Biruta os titulos, Meu Pai não Mora Mais Aqui, As Luas de Vindor e Pedro Noite.

O ILUSTRADOR
Sou francês, radicado em São Paulo desde 1995. Foi no Brasil que ilustrei meu primeiro livro e hoje poderia constituir uma biblioteca. Os livros Alecrim, escrito por Rosa Amanda Strausz, e Procura-se Lobo, de Ana Maria Machado, que ilustrei, foram premiados pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (fnlij). Abri em São Paulo meu estúdio citronvache (www.citronvache.com.br). Quando não faço livros, leciono cinema e divido meu tempo em vinte e quatro imagens por segundo, fazendo desenhos animados, comerciais, séries ou longas-metragens que me levaram a viajar pelo mundo: Espanha, China, Coreia e, recentemente, Vietnã.


um lançamento

   

domingo, 17 de fevereiro de 2013

A Bailarina Fantasma de Socorro Acioli 14x21 cm.



A Bailarina Fantasma  

de Socorro Acioli

    14x21 cm.
    184 páginas
    4x2

 
         
      O Theatro José de Alencar é um lugar mágico. Foi construído em 1908 e graças aos cuidados que tem recebido, ainda conserva a mesma beleza e encanto do dia de sua inauguração . Parece inacreditável que seja possível sentar nas mesmas cadeiras em que tantas pessoas estiveram há cem anos, quando a cidade recebeu de presente essa jóia de arquitetura.

Até hoje a empresa escocesa MacFarlane & CO, que forneceu o ferro para estrutura da sala de espetáculos, indica o Theatro José de Alencar como uma de suas obras mais bonitas, dentre tantas espalhadas pelo mundo. Além do material vindo da Escócia, a beleza desse teatro também conta com a obra de artistas plásticos, arquitetos e engenheiros brasileiros.

Parece que os fantasmas gostam de teatros antigos. Com esse não é diferente. Há anos os funcionários e artistas que frequentam essa casa relatam histórias sobre uma bailarina jovem, bonita, quase transparente, que dança no palco pela madrugada, passeia pelos corredores e tenta fazer contato com alguém que não tenha medo do seu hálito gelado. A bailarina fantasma tem algo a dizer e uma história para contar. Sua vida se confunde com a vida dessa casa centenária. Só alguém com muita coragem será capaz de ouvir.

   
         
      Socorro Acioli nasceu em 1975 em Fortaleza, é jornalista, escritora e mestre em Literatura Brasileira pela Universidade Federal do Ceará. Já recebeu o Prêmio de Melhor Obra Infantil da Secretaria de Cultura do Estado do Ceará, o Selo Altamente Recomendável da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil.

   
          
       
APRESENTAÇÃO DO LIVRO PARA ORIENTAÇÃO DO PROFESSOR:


A bailarina fantasma é um romance juvenil, que conta a história de uma moça de outro mundo que aparece no Theatro José de Alencar, o mais antigo de Fortaleza, assustando funcionários, artistas e o público que assiste aos espetáculos. Nos anos 90, o teatro passa por uma grande reforma. A filha do arquiteto responsável pelos trabalhos, Anabela, tem um encontro inevitável com a bailarina.

Depois de muito medo e resistência, Anabela decide escutar o que o fantasma tem a dizer. Para seu espanto, a moça transparente pede a Anabela um favor, ajudando a resolver um assunto muito grave que ela não pode concluir em vida. O texto foi concebido pela autora a partir de uma lenda urbana da cidade de Fortaleza. Durante quatro anos a escritora entrevistou pessoas ligadas ao teatro, que contaram histórias sobre as aparições da bailarina. A partir dos depoimentos, ela escreveu o romance.

1º passo: DESPERTANDO A CURIOSIDADE DOS ALUNOS

Apresente o livro aos alunos, mostrando a capa, o título e o nome da autora. Pergunte o que eles esperam dessa história, o que imaginam que possa surgir nas páginas de um livro que anuncia a existência de uma bailarina fantasma. Pergunte o que esse título desperta na memória de cada um. Pergunte a eles se já leram livros sobre fantasmas. Peça que relembrem os fantasmas famosos da literatura e do cinema.

Estimule a turma a contar suas histórias pessoais, sobre o assunto, escrevendo um pequeno texto a ser lido para o grupo.

• Solicite aos alunos que assistam ao book trailer do livro, disponível no YouTube no endereço //http://www.youtube.com/watch?v=wyQ49-KCwJQ//. Por fim, apresente o livro, contando o resumo da história. É muito importante que você já tenha lido a obra antes de começar o trabalho com a turma. É a partir da sua relação com aquele texto que o interesse de fato vai acontecer.

2º passo: DIÁRIO DE LEITURA

Marque uma data para o início e término da leitura. Sugira aos alunos que criem um Diário de Leitura, algo livre e muito pessoal. Pode ser um caderno pequeno, uma caderneta ou uma parte do caderno grande só para isso. Nesse diário, o aluno deve anotar o seu percurso de leitura de forma espontânea. É interessante sugerir uma breve orientação, a seguir:

Anotar no Diário de Leitura a data de início, as impressões sobre o texto a partir do título e do projeto gráfico e a opinião sobre histórias de fantasmas.

Listar os personagens, escrever o nome de cada um e registrar sua opinião breve sobre eles. Quem é chato, quem é interessante, quem é bobo, quem é esperto? Algum deles parece com alguém que você conhece?

Anotar as emoções que o livro despertou: medo, suspense, indignação, raiva, enternecimento, tristeza, alegria, alívio.

3º passo: LEITURA E MERGULHO NO TEXTO

Na data marcada para o término da leitura será o dia da “Conversa sobre a bailarina fantasma”. Nesse momento a turma vai se reunir para conversar sobre o livro.

É interessante que o professor prepare um roteiro para organizar a conversa, seguindo a ordem dos capítulos. O Diário de Leitura de cada aluno servirá como base para a participação. Explore os quatro aspectos principais da estrutura de um romance: Enredo, Espaço, Tempo e Personagens. Sobre o enredo, pergunte o que acharam da história. É convincente? Poderia ser real? É trágica, romântica? Lembra algo da sua própria experiência? Sobre o espaço, solicite aos alunos uma breve pesquisa sobre o Theatro José de Alencar e a cidade de Fortaleza e sobre Glasgow, na Escócia. A respeito do tempo, é interessante explorar o fato de que o romance se passa em dois tempos distintos e intercalados.

A história começa no presente, volta ao passado e depois retorna ao presente para sua conclusão. Pergunte aos alunos como seria esse texto se tudo fosse contado de forma linear, do começo ao fim, sem nenhum salto no tempo. Ficaria mais ou menos interessante? Sobre os personagens, há muito o que explorar. Anote no quadro a lista com todos os nomes.

Peça aos alunos que os organize em grupos, de acordo com sua família ou lugar na trama, fazendo um esquema com círculos. Peça que cada um eleja o seu personagem preferido e a seguir, o mais chato. Divida a turma em dois grupos. Um terá que defender o casal de protagonistas, Clara e Gabriel. O outro grupo defenderá o Dr. Augusto Arruda. O objetivo do debate é encontrar uma solução para que as duas partes saiam satisfeitas da negociação.

A partir de uma votação, escolham a melhor cena do romance, para que seja dramatizada em sala, de forma livre.

4º passo: MERGULHANDO UM POUCO MAIS

Apresentaremos, a seguir, algumas sugestões para um trabalho escrito sobre o livro. O professor pode lançar as ideias e pedir que cada um escolha a que gostaria de fazer:

SE EU FOSSE...

Nesse trabalho cada aluno se coloca na pele de um dos personagens e narra o que faria dentro da trama, como agiria diferente, como resolveria os conflitos e lidaria com os outros personagens.

ONDE EU ESTOU NESSE LIVRO?

A proposta é fazer com que o aluno escreva sobre a sua relação com o texto. Ele já passou por alguma situação semelhante (ver fantasmas, viver um amor proibido, receber um pedido de um favor difícil de fazer)?

Em que aspectos o texto tocou experiências da sua vida? Gostaria de estabelecer contato com alguém que já partiu? O que acha da relação de Anabela com a morte?

MEU FANTASMA PESSOAL

A ideia é sugerir que o aluno também crie uma história de fantasma, alguém que venha do outro lado para lhe ajudar, contar algo, dar um recado. Que fantasma você gostaria de ver, de conhecer e até de conviver? Pode ser alguém famoso, ou da familia. Ou até um personagem totalmente ficcional.

CAÇADORES DE LENDAS URBANAS

O livro “A bailarina fantasma” foi escrito a partir de uma lenda do Theatro José de Alencar de Fortaleza. Sugira aos alunos que procurem na internet informações sobre a autora e seu processo de pesquisa e criação. Depois proponha que eles façam a mesma coisa em suas cidades, procurando saber histórias de lendas que falem de fantasmas e casos misteriosos. Estimule os alunos a criar uma história a partir do que conseguirem coletar em entrevistas e pesquisas pela cidade, criando um conto de autoria própria.

5º passo: CAMPANHA “EMPRESTE O SEU FANTASMA”

Depois da leitura e dos trabalhos a partir do texto, peça aos alunos que emprestem o livro para alguém da família ou amigo, à sua escolha. Marque um prazo – mais livre – para que aconteça um outro encontro da turma. Peça aos alunos que entrevistem a pessoa que leu o livro. No dia do encontro final, cada um deve relatar as impressões do seu leitor escolhido. Quanto mais diversificadas as idades dos leitores, melhor.

Se houver a possibilidade de convidar alguns para o encontro em sala, será perfeito. Ao final, peça a cada um que escolha uma única palavra para definir a experiência que viveu com o texto.



um lançamento

   

domingo, 3 de fevereiro de 2013

A Vida sem Graça de Charllynho Peruca de Gustavo Piqueira



A Vida sem Graça de Charllynho Peruca    

     

de Gustavo Piqueira


    16x23 cm.
    120 páginas
    4x2
   
     Volta e meia a Biruta me surpreende, me deixa biruta de verdade. Quando acho que já vi de tudo  no universo infanto juvenil, záz, eles trombam minha caixa postal, quase derrubam a samambaia, enchem de areia minha porta e me fazem feliz. Estou feliz com a capa , digamos naife, com as fotos de uma São Paulo que tanto quero, amo e odeio. Com o machucado mas vivo Centrão Velho , revi os passos de gente grande e moleques. Tive de me lembrar de uns caras que zanzaram alí, e que rapinho já se foram. Descuti com o Plinio Marcos, irritei o Marcos Rey, e até me indispus com o Belmonte. E tudo por culpa de quem? Desse cara de vida sem graça chamado Charllynho Peruca que o genial Gustavo Piqueira me apresentou. (E.C.)


          
           
O LIVRO

O título A vida sem graça de Charllynho Peruca já diz: a vida dele é sem graça mesmo.

Mas, por trás de uma aparente monotonia nas andanças do menino que entrega sanduíches da lanchonete do pai, surge um relato sensível das esperanças, sonhos e trapalhadas do jovem Charllys.

Bem que este livro também poderia se chamar São Paulo, a cidade sem graça. Porque, ao contrário do que acontece geralmente, seu centro histórico é apresentado sem enquadramentos favoráveis, que revelam tesouros escondidos.

Também não explora ângulos apelativos, “denunciando” suas mazelas.

Não, Não. Seu roteiro é mais sutil e humano. Nada de itinerários pitorescos, nada de turismo. Nada de óculos 3D, microscópios ou cenografia. Aqui, tanto São Paulo quanto Charllynho só podem ser enxergados pela medida dos nossos olhos.

Agora pense bem: existe modo melhor para se ver de verdade alguma coisa, seja ela a geografia de uma cidade ou a paisagem sentimental de menino?
   
O AUTOR
Gustavo Piqueira
dirige a Casa Rex (www.casarex.com \http://www.casarex.com//), casa de design com bases e São Paulo e Londres e é o designer com mais trabalhos selecionados na história da Bienal ADG de Design Gráfico (48) além de ter recebido dois prêmios Jabuti e diversos prêmios internacionais de design.

Gustavo também já publicou 10 livros entre eles os fictícios como "Marlon Brando - Vida e Obra" (Martins Fontes, 2008) e "Manual do Paulistano Moderno e Descolado" (Martins Fontes, 2007), e os infanto-juvenis "A Vida sem Graça de Charllynho Peruca" (Biruta, 2009) e "Eu e os Outros Pioneiros da Aviação" (Escala Educacional, 2007), ambos selecionados para o PNBE 2010.

Entre 2000 e 2004 foi diretor da Associação dos Designers Gráficos do Brasil e entre 2000 e 2005 deu aulas na Faculdade Senac. Também desenha alfabetos e ilustra livros infantis.




um lançamento

   
           

sábado, 8 de dezembro de 2012

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Editora Biruta - Dia da Consciência Negra - Série "Marrom de Terra", de Lia Zatz

Para comemorar o Dia da Consciência Negra, a Editora Biruta chama a atenção para a Série “Marrom de Terra”, de Lia Zatz.

São cinco livros com a temática da discriminação racial em suas mais diversas formas, nos ambientes cotidianos.
CLIQUE PARA AMPLIAR

As obras pretendem incitar a discussão em torno desse tema que muitas vezes é tratado como tabu, mas que merece ser discutido e refletido.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

"Eu e o silêncio do meu pai" é finalista no Prêmio Açorianos

O livro “Eu e o Silêncio do meu Pai”, do autor Caio Riter, publicado pela Editora Biruta é um dos 3 finalistas da categoria Infantojuvenil do Prêmio Açorianos de Literatura.




Transformar-se em gente não é tarefa fácil. O Menino muito sofreu, muito chorou. Olhava o Pai e não entendia por que seu pai não era como os outros tantos pais: homens de palavras, homens de carinhos, homens de festa. 

Não. Seu Pai era silencioso, triste. Seu olhar era distante,seu passo era trôpego, seu carinho era vago. Assim, o Menino teria que aprender a amar esse Pai. Teria que aprender a conversar com esse Pai.
 

sábado, 27 de outubro de 2012

O Avião dos Sonhos de Heinz Janisch

O Avião dos Sonhos                

   de Heinz Janisch

   com Søren Jessen

    20x28 cm.
    32 páginas
    4x4
  

           
           
           
           
           
           
      O LIVRO    
      Samuel e eu passamos nossas tardes sentados em um banco. Não parece muito emocionante, mas é, posso garantir.

Você costuma encontrar por aí piratas, baleias voadoras ou lesmas-turbo? Nós encontramos todos os dias!

     O AUTOR
         
      Heinz Janisch nasceu em 1960 na Áustria. Publicou muitos livros tanto para crianças quanto para jovens que já foram traduzidos para mais de 12 países, inclusive para o Brasil. Recebeu diversos prêmios como:

Prêmio Poesia para crianças - Áustria, Austrian.

   
           O ILUSTRADOR
      Nasceu em Sonderborg, Dinamarca, em 1963. Em 1990 publicou seu primeiro titulo, um livro infantil chamado Dino rejser til byen. A partir dai recebeu diversos prêmios nacionais e internacionais – Itália, Áustria, Estados Unidos – como autor e ilustrador. Suas obras foram publicadas em vários paises, como Espanha, Coreia e China.



sábado, 6 de outubro de 2012

RECOMENDANDO - Livros da Editora Biruta




Dois livros da Editora Biruta foram selecionados entre os dez finalistas do 54º Prêmio Jabuti, na categoria Juvenil. São eles:

“A Menina que não queria ser Top Model”, da autora Lia Zatz e ilustrado pela Casa Rex.



A mãe já tem o futuro traçado para a filha. Mas será que a filha compartilha os mesmos sonhos? Em “A menina que não queria ser top model”, Lia Zatz nos coloca diante da relação delicada e complicada entre mãe e filha.

Nessa narrativa, sensível e dinâmica, todos têm voz e querem contar sua história. Não existe o certo e o errado.

Apenas duas pessoas aprendendo a se conhecer e, ao mesmo tempo, a se relacionar uma com a outra e com o mundo.

E “O Baú do Tio Quim”, do autor Luiz Antonio Aguiar e ilustrado pela Casa Rex.

Quando o Baú do Tio Quim chegou, causou um bocado de assombro na família. Veio com um bilhete, escrito à mão, dirigido ao pai de Dedá:

Leandro, Pode guardar este baú para mim?

Qualquer hora eu passo para pegar. Um abraço, Quim Acontece que, pelo que a família sabia, Quim estava morto fazia muitos anos. A narrativa, cheia de mistérios e descobertas, nos leva para o mundo da imaginação e da fantasia.

Os dois livros trabalham com relações familiares e, apesar de tratarem de temas delicados, o fazem de maneira leve e divertida.




quarta-feira, 3 de outubro de 2012

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Livros da Editora Biruta entre os finalistas do Jabuti

Dois livros da Editora Biruta foram selecionados entre os dez finalistas do 54º Prêmio Jabuti, na categoria Juvenil. São eles:

“A Menina que não queria ser Top Model”, da autora Lia Zatz e ilustrado pela Casa Rex.



A mãe já tem o futuro traçado para a filha. Mas será que a filha compartilha os mesmos sonhos? Em “A menina que não queria ser top model”, Lia Zatz nos coloca diante da relação delicada e complicada entre mãe e filha.

Nessa narrativa, sensível e dinâmica, todos têm voz e querem contar sua história. Não existe o certo e o errado.

Apenas duas pessoas aprendendo a se conhecer e, ao mesmo tempo, a se relacionar uma com a outra e com o mundo.

E “O Baú do Tio Quim”, do autor Luiz Antonio Aguiar e ilustrado pela Casa Rex.

Quando o Baú do Tio Quim chegou, causou um bocado de assombro na família. Veio com um bilhete, escrito à mão, dirigido ao pai de Dedá:

Leandro, Pode guardar este baú para mim?

Qualquer hora eu passo para pegar. Um abraço, Quim Acontece que, pelo que a família sabia, Quim estava morto fazia muitos anos. A narrativa, cheia de mistérios e descobertas, nos leva para o mundo da imaginação e da fantasia.

Os dois livros trabalham com relações familiares e, apesar de tratarem de temas delicados, o fazem de maneira leve e divertida.






sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Gaivota, novo selo de edições da Editora Biruta, terá evento de lançamento

clique para
ampliar

A Editora Gaivota, o novo selo da Editora Biruta, terá seu lançamento oficial na Livraria da Vila do Shopping JK, em São Paulo, no dia 22 de Setembro, das 15 às 18hs.
A Editora Gaivota, assim como a Biruta, tem seu foco editorial voltado para o público infantojuvenil e mantém as premissas de qualidade literária, ilustrações instigantes e projetos gráficos ousados, além de desenvolver projetos que abordem temas de diferentes áreas do conhecimento, de forma a despertar a atenção e a curiosidade dos leitores. Segundo Eny Maia, sócia-diretora das editoras “A abordagem lúdica de temas, muitas vezes considerados herméticos, complexos ou desinteressantes, pode contribuir – como um trampolim – para facilitar sua compreensão e estimular o interesse do leitor.”. 
Para representar a Editora Gaivota e celebrar seu nascimento, o lançamento contará com a presença de três autores, vindos de diferentes estados brasileiros: Jorge Miguel Marinho (SP), Socorro Acioli (CE) e Luiz Antonio Aguiar (RJ), respectivamente com os livros Na Teia do Morcego, Ela tem olhos de céu e O Menino e o Grifo.  Numa referência simbólica ao nome e logotipo da nova editora,  as crianças serão convidadas a produzir gaivotas com materiais variados, no espaço infantil da livraria.

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Editora Biruta lança o livro Sapo a Passo, de Laurent Cardon




               
A Editora Biruta lança o segundo título da Coleção Que Bicho Sou Eu?. No livro Sapo a Passo, o premiado autor e ilustrador Laurent Cardon se diverte com as curiosidades de um pequeno girino, que assim como a Aranha (Aranha por um Fio, primeiro livro da Coleção), terá que descobrir - ou inventar - uma forma de crescer e interagir com seu grupo.
                A Coleção Que Bicho Sou Eu? é composta por livros de imagens, onde o autor explora, com muita criatividade, as possibilidades de desenvolvimento das funções vitais de diferentes animais. Francês radicado em São Paulo desde 1995, Laurent Cardon, além das ilustrações de livros infantis, trabalha com desenhos animados, comerciais e longas-metragens. 

um lançamento

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Lis no Peito - Um livro que Pede Perdão

Lis no Peito - Um livro que Pede Perdão     

de Jorge Miguel Marinho

    16x23 cm
    120 páginas

O LIVRO
  
      Este livro fala de amor entre jovens, da felicidade de adiar um primeiro beijo tendo a certeza de que ele vai acontecer, de delicadezas e violências que são tão presentes no mundo de quem quer se descobrir.

Há um crime, imperdoável talvez, e o possível criminoso pede para um escritor amigo escrever a sua história porque ele mesmo não consegue entender se é culpado ou não. Precisa de outros olhos para ser condenado ou absolvido, sobretudo para continuar a viver.

É aí que o leitor entra e, mesmo em silêncio, se vê responsável e seduzido para dar o seu veredicto final.

Em síntese, este livro quer trazer o leitor para dentro das suas páginas e provisoriamente com ele dar um fim à sua história num “encontro bom” entre a mão que escreve e os olhos de quem lê.

Clarice Lispector também está presente nessa trama e vai crescendo e atirando palavras dos seus livros como uma espécie de pista para que o escritor, os personagens e os leitores entrem com tudo na misteriosa e imperdível aventura de “existir” e julguem o “réu?” com aquela sensibilidade que é puríssima “revelação”. É por essas e por outras que este livro pede “perdão” e ela, a Clarice, parece dizer que toda história é “absolvida” pela simples leitura e este gesto é como alguém que dá a mão a outro alguém vivendo num instante “tudo o que se pode esperar de uma alegria.”

     O AUTOR
         
      Jorge Miguel cursou Letras e mestrado na USP, é professor de Literatura, coordenador de oficinas de criação literária, roteirista e ator. Pela Editora Biruta publicou os livros Uma História, Mais Outra e Mais Outra e Lis no Peito. Este último foi premiado em 2006 pela CBL com o Jabuti de melhor livro juvenil do ano e projeto gráfico, pela FNLIJ com o prêmio Orígenes Lessa de melhor livro juvenil do Ano 2006, e pela Biblioteca de Munique recebeu o Prêmio White Ravens 2006, e o Selo Altamente Recoméndavel da FNLIJ 2006. Publicou também pela Editora Biruta A Visitação do Amor, Na Curva das Emoções e A Maldição do Olhar em 2008.

PRÊMIOS

• Prêmio Jabuti/CBL – melhor livro juvenil do ano 2006, e projeto gráfico 2006.
• Prêmio Orígenes Lessa/ FNLIJ – melhor livro juvenil do ano 2006
• White Ravens – Biblioteca de Munique 2006
• Altamente Recomendável/ FNLIJ - 2006

   
          CONVERSA COM OS PROFESSORES

     

FAIXA ETÁRIA SUGERIDA:

O livro é adequado a adolescentes e jovens.

TEMAS RELATIVOS

• Educação para Valores: amizade/amor; tolerância, não-discriminação, comunicação não-violenta.

• Manejo de conflitos: conflitos que levam à mudança e conflitos que levam à violência.

• Desenvolvimento de Habilidades em Inteligências Intrapessoal e Interpessoal ou Inteligência Emocional (Howard Garner; Daniel Golemen).

• Clarice Lispector, vida e obra.

INTERDISCIPLINARIDADE: Filosofia e Psicologia

1-ATIVIDADES PREPARATÓRIAS

1.1- Esse livro tem tudo a ver com Clarice Lispector (1920-1977), escritora amada pelo autor Jorge Miguel Marinho. Com ele, Jorge lança ao mar uma fina rede de sedução, pescando novos leitores/amantes para a escritora nascida na Ucrânia e naturalizada brasileira. Daí, talvez a primeira aproximação ao Lis no Peito possa ser feita conversando com os alunos sobre Lispector. Mostre uma imagem da artista, e a imagem de uma flor de lis e pergunte: Alguém sabe em que campo da arte essa mulher se distinguiu?(Ou, traduzindo: o que ela era? Atriz, cantora, poeta, atriz, escritora?) O que essa flor tem a ver com a escritora? Alguém já leu alguma coisa dela? Alguém conhece uma ou mais pessoas que gostem de ler Clarice Lispector?

1.2- É bem possível que o nome Clarice Lispector seja desconhecido na turma. Nesse caso, você pode pedir que os jovens se dividam em 3 grupos, para uma pesquisa na biblioteca e/ou na Internet. O primeiro grupo irá descobrir dados da biografia dessa autora; o segundo irá fazer uma relação dos títulos dos livros de Clarice disponíveis na biblioteca da escola ou na biblioteca municipal mais próxima; e o terceiro irá ler as orelhas dos livros ou o índice para descobrir do que tratam os seguintes livros de Clarice: “A Via Crucis do Corpo”; “A paixão segundo GH”, “A Hora da Estrela”; “A descoberta do Mundo” e “A Legião Estrangeira”. Na próxima aula, cada equipe poderá fazer uma apresentação de 5 minutos para o resto da turma sobre seus achados.

1.3- Em seguida, peça aos alunos que leiam “Lis no peito - um livro que pede perdão” com as seguintes perguntas na cabeça: Qual foi o crime de Marco César? Você acha que ele merece perdão?Por quê?

2- ATIVIDADES INDIVIDUAIS E COOPERATIVAS DE LEITURA E EXPRESSÃO ORAL

2.1- Em duplas, peça que os alunos preencham o seguinte quadro:

PERSONAGENS PRINCIPAIS - CARACTERÍSTICAS FÍSICAS - CARACTERÍSTICAS PSICOLÓGICAS

2.2- Desenhe a mesma tabela acima, bem grande, na lousa ou quadro branco, e, à medida que as duplas forem se apresentando, vá preenchendo os quadros. É possível que alguns não identifiquem o autor como um dos personagens do livro. Discuta, com a classe, “o autor enquanto personagem”.

2.3- Pergunte aos alunos qual a diferença que eles percebem entre conflito e violência. Ouça as respostas. Discuta o fato de que o choque entre diferentes interesses, necessidades e formas de ver o mundo são conflitos que fazem parte da vida e não podem ser eliminados. Quando não se sabe lidar com esses conflitos eles degeneram em violência – contra si mesmo, conta o outro, contra a comunidade.

2.4- Convide-os a formarem grupos de quatro e conversarem sobre os seguintes pontos: Em que as necessidades de Marco e Clarice eram diferentes? O que deflagrou o conflito entre Marco e Clarice? Quais são os atos de violência descritos no livro?

2.5- Faça uma plenária onde todos os grupos possam se manifestar (se questões como o preconceito contra Já, e a incapacidade de perdoar, por parte dos colegas de Marco, não forem mencionadas, é bom levantá-las, distinguindo vários tipos de violência: física, verbal, psicológica).

3- ATIVIDADES COMPLEMENTARES: Expressão Oral e Drama

3.1- Com os jovens em roda, estimule o debate com perguntas como:

Como a violência se manifesta na nossa comunidade? E na nossa escola?

3.2- Em grupos de quatro: convide os alunos a identificarem quatro formas de evitar e prevenir a violência na escola e quatro formas de fazer a violência parar quando ela ocorre (sem usar violência).

3.3- Desafie a turma a preparar uma dramatização do “Julgamento de Marco César”, com advogado de defesa, promotor, testemunhas, que falam pelas vítimas (o pássaro, os livros, Clarice, Já) e que falam pelo agressor (o escritor, a família de Marco). Quem não pertencer a esse grupo de personagens, será “O Júri”.

3.4- Distribua o texto abaixo aos alunos e peça que escrevam uma redação com o seguinte título: “A melhor forma de mudar o comportamento de alguém é punir ou possibilitar que a pessoa compreenda o que fez e reconheça a dor que causou? Por quê?”

Uma outra Justiça é necessária

(Extraído de “O caminho de S. Caetano”, Dominic Barter, Eduardo Mello, Madza Ednir, CECIP, 2005)

Não é por acaso que o Brasil é responsável por 11% dos homicídios que acontecem no mundo, embora possua apenas 2.8% da população mundial. As taxas mais altas de criminalidade estão concentradas nas periferias das grandes cidades onde sobram pobreza e desemprego e escasseiam serviços de saúde, educação, saneamento básico, lazer e cultura. Ou seja, o Estado, ao negligenciar e desrespeitar os direitos de seus cidadãos, “ensina” os cidadãos a agirem de forma desrespeitosa em relação uns aos outros.

O modo dominante de atuação da Justiça, baseado apenas na idéia de que os indivíduos que violam a lei devem receber um castigo proporcional à gravidade da violação, não tem funcionado. A pena de morte já foi informalmente instituída no país – é só verificar a quantidade de pessoas mortas por policiais, por traficantes, assaltantes ou ainda em brigas de trânsito, no bar e em casa. Isso só indica que a punição mais severa que há - a eliminação física do outro- não contribui para eliminar a violência, apenas a aumenta.

Práticas puramente punitivas (ou retributivas, pois busca-se apenas retribuir o crime com um castigo proporcional a ele), que tendem "a estigmatizar as pessoas rotulando-as indelevelmente de forma negativa" atingem basicamente os 70% de brasileiros mais pobres, em especial os jovens de pele escura- e não trazem o resultado esperado. Da mesma forma, práticas meramente permissivas, buscando "proteger as pessoas das conseqüências de suas ações erradas"- como as em geral adotadas quando a pessoa que causa a ofensa pertence à elite econômica- também não contribuem para superar o quadro atual.

Da Nova Zelândia para o mundo

Do outro lado do mundo, na Nova Zelândia, surgiu um modo diferente de fazer Justiça, baseado nos costumes e nas práticas milenares de resolução de conflitos adotadas pelos maoris, os primeiros habitantes do país. Trata-se de uma Justiça baseada não na punição, não no “olho por olho, dente por dente”, mas na busca de restaurar as relações entre as pessoas, rompidas por situações onde ofensa e dano são causados. A partir desse princípio, em 1989 foi reformulado o sistema de justiça da infância e da juventude do país, com resultados surpreendentes. Os índices de reincidência baixaram. Jovens e adolescentes em conflito com a lei aprenderam novas formas de se colocar na comunidade.

O modelo neozelandês de Justiça Restaurativa rapidamente expandiu-se para outras partes do mundo. Está sendo experimentado na África do Sul, Canadá, Austrália, Reino Unido, Argentina- e agora também no Brasil.

Para Paul McCold e Ted Wachtel, do Instituto Internacional por Práticas Restaurativas (International Institute for Restorative Practices), a Justiça Restaurativa constitui "uma nova maneira de abordar a justiça, que enfoca a reparação dos danos causados às pessoas e relacionamentos”. A "abordagem restaurativa, dizem os autores, com alto controle e alto apoio, confronta e desaprova as transgressões enquanto afirmando o valor intrínseco do transgressor". A idéia é considerar e atender às necessidades emocionais e materiais das vítimas e, ao mesmo tempo, fazer com que o infrator assuma responsabilidade por seus atos, mediante compromissos concretos.

Princípios Básicos de Justiça Restaurativa: Declaração das Nações Unidas

O interesse em se disseminar essa nova forma de fazer Justiça, que é também uma forma de educar cidadãos e governantes, contagiou pessoas do mundo todo. Tanto que as Nações Unidas criaram em 2002 um Grupo de Trabalho que, a partir de uma definição consensual de Justiça Restaurativa, (“Justiça Restaurativa é um processo onde todas as partes envolvidas em um ato que causou ofensa, reúnem-se para decidir coletivamente como lidar com as circunstâncias decorrentes desse ato e suas implicações para o futuro”) , traçou 11 princípios básicos para nortear práticas restaurativas. Dentre eles, destacamos os seis primeiros:


Princípios

1- A transgressão é, primordialmente, uma ofensa contra as relações humanas e, em segundo lugar, uma violação da lei- pois as leis são escritas para proteger a segurança e a justiça nas relações humanas.

2- A Justiça Restaurativa reconhece que a transgressão (violação das pessoas e das relações) é errada e não deve ocorrer- e também reconhece que, depois dele, há perigos e oportunidades. O perigo é que a comunidade, a vítima e o agressor emerjam da resposta ao crime mais alienados, feridos, desrespeitados e impotentes, sentindo-se em uma sociedade menos segura e cooperativa. A oportunidade é que a injustiça seja reconhecida, a igualdade restaurada e o futuro iluminado, de modo que as partes envolvidas sintam-se mais seguras, capazes de respeito, empoderadas e cooperativas em relação aos outros e á sociedade.

3- Justiça Restaurativa é um processo de “fazer as coisas o mais certo possível”, que inclui: atender às necessidades criadas pela ofensa, como segurança e reparação dos danos ‘a relação e dos danos à relação e dos danos físicos resultantes da ofensa, e atendendo ás necessidades relativas às causas da ofensa (vícios, falta de habilidades ou recursos sociais, falta de base ética ou moral)

4- A vítima primária da transgressão é aquela mais atingida pela ofensa. As vítimas secundárias são outras que sofreram o impacto do crime, e podem ser membros da família, amigos, policiais, comunidade, etc.

5- Assim que sejam satisfeitas as necessidades imediatas de segurança da vítima, da comunidade e do ofensor, a Justiça Restaurativa encoraja o ofensor a aprender novas formas de atuar e de se colocar na comunidade.

6- A Justiça Restaurativa prefere responder à transgressão o mais cedo possível, com o máximo possível de cooperação voluntária e com o mínimo de coerção, pois curar relações e aprender são processos voluntários e cooperativos.

um lançamento


  

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

A Última Carta de David Labs

 

A Última Carta     

de David Labs
    Gustavo Piqueira e Samia
    16x23 cm.
    140 páginas
    2x2
        
           
         
      Luda, apesar de inconformada, parecia já ter seu destino traçado: casaria por conveniência aos interesses familiares, e viveria para sempre em sua cidade natal, cuja população e valores Luda desprezava.

Contudo, a chegada de uma carta anônima alteraria completamente o curso de sua vida e, a partir daí, sua história passaria a conter muitas lacunas, segredos e imprecisões.

O que seria real, o que seria falso?

Através de notícias de jornal, diários, cartas e um tanto de imaginação o narrador de A Última Carta empreende uma busca pela verdadeira história de Luda. Entre as ruas de uma pequena cidade burguesa parada no tempo e os bulevares de Paris do final da Segunda Guerra Mundial, você acompanhará a investigação de todos os mistérios que permearam a vida de Luda – desde o recebimento da primeira carta, até a chegada da última.

   
      O AUTOR   

      David Labs
      É sociólogo, professor universitário e atua como articulista. Nascido em Assis (SP), venceu o prêmio AFALESP de 1997, com o conto O Homem Só e, nas edições seguintes, classificou as obras O Caso dos Filhos de Job e Cotidiano, garantindo o segundo e terceiro lugares nos certames.

Publicou recentemente dois contos em uma coletânea e A Última Carta é seu primeiro romance.

   
      Ilustradores  
      Gustavo Piqueira dirige a Casa Rex (www.casarex.com http://www.casarex.com//), casa de design com bases e São Paulo e Londres e é o designer com mais trabalhos selecionados na história da Bienal ADG de Design Gráfico (48) além de ter recebido dois prêmios Jabuti e diversos prêmios internacionais de design.

Gustavo também já publicou 10 livros entre eles os fictícios como "Marlon Brando - Vida e Obra" (Martins Fontes, 2008) e "Manual do Paulistano Moderno e Descolado" (Martins Fontes, 2007), e os infanto-juvenis "A Vida sem Graça de Charllynho Peruca" (Biruta, 2009) e "Eu e os Outros Pioneiros da Aviação" (Escala Educacional, 2007), ambos selecionados para o PNBE 2010.

Entre 2000 e 2004 foi diretor da Associação dos Designers Gráficos do Brasil e entre 2000 e 2005 deu aulas na Faculdade Senac. Também desenha alfabetos e ilustra livros infantis.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Meu Pai Não Mora Mais Aqui

Meu Pai Não Mora Mais Aqui  

    de Caio Riter

    com Gustavo Piqueira e Samia

    16x23 cm
    200 páginas
    2x2
   
         
      "E eu? Alguém pensa em mim, Diário. Me diga. Pensa?"

Meu pai não mora mais aqui, de Caio Riter, é um livro que conversa o tempo todo com o leitor e confessa os desejos, os dramas, as inquietações e os segredos mais íntimos de uma garota e de um garoto: Letícia e Tadeu.

Os dois jovens estão escrevendo um diário a pedido da professora de Língua Portuguesa e o que de início era uma tarefa nada simpática acaba se tomando uma experiência de descobertas em que os personagens perguntam por que a gente está sempre amando a pessoa errada, por que as pessoas morrem e até mesmo qual é o sentido de existir.

De um jeito bastante espontâneo e bem humorado, emotivo e sem censura, Letícia e Tadeu contam os seus amores escondidos, os afetos e desafetos pelo mundo adulto, as curtições e as carências, a separação entre pessoas queridas e a amizade, até mesmo o próprio sentido da morte e da solidão.
OS AUTORES         
      Caio Riter nasceu em Porto Alegre, onde mora até hoje. É professor mestre e doutor em Literatura Brasileira. Autor de vários livros, com os quais recebeu algumas distinções literárias, como os prêmios Açorianos, Barco a Vapor, Orígenes Lessa e Selo Altamente Recomendável entre outros.

Formado em Jornalismo e em Letras ministra aulas no ensino fundamental e médio, desde 1987, atuando também como professor universitário em cursos de graduação e de pós-graduação.

Participa como palestrante em cursos de capacitação de professores em várias cidades do Rio Grande do Sul, momento bastante rico de troca e aprendizagem. Todavia, com certeza, ser professor, estar em contato diário com adolescentes, sempre foi e será a melhor escola. Publicou pela Editora Biruta os titulos, Meu Pai não Mora Mais Aqui, As Luas de Vindor e Pedro Noite
      Gustavo Piqueira dirige a Casa Rex (www.casarex.com http://www.casarex.com//), casa de design com bases e São Paulo e Londres e é o designer com mais trabalhos selecionados na história da Bienal ADG de Design Gráfico (48) além de ter recebido dois prêmios Jabuti e diversos prêmios internacionais de design.

Gustavo também já publicou 10 livros entre eles os fictícios como "Marlon Brando - Vida e Obra" (Martins Fontes, 2008) e "Manual do Paulistano Moderno e Descolado" (Martins Fontes, 2007), e os infanto-juvenis "A Vida sem Graça de Charllynho Peruca" (Biruta, 2009) e "Eu e os Outros Pioneiros da Aviação" (Escala Educacional, 2007), ambos selecionados para o PNBE 2010.

Entre 2000 e 2004 foi diretor da Associação dos Designers Gráficos do Brasil e entre 2000 e 2005 deu aulas na Faculdade Senac. Também desenha alfabetos e ilustra livros infantis.









 
 

























sexta-feira, 27 de julho de 2012

Editora Biruta lança o livro juvenil A Última Carta

clique para ampliar


A Última Carta, o mais recente romance juvenil publicado pela Editora Biruta, será lançado no dia 3 de Agosto, às 19h, na Livraria da Vila da Lorena. O livro, de David Labs com ilustrações da Casa Rex, conta a história de Luda, uma jovem que, apesar de inconformada, parece já ter o seu destino traçado. Sua vida é apresentada aos leitores através de trechos de seu diário, notícias de jornal, cartas e a imaginação do narrador, que tenta compreender as lacunas e imprecisões da vida da personagem.

Luda sempre teve ambições que não cabiam na pequena cidade de Vagas do Destino e aspirações que estavam longe de atender às expectativas de sua família. A transformação da protagonista e a libertação de seus desejos tem início com a chegada de uma carta anônima. Entre as ruas da pequena cidade burguesa parada no tempo e os bulevares de Paris no final da Segunda Guerra Mundial, se desenrola a história de Luda, desde o recebimento da primeira carta, até a chegada da última.

David Labs, nascido em Assis, São Paulo, é sociólogo, professor universitário e articulista. Publicou outros textos, mas A Última Carta é o seu primeiro romance.

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Editora Gaivota lança Rimas Fáceis


A Editora Gaivota - novo selo editorial da Editora Biruta - lançou recentemente o livro infantojuvenil "Rimas Fáceis", da autora Edna Bueno e ilustrado pela Talita Nozomi.


O livro Rimas Fáceis, escrito por Edna Bueno e publicado pela Editora Gaivota (novo selo da Editora Biruta), conta, por meio de pequenos textos cujos títulos são pares de palavras – Palavra e Tempo, Orégano e Delicadeza — a história do vilarejo de Vila Céu.

Seus personagens, cheios de meandros e mistérios, compõem a paisagem da cidadezinha. Acompanhamos uma série de mudanças, numa trajetória que mostra a passagem do tempo, tanto para as pessoas quanto para os lugares. Vemos os personagens deixando seus postos de origem em Vila Céu e encontrando novos lugares para pertencer; vemos o vilarejo deixando de ser tão pequeno e recebendo as novidades do mundo. É o ritmo comum da vida, mas não deixa de despertar um sentimento nostálgico, de saudades. Uma coisa gostosa de ouvir – como escutar as histórias de família sentado no sofá da sala.

As ilustrações delicadas de Talita Nozomi, feitas com técnica mista, monotipia, colagem e giz pastel, dão um toque bucólico à obra, harmonizando-se perfeitamente com o texto.

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Gustavo Piqueira, da Casa Rex, assina ilustrações de livro infantil



À frente da Casa Rex, Gustavo Piqueira, que já recebeu mais de 100 prêmios internacionais de design e escreveu 10 livros, além de seu mais recente projeto a concepção e tradução relativamente fiel do irreverente livro do Século II "A História Verdadeira" de Luciano de Samósata, acaba de assinar as ilustrações do novo livro infantil da Editora Biruta, “Babuxa”.

Feitas com pincel e tinta nanquim, as ilustrações se integram no projeto gráfico da obra, também desenvolvido pela casa de design, e dão base à estrutura visual através de um jogo de cores que dialoga tanto com a narrativa quanto com as páginas de fundo do livro.

"As ilustrações foram coloridas acompanhando as transformações que a personagem bruxa Babuxa assume durante a história. Se no início ela tinha um tom mais fechado, ao se tranformar na bela moça, ela adquire um tom rosado, mais alegre. E o mesmo acontece com todo o projeto gráfico.", comenta Gustavo.

"Babuxa", escrito por Almir Correia e ilustrado por Gustavo Piqueira com design da Casa Rex, já pode ser encontrado no site da Editora Biruta e nas principais livrarias do país.


Sobre a Casa Rex:

Casa Rex é uma multi-premiada casa de design gráfico internacional, com sedes em São Paulo e Londres. Com mais de 100 prêmios internacionais e um time de quase 40 profissionais liderados por Gustavo Piqueira, sua área de atuação vai de extensos projetos globais para marcas de consumo, projetos editoriais, corporativos e ambientais, até projetos experimentais como alfabetos, ilustrações e objetos - não podendo ser enquadrada sob os tradicionais moldes de "agência" ou "estúdio" de design.
Para conhecer mais, acesse: www.casarex.com

sábado, 23 de junho de 2012

Poesia Não É Difícil de Carlos Felipe Moisés

Poesia Não É Difícil    

de  Carlos Felipe Moisés


    16x23 cm.
    204 páginas
    978-85-7848-087-5
    2X2
      
             A POESIA É AVESSA A DEFINIÇÕES DE CUNHO GENERALIZANTE; ela requer outros operadores de leitura. Por essas e outras, neste livro, o autor, logo de início, nos adverte: poesia se aprende com os poemas, é preciso resistir à sedução dos apriorismos e usar a teoria sim, mas de modo subsidiário.

Mais do que a exposição sistemática de um método de análise, o que se nos oferece são exercícios de leitura consciente, que têm como fio condutor um repertório variado de temas e motivos.

Num estilo límpido e fluente, o autor nos incita, adverte, desafia, contradiz, antecipa-nos as dúvidas, dialetiza nossas certezas, faz com que nos demoremos na contemplação de um detalhe insignificante à primeira vista para, a seguir, nos acompanhar na consideração dinâmica do todo.

Isso para não falar na escolha de uma linguagem adequada para o leitor jovem, no ritmo ágil da explanação, na dosagem exata das informações, que em nada sacrificam a agudeza das análises.

Felizmente em defesa da leitura, Carlos Felipe é daqueles poucos professores que, sem concessões, nos resgata para a literatura pelas veredas da alegria.”


FÁBIO WEINTRAUB PARA O ESTADO DE S. PAULO 

 

O AUTOR      

Carlos Felipe Moisés nasceu em São Paulo, 1942, estreou como poeta em 1960, com A poliflauta, a que se seguiram, entre outros: Carta de marear (Prêmio Governador do Estado de São Paulo, 1966), Círculo imperfeito (Prêmio Fundação Cultural do Estado da Bahia, 1978), Subsolo (Prêmio da Associação Paulista dos Críticos de Arte, 1989) e Noite nula (2008). Dedica-se também à crítica literária, com especial interesse em poesia moderna e contemporânea.


Seus livros mais recentes nessa área: O desconcerto do mundo (2001), Fernando Pessoa: almoxarifado de mitos (2005) e Poesia e utopia (2007).

É autor também de ficção para jovens (O livro da fortuna, 1992; A deusa da minha rua, 1996; Conversa com Fernando Pessoa, Prêmio FNLIJ, 2007); e para adultos (Histórias mutiladas, Prêmio Governo do Estado de Minas Gerais, 2008).

Traduziu obras como:

Tudo o que é sólido desmancha no ar, de Marshall Berman (1986),

Que é a literatura?, de Jean-Paul Sartre (1989),

O poder do mito, de Joseph Campbell (1990), entre outras.


É mestre e doutor em letras clássicas e vernáculas pela Universidade de São Paulo, tendo lecionado teoria literária e literaturas brasileira e portuguesa em várias instituições universitárias, no Brasil e nos Estados Unidos.
*

um lançamento


   

terça-feira, 5 de junho de 2012

O Segredo do Amor de Sarah Emmanuele Burg

O Segredo do Amor

de Sarah Emmanuele Burg

2X1
capa dura

A editora GAIVOTA   acaba de editar  o livro da jovem artista plástica francesa
SARAH  EMMANUELE  BURG

O SEGREDO DO AMOR é um livro-imagem de extremo bom-gosto, que constrói sua narrativa através
de ilustrações  delicadas  e sensíveis, retratando o primeiro amor  -  e todos os
sentimentos que acompanham essa  descoberta.




A intenção é que cada leitor "leia" as imagens e crie o seu próprio texto, a  partir
de sua experiência pessoal.  O  SEGREDO  DO  AMOR é  um  livro  que guarda
dentro de si infinitas  e diferentes  histórias, para  todas as idades. 



As ilustrações foram feitas com lápis preto e deliciosamente pontuadas com a cor vermelha.








A AUTORA

UM LANÇAMENTO