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terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Coragem para Sonhar: Nossa Vida Como One Direction de Antônia Bona



Coragem para Sonhar: 

Nossa Vida Como One Direction

de Antônia Bona

Páginas288
BROCHURA


Escrito pelos cinco integrantes da banda One Direction, o maior fenômeno pop dos últimos tempos, este livro revela a história de como eles chegaram onde estão hoje: no topo das paradas musicais e no topo da lista de livros mais vendidos do jornal The New York Times. Nada mal para uma banda que acabou de completar dois anos de vida.

Coragem para Sonhar, a biografia 100% oficial do One Direction, traz ainda centenas de fotos e histórias pra lá de divertidas de Harry, Liam, Louis, Niall e Zayn.




 ELES FALAM SOBRE O LIVRO

É difícil acreditar no quanto a nossa vida mudou em tão pouco tempo. Éramos cinco rapazes que mal se conheciam e conseguimos chegar a final do X Factor, fazer nossa primeira turnê e gravar nosso primeiro disco – cantanto nossas próprias músicas!

Nós escrevemos este livro para que vocês saibam quem nós somos de verdade, de onde viemos e para onde queremos ir agora.

Esta história de nossa vida como One Direction e estamos muito orgulhosos em poder compartilhar isso com vocês!

One Direction


 Assista a entrevista do grupo












UM LANÇAMENTO



quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Diários - 1970/1986 de Andrei Tarkovski

Diários - 1970/1986

de Andrei Tarkovski

Tradução: Alexey Lázarev

Coleção Cinema

Formato: 19 X 23 cm
Número de Páginas: 688
Acabamento: Brochura







Mais um lançamento que nos ajuda melhor compreender a obra do genial cineasta que é Andrei Tarkovski. Uma edição primorosa com um conteúdo não menos precioso. Pelas páginas convivemos com Andrei de 1970 até 1986.

"Uma imagem artística é uma imagem que assegura seu próprio desenvolvimento, sua própria perspectiva histórica. Essa imagem é uma semente, um organismo vivo que evolui. É um símbolo da vida, mas que difere da vida. Pois a vida integra a morte, enquanto a imagem da vida a exclui, ou a considera como uma possibilidade única para afirmar a vida. Por si só, a imagem artística é uma expressão da esperança, um grito de fé, e isso independentemente do que ela exprima, até mesmo a perdição do homem. A arte em si é uma negação da morte. Então ela é otimista, mesmo que, no fim das contas, o artista seja sempre trágico. Portanto, não pode haver artistas otimistas ou artistas pessimistas. Pode haver apenas o talento ou a mediocridade."

Saiba mais aqui


O AUTOR

Andrei Arsenyevich Tarkovski (em russo: Андре́й Арсе́ньевич Тарко́вский) (Zavrazhye, 4 de abril de 1932 — Paris, 28 de dezembro de 1986) foi um cineasta russo.

Filho do poeta russo Arseni Tarkovski, autor de muitos dos poemas recitados em seus filmes, nasceu em 1932 sendo se formado em Geologia, abandona a profissão para se dedicar ao cinema, iniciando sua carreira ao entrar no Instituto Central de Cinema da URSS (VGKI) em 1956. more, mais...
   
Andrey, what is art?

Andrei Tarkovsky


 



Lançamento da
Editora É
É Realizações

sábado, 13 de outubro de 2012

A REAL ELIZABETH de Andrew Marr






Uma visão intimista do papel de uma monarca em pleno século 21

Elizabeth II comemorou, em fevereiro de 2012, seu jubileu de diamante — 60 anos como rainha da Grã-Bretanha. É justamente neste momento que o jornalista Andrew Marr volta sua pena sagaz à monarquia e à monarca, revelando o papel central que ela ocupa como chefe de estado de 19 países, normalmente desconhecido do grande público.

Com organização temática (em vez de cronológica), Marr disseca as relações políticas de Elizabeth II, especialmente aquelas com seus primeiros-ministros; examina suas responsabilidades e o seu profundo comprometimento como chefe da Commonwealth. Sobretudo, lança seu olhar ao que exatamente ela faz — desde suas aparições públicas e inaugurações até reuniões com chefes de estados e outros dignitários visitantes — e no porquê ela passa três horas por dia examinando documentos enviados de Downing Street.

Marr analisa ainda as dramáticas mudanças na mídia desde a ascensão ao trono, em 1952, e como a monarquia — e a monarca — viram-se obrigados a mudar e a se adaptar. Ele argumenta que, sob os vigilantes olhos da rainha, a monarquia britânica experimentou uma modernização intensa e sem precedentes para enfrentar as demandas da era moderna, desde o final da Segunda Guerra Mundial. Apoiado por pesquisa meticulosa e habilidade narrativa ímpar, Marr apresenta um retrato fiel e sem precedentes de Elizabeth II e também do seu reinado ao longo de seis décadas.


LEIA AQUI O PRIMEIRO CAPITULO

O Autor
Gail Caldwell

Escritor best-selling e jornalista premiado. Foi editor de política da BBC e, desde 2005, ancora o Andrew Marr show, talkshow político exibido aos domingos também na BBC e que lhe valeu dois prêmios da Academia Britânica de Televisão. Escreveu ainda History of Modern Britain, The Making of Modern Britain e My Trade: A Short History of British Journalism.

saiba mais sobre o autor

Andrew Marr's History of Modern Britain - Episode 1 (Pt 1) 

The Diamond Queen



UM LANÇAMENTO

domingo, 30 de setembro de 2012

BEIJOS DA KATIE de Katie Davis, com Beth Clark



BEIJOS DA KATIE

de Katie Davis, com Beth Clark


Páginas: 328


Este livro convida os leitores a uma jornada de amor incondicional. Katie, uma jovem carismática e expressiva, foi para Uganda numa breve missão durante as férias de Natal, e sua vida virou do avesso. Ela se sentiu tão tocada pelo povo e pelas necessidades desse país, que compreendeu que seu destino era voltar para lá e cuidar daquelas pessoas. Katie está no processo de adoção de treze crianças em Uganda, e estabeleceu um centro de cuidados chamado Amazima, que alimenta e coloca centenas de crianças nas escolas, além de lhes prover ensinamentos bíblicos. Você vai chorar e rir com Katie enquanto ela procura atender ao seu chamado interior.

A AUTORA
KATIE DAVIS é uma jovem com paixão pelo que faz. Agora com pouco mais de 20 anos, ela mora em Uganda, onde está no processo de adoção de treze meninas, e é a fundadora e diretora de Amazima, um centro que auxilia centenas de outras crianças em Uganda. Katie é natural de Nashville, Tennessee, onde moram seus pais e seu irmão. Você pode acompanhar seu blog em: www.kissesfromkatie.blogspot.com 



UM LANÇAMENTO



quinta-feira, 7 de junho de 2012

Morre aos 91 anos o escritor americano Ray Bradbury

Os livros não devem ser queimados...(E.C.)


Ray Douglas Bradbury (Waukegan, 22 de agosto de 1920 - Los Angeles, 6 de junho de 2012) foi um escritor de contos de ficção-científica norte-americano de ascendência sueca. Foi o terceiro filho de Leonard e Esther Bradbury. Por causa do trabalho de seu pai (era técnico em instalação de linhas telefônicas), viajou por muitas cidades dos Estados Unidos, até que em 1934 sua família fixou residência em Los Angeles, Califórnia. Faleceu aos 91 anos[1], de causas não divulgadas.
Bradbury é mais conhecido pelas suas obras The Martian Chronicles (Crônicas Marcianas) (1950) e Fahrenheit 451 (1953).




Cronologia

1938 - Bradbury se gradua na Los Angeles High School (Segundo grau). Sua educação formal termina neste ano, mas ele continua a estudar por conta própria.
1938 - 1942 - Trabalha como jornaleiro nas ruas de Los Angeles.
1938 - 1939 - Publica em um fanzine de Ficção Científica o conto "Hollerbochen's Dilemma".
1941 - Sua primeira publicação paga foi o conto "Pendulum", que apareceu na revista Super Science Stories. Este Pulp (conto de preço acessível) foi escrito em parceria com Henry Hasse.
1942 - Ele escreve "The Lake", obra com a qual ele descobriu o seu estilo de escrever, mesclando ficção científica com tons de terror e suspense.
1943 - Ele começa a trabalhar em um jornal para o qual contribui com vários contos.
1945 - Seu conto "The Big Black and White Game" é selecionado como melhor conto de de ficção da America, desse ano.
1947 - Bradbury casa-se com Marguerite McClure, neste mesmo ano publica "Dark Carnival", que agrega uma série de contos de terror.
1950 - Publica Crônicas Marcianas "The Martian Chronicles", com esta obra que engloba 26 contos, ele ganha sua reputação de escritor de ficção científica. Este livro também é publicado na Inglaterra com o título "Silver Locusts" O gafanhoto de Prata.
1951- Publica The Illustrated Man, lançado no Brasil como: "Uma sombra passou por aqui" e que se tornou filme.
1953 - Publica Fahrenheit 451, obra que se transformou posteriormente em filme em 1966 do cineasta francês François Truffaut.
1954 - Trabalha com roteiros de filmes para o cinema e poesias, em 1954 ganha o prêmio The Benjamin Franklin, por seus contos.
1956 - Foi o autor do roteiro da adaptação cinematográfica de Moby Dick, dirigida por John Huston.
1967 - Ganha um prêmio da Academia de Escritores de Aviação Espacial, com um artigo que foi publicado na Revista Americana de Aeronáutica sobre o espaço. Também neste mesmo ano recebe o reconhecimento de outros escritores e é considerado um mestre entre os escritores de F.C. da América. Também cria uma animação sobre uma história de um aviador, Icarus Montgolfier Wright, esta animação concorre a um Oscar, e seu filme The Hallowen Tree, ganha um Emmy.
Durante a década de 80 é contratado como consultor e criador para o cenário do Epcot Center na Disney World e também contribui para a concepção da aventura que engloba um cenário espacial na Euro Disney na França.
1988 - Publica "The Toynbee Convector" , esta foi sua última obra marcante. Ray Bradbury ainda escrevia para o cinema e televisão.
2012 - Morre em Los Angeles

Pseudônimos

Alguns pseudônimos usados por Ray Bradbury: Doug Rogers, Ron Reynolds, Guy Amory, Omega, Anthony Corvais, E. Cunningham, Brian Eldred, Cecil Cunningham, D. Lerium Tremaine, Edward Banks, D.R.Banet, Willian Elliot, Brett Sterling, Leonard Spaulding, Leonard Douglas, Douglas Spaulding.


BIBLIOGRAFIA

Romances
(1953) Fahrenheit 451
(1957) Dandelion Wine
(1962) Something Wicked This Way Comes
(1972) The Halloween Tree
(1985) Death Is a Lonely Business
(1990) A Graveyard for Lunatics
(1992) Green Shadows, White Whale
(1998) Ahmed and the Oblivion Machines
(2001) From the Dust Returned
(2003) Let's All Kill Constance
(2003) It Came from Outer Space


Coleção de contos
(1947) Dark Carnival
(1950) The Martian Chronicles
(1951) The Illustrated Man
(1953) The Golden Apples of the Sun (contém "A Sound of Thunder")
(1955) The October Country (uma versão atualizada e expandida de Dark Carnival)
(1959) A Medicine for Melancholy (contém "All Summer in a Day")
(1960) R is for Rocket
(1969) Bloch And Bradbury
(1969) I Sing The Body Electric!
(1970) S is for Space
(1980) Stories of Ray Bradbury
(1988) The Toynbee Convector
(1996) Quicker Than The Eye
(1998) Driving Blind
(2002) One More for the Road
(2003) Bradbury Stories: 100 of His Most Celebrated Tales
(2004) The Cat's Pajamas: Stories

Adaptações de sua obra

Muitas das histórias e novelas de Bradbury têm sido adaptadas para o cinema, rádio, televisão, teatro e quadrinhos. De 1951 a 1954, 27 histórias foram adaptadas por Al Feldstein para a EC Comics, e dessas, 16 foram reunidas em brochuras, "The Autumn People" (1965) e "Tomorrow Midnight" (1966).

Também no início dos anos 50, adaptações das suas histórias foram televisionadas numa variedade de programas incluindo Tales of Tomorrow, Lights Out, Out There, Suspense, CBS Television Workshop, Jane Wyman's Fireside Theatre, Star Tonight, Windows e Alfred Hitchcock Presents. The Merry-Go-Round, um filme de meia hora adaptado do livro The Black Ferris, pela Variety, foi mostrado no Starlight Summer Theater em 1954 e na "NBC Sneak Preview" de 1956.
Em 1966 François Truffaut adaptou Fahrenheit 451 para os cinemas.
Em 1969, The Illustrated Man foi trazido para o cinema, estrelando o ganhador do Oscar Rod Steiger, Claire Bloom e Robert Drivas. Contendo o prólogo, e três histórias curtas do livro, o filme recebeu críticas medíocres.

De 1985 a 1992 Bradbury apresentou uma série de TV, The Ray Bradbury Theater, para a qual ele adaptou 65 de suas histórias. Cada episódio começaria com uma tomada de Bradbury em sua sala, olhando para momentos de sua vida, que ele diz(na narrativa) que são usados para dar ideias para suas histórias.

As Crônicas Marcianas se tornaram uma minissérie de TV em três partes, estrelando Rock Hudson que foi apresentada pela primeira vez pela NBC em 1980.

Em 1984, Michael McDonough da Brigham Young University produziu "Bradbury 13," uma série de treze adaptações em áudio das histórias famosas de Ray Bradbury, em conjunto com a National Public Radio. As dramatizações do elenco apresentaram adaptações de "The Man," "The Ravine," "Night Call, Collect," "The Veldt," "Kaleidoscope," "There Was an Old Woman," "Here There Be Tygers," "Dark They Were, and Golden Eyed," "The Wind," "The Fox and the Forest," "The Happiness Machine," "The Screaming Woman" e "The Sound of Thunder". Vozes famosas do ator Paul Frees como narrador, enquanto o próprio Bradbury era responsável pela voz de abertura; Greg Hansen e Roger Hoffman pontuavam os episódios. As séries ganharam um prêmio Peabody e dois prêmios Gold Cindy. A série ainda não foi produzida em CD mas é fortemente comercializada por fãs da 'Era do Rádio'.



É com grande pesar que a Editora LeYa recebe a notícia do falecimento do escritor americano Ray Bradbury, uma lenda da ficção científica. O escritor vendeu mais de 8 milhões de livros, que foram traduzidos em 36 línguas. Pela editora LeYa, lançou no final de 2011 o livro “Zen e a arte da escrita” um presente aos leitores com ensaios, reflexões, experiências de vida e alguns poemas que mostram o que poderíamos ser se nos deixássemos levar apenas por nossas vontades, uma homenagem ao ato de escrever.

Encontre um personagem, como você, que vai querer ou não algo com todo o coração. Mande-o correr. Atire-o para fora. Depois o siga o mais rápido que puder. O personagem, em seu grande amor ou ódio, vai empurrá-lo até o final da história. Ray Bradbury – trecho extraído da obra “Zen e a arte da escrita”



segunda-feira, 30 de abril de 2012

COMO ENTREI NA LISTA NEGRA DA HERMÈS de Michael Tonello

COMO ENTREI NA LISTA NEGRA DA HERMÈS

de Michael Tonello

 

 Número de Páginas: 336

 

 

O LIVRO

Motivado pela saga desesperada de muitas mulheres atrás de uma bolsa Birkin, o autor narra com um humor inteligente e sagaz, suas aventuras incomuns e conta como conseguiu driblar as enormes filas e adquirir, uma a uma, a bolsa mais falada entre os fashionistas. O ex maquiador e cabeleireiro conta como foi sua jornada para se tornar um empresário bem-sucedido, investindo na venda e revenda dessas peças tão cobiçadas. Ele traz também a sua experiência com as celebridades e com as pessoas que vivem de aparência.

O AUTOR

MICHAEL TONELLO cresceu em Massachusetts. Viajou pelo mundo como maquiador e cabeleireiro, até receber a oferta de um emprego na Espanha. Apesar de o trabalho não ter dado certo, ele resolveu se estabelecer em Barcelona. Pressionado a encontrar uma profissão em que não precisasse lidar com papéis, começou um lucrativo negócio no eBay como revendedor de todos os artigos Hermes. Michael vive em Barcelona, com seu parceiro,]uan. Acesse também o site do livro (em inglês): www.bringinghomethebirkin.com





UM LANÇAMENTO




quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

MINHA SEMANA COM MARILYN de Colin Clark


MINHA SEMANA COM MARILYN
de Colin Clark

Número de Páginas: 160

Em 1956, aos 23 anos Colin Clark conseguiu um emprego em O Príncipe e a Showgirl, o filme que desastrosamente reuniu Laurence Olivier com Marilyn Monroe. Aqui, em um trecho de sua autobiografia Minha Semana com Marilyn, que foi transformado em filme estrelado por Michelle Williams e Kenneth Branagh. Ele revela como acabou dividindo a cama com a problemática estrela de Hollywood








Laurence Olivier e Marilyn Monroe em O Príncipe eo Showgirl
Marilyn na estréia do filme em Londres em junho de 1957

acima: Laurence Olivier e Marilyn Monroe em O Príncipe eo Showgirl; Marilyn na estréia do filme em Londres em junho de 1957



Marilyn e Laurence numa conferência de imprensa no Hotel Savoy, 1956
com seu marido Arthur Miller, em Londres, outubro 1956

acima: Marilyn e Laurence numa conferência de imprensa no Hotel Savoy, 1956; com seu marido Arthur Miller, em Londres, outubro 1956







No verão de 1956 eu trabalhava no set de um filme estrelado por Laurence Olivier e Marilyn Monroe. Eu tinha acabado a universidade e estava lá apenas porque meus pais eram amigos de Olivier e sua então esposa, Vivien Leigh.


As filmagens em O Príncipe e a Showgirl correram mal desde o início. Olivier, o ator clássico mais conhecido de sua geração, apostou em Monroe - que até então tinha atuado apenas como stripper e menina de coro - e a tratou como se fosse uma loira burra. O novo marido de Marilyn Monroe, o dramaturgo Arthur Miller, a tratava como uma criança difícil, e Milton Greene (seu parceiro de negócios em Marilyn Monroe Productions) estava desesperado para manter o controle da 'sua' estrela, dando-lhe remédios. Mas Monroe estava determinada a provar que ela poderia atuar.


Desde meu primeiro dia como terceiro diretor assistente eu mantinha um diário que mais tarde foi publicado como O Príncipe, a Showgirl e Eu. Mas nove dias durante o meio das filmagens estavam faltando na minha conta. Durante esses dias aconteceu algo que era impossível incluir nos meus registros normais. Eu não poderia escrever esses dias, enquanto Marilyn estava viva. É uma homenagem a alguém que mudou a minha vida ..

Em 1956, Colin Clark, um jovem inglês de 23 anos de idade, conseguiu um emprego como terceiro assistente de direção no set de O Príncipe Encantado. O filme tinha como atriz principal o maior símbolo sexual de Hollywood, Marilyn Monroe. Por toda uma gloriosa semana, a maior estrela do planeta buscou conforto nos braços do empregado mais jovem do set. Minha semana com Marilyn é o relato franco, doce e engraçado de como Colin Clark passou a partilhar os segredos de Marilyn Monroe - e até a cama dela! O livro deu origem ao filme My Week with Marilyn (7 Dias com Marilyn), que foi lançado no Brasil neste fevereiro.


O AUTOR
Colin Clark, com 23 anos de idade, no verão de 1956, no set do filme O Príncipe Encantado, onde desempenhou a função de terceiro assistente de direção. Ele conseguiu o emprego através de seus pais, que eram amigos de Laurence Olivier, e passou a escrever um diário sobre o dia a dia das filmagens. Colin faleceu no dia 17 de dezembro de 2002, em Londres, aos 70 anos.






E MAIS

Clique aqui para um clipe de áudio de MINHA SEMANA COM MARILYN lido por Eddie Redmayne


UM LANÇAMENTO

sábado, 22 de outubro de 2011

Lançamento - Salinger: Uma Vida de Kenneth Slawenski




Salinger: Uma Vida
de Kenneth Slawenski.

2011. 416 p.

Salinger: uma vida, de Kenneth Slawenski, desvenda a história desse recluso autor: da privilegiada juventude, marcada por mal-entendidos e rumores, que revelaram um brilhante, sarcástico e vulnerável garoto, sua entrada na sociedade americana e a devastadora Segunda Guerra Mundial, uma experiência que Salinger nunca abordou e que o assombrou pelo resto da vida. Aborda também seus brilhantes escritos, seus encontros, suas desavenças e o triunfo com a publicação de O apanhador no campo de centeio, livro que o tornou mundialmente famoso. Uma inesquecível história que nenhum fã de literatura deve perder.

O LIVRO
A biografia de um recluso, cujas obras marcaram a vida de milhares de leitores!

Um dos mais populares e misteriosos personagens da história americana, autor do clássico “O Apanhador No campo De Centeio”, J. D. Salinger repeliu fãs e jornalistas por quase toda a vida. Agora, lançado pela editora LeYa, chega às livrarias uma biografia reveladora… “Salinger: uma vida” apresenta um homem extraordinário que pouco apareceu, mas cuja obra marcou e influenciou o século XX. Talvez este livro de Kenneth Slawenski seria a obra que Salinger mais odiaria.

O autor
Kenneth Slawenski nasceu em Nova Jersey, onde vive até hoje. Em 2004, criou o projeto DeadCaulfields.com, site dedicado à vida de J. D. Salinger que ganhou reconhecimento do The New York Times. Durante oito anos, dedicou-se à realização desta biografia.

O BIOGRAFADO
Jerome David Salinger (Nova Iorque, 1 de Janeiro de 1919 — Cornish, New Hampshire, 27 de janeiro de 2010) foi escritor norte-americano. Sua obra mais conhecida é o romance intitulado The Catcher in the Rye (O Apanhador no Campo de Centeio no Brasil e À Espera no Centeio em Portugal), publicado em 1951 nos Estados Unidos.

Nasceu em Manhattan, Nova Iorque, em 1º de janeiro de 1919, filho de pai judeu de origem polaca e mãe de origem escocesa e irlandesa. Começou escrevendo ainda na escola secundária, e publicou vários contos no início da década de 1940, antes de servir na II Guerra Mundial. Em 1948, ele escreve o seu primeiro conto aclamado pela crítica, A Perfect Day for Bananafish (Um dia perfeito para Peixe-banana, em português), publicado na revista The New Yorker, que seria o local de onde sairiam mais outros contos seus nos anos seguintes. Em 1951, publica seu primeiro romance, The Catcher in the Rye (O Apanhador no Campo de Centeio no Brasil e À Espera no Centeio ou Uma Agulha no Palheiro em Portugal), que torna-se um sucesso imediato. Sua descrição da alienação da adolescência e da inocência perdida através do seu protagonista, Holden Caulfield, serviu de influência para toda uma geração de novos leitores, especialmente adolescentes. O livro continua tendo uma vendagem estimada em 250 mil cópias por ano.
O sucesso de The Catcher in the Rye chamou atenção do público para Salinger, que, a partir de então, torna-se recluso, publicando menos do que antes. Os livros que se seguem ao Centeio são: Nine Stories (Nove Histórias no Brasil, Nove Contos em Portugal), de 1953, um apanhado de nove contos publicados na revista The New Yorker entre 1948 e 1953; Franny & Zooey, de 1961, que consiste de duas novelas curtas, Franny e Zooey; e Raise High the Roof Beam, Carpenters and Seymour: An Introduction (em português, Carpinteiros, Levantem Bem Alto a Cumeeira e Seymour, uma Introdução ou ainda Pra Cima com a viga moçada), de 1963, que também reúne duas novelas de Salinger. Estes três livros têm histórias em que são personagens principais a Família Glass, constituída por Buddy (espécie de alter ego do escritor), Seymour, Boo Boo, Franny e Zooey Glass, todos irmãos. Seu último trabalho publicado, uma novela intitulada Hapworth 16, 1924, apareceu em The New Yorker em 19 de junho de 1965. O autor morreu em 2010.

Reclusão
Depois disso, Salinger continuou recluso, aparecendo esporadicamente na imprensa. No final dos anos 90, são publicadas duas obras de memórias de pessoas próximas a Salinger; Joyce Maynard, sua ex-amante, e Margareth Salinger, sua filha. Em 1996, um pequeno editor americano anunciou um acordo com Salinger para a publicação de Hapworth 16, 1924 em forma de livro, mas alguns problemas adiaram o lançamento da obra indefinidamente. Hapsworth foi escrita como uma carta de Seymour Glass, então com 7 anos, para sua família. Seria o desfecho da saga da Família Glass, também presente nos livros anteriores de Salinger.

A morte de Salinger na PBS
J.D. Salinger, the enigmatic American author best known for his
classic novel "Catcher in the Rye" died Thursday at the age of 91.


UM LANÇAMENTO

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Lançamento - 127 HORAS de Aron Ralston


127 HORAS
de Aron Ralston



Número de Páginas: 416

127 Horas é uma extraordinária história de sobrevivência - o doloroso relato de Aron Ralston, que passou seis dias preso em um dos lugares mais remotos dos Estados Unidos, e como um ato repleto de coragem o trouxe de volta para casa. Aron Ralston, um experiente alpinista de vinte e sete anos, estava fazendo uma caminhada sozinho em um estreito e remoto desfiladeiro de Utah, nos Estados Unidos, quando ele desalojou uma rocha de quase meia tonelada que esmagou a sua mão direita e o pulso contra a parede da montanha. Emergindo de uma dor lancinante, Aron descobriu que estava completamente preso, e lembrou que não havia avisado ninguém para onde estava indo - ou seja, a chance de ser resgatado era mínima. A partir daí começaram os seis dias mais infernais de sua vida. Com muito pouca água e comida, o único instrumento disponível era um simples canivete que, na quinta noite, ele usou para riscar e escrever na rocha o seu epitáfio, pois estava certo de que não veria mais a luz do dia. Usando sua câmera de vídeo, Aron começou a gravar mensagens de despedida para sua família e amigos, esperando que alguém pudesse achar essa gravação. Mas na manhã de quinta-feira ele teve uma inspiração divina que poderia resolver o "enigma" da rocha, um extremo e desesperado ato de bravura que salvaria a sua vida. 127 Horas é um inspirado relato escrito de forma brilhante, engraçada e honesta, de como a morte encontra a vida. Uma história que estará para sempre entre os livros clássicos de aventura.




UM LANÇAMENTO

sábado, 9 de abril de 2011

Lançamento - JOGO DE PODER



JOGO DE PODER
de Valerie Plame Wilson

Páginas: 432





Número de Páginas: 432

Jogo de Poder relata uma história real, escrita pela ex-agente secreta da CIA, Valerie Plame Wilson, e que deu origem ao filme homônimo estrelado por Naomi Watts e Sean Penn. Valerie foi peça-chave de um dos mais rumorosos incidentes do governo Bush, que declarou guerra contra o Iraque com o pretexto de que o país estaria comprando armas nucleares. Profissional com currículo impecável, com 18 anos de serviços prestados à CIA como espiã na área de inteligência, Valerie descobre que o Iraque não tinha programa de proliferação de armas nucleares de porte como anunciava a Casa Branca. Paralelamente, seu marido, o diplomata Joseph Wilson, é enviado à África, confirma a tese de sua mulher, e escreve um artigo para o "New York Times". A partir daí começa uma rede de intrigas, após a identidade de Valerie ser revelada por oficiais do governo Bush e ter vazado para a imprensa, colocando em risco o seu casamento, a sua segurança, a de sua família e a dos seus contatos no exterior. Inconformada com o rumo dos acontecimentos, Valerie, depois de demitida, decide escrever Jogo de Poder, livro que evoca com bastante intensidade a incredulidade, a revolta e o pânico extremo que Valerie sentiu quando sua verdadeira identidade foi revelada. Como qualquer funcionário que prestou serviços à CIA, a ex-agente foi obrigada a submeter os originais à censura da Agência e depois de travar uma batalha jurídica que durou anos, consegue publicá-lo, com os cortes realizados pela CIA, encobertos com uma tarja no livro impresso, e mantidos de propósito para dar ao leitor uma ideia da verdadeira dimensão do jogo de interesses envolvido na trama.





UM LANÇAMENTO

domingo, 28 de novembro de 2010

UM VINHEDO NA TOSCANA - UNA PASSIONE ITALIANA




UM VINHEDO NA TOSCANA -
UNA PASSIONE ITALIANA
de Ferenc Máté


Número de Páginas: 272

Achar a casa dos seus sonhos na Toscana, com um vinhedo no quintal, é como procurar cogumelos porcini na floresta: é preciso trabalhar com amor. Tais tarefas necessitam de paciência, discernimento, determinação e um senso de humor indestrutível. Mas a recompensa é grande, pois o futuro lar da família Máté e a sua propriedade vinícola estão situados em um cenário deslumbrante, cercados por uma comunidade calorosa e cordial. Em Montalcino, a zona vinícola de maior prestígio da Itália, eles restauram um mosteiro do século XIII, localizado entre duas colinas, com sessenta acres de florestas, olivais e vinhedos. Lá, eles plantam quinze acres de videiras, constroem a sua vinícola, e aprendem com seu vizinho Angelo Gaja, um experiente vinicultor, os segredos de como cultivar as melhores uvas e fazer vinhos soberbos. Como resultado, já nos primeiros anos, os vinhos Máté recebem reconhecimento internacional. Prepare-se para conhecer uma história cativante e inspiradora, de como dois sonhadores perseveraram na Toscana, desvendando os bastidores de uma propriedade vinícola familiar.



UM LANÇAMENTO

quarta-feira, 28 de abril de 2010

O EVANGELHO DE COCO CHANEL

O EVANGELHO DE COCO CHANEL
de Karen Karbo

‘O Evangelho de Coco Chanel’,
um guia para quem admira o estilo e a vida da estilista

Livro com dicas de estilo e histórias de amor, sucesso e superação pessoal de Coco Chanel
é um must have para homens e mulheres antenados

Há cem anos Coco Chanel abriu a sua primeira loja de chapéus em Paris. Os recursos financeiros vieram de um amigo e essa moça de origem humilde, determinada a vencer na vida, agarrou a oportunidade e deu os primeiros passos para estabelecer um império no mundo da moda internacional e a construção de uma imagem que a tornou um ícone como estilista, mulher e empresária de sucesso do século XX.

No centenário da inauguração da primeira loja que deu origem à griffe, muito tem se falado de Coco, foi até tema de filme da Warner: “Coco Avant Chanel”. E, para homenagear essa que é um exemplo do modelo “self made woman”, a editora Seoman, selo da Editora Pensamento-Cultrix, lança o livro O Evangelho de Coco Chanel: Lições de Vida da Mulher mais Elegante do Mundo, de autoria de Karen Karbo, que fez extensa pesquisa sobre a biografia de Coco e optou por não escrever apenas sobre a vida da estilista, mas um livro para inspirar os leitores com uma história impressionante de reinvenção, confiança e determinação.

Nascida em 1883, Coco cresceu num convento após a morte de sua mãe, quando ela tinha apenas seis anos e foi abandonada pelo pai. As freiras lhe ensinaram a costurar e Coco desenhava chapéus por divertimento. Teve como amante um rico industrial inglês, o mesmo que financiou sua loja de chapéus e a introduziu na alta sociedade. Chanel não foi somente a mulher que criou e imortalizou o “pretinho básico”, também popularizou as calças femininas e roupas práticas que deixavam as mulheres chiques e confortáveis. Com sua personalidade forte e decidida, elegante e passional, de um jeito totalmente francês, Coco conduziu as mulheres diretamente para uma nova era.

Karen Karbo dividiu a biografia de Chanel em capítulos temáticos que sutilmente ensinam lições de vida, com comentários divertidos e atuais. A autora tem artigos publicados no New York Times, Outside, Elle e Vogue.

As ilustrações são de Chesley McLaren, conhecida como “a ilustradora francesa de Nova York” pelos seus elegantes traços; escreveu e ilustrou diversos livros e teve seu trabalho publicado em várias revistas como Town & Country, Vogue, InStyle e Elle.


UM LANÇAMENTO


segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

MINHAS DUAS ESTRELAS



MINHAS DUAS ESTRELAS
BIOGRAFIA DE DALVA DE OLIVEIRA E HERIVELTO MARTINS

de Pery Ribeiro e Ana Duarte


Número de páginas: 360

Minhas duas estrelas é um extenso depoimento do cantor Pery Ribeiro sobre a vida e a relação turbulenta de seus pais, o genial compositor e também cantor Herivelto Martins e uma das maiores cantoras brasileiras Dalva de Oliveira, personalidades definitivas da época de ouro da música popular brasileira que, durante décadas, imperaram nos palcos, nos discos e no rádio. Com a ajuda de sua esposa, Ana Duarte, Pery compartilha um testemunho desafiador ao revelar “detalhes quase inconfessáveis” – como repara Ruy Castro no prefácio – da vida e obra de Herivelto e Dalva.

Nascido na pobreza do cortiço em 1937 e filho mais velho do casal, Pery descreve a trajetória de suas duas estrelas, da ascensão à glória até a traumática separação do casal. Mesclando o decorrer de su
a vida com a transformação da de seus pais, Pery fala sobre os seus primeiros trabalhos para ganhar a vida, o início da carreira como cantor, a sua visão crítica sobre a união de Herivelto e Lurdes, a terceira mulher de seu pai, e o alcoolismo e os casamentos desfeitos de Dalva. Herivelto Martins foi responsável por vários feitos pioneiros, que mudaram definitivamente o rumo da música no Brasil, como a introdução do apito na escola de samba e sua batalha pela regulamentação do direito autoral no Brasil.

Criador de pérolas do nosso cancioneiro como Ave-Maria no morro, Segredo, Isaura, A Lapa, Cabelos brancos, Praça Onze, Caminhemos, Lá em Mangueira,
Herivelto, ao lado de Dorival Caymmi, foi um dos primeiros compositores brasileiros a gravar sua própria obra. Com uma capacidade natural de liderança, sendo um crítico cruel e um homem de “temperamento e gênio irascível”, Herivelto mantinha um relacionamento pouco afetivo com os filhos, revela Pery. Se na família era rigoroso com a seriedade das obrigações e deveres, com os amigos deixava aflorar a alegria, o companheirismo e a compreensão. Foi com a mãe que Pery desenvolveu uma “cumplicidade e uma amizade maior”. A sensibilidade, a generosidade, o carisma e o brilhantismo da cantora Dalva de Oliveira são qualidades sempre destacadas pelo autor. Não foram somente a boa voz e a técnica vocal primorosa que colocaram Dalva no patamar mais alto das cantoras brasileiras.

O filho a define como aquela que “cantava com soltura e liberdade de estar consigo mesma, sem medo ou vergonha de demonstrar sua emoção”.
A união de Dalva com Herivelto e Nilo Chagas (a Dupla Preto e Branco), fez surgir o trio mais famoso da história do rádio: o Trio de Ouro. Não são poucas as histórias de briga entre Dalva e Herivelto durante o percurso de sucesso do trio. Dalva brilhou ainda mais depois de sua saída do grupo e do traumático desquite com Herivelto. Segundo Pery, este sucesso deixou o autor de Senhor do Bonfim desnorteado. Em 1951, Dalva foi eleita Rainha do Rádio e “entrou definitivamente para a história da música popular brasileira”, afirma. É deflagrada então uma briga musical inédita nos meios de comunicação do Brasil.

De um lado, sambas polêmicos como Caminho certo e Teu exemplo serviram de “artilharia pesada” de Herivelto e seu parceiro, o jornalista David Nasser. Do outro lado, Dalva, amparada pelos compositores que a adoravam, respondia à altura com Errei sim, de Ataulfo Alves, e Calúnia, de Marino Pinto e Paulo Soledade. Essas e outras letras ilustram a narrativa.
Mesmo sendo absolutamente desmoralizada, não só nas músicas, mas também no jornal Diário da Noite, com artigos ditados por Herivelto e escritos por David Nasser, a intérprete conseguiu conduzir sua carreira de forma majestosa.

Em 1952, viajou para Londres e gravou um disco com o pianista inglês Roberto Ingles. Seguiu em excursão para Lisboa, Madri e Barcelona. Vendeu muitos discos pela Odeon, no auge da polêmica musical. Fez sucesso em países como Argentina, Uruguai e Chile cantando tangos. Este foi o auge da cantora comprovado por Pery em uma declaração definitiva: “Dalva era lembrada para tudo o que fosse considerado importante no meio”.


Uma das características mais interessantes de Minhas duas estrelas é o número expressivo de grandes nomes da cultura nacional que passaram pelo caminho de Herivelto, Dalva e Pery, fesde Heitor dos Prazeres, um dos integrantes da escola de samba de Herivelto, até Mané Garrincha, que antes de qualquer parente ou amigo chegou ao hospital quando Dalva foi internada, após o acidente que a desfigurou. Outras histórias envolvem também Grande Otelo, Flávio Cavalcanti, Chacrinha, Silvio Santos, Noel Rosa, Heitor Villa-Lobos, Pixinguinha, Lupicínio Rodrigues, Radamés Gnatalli, Francisco Alves, Nat King Cole, Orson Welles, Carmen Miranda, Procópio Ferreira e muitos outros.






UM LANÇAMENTO




terça-feira, 2 de junho de 2009

Entre mulheres

Entre mulheres
Depoimentos homoafetivos


de Edith Modesto

168 pág.

Este livro traz depoimentos de mulheres lésbicas e bissexuais de várias idades, profissões e classes sociais. Os temas são variados: relações familiares, juventude, religião, trabalho e preconceito. Trata-se do relato vivo da experiência de cada uma dessas mulheres, que deixaram todo o conforto emocional do mundo convencional para viver a dura vida de homossexual em um país tipicamente machista.


A AUTORA
Edith Modesto

É mestre e doutora em Semiótica Francesa pela Universidade de São Paulo (USP) e lecionou durante mais de 25 anos em faculdades de Jornalismo. Pesquisadora da diversidade sexual, já publicou três livros sobre o assunto: Diversidade sexual na escola – Uma metodologia de trabalho com adolescentes e jovens, Vidas em arco-íris – Depoimentos sobre a homossexualidade e Mãe sempre sabe? Mitos e verdades sobre pais e seus filhos homossexuais e Entre Mulheres (Edições GLS, 2009).

Além de fundadora e presidente da ONG GPH – Associação Brasileira de Pais e Mães de Homossexuais, é idealizadora do Purpurina – projeto sociocultural para adolescentes e jovens LGBTS de 13 a 24 anos – e colabora com diversos projetos de educação para a diversidade, oferecendo também palestras para psicólogos, profissionais da saúde e militantes.


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UM LANÇAMENTO



domingo, 1 de fevereiro de 2009

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Madame Freud
























Madame Freud: um retrato íntimo
e revelador do pai da psicanálise
pelo olhar de sua esposa

de Nicolle Rosen

214 páginas

“Queria compreender por que renunciei, por toda minha vida, a pensar por mim mesma, a decidir meu destino. Por que me devotei completamente a uma vida e à execução de uma obra que não eram minhas.”

Essas são as questões que se impõem a Martha, a viúva de Sigmund Freud, ao longo da correspondência que, no fim de sua vida, na solidão de seu exílio em Londres, ela troca com uma jornalista americana.

Ao confiar a essa estrangeira a narrativa de sua existência, Martha passa a ver sob uma nova luz os 53 anos passados à sombra do grande homem. Aquela que os biógrafos de Freud retrataram como a melhor das esposas percebe, pouco a pouco, a medida de sua submissão. Devia aceitar apagar-se ao lado do marido, diante da irmã e da filha caçula? Era preciso, para agradá-lo, que ela renunciasse à sua religião? Nicolle Rosen, escritora e psicanalista francesa, dá voz a quem sempre se conformou com o silêncio, permitindo que Martha se deite pela primeira vez no divã.

Passando a palavra a Martha, este livro faz dela uma testemunha privilegiada da vida de Freud em primeiro lugar – de quem ela traça um retrato sem complacência –, da invenção e do desenvolvimento da psicanálise e ainda de um tempo que viu mudar a face do mundo. Pouco a pouco, vai-se revelando o ego gigantesco de seu marido, que se ressentia da menor demonstração de autonomia por parte de seus alunos e familiares. Mas este livro é, antes de tudo, um trabalho de memória, comparável à psicanálise, que permite ao sujeito enfim falar de si.


Na verdade Marta Freud entra para a história por ter renunciado a quase tudo, principalmente a si mesma, às suas convicções, à sua crença religiosa (era de família judaica), à sua capacidade intelectual de debater com o próprio marido sobre o que ele ia descobrindo –no momento que nascia a psicanálise.

O jargão é que por detrás de um grande homem está sempre uma grande mulher. Tendo crescido no seio de uma ortodoxa família judaica, viveu um apaixonado noivado como Freud descobrindo mais tarde os seus ciúmes obsessivos e a frieza com que se concentrava no trabalho. Ela será sempre a esposa.Martha casou com Sigmund Freud em 1886.

A AUTORA

Nicolle Rosen, romancista e psicanalista francesa, procura a voz de quem sempre se conformou ao silêncio. Pelo seu olhar conhecemos também um outro Sigmund Freud.

um lançamento da

sábado, 8 de novembro de 2008

Ciência e jornalismo

Ciência e jornalismo
Da herança positivista ao diálogo dos afetos

de Cremilda Medina

Coleção: Comunicação
120 pág.

As marcas do paradigma positivista estão presentes no trabalho do cientista e do jornalista. Mas as competências técnicas de ambos passaram por crises nos respectivos paradigmas, provocadas por mudanças de visão de mundo que eclodiram no século XX. As certezas e princípios que determinavam relações verticais e unidirecionais sofreram abalos profundos nos contextos democráticos e no crescente acesso aos meios de comunicação social.

Para melhor perceber a impregnação da herança do século XIX, Cremilda Medina recorre a algumas das principais fontes – Auguste Comte, por exemplo – e mostra, com base nelas, que as práticas profissionais e as metodologias científicas ainda enfrentam os impasses desse legado. A linguagem dialógica que a autora pesquisa há mais de quatro décadas articula, em seu 13º livro, reflexão teórica com prática narrativa.

O pensamento da autora invoca, na essência, outra maneira de estar no mundo em oposição à técnica tradicional da entrevista ou da observação dos fenômenos contemporâneos. O leitor, por sua vez, é convidado a partilhar a construção do texto: a todo momento temas envolventes vêm à tona, salientando o laço democrático entre ciência, sociedade e comunicação social.

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