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sexta-feira, 11 de novembro de 2011

evento - musica - Jean Garfunkel leva a sonoridade da poesia ao Paiol






A poesia cantada e falada marca o espetáculo “Poemia”, que Jean Garfunkel – poeta, compositor, intérprete, violonista e contador de histórias – apresenta neste domingo (13), às 19h, no Teatro do Paiol. Trata-se de um concerto temático, com música e texto, que leva o espectador a percorrer as possibilidades sonoras da poesia. Na ocasião, o artista lança seu primeiro livro de poemas e letras de música, que tem o mesmo nome do show e conta com prefácio do compositor Paulo César Pinheiro.

No palco, Jean Garfunkel revela o resultado de sua longa experiência com as palavras. Com 30 anos de carreira e quatro discos gravados – três em dupla com o irmão Paulo Garfunkel –, tem composições consagradas nas vozes de importantes nomes da MPB, entre eles Elis Regina, Maria Rita, Zizi Possi, Renato Braz e a dupla Pena Branca e Xavantinho. O show no Paiol tem a participação de dois convidados curitibanos: a atriz Pagu e o poeta Ricardo Carvalho que, juntamente com o autor, falarão poemas do livro.

Jean Garfunkel traçou em poema o espetáculo em Curitiba: “Poesia e boemia / São roupas do mesmo rol / Poesia, estrela guia / Que nos serve de farol / Quando a noite é o nosso dia / E a lua nosso sol / Um gole de boemia / Aquece igual cachecol / Poesia e boemia / É Poemia no Paiol “.



A obra – O livro “Poemia” é dividido em três capítulos, com trabalhos criados sob três olhares poéticos diferentes. No capítulo “Solaris” estão poemas que abordam a natureza, com suas inspirações diurnas. Em “Lunaris” encontram-se os poemas de amor, nos quais a mulher aparece como a musa plenamente identificada com o arquétipo lunar. Finalmente, em “Etílicus”, reúnem-se poemas embriagados de humor e crítica social, tendo o bar como cenário e personagem do poeta, que extrai da lucidez feérica da boemia a matéria-prima de seus versos. Grande parte desses poemas foi musicada por parceiros ilustres, como Júlio Medaglia, Léa Freire, Sizão Machado, Natan Marques, além do próprio autor.

A publicação é obra de um poeta que também é músico, filiado às mais antigas manifestações poéticas, quando música e poesia eram inseparáveis. “Poemia é um livro de menestrel. Quem possui um mínimo de sensibilidade musical já o lê cantando”, registra Paulo César Pinheiro, no prefácio da obra.



Serviço: Show “Poemia”, com Jean Garfunkel, que lança o livro de mesmo nome do espetáculo. Participações da atriz Pagu e do poeta Ricardo Carvalho. Local: Teatro do Paiol (Praça Guido Viaro, s/n – Prado Velho) Data e horário: dias 13 de novembro de 2011 (domingo), às 19h Ingressos R$ 20 Classificação livre Informações de bilheteria: (41) 3213-1340

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

evento - Martha Medeiros encerra Paiol Literário 2011

Paiol Literário com Martha Medeiros


O Paiol Literário recebe na próxima terça-feira (8 de novembro), às 20 horas, a escritora gaúcha Martha Medeiros, encerrando a sexta temporada do projeto. Com mediação do jornalista e editor Rogério Pereira, o encontro tem entrada franca e acontece no Teatro Paiol, em Curitiba.

Martha Medeiros nasceu em Porto Alegre (RS), em 1961. É colunista dos jornais Zero Hora e O Globo, e autora de livros como Strip-tease, Topless, Selma e Sinatra, Divã, Fora de mim, Feliz por nada, entre muitos outros.

evento - musica - Carlinhos Vergueiro homenageia 100 anos de Nelson Cavaquinho






Em homenagem aos 100 anos de Nelson Cavaquinho, Carlinhos Vergueiro apresenta-se no Teatro do Paiol nesta sexta-feira e sábado (4 e 5), às 21h. O show integra a turnê que o cantor e compositor paulista faz pelo Brasil para lançar seu novo álbum “Para sempre como os diamantes”, que é um tributo ao sambista carioca, torcedor da Mangueira.

Acompanhado pelos músicos Ítalo Perón (violão e arranjos), Adriano Busko (bateria e percussão), Pratinha (flautas), Ildo (cavaquinho) e Fabio Perón (bandolim), Vergueiro faz um passeio pelas criações de Nelson Cavaquinho, que transcendem modas e costumes.

No show de lançamento, o músico, que foi companheiro de Nelson Cavaquinho na arte e nas memoráveis andanças pelas noites brasileiras, canta “Quando eu me chamar saudade” e “Folhas secas”, de Nelson Cavaquinho e Guilherme de Brito, “Deus não me esqueceu”, de Nelson Cavaquinho, Armando Bispo e Sidney Silva, entre outras.

Nesse CD, que é uma reverência ao mestre, estão artistas do calibre de Chico Buarque, Wilson das Neves, Cristina Buarque e Marcelinho Moreira, além dos inspirados arranjadores Afonso e Tiago Machado, que escreveram para músicos de primeira linha.



Serviço:

Carlinhos Vergueiro interpreta Nelson Cavaquinho

Data: 4 e 5 de novembro (sexta-feira e sábado)

Horário: 21h

Local: Teatro do Paiol (Praça Guido Viaro, s/n – Prado Velho)

Ingresso: R$ 20 e R$ 10

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

evento - musica - Nuvens lança novo trabalho no Teatro Paiol



A banda curitibana Nuvens, faz nos dias 29 e 30 de outubro, no Teatro Paiol, duas apresentações para comemorar o lançamento do seu segundo álbum, intitulado Fome de Vida. O espetáculo, que contará com as novas composições, além de outras já trabalhadas pela banda, é resultado da união entre a música e a poesia, através de uma concepção teatral e das artes visuais, ambas focadas na essência do Fome de Vida. Além da banda, a produção terá direção cênica do ator, autor e diretor de teatro Edson Bueno, e do ator Tiago Luz.
Fome de Vida
Fome de Vida é um disco conceitual com 10 músicas que abordam um tema amplo, apresentando muito mais que apena dois opostos: o som e o silêncio, o certo e o errado ou o bem e o mal. Nesse caos, a busca então é estar a vontade para trilhar um caminho, “entre o segundo e a eternidade”. E assim as canções passam de forma, ora passional, ora reflexiva, por um contexto que se torna uma apologia ao ato de estar vivo.
As músicas foram compostas na certeza de que tudo se transforma o tempo todo, entre viagens, paixões, perdas, e alegrias. Além das experiências do dia a dia, três obras foram fundamentais nas composições e no conceito do trabalho: “O poder do mito” de Joseph Campbell, “Lobo da estepe” de Herman Hesse e “A alma imoral” de Nilton Bonder.
Já a sonoridade do disco surgiu da busca pela energia do ao vivo, ou do máximo que podia ser alcançado em estúdio. Na riqueza dos arranjos, o tempo todo a banda buscou valorizar os climas e intenções das letras. Num disco que cita Cazuza, Jimi Hendrix e Renato Russo, é perceptível a influência do rock 70, da psicodelia e também da música brasileira, sempre presente nas harmonias e temas. Um trabalho com personalidade única, sem medo de buscar a fundo cada som e palavra.
Mais do que um disco, o Fome de Vida é o reflexo de uma renovação artística iniciada em meados de 2010. O trabalho, que tem direção artística de Raphael Moraes, conta também com a produção de Alvaro Alencar, produtor e engenheiro de som que já trabalhou com Maria Rita, Lenine, Lobão e O Rappa. Além dele, o artista visual e designer Juliano Domingues foi o responsável pela identidade visual de todo o projeto.
Ficha técnica do show:
Nuvens é:
Rapha Moraes – guitarra, violão e voz
Amandio Galvão – guitarra e backings
Marcos Nascimento – baixo e backings
Guima Scartezini – bateria e backings
Marcus Pereira – percussão
Direção artística: Rapha Moraes
Direção cênica: Edson Bueno e Tiago Luz
Projeções: Cia de Canalhas
Direção técnica: Dinilson Ishicava
Produção executiva: Singélida Produção Cultural
Grafismos: Juliano Domingues
Serviço:
Show de lançamento do Fome de Vida – banda Nuvens
29 e 30/10 (sábado e domingo)
sábado – 21h / domingo – 19h
- Local: Teatro Paiol
- Ingressos:
R$20 (meia: R$10)
Meia-entrada: Disponível para crianças e jovens até 14 anos, estudantes (mediante apresentação da carteirinha), professores da rede estadual e privada (apresentação de contracheque, holerite ou carteirinha), pessoas acima de 60 anos e doadores de sangue (Lei Estadual Nº 13.964, de 20 de dezembro de 2002)
- Pontos de venda:
Bilheteria do Teatro Paiol
Terça a sexta: 13h30 às 19h, ou até o horário do evento em dias de eventos.
Sábado e domingo: 15h até o horário do evento
Guimadrum (R. Visconde de Nacar, 231, Mercês)
Segunda a sexta: 14h às 20h



quarta-feira, 13 de julho de 2011

evento - musica - MÚSICA DE RUIZ LANÇA CD NO TEATRO PAIOL


MÚSICA DE RUIZ LANÇA CD NO TEATRO PAIOL

A dupla Estrela Ruiz Leminski e Téo Ruiz (Música de Ruiz) lança o CD São Sons, em única apresentação, no dia 16 de julho (sábado), às 21h no Teatro Paiol.

Com produção e arranjos de Dú Gomide e Fred Teixeira, o CD São Sons, mostra a letra como uma real integrante da canção, transformando a poesia em um dos principais “instrumentos” do disco. Os arranjos e a instrumentação primam pela diversidade, e as próprias composições não se preocupam em definir uma única linha estética. Participam do disco, parceiros e intérpretes como André Abujamra, Ná Ozzetti, Rubi, Carlos Careqa, Kléber Albuquerque, Ceumar, Anelis Assumpção, além das cantoras curitibanas Rogéria Holtz e Jana Fellini.

Estrela Ruiz Leminski e Téo Ruiz possuem 3 discos gravados. Já participaram de eventos como a Feira Internacional da Música de Fortaleza e o Festival Internacional de lãs Artes de Castilla y Leon, na Espanha. Também são pesquisadores da cultura brasileira e autores do livro Contra-Indústria, que discute a música produzida fora do grande circuito industrial do país.

O show de lançamento do CD São Sons marca uma nova etapa no trabalho da dupla, que interpreta, além de suas composições, músicas de Paulo Leminski e Itamar Assumpção, acompanhadas de projeções de imagens do cotidiano que dialogam com as músicas. Além de Dú Gomide, os curitibanos Érico Viensci e Denis Mariano completam a banda que acompanha a dupla Estrela Leminski e Téo Ruiz.

Onde ouvir SÃO SONS:

www.musicaderuiz.art.brwww.myspace.com/musicaderuiz

www.soundcloud.com/musica-de-ruiz

www.reverbnation.com/musicaderuiz

Serviço

Estrela Leminski e Téo Ruiz

Lançamento do disco “São Sons”

Local: Teatro Paiol (Praça Guido Viaro s/n)

Data: 16 de julho de 2011

Hora: 21h

Ingressos: R$ 15,00 E R$: 7,50

quinta-feira, 16 de junho de 2011

evento - musica - Solistas fazem o show da Orquestra À Base de Corda

Solistas fazem o show da

Orquestra À Base de Corda



Depois de realizar espetáculos com grandes nomes da música brasileira, a Orquestra À Base de Corda, grupo artístico mantido pela Fundação Cultural de Curitiba, põe em evidência o talento individual dos seus componentes. O show que a orquestra realiza neste fim de semana, dias 18 e 19, no Teatro do Paiol, tem como destaque solos de violão, violino, cavaquinho, bandolim, piano e percussão.

Os espetáculos que fez com Paulinho da Viola na Virada Cultural de Curitiba, em novembro de 2010, e na de São Paulo, no último mês de abril, representaram um marco na carreira da orquestra curitibana. O grupo também ganhou prestígio com o espetáculo que realizou com Zeca Baleiro, em janeiro deste ano, na Oficina de Música de Curitiba. Agora a Orquestra À Base de Corda quer mostrar o potencial de seus instrumentistas.

“Durante o show, todos os componentes terão o seu momento solo, o que não significa que estarão sozinhos no palco”, adianta o diretor artístico do grupo, João Egashira. Os solistas terão acompanhamento de outros instrumentistas e, em alguns momentos, o grupo se apresenta na sua formação orquestral.

Quatro das composições apresentadas fazem parte do segundo CD da orquestra, que será gravado no final do ano: Suíte OBCC, de André Marques; Bizunguinha, de Helena Bel; Xinxin com feijoada, de Julião Boêmio; e Ritmos brasileiros III, de João Egashira. Estão ainda do repertório do show as músicas Feia, de Jacob do Bandolim; Mistura e manda, de Nelson Alves; Uma saudade/rabeca assanhada, de Claudio Menandro; Um choro pro Waldir, de Paulinho da Viola e Cristóvão Bastos; Sete anéis, de Egberto Gismonti; e As Rosas não falam, de Cartola.

O primeiro CD da Orquestra À Base de Corda, intitulado Antiqüera, foi gravado com o violeiro Roberto Corrêa, em 2008. Ao lado de Roberto Corrêa, o grupo também participou da gravação do programa instrumental SESC Brasil, em São Paulo. Criada em 2001, a orquestra curitibana já se apresentou com outros nomes importantes da MPB, como Mônica Salmaso, Dominguinhos, Joel Nascimento, Andréa Ernest Dias, Maurício Carrilho, Zé Renato, Ná Ozzetti, Renato Borghetti, André Abujamra e Carlos Malta.



Serviço:

Orquestra À Base de Corda – Show Solistas da Orquestra

Local: Teatro do Paiol (Praça Guido Viaro, s/n – Prado Velho)

Datas e horários: 18 de junho (sábado), às 20h, e 19 de junho de 2011 (domingo), às 19h.

Ingressos: R$ 15 e R$ 7,50

Informações: (41) 3213-1340

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Evento - Rogério Gulin e o filho Victor tocam juntos no Paiol

Rogério Gulin e o filho Victor

tocam juntos no Paiol



O violeiro Rogério Gulin abre a temporada do programa Terça Brasileira, da Fundação Cultural de Curitiba, com show nesta terça-feira (3), às 20h, no Teatro do Paiol. Conhecido pelo seu trabalho com a viola caipira, seja como artista solo ou como integrante dos grupos Terra Sonora e Vila Quebrada, Rogério Gulin convida desta vez para acompanhá-lo no palco o seu filho Victor Gulin, de 13 anos.

Victor vem desde os 9 anos estudando e executando temas instrumentais dos grandes autores da viola contemporânea brasileira, como Roberto Correa, Pereira da Viola, Ivan Vilela e o próprio Rogério Gulin. Neste programa, Rogério Gulin abre o show com três números solo, e depois se junta a Victor para tocar em duo. Outro convidado é o flautista Giampiero Pilatti, que se apresenta com a dupla ao final do espetáculo.

Com este show, o Terça Brasileira inicia sua nova temporada, com uma programação de onze novos espetáculos a serem apresentados ao longo do ano. Criado em 1997, o programa visa divulgar a produção musical, tanto de músicos profissionais, professores e alunos do Conservatório de MPB, como de artistas convidados. Os shows acontecem nas noites de terça-feira, no Teatro do Paiol, e abordam os diversos gêneros e tendências musicais presentes na história da Música Popular Brasileira, como modinhas, regional de choro, bossa nova, jovem guarda, tropicália, música de raiz, grupos de samba, grupos de jazz e big bands.



Serviço:

Terça Brasileira – Show de Rogério e Victor Gulin

Local: Teatro do Paiol – Praça Guido Viaro, s/n

Data: 3 de maio de 2011 (terça-feira), às 20h

Ingressos: R$ 15 e 7,50

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Teatro do Paiol reabre com novo mobiliário



O teatro passou por reformas e ganhou novas cadeiras, confeccionadas em materiais ecológicos e projetadas por Sérgio Rodrigues especialmente para o espaço.

Após passar por um período de reformas, o Teatro do Paiol reabre na próxima quarta-feira (22) com várias melhorias, entre elas, a instalação de novo mobiliário. As cadeiras da plateia foram substituídas por um modelo projetado especialmente para o teatro pelo arquiteto e designer carioca Sérgio Rodrigues e doadas à cidade pelo Grupo Boticário. Na reabertura, às 19h, Sérgio Rodrigues, um dos principais nomes da história do design nacional, participa de uma edição especial do Hora da Prosa para conversar com o público sobre sua trajetória. O encontro terá como convidada a designer Geórgia Hauner, outra importante referência da área no Brasil.

O convite para que Sérgio Rodrigues projetasse as novas cadeiras do Paiol partiu do presidente da Fundação Cultural de Curitiba, Paulino Viapiana, que levou o designer para conhecer o espaço e falou sobre a preocupação do município em preservar as características históricas do teatro, reforçando a sua condição de ícone da cidade. “Queríamos que fosse acrescentado algo que pudesse valorizar o espaço e que estivesse em consonância com uma das características da cultura curitibana, que é a inovação”, diz Viapiana.

O Grupo Boticário entrou nesse projeto como parceiro, patrocinando a confecção do novo desenho pela empresa Lin Brasil, licenciada por Sérgio Rodrigues para produzir os projetos de sua autoria. Atendendo a uma das preocupações do Grupo Boticário, o modelo foi produzido com materiais ecológicos. A almofada aplicada sobre o assento é recoberta em couro natural, sem tratamentos convencionais que poluem o meio ambiente. A estrutura, em eucalipto e lâminas de ipê, utiliza madeiras certificadas.

Encontro - O encontro de Sérgio Rodrigues e Geórgia Hauner deverá representar um momento de grande emoção, já que os dois, embora amigos e parceiros em muitos projetos, não se vêem há pelo menos 20 anos. A partir de um determinado momento eles passaram a percorrer trajetórias distintas, mas dos anos 50 até década de 1970 figuraram entre os principais representantes do estilo moderno no campo da arte, da arquitetura e do design, ao lado de nomes como Oscar Niemeyer, Vilanova Artigas, Lina Bo Bardi, Lasar Segall, entre outros.

A trajetória de Sérgio Rodrigues confunde-se com a história do design moderno no Brasil. No final dos anos 40, quando ainda cursava a faculdade de arquitetura no Rio de Janeiro, ele percebeu que a arquitetura brasileira vivia um grande momento, porém o interior das casas e prédios projetados por Oscar Niemeyer, Lúcio Costa e outros companheiros não seguiam o espírito inovador das construções. “Eles usavam móveis do estilo colonial ou peças importadas. Faltava ao mobiliário a mesma identidade nacional que tínhamos conquistado na arquitetura”, conta.

Em 1955, fundou no Rio de Janeiro a Oca, marca que, por duas décadas, foi referência de móvel moderno no Brasil. Buscando uma linguagem própria, ele lançou mão de materiais tradicionais, como couro, palhinha e o jacarandá. Um de seus projetos, a poltrona “Sheriff”, (conhecida como Poltrona Mole) recebeu o 1º prêmio da IV Bienal Internacional do Móvel em Cantu (Itália / 1961) e foi incluída no acervo permanente do Museu de Arte Moderna de Nova York. Em meio século de trabalho e pesquisa, Sérgio Rodrigues produziu mais de 1.500 modelos de móveis entre protótipos e linhas industriais.

Serviço:

Reabertura do Teatro do Paiol

Hora da Prosa Especial com Sergio Rodrigues

Data e horário: 22 de setembro, às 19h

Local: Teatro do Paiol – Pça. Guido Viaro, s/nº

Entrada Franca

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Depois de reformas, Teatro do Paiol reabre no próximo dia 22

O Teatro do Paiol seria reaberto neste fim de semana com o espetáculo Fênix. O show, com o violonista Murilo Da Rós e o pianista Gilson Peranzetta, previsto para os dias 17 e 18, foi transferido para o ano que vem. .





Depois de permanecer fechado por quase três meses para obras de reforma e manutenção, o Teatro do Paiol volta às suas atividades na próxima semana. O espetáculo previsto para este final de semana, com os músicos Murilo Da Rós e Gilson Peranzetta, teve que ser adiado e já está remarcado para os dias 28, 29 e 30 de abril de 2011. O teatro será reaberto no dia 22, com uma edição especial do programa Hora da Prosa, promovido pela Fundação Cultural de Curitiba.

A reforma do Paiol incluiu várias melhorias no espaço, como o isolamento acústico do ar condicionado e a troca de mobiliário. As cadeiras da plateia foram substituídas por um novo modelo, projetado especialmente para o teatro pelo designer carioca Sérgio Rodrigues, que vem a Curitiba para participar do encontro Hora da Prosa e falar sobre o seu trabalho. Desde a década de 50, Sérgio Rodrigues é uma das referências do design moderno no Brasil. Em meio século de atividades e pesquisas, produziu mais de 1.500 modelos de móveis entre protótipos e linhas industriais. Confeccionadas em material ecológico, as cadeiras do Teatro do Paiol foram doadas à cidade pelo Grupo Boticário.

As obras no Teatro do Paiol tiveram início em julho, desde quando o espaço recebeu várias melhorias. Além do isolamento acústico e da substituição das cadeiras, foram feitos trabalhos de recuperação estrutural de contenção do telhado e de manutenção da cobertura. Esta é a segunda reforma do teatro em quatro anos. Em 2006, o Paiol recebeu obras de restauro pelo Programa de Recuperação e Revitalização dos Espaços Culturais da Prefeitura de Curitiba. Pelo programa, mais de 25 unidades da Fundação Cultural foram reformadas ou restauradas. Recentemente foram entregues as obras de revitalização da Galeria Júlio Moreira, que agora abriga também, além do Teatro Universitário de Curitiba, o Espaço da Arte Urbana e o Clube de Xadrez Erbo Stenzel.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Orquestra À Base de Corda faz show com Consuelo de Paula


A Orquestra À Base de Corda apresenta-se neste fim de semana com a cantora Consuelo de Paula. Os shows acontecem sábado (29), às 20h, e domingo (30), às 19h, no Teatro do Paiol.

A cantora Consuelo de Paula é a convidada do próximo espetáculo da Orquestra À Base de Corda, que acontece neste fim de semana, no Teatro do Paiol. Consuelo de Paula é um dos grandes destaques entre as cantoras brasileiras da atualidade. Neste show, ela apresenta um conjunto de composições feitas em parceria com Rubens Nogueira e que farão parte do seu novo CD. O espetáculo integra a temporada de concertos dos grupos artísticos da Fundação Cultural de Curitiba e conta com o patrocínio do Banco do Brasil.

Cantora, compositora e poeta, Consuelo é uma das poucas artistas da sua geração que possui uma obra autorreferente na forma e no conteúdo. Sua experiência profissional está marcada por uma profunda coerência e dedicação aos elementos da cultura musical brasileira. Nascida em Minas Gerais, está radicada há mais de 20 anos em São Paulo.. Ao longo de sua carreira, lançou três CDs: Samba, Seresta e Baião (1998), Tambor e Flor (2002) e Dança das Rosas (2004). Os três CD foram reeditados recentemente.

Refinamento erudito, elegância popular e boas ideias sãos elementos constantes em sua obra e lhe asseguram profundo respeito e reconhecimento do público e da crítica especializada. Agora está preparando três álbuns, inteiramente de composições próprias. Nesses trabalhos, Consuelo aprofunda as relações sonoras entre a música brasileira e latina e o olhar para o continente africano.

A orquestra – Mantida pela Fundação Cultural de Curitiba, a Orquestra À Base de Corda foi criada por Roberto Gnattali, em 1998. Dedicada à pesquisa e à divulgação da música brasileira, possui formação instrumental ímpar – com violino, bandolim, cavaquinho, viola caipira, violão, violão 7 cordas, piano e percussão –, que confere ao grupo sonoridade bastante particular.

O repertório da orquestra procura abranger diversos períodos da história da música brasileira e inclui composições de seus integrantes. Os arranjos são especialmente elaborados por músicos da orquestra e por nomes como Paulo Belinati, Maurício Carrilho, Leandro Braga, Dante Ozzetti, Jayme Vignoli, Mario Manga, André Abujamra, Paulo Aragão, Josimar Carneiro. Já teve como convidados Mônica Salmaso, Roberto Corrêa, Ceumar, Pedro Amorim, Dominguinhos, Joel Nascimento, Andrea Ernest Dias, Caíto Marcondes, Maurício Carrilho, Zé Renato e Ná Ozzetti.

Desde 2001, a Orquestra À Base de Corda conta com a direção musical do violonista e bandolinista João Egashira. Em 2008, a Orquestra lançou seu primeiro CD, intitulado Antiqüera, ao lado do violeiro Roberto Corrêa. O trabalho foi indicado para o Prêmio Rival. No ano passado, ao lado de Roberto Corrêa, participou em São Paulo da gravação do programa “Instrumental SESC Brasil”.



Serviço: Orquestra à Base de Corda com Consuelo de Paula Local: Teatro do Paiol (Praça Guido Viaro, s/n – Prado Velho) Data: 29 de maio (sábado), às 20h, e 30 de maio de 2010 (domingo), às 19h Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (mais um quilo de alimento não perecível) Informações de bilheteria: (41) 3213-1340

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Orquestra À Base de Corda em espetáculo no Teatro do Paiol



Grupo curitibano mostra composições próprias e arranjos especiais no show “Nosso Som”, que tem sessões na sexta-feira e no sábado (16 e 17), às 20h.


O destaque musical do fim de semana fica por conta da Orquestra À Base de Corda, grupo mantido pela Fundação Cultural de Curitiba, que se apresenta no Teatro do Paiol, às 20h de sexta-feira e sábado (16 e 17). No espetáculo “Nosso Som”, a orquestra mostra seu potencial criativo por meio de peças compostas por seus integrantes, além de arranjos elaborados especialmente para o show. As apresentações integram a temporada 2010, patrocinada pelo Ourocard Banco do Brasil, numa parceria que demonstra a credibilidade conquistada pelo grupo no cenário cultural nacional.

Criada por Roberto Gnattali, em 1998, a Orquestra À Base de Corda dedica-se à pesquisa e à divulgação da música brasileira. A formação instrumental ímpar – com violino, bandolim, cavaquinho, viola caipira, violão, violão 7 cordas, piano e percussão – confere ao grupo sonoridade bastante particular. O repertório da orquestra procura abranger diversos períodos da história da música brasileira e inclui composições de seus integrantes.

Os arranjos musicais também são destaques do grupo, especialmente elaborados por músicos da orquestra e por nomes como Paulo Bellinati, Maurício Carrilho, Leandro Braga, Dante Ozzetti, Jayme Vignoli, Mario Manga, André Abujamra, Paulo Aragão, Josimar Carneiro. A orquestra já teve como convidados Mônica Salmaso, Roberto Corrêa, Ceumar, Pedro Amorim, Dominguinhos, Joel Nascimento, Andrea Ernest Dias, Caíto Marcondes, Maurício Carrilho, Zé Renato e Ná Ozzetti.

Desde 2001, a Orquestra À Base de Corda conta com a direção musical do violonista e bandolinista João Egashira. Em 2008, a Orquestra lançou seu primeiro CD, intitulado Antiqüera, ao lado do violeiro Roberto Corrêa, tendo sido indicado para o Prêmio Rival. Em 2009, igualmente ao lado de Roberto Corrêa, participou da gravação do programa “Instrumental SESC Brasil”, em São Paulo.



Serviço: Apresentações da Orquestra À Base de Corda, grupo mantido pela Fundação Cultural de Curitiba, dentro da temporada patrocinada pelo Ourocard Banco do Brasil. Local: Teatro do Paiol (Praça Guido Viaro, s/n – Prado Velho) Datas e horário: 16 e 17 de abril de 2010 (sexta e sábado), às 20h Ingressos: R$ 10 e R$ 5 Informações: (41) 3213-1340 Ficha Técnica: Direção artística: João Egashira Assistente de direção: André Prodóssimo Formação: violão de 7 cordas – André Prodóssimo, piano – Beth Fadel, bandolim – Rodrigo Simões, violino – Helena Bel, violão – Hestevan Prado, violão – João Egashira, cavaquinho – Julião Boêmio, viola caipira – Junior Bier, percussão – Luis Rolim

domingo, 6 de dezembro de 2009

Mosaico sonoro é destaque em show no Teatro do Paiol


Nesta terça-feira (8), às 20h, a cantora Cintia Graton e o violonista e compositor Thiago Amud interpretam um repertório desafiante.

O recital que a cantora Cintia Graton e o violonista e compositor Thiago Amud apresentam, às 20h desta terça-feira (8), no Teatro do Paiol, é, sob vários aspectos, desafiante. Além do desafio autoproposto pelos executantes, que decidiram ser absolutamente fiéis às complexidades intrínsecas ao repertório escolhido, há uma aposta na capacidade do público de acolher um material muitas vezes desconhecido, quando não totalmente inédito.

O cuidado com a escolha das peças a serem apresentadas nesta edição do programa Terça Brasileira no Paiol, desenvolvido pela Fundação Cultural de Curitiba, pode ser verificada na abordagem pouco óbvia do vastíssimo cancioneiro brasileiro. Não se detendo em nenhum gênero específico, o mosaico sonoro proposto pelos músicos une frevos de Nelson Ferreira e Edu Lobo a sambas-canções de Radamés Gnattali e Paulinho da Viola, e mescla a sacralidade de temas de Tavinho Moura e Capiba à brejeirice de canções de Dorival Caymmi e João do Vale.

O trato às canções escolhidas busca revelar seus diferentes planos harmônicos, valendo-se de uma vasta gama de contrapontos e contracantos. Além disso, as presenças no repertório de uma longa suíte de Tom Jobim e de uma canção de Heitor Villa-Lobos podem contribuir para situar o trabalho no campo da “música de câmara”.

O encorpado timbre de mezzo-soprano de Cintia Graton acalentará também algumas das canções do próprio Thiago Amud: um fado e um réquiem que alargam ainda mais o âmbito poético do recital, ao lado de duas de suas parcerias com Guinga – uma toada e uma capoeira.

Por fim, é bom lembrar que, se o Brasil é a tônica do repertório, a presença de um velho sucesso do repertório da portuguesa Amália Rodrigues reafirma o elo com a terra-matriz de nosso lirismo. Apesar de trilharem vários caminhos, os músicos enxergam a unidade subjacente a eles, tratando cada canção como se fosse um canto de um mesmo poema lírico. Confiram a primeira edição do poema!

Serviço:

Terça Brasileira no Paiol com a cantora Cintia Graton e o violonista e compositor Thiago Amud

Data e horário: dia 8 de dezembro de 2009 (terça-feira), às 20h

Local: Teatro do Paiol (Praça Guido Viaro, s/n – Prado Velho)

Ingressos: R$ 10 e R$ 5

sábado, 21 de novembro de 2009

Poesia e música no Teatro do Paiol


Estrela Leminski e Téo Ruiz fazem o pré-lançamento do CD “São Sons”, com espetáculo nesta terça-feira (24), às 20h.

A edição do dia 24 de novembro do programa Terça Brasileira, desenvolvido pela Fundação Cultural de Curitiba, leva ao Teatro do Paiol, às 20h, os compositores Estrela Leminski e Téo Ruiz, no espetáculo de pré-lançamento do CD “São Sons”. Música e poesia unem-se nas canções que divulgam uma nova ideia: a de que a cultura brasileira se renova profissionalmente fora da grande indústria cultural e se torna cada vez mais proeminente e indispensável para a manutenção de sua riqueza e diversidade.

O mais recente trabalho de Estrela Leminski e Téo Ruiz – autores do livro “Contra-Indústria” – marca um novo ciclo na carreira desses jovens compositores. O CD “São Sons” reúne composições mais amadurecidas, mostrando também influências da música eletrônica, além dos ritmos brasileiros e diversos outros. A variedade sonora contribui para valorizar a suavidade e delicadeza expressas na poesia das letras.

A dupla figura entre os representantes da nova MPB e possui parcerias com Alice Ruiz, Makely Ka, Iara Rennó, Ceumar, Flávio Henrique, Kleber Albuquerque, Rogéria Holtz, Alzira Espíndola, Fernando Koproski, entre outros. Os músicos não integram somente a nova geração de compositores, mas também uma geração que não espera ser contemplada pela grande indústria fonográfica e passa a produzir seus próprios trabalhos.

Neste novo disco, as canções feitas por Estrela Leminski e Téo Ruiz – e também as compostas em parceria com outros nomes – contam com a interpretação e participação especial de artistas como Rubi, Kléber Albuquerque, Carlos Careqa, Miriam Maria, Natalia Mallo, Anelis Assumpção, Ceumar, Renato Villaça, André Abujamra e Ná Ozzetti.

A produção musical de “São Sons”, marcada pela diversidade de tendências e instrumentos, é de Fred Teixeira e Du Gomide, num disco que tem a assinatura do selo Sete Sóis, responsável por nomes importantes da cena independente brasileira, como Fred Martins e Alzira Espíndola.

Serviço:

Programa Terça Brasileira no Paiol com o show de pré-lançamento do CD “São Sons”, de Estrela Leminski e Téo Ruiz.

Data e horário: dia 24 de novembro de 2009 (terça-feira), às 20h

Local: Teatro do Paiol (Praça Guido Viaro, s/n – Prado Velho)

Ingressos: R$ 10 e R$ 5

Classificação livre

Informações de bilheteria: (41) 3213-1340

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Erudito e popular unidos na percussão do Duo Paticumpá


Show no Teatro do Paiol, às 21h dos dias 20 e 21, transcende os limites propostos pela percussão e revela uma linguagem musical inovadora.

Os percussionistas Cleber Campos e Cesar Traldi fazem do Duo Paticumpá uma das mais criativas propostas musicais da atualidade. O resultado do trabalho desenvolvido pelos instrumentistas paulistas poderá ser conferido no show que acontece no Teatro do Paiol, às 21h de sexta-feira e sábado (20 e 21), numa parceria da Fundação Cultural de Curitiba, Denso e Furukawa.

O variado repertório executado pelo duo quebra a divisão entre a música erudita e popular, criando uma linguagem única. Assim, o Paticumpá transita de forma confortável por gêneros e estilos diversos, criando melodias e harmonias que transcendem os limites do ritmo que a percussão propõe. Entretanto, os instrumentistas não se contentam apenas com a música e agregam recursos cênicos, garantindo um espetáculo empolgante, recheado de movimentos, cores e efeitos de luz.

O Paticumpá surgiu em 2005 com o objetivo de divulgar a música instrumental de qualidade e tecnicamente elaborada para o vasto universo dos instrumentos de percussão. A formação erudita dos músicos possibilita incursões pela obra de compositores de diferentes épocas, além de peças compostas pelo próprio duo. Entre os autores visitados estão Ney Rosauro, Pinduca, Mark Ford e Michael Udow, ao lado de adaptações de composições de Johann Sebastian Bach. As músicas rearranjadas ganham novos contornos e texturas na apresentação de instrumentos de percussão, sem perder a beleza original e a intenção do autor.

Apesar da influência erudita, o Paticumpá também executa arranjos de obras populares, com uma diversidade de instrumentos que inclui marimbas, vibrafones, bateria e outros. O duo usa, ainda, objetos que originalmente não foram criados como instrumentos musicais, entre eles panelas, peças de carros e tubos de PVC. A descontração permite a interação dos artistas com a plateia, que em diversos momentos é convidada a tocar junto com os músicos, causando inesperadas reações que aproximam o público do fascinante mundo da percussão.

Com apresentações em importantes eventos musicais, entre eles a XVI Bienal de Música Brasileira Contemporânea e o XII Encontro de Músicos da Unasp, o Duo Paticumpá tem submetido sua produção à crítica especializada, que considera o duo um dos principais difusores do gênero no Brasil.

Serviço:

Show do Duo Paticumpá, formado pelos percussionistas Cleber Campos e Cesar Traldi

Data e horário: dias 20 e 21 de novembro de 2009 (sexta-feira e sábado), às 21h

Local: Teatro do Paiol (Praça Guido Viaro, s/n – Prado Velho)

Ingresso: R$ 20

Informações de bilheteria: (41) 3213-1340

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Carlos Careqa e Maxixe Machine cantam em “portunhol”



O show com músicas inéditas vai ser gravado pelo estúdio móvel da “Grande Garagem Que Grava” e é a fase final de um projeto de gravação de CD Virtual.


Carlos Careqa e Maxixe Machine, dois expoentes da música popular curitibana, apresentam nos dias 13 e 14 de novembro (sexta-feira e sábado), às 21h, no Teatro do Paiol, canções em “portunhol” que vão fazer parte do projeto “Nosotros que somos nós mesmos”. Com iluminação do consagrado “light designer” curitibano Beto Bruel, o show vai ser gravado em dezesseis canais pelo estúdio móvel da “Grande Garagem Que Grava”, e terá duas músicas compostas exclusivamente para a ocasião.

A apresentação dá continuidade ao projeto de gravação de um CD com dez músicas, que será postado gratuitamente na internet, com capa e letras. As primeiras cinco canções em “portunhol”, despretensiosas e divertidas, também foram gravadas pela “Grande Garagem Que Grava”, dia 18 de novembro de 2005, no teatro SESC da Esquina, e eram inéditas até então. “Duella a quem Duella” foi composta em parceria por Douglas Diegues, Clarah Averbuck, Marcelino Freire, Ronaldo Bressane, Indigo, Wilson Bueno, Sylvio Back e Xico Sá, “numa demonstração de sincronia perfeita”, comentam os produtores. Os músicos costumam dizer que o “portunhol selvagem” é a língua oficial do disco.

A ideia do CD ao vivo partiu da intenção de Rodrigo Barros e Luiz Ferreira, idealizadores da “Grande Garagem que Grava”, de registrar o trabalho de Carlos Careqa. Ao ser convidado, Careqa solicitou a colaboração do Maxixe Machine, por terem uma afinidade musical comprovada por anos de parcerias.

O CD virtual será disponibilizado no site do programa radiofônico Radiocaos, no endereço eletrônico www.radiocaos.com.br e também pelo site da Rádio Stereotoaster: www.stereotoaster.com.br .


Serviço: Local: Teatro do Paiol – Praça Guido Viaro, s/n Data e horário: 13 e 14 de novembro de 2009 (sexta-feira e sábado), às 21h. Ingressos: R$ 15

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

AVEduo faz homenagem a cantoras importantes de todo o continente



Andréa Bernardini e Viviana Mena idealizaram o show “Ave, Mujeres!”, com repertório composto por canções consagradas pelas vozes de cantoras da América do Sul.

O show “Ave, Mujeres!”, com as cantoras Andréa Bernardini e Viviana Mena, que acontece no Teatro do Paiol nos dias 6 e 7 de novembro (sexta-feira e sábado), às 21h, é uma homenagem a Mercedes Sosa, Violeta Parra, Clara Nunes, Elis Regina e outras vozes marcantes da América do Sul. O repertório do espetáculo é dedicado às canções que foram consagradas por essas e outras artistas do continente.

Essa viagem sonora pelo universo feminino dos países sul-americanos terá um sabor especial. Isso porque a própria dupla já é exemplo da diversidade da América Latina. Andréa é brasileira e Viviana, argentina. Juntas, elas formam o AVEduo, um projeto dedicado à pesquisa tanto da música popular folclórica e tradicional, quanto de cantos sagrados indígenas e de outros povos.

O AVEduo desenvolveu este show a fim de valorizar e divulgar ritmos e melodias representativos do nosso continente para promover alegria, introspecção e harmonia, num show acústico e intimista”, conta a intérprete Viviana, que ainda toca percussão e responde pela direção geral do show. O outro talento do AVEduo, Andrea Bernardini, responsável pelos arranjos e edição musical, também toca violão e percussão.

Para as duas apresentações, a dupla curitibana convidou a cantora, instrumentista, dançarina e atriz Cris Miguel, que vem de São Paulo para uma participação especial, integrando dança e teatro, por meio de performances que dialogam com algumas canções.

Serviço:

Show “Ave, Mujeres!”, com AVEduo

Local: Teatro do Paiol – Praça Guido Viaro, s/n (Prado Velho)

Data e horário: 6 e 7 de novembro (sexta-feira e sábado), às 21h

Ingressos: R$15 e R$7,50 (meia-entrada)

Informações: (41) 3213-1340

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Teatro do Paiol recebe Ronaldo Saggiorato e Izabel Padovani


Depois de turnê pela Europa, o duo traz a Curitiba o show “Baixo e Voz”, com apresentação única nesta sexta-feira (23), às 21h.

Ronaldo Saggiorato e Izabel Padovani chegam a Curitiba nesta sexta-feira (23) para brindar o público com o show “Baixo e Voz”, que toma conta do Teatro do Paiol, às 21h. Depois de turnê pela Europa, o duo traça neste novo espetáculo um delicado panorama da música brasileira atual, mesclando composições dos CDs “Tons - bass and voice”, indicado ao Prêmio da Crítica Schallplattenkritik, na Alemanha; “Desassossego”, fruto do Prêmio Visa conquistado pela cantora em 2005 e indicado ao Prêmio Tim; e “Mosaico”, lançado há pouco tempo.

Formado em 2000, o duo foi saudado pela crítica paulista, que considerou Izabel Padovani “uma intérprete segura, que coloca a técnica a serviço da emoção”, e deu destaque para o baixista Ronaldo Saggiorato, “um virtuose do baixo elétrico de seis cordas”. Baixista renomado, Ronaldo Saggiorato imprime seu virtuosismo nos arranjos e na interpretação de canções que passam por nomes consagrados da música brasileira, como Tom Jobim, Villa-Lobos e Chico Buarque, e chegam aos novos compositores, entre eles Vitor Ramil, Fred Martins e Dante Ozzetti, além de composições próprias.

O instrumentista explora o caráter inusitado da formação e a sintonia musical com a cantora Izabel Padovani, presença frequente em Curitiba. O contrabaixo ora é usado como guitarra, ora como percussão e, aliado à sutileza e força de interpretação da mezzo-soprano, faz deste trabalho um dos mais autênticos exemplos da música brasileira moderna.

Izabel Padovani, uma das mais criativas e competentes cantoras da atualidade, dividiu-se entre São Paulo e Viena nos últimos dez anos, sendo a conquista do Prêmio Visa de Música Brasileira um dos principais motivos do seu retorno definitivo ao Brasil. Formada em Técnica Alexander em Viena, a cantora vem ministrando workshops e oficinas para cantores e instrumentistas em diversas cidades do país, inclusive Curitiba, que já está na sétima edição do “Workshop de Técnica de Alexander para cantores”, organizado pela cantora e produtora cultural Juliana Cortes.

Serviço: Show “Baixo e Voz”, com Ronaldo Saggiorato e Izabel Padovani Data e horário: dia 23 de outubro de 2009 (sexta-feira), às 21h Local: Teatro do Paiol (Praça Guido Viaro, s/n – Prado Velho) Ingressos: R$ 15 e R$ 7,50 (estudantes e maiores de 60 anos) Informações de bilheteria: (41) 3213-1340

sábado, 10 de outubro de 2009

Noite de samba no Paiol com o grupo Combinado Silva Só




O grupo apresenta-se na próxima terça-feira (13), às 20h, mostrando composições próprias que reproduzem o samba legítimo.



O grupo Combinado Silva Só é a próxima atração do programa Terça Brasileira no Paiol, que acontece no dia 13 de outubro, às 20h, no Teatro do Paiol. No show “Combinado Silva Só canta novos sambistas paranaenses”, o grupo leva um repertório próprio, influenciado pelos sambas antigos de Noel Rosa, Cartola, Nelson Cavaquinho e Paulinho da Viola.

Formado por Bruno Silva Só, Ricardo Salmazo, Léo Fé, Xandi da Cuíca, Nego Chandi, Fabio Pires e Felipe Cubas, o Combinado Silva Só quer preservar a cultura do samba. Suas canções falam de amor e revelam um ar boêmio. Também procuram manter a tradição na hora de tocar, vestindo roupa branca e fazendo uso do violão, da percussão de couro (e não sintética) e de miudezas como reco-reco de madeira, frigideira, prato, tamborim de couro, agogô, cuíca e outros.

O grupo possui mais de duzentas composições próprias, algumas gravadas no CD “Fim de Carnaval”, com produção musical de Julião Boêmio. Além de shows, o grupo também desenvolve projetos para o resgate e a renovação do samba de raiz, como o Terreirão do Combinado, Clube do Lado B, Festival de Samba de Curitiba, entre outros.

INTEGRANTES DO SHOW:

Ricardo Salmazo (voz e cavaco)

Alexandre Gallas Mariath Costa (voz e percussão geral)

Felipe Cubas (voz e percussão)

Alexandre Martins ( voz e percussão)

Elias Fernandes (voz e violão)

Clayton Silva (sopro)



REPERTÓRIO

1 - Fim de carnaval (Bruno Silva Só / Ricardo Salmazo)

2 - Época errada (Bruno Silva Só / Castor / Ricardo Salmazo)

3 - Ta combinado (Bruno Silva Só / Ricardo Salmazo)

4 – Minha sorte (Bruno Silva Só / Ricardo Salmazo)

5 - Quilombo favela (Léo Fé)

6 - Meu Paínho (Ricardo Salmazo)

7 - Ibirí de Nanã (Léo Fé)

8 - Tia Preta (Nego Chandi / Léo Fé)

9 - Flores pra Oxum (Fábio Pires / Nego Chandi / Ricardo Salmazo)

10 - Guiado pelos Orixás (Fábio Pires / Ricardo Salmazo)

11 – Musa do carnaval (Xandi da cuíca)

12 - Volta Mané (Ricardo Salmazo / Bruno Silva Só)

13 - Dona Miséria e Seu Miserê (Léo Fé)

14 - Maravilha do Mundo (Xandi da Cuíca)

Serviço: Terça Brasileira no Paiol - Combinado Silva Só Local: Teatro do Paiol – Praça Guido Viaro, s/n – Prado Velho Data: 13 de outubro de 2009 (terça-feira), às 20h Ingressos – R$ 10 e R$ 5 Informações: (41) 3213-1340

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Raul de Souza comemora sua carreira com show no Paiol




Um dos mais importantes músicos brasileiros festeja 75 anos de vida e 55 anos de trajetória artística com apresentações em Curitiba, na quinta e na sexta-feira (8 e 9).



A versatilidade e o talento do trombonista Raul de Souza invadem o Teatro do Paiol, às 21h desta quinta e sexta-feira (8 e 9), no show que comemora os 75 anos de vida e os 55 anos de carreira desse músico que é considerado um dos nomes mais importantes do cenário artístico brasileiro. O espetáculo conta com a participação dos instrumentistas curitibanos Glauco Sölter (baixo), Endrigo Bettega (bateria), Mário Conde (guitarra) e Jeff Sabbag (teclados), que já acompanharam Raul de Souza em turnês internacionais e com ele gravaram o CD “Jazzmim”, lançado em 2006.

A escolha de Curitiba para sediar um espetáculo tão significativo para o músico explica-se pela estreita ligação que Raul de Souza estabeleceu com a cidade. Aqui ele viveu de 1958 a 1963, servindo à Força Aérea Brasileira, quando respondeu pela organização da banda da corporação, casou, teve filhos e conquistou muitos amigos. Daquela época, o jornalista curitibano Roberto Muggiati – autor de vários livros, com atuação na BBC de Londres e em várias revistas brasileiras – lembra seus contatos com o músico: “Sempre com o trombone debaixo do braço, à procura de almas irmãs na noite fria, juntando-se à turma da Gazeta do Povo, ao contista Dalton Trevisan e ao futuro cineasta Sylvio Back, para quem Raul (com o pianista Guilherme Vergueiro, só trombone e piano) faria a trilha do filme Lost Zweig, em 2002”.

Outras ocasiões mereceram a presença de Raul de Souza na vida musical curitibana, como as participações em edições da Oficina de Música de Curitiba e parcerias com músicos locais. Aliás, o repertório do show que toma conta do Teatro do Paiol reflete sua admiração pelas composições de nossos instrumentistas. No programa estão “Tema para Raul” e “7 Maluco”, de Mário Conde, e “Nos Conformes”, de Glauco Sölter, ao lado das obras “St. Remy”, de George Duke, e “Piano na Mangueira”, de Tom Jobim. O público também irá apreciar criações do próprio Raul, entre elas “Violão Quebrado”, “Yolaine” e “Sweet Lucy”.



Um pouco de história – Nascido João de Souza, no Rio de Janeiro, o músico adotou o nome de Raul por sugestão de Ary Barroso. O então menino João de Souza apresentou-se em um programa comandado pelo compositor, que ficou impressionado com o talento do garoto. O interesse pela música teve início ao ouvir os funcionários da Tecelagem Bangu – onde mais tarde conseguiria seu primeiro emprego – tocando trombone na banda da fábrica que se apresentava nas lojas da tecelagem e em jogos de futebol.

Começou tocando tamborim, depois trompete, tuba, sax tenor e flauta, antes de se encontrar no trombone. Após cinco anos de carreira militar, deixou a aeronáutica e logo passou a tocar com Sérgio Mendes, com quem excursionaria pelos Estados Unidos e Europa. De volta ao Rio de Janeiro, conseguiu emprego na Rádio Mayrink Veiga, encontrando-se com nomes como Hermeto Pascoal e Radamés Gnattali. Participou também de programas de televisão, acompanhando cantores como Roberto Carlos.

Em 1969, mudou-se para o México, ao receber convite de trabalho do baterista Airto Moreira e da cantora Flora Purim, então no auge de suas carreiras. Viveu por vinte anos em Boston, nos Estados Unidos, tendo estudado na Berklee Music College. Mais uma vez, a convite de Airto, mudou-se para Los Angeles, quando o baterista produziu o primeiro disco de Raul. O músico lembra que ficou surpreso ao ouvir os nomes que Airto havia reunido para seu álbum de estreia: o fenomenal sax alto de Cannonball Adderley e o mestre do trombone e seu ídolo, J. J. Johnson, que arranjou e regeu o naipe de metais.

Entre os prêmios recebidos por Raul, nos Estados Unidos, está o título de cidadão honorário de Atlanta (Geórgia). Em 1979, foi classificado pelo terceiro ano consecutivo entre os cinco melhores trombonistas de jazz, pelos leitores da revista Down Beat, e considerado o número um, pelos da New York City Jazz Magazine. Raul também viveu por muitos anos na França, participando de apresentações com o seu grupo francês. Em 2004 foi homenageado no Chivas Jazz Festival - Brasil. Em 2005, lançou no Brasil o CD “Elixir” e, no ano seguinte, o CD “Jazzmim”, gravado em Curitiba, com o grupo NaTocaia.

Atualmente, Raul de Souza vive na França e participa dos mais diversos projetos, inclusive um que mescla funk com batidas eletrônicas. Também se dedica a apresentações de música brasileira com uma pegada jazzística. Considerado um dos mais importantes trombonistas do mundo, Raul de Souza é ainda o inventor do “Souzabone” – um trombone em dó com quatro válvulas, um aperfeiçoamento do trombone de três válvulas que tocou na primeira década de carreira.



Serviço: Show de Raul de Souza e convidados Data e horário: dias 8 e 9 de outubro de 2009 (quinta e sexta-feira) Local: Teatro do Paiol (Praça Guido Viaro, s/n – Prado Velho) Ingressos: R$ 20

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Show no Paiol reúne músicas do Clube da Esquina


O show “Esquinas”, que as cantoras Ana Cascardo e Paula Santoro apresentam neste fim de semana, reúne músicas consagradas num dos movimentos mais conhecidos da música brasileira.



As mineiras Ana Carcardo e Paula Santoro se reúnem no palco do Teatro Paiol para celebrar um dos movimentos que mais influenciou a música brasileira, depois da bossa nova. A singularidade das músicas do Clube da Esquina o transformou em um movimento musical de destaque internacional. As apresentações acontecem na sexta-feira e no sábado (25 e 26), às 21h.

O disco Clube da Esquina 1, de 1972, representa a história de uma geração de músicos. Suas obras foram registradas nas faixas de um disco de vinil que acabou se tornando o símbolo do movimento, formado por Milton Nascimento, Wagner Tiso, Toninho Horta, Beto Guedes e Lô Borges.

A tal esquina é o cruzamento das ruas Divinópolis e Paraisópolis, no bairro Santa Tereza, em Belo Horizonte. Essa esquina se multiplicou e ecoou pelo o Brasil afora. Outras esquinas, em outras cidades, com outras sonoridades, identificaram-se com ela, inclusive no exterior, influenciando músicos do mundo inteiro. Daí a importância do show “Esquinas”, com Ana Cascardo e Paula Santoro, em Curitiba, que reverencia um momento marcante na história musical do país.

O espetáculo “Esquinas” mostrará algumas das canções mais conhecidas do Clube da Esquina, e também canções da carreira solo de Ana e Paula. Conhecedoras desse vasto repertório, as duas fazem um show intimista e revelador ao som do piano de Adriano Souza e do violão de Fábio Hess.

O CD Paula Santoro (2005) teve como maior influência a sonoridade do Clube da Esquina, percebida na seleção das canções do disco, como a música “Léo”, de Milton e Chico Buarque e a canção “Segue em Paz”, a única parceria de Milton com Toninho Horta, até aquela altura ainda inédita. Paula foi a primeira intérprete a registrá-la. Essas canções serão executadas no show “Esquinas”. Ana Cascardo apresentará uma composição inédita da poeta paranaense Etel Frota em parceria com o compositor mineiro, arranjador e produtor musical Sérgio Santos, e a canção “Sete Trovas”, da mineira Consuelo de Paula, Rubens Nogueira e Etel Frota, valorizando mais uma vez a dobradinha Paraná-Minas.



As cantoras - Ana Cascardo, mineira de Itajubá, finalista do 8º Prêmio Visa de Música Brasileira, Edição Vocal de 2005, mora em Curitiba desde 1993. Na cidade, participou do Vocal Brasileirão, sob regência do maestro Marcos Leite, de 1995 a 2003. Formou-se em Musicoterapia pela Faculdade de Artes Paraná em 1988 e é professora de canto popular no Conservatório de MPB de Curitiba desde 2000. Desde então vem realizando oficinas e pesquisas na área do ensino do canto popular.

Paula Santoro foi finalista do 5° Prêmio Visa Vocal em 2002 e classificou-se em 3º lugar. Foi indicada também ao prêmio Rival Petrobrás de Música, na categoria de "Melhor Cantora". Em 2008, se apresentou no projeto Rumos Itaú Cultural e em 2009 gravou uma participação especial na minissérie Maysa. Ainda na TV, integrou os programas Som Brasil, em homenagem a Ivan Lins, e Mosaicos, em homenagem a Aracy de Almeida, dublou a atriz Maria Fernanda Cândido na minissérie Aquarela do Brasil, e participou de A Casa das Sete Mulheres e Chiquinha Gonzaga. Paula também atuou nos musicais "Mulheres de Hollanda", "Aldir Blanc, um cara bacana" e "Manoel, o Audaz".


Serviço: Show “Esquinas”, com Ana Cascardo e Paula Santoro Local: Teatro Paiol (Praça Guido Viaro, s/n – Rebouças) Data e horário: dias 25 e 26 de setembro de 2009 (sexta-feira e sábado), às 21h Ingresso: R$ 15 (com meia-entrada para estudantes, professores e idosos) Informações de bilheteria: (41) 3213-1340