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domingo, 14 de setembro de 2014

Estão abertas as inscrições para o Prêmio Brasil Fotografia 2014


As inscrições podem ser feitas até
o dia 19 de outubro, pelo site 

Os prêmios variam entre
R$ 15.000 e R$ 50.000 reais.


O Prêmio Brasil Fotografia  é destinado a fotógrafos brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil.
A ação curatorial propõe a apresentação de ensaios, séries fotográficas e projetos que elaborem uma reflexão na qual a fotografia, independentemente de temas pré-estabelecidos, mostre a diversidade de abordagens possíveis, como um espelho da história social e estética do olhar hoje.
As inscrições para concorrer ao Prêmio são on line, e a entrega das fotos podem ser feitas via postal ou pessoalmente, de segunda a sexta- feira, das 10h às 17h, no período de 10 de setembro a 19 de outubro; com plantão de sábado e domingo nos dias 18 e 19 de Outubro de 2014, das 9h às 13h.
A Comissão de Premiação 2014 é composta por Geórgia Quintas, fotógrafa; Cildo Oliveira artista visual; Leonor Amarante curadora e jornalista;  Simonetta Persichetti, pesquisadora e professora; Walter Firmo, fotógrafo.  
Categorias:
Prêmio Brasil Fotografia Ensaios: Impressos e Multimídia
Prêmio Brasil Fotografia Bolsa para desenvolvimento de projeto
Prêmio Brasil Fotografia Especial – Aquisição: Um Colégio Eleitoral indicará fotógrafos que tenham ensaios relevantes em seu percurso criativo.
Prêmio Brasil Fotografia Revelação – Aquisição: Destinado a um fotógrafo inédito no circuito institucionalizado de arte.
Mais Informações e inscrições através do sitewww.premiobrasilfotografia.com.br . Os prêmios variam entre R$ 15.000 e R$ 50.000 reais.
A Exposição com os trabalhos premiados abre em 15 de janeiro de 2015,  no Espaço Cultural Porto Seguro.


segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Espaço Cultural Porto Seguro abre a exposição de fotos EXERIANAS de DIMITRI LEE

Espaço Cultural Porto Seguro abre a exposição de fotos

EXERIANAS de DIMITRI LEE

“Como seria se o que vemos se contorcesse sobre si mesmo
subvertendo todas as noções de proporção,
profundidade e perspectiva a que estamos habituados?”
Arnaldo Antunes



Abertura para convidados: dia 19 de agosto, às 19h

O Espaço Cultural Porto Seguro apresenta a exposição de fotos EXERIANAS, de Dimitri Lee,  de 20 de agosto a 28 de setembro.

Reconhecido pelas tradicionais imagens panorâmicas P&B captadas por câmera analógica, em filmes de grande formato,   em  EXERIANAS Dimitri  surpreende ao trazer fantasia à realidade retratada. “É como se saísse do acústico, para o elétrico”, define.

Esta mudança foi  impulsionada há dois anos, quando, ao tentar ampliar a já máxima captura  possível retratada numa panorâmica de 360º, o fotógrafo resolveu  utilizar sua câmera giratória não apenas por uma volta, mas sim girando-a mais vezes, na sequência,  de um ponto fixo. 

Sem intenção, a  transformação da paisagem, mesmo segundos depois,  foi captada. O TEMPO apareceu e inquietou.  Mas como captá-lo?  Como ganhar TEMPO e aumentar o interesse por um mesma imagem  por dias, meses, anos?



Na busca por respostas, Dimitri trocou a câmera analógica pela digital, as cores,  ainda que discretas, apareceram e as várias  imagens captadas, ainda em grandes formatos, foram  cortadas e manipuladas digitalmente. Vem daí a escolha do nome da exposição, uma alusão ao artista gráfico holandês Escher, conhecido  por suas obras com ilusão de ótica.

“As fotos, deformadas em curvas, parecem ganhar volume. E o volume sugere movimento. As diferenças de cor e textura são amenizadas, para criar a ilusão de continuidade. À distância, parece um todo amorfo em que as partes se fundem e confundem, duplicando-se em encruzilhadas de sua própria matéria. Mas quando nos aproximamos, os detalhes revelam múltiplas variações, como um infinito que não se repete,  mas retorna transformado, sempre novo. Essa é a principal diferença desse trabalho, em relação às simetrias espelhadas de Escher. Por isso, além da explícita referência, em seu título, à fonte de inspiração em Escher, há também a não menos explícita subversão dessa relação, ao nomeá-las de Exerianas, com x no lugar de sch. Aí Está o x da questão- nas fotomontagens de Dimitri não há simetria, geometria, espelhamento”, fala o poeta e músico Arnaldo Antunes em seu texto sobre a obra de Dimitri Lee.



Estarão expostas 12 imagens de 180X77cm, ampliadas em papel algodão em metacrilato, além 2 imagens que revelam o processo de trabalho de Dimitri Lee.


Serviço:
Exposição
EXERIANAS do fotógrafo DIMITRI LEE
Abertura para Convidados: dia 19 de agosto, às 19h.
Visitação: de 20 de agosto a 28 de setembro.
Local: Espaço Cultural Porto Seguro
Avenida Rio Branco, 1489 – Campos Elíseos
Horário de Funcionamento: de terça a sexta-feira, das 10h às 19h; Sábado e Domingo, das 10h às 17h
Entrada Gratuita..
Acessibilidade a portadores de necessidades especiais

Texto de Arnaldo Antunes sobra a Exposição
CONTORCIONISMO DA IMAGEM
O Produtor Chico Neves, com quem trabalhei em alguns discos, me expôs uma vez uma curiosidade que ele tinha (e que gostaria de simular de alguma forma): como soaria um som escorrendo como água, em redemoinho, por um ralo? O Desejo de alterar a percepção do que chamamos de real (ou normal), sempre foi um impulso para as manifestações artísticas, das inscrições rupestres às animações em 3D.
A Modernidade deu a esse desejo feições mais definidas, para além da ilusão de recriar o mundo exterior com fidelidade fisionômica. Um tanto dessa inquietação expressiva aparece agora, armada de novos meios, nas Exerianas de Dimitri Lee: Como Seria se o que vemos se contorcesse sobre si mesmo subvertendo todas as noções de proporção, profundidade e perspectiva a que estamos habituados? Uma das belezas desse trabalho é não entender bem como ele foi feito.
O Resultado vertiginoso se soma ao mistério de sua realização, muito bem acabada. Dimitri não tem medo da tecnologia. E usa o arsenal digital a serviço do sonho, da mágica, da alteração dos sentidos.
Num Tempo em que sobram recursos sedutores e faltam respostas de linguagem adequadas a eles, Dimitri consegue usar os efeitos procedentemente, para potencializar sua criação, com a descoberta de um novo repertório visual.
Ousado no uso assumido dos filtros, efeitos, fusões, distorções, emendas; faz com que as imagens se dobrem e desdobrem sobre si mesmas, como matéria moldável.
As fotos, deformadas em curvas, parecem ganhar volume. E o volume sugere movimento. As diferenças de cor e textura são amenizadas, para criar a ilusão de continuidade. À distância, parece um todo amorfo em que as partes se fundem e confundem, duplicando-se em encruzilhadas de sua própria matéria. Mas quando nos aproximamos, os detalhes revelam múltiplas variações, como um infinito que não se repete mas retorna transformado, sempre novo. Essa é a principal diferença desse trabalho, em relação às simetrias espelhadas de Escher. Por isso, além da explícita referência, em seu título, à fonte de inspiração em Escher, há também a não menos explícita subversão dessa relação, ao nomeá-las de Exerianas, com x no lugar de sch. Aí Está o x da questão- nas fotomontagens de Dimitri não há simetria, geometria, espelhamento.
A Sugestão da onda que se contorce sobre si e a uniformização da cor sugerem a repetição cíclica, mas um olhar atento percebe que, na maioria dessas peças, a imagem  toda difere, de cima a baixo, de um lado a outro, em contínua transformação.


Sobre Dimitri Lee
São Paulo, SP, 1961
Biografia
Autodidata, começou a carreira trabalhando como assistente nos estúdios da Editora Abril em 1978, onde atuou até 1980. Em 1981 montou estúdio próprio e começou a trabalhar com publicidade, atendendo as principais agências do Brasil. Em 2000 começou a utilizar o formato panorâmico em projetos de expressão pessoal. Em 1995, criou o primeiro provedor de Internet exclusivamente baseado em Macintosh no Brasil em parceria com a Apple. Embora tenha muita experiência em informática, tem resistência no seu uso em fotografia, preferindo usar filme de grande formato.
Mostras individuais
1981 – Galeria Jasmim, São Paulo
2006 – Templos Politeístas, Cinemateca Brasileira, São Paulo
2007 – Templos Politeístas, Galeria Paparazzi, São Paulo
Exposições coletivas
1981 – Museu da Cidade / Edifício Martinelli, São Paulo
1986 – Recy Clic, Focus, São Paulo
2005 – Coletivo Fotográfico, Museu de Imagem e do Som, São Paulo
2006 – Coletivo Fotográfico, Caixa Cultural Brasília, Brasília e Rio de Janeiro

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

27/8 BETO RIGINIK ABRE A EXPO "PAISAGEM COMPOSTA" NO ESPAÇO CULTURAL PORTO SEGURO








Abertura da exposição do fotógrafo Beto Riginik



"Paisagem Composta –

do estático ao possibilismo de La Blache"





“A obra e trabalho do urbanóide Beto

são exatamente sobre isso,

recriando viajantemente    

a paisagem, ele exerce o seu poder sobre ela,

mais do o seu ambiente geográfico, sobre ele. “

João Pedrosa

curador de arte e design  e colecionador





dia 27 de agosto, às 19h, na Avenida Rio Branco, 1489







O fotógrafo Beto Riginik abre a exposição “Paisagem Composta –  Do Estático ao Possibilismo de La Blache”, no Espaço Cultural Porto Seguro, no dia 27 de agosto, terça-feira, às 19h, na Avenida Rio Branco, 1489. Estarão expostas 12 obras de grande formato, cada uma delas compostas por 4 imagens iguais, porém rebatidas.



Este trabalho é fruto do encontro do fotógrafo com a obra do geógrafo e pensador francês Paul Vidal de la  Blache (1845-1918), que rejeitava a ideia do determinismo geográfico alemão, onde as condições naturais do meio influenciavam e determinavam as atividades humanas, assim como a vida em sociedade.






La Blache acreditava que o homem tem condições de modificar o meio natural, e adaptá-lo segundo suas necessidades. Um exemplo prático do possibilismo é a capacidade do homem de abrir um túnel ao invés de vencer a montanha pelo seu pico, adequando assim a natureza às suas necessidades.



“Nesta exposição eu reverto o politicamente correto e faço do fotógrafo um  agente da natureza, um criador de paisagem imaginária,  e não apenas um  observador”, fala Beto Riginik, sobre este novo trabalho, que surpreende,  já que sua paixão pela vida urbana é marco em  sua obra.






O texto de apresentação da exposição foi escrito por João Pedrosa,  jornalista,  colecionador, comerciante e curador de arte  e design e colecionador.



“4 Quadro Quadrado”



“O fotógrafo Beto Riginik mostra nessa exposição uma dúzia de grandes obras/paisagens, cujas imagens são compostas de quatro fotos emolduradas, que formam um só trabalho.



As imagens idealizadas por Riginik são uma paisagem imaginária, construídas a partir de  um elemento da natureza, imagens colecionadas, colhidas durante anos de observação,  e até se poderia dizer, de caça consciente, das mesmas. Escolhidas sem uso imediato, mas cuidadosamente armazenadas.



Transformadas num conjunto de quatro molduras, as imagens são rebatidas, e espelhadas, o que cria uma nova unidade. Essa nova unidade faz alusão aos quatro pontos referenciais  da geografia:  norte, sul, leste e oeste, assim como aos quatro elementos fundamentais da natureza: ar, água, terra e fogo.



Os trabalhos são um comentário sobre a ecologia, fazem alusão à ilusão de paisagem que existe no planeta, mas que pode desaparecer.  Idealiza paisagens que não existem,   mas podem ser criadas, ou imaginadas.



As imagens têm um caráter visual de prisma, um efeito de caleidoscópio, e resultam quase como os modernos e sedutores fractais, imagens de elementos em progressão geométrica, recriadas por computadores.



O aspecto visual é propositalmente dúbio, apelando para o tipo de encantamento do olhar puro das crianças, que veem carneiros nas nuvens. Elas podem ser simultaneamente um caleidoscópio/mármore, uma floresta/arbusto, uma pedra/jóia, um DNA/espiral, uma ampulheta/espinho, e assim por diante.



A imagem original do caleidoscópio é criada a partir de fragmentos de elementos formais geométricos, iluminados por transparência, e refletidos em três espelhos que multiplicam a imagem ao infinito. Rebatem-se perfeitamente, mais do que no simples prisma, mas sem o caráter visual de progressão geométrica dos fractais. E ainda tem proporção áurea.



As obras resultam no oposto de todo seu trabalho anterior, que coletava fragmentos do caos visual urbano, na forma de grafites, e/ou resquícios de imagens publicitárias.



O geógrafo e pensador Paul Vidal de la  Blache (1845-1918) criou uma escola de pensamento no final do século XIX, onde ele rejeitava a ideia do determinismo geográfico alemão, onde as condições naturais do meio influenciavam e determinavam as atividades humanas, assim como a vida em sociedade.

             

“Para Vidal, o homem também transformava o meio onde vivia, de forma que para as ações humanas, diversas possibilidades eram possíveis, uma vez que essas não obedeceriam a uma relação entre causa e efeito. Mesmo que admita a influência do meio sobre o homem, a escola possibilista afirma que o homem, como ser racional é um elemento ativo,                 tem condições de modificar o meio natural, e adaptá-lo segundo suas necessidades.”



A obra e trabalho do urbanóide Beto são exatamente sobre isso, recriando viajantemente a paisagem, ele exerce o seu poder sobre ela, mais do o seu ambiente geográfico, sobre ele.



Também critica de maneira blasé a verdadeira crise na ecologia por que passa o mundo: sua imagem, ou realidade do mundo, tanto pode ser mudada para melhor, como nas mãos    de Riginik, como para muito pior, como nas mãos dos seus consumidores, a humanidade.        



A arte de Riginik tem óbvia beleza moderna e sedutora, mas também critica, comenta, faz alusão, usa de ironia e apropriação de temas fundamentais, em imagens espertas, de uma maneira planejadamente, quase cínica e fria, distanciada, que as imagens produzem. Um original e verdadeiro zeitgeist (espírito do tempo) do século XXI.”



João Pedrosa

SP  2013






Exposição

"Paisagem Composta - do estático ao possibilismo de La Blache"
Fotógrafo: Beto Riginik

Texto de apresentação: João Pedrosa

12 montagens (213cm X 313cm)

Visitação: aberta ao público de 28 de agosto a 3 de outubro

Espaço Cultural Porto Seguro
Endereço: Avenida Rio Branco, 1489 – Campos Elísios – São Paulo (SP)
Horário de funcionamento: de terça a sexta-feira, das 10h às 19h; sábado e domingo, das 10h às 17h
Entrada gratuita
Estacionamento no local no dia da abertura, durante a temporada somente na entrada da Rua Guaianases

 

Perfil Beto Riginik

Com o fotógrafo e mestre Cláudio Feijó, ele aprendeu uma visão mais humana da profissão: “o importante é o estímulo que leva a apertar o botão naquele exato momento, a intenção da foto”, diz Beto Riginik aos 40 anos. Sempre fazendo, ouvindo e aprendendo em cursos até hoje.  O repertório é variado, com preferência pela paisagem urbana: Paris, Londres, Nova Iorque e São Paulo, por enquanto. Dos yellow cabs de NY aos grafitti de SP, no entanto, pare ele “a fotografia nunca é o reflexo da realidade. É sempre uma referência pessoal” e o que lá está (por trás da câmara) não é tão imparcial como se pode pensar”.



Dividido entre o trabalho comercial e o autoral, Beto fotografa especialmente publicidade – arquitetura, retratos, catálogos de moda e campanhas para jornais e revistas –, faz exposições de suas obras aqui, fora do país – e, ao mesmo tempo, mantém, a Koletivo, uma agência de profissionais, especializada em fotografar eventos empresariais e casamentos, sendo um dos pioneiros.



Publicitário por formação universitária, e atleta desde moleque (jogou vôlei no Paulistano, chegando a seleção paulista e tri-campeão estadual pelo Banespa), Beto Riginik tem seu estúdio em um real loft,  quase todo preto com um pouco de branco, na Vila Nova Conceição, há 14 anos. E uma das tônicas de seu trabalho são os editoriais de arquitetura e decoração para publicações como Vogue e Casa Vogue Brasil, Casa e Jardim, Máxima Interiores e Casa Claudia Portugal, Architectural Digest França e Rússia. Para o livro inglês de Martin Waller (Andrew Martin) fotografou projetos do único brasileiro selecionado, o arquiteto João Mansur, por seis edições.

Entre designers e famosos, retrato do arquiteto francês Christian Liegre, que assina as casas de Calvin Klein, o norteamericano Vladimir Kagan e o inglês John Pawson, pai do minimalismo.





Curriculum - Beto Riginik

Nascido em 1973, São Paulo.

Formação

1995 - Comunicacão Social com ênfase em publicidade e propaganda - Universidade Paulista.

Exposições

2002 - Nova Iorque em Cores - Na Mata/Leica Gallery - São Paulo - Brasil

2003 - Passage Interdit  - Paris - França

2004 - Cidade do Porto  - Artefacto Cidade do Porto - Portugal

2006 - Sprays Poéticos - Casa das Rosas - São Paulo - - Brasil

2006 - Sprays Poéticos -  Biblioteca Lineu de Paula Machado - São Paulo - Brasil

2007 - Sprays Poéticos - Stencil Festival - Melbourne - Austrália

2007 - São Paulo Centro -  Galeria Calligraphia - São Paulo - Brasil

2007 - Londres em Cores - Candid Galleries - Londres – Inglaterra

2008 – Boom Box – São Paulo - Brasil

2010 – Londres em Cores – São Paulo – Brasil

2013 – Remove to Play – Urban Arts – São Paulo - Brasil



Publicações

Andrew Martin (Inglaterra)

Archictectural Digest (França)

Archictectural Digest (Russia)

Casa Cláudia (Portugal)

Casa Vogue (Brasil)

Época Negócios (Brasil)

Espaço D (Brasil)

Interieur Magazine (Hungria)

Kaza (Brasil)

L'Officiel (França)

Máxima Interiores (Portugal)

Elle (Brasil)

GQ (Brasil)





Clientes

IBCC

Ked's

LVHM

Nike

Rechitt Benckiser

Roche

Track'n Field

Johnson&Johnson

Reebok

Abyara

Espaço Til

Elke

Revlon

Berliner

Giovanna Baby

Rede Record

SBT

DASA

Fleury



Site: www.riginikstudio.com

Site: www.koletivo.com.br

Flickr: www.flickr.com/riginik.sets

Behance: www.behance.net/riginikstudio


quinta-feira, 27 de junho de 2013

Exposição “Heróis Urbanos” da fotógrafa Katia Arantes,



Espaço Cultural Porto Seguro convida

para o coquetel de abertura da exposição

“Heróis Urbanos” da fotógrafa Katia Arantes,






O Incrível Hulk no Edifício Copan? O Batman invadindo o Mosteiro de São Bento? Ou que tal o Homem-Aranha pendurado na Estação da Luz?



A mostra “Heróis Urbanos”, da fotógrafa Katia Arantes, une pontos turísticos de São Paulo a bonecos de famosos super-heróis dos quadrinhos, games e filmes. Além das imagens, a exposição traz os bastidores da composição dos 27 painéis, com imagens de making of, alguns bonecos utilizados e um vídeo sobre o tema.



As fotos foram feitas com uma lente grande angular. Desta forma, os bonecos, que têm cerca de 30 centímetros de altura, ganham tamanho real. Mulher-Maravilha, Thor, Wolverine e outros heróis são apresentados em cartões postais de São Paulo, como a Ponte Octávio Frias de Oliveira e o Edifício Copan.





Segundo Katia Arantes, idealizadora da mostra “Heróis Urbanos”, o conceito da exposição não é casual e está diretamente ligado à luta diária dos trabalhadores da metrópole. "Vivemos em uma cidade com mais de 11 milhões de habitantes que lutam pela sobrevivência. Essas pessoas são heroínas de uma batalha que travam todos os dias. Às vezes, São Paulo pode parecer dura e fria, mas possui uma beleza singular", afirma a fotógrafa.



Aproveitando a deixa, alguns funcionários e prestadores de serviço da Porto Seguro foram entrevistados, revelando que também são verdadeiros heróis.



“O que são os super-heróis urbanos da nossa metrópole? Quem são estes heróis disfarçados de gente comum? Quais suas histórias, desejos e conquistas? Quais superpoderes do Super-Homem são mais interessantes do que um executivo de uma grande e bem sucedida empresa? Quem tem mais atividades: a Mulher-Maravilha ou a dona de casa, que acorda cedo, cozinha, leva seu filho para a escola e ainda deixa a casa em ordem? Uma cidade que não para está, sim, repleta de heróis disfarçados de pessoas normais, que batalham e soam a camisa para sobrevivência deles e de suas famílias. A mostra de fotos de Katia Arantes nos faz viajar pelo universo dos cartoons, onde o bem vence o mal e nos inspira a continuar com nossas vidas tão atarefadas.”

Marco Griesi



“Encontros no meio da multidão, desencontros em meio às máscaras. Heróis disfarçados, com pegadas no chão, pegadas invisíveis, porém marcantes, se é que me entendem. Conheci o trabalho da Katia Arantes por indicação de um amigo e, quando percebi, já estava apaixonada pelas histórias desses heróis, pela energia de cada um, com suas teias, seus poderes para voar, suas incansáveis lutas contra o mal, suas paixões proibidas, seus mistérios e seus poderes de Greiscow. E por que São Paulo? Por que as locações de uma cidade intensa, explosiva, viva, fugaz, heroína , incansável que amedronta e, ao mesmo tempo, tem o poder de nos fazer ir à frente, em busca, na luta? Essa é a maior comparação que podemos fazer desses heróis com a cidade de São Paulo, com os heróis que encontramos todos os dias, escondidos em ternos finos, em macacões de trabalhadores, pendurados em cordas, em arranha-céus, passando ao nosso lado com seus olhares destemidos, em busca do horizonte, do novo, da conquista. São os heróis urbanos que nos cercam nessa selva de pedra, louca e desvairada que tantos amam, se perdem e voltam a se encontrar para serem heróis de si mesmos!”

Deolinda Patrício

 

Serviço:

convite_eletronico



Exposição “Heróis Urbanos”

Autoria: Katia Arantes.

Curadoria: Marco Griesi e Deolinda Patricio.

Onde: Espaço Cultural Porto Seguro (Avenida Rio Branco, 1.489 – Campos Elísios/São Paulo/SP).

Visitação: de 15/5 a 28/7, de terça a sexta-feira, das 10h às 19h, e aos sábados e domingos, das 10h às 17h.

Entrada gratuita.