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terça-feira, 24 de julho de 2018

Polysom lança “Carnaval na Obra”, da Mundo Livre, em vinil duplo



 Álbum foi lançado há 20 anos

Criadora do movimento Mangue Beat ao lado de Chico Science e Nação Zumbi, a Mundo Livre S.A. trouxe novos elementos para a música brasileira e até hoje é referência para as novas gerações. Esse ano, a banda tem um dos seus discos mais importantes, “Carnaval na Obra” (1998), lançado em vinil duplo de 180 gramas pela coleção “Clássicos em Vinil”, da Polysom. 

O álbum, que completa seus 20 anos, foi o disco que inaugurou a então nova gravadora Abril Music. Terceiro disco da Mundo Livre, "Carnaval na Obra" traz quatro dos grandes produtores daquela geração: Carlos Eduardo Miranda, Eduardo Bid, Apollo 9 e Edu K. Eles se dividiram entre as 14 faixas, que traziam forte influência da recente turnê ao México e da eletrônica, usada como um instrumento, uma ferramenta a mais. Entre as composições estão alguns dos maiores sucessos da banda, como "Maroca", "Bolo de Ameixa", "Quem tem Bit tem Tudo", "A Expressão Exata" e "O Africano e o Ariano".

Nesse álbum, a formação da banda era: Fred Zero Quatro (voz, cavaquinho, guitarra, violão, banjo e surdo), Tony (bateria, caixa de ferramentas, programação de bateria eletrônica e backing vocal), Fábio (baixo), Bactéria (teclados, guitarra e backing vocal) e Marcelo Pianinho (percussão).

quinta-feira, 3 de maio de 2018

Álbuns dos Tribalistas são lançados em vinil pela Polysom


  
Após inúmeros encontros que geraram composições, produções, shows e gravações, Marisa Monte, Carlinhos Brown e Arnaldo Antunes uniram-se, em 2002, para gravar um disco juntos. O trio, batizado “Tribalistas”, apresentou um álbum homônimo, sucesso absoluto de crítica e vendas. Após 15 anos, eles voltaram ao estúdio e lançaram o segundo disco homônimo. Os dois trabalhos chegam agora às lojas em vinil pela Polysom e estarão à venda na primeira turnê do grupo, que estreia no dia 28 de julho, em Salvador.

O primeiro disco foi produzido por Marisa Monte, com coprodução de Arnaldo, Brown e Alê Siqueira. As 13 faixas são assinadas pelo trio e com parcerias de Davi Moraes, Pedro Baby, Margareth Menezes e Cezar Mendes. No repertório, os grandes sucessos “Velha Infância”, “É Você”, “Passe em Casa” e “Já Sei Namorar”. 

No segundo álbum, gravado no Rio de Janeiro, produção e coprodução tiveram assinatura do trio e mais Alê Siqueira e Daniel Carvalho. As 10 faixas do LP são inéditas e compostas novamente pelos três, com Pedro Baby, Carminho, Pretinho da Serrinha e Brás Antunes. Entre as canções estão “Diáspora”, “Um Só” e “Fora da Memória”. 

Os dois discos estão sendo lançados pela coleção “Clássicos em Vinil”, da Polysom.

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

“Refavela”, de Gilberto Gil, ganha reedição em vinil pela Polysom




Estimulado por sua ida à Nigéria na década de 70, Gilberto Gil lançou um dos seus mais emblemáticos álbuns. “Refavela” (1977), segundo da trilogia “Re”, que tem também “Refazenda” (1975) e “Realce” (1979), traz raízes africanas encontrando a música brasileira. Comemorando 40 anos de seu lançamento, o disco chega às lojas em vinil de 180 gramas, pela coleção “Clássicos em Vinil”, da Polysom.

O álbum foi gravado no estúdio da Phonogram, com direção de produção de Roberto Santana. Nele estão 10 músicas, em sua grande maioria assinadas por Gilberto Gil, como a faixa-título, “Sandra” e “Aqui e Agora”. Em “No Norte da Saudade”, ele divide a autoria com Perinho Santana e Moacyr Albuquerque. Ainda estão no disco as canções “Ilê Ayê (Que Bloco É Ésse)”, de Paulinho Camafeu, e “Samba do Avião”, de Tom Jobim.

Mais informações: https://www.lojapolysom.com.br/

Polysom lança dois álbuns de Tom Jobim







 
A Polysom vai lançar pela coleção “Clássicos em Vinil”, em parceria com a gravadora Warner, dois álbuns do genial Tom Jobim: “Urubu” (1975) e “Terra Brasilis (1980).

“Urubu” foi gravado em Nova York pela banda base formada pelo próprio Tom (piano, Fender Rhodes e vocal), Ron Carter (baixo), João Palma (bateria) e Ray Armando (percussão), e grande orquestra com arranjos e regências de Claus Ogerman. Algumas músicas de destaque são “Ângela”, “Lígia” e “Saudades do Brasil”.

“Terra Brasilis” é um álbum duplo com produção de  Aloysio de Oliveira e arranjos de Claus Orgeman com versões em inglês para clássicos de Tom, como “Wave”, “Dindi”, “Samba de uma Nota de Só”, “Garota de Ipanema”, “Desafinado”, “Sabiá”, “Modinha” e “Se Todos Fossem Igual a Você”, entre outras.

Mais informações: https://www.lojapolysom.com.br/

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Polysom relança em vinil “Alucinação” de Belchior



Após mais de 40 anos de seu lançamento, a Polysom, em parceria com a Universal Music, traz de volta às lojas em vinil de 180 gramas “Alucinação” (1976), de Belchior. O disco é o segundo da carreira do cantor e compositor, falecido em abril desse ano, e é para muitos sua obra-prima. O álbum, que pode ter causado estranheza a alguns pelo estilo que misturava o folk-rock à MPB e sons regionais, tornou-se um dos mais importantes da música nacional.

O disco foi produzido por Marco Mazzola e tem 10 faixas, todas de autoria de Belchior. Em suas letras, o cearense cantava sobre as dificuldades de alguém do interior chegar a cidade grande e sobre a não submissão à normas. “Alucinação” traz alguns de seus maiores sucessos, como “Velha Roupa Colorida”, “Rapaz Latino Americano” e “Como os Nossos Pais”.

quarta-feira, 10 de maio de 2017

“Loki?”, de Arnaldo Baptista, volta às lojas em vinil pela Polysom




Um gênio da música, Arnaldo Baptista vem deixando sua marca na história da cultura nacional e é referência para todas as gerações desde os anos 60, quando fundou Os Mutantes ao lado de seu irmão, Sérgio Baptista, e de Rita Lee. Em 1974, lançou seu primeiro álbum solo, “Loki?”, considerado até hoje um dos mais importantes da discografia brasileira. A partir da segunda quinzena de maio, “Loki?” volta às lojas pela coleção 'Clássicos em Vinil', da Polysom, em vinil de 180 gramas.

O álbum foi gravado no Estúdio Eldorado (São Paulo), com direção de produção de Roberto Menescal e Mazzola. As 10 faixas são assinadas por Arnaldo, com exceção de “Uma Pessoa Só”, em parceria com Os Mutantes. Arnaldo canta e toca piano no álbum, que traz ainda arranjos do maestro Rogério Duprat em duas canções. Acompanharam Arnaldo nas gravações grandes músicos como Dinho (bateria), Liminha (baixo) e Sergio Kaffa (baixo). Um disco indispensável, “feito para ouvir em alto volume”, como diz a nota em sua contracapa.

Além de “Loki?”, a Polysom preparou outra novidade para os fãs dos Mutantes. Os sete discos que eram vendidos apenas na caixa “Os Mutantes – Box Deluxe” agora podem ser adquiridos separadamente. São eles: “Os Mutantes” (1968), “Mutantes” (1969), “A Divina Comédia ou Ando Meio Desligado” (1970), “Jardim Elétrico” (1971), “Mutantes e Seus Cometas no País do Baurets” (1972), “Tecnicolor” (1999) e “Mande um Abraço pra Velha” (2014).

Seguem anexos o release do disco, escrito por Jotabê Medeiros, e a biografia cronológica de Arnaldo Baptista.

Mais informações: https://www.lojapolysom.com.br/

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Polysom relança discos do Clube da Esquina em parceria com a Universal Music


    
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Iniciado em Belo Horizonte nos anos 1960, o Clube da Esquina influenciou as gerações seguintes, mineiras ou não. Seus artistas inovaram na sonoridade e nas letras. Em janeiro, a coleção “Clássicos em Vinil”, da Polysom, em parceria com a Universal Music, traz de volta às lojas os discos “Clube da Esquina” (1972) e “Clube da Esquina 2” (1978), em vinil duplo de 180 gramas.
O primeiro título traz 21 canções, interpretadas por Milton Nascimento e Lô Borges. Beto Guedes canta com Milton “Saídas e Bandeiras Nº1”, “Saídas e Bandeiras Nº 2” e “Nada Será como Antes”. Alaíde Costa também participa do álbum em “Me Deixa em Paz”. Entre os sucessos estão “Clube da Esquina Nº 2”, “Tudo que Você Podia Ser”, “Trem Azul”, “Um Girassol da Cor do Seu Cabelo” e “Paisagem da Janela”.
“Clube da Esquina 2” traz 23 faixas, assinadas por Milton, Lô, Marcio Borges e grandes parceiros: Fernando Brant, Flavio Venturini, Murilo Antunes, Ronaldo Bastos, Joyce Moreno, Ruy Guerra, Beto Guedes e Danilo Caymmi, entre outros. Milton, que canta todas as canções, divide o vocal em algumas com Elis Regina (“O que É Feito Devera (De Vera)”), Chico Buarque (“Canción por la Unidad Latinoamericana”), Boca Livre (“Mistérios”) e Flavio Venturini (“Nascente”).
Mais informações: http://polysom.com.br/

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Polysom relança três primeiros discos d’O Rappa em vinil

 
 
Iniciando sua carreira nos anos 90, O Rappa é um dos grupos mais originais da música nacional. Seu som inventivo combina reggae, hip hop e rock. O início de sua história é lembrado pela Polysom com o relançamento dos três primeiros álbuns da banda, em parceria com a Warner, todos eles em vinil duplo de 180 gramas: “O Rappa” (1994), “Rappa – Mundi” (1996) e “Lado B Lado A” (1999).
 
Marcelo Falcão (vocal e guitarra), Marcelo Yuka (bateria), Xandão (backing vocals e guitarra), Marcelo Lobato (teclados, sampler e backing vocals) e Nelson Meirelles (baixo) apresentaram o primeiro álbum, homônimo, em 1994. Entre suas 16 faixas, estão sucessos como “Brixton, Bronx ou Baixada”, “Todo Camburão tem um Pouco de Navio Negreiro” e sua versão para “Take It Easy My Brother Charles”, de Jorge Ben Jor. Bezerra da Silva participa da música “Candidato Caô Caô”.
 
Produzido por Liminha, sem Nelson Meirelles e com Lauro Farias no baixo, “Rappa-Mundi” é composto por 13 faixas. O disco traz alguns dos maiores sucessos do grupo, entre eles “Vapor Barato”, “Miséria S.A.”, “Pescador de Ilusões”, “A Feira”, “Ilê Ayê (Que Bloco É Esse)” e a versão em português para “Hey Joe (Hey Joe)”, essa última com a participação de Marcelo D2.
 
“Lado B Lado A” está na lista dos 100 melhores discos da música brasileira, da revista Rolling Stone Brasil, e é um dos mais importantes do rock nacional e da carreira d’O Rappa. Entre as 11 faixas que o compõem estão “Minha Alma (A Paz que Eu Não Quero)”, “O Que Sobrou do Céu”, “Me Deixa”, “Tribunal de Rua”, “Cristo e Oxalá”, “A Todas as Comunidades do Engenho Novo” e “Favela”.
 
Os discos já estão disponíveis em pré-venda e chegam às lojas na primeira semana de dezembro.

Mais informações: http://www.lojapolysom.com.br/

terça-feira, 8 de novembro de 2016

Deck e Polysom lançam três projetos de Alceu Valença em novembro

 





        



Na primeira semana de novembro, a Deck e a Polysom homenageiam os 70 anos de Alceu Valença. O início da carreira do cantor e compositor é revisitado em três projetos em diferentes formatos. São eles: o box com quatro discos de vinil, “Alceu Valença 70”, o DVD e CD inéditos “Vivo! Revivo!” e o raríssimo “Saudade de Pernambuco”.
 
“Alceu Valença 70” é uma caixa especial que a Polysom preparou com quatro álbuns dos anos 70. Faz parte da caixa seu disco de estreia, “Molhado de Suor” (1974), com 11 faixas, incluindo a bônus “Vou Danado pra Catende”. O álbum seguinte, “Vivo” (1976), foi gravado ao vivo no Teatro Tereza Rachel, com produção de Guto Graça Mello. O trabalho traz oito músicas, como “O Casamento da Raposa com o Rouxinol”, “Sol e Chuva”, “Papagaio do Futuro” e “Edipiana Nº 1”, sendo as duas últimas com participação de Zé Ramalho da Paraíba.
 
Ainda no box, está “Espelho Cristalino” (1977) com oito músicas, entre elas “Agalopado” e “A Dança das Borboletas”. Os arranjos são assinados por Alceu e pelo guitarrista Paulo Rafael, com participação de um coro formado por Elba Ramalho, Tania Alves, Marlui Miranda, Tinhazinha e Odaire. Para completar, ainda está na caixa o exclusivo e raríssimo “Saudade de Pernambuco”, gravado em 1979 em Paris, durante o autoexílio de Alceu. O disco, que havia saído no Brasil apenas como brinde do Jornal da Tarde, traz 10 faixas, entre elas “Apoena”, “O Ovo e a Galinha” e “Cana Caiana”. Esse álbum também chega às lojas pela Deck em CD e em todas as plataformas digitais.

Ainda pela Deck, será lançado o CD e DVD inéditos “Vivo! Revivo!”. O registro foi feito durante a turnê com o mesmo nome, no Theatro Santa Isabel (Recife). No repertório de 15 músicas, estão algumas das músicas dos três primeiros álbuns de sua carreira: “Vivo!”, “Molhado de Suor” e “Espelho Cristalino”. O DVD foi dirigido por Lula Queiroga e Alceu é acompanhado pela banda formada por Paulo Rafael (guitarra), Nando Barreto (baixo), Cássio Cunha (bateria), Jean Dumas (percussão), César Michiles (flauta) e Leo Stegman (viola). Um primeiro vídeo do DVD está disponível no YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=QCVlcE9bR6M&feature=youtu.be.

“Vivo! Revivo!” já está disponível nas plataformas digitais e chega às lojas em CD e DVD na segunda quinzena de novembro.

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Polysom relança “Novos Baianos F.C.” e “Novos Baianos”



A Polysom, em parceria com a Warner,  traz de volta às prateleiras outros dois importantes discos dos Novos Baianos: “Novos Baianos F.C.” (1973) e “Novos Baianos” (1974). Os álbuns são relançados pela coleção “Clássicos em Vinil”, em vinil de 180 gramas. Através da mesma, já estão de volta às lojas os dois primeiros álbuns do grupo, “É Ferro na Boneca” (1970) e “Acabou Chorare” (1972), além do compacto duplo homônimo (1971).

Lançado em 1973, “Novos Baianos F.C.” é o terceiro disco dos Novos Baianos, gravado num sítio em Jacarepaguá (RJ).  O álbum traz 10 faixas inéditas, com exceção de “Samba da Minha Terra”, de Dorival Caymmi. Entre as músicas estão “Sorrir e Cantar Como Bahia”, “Vagabundo não é Fácil”, “Os Pingos da Chuva” e as instrumentais “Alimente” e “Dagmar”, entre outras.

“Novos Baianos” é o último do grupo com Moraes Moreira. Também gravado em um sítio, porém, dessa vez, no interior de São Paulo, o disco traz nove canções. Entre elas estão “Alunte”, “Eu Sou o Caso Deles”, “Fala Tamborim”, “Reis da Bola” e “Ao Poeta”, essa uma brincadeira com o nome da filha de Pepeu Gomes e Baby Consuelo, Riroca. Ainda, eles registraram sua versão para “Isabel (Bebel)”, de João Gilberto. 


segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Polysom lança mais dois álbuns do Mutantes



     
Depois da caixa do Mutantes com seis LPs, a Polysom lança mais dois, completando a discografia de uma das bandas mais importantes do Brasil. “Tudo Foi Feito pelo Sol” e “Ao Vivo” estarão à venda em LP de 180 gramas dentro da coleção “Clássicos em Vinil”.

“Tudo Foi Feito pelo Sol” é um dos discos mais representativos dentro da história do rock progressivo nacional. Os arranjos são assinados pelo grupo, na época formado por Sergio Dias (guitarras, violão, sitar e voz), Túlio Mourão (piano, órgão Hammond, Minimoog e voz), Antonio Pedro de Medeiros (baixo e voz) e Rui Mota (bateria, percussão e voz). O álbum é composto por sete faixas com efeitos e acordes virtuosos, mais elaboradas e longas, ainda com os tons psicodélicos característicos do Mutantes.

Já “Ao Vivo”, de 1976, é o registro de um show gravado no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro e produzido por Peninha Schmidt. As 12 faixas gravadas na apresentação eram inéditas e entre elas estão “Rock`n`Roll City”, “Sagitarius”, “Benvindo/Mistérios” e “Trem/Dança dos Ventos”. 

Mais informações: http://www.lojapolysom.com.br/


terça-feira, 19 de julho de 2016

Polysom relança compacto em vinil do Vímana

 
 
Apesar do pouco tempo que ficou em atividade, o Vímana deixou sua marca no pop rock nacional. O grupo reunia três dos maiores nomes do estilo: Ritchie (vocal e flauta), Lulu Santos (vocal e guitarra) e Lobão (bateria), acompanhados por Luiz Paulo Simas (teclados) e Fernando Gama (baixo). Seu único trabalho lançado, o compacto “Zebra e Masquerade” (1977), volta em julho às lojas em vinil pela Polysom.
 
Gravado no estúdio da Som Livre, o trabalho foi produzido por Guto Graça Mello. O compacto apresenta o rock progressivo do grupo em suas duas faixas “Zebra” e “Masquerade”, cantadas em português e inglês, respectivamente. 

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Polysom relança clássicos da discografia de Tim Maia



          
A Polysom, em parceria com a Universal Music, relança esse mês três discos do começo da carreira de uma das maiores vozes da música nacional, Tim Maia. Os álbuns, todos homônimos, foram lançados em 1970, 1971 e 1973, sendo o primeiro, segundo e quarto da carreira do carioca. Indispensáveis aos amantes da soul music, os discos chegam às lojas pela coleção “Clássicos em Vinil”.

Sendo o primeiro produzido por Jairo Pires e Arnaldo Saccomani e os outros dois por Tim Maia, os discos trazem, cada um, 12 faixas, em sua grande maioria assinadas pelo cantor. Já no álbum de estreia ele apresenta os sucessos “Azul da Cor do Mar”, “Cristina”, parceria sua com Carlos Imperial, “(Vai Chuva) Primavera” e “Eu Amo Você”, essas duas últimas de autoria de Cassiano e Silvio Rochael.

Abrindo com “A Festa do Santo Reis” (Márcio Leonardo), o disco de 1971 também estava recheado de hits da carreira de Tim Maia, como “Não Quero Dinheiro (Só Quero Amar)”, “Não Vou Ficar” e “Você”. E, ainda, o seu quarto álbum (1973) traz “Réu Confesso” e “Eu Gostava Tanto de Você” (Edson Andrade), entre outras. Vale destacar algumas canções em inglês que aparecem nesses registros, como “Broken Heart (Coração Partido)”, “I Don’t Care (Não Quero Saber)” e “Do Your Thing, Behave Yourself”.

Os discos chegam às lojas em vinil de 180 gramas pela Polysom no final desse mês.

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Polysom relança clássicos de Hyldon e Cassiano



  
 
Nos últimos anos, a Polysom tem trazido de volta às prateleiras alguns dos maiores clássicos da música nacional em vinil. Seguindo essa trajetória, ela anuncia o relançamento de dois dos mais importantes álbuns da soul music brasileira. São eles “Cuban Soul: 18 Kilates” de Cassiano, e “Na Rua, Na Chuva, Na Fazenda”, de Hyldon.

Completando 40 anos em 2016, “Cuban Soul: 18 Kilates” é considerado um dos trabalhos mais importantes de Cassiano. O disco foi produzido por Gastão Lamounier e o compositor Paulo Zdanowski, que assina com o cantor, compositor e guitarrista as nove canções do álbum. Entre as faixas estão os sucessos “Coleção”, “A Lua e Eu” e “Onda”.

Hyldon lançou “Na Rua, Na Chuva, Na Fazenda” em 1975, com produção de Guti Carvalho, com arranjos seus e de Waldir Arouca Barros. Para a gravação das 12 faixas, todas de sua autoria, ele contou com Sheila Wilkerson (voz) e com os músicos da banda Azymuth: José Roberto Bertrami (teclados), Alex Malheiros (baixo) e Ivan Conti “Mamão” (bateria).  Entre elas, estão sucessos atemporais como a faixa-título, “As Dores do Mundo”, “Na Sombra de uma Árvore” e “Sábado e Domingo”, sendo essa última em parceria com Nenem.

Os dois álbuns chegam às lojas esse mês pela coleção “Clássicos em Vinil”, da Polysom, em vinil de 180 gramas.

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Polysom relança “Brazilian Octopus”




Hermeto Pascoal (flauta), Douglas de Oliveira (bateria), Cido Bianchi (piano), Lanny Gordin (guitarra), Alemão (violão e guitarra), João Carlos Pegoraro (vibrafone), Carlos Alberto de Alcântera Pereira (sax e flauta) e Nilson da Matta (baixo). Essa era a sensacional formação do Brazilian Octopus, grupo que lançou um único disco, homônimo, em 1969. Com esse time de gigantes, o álbum certamente é um dos mais importantes da discografia nacional. Esse grande e raro clássico volta às lojas em vinil de 180 gramas pela coleção “Clássicos em Vinil”, da Polysom.

O disco traz 12 faixas e foi produzido por Mario Albanese e Fausto Canova. As canções são de autoria dos músicos do Brazilian Octopus e de outros parceiros como Rogério Duprat, Cyro Pereira, Edu Lobo, Tereza Souza e Gabriel Fauré. A sonoridade transita por vários ritmos brasileiros, sendo experimental e psicodélica, transmitindo diversas sensações no decorrer dos  29 minutos do álbum.

Mais informações: http://polysom.com.br/

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Cachorro Grande comemora 10 anos do disco “Pista Livre” e lança versão em vinil pela Polysom




Em 2015, o terceiro álbum do grupo Cachorro Grande, “Pista Livre”, lançado pela Deck, completou 10 anos. Para celebrar a data, a Polysom licencia o título e lança sua versão em vinil. O disco apresenta grandes sucessos da banda gaúcha, como “Sinceramente”, “Você Não Sabe o Que Perdeu”, “Bom Brasileiro”, “Desentoa” e “Velha Amiga”, entre outros.

“Pista Livre”, produzido por Rafael Ramos, é considerado por muitos críticos e pelo público como um dos melhores discos da banda que comemora 17 anos de carreira. Quando foi lançado, ampliou o alcance do Cachorro Grande, que já fazia sucesso no Rio Grande do Sul, ao cenário musical brasileiro.

"Pista Livre" - Cachorro Grande (Deck/Polysom)
Valor Sugerido: R$98,00

Mais informações: http://polysom.com.br/

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Polysom lança compacto duplo dos Novos Baianos



Referência da música brasileira até os dias de hoje, os Novos Baianos começaram sua carreira no início da década de 70, com o lançamento de “É Ferro na Boneca” (1970). No ano seguinte, eles lançavam um compacto duplo, com as faixas “Psiu”, “29 Beijos”, “Globo da Morte” e “Mini Planeta Íris”, que já apresentava algumas das mudanças sonoras pelas quais passariam. Esse registro raro volta esse mês às prateleiras pela coleção “Clássicos em Vinil”, da Polysom, da mesma forma como foi lançado originalmente.

O registro raro mostra o momento de transição de um dos maiores nomes da música nacional. Todas as quatro faixas são de autoria do grupo. Sem Baby Consuelo nos vocais, Moraes Moreira e Paulinho Boca de Cantor cantam, cada um, duas músicas. O som que eles apresentavam era mais próximo ao rock dos anos 70, mais psicodélico, assim como o primeiro álbum, porém com mais referências da MPB e do samba, que predominam nos trabalhos seguintes, entre eles o aclamado “Acabou Chorare” (1972).

Mais informações: http://polysom.com.br/
 

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Pré-venda LP Box Os Mutantes




Por R$ 809,90
ou 3x de R$ 269,97

quarta-feira, 19 de agosto de 2015