sábado, 10 de agosto de 2013

O livro de Henrique (vol. 2) de Hilary Mantel


O livro de Henrique (vol. 2)


de  Hilary Mantel


Título Original:     Bring up the bodies
Tradutor:     Heloisa Mourão

Páginas:     364
Formato:     16 x 23 cm

  

Uma das mais respeitadas escritoras da atualidade, Hilary Mantel, autora de mais de dez livros — entre eles os romances A sombra da guilhotina, sobre a Revolução Francesa, e Além da escuridão, finalista do Orange Prize 2006 — consagrou-se definitivamente com Wolf Hall, primeiro volume de uma trilogia sobre Thomas Cromwell, conselheiro do polêmico rei Henrique VIII, vencedor do Man Booker Prize em 2009.

Com a conquista do mesmo Booker Prize três anos mais tarde por O livro de Henrique, segunda parte da série situada na Era Tudor que chega agora às livrarias, Hilary tornou-se a primeira autora inglesa a vencer duas vezes o mais prestigiado prêmio de língua inglesa para literatura de ficção. Além de ter sido a primeira vez que este foi concedido a uma série. Best-seller do New York Times e do Sunday Times, o romance, que ganhou também o Costa Book Awards de 2012 e o David Cohen Prize, explora um dos episódios mais enigmáticos e assustadores da história inglesa: a queda de Ana Bolena.

Em 1535, Thomas Cromwell, o filho do ferreiro, muito se distanciou de suas origens humildes. Principal ministro de Henrique VIII, sua sorte se elevou junto à de Ana Bolena, segunda esposa do rei, por quem o monarca rompeu com Roma e criou a própria Igreja. Contudo, as ações do soberano conduziram a Inglaterra a um perigoso isolamento, e Ana Bolena não conseguiu cumprir aquilo que prometera: gerar um filho e assegurar a linhagem Tudor. Ao acompanhar Henrique em sua visita a Wolf Hall, Cromwell percebe a repentina paixão do rei pela discreta e silenciosa Jane Seymour. O ministro está certo de que não apenas o contentamento do rei está em jogo, mas também a segurança da nação. Enquanto abre caminho por meio das políticas sexuais da corte e de rumores maliciosos, Cromwell precisa negociar uma “verdade” que satisfaça Henrique e que proteja a própria carreira. Mas nem o ministro nem o rei emergirão intactos do sanguinário teatro dos últimos dias da rainha.

Este novo romance é um quadro vivo, uma visão audaciosa da Inglaterra da era Tudor, lançando sua luz no mundo moderno. É o trabalho de uma das maiores escritoras da atualidade, no ápice de seu talento.


 Hilary Mantel introduces Bring up the Bodies 

Hilary Mantel talks about her new book Bring up the Bodies, the sequel to the Man Booker prize-winning Wolf Hall. The story of Thomas Cromwell continues. In the final days of Anne Boleyn, no one is left unscathed ...


Lançamento



Wolf Hall de Hilary Mantel


Wolf Hall


de    Hilary Mantel

Título Original:     Wolf Hall
Tradutor:     Heloisa Mourão

Páginas:     588
Formato:     16x23


Um dos períodos mais fascinantes da história da Inglaterra, a dinastia dos Tudor — e em especial o reinado do tirano Henrique VIII — é também um dos mais retratados pela literatura e o cinema. Autora de A sombra da guilhotina, considerada a mais perfeita obra de ficção sobre a Revolução Francesa, a escritora britânica Hilary Mantel prova, no entanto, que o tema está longe de ter se esgotado, em seu aclamado romance histórico WOLF HALL. Grande vencedor do Man Booker Prize, o mais prestigiado prêmio literário britânico, em 2009, o livro foi unanimidade de crítica nos Estados Unidos e na Inglaterra ao mostrar um novo ângulo da corte de Henrique VIII pelos olhos de uma dos mais controversos e misteriosos personagens daquela época: o conselheiro real Thomas Cromwell.

Eleito o melhor lançamento do ano pelas principais publicações britânicas —entre os jornais Guardian, Independent, Telegraph, Financial Times e Sunday Times — e americanas — como os jornais New York Times, Boston Globe, Wall Street Journal, Washington Post, Miami Herald e as revistas Time, Economist e New Yorker —, Wolf Hall é o livro agraciado com o Booker mais vendido na história do prêmio.

A Inglaterra da década de 1520 está a um passo do desastre. Se o rei morrer sem um herdeiro, o país poderá ser consumido em guerra civil. Henrique VIII deseja anular seu casamento de vinte anos e desposar Ana Bolena. O papa e a maior parte da Europa se opõem a ele. A saga em busca da liberdade do rei destrói seu conselheiro, o brilhante Cardeal Wolsey, e deixa um vácuo de poder e um beco sem saída.

É neste impasse que entra Thomas Cromwell. Filho de um brutal ferreiro, um gênio político, subornador, rufião e sedutor, Cromwell rompeu todas as regras de uma sociedade rígida em sua ascensão ao poder, e se prepara para quebrar outras mais. Elevando-se do desastre pessoal — a perda de sua jovem família e de Wolsey, seu venerado empregador —, ele abre caminho habilidosamente através de uma corte em que “o homem é o lobo do homem”. Confrontando o parlamento, as instituições políticas e o papado, ele está pronto para remodelar a Inglaterra segundo seus próprios desejos, e os de Henrique VIII.

Em seu estilo inimitável, Hilary Mantel apresenta a imagem de uma sociedade em formação e no vértice da mudança, na qual indivíduos confrontam ou aceitam seus destinos com paixão e coragem. Com uma vasta gama de personagens, transbordando de acontecimentos, Wolf Hall recria uma era em que a esfera pessoal e a política se separam por um fio, onde o sucesso acarreta poder ilimitado, mas um único erro pode significar a morte.


A AUTORA
Hilary Mantel nasceu na Inglaterra em 1952. Estudou Direito e morou em diversos lugares ao redor do mundo, como Botswana e Arábia Saudita.

 Hilary Mantel and David Starkey discuss Henry VIII - part 1



Lançamento





Como viver em tempo de crise? de Edgar Morin, Patrick Viveret


   

Como viver em tempo de crise?

de   Edgar Morin, Patrick Viveret

Título Original:     Comment vivre en temps de crise?
Tradutor:     Clóvis Marques

Páginas:     80
Formato:     14 x 21 cm


Onde nasce e cresce o perigo, surge também aquilo que salva

Os tempos de crise são inevitáveis. Marcam o fim de uma era e trazem as transformações necessárias para o início da próxima. Edgar Morin e Patrick Viveret estão de mãos dadas em Como viver em tempo de crise? e mostram que todos precisam se unir em uma coletividade planetária, para usar a crise de forma positiva e construir uma nova fase, de mais solidariedade e compreensão, para a humanidade.

Dois anos após a crise financeira de 2008, não existe mais motivos para analisar-se os porquês, mas sim, fazer o balanço final entre os seus efeitos sociais e o inventário das possibilidades inéditas que ela proporciona. Diante da tensão que o mundo atravessa, é necessário notar que um ciclo está chegando ao fim e que uma nova ordem se descortina. Nesse período crítico, quando os desafios cruciais são também os piores possíveis, deve-se guardar na alma esta certeza: o improvável sempre pode acontecer.

Considerando a urgência da situação, Edgar Morin convida o leitor a compreender o mundo na sua complexidade.  Já Patrick Viveret, para quem "a ideia de que o mal impede a humanidade de tratar a sua própria barbárie", propõe o diálogo das civilizações no que elas têm de melhor.

Os dois filósofos lançam um apelo estimulante à inteligência humana e, acima de tudo, àquela do coração, para fazer da crise a oportunidade de uma metamorfose.

Em Como Viver em Tempo de Crise?, o momento obscuro atual é analisado e esclarecido por esses dois grandes intelectuais, que sempre puseram sua obra a serviço da compreensão do mundo e da abordagem das questões que a contemporaneidade suscita.



Roda Viva - Edgar Morin (2000)



    Um dos principais expoentes do pensamento mundial, Edgar Morin defende que o sistema de educação não produz apenas conhecimento e elucidação. Produz também ignorância e cegueira. A educação dominante troca o todo pela parte, separa os objetos do conhecimento de seu contexto, fragmentando o mundo, fracionando os problemas e impedindo as pessoas que tenham uma compreensão melhor da realidade. São idéias do filósofo, sociólogo, antropólogo e historiador francês, entrevistado pelo Roda Viva em 2000. Nascido em Paris, onde cresceu e estudou e construiu uma rica carreira acadêmica. Em sua obra, que ultrapassa de meia centena de livros, Edgar Morin insiste que a reforma do pensamento é uma necessidade-chave da sociedade. É a reforma do pensamento que permitiria o pleno emprego da inteligência, de forma que os cidadãos possam realmente entender e enfrentar os problemas contemporâneos. É a idéia de um pensamento não-fragmentado. A idéias de que o homem, ao analisar a vida e o mundo, perceba tudo o que está a sua volta e assim construa um entendimento melhor e mais abrangente a respeito dos problemas da humanidade.






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O círculo íntimo de T.C. Boyle


O círculo íntimo


de   T.C. Boyle


Título Original:     The inner circle
Tradutor:     Jorge Ritter

Páginas:     560
Formato:     16 x 23 cm

O LIVRO
Os bastidores de uma pesquisa científica discutida até os dias de hoje, uma ideia que revolucionou a noção de sexualidade

Sucesso de crítica quando publicado, O círculo íntimo, de T.C. Boyle, é fruto de extensa pesquisa do autor; ele mostra os bastidores do projeto de Alfred Kinsey – que visava o conhecimento científico da atividade sexual humana e que deu origem ao famoso Relatório Kinsey. Um romance que trata do surgimento, desenvolvimento e propagação da sexualidade nos Estados Unidos nos anos 40 e 50.

John Milk é um tímido universitário que nunca teve muito contato com as práticas sexuais, muito menos com as mulheres. Mas sua vida muda por completo quando ele conhece o professor de zoologia da Universidade de Indiana, Alfred Kinsey, Prok para os íntimos. Aos poucos, sem que tenha muita consciência disso, Milk se envolve profissional, emocional e fisicamente com o professor, tornando-se o primeiro membro do círculo de confiança de estudiosos do projeto fundado para a pesquisa sexual.

Como membro do “círculo íntimo” de pesquisadores de Kinsey, Milk (assim como a sua bela esposa) é chamado a participar de experimentos sexuais cada vez mais desinibidos — e problemáticos para o seu casamento. Pois em seus últimos anos de vida o famoso cientista (que na intimidade era um entusiasta sexual de primeira) testa seus limites pessoais e profissionais de maneira cada vez mais inconsequente.

O romance não se pretende uma biografia. É, antes, a construção de uma trama fictícia tendo os fatos históricos como pano de fundo e trata, sobretudo, de como o narrador, John entra para o projeto e tenta conciliar uma vida considerada normal com sua mulher monogâmica, criada religiosamente sob o tacão dos valores morais que Kinsey execra e pretende derrubar.

Apesar da incontestável genialidade de Alfred Kinsey, ao final do livro, certamente o leitor se perguntará: todas as ações eram em pró da pesquisa ou o cientista aproveitava o projeto para realizar suas mais íntimas fantasias?


A CRITICA

"T.C. Boyle é um romancista astuto e corajoso, e Alfred Kinsey é uma figura perfeita para ser seu personagem." (The New York Times Book Review)

"O leitor não vai querer tirar os olhos das páginas desse livro." (The Washington Post)

"O círculo íntimo pode, a princípio chocar os leitores com sua temática sexual, mas eles logo são envolvidos pela emoção das reflexões de Boyle sobre amor, casamento e ciúme." (San Francisco Chronicle)

 
O AUTOR
T.C. Boyle
é autor de Drop City, A Friend of the Earth, Riven Rock, The Tortilla Curtain, The Road to Wellville (adaptado para o cinema com o título de O fantástico mundo do dr. Kellogg), East Is East, World’s End (vencedor do PEN/Faulkner Award), Budding Prospects, Water Music e seis coletâneas de contos. Em 1999 ele recebeu o PEN/Malamud Award. Suas histórias aparecem regularmente nas revistas norte-americanas mais importantes, incluindo The New Yorker, GQ, Esquire, Harper’s e Playboy. Vive próximo de Santa Barbara, Califórnia. Visite www.tcboyle.com



T. Coraghessan Boyle is the author of 22 books of fiction including: After the Plague (2001); Drop City (2003); The Inner Circle (2004); Tooth and Claw (2005); The Human Fly (2005); Talk Talk (2006); The Women (2009); Wild Child (2010); and, most recently, When the Killing's Done (2011). He received a Ph.D. degree in Nineteenth Century British Literature from the University of Iowa in 1977, his M.F.A. from the University of Iowa Writers' Workshop in 1974, and his B.A. in English and History from SUNY Potsdam in 1968. He has been a member of the English Department at the University of Southern California since 1978, where he is Distinguished Professor of English. He lives near Santa Barbara with his wife and three children.

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CAIXA CULTURAL CURITIBA RECEBE EXPOSIÇÃO DE ARTISTA MULTIMÍDA CARIOCA





Atlas reúne trabalhos de João Machado, um dos maiores destaques da nova geração das artes visuais brasileiras





O público curitibano terá a oportunidade de conhecer de perto a obra de um dos artistas plásticos mais criativos e provocantes da nova geração. A partir do dia 13 de agosto, a CAIXA Cultural Curitiba apresenta Atlas, a primeira exposição itinerante da carreira do carioca João Machado, 35 anos, marcada por experimentações em diferentes suportes. A mostra tem curadoria de Antonio Cava, produtor de O universo gráfico de Glauco Rodrigues, que passou pela galeria da CAIXA Cultural Curitiba em 2011 e foi eleita pela Gazeta do Povo uma das melhores exposições daquele ano. A exposição tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e conta com apoio cultural da Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.



Atlas reúne instalações inéditas, esculturas, gravuras, fotografia e vídeo. Curitiba é a segunda cidade em que a mostra será exibida, após estrear nacionalmente em Salvador, em maio. Após Curitiba, a exposição segue para temporada no Rio de Janeiro. A capital paranaense será a primeira a receber a série Silex, projeto no qual o artista trabalha atualmente. Partindo de um tema em comum, a pedra lascada da pré-história, ele adota diferentes técnicas e promove um diálogo interno ao longo da série.



Das obras escolhidas para a exposição, o maior destaque são as peças da instalação Barriga da baleia. A série de 2008 apresenta esculturas feitas com ossos verdadeiros de baleias encontrados na Praia da Solidão, em Florianópolis. Estima-se que os resíduos pertençam a animais caçados 100 anos atrás, quando a prática era comum na região. “A frieza do ferro que atravessa os ossos centenários é como o tempo que impiedosamente atravessa tudo, às vezes dilacerando, às vezes sustentando a fragilidade dos ossos, como ruínas prestes a desmoronar”, explica Machado. Na escultura batizada Planet Caravan, uma estrutura de ferro sustenta a mandíbula de uma baleia jubarte, um osso com seis metros de comprimento.



João Machado:

João Machado tem uma trajetória cosmopolita. Formado em Belas Artes pela Universidade de Nova York e pelo Art Center College, de Los Angeles, já apresentou seu trabalho em galerias de Paris e Los Angeles. No Brasil, foi exposto no Rio de Janeiro, em Londrina e em Joinville. Também é cineasta (Sons of Saturn [2006], The Champagne Club [2001]), dramaturgo (Viagara Falls [2007]) e roteirista (9mm São Paulo [2009]). É filho de Juarez Machado, artista plástico formado em Curitiba e radicado no Rio de Janeiro e, mais tarde, em Paris.



Antonio Cava, curador da exposição, afirma que a escolha por organizar uma exposição de João Machado foi motivada pela contemporaneidade dos temas abordados pelo artista: espiritualidade, natureza e tempo.  “A obra do João é autobiográfica e universal ao mesmo tempo, onde o Brasil não desponta de forma exótica ou convencional, mas está presente principalmente em sua relação com a natureza”, afirma.



Informações e entrevistas:

Osny Tavares | (41) 9641 1552 | osnylt@gmail.com



Serviço:

Exposição Atlas, de João Machado

Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba (PR)

Abertura com visita guiada: 13 de agosto de 2013 (terça-feira), às 19h

Visitação: de 14 de agosto a 20 de outubro de 2013, de terça-feira a sábado, das 9h às 20h; domingo, das 10h às 19h

Entrada franca

Informações: (41) 2118-5114

Classificação etária: Livre para todos os públicos

A Editora É convida para o lançamento do livro O ESTETICISMO NIILISTA DO NÚMERO IMAGINÁRIO e Outras Peças

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Camus e ditadura militar são temas de peças na semana do advogado



Neste domingo, 11 de agosto – dia do advogado –, o Teatro do Paiol apresenta a peça Murro em Ponta de Faca. A apresentação, que conta a história de um grupo de exilados brasileiros na época da ditadura militar, é promovida pela OAB Paraná em comemoração da data. A entrada será um litro de leite longa vida ou uma lata de leite em pó. A OAB também está promovendo o espetáculo A Queda, que será apresentado na terça-feira (13), às 19h30, no seu próprio auditório. A entrada é gratuita.

A peça Murro em Ponta de Faca tem texto de Augusto Boal e direção de Paulo José e é ambientada nos anos 70, mostrando a trajetória dos exilados pelo Chile, Argentina e França. Boal escreveu a peça enquanto esteve no exílio e mandou o texto a Paulo José, que em sua homenagem montou o espetáculo pela primeira vez em 1978. A segunda versão, também com direção de Paulo José, é uma produção da companhia curitibana Espaço Cênico. A peça estreou no Festival de Curitiba em 2011 e já fez turnê pelo país, sendo apresentada em várias capitais.

Já o espetáculo A Queda é um monólogo baseado no romance filosófico do escritor Albert Camus. O ator Mauro Zanatta interpreta Jean-Baptiste Clamence, um decadente advogado parisiense que se auto proclama “juiz-penitente”. A peça se passa num boteco de Amsterdã, onde o personagem expõe suas reflexões, ironias, cinismos e confissões de culpa. Com esse espetáculo, Zanatta ganhou o Troféu Gralha Azul de Melhor Ator em 2006. A peça que será exibida na OAB é uma nova montagem, com direção de Flávio Stein.

Serviço:

Murro em Ponta de Faca
Local: Teatro do Paiol (Praça Guido Viaro, s/n – Prado Velho)
Data: 11 de agosto (domingo)
Horário: 19h
Ingresso: um litro de leite longa vida ou uma lata de leite em pó

A Queda
Local: Auditório da OAB Paraná – R. Brasilino Moura, 253 – Ahú
Data: 13 de agosto (terça-feira)
Horário: 19h30
Entrada franca

Paiol abriga nova edição do Curitiba Acordeom Festival





A programação cultural de terça-feira (13) tem como atração especial a segunda edição do Curitiba Acordeom Festival, que acontece no Teatro do Paiol, às 20h30. Sobem ao palco Bruno Moritz, Marcelo Cigano, Orimar Hess Jr., André Ribas e Leandro Panneitz, responsável pela criação do encontro, que nasceu em São Bento do Sul (SC).

A proposta do festival é promover a música de acordeom instrumental, principalmente entre as crianças, reunindo músicos renomados que mostram a excelência desse instrumento. O evento já conta com quatro anos em Santa Catarina, tendo reunido um público de aproximadamente 2.500 pessoas. A edição curitibana do ano passado, que tomou conta do Teatro HSBC, contou com a participação do chileno Ignacio Hernandez, que dirige uma escola de acordeom em Santiago, com mais de uma centena de alunos.

No Paiol, a plateia terá a oportunidade de apreciar o talento de cinco premiados instrumentistas. Bruno Moritz, campeão do Festival Internacional de Acordeom, no Brasil (2007), vencedor do Roland Accordion (2007) – festival internacional promovido pela marca de acordeom Roland – e quarto colocado nas copas mundiais da Nova Zelândia (2009) e da Itália (2012), tem em sua discografia quatro álbuns instrumentais.

Vitorioso no Roland Accordion 2010, Marcelo Cigano tem influências do jazz e de nomes consagrados da MPB, como Hermeto Pascoal, e atualmente reside em São José dos Pinhais (PR). Orimar Hess Jr. foi campeão brasileiro do Roland Accordion 2009 e quarto lugar na versão do festival na Itália, no mesmo ano. O músico destaca-se pela extrema agilidade e desenvolve sua carreira em Joinville (SC). Formado pelo Conservatório de Música Popular Brasileira de Curitiba, uma das unidades da Fundação Cultural de Curitiba, André Ribas integrou o grupo de baile Minuano e hoje realiza apresentações solo.

O catarinense Leandro Panneitz completa o grupo, sendo o idealizador do Acordeom Festival, que extrapolou as fronteiras de Santa Catarina e chegou a Curitiba. O músico tem no currículo quatro álbuns instrumentais com obras de sua autoria.



Serviço:

2º Curitiba Acordeom Festival, com os instrumentistas Bruno Moritz, Marcelo Cigano, Orimar Hess Jr., André Ribas e Leandro Panneitz.

Dia e horário: dia 13 de agosto de 2013 (terça-feira), às 20h30.


Local: Teatro do Paiol (Praça Guido Viaro, s/n – Prado Velho).

Ingressos: R$ 15 e R$ 7,50 (meia-entrada), para compra antecipada na bilheteria do teatro (de terça a sexta-feira, das 13h30 às 19h; sábados e domingos, das 15h às 19h), e R$ 20 e R$ 10 (meia-entrada), na compra do ingresso no horário de apresentação. Crianças menores de 12 anos têm entrada franca.
     Informações de bilheteria: (41) 3213-1340


Crônica da Urda. O HOMEM DOS OLHOS DE VIDRO

O HOMEM DOS OLHOS DE VIDRO



                                                                                  (para Santin)

          

                                   Foi lá na Fazenda Klabin, em 2004, que me lembro de tê-lo visto a primeira vez: a ocupação acontecera sem incidentes, e olha que era uma baita ocupação - 500 famílias e o maior latifúndio do Estado de Santa Catarina, totalmente devastado dos pinheiros que tivera um dia.

                                   Fôramos para lá sem saber para aonde iríamos, como é de costume; soubéramos que iríamos meia hora antes de sair de casa, e aí existe aquele ritual de botar roupas escuras para ficar-se menos visível caso a polícia ou as milícias do patrão venham a atirar na gente, botar na bolsa uma garrafa d’água e algo de comer, pois nunca se sabe até onde se vai e quando se volta, e depois há que se esperar em algum ponto combinado, para que venham instruções para o telefone celular de alguém, e então se segue até o ponto seguinte e se aguarda novas instruções, e assim a noite segue. Quase já na área que continuava desconhecida, silenciosos e imóveis na escuridão de um pátio, víamos intensa movimentação de carros de polícia: alguém desconfiara de alguma coisa, alguém dera algum alerta, e então os cuidados tinham que ser redobrados para se evitar incidentes. No comando de toda a operação, o Homem dos Olhos de Vidro, que eu ainda não conhecia, mas que conhecia muito bem as rotas e os perigos, e que tinha tudo pronto para que não houvesse erros. E entre duas passagens dos carros de polícia, saímos quase que pé ante pé, e nos incorporamos, não muito distante, numa estradinha lateral, às quase 500 famílias que já estavam indo, pois havia famílias para a frente e famílias para trás, e a nós coube seguir uma kombi lotada de criancinhas que eram como libélulas batendo as asas na sua algazarra, e éramos seguidos por um caminhãozão carregando uma lona na sua carroceria – numa freada que houve, numa parada que não se sabia para que (mas decerto prevista pelo homem que tinha aqueles olhos), aquela lona se mexeu e de debaixo dela espiaram dezenas, muitas dezenas de pares de olhos de homens que estavam dispostos a qualquer coisa para defender aquelas criancinhas e a terra que decerto viria.

                                   Meio magicamente, a polícia não nos viu, e atravessamos a BR[1] como seres invisíveis, e entramos naquele latifúndio totalmente abandonado, creio que pelas quatro horas da manhã. Já era grande o número de pessoas que lá estava; como num carreiro de formigas, não paravam de chegar outras, de todas as formas possíveis, em todos os veículos possíveis, e acho que não teve quem não engoliu um soluço ao ver o caminhão de carregar gado, de repente, entrar pelo caminho que vinha da rodovia, e dele saltarem as muitas dezenas de homens dispostos a tudo para garantir o pedacinho de chão para a sua família, neste país de tantas terras abandonadas.

                                   E nos dispersamos a olhar aqui e ali, a ajudar aqui e ali, e fazia frio nos campos de alta altitude, e então, em algum momento, o sol começou a nascer por detrás do leste, e então houve a grande reunião de todos os que ali estavam, um grande círculo que como que recebia o sol, e numa lombadinha do campo devastado estava o Homem dos Olhos de Vidro, e foi ali que o conheci. Muita outra gente estava ali, gente de muitos lados, os que vieram para ficar e os que vieram para apoiar, e neste se incluíam os representantes de bispos, e de autoridades municipais daquela cidade que morria pelo abandono da fazenda, e tanta gente, tanta gente unida por seríssimos sonhos que o pessoal que acredita na Veja[2] dificilmente um dia conseguirá entender, e uma coisa a se pensar neste momento é se há mais gente que crê na Veja ou mais gente que crê na idéia de que um mundo melhor é possível.     Como não há estatísticas, fica difícil definir tal coisa, mas eu cá, depois de muito andar por aí, tenho minhas dúvidas sobre onde está a maioria...

                                   Voltemos ao Homem dos Olhos de Vidro, no entanto. Seus antepassados tinham sido gerados numa Europa de muita gente de olhos claros, a mesma Europa que gerara os Sem-Terras que haviam chegado à América sob o nome de Imigrantes – era de lá que os olhos transparentes daquele homem tinham vindo, e naquela manhã em que o sol nascia sobre o campo que comportaria muito mais que as 500 famílias que estavam ali, devia fazer muitas noites que ele não dormia, pois seus olhos de vidro estavam vermelhos de tanta falta de sono – não fora nada fácil, com certeza, organizar para que aquela imensa ocupação do imenso latifúndio arrasado acontecesse sem nenhum incidente, mas agora a ocupação estava feita e era o momento ritualístico da posse da terra, e deu-se voz a cada um dos que estavam ali, a cada liderança e a cada representação, e o Homem dos Olhos de Vidro Vermelho a tudo acompanhou e regeu fitando diretamente o sol que subia no céu e que devia provocar muita dor naqueles olhos tão claros – e eu admirei visceralmente a força daquele homem, a força que se expressava na transparência vermelha daqueles olhos que pareciam cristal.                                                                              Nunca mais esqueci a força daquela homem, a força que se expressava tão firmemente naquele nascer do sol, na transparência vermelha dos seus olhos de vidro. Desde então, eu o tenho encontrado diversas vezes por aí, sempre nos melhores momentos. Descobri, no entanto, que há outros homens, e também outras mulheres, com olhos de outras cores, com a mesma capacidade de liderança e de organização, e a minha esperança cresceu. Há muita coisa para acontecer, por aí tudo. Um mundo melhor é possível, sim, e é isto que deixa apavorado de medo o pessoal que acredita na Veja.





                                               Blumenau, 27 de março de 2008.

Urda Alice Klueger

                                               Escritora

[13,14.ago] Lançamento de O desafio da vontade, treze meses cruciais na história argentina - de Roberto Lavagna

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Livros doados às Tubotecas têm destino certo e adequado



A implantação do projeto das Tubotecas fez crescer um serviço que sempre foi realizado pelo setor de Literatura da Fundação Cultural de Curitiba: a recepção, higienização, triagem e distribuição de livros doados pela comunidade. Com esse procedimento, todos os livros recebidos têm uma destinação certa e adequada conforme os campos de interesse dos novos leitores.
As Tubotecas, as Casas da Leitura e as bibliotecas especializadas da Fundação Cultural recebem boa parte do material referente à literatura de todos os gêneros, obras históricas, artísticas e científicas, e histórias em quadrinhos. livros técnicos de outras áreas do conhecimento, obras religiosas, de autoajuda, enciclopédias e livros didáticos são encaminhados para outras instituições, como associações de moradores, hospitais, bibliotecas comunitárias e rurais. Em julho, um lote de 2.500 volumes foi enviado ao Departamento Penitenciário do Estado (Depen) para distribuição em unidades penais e utilização por detentos que participam do projeto Remição da Pena pelo Estudo através da Leitura.
“Todas as doações são aproveitadas de alguma forma”, diz a gerente das Casas da Leitura, Patrícia Wohlke, responsável pela avaliação do material doado. Segundo Patrícia, mesmo os livros didáticos encontram interessados nas associações de moradores e bibliotecas da zona rural da Região Metropolitana de Curitiba, que sofrem com a carência de informações. Os livros doados a esses locais são utilizados em atividades de reforço escolar. 

Em meio ao grande volume de doações, encontram-se livros atuais, obras literárias de qualidade e até mesmo obras raras. Recentemente, Patrícia resgatou uma biografia de Rocha Pombo (escritor e historiador paranaense, falecido em 1933), edição de 1947, que foi destinada à biblioteca da Casa da Memória para uma avaliação mais precisa sobre o interesse histórico da obra. Também encontrou o livro Canto dos Malditos, de Austregésilo Carrano Bueno, que inspirou o filme Bicho de Sete Cabeças. O livro está com edição esgotada, sendo difícil encontrá-lo no mercado. Neste caso, o exemplar passou a integrar o acervo das Casas da Leitura como obra de referência. “Não podemos deixar de aceitar tudo o que a comunidade traz, pois estaríamos perdendo a possibilidade de resgatar muita coisa boa”, explica Patrícia Wohlke.
Boas mãos – Entre as aquisições recentes estão os 250 livros doados pela Universidade Tuiuti e os 1.000 volumes doados pelo Sebo Osório. Uma das mais significativas veio do professor Mário Lopes da Silva, que doou aproximadamente 2 mil volumes da biblioteca da educadora Lybia Farah Araújo, sua sogra, falecida em 2011. Esse acervo integrava a biblioteca das escolas que foram mantidas pela família durante aproximadamente 30 anos, em Curitiba – Pré-Escola Balão Vermelho, Escolas Bittar e Anglo Bittar. 

“É um acervo muito bom, com exemplares de grandes obras da literatura brasileira, muitos romances e biografias, que eram as suas predileções. Foi por meio do trabalho dela que eu e meus filhos adquirimos também o gosto pela leitura”, conta Mário Lopes. Tendo que se desfazer do acervo, por estar em processo de mudança, o professor pesquisou algumas alternativas de destinação das obras, até que tomou conhecimento do projeto das Tubotecas. “Pensei: vai ficar em boas mãos”, disse.

Lopes tornou-se um entusiasta das Tubotecas (as pequenas bibliotecas que funcionam dentro das estações tubo, para empréstimo gratuito pelos usuários do transporte coletivo). “Este projeto é sensacional. Se esses livros tivessem ido para outro local, hoje eu estaria com o coração apertado, mas agora me sinto gratificado com o destino que tiveram”, afirmou. 

As doações podem ser entregues nas Casas da Leitura da Fundação Cultural de Curitiba e na sede da Coordenação de Literatura da FCC no Palacete Wolf (Praça Garibaldi, nº 7).

Divulgação de cursos City School Porto

Calendarização do próximo trimestre:  

 

Cursos Intensivos
Idioma
Nível
Horário
Cronograma
Inglês
A1
3ª, 4ª e 6ª das 17 às 19
24.09.13 a 19.11.13
Inglês
A2.1 iniciação
2ª, 4ª e 6ª das 20:30 às 22
27.09.13 a 11.12.13
Inglês
A2.1 continuação
2ª, 4ª e 6ª das 19 às 20:30
25.09.13 a 11.12.13
Francês
A1
2ª, 3ª e 5ª das 20:30 às 22
26.09.13 a 10.12.13
Francês
A2.1 iniciação
Sábados das 10 às 13
26.09.13 a 25.01.14
Francês
A2.1 continuação
2ª, 3ª e 5ª das 19 às 20:30
26.09.13 a 10.12.13
Alemão
A1
2ª, 3ª e 5ª das 19 às 20:30
26.09.13 a 10.12.13
Alemão
A2.1 iniciação
Sábados das 10 às 13
05.10.13 a 25.01.14
Alemão
A2.1 continuação
2ª, 3ª e 5ª das 20:30 às 22
26.09.13 a 10.12.13
Alemão
A2.2 continuação
Sábados das 15 às 18
28.09.13 a 21.01.14
Japonês
A1
Sábados das 15 às 18
26.10.13 a 15.02.14
Japonês
A2.1 iniciação
Sábados das 10 às 13
28.09.13 a 21.01.14
Mandarim
A1
3ª e 5ª das 17 às 19
29.10.13 a 21.01.14
Mandarim
A2.1 continuação
Sábados das 10 às 13
28.09.13 a 21.01.14
Holandês
A1
2ª, 4ª e 5ª das 19 às 20:30
30.09.13 a 12.12.13
Espanhol
A1
2ª, 4ª e 6ª das 19 às 20:30
02.10.13 a 16.12.13
Espanhol
A2.1 iniciação
2ª, 4ª e 6ª das 20:30 às 22
02.10.13 a 16.12.13
Árabe
A1
Sábados das 10 às 13
05.10.13 a 25.01.14
Árabe
A2.1 iniciação
4ª e 6ª das 19 às 22
02.10.13 a 29.01.14

Campanhas promocionais em vigor para cursos intensivos:

- 07 a 14 de Agosto: 40% de desconto no valor de curso
- 14 a 21 de Agosto: 30% de desconto no valor de curso
- 21 a 28 de Agosto: 20% de desconto no valor de curso
- 28 de Agosto a 4 de Setembro: 10% de desconto no valor de curso
- Data limite de inscrições: 8 de Setembro de 2013

 


Cursos Regulares

 - 1º SEMESTRE: de 1 de Outubro de 2013 a 1 de Fevereiro de 2014
 - 2º SEMESTRE: de 17 de Fevereiro de 2014 a 30 de Junho de 2014
-  Data limite de inscrições: 8 de Setembro de 2013


Curso
Nível
Horário
Data de início



Inglês
A2.2 continuação
2ª e 4ª das 17:30 às 19
2 de Outubro 
Inglês
B1.1 iniciação
3ª e 6ª das 20:30 às 22
1 de Outubro 
Inglês
B2.1 iniciação
3ª e 5ª das 19 às 20:30
1de Outubro
Inglês
B2.2
3ª e 5ª das 20:30 às 22
3 de Outubro 
Francês
A1
4ª e 6ª das 17:30 às 19
4 de Outubro 
Italiano
A1
4ª e 6ª das 17:30 às 19
4 de Outubro
Mandarim
A1
Sábado das 15 às 18
28 de Setembro 






Campanhas promocionais em vigor para cursos regulares:

- Pagamento trimestral: 10% de desconto no valor de curso
- Pagamento anual: 15% de desconto no valor de curso
- Desconto para estudantes: 5% de desconto no valor de curso
- Outros descontos: 5% de desconto no valor de curso para irmãos e/ou familiares directos que frequentem os cursos no mesmo ano lectivo.
- Data limite de inscrições: 8 de Setembro de 2013


Ao dispor para esclarecimentos adicionais.

Com os melhores cumprimentos,

City School – Training Centre

tel: (+351) 220 15 16 17

Rua Domingos Sequeira 234
4050-230 Porto
 

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Os náufragos de Elin Hilderbrand Título Original: The Castaways

   

Os náufragos

de   Elin Hilderbrand

Título Original:     The Castaways
Tradutor:     Dênia Sad Silveira

Páginas:     448
Formato:     16 x 23 cm

  

Autora faz os jogos de romance parecerem tão familiares que a revelação de seus segredos é irresistível

Presença constante nas listas de mais vendidos dos principais jornais e revistas americanas, Elin Hilderbrand apresenta Os náufragos, uma empolgante história de paixão e suspense que explora com maestria os limites entre a amizade e o perdão. Um livro que certamente será lido no ritmo de um romance policial da melhor qualidade. 

Quando o professor de música Greg MacAvoy passa uma chuvosa noite de domingo com uma bela aluna do último ano do ensino médio, os boatos se espalham na cidade. Os comentários desgastam o casamento de Greg, e sua mulher, Tess, se divide entre o amor pelo marido e um segredo só seu. 

Com a chegada do aniversário de casamento, porém, os MacAvoy saem no veleiro para comemorar, na esperança de que a tormenta tenha ficado para trás. Em vez disso, chega uma notícia trágica: Greg e Tess se afogaram misteriosamente. O que terá acontecido com o casal?




A CRITICA
“Um retrato sensível das complexidades envolvidas nas amizades.” (The Washington Post)

“Uma bela história de relacionamentos complicados no encantador cenário de Nantucket.” (Publishers Weekly)

“Elin analisa com maestria o estresse constante que está presente na vida de todas as mulheres.” (Booklist)


A AUTORA
Elin Hilderbrand mora em Nantucket com o marido e os três filhos, onde escreveu todos os seus livros. Graduou-se na John Hopkins University e na University of Iowa. Presença constante nas listas de mais vendidos dos principais jornais e revistas americanas.

Saiba mais em http://en.wikipedia.org/wiki/Elin_Hilderbrand
  



Bibliografia




Elin Hilderbrand: Office Hours with Google Play

 

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Primeira manhã de Jean-Claude Kaufmann


   

Primeira manhã

de Jean-Claude Kaufmann

Título Original:     Premier matin: comment naît une histoire d’amour
Tradutor:     Giseli Unti
  
Páginas:     256
Formato:     14 x 21 cm

  

Um olhar sociológico sobre o início da vida a dois

Antes dos anos 70, a primeira noite era, frequentemente, o desenlace de uma história de amor, já hoje é apenas mais uma etapa da vida das pessoas. Em Primeira Manhã: Como Nasce uma História de Amor, o sociólogo Jean-Claude Kaufmann revela como os detalhes matinais decidem os rumos de uma relação amorosa.

Na sociedade ocidental, o amor ocupa lugar de destaque. A temática do típico casal que se apaixona e descobre a felicidade está na literatura, no cinema, nas artes, no imaginário. Nesta obra, o autor retira o amor de sua posição de conforto, joga-o sob o olhar da sociologia e o analisa em suas cores mais obscuras, mostrando sem máscaras alguns dos detalhes mais particulares desse sentimento no início de uma história a dois.

O livro não analisa uma manhã calma e, menos ainda, a promessa de uma longa história de amor. Do despertar ao café da manhã, passando pela toalete matinal, os protagonistas são expostos a múltiplos questionamentos. Questionamentos que o sociólogo leva a sério, ainda que ultrapasse as fronteiras do escatológico.

O autor não questiona o encontro, mas os mitos e as representações usuais que surgem com intensidade. Entre as entrevistas que Kaufmann realizou, muitas histórias começaram sem grandes expectativas e tornaram-se grandes histórias de amor.

Segundo Jean-Claude Kaufmann, “as pessoas não devem hesitar em mergulhar a fundo, viver plenamente os momentos. A primeira manhã é um dos momentos raros onde o amanhã está em aberto, onde não estamos a reproduzir esquemas. É necessário se comportar como se não houvesse problemas, mesmo que, é claro, eles existam. É aí que reside toda a dificuldade”.

A CRITICA
“Em Primeira Manhã, Jean-Claude Kaufmann mostra, sob seu olhar de sociólogo, quanto pode se revelar por trás daqueles eventos das nossas vidas que nem sempre consideramos importantes.” (The New York Times)

O AUTOR
Jean-Claude Kaufmann
é sociólogo, diretor de pesquisa no Centre de recherche sur les liens sociaux (Centro de Pesquisa de Relações Sociais) na Universidade de Paris Sorbonne-V. Primeira Manhã é seu livro de estreia na Bertrand Brasil.

Dialogues, 5 questions à Jean-Claude Kaufmann


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