"Eu me dei conta de que cada vez que um dos meus
cachorros parte, ele leva um pedaço do meu coração com ele. Cada vez que um
cachorro novo entra na minha vida, ele me abençoa com um pedaço de seu coração.
Se eu viver uma vida bem longa, com sorte, todas as partes do meu coração serão
de cachorro, então eu me tornarei tão generoso e cheio de amor como eles."
(Autor desconhecido)
quarta-feira, 26 de novembro de 2014
Urda - Nossa família aumentou
sexta-feira, 14 de novembro de 2014
quinta-feira, 4 de setembro de 2014
terça-feira, 2 de setembro de 2014
"No tempo das tangerinas"
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
domingo, 8 de setembro de 2013
segunda-feira, 1 de julho de 2013
sábado, 4 de maio de 2013
Trinados para o meu passarinho
Trinados para o meu passarinhode Urda Alice Klueger
88 paginas
Este é um livro, digamos, desavergonhadamente apaixonado, mostrando que o amor não tem tempo ou lugar. Um livro de flores e passaros , de amplos espaços, campos, e cheiros. Algo diferente mas harmonioso com estes tempos que deveriam ser de flores e luzes. (E.C.)
O tom sentimental da autora coincidiu com o início da florada dos ipês e com o início da primavera.A autora na ocasião do lançamento dizia que -“Vai ter muito suspiro, morango, muitas doçuras, muito martini com cereja”.
A reunião de crônicas românticas, “aquelas que a gente escreve quando está apaixonado”, conta Urda, não foi um projeto planejado. E a autora confessa que foi movida pelo sentimento “por um homem maravilhoso” ao escrevê-los. Movida pelo amor e pela inspiração, Urda escreveu mais de 40 crônicas.Algumas podem ser lidas semanalmente neste Suplemento Cultural.
UM LANÇAMENTO
quinta-feira, 2 de maio de 2013
SAMBAQUI de URDA ALICE KLUEGER
SAMBAQUIde URDA ALICE KLUEGER
245 Páginas
É com prazer que trazemos para nossos leitores o relançamento do romance da escritora e amiga Urda Alice Klueger, que muito tem colaborado com suas sugestões de textos e suas crônicas aqui no Suplemento Cultural.
É um romance que traz notas de rodapé e informa ampla bibliografia usada pela autora. A esmerada capa é de Johnny Kamigashima e a revisão de Daise Fabiana Ribeiro.
Sobre o livro, disse o historiador e escritor Viegas Fernandes da Costa:
Neste “Sambaqui”, resultado de uma cuidadosa pesquisa que a autora realizou por mais de dez anos em museus, bibliotecas, universidades e escavações arqueológicas, Urda nos mostra que ainda se é possível ousar e escrever o novo, e que há muito mais para se saber a respeito dos antigos povos que habitavam estas terras em que hoje construímos nosso presente.
A AUTORA
Urda Alice Klueger nasceu
em Blumenau, cidade onde construiu sua carreira literária. Historiadora
graduada e pós-graduada na Universidade Regional de Blumenau, é autora
de quase vinte livros entre romances, crônicas, relatos de viagens e
literatura infanto-juvenil, dos quais se destacam: “Verde Vale” (1979),
“No Tempo das Tangerinas” (1983), “Cruzeiros do Sul” (1992), “Entre
Condores e Lhamas” (1999), “No Tempo da Bolacha Maria” (2002) e
“Sambaqui” (2008). Militante dos movimentos sociais, Urda atua também
como editora e pesquisa a arqueologia do litoral de Santa Catarina. Foi
cronista dos jornais A Notícia, de Joinville, e Diário Catarinense, de
Florianópolis, e vivenciou ativamente a história cultural do Vale do
Itajaí nas últimas três décadas. UM LANÇAMENTO
Vale da Morte, o Contestado visto e sentido

Vale da Morte, o Contestado visto e sentido
de Nilson Cesar Fraga
Este livro já foi recomendado por este Suplemento Cultural, mas nunca é demais apresentar esta obra é um livro com relatos em primeira pessoa das viagens de campo que Nilson Cesar Fraga fez com seus alunos da UFPR e UNICURITIBA nesta primeira década do século XXI.
Vale da Morte: o Contestado visto e sentido - “entre a cruz de Santa Catarina e a espada do Paraná”
Da igreja que fica num morrinho, descemos de caminhonete até a planície do rio Santa Maria e paramos defronte a uma cerca de arame farpado que delimitava as terras, com a entrada feita por um arco de madeira flexível tirada das matas circunvizinhas.
Estávamos no coração de Santa Maria. A planície não era muito grande, mas caberiam uns mil casebres ou mais, além da praça e das igrejas. Porém o reduto não ocupava apenas esta área, ele seguia o vale e os morros.
Vi alguns pés de roseira e perguntei ao prefeito por que estavam ali e quem as plantou. Ele disse que aquele local era o cemitério do reduto. Jaziam ali, segundo se comenta na cidade, mais de quatro mil corpos, e diziam também que as roseiras foram plantadas em 1916, em homenagem a Virgem Maria Rosa, a Joana D’Arc do Sertão. Confesso que nunca havia imaginado que roseiras poderiam durar quase um século. Fotografei algumas e de perto se via o aspecto de antigas, rugosas e, em alguns casos, meio enferrujadas. Todas as roseiras de flores vermelhas.
O cemitério era um campo de gramíneas demarcado por um dos mourões colocados também em 1916. Para qualquer lugar que andássemos, estávamos pisando em mortos. (...)
Comecei a vasculhar o lugar. Tinha de achar maiores fragmentos do genocídio de Santa Maria. (...) Era o rio Lava Tripa. Tinha este nome desde os tempos das batalhas finais no reduto. O número de mortos era muito grande para ser enterrado durante os bombardeios federais, então os caboclos colocavam os corpos dilacerados pela munição naquelas águas geladas, montanas, para evitar a putrefação. Quando os bombardeios paravam, eles retiravam os corpos e levavam para o enterro no cemitério.
Enquanto os corpos jaziam sobre o leito gelado do rio, suas águas correntes faziam a limpeza das vísceras, o caldo vermelho seguia por quilômetros e todos podiam saber, pelo sangue na água, que muitos estavam morrendo em Santa Maria.
Há quem diga não ser o Contestado uma Guerra!"
O AUTOR
O AUTOR
Nilson Cesar Fraga

Graduação em Geografia (Licenciatura Plena) pela Universidade do Estado de Santa Catarina (1997), Graduação em Geografia (Bacharel) pela Universidade Estadual de Maringá (1999), MESTRADO em Geografia (Análise Ambiental e Desenvolvimento regional) pela Universidade Estadual de Maringá (2000) e DOUTORADO em Meio Ambiente e Desenvolvimento pela Universidade Federal do Paraná (2006). Atualmente é professor titular - Centro Universitário Curitiba - UNICURITIBA (ex-Faculdades Integradas Curitiba); Professor Assitente Doutor do Centro Universitário Franciscano do Paraná - FAE (Curso de Mestrado); Editor da Revista PerCurso - Sociedade, Natureza e Cultura e Revisor da Revista de Relações Internacionais; membro do Conselho Editorial da Geografar (Revista do PPGGeog/UFPR) e da Revista Virtual de Turismo (UFRJ). Professor do Programa de Pós-graduação em Geografia da UFPR (Mestrado e Doutorado). Tem experiência na área de Geografia, com ênfase na relação sociedade e meio ambiente, atuando principalmente nos seguintes temas: Geografia, Geografia Política, Turismo, Relações Internacionais, Direito e Educação. É consultor da Secretaria de Estado da Educação do Paraná - SEED/PR e das Secretarias de Educação de Curitiba e Colombo (PR) e consultor ambiental. É Professor de Pós-graduação na FAE e UFPR, em diversas áreas, tais como: turismo, arquitetura e urbanismo, história e geografia do Paraná, sociedade e meio ambiente, metodologia da geografia, análise ambiental dentre outras atividades.
UM LANÇAMENTO
sábado, 11 de fevereiro de 2012
VERDE VALE de URDA ALICE KLUEGER

VERDE VALE
de URDA ALICE KLUEGER
203 Páginas – 12ª edição –
indicado para todas as idades
Chega a sua decima segunda edição Verde Vale de URDA ALICE KLUEGER. Com o mesmo frescor de uma estréia este é um livro que com singeleza e sinceridade nos dá um perfil da colonização no sul do país. Ela é realmente uma "baita contadora de histórias".
Este livro é uma marca histórica: é a primeira vez que um livro de literatura, em Santa Catarina, atinge a décima - primeira edição. Sucesso absoluto desde a primeira edição, vejamos o que diz dele a poeta e jornalista Tânia Rodrigues:
“Urda escreve sobre gente. Fala de vida. De alegrias e sofrimento.De passado e de presente. Mas com o pé no futuro. Otimista. Otimismo é recorrente em Verde Vale. Ao contar a história da família Sonne, Urda Klueger vai revelando a vida na então Colônia Blumenau, com a precisão de um pintor realista e com a emoção de uma mãe que pari a primeira cria. Muito já se escreveu sobre a saga da imigração alemã no Vale do Itajaí. Mas creio que Verde Vale seja o único instrumento que consegue colocar o leitor no dia a dia de uma família alemã, que deixou a sua terra natal em busca de melhores condições para viver. Faz-nos abrir o coraçãopara compreender como e o quanto sofreu a gente de olhos claros.Dá pra sentir o peso do machado lanhando mata adentro. Dá pra se arrepiarcom a ameaça dos indígenas, que por sua vez também não compreendiam ainvasão que sofriam. E como não chorar com os imigrantes, saudosos dapátria que ficou distante ou alegrar-se como eles ao ver a terra arada, a mesa um pouco mais farta, a vida seguindo, mas com rumo certo? O futuro podia ser sonhado, enfim. Verde Vale é um livro cheio de vida. Em cada página, em cada detalhe, o sangue pulsa. Amores, paixões, medos, tragédias. A vida à margem de um grande rio. Feito ele, seguindo.”
UM LANÇAMENTO
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Vale da Morte, o Contestado visto e sentido

Vale da Morte, o Contestado visto e sentido
de Nilson Cesar Fraga
"Prezados e Prezadas,
saiu da gráfica na semana passada meu novo trabalho sobre a Guerra do Contestado. É um livro com relatos em primeira pessoa das viagens de campo que fiz com meus alunos da UFPR e UNICURITIBA nesta primeira década do século XXI. Pretendo fazer um lançamento e chamá-los para estar comigo e conhecer este trabalho. Isto deve acontecer no meu retorno de Cuba, ou seja, na segunda quinzena de maio. Primeiro lançarei em Curitiba, depois em Florianópolis e por fim em Blumenau, cidade da editora. Muitos dos meus alunos de Geografia, Turismo, História e outras áreas que comigo estiveram pelo Contestado se encontrarão nas páginas do Vale da Morte, o Contestado visto e sentido. Seguem os detalhes da contracapa, para que possam ter uma idéia do que encontrarão. Abraços.
Vale da Morte: o Contestado visto e sentido - “entre a cruz de Santa Catarina e a espada do Paraná”
Da igreja que fica num morrinho, descemos de caminhonete até a planície do rio Santa Maria e paramos defronte a uma cerca de arame farpado que delimitava as terras, com a entrada feita por um arco de madeira flexível tirada das matas circunvizinhas.
Estávamos no coração de Santa Maria. A planície não era muito grande, mas caberiam uns mil casebres ou mais, além da praça e das igrejas. Porém o reduto não ocupava apenas esta área, ele seguia o vale e os morros.
Vi alguns pés de roseira e perguntei ao prefeito por que estavam ali e quem as plantou. Ele disse que aquele local era o cemitério do reduto. Jaziam ali, segundo se comenta na cidade, mais de quatro mil corpos, e diziam também que as roseiras foram plantadas em 1916, em homenagem a Virgem Maria Rosa, a Joana D’Arc do Sertão. Confesso que nunca havia imaginado que roseiras poderiam durar quase um século. Fotografei algumas e de perto se via o aspecto de antigas, rugosas e, em alguns casos, meio enferrujadas. Todas as roseiras de flores vermelhas.
O cemitério era um campo de gramíneas demarcado por um dos mourões colocados também em 1916. Para qualquer lugar que andássemos, estávamos pisando em mortos. (...)
Comecei a vasculhar o lugar. Tinha de achar maiores fragmentos do genocídio de Santa Maria. (...) Era o rio Lava Tripa. Tinha este nome desde os tempos das batalhas finais no reduto. O número de mortos era muito grande para ser enterrado durante os bombardeios federais, então os caboclos colocavam os corpos dilacerados pela munição naquelas águas geladas, montanas, para evitar a putrefação. Quando os bombardeios paravam, eles retiravam os corpos e levavam para o enterro no cemitério.
Enquanto os corpos jaziam sobre o leito gelado do rio, suas águas correntes faziam a limpeza das vísceras, o caldo vermelho seguia por quilômetros e todos podiam saber, pelo sangue na água, que muitos estavam morrendo em Santa Maria.
Há quem diga não ser o Contestado uma Guerra!"
O AUTOR
O AUTOR
Nilson Cesar Fraga
Graduação em Geografia (Licenciatura Plena) pela Universidade do Estado de Santa Catarina (1997), Graduação em Geografia (Bacharel) pela Universidade Estadual de Maringá (1999), MESTRADO em Geografia (Análise Ambiental e Desenvolvimento regional) pela Universidade Estadual de Maringá (2000) e DOUTORADO em Meio Ambiente e Desenvolvimento pela Universidade Federal do Paraná (2006). Atualmente é professor titular - Centro Universitário Curitiba - UNICURITIBA (ex-Faculdades Integradas Curitiba); Professor Assitente Doutor do Centro Universitário Franciscano do Paraná - FAE (Curso de Mestrado); Editor da Revista PerCurso - Sociedade, Natureza e Cultura e Revisor da Revista de Relações Internacionais; membro do Conselho Editorial da Geografar (Revista do PPGGeog/UFPR) e da Revista Virtual de Turismo (UFRJ). Professor do Programa de Pós-graduação em Geografia da UFPR (Mestrado e Doutorado). Tem experiência na área de Geografia, com ênfase na relação sociedade e meio ambiente, atuando principalmente nos seguintes temas: Geografia, Geografia Política, Turismo, Relações Internacionais, Direito e Educação. É consultor da Secretaria de Estado da Educação do Paraná - SEED/PR e das Secretarias de Educação de Curitiba e Colombo (PR) e consultor ambiental. É Professor de Pós-graduação na FAE e UFPR, em diversas áreas, tais como: turismo, arquitetura e urbanismo, história e geografia do Paraná, sociedade e meio ambiente, metodologia da geografia, análise ambiental dentre outras atividades.
UM LANÇAMENTO
terça-feira, 16 de novembro de 2010
sexta-feira, 18 de junho de 2010
quarta-feira, 10 de março de 2010
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Trinados para o meu passarinho
Trinados para o meu passarinho
de Urda Alice Klueger
88 paginas
Este é um livro, digamos, desavergonhadamente apaixonado, mostrando que o amor não tem tempo ou lugar. Um livro de flores e passaros , de amplos espaços, campos, e cheiros. Algo diferente mas harmonioso com estes tempos que deveriam ser de flores e luzes. (E.C.)
O tom sentimental da autora coincidiu com o início da florada dos ipês e com o início da primavera.A autora na ocasião do lançamento dizia que -“Vai ter muito suspiro, morango, muitas doçuras, muito martini com cereja”.
A reunião de crônicas românticas, “aquelas que a gente escreve quando está apaixonado”, conta Urda, não foi um projeto planejado. E a autora confessa que foi movida pelo sentimento “por um homem maravilhoso” ao escrevê-los. Movida pelo amor e pela inspiração, Urda escreveu mais de 40 crônicas.
UM LANÇAMENTO
domingo, 8 de novembro de 2009
SAMBAQUI de URDA ALICE KLUEGER
SAMBAQUI
de URDA ALICE KLUEGER
245 Páginas
É um romance que traz notas de rodapé e informa ampla bibliografia usada pela autora. A esmerada capa é de Johnny Kamigashima e a revisão de Daise Fabiana Ribeiro.
Sobre o livro, disse o historiador e escritor Viegas Fernandes da Costa:
Neste “Sambaqui”, resultado de uma cuidadosa pesquisa que a autora realizou por mais de dez anos em museus, bibliotecas, universidades e escavações arqueológicas, Urda nos mostra que ainda se é possível ousar e escrever o novo, e que há muito mais para se saber a respeito dos antigos povos que habitavam estas terras em que hoje construímos nosso presente.
A AUTORA
Urda Alice Klueger nasceu em Blumenau, cidade onde construiu sua carreira literária. Historiadora graduada e pós-graduada na Universidade Regional de Blumenau, é autora de quase vinte livros entre romances, crônicas, relatos de viagens e literatura infanto-juvenil, dos quais se destacam: “Verde Vale” (1979), “No Tempo das Tangerinas” (1983), “Cruzeiros do Sul” (1992), “Entre Condores e Lhamas” (1999), “No Tempo da Bolacha Maria” (2002) e “Sambaqui” (2008). Militante dos movimentos sociais, Urda atua também como editora e pesquisa a arqueologia do litoral de Santa Catarina. Foi cronista dos jornais A Notícia, de Joinville, e Diário Catarinense, de Florianópolis, e vivenciou ativamente a história cultural do Vale do Itajaí nas últimas três décadas. UM LANÇAMENTO
HISTÓRIAS D’ALÉM MAR
HISTÓRIAS D’ALÉM MAR
de URDA ALICE KLUEGER
109 Páginas
Este é 15º livro da autora Urda Alice Klueger e segundo o escritor e Historiador Viegas Fernandes da Costa, que escreveu a sua apresentação -
Das suas andanças pela Europa, do seu encantamento com a culinária portuguesa e tantas outras coisas; são múltiplas as sensibilidades que Urda compartilha conosco nas suas histórias, levando-nos do riso às lágrimas, do divertimento à reflexão. Com ela andamos pelos boulevares franceses e experimentamos rebuçados portugueses, quase perdemos o trem em meio aos velhos Pirineus adormecidos. A todos os lugares somos levados pelas mãos da autora e mochileira, da mulher e historiadora Urda Alice Klueger, que costura suas lembranças, aventuras e impressões de forma leve, agradável e intensa”.
“Histórias d´além mar” é o quarto livro de crônicas da autora, já consagrada como romancista, e reúne histórias que tratam das suas viagens pela Europa e das suas preocupações com aquilo que nos acontece mais diversos pontos deste nosso planeta, publicadas em jornais e revistas do Brasil e do exterior. Um convite à boa leitura.
UM LANÇAMENTO





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