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domingo, 12 de abril de 2015

Bixiga 70 lança terceiro disco no Sesc Pompeia dias 16 e 17 de abril


Revelação da cena instrumental brasileira apresenta as músicas de seu novo trabalho, que conta com o patrocínio do Petrobras Cultural
Após dois anos com a turnê do seu segundo álbum, a big band Bixiga 70 faz show nos dias 16 e 17 de abril, na Choperia do Sesc Pompeia, às 21h30. A apresentação marca o lançamento do seu terceiro trabalho,  que traz o mesmo nome da banda paulistana, assim como os dois discos anteriores.
Gravado em agosto de 2014, o “Bixiga 70”(2015),  diferentemente dos lançados anteriormente, foi inteiramente concebido dentro do estúdio em um processo coletivo de composição e arranjos sem idéias pré-concebidas, preservando ao máximo a liberdade criativa do conjunto. Em termos de sonoridade, o disco é um aprofundamento das raízes da banda que remetem aos pontos de candomblé, à música malinké do oeste africano, hip hop, funk latino, cena Black Rio dos anos 70 e à música de rua dos carnavais brasileiros, das ruas de São Luís do Paraitinga às ladeiras de Olinda. Auto-entitulado, o disco completa a trilogia com os primeiros álbuns na busca de um som único, atual, urgente e dançante, que só poderia ser produzido hoje numa megalópole em ebulição constante como São Paulo. 
Para o show na Choperia do Sesc Pompeia, o grupo apresentará um repertório recheado de canções inéditas do novo disco, “Bixiga 70” (2015), além de hits dos trabalhos lançados em 2011 e 2013. Selecionado pelo edital do Petrobras Cultural, o novo disco foi produzido pela big band no estúdio Traquitana, casa do Bixiga 70, mixado por Victor Rice e masterizado pelo produtor francês Grant Phabao, do coletivo Paris DJs.
A música do Bixiga 70 é alegre e festiva, marcas características da mistura de ritmos explorada pelo grupo,  porém com inovação e qualidade musical da produção parceira de seus integrantes. A influência do afrobeat – citada nas boas críticas do primeiro disco, de 2011, e no segundo, de 2013, – agora se dilui num mar de referências. O Bixiga, afinal, é o mundo inteiro.

Para escutar o disco: http://www.bixiga70.com.br/

terça-feira, 17 de março de 2015

Superloft apresenta: Lucas Santtana lança novo clipe e faz show exclusivo dia 22 de março



No próximo dia 22 (domingo), às 20h, Lucas Santtana faz show de lançamento do seu novo clipe “Diary of a bike” (https://www.youtube.com/watch?v=yFn7oJSUh9M ), no Superloft. Acompanhado de Caetano Malta (guitarra, baixo e MPC) e Bruno Buarque (MPC, IPad,bateria,efx), Lucas Santtana (Voz, guitarra, Cavaco, baixo,sinth e monome) toca as faixas do seu recente trabalho, “Sobre noites e dias”,  e revisita algumas de suas canções mais conhecidas, como “Lycra Limão”, "Cira Regina e Nana” e “Se pá ska SP.  
O single “Diary of a bike” é uma das faixas do sexto álbum do músico brasileiro, “Sobre Noites e Dias” , e a segunda a ganhar um clipe. Com cenas filmadas em São Paulo, Paris e Amsterdam, a música traz Lucas Santtana cantando em inglês e o rapper francês Féfé soltando a voz em francês. David Pacheco e Gabriel Froment assinam a direção do trabalho.

Na ocasião, Lucas recebe o músico Thiago França e grava cenas do seu primeiro DVD, a ser lançado no segundo semestre.

Serviços:
Lucas Santtana - Lançamento do clipe “Diary of a bike”,
Local: Superloft
Endereço: Rua Cardeal Arcoverde, 2926, Pinheiros
Horário: 20h
Valor dos ingressos:  R$ 30 (inteira)/ R$ 15 (meia)

Escute o disco:


Assessoria de Imprensa Lucas Santtana
Titita – Patrícia Dornelas
 (11) 99365 0944
Sobre o disco:
As cordas do quarteto Oslo Strings repetem-se lentamente sobre uma sequência de acordes, como um tear mecânico que programa uma matriz sonora hipnótica. Lucas Santtana canta desde o primeiro segundo, sua voz manhosa e quieta de bom baiano contrapondo-se ao tom épico criado pelas cordas. Canta em inglês, conversa com computadores, tablets e smartphones - “máquinas complexas, seres complexos”. Sobre as cordas surgem outros instrumentos - a linha de baixo de Caetano Malta, beats e efeitos sonoros disparados pelo produtor Bruno Buarque, synths conduzidos por Lucas, ruídos de Zé Nigro, o piano de Zé Godoy e o clarone de Juliana Perdigão vão se envolvendo à textura do quarteto até que a exatos dois minutos após o início da música Lucas pergunta-se sobre as dúvidas destes seres, que nos escravizam através do tempo. “Onde está o tempo humano?”, cobra o compositor sem afobação no momento em que “Human Time” se revela em toda sua grandiosidade.

Estamos entrando em um território de ficção científica, mas não há alienígenas, robôs ou dimensões paralelas. A jornada proposta por Lucas no início de sua conversa é estranhamente familiar, mesmo quando a atriz Fanny Ardant sussurra a letra em francês.. Ao nosso redor o brilho de telas que respiram como plantas cria uma redoma de futurismo tecnológico que parece dar o tom do disco, mas os beats vão se reduzindo a uma batida que nos remete a uma máquina de escrever e a música some de repente, ao contrário da forma que começou.

“Human Time”, no entanto, nos engana. Lucas Santtana não está falando do futuro, não está projetando nada para depois de amanhã. Não é ficção, nem científico. Ele está falando de hoje - e a segunda faixa de seu Sobre Noites e Dias, o “Funk dos Bromânticos” nos leva para o extremo oposto da canção anterior. Cantada em português, é um funk carioca como seu título entrega. Mas que cordas são essas, arranjadas pelo próprio Lucas? E esses timbres de guitarra do Junix 11, de onde vêm? E esses tambores digitais tocados por Omulu e Daniel Haaksman? E linha do Seco Bass, que soa como um sapo? E a Camila Pitanga fazendo beatbox? Atéo s “bromânticos” do título - casal que transcende os gêneros no início do século 21, “ela não é gay, ele não é viado e não são mais classificados” - é tão alienígena quanto corriqueiro. Lucas está enfatizando as mudanças de nosso tempo e mostrando que por mais que os conceitos do mundo atual pareçam estranhos, eles são bem mundanos e conhecidos. Descemos da transcendência tecnológica para uma festa de beijos sem culpa.
E o disco segue apontando novos rumos. “Let the Night Get High”, apesar de seu título-refrão em inglês, é cantada em espanhol. Aqui sua banda básica - sua guitarra africana, o baixo firme de Caetano Malta e os efeitos rítmicos de Bruno Buarque - se junta ao sax endiabrado e à flauta eletrônica de Thiago França, numa jam session que desbrava a noite. O clima é tenso e audaz, marginal e íntimo. “Por que el drama?”, pergunta-nos com um sorriso malandro.
Lucas diz que Sobre Noites e Dias reúne crônicas do dia a dia, mas ele não está apenas contando pequenas histórias - ele vem flagrando as mudanças e transformações deste início de século, os paradoxos e contradições da vida pós-moderna e a forma como superamos estes dramas, assimilando-os à nossa rotina com a maior naturalidade.
É no miolo romântico de Sobre Noites e Dias, sobre paixões e relações, que ele se mostra mais cronista, mas nem por isso menos extravagante. A divertida “Montanha Russa Sentimental” é quase uma comédia romântica ou um seriado brasileiro em forma de canção - Lucas toca quase todos os instrumentos (deixa uma guitarra com Malta e chama o Do Amor Ricardo Dias Gomes para conduzir o baixo marcante) e fala de burilar smartphones, comprimidos ansiolíticos, romance de cinema - vida real, doce ilusão, pressão e solitude numa canção que começa com o soar do sino pavloviano do Whatsapp.
Na linda “Alguém Assopra Ela” - clarinete, oboé, flauta e fagote arranjados e regidos pelo maestro Letieres Leite, da Orquestra Rumpilezz) - ele canta um presente futurista de “´pontes feitas de aço”, “camisetas que mudam de cor” e “asfalto que absorve CO2” que não descarta “onda, barco, vento, vela”, ressaltando a introspecção. Oposta à ela vem a apaixonada “Partículas de Amor”, hit composto com Gui Amabis, que transforma o sentimento em um saboroso laboratório de transformações, conduzidas pela conversa do cavaquinho de Lucas com o violão de sete cordas de Luis Felipe de Lima e o baixo do paralama Bi Ribeiro.
“Diário de uma Bicicleta” encerra o miolo apaixonado do disco e o traz de volta para a rua, em um rolê de camelim de Lucas com o rapper De Leve pelas ruas do Rio. Lucas canta um refrão em inglês e deixa o MC de Niterói conduzir sua bicicleta em seu característico flow da zoeira. A marchinha “Mariazinha Morena Clara” chama novamente o sax de Thiago França e o clarone de Juliana Perdigão para juntar-se ao baixo de Marcelo Dworeki, a guitarra de Kiko Dinucci e o cello de Vincent Segal para um desfile jocoso que implora à sua musa para parar no Rio de Janeiro e deixar para lá a os camarões da Holanda de Van Persie ou a beleza da Tailândia.
Vincent, Juliana, Kiko e Thiago seguem acompanhando Lucas na faixa seguinte, a estranha e desconfiada “Blind Date”, cantada em inglês, em que os instrumentos comportam-se de forma mais climática que melódica ou percussiva, sublinhando a tensão de que “o amor pode ser uma armadilha”. O disco termina com uma balada clássica e pensativa: “Velhinho” foi composta com Rica Amabis e o produtor do Instituto que toca piano ao lado da guitarra de Maurício Tagliari e do baixo de Klaus Senna. Juntos parecem desfiar a textura musical à base da repetição, fazendo o movimento contrário das cordas de Oslo no início do disco.
Sobre Noites e Dias se desfaz ao mesmo tempo em que conclui suas elocubrações sobre as transições e contradições de nossa era - homem x mulher, natureza x tecnologia, realidade x ilusão, sentimento x ciência, rua x apartamento, carro x bicicleta. Até a forma como o disco muda de clima entre uma canção e outra é próprio desse nosso cotidiano shuffle, mas aprendemos a conviver com isso. E é isso que Lucas comemora ao saudar a fase de transição da noite para o dia ao final do álbum: “Madrugada, vem caminhar fria e calma, traz o destino”, pedindo, finalmente para, brindar “a alma desse teu velho 
“Agora jovem consigo” não é apenas uma conclusão, mas um convite para todos nós.
Alexandre Matias

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Juçara Marçal, Leo Cavalcanti e Verônica Ferriani participam do “Baile Muitos Carnavais” no Sesc Pinheiros


Músicos celebram o carnaval inspirados nas músicas de Caetano Veloso


“Muitos Carnavais”, coletânea lançada em 1977, traz músicas compostas por Caetano Veloso em uma homenagem ao carnaval e seus personagens. Com marchinhas e frevos que encantam os bailes e carnavais de rua.
                       
Nos dias 14 e 16 de fevereiro, o Sesc Pinheiros recebe o “Baile Muitos Carnavais”. Os três dias de folia, seguidos pela quarta-feira ingrata, serão festejados no melhor estilo. Leo Cavalcanti, Verônica Ferriani e Juçara Marçal cantam e exaltam a obra de Caetano.

Na direção musical está NABASE, núcleo criativo de produção musical dos músicos Décio 7 (Bixiga 70) e Gui Held (Criolo, Mariana Aydar, entre outros). Clássicos que atravessam gerações, como “A Filha da Chiquita Bacana”, composta em referência a marchinha de João de Barro (sucesso no carnaval do final dos anos 40), “Chuva, Suor e Cerveja” e “Atrás do Trio Elétrico” fazem parte do repertório. Além dessas músicas, o trio  canta outros hits de Caetano Veloso, como “Massa Real” e “Deixa Sangrar”.


Serviços:
Local: Sesc Pinheiros
Dias e horários: 14 de fevereiro (sábado), às 19h30
                           16 de fevereiro (segunda), às 16h

Ingressos: Grátis

Duração: 90 min

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Bixiga 70 representa Brasil no Festival GlobalFEST em Nova York

Entre 10 e 17 de janeiro a banda instrumental Bixiga 70 faz uma série de shows em Nova York (EUA). Sensação da nova safra da música instrumental brasileira, a banda foi uma das atrações do GlobalFEST, festival de world music que integra a programação da APAP (feira americana de negócios musicais).

A apresentação aconteceu no último sábado, dia 11 de janeiro, no Webster Hall. Além do show no GlobalFEST, os músicos tocam no Joe's Pub, Nublu e NYCT Tropical Warm Up.

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Festa "Sexta Básica" apresenta: Céu e Orquestra Brasileira de Música Jamaicana no Grand Metrópole dia 24 de outubro

24 | outubro
OBMJ e Céu na @Sexta Básica


Chegou a quarta edição da Sexta Básica SP  e essa vai ser pra tacar fogo na fogueira da alegria!

Prepare o coração e garganta, pois o gingado vai enfumaçar a pista do "Sexta Básica",na sexta (24). A quarta edição da festa tem como palco, o lindo salão do antigo Cine Metrópole, no centro de São Paulo.

Dessa vez convidamos a cantora Céu interpretando o famoso disco de Bob Marley , "Catch a Fire", e canções do álbum "Caravana Sereia Bloom". 

Além de Céu,  convocamos  a turma engravatada da OBMJ – Orquestra Brasileira de Musica Jamaicana. A OBMJ interpreta clássicos da música brasileira numa mistura dos ritmos da Jamaica (ska,rocksteady e early reggae).

 
24 de Outubro (SEXTA)
Local: GRAND METRÓPOLE - Av. São Luis 187 - Centro (entrada lateral Galeria Metrópole)
Abertura da casa: 23H
Lote 1 Antecipado -R$ 30 
Lote 2 Antecipado - R$ 40 
Lote 3 Antecipado - R$ 60 

Na porta, sujeito a disponibilidade
Capacidade: 1500 pessoas

Não recomendado para menores de 18 anos.

A casa aceita todos os cartões, exceto a bandeira Elo, dispõe de chapelaria, e área aberta para fumantes.

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

domingo, 31 de agosto de 2014

Tatá Aeroplano mostra o seu segundo disco na Casa do Mancha dia 9

Tatá Aeroplano mostra o seu segundo disco na Casa do Mancha dia 9

Apresentação faz parte da turnê de lançamento do álbum “Na Loucura e Na Lucidez”

O compositor e “front –man” das bandas Cérebro Eletrônico e Jumbo Elektro, Tatá Aeroplano,  acaba de lançar o seu segundo CD, “Na Loucura e Na Lucidez”. No próximo dia 09 de setembro, o músico toca na Casa do Mancha, às 21h.

Neste segundo projeto, o paulista reafirma que o melhor é sempre registrar as ideias. E é nessa mistura de criação por impulso  com disciplina que Tatá narra as crônicas de amor e as histórias da noite de São Paulo.

O show que Tatá apresenta, é baseado no novo disco, “Na Loucura e Na Lucidez”, em que a produção de Dustan Gallas e Junior Boca, mesmo time que gravou e produziu seu primeiro álbum, deu o tempero necessário a um trabalho autoral e criativo.  Além dos produtores, nomes como Bárbara Eugênia, Meno Del Picchia, o poeta arrudA e Alan Brasileiro, este com composição recebida através de contato na fanpage do artista, realizam belas parcerias no disco.

“ "Na Loucura e Na Lucidez " é o fim e o começo do amor, a dor do fim de um relacionamento ... Quando se percebe que não há nada a fazer, a não ser se jogar no abismo da loucura para curar as chagas do amor, voltar a lucidez e recomeçar tudo de novo.”, afirma Tatá Aeroplano.

Serviços:
Local: Casa do Mancha
Endereço: Rua Felipe de Alcaçova- S/N
Dia: 09 de setembro
Horário: 21h
Informações: 11 3796 7981
Capacidade: 80 pessoas
Ingressos: R$ 20

sábado, 23 de agosto de 2014

Novo clipe de China, "Arquitetura de Vertigem", aborda questões sociais

Em 2010 China compôs a canção "Arquitetura de vertigem", depois de perceber o crescimento de grandes torres na cidade do Recife. Quatro anos depois surgiu o movimento ocupe estelita, onde os cidadãos recifenses foram para as ruas protestar contra o projeto "novo recife" capitaneado por grandes construtoras da cidade que visavam destruir a área histórica do cais José Estelita, para a construção de 12 torres comerciais e residenciais.
China, que desde o início está engajado com o movimento ocupe estelita, divulgando fotos, vídeos e matérias de jornais, passou um dia na ocupação ajudando e acompanhando a vivência dos bravos recifenses que ocuparam a área do cais José Estelita. Depois desse dia, o artista resolveu fazer um clipe para colaborar com mais afinco com o movimento, e veio a idéia de pedir imagens aos vários cineastas e ativistas que registraram todo o processo de ocupação e também a crueldade da polícia militar para retirar as pessoas que ali estavam.
Com direção de Pedro Escobar e Pedro Vitor Ferraz, o clipe conta com imagens cedidas por Pedro Severian, Marcelo Pedroso, Chico Ludemir, Rafael Reines entre outros que permaneceram registrando imagens da ocupação desde seu início.
Assim nasceu mais um clipe colaborativo de China, mas em vez de ter imagens para emoldurar a sua canção, esse clipe serve para alertar as pessoas de todo o Brasil que somos capazes de mudar e colaborar com os rumos que as cidades brasileiras estão tomando. Discutir a cidade com as pessoas que habitam nela, é isso o que a ocupação do José Estelita pretende, e esse clipe funciona como forma de apoio e gratidão a todos os cidadãos que deixaram suas casas para mudar e questionar os rumos da cidade.
"Arquitetura de vertigem" faz parte do novo álbum de China, Telemática, que será lançado no início de setembro.

Direção:
Pedro Escobar e Pedro Vitor Ferraz
Edição: Bersa Mendes
Produção Raíssa Ebrahim
Imagens: Pedro Escobar, Pedro Vitor Ferraz, Pedro Severian, Marcelo Pedroso, Chico Ludemir, Rafael Reines entre outros.
Seguem infos do clipe...
Texto inicial: Otto Lara Resende

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Leve Bixiga 70 para sua cidade

 

 

Contatos

SHOWS
Verdura Produções Culturais
+ 55 11 3031.6431
www.verduraproducoes.com

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

''Sobre Noites e Dias'' novo disco de Lucas Santtana.




https://go.madmimi.com/redirects/1408033866-84b33d8dcde3069bc18d9e0311fb0929-b8b5147?pa=24465970130

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Wem, músico do Palavra Cantada, prepara lançamento do seu primeiro disco solo

Wem prepara lançamento do CD “Começo”



Representante de uma safra de músicos que são seduzidos pela experimentação de sons e novas texturas rítmicas, Wem segue em carreira solo com lançamento do seu primeiro álbum “Começo”, previsto para maio.
Engana-se quem pensa que o artista inicia carreira musical.  Wem é integrante do grupo Tiquequê, músico do Palavra Cantada e já realizou duas turnês autorais: “Brasileiro Sou Eu”, realizada após viagem pelo interior do país, onde o artista pesquisou músicas, festas e culturas locais, e “Tudo é tão Igual”, feito com uma loopstation e objetos do cotidiano.
Seus shows foram vistos por diferentes pessoas e nos mais diversos locais, como o SESC Pinheiros, a Bienal Internacional de São Paulo, o CCBB, a Virada Cultural e a participação na APEX, em Madri.
“Em seu primeiro trabalho, Wem conseguiu criar uma atmosfera moderna, atual, e ao mesmo tempo mostrar um pé firme no Brasil mais profundo” diz Beto Vilares, um dos produtores do CD. Além de Beto, o álbum conta com Chico Salem, Denis Duarte e Guilherme Kastrup na produção.
“Cada um dos produtores, com suas particularidades estéticas, contribuiu para a diversidade do disco”, afirma Wem.

Informações: www.wem-music.com

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Orquestra Brasileira de Música Jamaicana toca no aniversário da emancipação de Cubatão



Marcelo Jeneci e a  OBMJ apresentam as suas músicas no Parque Anilinas dia 09 de abril



Os sons da Jamaica povoam as apresentações da Orquestra Brasileira de Música Jamaicana (OBMJ). Com dois discos lançados, a big band paulistana conta com um repertório onde a influência dos acordes brasileiros se dilui em ritmos, como o ska, o rocksteady e o earlyreggae. Tocar os clássicos da música brasileira, nos estilos musicais jamaicanos dos anos 50, 60 e 70 é a proposta do grupo.



No próximo dia 09, às 15h, a OBMJ apresenta as músicas dos seus álbuns “Vol I “ e “ Vol II – O Baile Continua”, em show gratuito, no 65 aniversário da emancipação de Cubatão. Além da OBMJ, Marcelo Jeneci toca seus sucessos.



 A Orquestra Brasileira de música Jamaicana (OBMJ) formou-se a partir do encontro de Sergio Solfiatti (músico e produtor) e do trompetista Felippe Pipeta. Outros músicos se juntaram aos idealizadores da OBMJ, para formar a big band e interpretar os clássicos da música brasileira nos estilos musicais jamaicanos dos anos 50, 60 e 70.

A busca pela sonoridade da época, através dos arranjos e do tratamento dos timbres e efeitos, pode ser apreciada durante os shows ou escutando os discos da banda. Os arranjos executados pela bateria, baixo, guitarra e teclados seguem os preceitos da música encontrada na Jamaica, já os arranjos de sopro (trompetes, sax, trombone e flauta) são inspirados em uma linha mais orquestral e jazzística.

Com um repertório que vai de clássicos da música brasileira e segue por composições próprias, , a OBMJ faz o público dançar, através de um passeio ao som dos ritmos produzidos na Jamaica. Os temas instrumentais são frequentemente cantarolados pelo público, durante as apresentações, que segue o naipe de metais, dando voz as músicas executadas pela orquestra.



Serviços:

Data: 09 de abril

Shows:

OBMJ – 14h30

Marcelo Jeneci – 16h30

Local: Parque Novo Anilinas

Endereço: Av. 9 de abril, S/N – Cubatão

Entrada gratuita

sexta-feira, 28 de março de 2014

Dama do grafiti carioca, Anarkia Boladona, participa do "Dia do Graffiti no Bixiga" dia 30 /03

Grafiteiros de São Paulo invadem o “Dia do Graffiti no Bixiga” para pintar mural

Evento traz a dama do grafiti carioca, Anarkia Boladona, como convidada.
Nesse domingo (30), o bairro do Bixiga recebe a 8ª edição do “Dia do Graffiti no Bixiga”. O evento conta com a participação de grandes nomes do grafiti paulistano, como: Prozak, Simone Siss, Cesar Profeta, Titi Camelós, 9Polar e Celso Gitahy. Além desses artistas, a famosa dama do grafiti carioca, Anarkia Boladona (Panmela Castro), participa como convidada especial.
O tradicional mural de 12m X 7m, localizado na rua Santo Antônio, ganha nova roupagem, através do trabalho coletivo desses artistas. A curadoria artística é do artista plástico Celso Gitahy.
Programação do “Dia do Graffiti no Bixiga”:
12h – inicio da pintura do mural
13h – Capoeiras da Bela Vista
14h – Escola de Samba Vai–Vai
15h - Sarau Suburbano Convicto
16h – Novolhar Break

16h30 – MC Sombra
18h – Zebrabeat (Pará)
19h – Bixiga 70
21h - Festa no Mundo Pensante com Nomade Orquestra


Discotecagem: DJs Paulão e Ramiro Z
Mestre de Cerimônia: Tubarão
Local: Rua Treze de Maio, 70 - Bixiga, SP
Data: 30 de março
Preço: Grátis (evento na rua)  / Festa na Mundo Pensante  R$10
Informações: 
diadograffitinobixiga.wordpress.com

Apoio:
Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, Estúdio Traquitana, Verdura Produções, Stencil Brasil, Mundo Pensante, DGT Filmes, Sarau Suburbano, Bixiga 70, Escola de Samba Vai-Vai, , Casa do Mestre Ananias e Capoeiras da Bela Vista, Mc Sombra, Zebrabeat Afro-Amazônia Orquestra, Nomade Orquestra, MZK, Tubarão, DJs Paulão e Ramiro Z, Centro de Memória do Bixiga, Cantina Conchetta, Coletivo SoulArt, Colex, Ação Educativa e Novolhar.

segunda-feira, 17 de março de 2014

MÚSICA - Instrumental dançante da Banda Bixiga 70 na CAIXA Cultural Curitiba









Instrumental dançante da Banda Bixiga 70 na CAIXA Cultural Curitiba
Show traz repertório com influências do jazz, da música brasileira, do soul e do funk, entre outras referências da big band paulistana

A CAIXA Cultural Curitiba apresenta, de 21 a 23 de março, show da banda Bixiga 70, big band brasileira formada a partir da união de dez músicos da cena paulistana. No repertório com músicas do segundo disco, lançado em setembro do ano passado, a influência do afrobeat se dilui em inúmeras referências – do terreiro de candomblé, passando pelo reggae e as dinâmicas jazzísticas, até o Pará e a Etiópia. No dia 22, às 17 horas, Cuca Ferreira ministra palestra com o título “O Trajeto Internacional do Bixiga 70 – Via de Mão Dupla”. Os ingressos para a palestra são gratuitos e poderão ser retirados a partir das 16h.

Estão lá o solo de trompete de Deixa a Gira Girá (ponto de candomblé já adaptado pelo trio baiano Os Tincoãs, em 1973); a bateria demolidora de Ocupaí; a guitarra misteriosa de 5 Esquinas; o sintetizador futurista de Kriptonita; e, o lamento coletivo da saideira Isa. Sem título, como o primeiro, o disco é totalmente independente e conta novamente com a mixagem de Victor Rice e a arte de MZK.

Sobre a banda:
A banda Bixiga 70 foi criada por dez músicos que se uniram em um processo coletivo no estúdio Traquitana, localizado à Rua 13 de Maio, 70, no bairro do Bixiga – daí o nome da banda. São eles: Décio 7 (bateria), Marcelo Dworecki (baixo), Cris Scabello (guitarra), Mauricio Fleury (teclado e guitarra), Rômulo Nardes (percussão), Gustávo Cék (percussão), Cuca Ferreira (sax barítono e flautim), Daniel Nogueira (sax tenor), Douglas Antunes (trombone) e Daniel Gralha (trompete).

São músicos que acompanham artistas ou grupos como Rockers Control, Projeto Coisa Fina, ProjetoNave, Pipo Pegoraro, Anelis Assumpção, Emicida, Rodrigo Campos, Alzira E, entre outros, desejosos de explorar o território de fusão da música instrumental africana, latina e brasileira em composições próprias e versões de artistas como Luiz Gonzaga, Pedro Santos e Os Tincoãs.

O primeiro álbum do grupo, lançado no fim de 2011, figurou nas principais listas de melhores discos do ano de diversos veículos nacionais. As apresentações ao vivo, repletas de energia, renderam convites para realizar shows em festivais do Brasil como o palco principal da Virada Cultural de São Paulo em 2012, o Rec Beat 2012 e o Porto Musical 2013 em Recife, o Nova Consciência em Campina Grande, o Festival de Inverno de Garanhuns, entre outros.

Ainda em 2012, o coletivo participou do festival de afrobeat Felabration em Amsterdam, na Holanda, ao lado de figuras como Tony Allen, Jungle By Night e Woima Collective. Em julho de 2013, a banda fez nova turnê pela Europa, apresentando-se em festivais como o renomado Roskilde Festival “(Roskilde, Dinamarca) e no “Aux Heures d'Eté” (Nantes, França).



Serviço:
Música: Banda Bixiga 70
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba (PR)
Data: de 21 a 23 de março de 2014 (de sexta-feira a domingo)
Hora: sexta-feira e sábado, às 20h, e domingo, às 19h
Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (meia – conforme legislação e correntista CAIXA)
Bilheteria: (41) 2118-5111 (Os ingressos começam a ser vendidos no dia 15 de março, sábado. De terça a sábado das 12h às 20h e domingo das 16h às 19h)
Classificação etária: Livre para todos os públicos
Lotação máxima: 125 lugares (2 para cadeirantes)

Mônica Agena (Moxine) e o Leela tocam no Bar Secreto dia 19 de março



Leela faz show no Bar Secreto dia 19/3

Mônica Agena, banda Moxine, e André Whoong são os convidados da noite



Há mais de uma década, o Leela está em evidência no cenário musical brasileiro. A veia indie-rock do grupo carioca conquistou uma importante e dedicada base de fãs pelo país, provando o seu prestígio como um dos grandes nomes do rock nacional.



Na próxima quarta, dia 19 de março, Bianca Jhordão (vocal e violão) e Rodrigo Brandão (guitarra, vocais e sintetizador) mostram novas músicas do álbum “Música Todo Dia” (2012), no Bar Secreto, às 23h. Durante a apresentação, o público confere, além das canções do terceiro disco, faixas que marcam a  trajetória do Leela, como “Te Procuro” e “Pequenas Caixas”.


A novidade é que a performance será costurada por bases eletrônicas, ao invés de um baterista orgânico, num novo formato de show.  O casal Bianca / Rodrigo convidam o baixista e guitarrista André Whoong para se juntar a eles nessa experiência musical.



O show conta com a participação de uma as melhores guitarristas brasileiras, Mônica Agena, líder do Moxine. Mônica canta "Make These Days" e "Hot December".


Bianca Jhordão e Mônica Agena também estão combinando uma versão para uma nova canção do Arctic Monkeys, banda inglesa que foi premiada no Brit Awards como o "Melhor Disco  do Ano" 2013. 


Serviço:

Show: Leela com participações de André Whoong e Moxine

Data: 19 de março

Local: Bar Secreto

Horário: 23h

Endereço: Rua Álvaro Anes, 97

Ingressos: R$ 20 consumo ( lista) / R$ 40 consumo (sem lista)

Informações: http://barsecreto.com.br/

Estacionamento: valet no local

Aceita cartões de crédito