quinta-feira, 3 de outubro de 2013
Bianca Jhordão e Mariana Belém participam do workshop "A Criança na Era Digital", dia 05, na FNAC Pinheiros
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
Novo disco do Bixiga 70
Bixiga 70 lança o seu segundo álbum
A
música é instrumental mas o discurso é claro. Bixiga 70 chega chegando
ao segundo disco: o groove ficou mais pesado; guitarras e teclados agora
estão na linha de frente junto com os metais; bateria, baixo e
percussões impulsionam os arranjos sem massagem; a ira se espalha pelos
timbres, pelas linhas melódicas, pelos riffs – a temperatura subiu
geral. Terreiro, Jamaica, dinâmicas jazzísticas, Pará, Etiópia e um
clima de “blaxploitation à brasileira” se misturam com equilíbrio. A
influência do afrobeat – supracitada nas boas críticas do primeiro
disco, de 2011 – agora se dilui num mar de referências e o som alcançado
identifica a banda como uma impressão digital. A África, afinal, é o
mundo inteiro.
O trompete
que chora no solo de “Deixa a Gira Girá” (ponto de candomblé, já
adaptado pelo trio baiano Os Tincoãs, em 1973); a bateria que demole
qualquer tropa de choque em “Ocupaí”; a guitarra que insinua um certo
mistério em “5 Esquinas”; o sintetizador que evoca o futurismo em
“Kriptonita”; o lamento coletivo na saideira, “Isa”; tudo parece
reverberar a frequência que tomou as ruas do Brasil em junho de 2013 –
mês em que a banda finalizou este segundo disco, com produção de seus
integrantes e mixagem de Victor Rice. O processo de composição coletivo
no estúdio e o entrosamento afinado em turnês azeitou – ou melhor,
“vinagrou” – a química.
A 13 de maio
reflete junho de 2013. É no número 70 da rua mais famosa do Bixiga que a
banda ensaia e grava, na sede do estúdio Traquitana, mesmo endereço
que, uma vez por ano desde 2007, vê as ruas tomadas para a realização do
Dia do Graffiti – mais um exemplo de evento que ocupa as ruas de São
Paulo com programação cultural gratuita, ao ar livre. Rua. Ocupação.
Música. Não é só no mapa de São Paulo que o Bixiga fica ali colado na
Liberdade. Avante!
Ramiro Zwetsch / Radiola Urbana / Junho de 2013
Faixas do disco:
1. Deixa a Gira Girá (Domínio Público)*
2. Ocupai (Rômulo Nardes, Cuca Ferreira e Bixiga 70)
3. Kalimba (Cris Scabello e Bixiga 70)
4. 5 Esquinas (Décio 7 e Bixiga 70)
5. Kriptonita (Décio 7 e Bixiga 70)
6. Tigre (Cris Scabello e Bixiga 70)
7. Tangará (Mauricio Fleury, Cuca Ferreira e Bixiga 70)**
8. Retirantes (Cris Scabello e Bixiga 70)
9. Isa (Marcelo Dworecki e Bixiga 70)
* adaptação do arranjo da faixa de mesmo nome do disco Os Tincoãs (1973)
** faixa-bônus presente apenas na edição digital (mp3 e CD).
quarta-feira, 11 de setembro de 2013
Bixiga 70 lança novo álbum no Sesc Pompeia dias 19 e 20 de setembro
Não temos estacionamento. Para informações sobre outras programações, ligue 0800-118220 ou acesse o portalwww.sescsp.org.br
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
Lucas Santtana, Anelis Assumpção, Bi Ribeiro, Céu e Jorge Du Peixe celebram os 40 anos do Dub
quinta-feira, 29 de agosto de 2013
Ylana Queiroga lança música da trilha sonora do filme "Tatuagem" na web
Ylana lança a faixa “Calcanhar” na web
Música faz parte da trilha sonora do filme “Tatuagem”
A música “Calcanhar”, parte integrante da trilha sonora do filme “Tatuagem”, é o primeiro single do novo álbum da cantora pernambucana Ylana.
Produzida por Manuca Bandini e Yuri Queiroga, que também assina a produção do primeiro disco da cantora, a faixa conta com a participação do maestro e pai de Ylana, Spok, no sax barítono.
Com um groove cheio de estilo, “Calcanhar” é um convite à dança, embalada pelo suingue da orquestra de sopros e pelos acordes da guitarra de Yuri Queiroga. A música traz uma divertida declaração de amor com "ares regionalistas".
Cantora apresenta o seu primeiro trabalho, em breve.
Para baixar “Calcanhar”, acesse: www.ylana.com.br
quinta-feira, 22 de agosto de 2013
Novo clipe de Lucas Santtana tem a participação de Tainá Muller
segunda-feira, 12 de agosto de 2013
FILARMÔNICA DE PASÁRGADA SE APRESENTA NO SESC IPIRANGA DIA 16 DE AGOSTO
sexta-feira, 26 de julho de 2013
Gilmar Bolla 8, um dos fundadores da Nação Zumbi, estreia novo projeto no Sesc Pompeia dia 30
segunda-feira, 22 de julho de 2013
Strike comemora dez anos de carreira no palco do “Paulo Miklos Show”
sábado, 20 de julho de 2013
Tagore estreia clipe na web
segunda-feira, 15 de julho de 2013
China e o Mombojó apresentam o show infantil “Coisinha” no Sesc Pompeia dias 21 e 28 de julho
terça-feira, 9 de julho de 2013
Lucas Santtana segue em turnê pela Europa até o dia 04 de agosto
domingo, 30 de junho de 2013
Leela faz show gratuitos em São Paulo
A Leela mostra o seu pop rock divertido, barulhento, irreverente e sexy em duas apresentações gratuitas. No próximo dia 05, a banda faz um pocket na livraria Saraiva - Shopping Vila Olímpia, às 18h. Já no dia 06, o público da Zona Leste confere as composições do Leela no projeto "Rock nos Trilhos", no Espaço Cultural CPTM, que fica na parte superior da Estação Brás, às 18h.
No palco, a vocalista Bianca Jhordão, em companhia do guitarrista Rodrigo Brandão e do baixista Tchago Kochenborger, solta a voz em canções, como: “On The Road”, primeira faixa do seu terceiro disco a ganhar um videoclipe, “Topo Tudo”, “Odeio Gostar” e “Cidade Sitiada”, canção em parceira com Fausto Fawcett.
Confira o clipe de "On The Road": http://www.youtube.com/watch?v=RffQLinhNfI
Banda Leela
A banda LEELA é divertida, irreverente e sexy. Sua música é direta, expressiva, de fácil audição e sem afetação ou truques fáceis, desfila uma compreensão inteligente e inspirada dos segredos do idioma ‘pop’.
Bom, isso não é novidade. Todo mundo já sabe. Então, agora a boa notícia: O LEELA está de volta! “Música Todo Dia” é o título do novo álbum da banda. Chega ás lojas em outubro de 2012 e reúne 10 canções saborosas, urgentes, apaixonadas, ótimas de se ouvir sem-parar e úteis em inúmeras situações. Canções que podem proporcionar, acima de tudo, os mais intensos devaneios erótico-afetivos com sua namorada ou namorado.
Desde de 2007, o LEELA não lança um álbum com músicas inéditas. No inicio desse período a banda viajou muito fazendo shows. Depois, Rodrigo e Bianca passaram uma temporada em Londres, formaram o grupo Brollies & Apples, lançaram um disco e fizeram shows até com o Friendly Fires. Tchago se dedicou ao design e a experimentações musicais em projetos paralelos.
Esse período de viagens trouxe á todos um novo ponto de vista, mas sobre tudo para Rodrigo e Bianca, os principais compositores da banda. A visão de um mundo em movimento, o desprendimento das ações rotineiras, o impulso da mudança, a alegria de viver ‘on the road’ através das latitudes e longitudes do planeta, no sentido horário e anti-horário, ‘easy rider’ nos próprios cinco sentidos e até na falta de sentido da vida, ampliou as possibilidades criativas da dupla.
O casal permitiu apenas que duas coisas permanecessem fixas e isso lhes serviu de eixo: Amor e Música Todo Dia.
Esse mundo em movimento, o tempo em movimento, tudo gravitando em torno do amor e da música, passou a ser o tema das novas músicas e acabou por dar um conceito ao disco, embora essa percepção só tenha surgido com o álbum pronto.
Bianca e Rodrigo jamais pararam de compor e registrar suas canções. No pequeno estúdio de áudio, pessoal e intransferível que levam por onde vão, foram elaborando, gravando e lapidando essa nova safra de composições. E em cada nova música revelam-se autores rigorosos e atentos, em controle total de sua capacidade expressiva, além de excelentes intérpretes da própria obra.
As composições se desenvolvem sem excesso, num desencadeamento de timbres, harmonias e ritmos perfeitos, somados á dose exata de recursos eletrônicos, vindos das diversas possibilidades de som contidas num sintetizador microKorg XL. “Arpegios”, “pizzicatos” e pulsões rítmicas de freqüências de áudio, foram colocadas em movimento como se estivessem num tabuleiro de xadrez.
Bianca ainda toca um Theremin com muita habilidade.Com participação cada vez mais ativa na criação das canções, o baixista Tchago Kochenborger também colaborou tocando guitarras e synths. A filósofa Carol Teixeira (Brollies & Apples) e o poeta multimídia Fausto Fawcett que, além de parceiro desde sempre da banda, empresta sua voz na narrativa de “Cidade Sitiada”, são presenças fundamentais nesse álbum. E não podemos deixar de citar Maureen Miranda, cuja delicadeza da ilustração embala a música desse disco. Se não fosse ela, não seria tão legal mostrar esse CD aos amigos.
A música do LEELA é feita para se ouvir todo dia! Bianca está cantando como nunca. Sua voz ilumina as canções do disco, sob todas as perspectivas. A guitarra de Rodrigo Brandão nunca esteve tão precisa e a variedade de timbres, ‘riffs’ e fraseados que injeta nos compassos de cada canção é um espetáculo á parte. Ouçam com atenção! O baixo de Tchago Kochenborger é perfeito graças á sua noção rítmica e senso de tocar para a música e não para o instrumento ou pelo instrumento. As cordas vibram em cada canção, impulsionando a música em todas as direções imagináveis.
A cada nova audição do disco é possível descobrir outro detalhe do arranjo, uma pausa inesperada ou uma inflexão de voz que oferece nova interpretação da letra. No fundo, o LEELA usa o pop contemporâneo como embalagem para suas reflexões e para estabelecer uma posição no mundo. Menos caos, mais leveza, mais beleza. Menos medo, mais certeza.
O LEELA está volta!
Serviço: Leela
Data: 05 de julho (sexta)
Horário: 18h
Local: Livraria Saraiva - Shopping Vila Olímpia
Rua Olimpíadas, 360
Ingressos:
gratuitos
Censura: Livre
Data: 06 de julho (sábado)
Horário: 18h
Local: Espaço Cultural CPTM
Estação Brás - CPTM
Ingressos:
gratuitos
Censura: Livre
sexta-feira, 14 de junho de 2013
Barbara Eugênia lança clipe filmado em Goiás
Ficha Técnica:
segunda-feira, 10 de junho de 2013
Banda Suite7 lança clipe da música “Beijo Seu”
A banda paulistana Suite7, disponibilizou o clipe da faixa “Beijo Seu”, na internet. Todo realizado em stop motion, com diversos efeitos especiais, o clipe é baseado na história de um crime passional. A protagonista do vídeo é envenenada por um admirador e suas alucinações são abordadas em diversas cenas, onde efeitos se intercalam as participações da banda Suite7 tocando a canção.
“Beijo Seu” tem a direção de Paul Domingos, da Pexera Produções. O hit, que faz parte do novo álbum da Suite7, aposta na levada do rock em ritmo de balada.
No próximo dia 14, às 22h, no Na Mata Café, a banda faz show de lançamento do clipe e toca as faixas do disco "Raro Efeito"
Assista:
http://www.youtube.com/watch?v=dlDrbxjHNdI
Sobre a Suite7
A banda SUITE7 teve inicio no underground paulistano por volta de 2008. Formada por Polako (voz), Tom (guitarra e voz), Johnny (bateria), Rods (guitarra) e Leo (baixo), o grupo traz a fusão de riffs e elementos da música pop em suas composições.
Com influências de grandes nomes do cenário musical internacional, como The Killers, Coldplay, Foster The People, Maroon 5 e Muse, a SUITE7 conta com dois EPs gravados e o álbum, “Raro Efeito”.
Em seu primeiro disco o quinteto paulistano arregaça as mangas, sai da “zona de conforto”, segue numa pegada que ora busca as influências do pop rock, numa levada certeira e ritmada, ora sobe o volume e exalta o rock visceral, em uma balada certeira.
quinta-feira, 16 de maio de 2013
Barbara Eugênia lança "É O Que Temos" no Rio de Janeiro (23/05)
Barbara Eugênia lança “É O Que Temos” dia 23 de maio no Espaço Cultural Municipal Sergio Porto
Novo álbum da cantora é um lançamento do selo Oi Música
A cantora e compositora Barbara Eugênia traz ao Rio de Janeiro o show de lançamento do seu novo disco “É O Que Temos, no dia 23 de maio (quinta), às 21h, no Espaço Cultural Municipal Sergio Porto. O espetáculo faz parte da nova turnê da cantora carioca.
“É O Que Temos”, segundo disco de Bárbara Eugênia, marca a nova fase da cantora. No álbum, Bárbara expande o universo de suas canções para diferentes eras sonoras, tornando a Jovem Guarda, passando pelo country e inovando com o rock psicodélico sessentista. Edgard Scandurra e Clayton Martin assinam a produção do novo trabalho, que conta com onze faixas.
No show, Barbara sobe ao palco acompanhada dos músicos Davi Bernardo (guitarra), Astronauta Pinguim (piano), Jesus Sanchez (baixo) e Clayton Martin (bateria).
Serviço:
Barbara Eugênia lança “É O Que Temos”
Data: 23/ maio/ 2013 (quinta)
Local: Espaço Cultural Municipal Sergio Porto
Endereço: Rua Humaitá, 163 – Humaitá – Rio de Janeiro
Horário: 21h
Faixa Etária: livre
Preço: R$ 20 (inteira)/ R$ 10 (meia)
Informações: 21 2266 0896
Link para apreciar o disco: http://www.rdio.com/artist/B%C3%A1rbara_Eug%C3%AAnia/album/%C3%89_o_Que_Temos/
Sobre o disco:
Bárbara Eugênia em uma nova e bela canção antiga
A gente pode não saber onde colocar o desejo, meu caro Sigmund, mas Bárbara Eugênia, neste seu segundo disco, sabe muito bem onde pôr o amor, meu senhor. Na canção romântica que não tem medo do rosto colado, de um passeio de domingo ou de uma eventual roubada no picnic – corra, Lola, corra.
Se no primeiro disco a fossa era nova, como saiu no jornal, neste é possível até – pasmem, senhores & senhoras - brincar de amar. Tem leveza, mas não se engane, o suspense continua. O amor tem sempre requintes de um certo Hitchcock.
Daí que Bárbara diz: “Bailemos”, na maresia da faixa “Coração”. Não há guarda-chuva nem vacina contra o pesadelo da dor amorosa. Daí que Bárbara, agora, parece dizer, à vera: não é por sabermos do inevitável fim que vamos soltar precocemente os cupins da discórdia e estragar logo tudo. Né? Roberto corta essa.
Bárbara vem como num mangá japonês. De trás para frente. Este disco-narrativa está para o “durante” dos acasalamentos assim como o inicial esteve para o “depois”. E não cabe a este pobre cronista resenhador dar pistas autobiográficas da moça, aliás, que moça, aquela voz meio rouca, a forma como chega no palco, suspiro, os vestidos que parecem trocar ideias com as costelas. Será que conversam sobre a atual fraqueza dos hombres?
Yes, sem pistas, arte é enigma e suspense. O que interessa é que o trabalho novo é melhor ainda. Poderíamos chutar aqui um zilhão de possíveis rótulos e pegadas: um Andrew Bird nas entrelinhas, uma trilha meio cinema safado italiano de Tinto Brass, o cheiro da chanson estilo “Les Provocateurs” (projeto do Edgar Scandurra que a Bárbara participa), o filtro azul lisérgico etc etc etc.
Ora, é tido, havido e sabido que a moça aprecia o que fica entre os anos 1950-70 da música, sem obrigação maluca de pregar um rótulo na testa. Isso já era. Além do mais, temos “as mesmas velhas dúvidas”, sempre, a história se repete na nossa adorável lavanderia de “roupa suja” - título de uma chapante canção em parceria com o Pélico, outro cão-vadio que entende do assunto.
A tal faixa conversa, de alguma maneira, por isso a lindeza narrativa do disco, com o clássico da Jovem Guarda “Porque brigamos”, versão de Rossini Pinto, safra 1972, para a canção de Neil Diamond. Noites brancas com sujeiras a passar a limpo. Ô Diana!
Uma rápida parada técnica, maestro: os arranjos do disco lembram sopros do coração, em acentos das cordas ou dos metais propriamente ditos. Aquela coisa: Bárbara vai contando uma história e a música só na sístole e na diástole. Principalmente em “Peso dos erros”, vontade de bolero, vidas noves fora zero.
Que coisa linda, confesso a que mais gosto de todas, “Ugabuga Feelings”, ela suando dendê, assim meio me deixas louca, e o moço da cara boa à espreita, que safadeza mais gostosa, ave palavra.
Babélica Bárbara em português dos Tristes Trópicos, em inglês (“I Wonder”) que lembra a Marilyn Monroe de “Os Desajustados”, Bárbara em drama nouvelle vague (“Jusqu'a la mort”), Barbarella sem medo da chuva com Tatá Aeroplano, Bárbara simplesmente sozinha como em uma nova e bela canção antiga.
Xico Sá, SP, últimos dias do Verão, 2013
terça-feira, 16 de abril de 2013
Programação Mundo Pensante (19/04 à 25/04)
19/04 – Noite de Gafieira
Show: Grupo João de Barro
Com repertório variado focado na música brasileira, o Grupo João de Barro promove um resgate e uma nova leitura a sucessos consagrados nas rodas de choro e no samba.
Inspirados no conceito da cultura boêmia, a banda leva os clássicos da gafieira ao palco do Mundo Pensante. Elis Regina, João Bosco, Beth Carvalho e Noel Rosa são alguns dos destaques do repertório da noite.
Formado por Zé Leônidas (voz/ percussão), Pedro Bruschi (violão de 7 cordas/ guitarra), André Banchur (bandolim), Angelo Ursini ( flauta , clarinete e sax alto), Kiko Woiski (baixo), Ed Woiski ( trompete), Adair Vinicius (trombone) e Marcos Simon (bateria), o grupo marca presença nas noites paulistanas com o seu set list variado e novos arranjos a cada apresentação.
Serviço:
Dia: 19 de abril (sexta)
Local: Mundo Pensante
Endereço: Rua 13 de maio, 825 – Bixiga – Bela Vista
Horário de abertura da casa: 22h
Horário do show: 23h30
Preço: R$ 15 (até 00h)/ R$ 25 (após às 00h)
Informações: 11 5082 2657/ http://www.mundopensante.com.br/
Censura: 18 anos
Capacidade: 150 pessoas
20/04 – Show: Andreia Dias toca o disco “Pelos Trópicos”
Show: Andreia Dias
Pelos Trópicos é o nome do terceiro disco solo da cantora e compositora Andreia Dias. Em 2011, Andreia gravou o álbum de forma itinerante em dez capitais brasileiras, partindo do Rio de Janeiro, seguindo para Belém e descendo até Salvador.
Durante um ano, circulou pelas regiões Norte, Nordeste e Sudeste do Brasil e interagiu com bandas locais. Em cada cidade que passou, Andreia foi recebida por uma banda ou por um coletivo cultural que a apresentou à cena musical atuante. As canções e parcerias surgiram durante sua estadia, em períodos que variavam de uma semana até um mês. O resultado é um disco solar, intenso e pop.
Esta viagem de escambo cultural reforçou o verdadeiro traçado da nova cena pop contemporânea do país. Uma iniciativa inédita e corajosa, gravada às próprias custas e com ajuda de coletivos e amigos espalhados Brasil a fora.
Na estrada musical há 15 anos, a cantora tem sete álbuns gravados: dois solos da trilogia em construção Linfa Ácida, dois com a Banda Glória e dois com a banda DonaZica, entre eles Composição (2003), considerado pela Folha de S. Paulo como o melhor disco da década. E agora, o mais recente, Pelos trópicos.
Serviço:
Dia: 20 de abril (sábado)
Show: Andreia Dias
Local: Mundo Pensante
Endereço: Rua 13 de maio, 825 – Bixiga – Bela Vista
Abertura da casa: 22h
Horário do show: 23h30
Preço: R$ 15 (lista)/ R$ 25 (na porta)
Informações: 11 5082 2657/ http://www.mundopensante.com.br/
Censura: 18 anos
Capacidade: 150 pessoas
25/04 – Lenna Bahule na “Quinta Cantante”
Show: Lena Bahule
A moçambicana Lena Bahule apresenta os sons que aportam no místico africano, sem esquecer do breve passeio pelo jazz. O seu trabalho combina a música com a sua forma poética de escrever.
Serviço:
Dia: 25 de abril (quinta)
Local: Mundo Pensante
Endereço: Rua 13 de maio, 825 – Bixiga – Bela Vista
Horário de abertura da casa: 22h
Horário do show: 23h30
Preço: R$ 20
Informações: 11 5082 2657/ http://www.mundopensante.com.br/
Censura: 18 anos
Capacidade: 150 pessoas

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