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segunda-feira, 11 de agosto de 2014

A escrita virtual na adolescência Uma leitura psicanalítica

A escrita virtual na adolescência

Uma leitura psicanalítica

Nádia Laguárdia de Lima

Coleção: Humanitas
2014. 573 p. ISBN: 978-85-423-0058-1
Dimensões:22,5 x 15,5 X 2,5 cm
Peso: 635 gramas




Imperdível. Um necessário estudo sobre as linguagens e comportamentos e ainda sobre a descontrução através dos vícios e desvios da linguagem escrita.

Este livro nos permite conhecer, para além das formas de utilização dos blogs pelos adolescentes, as particularidades dessa escrita no universo virtual, o que eles buscam nas redes sociais, a quem se dirigem, o tratamento dado ao sexo e ao amor em seus escritos, o lugar do saber na atualidade, as novas modalidades de identificação e de laço social e as saídas inventivas que constroem na web para lidar com os impasses contemporâneos.



LANÇAMENTO DA
 

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Campanha contra o preconceito a soropositivos quer reunir 1 milhão no Twitter


Tão difícil quanto encontrar a cura para o vírus HIV é encontrar uma vacina contra o preconceito de pessoas com pouca informação sobre a doença e seus portadores. É por essa razão que a agência de comunicação Filadélfia deu início a uma campanha simples e direta de conscientização para o problema: a campanha 1 Milhão Sem Preconceito. O símbolo da campanha é um rapaz soropositivo chamado Thiago, voluntário da ONG Grupo Vhiver, que cuida de pacientes como ele e é reconhecida pelo UNICEF.

Para fazer parte da campanha, o colaborador precisa apenas seguir o perfil de @thiagovhiver no twitter e espalhar a causa, usando a hash tag #1milhaosempreconceito. O objetivo é reunir 1 milhão de seguidores. Com o impacto da campanha, a agência busca empresas dispostas a apoiar a ONG Vhiver, que necessita de recursos para apoio psicológico, alimentação e assistência básica a portadores de HIV. Para conhecer a campanha, acesse o site www.1milhaosempreconceito.com.br.

Thiago sofre preconceito assim como soropositivos membros da ONG e outros tantos no mundo inteiro. Jovem como um outro qualquer, leva uma vida completamente normal. Estuda, gosta de sair com os amigos, bate papo e curte a vida intensamente. No entanto, a maioria dos amigos se afastou dele.

Valdecir Buzon, Presidente do Grupo Vhiver, definiu a razão de este preconceito existir. “A gente enfrenta até o preconceito das pessoas de bom coração. Elas ajudam entidades que cuidam de pessoas com câncer, ou de crianças deficientes, já que em teoria, essas são doenças 'nobres'. Mas todo mundo ainda associa a AIDS a algo sujo, como se quem pegasse, merecesse”, disse.