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segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

"Rádio Kriola" novo disco CATARINA DOS SANTOS | lançam/ showcase 15.Dez FNAC CHIADO | 19h00

O novo disco de Catarina dos Santos"Rádio Kriola", tem lançamento marcado para esta quinta-feira, 15 de Dezembro, pelas 19h00, na Fnac Chiado



O que tem de comum EUA, Brasil, África, Londres e Lisboa? Diríamos que a música de Catarina dos Santos. A artista lança o seu mais recente trabalho, “Rádio Kriola”, uma “celebração à multiplicidade de sons de onde bebe a noção de ser português que em si mesmo, já é múltipla.” Rádio Kriola será apresentado na Fnac do Chiado, quinta 15 de Dezembro, pelas 19h00 com o concerto, conversa com a artista e sessão de autógrafos
“Rádio Kriola” surge como uma estação de rádio na qual podemos sintonizar as terras e as gentes, as estórias e caminhos, que fazem parte de Catarina dos Santos. E é neste caminho que descobrimos as viagens, os locais, as línguas. É nesta sintonia que encontramos as participações do escritor angolano Ondjaki, do músico cabo-verdiano Toy Vieira, do rapper Chullage, ou da Porto-Riquenhas Raquel Z. Rivera. 
As raízes da música portuguesa e as suas conexões com o Brasil e com África tem sido o foco de estudo de Catarina dos Santos. “É um disco criado por alguém que não vive em Lisboa. Todos os temas falam de Portugal ou de cultura relacionadas à portuguesa e falam de expressões que estariam inseridas numa realidade de emigrantes, como por exemplo a minha: portuguesa, emigrada em Nova Iorque durante 10 anos ou agora mais recentemente, em Londres.”

CRÍTICA
“A música da Catarina dos Santos conduz-nos pela geografia humana que converge no Atlântico e no Mediterrâneo. Rádio Kriola é o reflexo de uma portugalidade que se veste de muitas roupagens, mas que desassumiu a sua própria mestiçagem. “Nós somos de todo o lado”, sussurra na voz da sereia, que nos faz percorrer uma cartografia feita dos poemas escritos nas salinas da nossa infância. 
Este álbum é dedilhado por uma “Menina-Barco”, título de um dos temas, com a participação dos Rapazis di V.A. e Chullage. Menina que parte da periferia construída por mãos morenas, semba, kuduro e sal. Menina que ruma na proa do bairro, que Lisboa viu crescer até Nova Iorque, para compreender mundo, e lá conhecer mestres como John Pattitucci, Sheila Jordan, Paquito de Rivera... Recebeu um “Inverno Tropical” de Ondjaki e laborou um Ondja, lembrança da Avó 19. “Caminho” nasce da colaboração com Dom La Nena. “A Dancer’s Redemption” é fado dançado em lundu Marajoara. E continua “Ninita”, funaná, mais dança, “Minha Maria” nessa litania do porto que já não é abrigo, mas ponto cruz, candomblé que redime o espírito das carpideiras. “Redención - Lo Transparente”, com Raquel Rivera, palavras Porto Riquenhas com “iris de sal pulida”. “Canto do Pescador” nasce do trabalho com Toy Vieira, voz do tempo, canto de sereia esperado em terra.
E eu oiço, mandingada, este disco concebido em tom de manifesto porque “sou da terra branda, aqui se fala em silêncio”. Manifesto ou não, Catarina vive diáspora de menina barco que “traz um mundo no braço, uma história no rosto” e a latitude no coração.”
Sofia Amado
(jornalista e escritora)

BIO
Catarina dos Santos esteve desde pequena exposta a música tradicional Portuguesa, de Angola, Cabo Verde e do Brasil, e muito Jazz. Entre 1996 e 2003 estuda Pintura na Sociedade de Belas-Artes, e Pintura e Cerâmica na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, ganhando prémios em Desenho e em Cerâmica. 
É também durante este período que estuda no Conservatório de Lisboa, e na Escola de Jazz Luís Villas-Boas, onde durante 2003 lecciona Improvisação e é assistente do Professor Pedro Moreira, nas aulas de Ensemble Vocal. Nesta altura trabalha como cantora de jazz, e é escolhida para representar a Escola do Hot Clube de Portugal no Festival de Jazz do São Luís, em 2003. No mesmo ano toca com a sua banda, “Crackin’ the Quintet”, no Hot Clube de Portugal, e em outros locais de música ao vivo. Paralelamente ao jazz estuda e canta música Angolana, e música tradicional Portuguesa, em colaboração com os At-Tambur.         
Em 2003 vai para Nova Iorque estudar Jazz Performance, no City College of New York, sendo bolseira da Kaye Scholarship, e recebendo vários prémios de mérito; conclui o curso Suma Cum Laude. Estuda com John Pattitucci, Sheila Jordan, Neil Clark, Paquito de Rivera, Ed Simmons, Ben Street, Jim Black, Cyro Baptista, Luciana Souza, Duduka da Fonseca. Tem aulas de percussão com Zé Maurício (Choro Ensemble), Café (Djavan). Em 2006 faz o Curso de Orquestração da Juilliard School, e canta na Juilliard School Choral Union.
A sua experiência como músico em Nova Iorque vai desde o jazz, à música de Cuba e Porto Rico, e à música Brasileira. Entre 2005 e 2008 é a cantora e letrista da banda Nation Beat, que faz um trabalho de pesquisa da música do estado de Pernambuco, Nordeste do Brasil, e fundindo esta com ritmos de New Orleans, e funk. É com esta banda que grava o disco “Maracatuniversal”, em 2006, em Recife, numa colaboração com os músicos da Nação de Maracatu Estrela Brilhante, e músicos de Nova Iorque como Frank London (The Klezmatics), ou Rob Curto (Lila Downs). A banda faz turnées pelos Estados Unidos, e em Nova Iorque apresenta-se no Blue Note, Joes Pub, Makor, The Stone (John Zorn), Barbes, SOB’S, e outros. Em Fevereiro de 2007 toca no Festival Porto Musical, Recife, e faz vários concertos na mesma cidade, e no Festival Nova Consciência, em Campina Grande, Paraíba. É em Recife que constrói pontes de amizade e trabalho, na Música e na Educação, com Jorge Martins (percussionista da banda Cascabulho, colaborador com Nation Beat, e director da Escola de Percussão e ONG Corpos Percussivos), e mestres de percussão como Naná Vasconcelos, Mestre Salustiano, e outros grandes da música tradicional.
Outras colaborações em Nova Iorque incluem Maracatu NY, Montego Joe, Carol Lester and the World Women, Arthur Dutra e Timbatu, o pianista e flautista cubano Oriente Lopez, Los Pleneros de la 21 (música tradicional de Porto Rico), Eduardo Nazarian, Billy Newman e o Brazillian Acoustic Ensemble, entre outros. Faz também parte do Ensemble Musical da Companhia de Teatro Porto Riquenha Pregones Theatre, sediada no Bronx, Nova Iorque, onde foi solista na estreia mundial de duas obras para orquestra do compositor Desmar Guevara, “The Ponce Massacre”, e “Cantata a Pales”, bem como integra o elenco da peça “Game Over”. 
Quando em Portugal trabalha com Jon Luz, Paulo Temeroso, e Marco Santos no projecto de música brasileira e jazz, Aué, e com o seu recente projecto, Tambor de Três, com Mick Trovoada e Oswaldo Santos (Grupo Tempo, São Tomé). 
Em Fevereiro de 2009 Catarina trabalha em Recife com o Corpos Percussivos, e em Maio o Tambor de Três apresenta-se no Festival Cineport, em João Pessoa, Paraíba. Faz o lançamento do seu disco “No Balanço do Mar” em Nova Iorque em Junho de 2009 no Pregones Theatre. 
Em Agosto de 2009 lança o “Balanço do Mar” em Lisboa, e é convidada para participar no Festival CCB Fora de Si, ao lado de grandes como Seun Kuti e Branford Marsalis. No Verão de 2010 faz uma turnée na West Coast dos Estados Unidos, tocando em festivais de renome, como o San Jose Jazz Festival, e toca na Festa do Avante!, abrindo a Festa no Palco 1o de Maio. Em Maio desse ano Catarina criou o show “Os Pés da Sereia”, juntamente com a cantora Raquel Rivera, de Porto Rico, com música original das duas. O show foi patrocinado pela Rockefeller Foundation e apresentado no Hostos Center for the Performing Arts, Bronx, New York. 
Em Novembro de 2011 Catarina apresenta o seu trabalho musical e de pesquisa na ASWAD Conference na Rutgers University, em Pittsburgh. O tema da Conferencia é AFRICAN LIBERATION AND BLACK POWER, The Challenges of Diasporic Encounters Across Time, Space and Imagination
Em 2012 Catarina é convidada pela instituição Nova Iorquina City Lore, para participar no projeto Ironbound Fado, escrevendo novos arranjos e interpretando fados tradicionais, baseados em sonoridades Luso-Afro-Brasileiras. No mesmo ano viaja para Izmir, Turquia, com seu grupo com Oswaldo Santos (São Tomé) e Mick Trovoada (Angola). Em 2013 participa no concerto em homenagem a Mary Lou Williams com solista e parte do coral, com alguns dos melhores cantores de jazz da cena Nova Iorquina, e em Abril deste ano fez a produção artística e foi cantora convidada de dois grandes espetáculos: Concerto em homenagem a Chiquinha Gonzaga, no Brazilian Endowment for the Arts, e “Viagem pelo Mundo de Língua Portuguesa” para a CPLP, 2 de Maio, na sede das Nações Unidas, Nova Iorque, onde Catarina juntou músicos tão importantes como Tony Cabral, membro fundador do Tabanka Djaz, ou Chude Mondlane, cantora e activista moçambicana, e filha do presidente Eduardo Mondlane, entre outros. Em 2014 toca com Forroteria no New Orleans Jazz and Heritage Festival, EUA.
Catarina encontra-se neste momento a lançar o seu segundo álbum de originais, Rádio Kriola, e a trabalhar em três projectos em paralelo: o seu trabalho em Visual em Vídeo Art e Sound Art (projectos de instalações multimédia) o qual está a ser desenvolvido em Londres, o seu próprio projecto educativo, ‘Escola Nómada”, e “Taking Off the Masks – a Lisbon to Newark Conversation”, projecto de intercâmbio entre artistas de Newark e de Lisboa, a ser concretizado em 2017.

quinta-feira, 19 de março de 2015

Convite “Não Houve Quem Ouvisse…” Dia Mundial da Poesia




O Dia Mundial da Poesia será celebrado pela Edita-Me numa parceria com a FNAC, com uma tertúlia no fórum da sua loja do Mar Shopping.

Numa sessão com o título “Não Houve Quem Ouvisse…”, iremos explorar o tema da poesia como forma de comunicação.

A sessão conta com a participação dos poetas Alexandra Malheiro, Ana Sofia Pereira, João Habitualmente, Maria Sofia Magalhães, Teresa Brinco, e do especialista em comunicação Paulo Salgado.

As leituras estarão a cargo de Celeste Pereira e contaremos com a presença especial do fotógrafo convidado Mandrake ZP.

Local: FNAC do Mar Shopping
Hora: 22:00

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terça-feira, 20 de janeiro de 2015

MAESTRO ANTÓNIO VITORINO D’ALMEIDA DE REGRESSO AOS PALCOS




“Duelo de Titãs” reúne os virtuosos Maestro Vitorino D’Almeida e Luiz Avellar

O grande auditório do Centro Cultural Olga Cadaval, em Sintra, recebe dia 13 de Fevereiro, pelas 21h30, "Duelo de Titãs", um espetáculo que reúne os virtuosos Maestro Vitorino D'Almeida e Luiz Avellar.
“Duelo de Titãs” surge de um desafio musical que o Maestro português António Vitorino D’Almeida faz ao pianista brasileiro Luiz Avellar. Um espetáculo feito na arte do improviso que desvenda a genialidade destes dois grandes artistas.
Passando sem reservas por vários ambientes e estilos musicais, este saudável duelo faz com que o público tenha a oportunidade de testemunhar o que acontece quando um artista alcança um virtuosismo tal, que o seu instrumento passa a ser a extensão de si próprio.
Um piano para dois pianistas: “Duelo de Titãs” é mais que um espétaculo, é uma experiência inesquecível.

Uma produção Casa da Língua Portuguesa




MAESTRO ANTÓNIO VITORINO D’ALMEIDA
Maestro, pianista e compositor, António Vitorino d’Almeida dispensa apresentações. Aos cinco anos compôs a sua primeira obra, aos sete deu a primeira audição e interpretou obras de Mozart e Beethoven, para além de duas peças de sua autoria. Conclui com mérito o curso superior de Piano no Conservatório Nacional de Lisboa e vai estudar para Viana de Áustria, na Academia de Música, onde finaliza esta pós-graduação com a mais alta classificação dada por aquela escola: a distinção por unanimidade do júri e consequentemente Prémio Especial do Ministério da Cultura da Áustria, país onde viveu duas décadas tornando-se Adido Cultural da Embaixada Portuguesa em Viana, cargo que lhe valeu uma honrosa condecoração.
A sua obra é muito vasta, e abrange os mais variados géneros musicais, desde a música a solo, para piano e outros instrumentos, à música de câmara, música sinfónica e coral-sinfónica, ao “Lied” ou ópera, além de muita música para cinema ou para teatro e fado, sendo sem dúvida um dos compositores portugueses que mais obra produziu.
Tem a sua música publicada na AvA Musical Editions.
A 9 de Junho de 2005 foi feito Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique.

LUIZ AVELLAR
O pianista e compositor brasileiro, Luiz Avellar iniciou os estudos de piano aos seis anos de idade. Em 1976, estudou Orquestração na Mannes School of Music em Nova Iorque. Com uma longa trajetória como pianista e arranjador de grandes nomes da música brasileira, entre eles Djavan, Gal Costa, Simone e Milton Nascimento. Em paralelo, surge ao lado de variadíssimos nomes do panorama internacional, Billy Cobham, Toots Thielemanns, Phil Purim e Airto Moreira, são algumas referências.
Em 1994, surge o primeiro disco solo “Bons amigos”, com a participação de Hermeto Pascoal, Paulo Moura e Robertinho da Silva, entre outros nomes da música instrumental brasileira. Contabilizam-se na sua discografia 14 discos. Tocou em concerto como solista da Orquestra Sinfónica Brasileira, enquanto a sua música era executada, estabelecendo assim um intercâmbio permanente entre todos os seus talentos, desde os ritmos brasileiros, à música clássica ou jazz.
Tornou-se um convidado frequente do Encontro da Música Internacional realizado no Rio de Janeiro; “Cello Encounter”, onde a sua execução é elogiada e partilhada por nomes internacionais da música clássica como, Armen Ksajikian, Mats Lidstrom e Eugene Friesen.
Considerado um dos maiores talentos da sua geração.
Em 2011 lança o seu primeiro disco em terras lusas “Contrastes”.


terça-feira, 30 de setembro de 2014

REAL COMPANHIA | Centro Cultural Olga Cadaval | 04 Outubro | 21h30



São pelos trilhos das Serranias que os tempos pisam e que a poesia embalada pela música dos faunos ecoa, que a tradição as aconchega num abraço de conforto e calor do fogo da lareira onde as brasas dançam em bailados de sombras vivas nas casas de xisto dos seus socalcos.
Com esta música celebramos os encantos e recantos dos caminhos e os carreiros das nossas Serras, das Estrelas e da Lua que iluminam as intermináveis cordilheiras da nossa história, cultura e tradição.
É este o convite da Real Companhia, para uma celebração conjunta da alegria, da amizade e dos sons que ecoam nas Serranias.
Ficha Artística e Técnica 
Real Companhia Fernando Pereira, Eduardo Miranda, Filomena Pereira, José Salgueiro, João Ramos, Carlos Lopes, Paulo Loureiro, Guilherme Salgueiro | Convidados Ana Laíns e Sebastião Antunes 
Classificação Etária: > 6 anos
Duração aproximada: 90 minutos (sem intervalo)
Bilhetes: à venda no Centro Cultural Olga Cadaval e em http://ticketline.sapo.pt/evento/real-companhia-apresenta-serranias-9311
Preços:
1ª Plateia: 10,00 euros
2ª Plateia: 7,50 euros

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Convite Lançamento "(Em) Pedaços" de Ana Granja



Este sábado, pelas 17h00 na Casa das Artes do Porto (Casa Allen) irá ter lugar o lançamento da nova obra de Ana Granja, com o título
"(Em) Pedaços"


Apresentada pelo editor Carlos Lopes, contará com as especiais participações de 
Celeste Pereira nas leituras e 
José Peixoto na viola.

Um evento único, para uma obra única, de coragem e partilha.


Sinopse

Há dias que não deviam acontecer nas nossas vidas, enganos do tempo, erros do universo, lapsos de um deus que não queremos conhecer.

Há dias que contaminam todos os que se lhe seguem, que lhes sugam o sol, que nos deixam sem chão. De quando em quando, pequenas brechas, breves cais onde aportar… para seguir viagem.

Neste livro, pedaços de alma por onde a vida vai fluindo. Em cada texto, tentativas de justificar o assombro, a cada dia renovado, de ser possível sobreviver a uma filha morta.

Alma em pedaços e pedaços de texto… a dizer o indizível.

Porque houve um dia (que não podia ter acontecido!) em que nos roubaram, para sempre, o melhor pedaço.

Ainda é ontem… Para sempre, Inês!

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Cotovia lança Malagueta, Perus e Bacanaço

Caro Leitor,



Acabamos o ano em grande com um novo título da Colecção Sabiá:





Livro de estreia em que João Antônio, aos 26 anos, se viu imediatamente apontado pela crítica como sucessor da tradição fundada por Mário de Andrade e Antônio de Alcântara Machado, na qual a literatura e a capital paulistana são indissociáveis. Os contos de abertura equilibram com maestria a emotividade de histórias simples e uma notável ausência de sentimentalismo. Os últimos instauram aquele que seria um dos temas primordiais da obra do escritor: o mundo da "sinuca" e da malandragem, com seus tipos, sua ética, sua estética, por meio de uma estilização brilhante da linguagem oral. 

João Antônio nasceu em 27 de Janeiro de 1937 e foi encontrado morto em sua casa no dia 1º de Maio de 1996. Escreveu sobre prostitutas, cafetões, porteiros e malandros, emprestando a profundidade da filosofia e da teoria literária aos tipos marginais e os abandonados pela vida que povoam suas histórias. Malagueta, Perus e Bacanaço, que conta a história de três malandros paulistas, seu primeiro livro, ganhou dois Prêmios Jabuti e foi traduzido para oito idiomas.

No volume 15 do Curso Breve de Literatura Brasileira, de nossa edição, publicámos a antologia organizada e apresentada por Alcir Pécora, intitulada "Lembranças do Presente. O conto contemporâneo". Nesta antologia foram incluídos os contos de João Antônio "Joãozinho da Babilónia" e "Maria de Jesus de Souza (Perfume de gardênia)".


Esperamos por si na nossa livraria, na Rua Nova da Trindade 24 em Lisboa, de segunda a sexta das 10h às 18h.

Aproveitamos a ocasião para lhe desejar Boas Festas!!!

A equipa da Cotovia.
 


 
 

sábado, 30 de novembro de 2013

INGLÊS A1 | LAST MINUTE | 50% DESCONTO

Se encontra a decorrer a campanha LAST MINUTE, que confere 50% de desconto ao curso de Inglês A1:


-        Duração: 50 horas
-        Cronograma: 07.12.2013 a 29.03.2014
-        Horário: Sábados, das 10.00 às 13.00
-        LAST MINUTE: para inscrições realizadas até dia 29-11-2013

Caso não tenha disponibilidade para se deslocar às nossas instalações, solicite-nos a ficha de inscrição e dados de pagamento e proceda à sua inscrição online.


Estamos ao dispor para esclarecimentos adicionais.

Com os melhores cumprimentos,

City School – Training Centre

tel: (+351) 220 15 16 17

Rua Domingos Sequeira 234
4050-230 Porto
www.cityschool.pt

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Curso Breve de Literatura Brasileira que estavam esgotadíssimos!!!

A partir desta semana voltam a estar disponíveis 4 títulos da colecção Curso Breve de Literatura Brasileira que estavam esgotadíssimos!!!



CLARO ENIGMA - Carlos Drummond de Andrade




2ª edição, 14€, 194 páginas
ISBN 978-972-795-148-2


“Claro enigma merece a nossa atenção em tempo de refluxo da arte e da existência, já porque se procura uma explicação da vida que nem o amor pode iluminar.” - António Carlos Cortez, JL - Jornal de Letras, Artes e Ideias                                                                                                                    
"Nota essencial do pessimismo drummondiano: que a poesia se inscreva e até sobreviva, mas não se iluda com sonhos de perenidade." Abel Barros Baptista



LAÇOS DE FAMÍLIA - Clarice Lispector




3ª edição, 13€, 158 páginas

ISBN 978-972-795-150-5

Laços de família é um dos mais extraordinários livros de contos escritos em língua portuguesa. [...] Situando-se numa zona de fronteira, a literatura de Clarice implica a exclusão de qualquer tipo de hierarquizações e propõe a instauração de um espaço de errância: não ser de nenhum lugar ou amplamente existir numa gravitação que é de todos os lugares. (Carlos Mendes de Sousa)



MEMÓRIAS PÓSTUMAS DE BRÁS CUBAS - Machado de Assis





4ª edição, 20€, 342 páginas

ISBN 978-972-795-111-6

As Memórias Póstumas de Brás Cubas foram publicadas entre 15 de Março e 15 de Dezembro de 1880, na Revista Brasileira, do Rio de Janeiro. A primeira edição em livro surgiu em Janeiro de 1881. O romance viria a ter mais duas edições em vida de Machado, a última das quais (em 1889 e designada "quarta edição", por se considerar primeira a publicação em folhetim) inclui significativo " Prólogo do Autor". Seguimos a edição da Livraria Garnier (Rio de Janeiro, 1988), com texto estabelecido por José Galante de Sousa. Mantivemos a ortografia brasileira.

"Memórias Póstumas de Brás Cubas é uma exaltação daquilo a que Kundera chamou o «espírito do romance» e desdobra-se em consciência da sua forma - da forma romance na sua plena autonomia e na medida em que se realiza precisamente no contramovimento que tende a abolir os confins entre a arte e a vida. Brás Cubas faz parte de uma galeria de anti-heróis - invenções do espírito moderno - que traduziram no humor a relatividade das coisas humanas."  - António Guerreiro, Expresso        
                                                    
"É uma obra-prima do humor e da construção literária. Provavelmente um dos livros mais divertidos da nossa língua." Francisco José Vieigas




UM HOMEM CÉLEBRE - Machado de Assis





3ª edição, 16€, 304 páginas

ISBN 978-972-795-113-0


“ Se nem todos os contos de Machado de Assis são excepcionais, o decisivo assenta noutra qualidade: serem exemplos brilhantes do género literário "conto" e, ao mesmo tempo, absolutamente singulares, como se Machado fosse o inventor dum género por que mais ninguém se tivesse interessado.” (Abel Barros Baptista, "Posfácio”)
 



quinta-feira, 29 de agosto de 2013

O musica-portuguesa esta de volta

O musica-portuguesa esta de volta e com algumas novidades.

visitem www.musica-portuguesa.net

Se tiverem problemas em entrar no forum entrem em contacto connosco na nossa pagina do facebook.

https://www.facebook.com/MusicaNacionalPortuguesa

Tambem precisamos da vossa ajuda para continuar com o projeto pra frente.

Visite este topico: http://musica-portuguesa.net/index.php?topic=969.0

Agradecemos a vossa ajuda.



http://musica-portuguesa.net/index.php

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Espetáculo Solidário: A MISSÃO DE UM SONHO



Espetáculo Solidário:
A MISSÃO DE UM SONHO

Numa iniciativa inédita, a editora Edita-Me e o Colégio de Nossa Senhora do Rosário aliaram-se para tornar possível a concretização do Espetáculo Solidário A Missão de um Sonho cujas receitas (do espetáculo e da obra) revertem a favor do Serviço de Pediatria do IPO do Porto e do Projeto RAIZ do Programa AJUDA do Colégio de Nossa Senhora do Rosário.

A edição especial desta obra solidária conta com as ilustrações de algumas das crianças e jovens que simbolicamente representam todos os que sabem que o caminho para a felicidade é difícil, mas vale sempre a pena!

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Grande Prémio de Literatura - PT

O Grande Prémio de Literatura ds foi atribuído ao escritor Jacinto Lucas Pires, com a obra O verdadeiro ator. Com um valor pecuniário de 15 mil euros, o prémio é já uma das principais distinções na área da Cultura em Portugal, e será entregue ao autor na abertura da Feira do Livro de Braga, evento que tem o grupo dst como principal patrocinador.
De acordo com a deliberação do júri, presidido por Vítor Aguiar e Silva, a distinção atribuída à obra de Jacinto Lucas Pires justifica-se pela "agilidade e segurança nas narrativas, a par da elaboração formal em que relevam elementos de apuramento estético e inovação, que confirmam o autor como um dos nomes a valorizar na ficção portuguesa do presente".


Nascido no Porto a 14 de Julho de 1974, Jacinto Lucas Pires reside atualmente em Lisboa e é um dos valores mais seguros no actual panorama literário nacional, onde se destacou com os títulos Perfeitos Milagres (romance, 2007), Do Sol (romance, 2004) ou Universos e Frigoríficos (1998). Em 2008, foi galardoado com o Prémio Europa-David Mourão Ferreira, atribuído pela Universidade de Bari e pelo Instituto Camões.
O verdadeiro ator conta a história de uma personagem grotesca, o ator Américo Abril, confuso com os diversos papéis que desempenha na vida - pai cansado, artista sem inspiração, marido pisado e amante infeliz - e no cinema - onde encarna Paul Giamatti, o seu alter-ego. Em pano de fundo (em sintonia intrigante com o momento atual), Portugal em estado de alerta: "Não há nem um gesto, a mínima sugestão de violência. Só o peso da multidão portuguesa, de braços para baixo, corajosos ombros contra as portadas constitucionais. Nem uma palavra mais dura sequer, apenas uns milhares, um milhão, de almas usando o peso da maneira mais sóbria. Ombros, testas, coxas, imaginem. Começa".
Com esta obra, que tem recebido críticas entusiastas, Jacinto Lucas Pires afirma-se como uma das vozes mais bem articuladas da sua geração, estatuto que o júri do Grande Prémio Literário dst não teve dúvidas em confirmar.

O Grande Prémio de Literatura dst, que este ano contou com 120 obras de prosa a concurso, é promovido anualmente, tendo como grande objetivo a distinção da melhor obra nacional publicada no biénio anterior. No sentido de abranger um maior espetro na produção literária, alterna todos os anos entre obras em prosa e poesia.

ABRiL JAZZ mil - Festival de Jazz de Palmela



"ABRIL JAZZ mil" - uma iniciativa iniciada em 2009 que proporciona à Comunidade Educativa, e ao público em geral, um contacto próximo com esta linguagem musical - o Jazz. A programação é composta por alguns artistas Portugueses de topo nesta área musical.
20ABRIL
   

 João Paulo Esteves da Silva Quarteto
 João Paulo Esteves da Silva: Piano
 João Moreira: Trompete
 Mário Franco: Contrabaixo
 André Sousa Machado: Bateria

 AFTER-HOURS
 STANDARTS + JAM SESSION João Vítor Martins Trio


21ABRIL
   

 Orquestra Jazz Conservatório Reg. Palmela
 Direcção musical: Claus Nymark

 Orquestra Jazz Humanitária
 Convidado especial: Ivo Soares
 Direcção musical: Claus Nymark

terça-feira, 16 de abril de 2013

CHICO EM PESSOA





Após ter esgotado a sala da Comuna Teatro Pesquisa e ter cumprido digressão, o espectáculo "Chico em Pessoa" de Valéria Carvalho, terá uma última sessão especial, no Centro Cultural Olga Cadaval, no próximo 3 de Maio, pelas 22h00.





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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

LANÇAMENTO NA Biblioteca Florbela Espanca (Matosinhos)


Do poeta Daniel Maia-Pinto Rodrigues, que terá lugar no próximo sábado, dia 23/Fev, pelas 17:00, no auditório da Biblioteca Florbela Espanca (Matosinhos). A acompanhar o editor Carlos Lopes - que terá a seu cargo a apresentação da obra - estará João Gesta para falar sobre o autor e o colectivo poético "Sujeitas ao Verbo" que darão voz às palavras de Daniel Maia-Pinto Rodrigues, acompanhadas pelas notas musicais de Pedro Lopes ao piano, entre outras "surpresas".

     É autor de uma vasta e reconhecida obra. Para além das obras de sua autoria, encontra-se ainda representado num...
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     Detentor de uma escrita precisa e de pormenor, Daniel Maia-Pinto Rodrigues - o poeta contemplador de todas as cores...
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LANÇAMENTO