sábado, 22 de outubro de 2011

Lançamento - Encruzilhada de Marcelo d'Salete


Encruzilhada
Marcelo d'Salete

PB
Páginas: 128


Saiu o livro Encruzilhada, Marcelo d'Salete, editora Barba Negra/LeYa ! O livro foi realizado nos últimos três anos, logo após a publicação do álbum Noite Luz em 2008. É composto por 5 histórias fechadas e explora o universo urbano. É um trabalho narrativo mais maduro de roteiro e desenho. Por sua vez, a Editora Barba Negra finalizou o álbum com ótimo projeto gráfico e profissionalismo editoral. Segue a apresentação: "Encruzilhada se passa em São Paulo, mas poderia ser em qualquer grande cidade. Anúncios, marcas e grafites são discursos que atravessam esse livro, compondo o cenário das cinco histórias que nele se cruzam. Seus atores vivem à margem do mesmo sistema que os cria: duas crianças que vivem nas ruas, uma garota de programa, um usuário de drogas, vendedoras de DVDs piratas, um ladrão de carros. Através do quotidiano desses personagens, vemos como o bem ou a justiça diluem-se entre a corrupção e a miséria da cidade grande". E texto do Marcelo Yuca: "O traço é sujo e poético. É Repleto de uma escuridão, de uma dinâmica que remete inevitavelmente a asfixia urbana e o convívio imagético do cinema, da TV, das artes de Rua na criação de um universo jovem contundido pelo desemprego e pelo acaso cruel das grandes cidades".


Há uma tensão não declarada nos quadrinhos de Marcelo d¿Salete. Seu segundo álbum, Encruzilhada, lançado pela LeYa / Barba Negra, reúne cinco histórias que se passam entre becos, vielas e condomínios de periferia da grande metrópole brasileira, e que são protagonizadas por trabalhadores e desocupados em suas atribulações ordinárias e banais pela sobrevivência. A tensão se sobressai justamente da aparente normalidade que perpassam histórias como a da moça observada pelo seu vizinho do prédio à frente, da pequena vendedora de DVDs piratas, da jovem que consegue comprar seu telefone celular. Quando lia quadrinhos, tempos atrás, percebi que haviam facetas urbanas pouco discutidas ali. Algo que notava em fi lmes, graffi tis, no rap e nos livros. Esse universo era pequeno nos quadrinhos. E eu podia contar essas histórias sem achar estranho ao meu contexto, diz d´Salete. Seu traço e estilo passam longe daquele trabalho bem acabado e bem defi nido, limpinho e certinho. Esta imperfeição, moldada através de linhas e manchas, tem infl uência declarada do graffi ti e dessa atual topografi a urbana sobrecarregada de uma cidade como São Paulo, onde vive o quadrinista.



ASSISTA UMA CRITICA NA GLOBONEWS CLICANDO AQUI http://g1.globo.com/videos/sao-paulo/v/novo-livro-de-marcelo-dsalete-mostra-personagens-marginalizados-de-sao-paulo/1592585/ João Paulo Cuenca comentou o livro ENCRUZILHADA no programa Estúdio I da Globonews: "Encruzilhada se passa em São Paulo. O livro, composto por 5 histórias fechadas, explora o universo urbano, que se passam entre becos, vielas e condomínios de periferia da grande metrópole brasileira"

O AUTOR Marcelo d´Salete é professor, ilustrador e autor de histórias em quadrinhos. Estudou design gráfico, é graduado em artes plásticas e mestre em história da arte.
Publicou diversas histórias em quadrinhos na revista Front, Graffiti, Quadreca, Suda Mery k! (Argentina), Contos Bizarros, +Soma e Stripburger (Eslovênia). Algumas dessas contando com a parceria dos roteiristas Kiko Dinucci, Eddy Gomez, Bruno Azevêdo e Edson Aran.
Ele também ilustrou os livros infantis Ai de tí, Tietê de Rogério Andrade Barbosa; Duas Casas de Claudia Dragonetti; E Assim Surgiu o Maracanã de Sandra Pina; Zagaia e Da Cabula de Allan Santos da Rosa; As descobertas de Paulinho na Metrópole de Marina Torres; Olho Mágico de Tiago Melo; A Rainha da Bateria de Martinho da Vila; e diversos outros.
Participou da exposição Consecuencias do Injuve na Espanha, 2002; da exposição de originais da revista Front no FIQ em Minas Gerais, 2003; e da exposição Ilustrando em Revista, Editora Abril. Esteve presente no Festival Viñetas SueltasPrimer Festival Internacional de Historietas de Buenos Aires, Argentina, 2008. Participou do I Festival Internacional de La Bande Dessinée d’Alger, Argélia, 2008. Expos no 7 Festival Internacional de Banda Desenhada e Animação - Luanda Cartoon de 2010.
Publicou o álbum NOITE LUZ (livro de 112 páginas, editora Via Lettera, 2008) com seis histórias em quadrinhos de sua autoria. Esse mesmo livro foi publicado na Argentina pela editora Ex-Abrupto.
Lançou o álbum de quadrinhos ENCRUZILHADA em julho de 2011 pela editora Barba Negra.



O quadrinista, ilustrador, professor e pesquisador Marcelo D'Salete conta como foi o processo de criação de sua mais recente HQ, Encruzilhada



UM LANÇAMENTO

Lançamento - Salinger: Uma Vida de Kenneth Slawenski




Salinger: Uma Vida
de Kenneth Slawenski.

2011. 416 p.

Salinger: uma vida, de Kenneth Slawenski, desvenda a história desse recluso autor: da privilegiada juventude, marcada por mal-entendidos e rumores, que revelaram um brilhante, sarcástico e vulnerável garoto, sua entrada na sociedade americana e a devastadora Segunda Guerra Mundial, uma experiência que Salinger nunca abordou e que o assombrou pelo resto da vida. Aborda também seus brilhantes escritos, seus encontros, suas desavenças e o triunfo com a publicação de O apanhador no campo de centeio, livro que o tornou mundialmente famoso. Uma inesquecível história que nenhum fã de literatura deve perder.

O LIVRO
A biografia de um recluso, cujas obras marcaram a vida de milhares de leitores!

Um dos mais populares e misteriosos personagens da história americana, autor do clássico “O Apanhador No campo De Centeio”, J. D. Salinger repeliu fãs e jornalistas por quase toda a vida. Agora, lançado pela editora LeYa, chega às livrarias uma biografia reveladora… “Salinger: uma vida” apresenta um homem extraordinário que pouco apareceu, mas cuja obra marcou e influenciou o século XX. Talvez este livro de Kenneth Slawenski seria a obra que Salinger mais odiaria.

O autor
Kenneth Slawenski nasceu em Nova Jersey, onde vive até hoje. Em 2004, criou o projeto DeadCaulfields.com, site dedicado à vida de J. D. Salinger que ganhou reconhecimento do The New York Times. Durante oito anos, dedicou-se à realização desta biografia.

O BIOGRAFADO
Jerome David Salinger (Nova Iorque, 1 de Janeiro de 1919 — Cornish, New Hampshire, 27 de janeiro de 2010) foi escritor norte-americano. Sua obra mais conhecida é o romance intitulado The Catcher in the Rye (O Apanhador no Campo de Centeio no Brasil e À Espera no Centeio em Portugal), publicado em 1951 nos Estados Unidos.

Nasceu em Manhattan, Nova Iorque, em 1º de janeiro de 1919, filho de pai judeu de origem polaca e mãe de origem escocesa e irlandesa. Começou escrevendo ainda na escola secundária, e publicou vários contos no início da década de 1940, antes de servir na II Guerra Mundial. Em 1948, ele escreve o seu primeiro conto aclamado pela crítica, A Perfect Day for Bananafish (Um dia perfeito para Peixe-banana, em português), publicado na revista The New Yorker, que seria o local de onde sairiam mais outros contos seus nos anos seguintes. Em 1951, publica seu primeiro romance, The Catcher in the Rye (O Apanhador no Campo de Centeio no Brasil e À Espera no Centeio ou Uma Agulha no Palheiro em Portugal), que torna-se um sucesso imediato. Sua descrição da alienação da adolescência e da inocência perdida através do seu protagonista, Holden Caulfield, serviu de influência para toda uma geração de novos leitores, especialmente adolescentes. O livro continua tendo uma vendagem estimada em 250 mil cópias por ano.
O sucesso de The Catcher in the Rye chamou atenção do público para Salinger, que, a partir de então, torna-se recluso, publicando menos do que antes. Os livros que se seguem ao Centeio são: Nine Stories (Nove Histórias no Brasil, Nove Contos em Portugal), de 1953, um apanhado de nove contos publicados na revista The New Yorker entre 1948 e 1953; Franny & Zooey, de 1961, que consiste de duas novelas curtas, Franny e Zooey; e Raise High the Roof Beam, Carpenters and Seymour: An Introduction (em português, Carpinteiros, Levantem Bem Alto a Cumeeira e Seymour, uma Introdução ou ainda Pra Cima com a viga moçada), de 1963, que também reúne duas novelas de Salinger. Estes três livros têm histórias em que são personagens principais a Família Glass, constituída por Buddy (espécie de alter ego do escritor), Seymour, Boo Boo, Franny e Zooey Glass, todos irmãos. Seu último trabalho publicado, uma novela intitulada Hapworth 16, 1924, apareceu em The New Yorker em 19 de junho de 1965. O autor morreu em 2010.

Reclusão
Depois disso, Salinger continuou recluso, aparecendo esporadicamente na imprensa. No final dos anos 90, são publicadas duas obras de memórias de pessoas próximas a Salinger; Joyce Maynard, sua ex-amante, e Margareth Salinger, sua filha. Em 1996, um pequeno editor americano anunciou um acordo com Salinger para a publicação de Hapworth 16, 1924 em forma de livro, mas alguns problemas adiaram o lançamento da obra indefinidamente. Hapsworth foi escrita como uma carta de Seymour Glass, então com 7 anos, para sua família. Seria o desfecho da saga da Família Glass, também presente nos livros anteriores de Salinger.

A morte de Salinger na PBS
J.D. Salinger, the enigmatic American author best known for his
classic novel "Catcher in the Rye" died Thursday at the age of 91.


UM LANÇAMENTO

Lançamento - Tonico, O Invisível de Gianni Rodari


Tonico, O Invisível
de Gianni Rodari

com iluatrações de Alessandro Sanna
20x30 cm.
36 páginas

Tonico não tinha feito a lição.

O professor começou a chamada:

– Tonico?

– Presente!

– Tonico?!

E foi assim que Tonico percebeu que estava invisível. Depois disso, foi muita confusão, muita trapalhada e muitas descobertas.

Além de divertir, o livro do premiado autor Gianni Rodari mostra que os verdadeiros superpoderes estão bem diante do nosso nariz.


O AUTOR
O jornalista e escritor Gianni Rodari (1920-1980), ganhador do Prêmio Hans Christian Andersen, foi considerado um dos melhores escritores de literatura infantil da Itália. Suas histórias, contos e poesias contribuíram para renovar a literatura destinada às crianças. Meninos e meninas acabam entrando no livro para brincar com as palavras e descobrir sentidos que ainda não conheciam.

O ILUSTRADOR
Alessandro Sanna nasceu em Verona em 1975 e atualmente vive e trabalha na província de Mântua, na Itália. Estudou pintura em Bolonha e formou-se em Artes Gráficas e Comunicação. Ganhou diversos prêmios importantes como o Prêmio Andersen de Melhor Livro em 2006, e, em 2009, de Melhor Ilustrador. Além de ilustrar livros para Gianni Rodari, já trabalhou com Ítalo Calvino, David Grossman e Beppe Fenoglio.

*

um lançamento

Lançamento - FALE COM OS ANJOS de Silke Bader


FALE COM OS ANJOS
de Silke Bader


Tipo de Capa: Brochura
Edição: 1ª edição - 08/2011
Número de Páginas: 120

Os anjos gostam muito de inspirar nossos pensamentos e sentimentos, de despertar nossa alegria e transmitir seu amor por nós. Este livro contém mensagens através das quais o seu anjo da guarda pode se comunicar com você. Os temas são assuntos do dia a dia, comuns à vida de qualquer pessoa, mas que falarão diretamente à sua alma. Sua leitura diária pode elevar instantaneamente a sua energia e propiciar uma conexão direta com o seu amigo do reino angélico. Torne a sua vida mais vibrante e cheia de amor com a sabedoria dos anjos!


Uma câmera de segurança numa praça da cidade de Jacarta, capital da Indonésia, teria flagrado um anjo caindo do céu. As pessoas que estavam na praça garantem que a forte luz que cai do céu e se "agacha", antes de dar um salto, e sumir, era um anjo.

No vídeo, após a queda, aparecem pessoas correndo na direção onde o anjo tinha aparecido e procuram vestígios, porém aparentemente não encontram nada. O incidente teria acontecido no último dia 11 de setembro e não há informações se outras câmeras da cidade flagraram o "anjo" de outros ângulos.

Assista o vídeo


UM LANÇAMENTO


sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Lançamento - Antes que eu diga adeus de Mary Higgins Clark

Antes que eu diga adeus
de Mary Higgins Clark


Título Original: Before I say good-bye

Tradutor: Ganesha Consultoria Editorial

Páginas: 384
Formato: 14x21

O LIVRO

Com mais de 70 milhões de livros vendidos em todo o mundo, Mary Higgins Clark está entre as maiores escritoras de suspense policial da atualidade. Autora dos best-sellers As duas menininhas de azul e Alguém espia nas trevas, a escritora norte-americana reafirma seu talento para prender os leitores em Antes que eu diga adeus, sua mais recente obra, elogiada pela imprensa mundial.

Quando Nell MacDermott é surpreendida com a notícia da morte do marido, o arquiteto Adam Cauliff, tristeza e choque somam-se a uma terrível culpa. Antes de Adam embarcar no iate, que explodiu e lhe tirou a vida, os dois haviam tido uma séria discussão. O rapaz não aceitava a decisão dela em concorrer à cadeira do Senado que seu avô ocupara por décadas.

No entanto, as investigações apontam que o incidente foi causado por uma bomba, e surgem evidências de que Adam estaria envolvido em negociatas, especulação imobiliária e fraude. Assim, a polícia passa a desconfiar que o acontecimento tenha sido motivado por vingança. Mas Nell está determinada a limpar o nome do marido, acreditando na honestidade dele, e receosa de sua futura carreira política ser afetada pelos rumores.

Engajada na busca pela verdade, Nell tentará de toda forma esclarecer o passado de Adam e seu trágico fim. Para isso, decide consultar uma médium que alega se comunicar com o falecido. Instigada pela paranormal, por um novo homem que surge em sua vida e pelos próprios poderes psíquicos, que sempre tentou ignorar, Nell descobre mais do que gostaria de saber. Agora sua vida está em risco por uma conspiração que acabou de desvendar.



A AUTORA

Mary Higgins Clark nasceu e foi criada em Nova York. Seus livros tiveram mais de 70 milhões de exemplares vendidos em todo o mundo. Foi presidente da Associação Mistery Writers of America e recebeu o Grand Prix de Littérature, na França, em 1980, entre muitas outras honrarias. Atualmente, vive com o marido em Saddle River, Nova Jersey.

“Mary Higgins Clark prende os leitores até a última página.” - Boston Globe



Bestselling author Mary Higgins Clark reflects on her experience as a writer and offers advice to aspiring writers.


UM LANÇAMENTO







Lançamento - Isabella de Medici de Caroline P. Murphy




Isabella de Medici de Caroline P. Murphy
Tradutor: Diogo Henriques

Páginas: 480
Formato: 16x23


O LIVRO
Em um mundo dominado pelos homens, a bela e inteligente Isabella foi a estrela da poderosa Casa dos Medici. No século XVI, a riqueza e influência de seu sobrenome se expandia de Florença a outras grandes cidades italianas, como Roma. Uma das mulheres mais astuciosas de seu tempo, se cercou de intelectuais e, como verdadeira herdeira de seu clã, patrocinou vários artistas, num mecenato digno de sua família. Com segurança e habilidade, aprendeu a navegar pelas intrigas e traições das cortes, construindo uma reputação merecida de sedução e poder. Seu final — prematuro e violento — apenas acrescentou mistério a uma existência repleta de prazer.

Apesar da enorme influência exercida, pouco se sabe sobre a verdadeira mulher por trás do mito. Descrita como uma das mais completas mulheres que já existiram, suas representações vão da virtuosa mecenas a castelã perfeita, passando por amante exuberante, cortesã profissional, manipuladora ardilosa. A historiadora e biógrafa Caroline P. Murphy corrige essa lacuna da historiografia mundial e, com base em documentos recém-descobertos em arquivos italianos, revela pela primeira vez a verdadeira e extraordinária história de Isabella de Medici.

Na ricamente ilustrada Isabella de Medici, Caroline alia rigor histórico a talento literário para reconstruir a trajetória dessa mulher à frente de seu tempo: o duque Cosimo de Medici concedeu à terceira de suas filhas uma liberdade jamais vista na Itália entre o sexo feminino. As mulheres eram apenas consideradas para gerar herdeiros e cuidar de maridos. Porém, Isabella viveu seus dias na busca da beleza, do amor e do prazer, determinada a conquistar seu próprio espaço em um universo machista. A existência feliz, no entanto, não durou muito.

Quando Cosimo morreu, foi sucedido no governo dos Medici pelo impiedoso primogênito Francisco, Il principe. Homem dado a acessos de melancolia e comportamento anti-social, raramente era uma companhia bem-vinda. Como resultado, a vida de Isabella tomou um rumo trágico e inesperado, não contando mais com o apoio de um patriarca evoluído. Ao expor as realizações dos Medici no campo das artes e desvelar as traições no seio da corte, Isabella de Medici é ao mesmo tempo um precioso painel histórico e um relato belíssimo da mulher mais celebrada da Florença de seu tempo.

A AUTORA
Caroline P. Murphy é historiadora cultural e biógrafa. É autora de Lavinia Fontana: A Painter and Her Patrons in Sixteenth-Century Bologna, aclamado pela revista britânica Literary Review, e também de The Pope’s Daughter, descrito como “sutil e cativante” pelo jornal The Observer. Ela cresceu em Reading, estudou história da arte na University College London e atualmente vive em Cambridge, Massachusetts.
A CRITICA
“Este relato elegante e inteligente cativa os leitores.” Publishers Weekly

“O livro de Caroline P. Murphy arrebata e fascina como a melhor das ficções.” Entertainment Weekly

“Uma crônica da breve e excitante vida de Isabella de Medici em um livro agradável e de leitura rápida, que se presta a uma excelente adaptação para o cinema.” Kirkus Reviews



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Por muitos anos, a presença da bela Isabella tem sido quase inexistente.Além disso, muitos dizem que o seu fantasma, não aparece mais nos corredores da mansão Medici, que hoje pertence à Cerreto Guidi, na província de Florença. A última vez que ela apareceu foi muito possivelmente há muitos anos atrás, em 1953, quando foi vista por diversos atores que pretendiam fazer um filme dentro do edifício, um avistamento que teve um grande impacto na imprensa americana. Neste dia o incidente com o teto do quarto nupcial serve como um lembrete do trágico fim de Isabella de Medici .

Isabella, filha de Cosimo I de 'Medici, nasceu em 1542. Ela era conhecida como uma mulher de grande beleza e encanto e, por isso ela se envolveu em muitos relacionamentos românticos. Como resultado, ela ficou marcada como a "Estrelaa da Casa Medici". No entanto, ela também foi muito bem educada , falava diversas linguas, tocava instrumentos, cantava, escrevia versos e ainda teve sua mansão - Poggio Imperiale - em Florença transformada em um refúgio de autênticas obras literárias e artísticas. Infelizmente, o futuro, ou melhor ainda, os interesses políticos e econômicos de sua família, fez com que ela fosse forçada a casar com um homem extremamente violento e agressivo chamado Paolo Giordano Orsini, que além de ser um conquistador ganancioso era duque de Bracciano. Os dois viveram em Roma, durante muitos anos no entanto, em 1576, Paolo teve que ir embora para uma longa campanha militar. Portanto, Isabella retornou a Florença, para juntamente com o primo de Paolo, Trolio Orsini, que era muito amável e mais instruído do que ele. Em teoria, Troilo deveria ter vigiado Isabella, enquanto seu primo estava fora, no entanto, as afinidades logo se tornram evidente para os dois. Isto, juntamente com o fato de que ela era um membro da família Medici, e manteve a sua beleza florescente por 34 anos resultou em um caso perigoso entre os dois. Uma paixão incontrolável tomou conta deles e eles logo se tornaram amantes. Ninguém sabe como Paolo veio a saber sobre isso, mas definitivamente com o seu orgulho ferido ele decidiu resolver as coisas de uma forma, que lhe parecia muito apropriada. Foi aconselhado, por uma de suas muitas amantes. L'Orsini ordenou a sua esposa que viesse encontrá-lo na mansão de Cerreto Guidi. Foi ali, em 16 de Julho, que, após ter jantado, os dois foram juntos para o quarto conjugal. No entanto, não foi uma noite cheia de amor. Assim que Paolo estava certo de que eles estavam completamente sozinho com Isabella, e que ele não seria visto, ele usou uma corda que tinha sido atada em um buraco feito no teto anteriormente. Então, com a ajuda de vários "bandidos", ele a corda no pescoço da bela e brutalmente estrangulou a Isabella .
Na verdade, este método muito simples de "divórcio" de sua esposa infiel aboliu ao menos toda a burocracia provou ser muito popular na casa Medici. Na verdade, apenas seis dias antes, em outro magnífica mansão em Mugello, pertencente à Cafaggiolo, Medici, Pietro de 'havia estrangulado a sua esposa de 21 anos, Eleonora di Toledo, culpado de ter o traiu com um serviçal.. Em ambos os casos, Francesco de 'Medici, o recém-nomeado Grão-Duque da Toscana, optou por não tomar qualquer partido. Talvez porque ele também foi culpado de cometer adultério. Ele estava tendo um caso com uma aventureira veneziana muito atraente chamada Bianca Cappello, e ele sabia que se sua mulher descobrisse ela muito provavelmente seria morta. O único que conseguiu escapar da vingança violenta de seu primo foi Trolio Orsini. Isso aconteceu porque após o assassinato de Isabella, Paolo se apaixonou por outra mulher, Vittoria Accoramboni, que havia matado seu marido. Depois de dois anos eles se casaram. No entanto, uma vez que seu marido estava morto, Vittoria também acabou sendo assassinada por outro Orsini. O certo é que, de tempos em tempos, Isabella costumava reaparecer durante a noite nos quartos da fria da mansão de Cerreto Guidi. Nas paredes da mansão, ainda há retratos de ambos Paolo Orsini e Isabella de Medici. Ele é retratado como um homem digno, com um olhar orgulhoso. Ela, por outro lado, é retratado com um rosto doce e jovem, com um sorriso misterioso, não diferente daquele da Giaconda, e um olhar que só pode ser interpretado como uma tristeza profunda e inconsolável.

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Convite Seminário Internacional - Biblioteca Nacional +200 anos


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evento - Paula Pimenta lança a primeira temporada de 'Minha vida fora de série' em Salvador



São duas oportunidade para os fãs encontrarem a escritora em
Salvador: no sábado, 29 de outubro, às 18h, na Livraria Saraiva
Mega Store, do Shopping Salvador, e no domingo, dia 30, às 16h,
na 10ª Bienal do Livro da Bahia


A jovem escritora Paula Pimenta, sucesso entre os jovens leitores
com a série Fazendo meu filme, lança em Salvador Minha vida fora
de série – 1ª temporada. A obra marca o início de uma nova série
de livros, cujas referências vêm dos personagens da TV.

A narrativa acompanha as dificuldades de adaptação de Priscila,
uma paulistana de 13 anos que se muda para Belo Horizonte após
o divórcio dos pais. Afastada de seu pai, de seus animais de
estimação e de suas melhores amigas, Priscila descobre refúgio
nas séries de TV. Aos poucos, esta jovem protagonista começa a
se sentir em casa, fazendo novas amizades e vivendo seu primeiro
amor.

Esta primeira etapa de Minha vida fora de série, publicada pela
Editora Gutenberg, é recheada de citações de seriados famosos,
como Gilmore Girls, Smallville e Minha vida de cão. Paula consegue
transmitir com muito bom humor as ambições e frustrações do
universo jovem, ilustrando os primeiros desafios da vida de uma
adolescente. A obra também conta com a participação especial de
Fani, protagonista da série Fazendo meu filme, uma das novas
amigas de Priscila.

Sobre a autora – Paula Pimenta nasceu em Belo Horizonte (MG).
Desde criança apresentou aptidão para a escrita e por esse motivo
prestou vestibular para Jornalismo, embora tenha resolvido
transferir para Publicidade após dois anos, curso no qual se
formou. Como publicitária, trabalhou na Rede Minas, como
produtora do programa Brasil das Gerais e como assessora de
marketing no Minascentro. Sua carreira de escritora começou em
2001, com o lançamento do livro de poemas Confissão. Na mesma
época, foi convidada para ser colunista do site Crônica do Dia,
onde escreveu por vários anos. Paula Pimenta ficou realmente
conhecida do grande público em 2008, quando lançou Fazendo
meu filme 1 – A estreia de Fani pela editora Gutenberg. Em 2009
lançou Fazendo meu filme 2 – Fani na terra da rainha e em 2010,
Fazendo meu filme 3 – O roteiro inesperado de Fani. Os três livros
são grandes sucessos juvenis.

Lançamentos do livro Minha vida fora de série – 1ª Temporada
Data: 29/10/2011 (sábado)
Horário: 18h
Local: Livraria Saraiva Mega Store do Shopping Salvador
Av. Tancredo Neves, s/n | Salvador (BA)

Data: 30/10/2011 (domingo)
Horário: 16h
Local: Estande E29 do Grupo Editorial Autêntica, na 10ª Bienal do
Livro da Bahia
Centro de Convenções da Bahia | Salvador (BA)
Site oficial do evento: www.bienaldolivrodabahia.com.br

CLP de sexta a Domingo (dias 21, 22 e 23)

Outubro’11

:: Dia 21 | sexta-feira


Auditório, 21h30

Apresentação do livro “Amar a vida inteira”, de Casimiro Brito, por Maria João Reynaud



Casimiro de Brito nasceu em 1938, em Loulé e tem sido um viajante infatigável. Publica desde 1958, e vão mais de 40 títulos: poesia, ficção, ensaio, aforismos, diário, traduções. Está incluído em 197 antologias, um pouco por todo o mundo e está traduzido para 26 línguas. Está a escrever: o Livro das Quedas (poesia), o Livro do Eros, o Livro das Obsessões (fragmentos), o Livro dos Haiku, o Livro do Desejo (ficção), o Livro das Pequenas Coisas (quotidianos). A obra anterior será reunida noutros “livros”. Ganhou vários prémios nacionais e internacionais: o Versília, pela obra reunida; o Leopold Senghor, pela carreira; o Europeu de Poesia, pela tradução italiana do Livro das Quedas (Libro delle Cadute). Conselheiro da Associação Mundial de Haiku (Tóquio); nomeado recentemente Embaixador Mundial da Paz (Genebra). Quatro dos seus livros: Labyrinthus (Prémio da APE), Opus Affettuoso (Prémio do PEN), Na Via do Mestre, Da Frágil Sabedoria.

Casimiro de Brito (Loulé, 1938): Publica desde 1957: mais de 40 títulos (poesia, ficção, ensaio, aforismos, diário, traduções). Incluído em 204 antologias, por todo o mundo e traduzido para 26 línguas. Está a escrever: o Livro das Quedas (poesia), o Livro do Eros, o Livro dos Haiku, o Livro do Desejo (ficção), o Livro das Pequenas Coisas. Vários prémios nacionais e internacionais: o Versília, pela obra reunida; o Leopold Senghor, pela carreira; o Europeu de Poesia, pela tradução italiana do Livro das Quedas... Conselheiro da Associação Mundial de Haiku (Tóquio); Embaixador Mundial da Paz (Genebra). Ordem do Infante.

AMAR A VIDA INTEIRA é o terceiro volume do LIVRO DAS QUEDAS que será uma “obra sem fim” e de que o “Amar a Vida Inteira” constitui livro erótico.

A poesia de amor de Casimiro de Brito é considerada como das mais eróticas da poesia portuguesa.

Citação de João Barrento (que o apresentou na Casa Fernando Pessoa, em Lisboa) sobre este livro:

“Há nestes cem poemas (ou sequências) uma respiração intranquila, funda, lenta, arfante, as mais das vezes intensa, que marca o ritmo de um longo percurso entre o viver e o escrever. E a certa altura a respiração suspende-se, volta atrás, retoma versos já ouvidos, introduz variações nos temas, nas teclas já tocadas, gerando uma orquestração do eterno retorno do desejo e das suas pequenas mortes sempre repetidas.”

Piano bar, 22h00

Melodias de sempre

José Veloso Rito, piano


Neste recital de piano, José Veloso Rito, presença habitual no piano-bar do CLP, interpretará músicas de sua autoria, bem como algumas obras do repertório clássico e standards do jazz. Um bom argumento para uma noite descontraída, na companhia de um amigo, saboreando o seu café ao som de melodias que tão bem reconhecerá.

:: Dia 22 | sábado


Piano bar, 18h30

Apresentação de “Poemas Geométricos”, de Luís Bizarro Borges



“Poemas Geométricos” não é livro (mas também não deixa de o ser). É uma obra não convencional, interativa, bilingue (português/espanhol), onde as palavras se revelam e ocultam com o gesto das mãos.

A obra é constituída por quatro formas geométricas: triângulo, círculo, quadrado e retângulo. As três últimas correspondem a poemas; a primeira aproxima-se ao conceito de capa.

Os poemas exigem interacção, manipulação para terem sentido. Há um jogo de ocultação/revelação. Implica que o recetor seja ativo para que a obra (também ela) tenha sentido.

(Trajeto biográfico)

Luís Bizarro Borges é jornalista, autor e gestor de conteúdos culturais e criativos. Tem mais de 25 anos de atividade no jornalismo, exercendo a maior parte da sua carreira profissional no Jornal de Notícias, no Porto.

É autor de várias obras literárias, entre as quais “Pelo lado do invisível” e “Porra para o teatro!” (ambas edição Campo das Letras), além de peças de teatro, de dança-teatro e de espetáculos multidisciplinares.

Também fez cinema, tendo realizado o filme de curta-metragem “Ladeira do Pinheiro”.

Atualmente dedica-se às indústrias culturais e criativas.

http://www.youtube.com/watch?v=BVZmrZ7Pwn8

Piano bar, 23h00

VeraCruz

Brígida Silva, voz

Paulo Melo, guitarra clássica

Sérgio Silva, percussão, voz e guitarra clássica

Rita Azevedo, flauta transversal

:: Dia 23 | domingo


Auditório, 16h30

Apresentação do livro "A Casa do Mirante" de Marta Gomes

A cargo de José Cândido Martins, professor de Literatura Portuguesa na Faculdade de Filosofia da Universidade Católica (Braga).



Sobre a obra: Já alguma vez se perguntou, quando passa por uma casa em ruínas, sobre a vida que animou os espaços, os sonhos que percorreram as paredes, os amores e desamores que se cruzaram pelos corredores?

Esta é a história a duas vozes de seis mulheres, das suas lutas, dos seus anseios, das suas tentativas de serem felizes. Seis pessoas, seis personalidades que, dentro dos condicionantes de uma sociedade impiedosa, lutam, cada uma à sua maneira, pela sua libertação.

Entrar n’ “A Casa do Mirante” é mergulhar nos meandros da alma humana e sentir os laços que se atam e desatam ao longo da vida.

Talvez nos sintamos em sintonia com algumas, talvez discordemos de outras, mas de certeza que nos enterneceremos com a sua história. Apesar da distância que se perde no tempo, tanto ontem como hoje, todos ansiamos pelo mesmo: sermos felizes!

Sobre a autora: Marta Gomes nasceu em Vila Real há 33 anos e vive em Braga desde 1996, ano em que entrou para a Faculdade de Filosofia da Universidade Católica para estudar Humanidades.

Ama a literatura e o cinema, considera a música a banda sonora da vida, é apaixonada pela dança e não vive sem escrever.

Auditório, 18h00


Portugal Poético

Tema: Portugal

Dinamizador: Rui Fonseca

Piano bar, 18h00

Recital

Isolda Crespi, piano

Joel Azevedo, contrabaixo

Piano bar, 21h00

Musik Rainbow



Romantic Moods

Selecção musical DJ Martin’s

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Em exposição

Galeria da Cave


Exposição “Desenho e Pintura” de Catarina Vieira

(Até ao dia 31)



O que é a arte? O que é o belo? O conceito de arte muda com os tempos, com as vontades, com o ser… assim como a ideia do belo. Assim, entre tantas outras coisas, podemos dizer que a arte é um grande processo de auto-redescoberta da Humanidade, um monumento que é como um ser vivo: sempre deslumbrante, sempre fascinante, mas sempre inacabado… Esta exposição, modestamente intitulada “Desenho e Pintura”, é uma amostra do trabalho de uma jovem e promissora artista que se começa a descobrir a si mesma e à arte; uma viagem inocentemente desconexa em busca daquilo a que chamamos beleza…

Catarina Vieira, nascida em Rio Tinto em 1994, tem vindo a explorar o mundo das telas e dos pincéis desde os seus dez anos. Frequenta actualmente o 12.º ano de escolaridade, no curso de artes visuais. Já participou por várias vezes em exposições colectivas, de que se destacam três participações na exposição internacional “GóisArte”. Esta é a sua primeira exposição individual.

José Vieira

Galeria piso 2

Exposição de pintura “Circus” de Alexandre Rola

(Até ao dia 31)


«Os artistas de circo são superiores a mim

Porque sabem fazer pinos e saltos mortais a cavalo

E dão os saltos só por os dar

E se eu desse um salto havia de querer saber por que o dava

E não os dando entristecia-me

Eles não são capazes de dizer como é que os dão

Mas saltam como só eles sabem saltar

E nunca perguntaram a si mesmos se realmente saltam

Porque eu quando vejo alguma coisa

Não sei se ela se dá ou não nem posso sabê-lo

Só sei que para mim é como se ela acontecesse porque a vejo

Mas não posso saber se vejo coisas que não aconteçam

E se as visse também podia supor que elas sucediam...»

(Fernando Pessoa)

No dia 27 de Outubro de 1978, nasceu, no Porto, Alexandre Rola.

Ingressou, após o secundário, no curso de economia no ano de 1997, que veio a concluir em 2002. Em 2003 tirou o curso de fotografia que lhe forneceu o apoio necessário para alguns experimentalismos fotográficos pelo País e pela Europa. Em 2004 ingressou no curso superior de Design e Comunicação que veio a finalizar em 2008. Em 2010 concluiu uma tese de mestrado sobre Intervenções Urbanas na ESAD.

Paralelamente, desde 2001, pinta exaustiva e diariamente. Desde 2003 que expõe regularmente.

www.alexandrerola.com


Clube Literário do Porto

Rua Nova da Alfândega, nº 22

4050-430 Porto

Tel. 222 089 228

Fax. 222 089 230

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quarta-feira, 19 de outubro de 2011

evento - teatro - dança - 7ª EDIÇÃO DA MOSTRA CENA BREVE CURITIBA

CAIXA PATROCINA A 7ª EDIÇÃO DA MOSTRA CENA BREVE CURITIBA



A mostra traz cenas de até 15 minutos e debates sobre os trabalhos, com a presença do jornalista Valmir Santos da Revista Bravo





De 19 a 24 de outubro, a capital paranaense sedia a VII Mostra Cena Breve Curitiba, que tem patrocínio da CAIXA por meio do edital de festivais de teatro e dança. A abertura acontece às 19h no dia 19 de outubro, no Teatro do Sesc da Esquina, com a apresentação do espetáculo “Batata!”, do grupo Dimenti (Salvador, BA), e pequenas esquetes da Cia dos Palhaços. As cenas curtas serão exibidas no Teatro Novelas Curitibanas, de 20 a 23 de outubro, em dois horários: às 19h e às 21h. Os intervalos entre as cenas são preenchidos por uma intervenção cênica.



Os grupos vão apresentar cenas curtas de até 15 minutos, sendo quatro companhias teatrais por noite. São 16 grupos que representam o Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Minas Gerais e Distrito Federal. “Nosso intuito é contribuir para o fortalecimento dos grupos e para a diversidade da linguagem teatral brasileira”, declara Sueli Araújo, diretora da Cia Senhas de Teatro, companhia curitibana responsável pela criação e coordenação do evento.



O objetivo da 7ª Cena Breve é criar um espaço de compartilhamento de idéias e experimentações estéticas a partir da linguagem de cada grupo, promovendo o encontro e a troca de experiências, além de proporcionar a apreciação de uma programação diversificada. São exibidos fragmentos de um espetáculo já pronto ou de algo que ainda está se construindo, amostras de um processo, ou ainda cenas criadas exclusivamente para este fim. “É muito comum estas “células” se transformarem em um espetáculo depois. A mostra é um espaço para que os grupos se arrisquem, testem suas idéias”, conta Sueli.



A programação inclui também workshops e debates no espaço “Papo Aberto” na sede da Cia Senhas de Teatro (Rua São Francisco, 35), com entrada franca. Nas manhãs seguintes às apresentações, os artistas e o público têm a oportunidade de se encontrar para debater os trabalhos, com mediação de Fernando Villar (DF), Amábilis de Jesus (PR) e Luciene Guedes (SP). O jornalista Valmir Santos, da Revista Bravo, crítico especializado em artes cênicas, participa fazendo uma análise das apresentações.



Histórico da mostra:

A mostra surgiu em 2005 com grupos locais convidados e, hoje consolidada, recebe inscrições de todo o Brasil, com a intenção de promover intercâmbios com grupos nacionais e profissionais reconhecidos.



As quatro cenas mais votadas pelo público e crítica serão reapresentadas entre os dias 27 e 30 de outubro nas cidades de Araucária, Lapa, Paranaguá e União da Vitória, no Paraná. O registro desta experiência pode ser acompanhado pelo blog: http://mostracenabreve.blogspot.com/, que também está aberto para depoimentos e participações.



PROGRAMAÇÃO





Data: 20 de outubro

Classificação etária: Não recomendado para menores de 14 anos



- Grupo: Circo Navegador – SP

- Cena: OM CO TO? QUEM CO SO? PROM COM VO?

O palhaço Surubim encanta a plateia com sua ingenuidade em situações de tensão, emoção, técnica e muita graça. Mistura as rotinas de um show circense com cenas clássicas e criações próprias, equilibrando-se entre o deboche e a elegância. O público se deleitará com o “velho e bom” jogo de Palhaço.

- Grupo: Expressão Gestão e Produção Cultural – CTBA

- Cena: APPLE STORE & AS SUBFRUTAS DA ESTAÇÃO

É o primeiro desdobramento do projeto Cartas, que tem como ponto de partida as cartas trocadas pelos artistas Lygia Clark e Hélio Oiticica, relatando momentos importantes da história deles e da história da arte no Brasil e no mundo.

- Grupo: Núcleo de Espetacularidades – CTBA

- Cena: Penélope Pileata

Uma obra performática, que engloba o teatro, a dança e a literatura. Trata-se do encontro entre um autor e uma fonte de inspiração, um estado de tensão e celebração entre a invenção da vida e o pacto com a morte. Um work in progress desenvolvido em parceria com a bailarina uruguaia Alexandra Galcerán.

- Grupo: Companhia Subjétil – CTBA

- Cena: Sophia Loren não é Marlon Brando!

Mesclando dança e teatro, a cena “Sophia Loren Não é Marlon Brando” traz ao público o aprofundamento da pesquisa da companhia em dramaturgia espacial.

A partir do conceito de Gadgets dada pela psicanálise, a intenção é abordar nesta cena questões de beleza e perfeição.



Data: 21 de outubro

Classificação etária: Não recomendado para menores de 16 anos



- Grupo: Grupo de Investigação Cênica Heliogábalus – CTBA

- Cena: Orlandx em Constantinopla

O grupo experimenta respostas ao imprevisto no momento da apresentação. O “x”, seu gênero, é uma incógnita, transformação que se dá no corpo das atrizes/atores/performers – também em “x” – e na própria forma dramática. - - -

- Grupo: Súbita Companhia de Teatro – CTBA

- Cena: Meus olhos estão degringolando

A cena trata da relação peculiar entre um homem e uma mulher que constroem ao longo do tempo estratégias de convivência e de comunicação.

- Grupo: Teatro Funil – BRASILIA

- Cena: CLARO!

A cena apresenta o inusitado encontro de Bill e Betty. A cada campainha uma situação diferente e uma nova possibilidade de se conhecerem. Nesse jogo de encontro e desencontro, seus desejos, angústias e histórias vêm à tona.

- Grupo: Teatro de Geada – CTBA

- Cena: Encostei minha angústia no sol

A cena traz no elenco as atrizes Débora Vecchi, Ciliane Vendruscolo, Kelly Eshima e o ator Otávio Linhares. Eles estão ali emprestando sua presença às vozes de uma família: irmãs, irmãe e pairmão. Mas o fogo é quem fala a humana fala. O fogo, o que oculta, o que devora. Ruína material e ruína afetiva estão em jogo.



Data: 22 de outubro

Classificação etária: Não recomendado para menores de 18 anos



- Grupo: Zula Cia. de Teatro – BH

- Cena: AS ROSAS NO JARDIM DE ZULA

“As Rosas no Jardim de Zula” é o primeiro trabalho do grupo. É na vida de uma pessoa comum, sem nenhuma importância para a mídia, que esta cena vai buscar o testemunho de uma experiência e, através dela, tentar desvendar o humano.

- Grupo: Grupo Obragem de Teatro – CTBA

- Cena: AS TRAMÓIAS DE JOSÉ NA CIDADE LABIRÍNTICA

A cena é a experiência de reinvenção de José, um homem errante, nas ruas de uma grande cidade. O personagem José re-configura sua trajetória de vida, combinando ficções por ele arranjadas aos seus insucessos.

- Grupo: Platô Invisible Ou .0. Cia de Teatro – RJ

- Cena: DOSTO NOITE

Uma história de amor que conta a história de Nastienhka, 17 anos, que está à espera de seu grande amor. Ela encontra outro homem, decide ficar com ele e, no ápice de sua fantasia, volta ao ponto zero.

- Grupo: Companhia Silenciosa – CTBA

- Cena: CICCIOLINA'S BREAKFAST

Cicciolina’s Breakfast, solo explodido e mediatizado de Henrique Saidel, dá continuidade às pesquisas desenvolvidas em trabalhos anteriores da companhia. Transformar seu rosto em molde para um novo rosto. N



Data 23 de outubro

Classificação etária: Não recomendado para menores de 12 anos



- Grupo: Casca de Nós Cia de Teatro – BH

- Cena: Quintal

A cena curta “Quintal” é um dos desdobramentos da pesquisa sobre a poesia manoelina e a partir dela o grupo investiga o sujeito-ator em contato com uma dramaturgia construída por ele mesmo.

- Grupo: Pausa Companhia – CTBA

- Cena: Autor de Si Mesmo

Machado de Assis publica na Gazeta de Notícias do dia 16 de junho de 1895 a crônica: "O autor de si mesmo", baseada em um trágico e cruel acontecimento que resultou na morte de uma criança de dois anos.

- Grupo: Cia Visceral – SP

- Cena: Realidades Irreais

O projeto busca o humor através do ridículo das personagens e do constrangimento resultante do absurdo das contradições humanas. Utiliza-se da linguagem farsesca, onde a musicalidade, o tempo rítmico e a verdade, aparecem como fatores determinantes na construção do jogo teatral.

- Grupo: Cães Lacrimosos – CTBA

- Cena: Compra de personagem. Segunda ação de classificados.

Nas páginas de emprego de um jornal local os Cães Lacrimosos publicam a chamada: “Artista impossibilitado de escrever e atuar contrata auxiliares para a criação artística: escrever ou atuar lista de atividades.” As atividades oferecidas a estes auxiliares pretendem revelar ao público aspectos da personalidade ou da vida de cada um deles. A cena é um documentário sobre a construção de um personagem.





Serviço:

Teatro: 7ª Mostra Cena Breve



Abertura: 19 de outubro (quarta) às 19h no Teatro do SESC da Esquina (Rua Visconde do Rio Branco, 969) com entrada franca



Mostra das Cenas

Local: Teatro Novelas Curitibanas (Presidente Carlos Cavalcanti, 1222)

Data: de 20 a 23 de outubro - de quinta a domingo às 19h e às 21h

Ingressos: R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia)

Classificação etária: Consultar a programação no site www.caixa.gov.br/caixacultural



Papo Aberto

Local: sede da Cia Senhas de Teatro (Rua São Francisco, 35)

Data: de 21 a 24 de outubro – de sexta a segunda às 11h

Ingressos: Entrada franca

evento - musica - VALÉRIA CARVALHO LEVA “CRENÇA” AO CONFLUÊNCIA





Sábado, 22 de Outubro, pelas 22h00, Valéria Carvalho da Companhia de Actores apresenta o seu espectáculo musical “Crença”, no espaço Confluência, em Cascais. Esta associação cultural conta com a escritora Maria Helena Torrado e o actor e encenador Ricardo Carriço na direcção.

Um espaço cultural em plena cidadela de Cascais que visa permitir uma maior “confluência nas artes, nas pessoas e nas ideias”, declara Maria Helena Torrado. Ricardo Carriço acrescenta que “o espaço Confluência é um espaço aberto a outro tipo de espectáculos além do teatro, tendo como pano de fundo, a primazia dada à língua portuguesa”.

Neste contexto comum, surgiu a oportunidade de levar a palco, o espectáculo “Crença” de Valéria Carvalho. Um lugar onde grandes compositores portugueses e brasileiros bebem da mesma taça. Vamos privar de uma faceta menos conhecida de Valéria Carvalho – vamos poder vê-la enquantoperformer, músico e cantora, na companhia de Virgílio Gomes na guitarra, Jefferson Negreiros na percurssão e Paulo Pereira no saxofone e flauta.

Um espectáculo a não perder, “Crença” no Confluência.

evento - ATENÇÃO - HOJE - Editora 34 convida: Beatriz Bracher no Estante Viva [19.out]


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evento - Lançamento do Cadastro Nacional de Bibliotecas Públicas


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evento - A Sétima arte em forma de brincadeira


A Sétima arte em forma de brincadeira A oficina infantil “Meu Primeiro Cinema” acontece na CAIXA Cultural





A CAIXA Cultural traz para Curitiba a oficina infantil “Meu Primeiro Cinema”, de 25 a 27 de outubro. O projeto busca aproximar a sétima arte do mundo das crianças, apresentando os principais personagens do cinema e a linguagem cinematográfica de forma lúdica.



Por meio de brinquedos e brincadeiras, os idealizadores Luis Carlos Pavan, pesquisador de cinema e músico, e Careimi Ludwig Assmann, mestre em Comunicação e Semiótica e fotógrafa, apresentam um breve panorama sobre a história do cinema. Os participantes vão montar as cenas, conhecer histórias curiosas sobre o cinema, construir um cinema de bolso (chamado de flipbook), entre outras atividades.



Com duração de três horas, a oficina conta com 30 vagas para crianças de 8 a 15 anos. As inscrições são gratuitas e devem ser encaminhadas para o e-mail caixacultural08.pr@caixa.gov.br. Os interessados podem se inscrever no horário da manhã (das 9h às 12h) ou da tarde (das 14h às 17h).



A origem da oficina:

Desde a descoberta do cinematógrafo, são produzidas séries de imagens fotográficas montadas, narrando fatos reais ou materializando universos e idéias, só antes imaginadas na pintada e na escrita. Essa invenção aconteceu em um momento de mudança no jeito de viver em sociedade, contribuindo para mudar a forma de lidar com o trabalho, com o corpo, e com o cotidiano.



Como eram as primeiras sessões de filmes? Como eram feitos esses filmes? Quem são alguns dos personagens importantes da história do cinema? E o cinema, por que o fazemos? Pavan e Careimi querem responder essas questões, conectando o conteúdo, forma e sentido das imagens com a história da linguagem do cinema, aprofundando sua a relação com a vida das pessoas.



Os idealizadores:

Luis Carlos Pavan, músico de formação clássica no violão, vivenciou o cineclubismo paulistano trabalhando nos Cineclubes Bexiga e Oscarito como divulgador e programador. Desde 1997 desenvolve trabalhos de pesquisa e composição de trilhas sonoras, organizando mostras de cinema mudo com acompanhamento musical ao vivo. Desenvolve também oficinas sobre a história e a produção de cinema.



Careimi Ludwig Assmann é bióloga pela Unesp de Rio Claro (SP) e mestre em comunicação e Semiótica pela PUC(SP). Desenvolve trabalhos de pesquisa sobre as conexões entre cinema, ciência, meio ambiente e educação. Desde 1997 atua como narradora de filmes mudos e produtora cultural. Fotógrafa desde 1992, mais recentemente aprofundou seu conhecimento na área no International Center of Photography (New York).



Serviço:



Oficina infantil de cinema: “Meu Primeiro Cinema”

Local: CAIXA Cultural – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba (PR)

Data: De 25 a 27 de outubro

Horário: de terça a quinta das 09h às 12h ou das 14h às 17h

Inscrições: Gratuitas pelo e-mail caixacultural08.pr@caixa.gov.br

Informações: (41) 2118-5111 (de terça a sexta, das 12h às 19h, sábado e domingo, das 16h às 19h)

Público-alvo: Crianças de 08 a 15 anos

Vagas: 30

www.caixa.gov.br/caixacultural

Curso - O VINHO E A CULTURA FRANCESA


Escola São Paulo abre inscrições para o curso

O VINHO E A CULTURA FRANCESA

com Josimar Melo

dia 21 e 28 de outubro – sextas-feiras



O VINHO E A CULTURA FRANCESA



O curso apresenta o bom vinho como

um grande símbolo da França e que
está amplamente relacionado aos momentos históricos do país, mas, essencialmente,

figura como um de seus principais símbolos culturais. O curso discute essa importância

cultural e comenta as regiões produtoras da bebida.

Durante o curso haverá uma degustação de vinhos escolhidos pelo professor.

O curso será realizado na importadora de vinhos Grand Cru, localizada na Rua Bela Cintra, 1799 - São Paulo – SP.



Preço: R$ 150 + 1 parcela de R$ 150

Data: 21 e 28 de outubro (6ª)

Horário: 19h30 às 21h30

2 aulas | 4 horas

Inscrições e Informações:

Escola São Paulo

Rua Augusta, 2239

(11) 3060.3636

www.escolasaopaulo.org



Professor:

Josimar Melo

O jornalista Josimar Melo, criador de importantes eventos da gastronomia brasileira e presidente do Júri da América Latina da eleição dos 50 melhores restaurantes do mundo, é crítico de gastronomia da Folha de São Paulo e sócio-diretor do portal gastronômico Basilico. Josimar colabora também com diversas outras publicações, além de lançar anualmente, desde 1992, novas edições do "Guia Josimar Melo". É autor dos livros "Berinjela se Escreve com J" e "Folha explica a cerveja".

Curso - CURSOS DE DESINIBIÇÃO, CONCENTRAÇÃO NO TEATRO ESCOLA MACUNAIMA








Desinibição, Concentração, Criatividade e Presença de Espírito Estão abertas as inscrições

para o Curso Pró-Ser no

Teatro Escola Macunaíma



Unidade Shopping Eldorado

Início dia 21 de Outubro

Todas as sextas – 8 encontros







Especializado em teatro, o Macunaíma tem muito para ensinar até

mesmo para quem não quer ser ator.

Elaborado por quem entende do assunto,

o Pró-Ser transcende o teatro, sai dos palcos e vai para a vida.

Potencializa a comunicação verbal e não verbal.

Trabalha desinibição,

concentração, criatividade e presença de espírito.

Pró-Ser é o curso ideal para quem quer estudar teatro,

mas não busca a arte como profissão.



Curso Pró-Ser

Sextas-Feiras das 19h30 às 21h30

Início dia 21 de outubro

Duração: 8 encontros

Preço: 2 parcelas de 259,00



Local: Teatro Escola Macunaíma

Unidade Shopping Eldorado
Av. Rebouças, 3970 - 3º piso

Informações e reservas :

www.macunaima.com.br

11. 3667.0807

evento - dança - Até 16/11 DANÇA - ÁREA REESCRITA DE J.GAR.CIA


Espetáculo de Dança ÁREA REESCRITA Até 16 de novembro no CCRV Todas as segundas, terças e quartas-feiras








ÁREA REESCRITA foi criado pelo bailarino e coreógrafo Jorge Garcia em 2010 para a sua companhia de dança contemporânea J.Gar.Cia.



O espetáculo estuda as possibilidades de diálogo com o entorno urbano e experimenta reescrever espaços e narrativas, tendo como proposta inicial a saída das salas de ensaio e a investigação da cidade. Instiga a sair da rotina, atravessar a rua, fazer outro caminho, pintar paredes, procurar outros ângulos. Enxergar as mesmas coisas de um modo diferente.



“Começamos a pesquisar sobre site–specific, lugares públicos e privados, artes plásticas, tivemos aulas de filosofia, com o objetivo de sair do lugar-comum, e nos jogamos literalmente na rua” lembra Jorge Garcia sobre o início da concepção do espetáculo. “Gosto e busco trabalhar com o elenco na forma de contribuição e não de direção unilateral”.



Com autonomia para dar vazão aos próprios movimentos e instintos, os integrantes da companhia realizaram ações em diferentes espaços urbanos, transformando a cidade e seus (re)cantos em cenários improvisados.





À natureza essencialmente efêmera das artes cênicas, juntaram-se o vídeo e a fotografia. Linguagens e suportes distintos se integraram ao projeto para registrar a espontaneidade da relação criador-público-ambiente.



O elenco da companhia se dividiu em equipes para as intervenções, produzindo e editando seus próprios vídeos. Ao todo, foram cinco filmes (Hotel 23, Rés Vés, Inverso, Nosotros e Ponto Móvel). Em cada um deles, os bailarinos se revezaram na direção, roteiro, fotografia, trilha, produção e atuação.



A estreia de ÁREA REESCRITA aconteceu em 2010. O espetáculo, que já se moldou ao grande porão do Centro Cultural São Paulo e ao palco do Teatro Oficina, foi mais uma vez contemplado pelo Programa de Fomento à Dança (10º edital) e vai reescrever o espaço do Centro Cultural Rio Verde, na Vila Madalena. Sobre o espetáculo no Centro Cultural Rio Verde

No Centro Cultural Rio Verde, ÁREA REESCRITA utilizará 3 espaços distintos: um beco, a área central, que lembra uma praça do interior e um ambiente incógnita.



Um Vídeo-Carro estará estacionado na porta do CCRV apresentando os vídeos feitos na pesquisa inicial do trabalho, com acréscimo de dois pequenos clipes dos espetáculos feitos no Teatro Oficina e CCSP, para que o público tenha um entendimento maior do que é “reescrever um espaço” e de como estamos fazendo o processo. Para acompanhar, o público encontrará taças de vinhos que serão vendidos na rua.



“O Beco, que fica ao lado do espaço, todo grafitado e com uma grande profundidade, será utilizado pelos bailarinos, que irão correr, pular, subir nos muros e trabalhar numa sintonia de grupo em uma pesquisa que fazemos denominada de “caleidoscópio” , revela Garcia sobre o início do espetáculo, que irá utilizar uma janela para que o elenco, e também o público, entrem no CCRV.



A praça, com bar, coreto, plantas e lago com peixes, que fazem parte do cenário do espaço, será utilizada para que a Cia trabalhe com duos, sequencias coreográficas e alguns motivos teatrais.



O terceiro, e último ambiente, é uma incógnita, pois está em construção. “Para nós, é um grande desafio, pois teremos de estar abertos a propostas diferentes. Claro que o espírito e a atmosfera do lugar estarão lá , mas como dispor de luz, cenário...? Estamos trabalhando e desenvolvendo trabalhos com projeção ao vivo e com imagens pré-gravadas, para mostrar ao público como o trabalho está sendo construído junto com o espaço”, completa Jorge Garcia.



Serviço

ÁREA REESCRITA

Espetáculo da companhia de dança contemporânea J.Gar.Cia .

Diretor e Coreógrafo – Jorge Garcia

Elenco – Amanda Raimundo, Cristiano Bacelar, Édson Fernandes, Jerônimo Bittencourt, Jorge Garcia, Lina Gomez, Martina Sarantopoulos, Natália Mendonça, Natasha Vergílio, Patrícia Bergantin e Suzana Ruiz.

Temporada: de 3 de outubro a 16 de novembro

Espetáculos as segundas, terças e quartas-feiras

Horário: 20h

(Obs: horários sujeitos a alterações, conforme programação da casa)

Duração: 70 minutos

Recomendação: 18 anos

Capacidade:

Ingressos: R$ 5,00 (meia) e R$ 10,00 (inteira)

Bilheteria abre uma hora antes do espetáculo

Aceita os cartões de crédito ou débito Mastercard e Visa

Local: Centro Cultural Rio Verde

Rua Belmiro Braga, 181 - Vila Madalena

http://www.centroculturalrioverde.com.br

Estreou em 2010



Ficha Técnica
Temporada no Centro Cultural Rio Verde
Diretor e Coreógrafo – Jorge Garcia
Assistente de coreografia – Natália Mendonça
Elenco – Amanda Raimundo, Cristiano Bacelar, Édson Fernandes, Jerônimo Bittencourt, Jorge Garcia, Lina Gomez, Martina Sarantopoulos, Natália Mendonça, Natasha Vergílio, Patrícia Bergantin, Suzana Ruiz

Cenografia – Ateliê La Tintota

Direção Musical e Trilha Sonora – Jorge Peña
Edição de Trilha Sonora – Henrique Lima

Design de Luz – Ari Buccioni

Design Gráfico – Sonaly Macedo

Figurino – consultoria de Carla Kubrusly

Produção Executiva – Cria da Casa Gestão Cultural [Cybelle Young e Priscila Wille]

Assistência p/ produção de campo – Michelle Karine Sun

Fotos do espetáculo – Silvia Machado
Assessoria de Imprensa – FlAvia Fusco Assessoria e Comunicação

evento - artigo - Chão de letras: as literaturas e a experiência da escrita

No próximo sábado, 22 de outubro, a Editora UFMG lança, em Belo Horizonte, o livro Chão de letras: as literaturas e a experiência da escrita, da professora da Faculdade de Letras da UFMG,Lucia Castello Branco. O evento acontece na Quixote Livraria e Café, das 11 às 15 horas.
(rua Fernandes Tourinho, 274, Savassi)



Livro: Chão de letras: as literaturas e a experiência da escrita
De Lucia Castello Branco
Editora UFMG
242 páginas





Ideias sobre ‘ESCREVIVER’

Em livro da Editora UFMG, Lucia Castello Branco discute o conceito de letra em literatura e a experiência da escrita

Jornalista Itamar Rigueira Jr.

Para que servem as letras? Para compor palavras, é certo. E para que mais? Lucia Castello Branco, professora da Faculdade de Letras (Fale) da UFMG, tenta responder a essa pergunta no livro Chão de letras: as literaturas e a experiência da escrita (Editora UFMG), que será lançado esta semana em Belo Horizonte. A obra reproduz tese apresentada em 2008 no concurso para professor titular, reunindo textos inéditos e outros produzidos ao longo de vários anos.

Lucia se inspira e apoia em Manoel de Barros, Clarice Lispector, Maria Gabriela Llansol, Marguerite Duras, Sigmund Freud, Jacques Lacan, Maurice Blanchot e Roland Barthes para especular também sobre o que significa pensar a literatura pelo viés da experiência e não da história da própria literatura. Não por acaso ela nomeia um dos textos do livro com o neologismo “escreviver”.

“Interessa-me a singularidade da vivência de cada um. A experiência da escrita é por si só fundadora”, afirma a autora. “Como disse a teórica portuguesa Silvina Rodrigues Lopes, a grande experiência do homem não é a da linguagem, mas a da escrita. E, como toda experiência, pela própria definição, deve ser arriscada”.

O livro reflete, de acordo com Lucia Castello Branco, uma preocupação relativamente recente de apurar o conceito de letra no campo da literatura. Ela lembra que a letra sempre foi um conceito para a matemática, para a psicanálise e, de certa forma, para as artes plásticas. E não para o campo das letras, como ocorre com palavra, narrativa, significante.

Intrigava a autora que os teóricos da literatura não tratassem desse tema, com exceção de Maurice Blanchot e Roland Barthes. “A letra, como conceito, fica na borda entre o simbólico, que pode ser transmitido, e o real, aquilo que escapa do simbólico, e que não se diz”, reflete a autora.

Antes e depois de Llansol

Além dos filhos, Lucia Castello Branco dedica Chão de letras à escritora portuguesa Maria Gabriella Llansol. Na obra, no pensamento e na personalidade da autora de Um beijo dado mais tarde, Lucia encontrou inspiração e motivação para “uma nova forma de escrita”. Sua experiência como escritora e professora divide-se, revela, entre antes e depois de conhecer Llansol – literária e pessoalmente.

Se os textos téoricos eram poéticos demais, e dar aulas estava “sufocante”, Lucia descobriu a possibilidade de escrever e ensinar com eficácia e prazer. “Ela me transmitiu isso, uma liberdade e uma mistura que o meu texto – o teórico e o poético – sempre pediu. Além disso, sua escrita está sempre no limite, ela não se deixa banalizar”, conta a pesquisadora, que conheceu Maria Gabriela Llansol no início dos anos 90, em Portugal. Reclusa, a escritora concordou em dar uma entrevista a Lucia, e elas se corresponderam ainda por 16 anos, até a morte da autora portuguesa, em 2008. Em disciplina optativa sobre ela na graduação da Fale, Lucia vez por outra lê trechos de uma das 26 cartas de Llansol que tem em seu poder e que pretende publicar em livro um dia.

Em Chão de letras, Lucia Castello Branco argumenta também que a tarefa de lidar com um texto literário é delicada e séria. Ela diz que muitas vezes o leitor age com avidez, esquecendo que “o texto é um corpo com suas próprias leis, e nele há lugares que devem permanecer fechados”. É nesse sentido que ela pede delicadeza. Quanto à seriedade da tarefa, trata-se de lembrar sempre que “a leitura pode elevar ou degradar o objeto”.

Mas se o livro é guiado por questões como a do conceito de letra e a da experiência singular da literatura, a autora afirma também um desejo a motivar a obra, como deve sempre acontecer: “Quero deixar a escrita me levar. Não é de um saber consciente que se trata, não há um esquema, nem em literatura, nem em teoria. A própria escrita faz uma operação ao longo do processo, e me submeto a ela”.


LANÇAMENTO DA