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quinta-feira, 8 de outubro de 2009

A aura enfeitiçada: o fetiche como espetáculo


Annablume Editora
e
Centro Cultural OBOÉ

convidam para o lançamento do livro de

Valton de Miranda Leitão


A aura enfeitiçada: o fetiche como espetáculo

Dia 08 de outubro de 2009, quinta-feira, às 19:30 h.

Centro Cultural OBOÉ

Rua Maria Tomásia, 531 - Aldeota - Fortaleza - CE
(85) 3264.7038

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Do arouche aos jardins


Annablume Editora e Livraria Martins Fontes Paulista
convidam para o lançamento do livro de
Nilton Tadeu Alonso

Do arouche aos jardins:
Uma gíria da diversidade sexual
Dia 08 de outubro de 2009, quinta-feira, das 18:30 hs às 21:30hs.
Livraria Martins Fontes Paulista
Av. Paulista, nº 509 - São Paulo - SP
(próximo à Estação Brigadeiro do Metrô)
(11) 2167.9900



quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Governadores Gerais do Estado do Brasil


Annablume Editora,
Instituto de Filosofia e Ciências Sociais (UFRJ) e
Antigo Regime nos Trópicos: Centro de Estudos sobre a Dinâmica Imperial no Mundo Português
convidam para o lançamento do livro de

Francisco Carlos Cosentino

Governadores Gerais do Estado do Brasil (Séculos XVI-XVII)
Ofício, regimentos, governação e trajetórias

Dia 25 de setembro, sexta-feira, às 18h.
Instituto de Filosofia e Ciências Sociais (IFCS/UFRJ) - Departamento de História
Largo de São Francisco de Paula, sala 106 - Rio de Janeiro/ RJ

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Hoje: Lançamento "Terceirização No Brasil"


Annablume Editora e Livraria Martins Fontes Paulista
convidam para o lançamento do livro de

Denise Motta Dau
Iram Jácome Rodrigues
Jefferson José da Conceição
(Organizadores)

Terceirização no Brasil:
Do discurso da inovação à precarização do trabalho
(atualização do debate e perspectivas)
Dia 09 de setembro de 2009, quarta-feira, das 18:30 hs às 21:30hs.
Livraria Martins Fontes
Av. Paulista, nº 509 - São Paulo - SP
(próximo à Estação Brigadeiro do Metrô)
(11) 2167.9900

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

lançamento do livro de Valburga Huber


Annablume Editora e Livraria Museu da República

convidam para o lançamento do livro de Valburga Huber


A ponte edênica:

Da literatura dos imigrantes de língua alemã a Raul Bopp e Augusto Meyer


Dia 02 de setembro de 2009,

quarta-feira, das 18:30 às 22h.

Rua do Catete, 153 - Glória - Rio de Janeiro - RJ

(Estacionamento do Museu da República em frente à Estação Catete do Metrô)

(21) 2556.5828

terça-feira, 25 de agosto de 2009

O lançamento do livro de Andrea Piccini

Annablume Editora e Livraria Martins Fontes Paulista convidam para o lançamento do livro de Andrea Piccini



Arquitetura do oriente médio ao ocidente: a transferência de elementos arquitetônicos através do Mediterrâneo até Florença

Dia 03 de setembro de 2009,

quinta-feira,

das 18:30 hs às 21:30hs.

Livraria Martins Fontes PaulistaAv. Paulista, nº 509 - São Paulo - SP

(próximo à Estação Brigadeiro do Metrô)(11) 2167.9900

sábado, 22 de agosto de 2009

Humor e Agudeza em Joseph Haydn


Humor e Agudeza em Joseph Haydn
quartetos de cordas op. 33

Dia 23 de agosto de 2009,
domingo, às 11h.
Museu da Casa Brasileira
Av. Brigadeiro Faria Lima, 2705 - São Paulo - SP
(11) 3032.3727





Humor e agudeza em Joseph Haydn trata do contexto teórico que envolve a produção do compositor, concentrando-se nas idéias de humor e agudeza [Witz], que têm sido freqüentemente relacionadas à produção de Haydn (1732-1809) desde sua própria época. Para isto, Mônica Lucas seleciona críticas de jornais e revistas do século XVIII que discorrem sobre esses aspectos na produção haydniana. Desenvolve também a idéia do cômico e as visões sobre o riso nos setecentos no intuito de obter uma melhor compreensão dessas críticas, que, contextualizadas, fornecem os subsídios para o estudo do humor e da agudeza nas obras que indubitavelmente representam o estilo maduro do compositor: os quartetos de cordas op. 33 (1781).

LANÇAMENTO ANNABLUME



Annablume Editora
selo [e] editorial
e
Ícone Espaço Cultural

convidam para o lançamento da Coleção

Feito nas Letras


Há saci na fome
Os temos da diligência
Ávida espingarda

Dia 23 de agosto de 2009, domingo, das 17h às 20h.

ÍCONE ESPAÇO CULTURAL

Rua Augusta, 1415 - São Paulo - SP
(próximo à Estação Consolação do Metrô)
(11) 3188.9206 e 3289.3526

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Leitura de Quatro Cantos do Caos


Clique para ampliar

domingo, 16 de agosto de 2009

Brasil central: 12.000 anos de ocupação humana


Brasil central: 12.000 anos de ocupação humana no médio curso do rio Tocantis, TO
de Walter Fagundes Morales


298 páginas


O LIVRO
Este livro resulta de estudos arqueológicos realizados no médio curso do rio Tocantis, mais especificamente na bacia do córrego Água Fria. Buscou-se identificar os sistemas de assentamento dos grupos sociais que ocuparam essa área ao longo do tempo e a forma como as comunidades que ali viveram organizaram suas vidas e desenvolveram suas atividades cotidianas. Foram realizados levantamentos sistemáticos em âmbito regional e intervenções nos 38 sítios arqueológicos identificados, sítios estes presentes desde as barrancas arenosas e as cascalheiras junto ao rio Tocantis, até as alcantiladas escarpas de arenito da extensa serra do Lajeado, onde os abrigos com grafismos rupestres são uma constante.

Como resultado final elaborou-se um modelo interpretativo sobre a organização e uso deste espaço desde há 12.000, quando tem início a ocupação da área por pequenos grupos de caçadores e coletores, até o advento das populações agricultoras que viviam em grandes aldeias. Se por um lado, suas conclusões contribuem para as discussões sobre as rotas de povoamento antigo e o surgimento, deslocamentos e crescente complexidade sociopolítica que teria ocorrido entre as sociedades agricultoras do Brasil Central e das regiões vizinhas, por outro dão cor a um passado pré-colonial ofuscado pela pátina do tempo.

CONTEÚDO

Prefácio: Pedro Ignácio Schmitz

Apresentação:

1 Introdução
1.1 O Programa de Resgate Arqueológico da UHE Lajeado
1.2 A bacia do córrego Água Fria: um estudo de Arqueologia Regional no médio curso do rio Tocantis

2 O contexto regional de ocupação
2.1 O período antigo
2.2 O período intermediário
2.3 O período recente
2.4 O período histórico: a sociedade Xerente

3 Contexto ambiental
3.1 A bacia do rio Tocantis
3.2 O médio curso do rio Tocantis
3.3 A área de pesquisa: a bacia do córrego Água Fria

4 Orientação teórico-metodológica
4.1 A arqueologia regional
4.2 A análise espacial intra-sítio

5. Métodos e técnicas de pesquisa
5.1 Compartimentos ambientais da bacia do córrego Água Fria
5.2 As prospecções na bacia do córrego Água Fria
5.3 A pesquisa arqueológica nos sítios identificados
5.4 A análise das indústrias líticas
5.5 A análise das indústrias cerâmicas

6. Os sítios arqueológicos da bacia do córrego Água Fria
6.1 Compartimento 1: os sítios da planície de inundação e terraços do rio Tocantins
6.2 Compartimento 2: os sítios das colinas amplas e rampas da cidade de Palmas
6.3 Compartimento 3: os sítios da base da serra do Lajeado
6.4 Compartimento 4: os sítios do alto da serra do lajeado

7. A bacia do córrego Água Fria: um modelo de organização e uso do espaço
7.1 As indústrias arqueológicas e as análises intra-sítio
7.2 Os sistemas de assentamento
7.3 Os horizontes de ocupação: considerações finais

UM LANÇAMENTO

Chico Xavier: um herói brasileiro no universo da edição popular


Chico Xavier: um herói brasileiro no universo da edição popular
de Magali Oliveira Fernandes


254 páginas

O LIVRO

"Nos últimos vinte anos, vários cientistas sociais brasileiros estudaram a expressão religiosa espírita. Houve trabalhos excelentes sobre a história, as modalidades, formas de organização e referentes simbólicos do kardecismo brasileiro. Nesses trabalhos, a figura de Chico Xavier está sempre presente mas, até agora, nenhum – do meu conhecimento – abordou, assim como Magali, a relação entre a forma estética de um jovem pouco letrado e a subseqüente produção literária do médium mais famosos do Brasil."

CONTEÚDO DO LIVRO
prefácio de Marion Aubrée

Apresentação Emília Santos Coutinho

Introdução Das páginas de um diário à elaboração deste livro

Capítulo 1 A construção da figura Chico Xavier: pessoa e personagem

Capítulo 2 Uma biografia em movimento

Capítulo 3 O caderno: uma biblioteca à base de tesoura e cola

Pósfacio Cecília Almeida Salles


UM LANÇAMENTO

sábado, 1 de agosto de 2009

Em primeira pessoa


Em primeira pessoa: abordagens de uma teoria da autobiografia
Helmut Galle, Ana Cecília Olmos (orgs.)


372 páginas


Nas últimas décadas, a escritura autobiográfica proliferou numa multiplicidade de formas que não se adequam tão facilmente aos padrões de gênero que a tradição estabeleceu a partir dos textos clássicos de Sto. Agostinho, Rousseau ou Goethe, inclusive, muitas dessas formas visam subvertê-los. Devido a isso e a fatores específicos da reflexão teórica atual acerca da literatura, o sujeito e a representação, o debate sobre as formas da escritura autobiográfica ganhou uma significativa relevância em diversos campos disciplinares. Este livro oferece uma seleção de textos relacionados à história e à teoria das escrituras de si, assim como leituras críticas de casos específicos provindos de diferentes literaturas. Esse conjunto de artigos traça um percurso que, sem apelar ao rigor da cronologia histórica ou à formulação de princípios teóricos concludentes, ilumina momentos, autores, obras e perspectivas críticas decisivas para a configuração do gênero autobiográfico nos dias de hoje.

Conteúdo 1. A escritura autobiográfica entre literatura e realidade Ruth Klüger Verdade, mentira e ficção em autobiografias e romances autobiográficos Tununa Mercado Testemunho. Verdade e literatura Sylvia Molloy Direito de propriedade. Cenas da escritura autobiográfica Michaela Holdenried Defragmentação e recomposição. Sobre a problemática da identidade judaico-alemã na literatura autobiográfica e sobreviventes. O caso Goldschmidt 2. Aspectos cognitivos e psicológicos da memória autobiográfica Hans J. Markowitsch Pré-requisitos emocionais e cognitivos da memória autobiográfica Jürgen Straub Memória autobiográfica e identidade pessoal. Considerações histórico-culturais, comparativas e sistemáticas sob a ótica da psicologia narrativa Christine Delory-Momberger Filiações e rupturas do modelo autobiográfico na pós-modernidade 3. Configurações modernas e pós-modernas da subjetividade Leonor Arfuch O espaço biográfico na (re)configuração da subjetividade contemporânea Jaime Ginzburg Impacto da violência e constituição do sujeito: um problema da teoria da autobiografia Jeanne-Marie Gagnebin “Entre moi et moi-même” (“Entre eu e eu-mesmo”) (Paul Ricoeur) 4. Testemunho e memória da violência estatal Raúl Antelo Agamben e o testemunho centrífugo: ato sem essência, potência sem ação Márcio Seligmann-Silva O testemunho para além do falocentrismo: pensando um outro paradigma Berta Waldman Sobre gatos e ratos, autobiografia e biografia Diamela Eltit A memória tela Werner Mackenbach O testemunho na América Central: entre memória, história e ficção. Avatares epistemológicos e históricos 5. Escritura autobiográfica brasileira e hispano-americana Ligia Fonseca Ferreira A voz negra na ‘autobiografia’: o caso de Luiz Gama Horst Nitschack A escrita autobiográfica de Graciliano Ramos: buscando o espaço da subjetividade Kathya Araujo Individualismo e heteronomia. Configurações de sujeito e laço social no texto autobiográfico Lorena Amaro Borges: seguimento de uma herança 6. Relações entre a memória autobiográfica e a constituição da obra literária Heloisa Costa Milton Romance picaresco e artifício autobiográfico: o caso Lazarrillo de Tormes Claudia Amigo Pino Notas sobre a consquista espacial (e uma breve busca do quarto perdido em Vie d’Henry Brulard, de Stendhal) Marcos Piason Natali José Maria Arguedas e o aquém da literatura Adriana Kanzepolsky O fundo da língua Eurídice Figueiredo Como fazer a autobiografia de um negro... e inovar Elizabeth Muylaert Duque Estrada O homem do subsolo: uma protodesconstrução da autobiografia Daniel Samoilovich Poesia e memória

UM LANÇAMENTO

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Castrati e outros virtuoses

Castrati e outros virtuoses:
a prática vocal carioca sob a influência da Corte de D. João VI
de Alberto José Vieira Pacheco


354 páginas + CD ROM


"No inverno de 1807/08, a Família Real e Corte transferiram sua capital de Lisboa para o Rio de Janeiro. Nos anos que se seguiram a Capela Real se foi restabelecendo, conforme orientações do próprio Príncipe Regente, que insistiu numa instituição da mais elevada qualidade e muito especialmente na contratação de castrati, numa época em que estes estavam desaparecendo na Europa. O virtuosismo destes teve um impacto dramático na música composta sobretudo por Marcos Portugal e José Maurício Nunes Garcia, assim como na prática vocal carioca quer na Capela Real, quer fora. Em Castrati e outros virtuoses, Alberto Pacheco descreve e explica esta transformação, apresentando-nos igualmente os muitos protagonistas, através dos quais este processo se realizou. Um texto da maior importância para aqueles que queiram conhecer melhor o meio musical fluminense durante o período joanino, será de interesse tanto para historiadores quanto para músicos em geral." David Cranmer

CONTEÚDO

Prefácio
Adriana Giarola Kayama

Primeira Parte O Meio Musical Luso-Brasileiro

Capítulo 1 Panorama Musical Português
1.1 – D. João VI e a realidade musical portuguesa
1.2 – O ensino musical
1.3 – A prática vocal e o gosto pelos castrati

Capítulo 2 Panorama Musical Carioca
2.1 – O Rio de Janeiro, sede do império
2.2 – D. João VI: o grande mecenas
2.3 – A música carioca
2.3.1 – A música sacra
2.3.2 – A música dramática
2.3.3 – A música de câmara
2.4 – O ensino musical

Capítulo 3 Cantores Em Atividade No Rio De Janeiro
3.1 – Os castrati italianos
3.2 – Cantores brasileiros
3.3 – Demais cantores europeus
3.4 – Cantores de nacionalidade desconhecida
3.5 – Capelães Cantores
3.6 – Cantores Anônimos
3.6.1 – A presença negra e mestiça
3.6.2 – A presença feminina anônima

Segunda Parte A Prática Vocal Carioca

Capítulo 4 A Cantoria
4.1 – Aspectos da técnica vocal
4.2 – Aspectos Interpretativos
Capítulo 5 – Transformações Na Linha Vocal Solo
5.1 – Antes do Rei
5.2 – A chegada do Rei
5.3 – A influência de Marcos Portugal

Capítulo 6 A Execução Do Repertório De Salão 6.1 – A pronúncia do português cantado
6.2 – Adequação aos gêneros: a modinha e o lundu
6.3 – O vocabulário

Apêndice I: Datas importantes

Apêndices no CD-ROM

Apêndice II: Linha vocal solista na obra sacra do Pe José Maurício
Apêndice III: Linha vocal das dedicatórias presentes na obra sacra brasileira de Marcos Portugal
Apêndice IV: Gráficos de tessitura e extensão vocais
Apêndice V: Documentos do Arquivo Nacional do Rio de Janeiro
Apêndice VI: Dezesseis variações sobre o tema Nel cor piú non me sento segundo Domingos Lauretti


UM LANÇAMENTO

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Risada e meia: comicidade em Tutaméia


Risada e meia: comicidade em Tutaméia
de Jacqueline Ramos


190 páginas

Em Tutaméia, Guimarães Rosa propõe um recorte muito peculiar do cômico, cuja função não seria a de causar o riso, mas a de dar acesso a “novos sistemas de pensamento”. A natureza e os mecanismos do cômico não são apenas discutidos, mas incorporados na obra, e valorizados por sua capacidade de desfazer estereótipos, abrindo espaço para o inédito (sentido primordial da anedota). Neste Risada e meia, Jacqueline Ramos mostra como a perspectiva cômica, infiltrada em vários planos da obra de Rosa, cumpre inúmeras funções. Uma delas seria a de revelar o engano de raciocínio e valores viciados, já que alarga as possibilidades de representação ao incorporar “outras lógicas”. Alguns procedimentos cômicos – seria o caso do “processo de niilificação” e da “definição por extração” – seriam modos de acessar o “nada”, tema amplamente recorrente e colocado em primeiro plano pelo título.

Conteúdo

Capítulo 1 Tutaméia e a perspectiva cômica
Tutaméia: o ideário estético de Rosa
Recepção crítica
O cômico
O cômico como transcendência
O cômico na obra rosiana
Comicidade em tutaméia

Capítulo 2 O autor em cena
Os prefácios de Tutaméia
A máscara autoral nos prefácios
“Aletria e hermenêutica”: o novelo e o fio
“Hipotrélico”: no início era o verbo
“Nós, os temulentos”: o párodo
“Sobre a escova e a dúvida”: ruptura e tradição
O sentido sobe ao palco: o debate estético
Retomada de estruturas da comédia antiga
O auto-retrato: Rosa Radamante

Capítulo 3 A comicidade em cena
O engano: a ficção do real
O nonsense e o nada
A inversão: o desrecalque
Metalinguagem: a arte em devir

Capítulo 4 O cômico como procedimento
O estranho cômico
Língua e realidade
A perspectiva caleidoscópica
O trapézio sobre o nada
A arte como engajamento


UM LANÇAMENTO

sábado, 25 de julho de 2009

Lançamento do livro de Cintia Hoffmann

Annablume Editora e Livraria Cultura Shopping Villa-Lobos
convidam para o lançamento do livro de
Cintia Hoffmann
Unus Mundus
os graus da Coniunctio do alquimista Gerardus Dorneus, as fases alquímicas
e suas relações com o ritmo ternário dos processos psíquicos
em busca da totalidade quaternária, segundo C. G. Jung

Dia 03 de agosto de 2009, segunda-feira, das 19h às 21h30.

sábado, 18 de julho de 2009

Jornada do herói

Jornada do herói:
a estrutura narrativa mítica na construção de histórias de vida em jornalismo
de Mônica Martinez


280 páginas

A jornada do herói é um método de estruturação de narrativas que procede de dois campos do conhecimento. O primeiro é a mitologia na perspectiva do norte americano Joseph Campbell. O segundo é a psicologia humanista do suíço Carl Gustav Jung.

Monica Martinez acrescenta mais dois componentes, o estudo da jornada da heroína ou as especificidades das histórias de vida femininas, e a biografia humana, método da medicina antroposófica que permite a identificação dos potenciais e crises nas diversas fases da vida. Resulta uma rica contribuição a todos interessados em compreender ou escrever narrativas biográficas de curta ou longa extensão.

Conteúdo do livro

Prefácio Um caminho promissor
Edvaldo Pereira Lima

Introdução O mapa da obra: a construção de histórias de vida

Capítulo 1 Histórias de vida: a arte de tecer o passado e o presente
1. Gênese do Trabalho Jornalístico
2. O Espaço das Histórias de vida

Capítulo 2 O Poder da Narrativa: uma Proposta de Estrutura Mítica para a Construção de Histórias de Vida
1. Reflexões sobre a Terminologia da Jornada do Herói
2. O Sujeito da Jornada

Capítulo 3 Jornada do Herói: análise da Estrutura Narrativa Mítica
1. Uma Questão de Estrutura
2. A Descoberta da Estrutura por Joseph Campbell
3. Elementos Básicos do Padrão Arquetípico
4. A Transposição da Estrutura para o Cinema
5. A Adaptação da Estrutura Mítica para o Jornalismo
6. A Ênfase na Etapa Encontro com a Deusa

Capítulo 4 Jornada da Heroína: a Imprensa Feminina e as Histórias de Vida das Mulheres
1.Histórias de Heróis versus Histórias de Heroínas
2. A Contribuição da Versão Histórica
3. Público-alvo das Histórias de Vida Femininas
4. O Charme das Heroínas do Dia-a-Dia
5. Só para Mulheres

Capítulo 5 O Método da Biograifa Humana: uma Ajuda Adicional 1. A Contribuição do Método Biográfico daAntroposofia
2. O Método Biográfico
3. Apresentação da Biografia Humana
4. Experimento

Capítulo 6 Estudo de Caso: a Aplicação dos Métodos da Jornada do Herói e da Biografia Humana no Ensino de Jornalismo
1. Experimento
2. Plano de Trabalho
3. Análises dos Textos
4. Comentários Gerais

Conclusão Mapa Aberto: reflexões sobre a experiência e sugstões de novos caminhos de pesquisa

UM LANÇAMENTO

Política e identidades no mundo antigo



Política e identidades no mundo antigo
de Pedro Paulo A. Funari e
Maria Aparecida de Oliveira Silva (organizadores
)

252 páginas

Nos últimos tempos, os historiadores têm se preocupado em exaltar as questões identitárias, já que estas fazem parte da vivência do momento presente, gerada pelo atual processo da globalização mundial. O antiquista não está, de forma alguma, alheio a esse processo porque parte da sua experiência atual para direcionar a sua interpretação sobre os acontecimentos da antiguidade. Por todos esses motivos e pelas contribuições feitas pelos autores dos capítulos do presente livro, esta obra responderá a alguns anseios do público universitário brasileiro, como, também, abrirá caminhos despertando novas perspectivas de estudo e pesquisa. Margarida Maria de Carvalho

Conteúdo do livro

Prefácio As Marcas da Política na Construção de uma Identidade Plural
Margarida Maria de Carvalho

Eu faraó. E você?
Margaret Marchiori Bakos

A percepção grega da fronteira na Magna Graecia: Literatura e Arqueologia em diálogo
Airton Pollini e Pedro Paulo Funari

A formação de Pompéia Antiga: identidade, pluralidade e multiplicidade
Marina Regis Cavicchioli

Platão aprendiz do Teatro: a construção dramática da Filosofia Política de Platão
Gabriele Cornelli

Política e Identidade em Roma Republicana
Norma Musco Mendes

O Império Romano e as cidades da Judéia/Palestina: um estudo iconográfico das moedas
Vagner Carvalheiro Porto

O poder da diferença: o judaísmo como problema para as origens do cristianismo
Paulo Augusto de Souza Nogueira

Império Romano e Identidade Grega
Norberto Luiz Guarinello

Plutarco e os romanos
Maria Aparecida de Oliveira Silva

Política e Identidade nos discursos de Dion Crisóstomo
Andrea Lúcia Dorini de Oliveira Carvalho Rossi

O Mundo Antigo sob lentes contemporâneas
Lourdes Madalena Gazarini Conde Feitosa e Glaydson José da Silva

UM LANÇAMENTO

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Discurso feminino e identidade social


Discurso feminino e identidade social
de Dina Maria Martins Ferreira


170 páginas

Esta obra oferece uma leitura do feminino. De um lado, os discursos da mulher executiva e da dona de casa que possibilitam a apreensão de estereótipos falocráticos. De outro, o discurso jornalístico que lê a mulher no exercício político com atributos que reforçam a teia patriarcal. É pelas categorias feminilidade/feminilitude que a identidade feminina se constrói, seja da mulher idealizada, seja da mulher agente de sua prática social.

Sumário sintetizado

Prefácio 1ª. Edição Kanavillil Rajagopalan

Parte I O Discurso DA Mulher Executiva e a do Lar
Organização analítico-discursiva
Da estrutura lingüística ao discurso
Do discurso à identidade social
Mulher/discurso/identidade

Parte II O Discurso SOBRE a Mulher Política No tatame do poder
Ao lado do poder

Posfácio 2ª. Edição Luiz Paulo da Moita Lopes

UM LANÇAMENTO

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Tarde de Autógrafos - A semiótica do cenário televisivo









Tarde de Autógrafos

Data: 8/11 - sábado

Local: Av. Paulista, 509 - Cerqueira César - Tel.: 2167-9900

Horário: das 15h às 18h

Livro: A semiótica do cenário televisivo

Autor: João Batista Freitas Cardoso

Editora: Annablume

Sinopse: O livro sugere um modelo de análise instrumental para os signos visuais que compõem o sistema do cenário televisivo, sistema este praticamente inexplorado pelas ciências da linguagem, e em particular, pela semiótica.
Como exemplos, o doutor em Comunicação e Semiótica (PUC-SP) João Batista Cardoso trabalha o cenário de alguns programas específicos como o Jornal Nacional (telejornalismo), o Gordo a Go-Go (talk-show) e o Castelo Rá-Tim-Bum (infantil).

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Vilém Flusser

Bodenlos: uma autobiografia filosófica
de Vilém Flusser
245 páginas


Esta é uma autobiografia singular, na qual o autor, Vilém Flusser, filósofo tcheco que viveu mais de 30 anos no Brasil, pouco fala de sua história pessoal; prefere dedicar-se aos diálogos que manteve com personalidades que o marcaram. São onze pessoas, sete brasileiros natos e quatro imigrantes. Entre eles, nomes como Haroldo de Campos, Guimarães Rosa, Milton Vargas, Vicente Ferreira da Silva e Miguel Reale.
Flusser aborda ainda temas como sua tara por dar aulas - que ele via como provocar inquietação nos receptores-; um projeto de teoria da comunicação debatido com Chomsky e Quine; a relação estreita entre pátria e hábito; e a expressão "Bodenlos", sem fundamento, que funda sua filosofia.

A História do diabo
de Vilém Flusser
214 páginas


Parodiando textos sagrados, Vilém Flusser faz neste livro um elogio do Diabo, "príncipe tão glorioso" que a tantos entusiasmou no decorrer da história humana, em louvor do qual tantos enfrentaram as chamas "com dedicação ardente". Procura suspender os nossos preconceitos a respeito do Diabo para tentar reconhecer esse personagem que identificará com a própria História: "É possível a afirmativa de que o tempo começou com o Diabo, que o seu surgir ou a sua queda representam o início do drama do tempo, e que diabo e história sejam dois aspectos do mesmo processo".


UM LANÇAMENTO