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terça-feira, 11 de novembro de 2014

A Árvore do Halloween de Ray Bradbury


A Árvore do Halloween
de    Ray Bradbury
Título Original:     The Halloween Tree
Tradutor:     Natalie Gerhardt

Páginas:     160
Formato:     16 x 23 cm


O MESTRE DA FICÇÃO CIENTÍFICA RAY BRADBURY ESCREVENDO PARA JOVENS

Na noite do dia 31 de outubro, em uma pequena cidade dos Estados Unidos, oito garotos vestem suas fantasias e saem às ruas em busca de “Gostosuras ou Travessuras”. Ao perceberem o desaparecimento de um nono integrante, o grupo decide explorar a casa mal-assombrada do outro lado da imensa ravina. Nos fundos da propriedade, eles descobrem uma gigantesca e magnífica árvore, repleta de abóboras de diferentes tons, formas e tamanhos. Em cada uma delas, há um rosto talhado. Eles nem imaginam o que estão prestes a conhecer.

A trama, por meio de metáforas e personagens históricos, dá uma aula a respeito desta data tão comemorada ao redor do planeta. Os jovens, na perseguição pelo amigo desaparecido, viajam pelo tempo, passando pelo Egito Antigo, pela Grécia dos filósofos, e pela Paris medieval, aprendendo as origens do Halloween, bem como o porquê do terror, das mortes e das assombrações associados a ele.




um lançamento





quarta-feira, 22 de outubro de 2014

O Destino (Vol. 8 As aventuras do Caça-Feitiço) de Joseph Delaney


O Destino (Vol. 8 As aventuras do Caça-Feitiço)
de Joseph Delaney
 

Título Original: The Spook s Destiny

Tradutor: Ana Resende



Coleção: As aventuras do Caça-Feitiço

Páginas: 288

Formato: 14 x 21 cm



  
A NOVA AVENTURA DA SÉRIE QUE CONQUISTOU MILHÕES DE AFICIONADOS EM TODO O MUNDO



O Caça-feitiço, Tom e Alice continuam fugindo da guerra no Condado e, desta vez, foram parar na Irlanda. Lá, Tom precisará enfrentar um grupo de magos ansiosos por banir o Caça-feitiço e seu aprendiz de suas terras e aumentar seus poderes malévolos.

Essa perigosa missão levará Tom até a Espada do Destino, uma lâmina com um lado obscuro e ávida por sangue... Será que essa nova arma dará a ele alguma chance na luta contra o Maligno?

Uma coisa é certa: para sobreviver, Tom precisará de treinamento, e somente Grimalkin, a feiticeira assassina, poderá ajudá-lo.

Será a batalha das trevas contra as trevas.

·     A série As aventuras do Caça-feitiço já vendeu mais de 100 mil exemplares no Brasil.


O AUTOR
Joseph Delaney mora em Lancashire, Inglaterra, com sua mulher. Tem três filhos e quatro netos. Sua casa fica no coração do território dos ogros, e em sua aldeia há um deles conhecido como Bate-Portas, enterrado sob a entrada de uma casa próxima à igreja. Acredite se quiser: a casa mal-assombrada emO aprendiz realmente existiu! Quando criança, Joseph morou numa casa assim, em Preston, onde tinha um pesadelo recorrente. No sonho ele se via sentado em um tapete na sala enquanto a mãe tricotava. Então, começava a sentir um frio sinistro e, do depósito de carvão no porão, subia uma sombra que o levava à força para o escuro. E o que era mais assustador... seus irmãos tinham o mesmo pesadelo! A casa foi demolida por causa disso; portanto, ele jamais poderá voltar lá.




LANÇAMENTO





quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Os portões de John Connolly

   

Os portões

de  John Connolly

Título Original:     The Gates
Tradutor:     Dênia Sad

Páginas:     304
Formato:     16 x 23 cm
  

Como todas as suas obras voltadas para o público jovem, John Connolly, em Os portões, apresenta uma história extremamente criativa, com uma linguagem típica dos jovens e várias citações literárias importantes, desde São Tomás de Aquino até a teoria quântica. Como o próprio autor afirma, “um livro precisa, acima de tudo, ensinar às pessoas amar a literatura”. Escrito para um público mais novo do que o de O livro das coisas perdidas, sua obra anterior publicada pela Bertrand, mas, da mesma forma, original, o livro possui várias citações e mensagens subliminares ao longo de toda a trama. Connolly, conhecido por sua criatividade mágica, consegue novamente produzir uma história diferente de todas as demais do gênero. Os portões é uma narrativa divertida e mágica de um menino de 11 anos que, ao lado dos dois melhores amigos e seu cachorro, precisa evitar que os demônios vindos do inferno dominem o planeta Terra. O título do livro refere-se às portas que se abrem para a saída dessas criaturas malignas.  John Connolly mistura fantasia, humor e ciência numa história arrebatadora, que prova que aprender também pode ser muito divertido. Com certeza, todo leitor vai se divertir com as notas de rodapé do autor.  “Demoníaco e sombriamente cômico, salpicado de ciência, história e notas de rodapé engraçadas sobre todos os assuntos, desde São Tomás de Aquino até a teoria quântica.” (Daily Telegraph) “Chocante!” (Jeffrey Deaver) “Connolly tem uma mente repleta de histórias fantásticas.” (O Estado de S. Paulo)
 




O AUTOR
John Connolly
nasceu em Dublin em 1968. É o autor irlandês mais conhecido pelo mundo na atualidade e o primeiro autor não americano a ganhar o prêmio US Shamus.



Lançamento










terça-feira, 5 de novembro de 2013

Namíbia, não! Texto teatral em um ato




Namíbia, não! 

Texto teatral em um ato

de Aldri Anunciação
Ano: 2012
Área: Literatura portuguesa

Edição:

Nº de Páginas: 159
Dimensões: 11 x 18 cm
Acabamento: Brochura
Peso: 220 g
Idioma: Português

Esta obra reúne texto, imagens de apresentações e fotos dos atores da peça Namíbia, não!, que marca a estreia de Aldri Anunciação como dramaturgo. Este texto logo se destaca por ser de ficção futurística, gênero não muito presente nos palcos, atraindo a atenção dos leitores e espectadores. Com bom humor e senso crítico, aborda a segregação racial: dois primos são surpreendidos por uma medida que determina que os cidadãos brasileiros com traços que indiquem ascendência africana devem ser capturados e devolvidos aos seus países de origem.

Aldri Anunciação conquista o Prêmio Jabuti de Literatura 2013, categoria Juvenil, pelo livro Namíbia,não!

Aldri Anunciação, com o seu livro Namibia Não!, é o vencedor do Prêmio Jabuti de Literatura 2013,categoria Juvenil. O resultado da 55ª Edição do Prêmio Jabuti foi divulgado hoje (17/10) e a cerimônia de entrega será realizada em São Paulo, dia 13 de novembro de 2013.

O Prêmio Jabuti de Literatura, um dos mais tradicionais da literatura no Brasil, contempla 27 categorias que vão de tradução e design gráfico de livros a temáticas específicas. Ao todo, foram avaliadas mais de 2 mil obras publicadas em 2012. No caso de Aldri Anunciação, a indicação (e agora premiação) foi para a categoria Literatura Juvenil, que considera o conteúdo da obra. Os critérios de avaliação na categoria em questão são: 1) construção de personagem e trama 2) ajuste para a idade a que se destina e 3) originalidade da ideia.

O livro foi oficialmente lançado na Bahia em março de 2012, após ganhar o Prêmio Braskem de Teatro 2011 de Melhor Texto. A obra foi adaptada para os palcos e contou com a direção de Lázaro Ramos, em estreia movimentada, em março de 2011, na Sala do Coro do Teatro Castro Alves, na Bahia. Vale lembrar que em dezembro de 2012, através de votação popular, o Portal R7 considerou este o Melhor Texto de Teatro do ano também.

Os melaninas acentuadas estão arrebentando! Desde a primeira lista dos indicados ao Prêmio Jabuti, Namíbia, Não! - o livro - foi simplesmente o mais votado. Para o resultado final todos os pontos foram zerados e os 10 indicados passaram por nova votação, na qual Namíbia, Não! e Aldri Anunciação sairam vencedores.

Em novembro deste ano será publicada a versão em alemão pela editora FischerTheater Verlag, com tradução do renomado pesquisador e brasilianista Henry Thorau (tradutor responsável, do português para o alemão, pelas obras de Nelson Rodrigues)


 LANÇAMENTO

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

DESTINOS de Aprilynne Pike



DESTINOS
de Aprilynne Pike


(Série Fadas #4)

    Depois de mais de um milhão de exemplares vendidos nos Estados Unidos e na Grã-Bretanha e figurar nas principais listas de mais vendidos em vários países, “Destinos”, quarto volume da Série Fadas, é a conclusão da saga de fantasia que conquistou fãs em todo o mundo. Laurel sempre achou que fosse uma garota comum de Crescent City, Califórnia. Ela nunca poderia imaginar que há um mundo mágico chamado Avalon e que, nele, ela é uma fada. Depois de descobrir sua natureza não humana e enfrentar inimigos perigosos que queriam assassiná-la, a protagonista terá que lutar ao lado de seus amigos para evitar que Avalon seja destruída. Ao mesmo tempo, um momento crucial se aproxima na vida da jovem: ela terá de decidir, de uma vez por todas, entre o amor do humano David e o elfo Tamani. Ao produzir uma teia unindo mitologia e realismo, Aprilynne criou uma série incrível, emocionante e absolutamente maravilhosa. E, em virtude do realismo criado por ela e da narrativa intensa, o leitor terá a nítida sensação de estar na mente de Laurel, habitando o mundo mágico de Avalon.






Lançamento



sábado, 19 de outubro de 2013

O pesadelo (vol. 7)


O pesadelo (vol. 7)

de    Joseph Delaney

Título Original:     The Spook s Nightmare
Tradutor:     Ana Resende


Coleção:     As aventuras do Caça-Feitiço
Páginas:     320
Formato:     14 x 21 cm

Com seis volumes que encantaram e conquistaram fãs ao redor do planeta, muitos se perguntaram: é possível que Joseph Delaney ainda consiga surpreender o leitor? O pesadelo é a resposta perfeita à indagação. Até hoje, ele é considerado um dos capítulos mais importantes de As Aventuras do Caça-Feitiço, a história que provocou a maior reviravolta na série. 
Após a viagem à Grécia, o cenário para O pesadelo é outra vez o Condado. Mas tudo mudou, e uma grande surpresa os aguarda: o que era para ser um simples retorno à terra natal se transforma em um pesadelo das maiores proporções. A fuga para a Ilha de Mona não sairá impune; afinal, o local não é deserto, e logo o trio descobrirá que há uma criatura nativa nada amigável.  
Além de um enredo sombrio e muita ação, As Aventuras do Caça-Feitiço tornou-se mania entre os jovens devido à qualidade de Joseph Delaney, que elaborou um rol de personagens bem-elaborados e um mundo mágico impressionante. 
Os títulos anteriores são: O aprendiz, A maldição, O segredo, A batalha, O erro e O sacrifício.

Lançamento



quarta-feira, 3 de julho de 2013

Reestréia do espetáculo Avenida Q será no dia 6 de julho

Atenção:

A reestréia do espetáculo Avenida Q

será no dia 6 de julho,

sábado, às 16h, no Teatro Sérgio Cardoso



Sucesso em todo o Brasil,

visto por mais de  200.000.00 espectadores,

musical volta a São Paulo

em curta temporada popular

AVENIDA Q

Estreia no dia 6 de julho,sábado, às 16h

Recomendação: 14 anos





Sucesso de crítica e público em cidades como em Londres e Nova Iorque, onde lota diariamente o Golden Teather desde 2.003, Avenida Q é um retrato irreverente e politicamente incorreto da sociedade contemporânea.



Apesar de apresentar no palco a interação entre bonecos e atores, ele é indicado, e até recomendado, para maiores de 14 anos, por abordar temas atuais, como: a descoberta do sexo e do amor, a homossexualidade, o desemprego, a navegação na Internet, especialmente em busca de pornografia, entre outros, vão dando vida a uma galeria de tipos que travam uma árdua luta pela sobrevivência, mas sem nunca perder o bom humor.



O personagem principal desta história é Princeton, um jovem recém formado, de olhos vivos e brilhantes, que tem pouco dinheiro e muitos sonhos.



Ele acaba indo morar na Avenida Q, endereço onde consegue pagar o aluguel, e acaba encontrando vizinhos receptivos: o casal de noivos Brian e JapaNeuza (ele desempregado e com sonho de ser comediante e ela uma psicóloga que não têm pacientes), Nick e Rod (companheiros de quarto, sendo que Rod guarda um grande segredo pessoal), Trekkie (um monstro viciado em internet), Katie (uma linda professora-assistente do jardim de infância) e o zelador Gary (Gary Colleman, um menino que fez sucesso na TV).



No desenrolar da história, Princeton se depara com as dificuldades que surgem no dia a dia e fica numa grande dúvida quanto ao rumo que deve tomar em sua vida


A História do espetáculo



Avenida Q começou sua carreira no circuito off - broadway, no Vineyard Theatre, em Março de 2003, onde ganhou opiniões entusiasmadas e foi prorrogada mais de quatro vezes.



Ganhou o Prêmio Lucille Lortel Outstanding New Musical em 2003, bem como uma nomeação para o prêmio Outer Critics Circle Outstanding Off-Broadway Musical. A carreira na Broadway, no Golden Theatre, começou em 11 de Julho de 2003 com as pré-temporadas e com lançamento em 31 de julho de 2003.



Em uma repetição das suas realizações em New York, durante o 2.004 TONY AWARDS em que ganhou, entre outros, o prêmio de Melhor Musical, em Londres Avenue Q bateu toda a concorrência e ficou com o Variety Club Award 2006. Anunciado em uma cerimônia no Hotel Savoy no domingo, 19 de novembro, o Prêmio foi recebido por todo o elenco.



Sucesso de crítica e público em diversas cidades como em Londres e Nova Iorque, onde lota diariamente o Golden Teather desde 2.003.







Serviço

Avenida Q

.Texto: Jeff Whitty

.Versão Brasileira Original: Claudio Botelho

.Direção Original: Charles Möeller

.Direção Geral: Christina Trevisan

.Direção Musical e Preparação Vocal: Adriano DiSidney

Elenco: Marilice Cosenza / Roberto Donadelli / Will Anderson /

Leandro Lacava / Carla Masumoto / Adriano DiSidney

Andreza Medeiros / Rafael Pucca / Marcos Lanza

Talitha Pereira / Andrei Presser

Reestreia: dia 6 de julho de 2013, sábado, às 16h.

Temporada: até 25 de agosto

Horários: quartas e quinta feiras às 21h

e  aos sábados e domingos, às 16h.

. Classificação etária: Indicado para maiores de 14 anos

. Duração: 2h15

Gênero: Comédia Musical

Capacidade: 856 lugares

. Preços: R$ 40,00 inteira e R$20,00 meia entrada

.Bilheteria do teatro: De quarta a domingo a partir das 14 hs até a hora do espetáculo

.Vendas antecipadas: De quarta a sábado das 14 ás 19 hs

Local: Teatro Sergio Cardoso – Sala Sergio Cardoso

Rua Rui Barbosa, 153 - Bela Vista - SP

(11) 3288 0136

Vendas pela Internet: Ingresso Rápido

www.ingressorapido.com.br

4003.1212

















FICHA TÉCNICA

AVENIDA Q

.Letras e Musicas

Robert Lopez e Jeff Marx

.Texto

Jeff Whitty

.Baseado na idéia Original de

Robert Lopez e Jeff Marx

.Versão Brasileira

Claudio Botelho

.Direção Original

Charles Möeller

.Direção Geral

Christina Trevisan

.Direção Musical e Preparador Vocal

Adriano DiSidney

.Coordenação de Manipulação de Bonecos

João Bresser

.Bonecos Concebidos e Desenhados por

Rick Lyon

.Cenário

Rogério Falcão

.Figurinos

Mareu Nitschke

.Iluminação Original

Paulo César Medeiros

.Designer de Som Original

Marcelo Claret

.Orquestrações

Stephen Oremus

.Vídeos

Renato Jabuka

O elenco do espetáculo musical Avenida Q,

para o Brasil, é composto por:

.Roberto Donadelli

(Princeton e Rod)

.Marilice Cosenza

Kate Monstra e Lucy De Vassa

.Jonathas Joba

(Brian)

.Leandro Lacava

(Nick e Trekkie Monstro)

.Carla Masumoto

(Japa Neusa)

.Adriano DiSidney

(Gary Coleman)

.Andreza Medeiros

(Ursinha do Mal, Trekkie Monstro / “Kate Monstro, Lucy De Vassa” (Swing)

.Rafael Pucca

(Ursinho do Mal / “Princeton, Rod” (Swing)

.Will Anderson

(“Brian” (Swing)

.Marcos Lanza

(“Trekkie Monstro / Nicky e Ursinho do Mal Azul” (Swing)

.Talitha Pereira

(“Japa Neusa / Ursinha do Mal / Dona Coisa Ruim” (Swing)

.Andrei Presser

(Teclado 01)

.Confecção Das Cabeças Gigantes

Fernando Gomes

.Confecção das Caixinhas Cantantes

LFC Bonecos

.Confecção do Inflável

Air Show

.Cenógrafa Assistente

Natália Lana

.Cenotecnico

André Salles e Equipe

.Cenotecnico - SP

Jorge Basto

.Produção de Objetos e Adereços

Natália Lana

.Pintura Cenográfica

Naira Santana

.Pintura Cenográfica - Manutenção - SP

Fabinho Nascimento

.Ilustrações de Plotagens

Barbara Lana

.Assistente de Figurino

Priscila Peliks

.Costureira – SP

Raimundo – Erivelto

.Visagismo

Beto Carramanhos

.Perucaria

Simone Momo

.Iluminador Assistente

Darhiel Souza

.Sonoplastia

Marcelo Claret

.Camareira

Rita Andrade

.Contrarregras

André Ferreira

Rogério Febraio

.Operador de Luz

Leandro Justino

.Operador de Som

Bruno dos Reis

.Microfonista

Felipe Marcondes

.Direção de Técnica

Giselle Said

.Programação Visual e Fotos

Erik Almeida

.Gestão Cultural

Via Cultura

.Assistente de Produção

Elis Braga

.Direção de Produção

Valdir Archanjo

Ubirajara Saide

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Bom de briga de Markus Zusak


   

Bom de briga

de  Markus Zusak   

Páginas:     208
Formato:     14 x 21 cm




Na continuação do sucesso O azarão, Markus Zusak apresenta o emocionante Bom de briga. Se no primeiro título o autor traz um romance de formação de um jovem incorrigível, infeliz consigo mesmo e com sua condição marginalizada, agora ele exibe dois irmãos em busca de um propósito na vida.

 Bom de briga retrata a evolução dos irmãos Cameron e Ruben Wolfe como seres humanos. No primeiro livro, a dupla estava sempre atrás de algo errado para fazer. Dessa vez eles entram no mundo das lutas amadoras de boxe, buscando independência para suas vidas. Enquanto Ruben mostra um talento nato para a coisa, o outro tenta apenas sobreviver.

 Tudo que é ruim é normal no dia a dia da família Wolfe: como os silêncios, as brigas, a pobreza, a mediocridade. Eles já se acostumaram com isso e sempre têm uma justificativa para tanto. Cameron, o mais novo, é o exemplo do jovem batalhador. Desde cedo apanha e se levanta, mostrando que o que importa não é a força da pancada, mas se você tem a força necessária para se reerguer.

 É interessante notar como Zusak intercala, dentro do mesmo capítulo, cenas do passado e do presente dos personagens, ressaltando a diferença dos seus sentimentos ao longo do tempo.



O AUTOR
Markus Zusak nasceu em 1975 em Sydney, Austrália. É filho de imigrantes e caçula de quatro irmãos. Passou a maior parte de sua infância jogando futebol e brigando com seus irmãos e amigos, mas começou a escrever aos dezesseis anos. Estudou na universidade durante quatro anos, mas estava mais preocupado com sua escrita. Vive em Sydney onde é professor em meio período.





Lançamento





 


segunda-feira, 27 de maio de 2013

A montanha prateada de Catherine Cooper



A montanha prateada

de Catherine Cooper


Título Original: Silver Hill
Tradutor: Maria de Fátima Oliva Do Coutto

Coleção: As aventuras de Jack Brenin
Páginas: 280
Formato: 16 x 23 cm




Leitura obrigatória para os fãs de aventura e magia

Após A Noz de Ouro e O Portal de Glasruhen, Catherine Cooper, autora vencedora do Brit Writers Awards, apresenta o volume mais esperado da série As Aventuras de Jack Brenin: A montanha prateada. Presente nas principais listas de mais vendidos da Inglaterra, a série já vendeu mais de 500 mil exemplares no Reino Unido.

Tentando equilibrar as exigências da sua vida “real” e as necessidades e obrigações que tem como O Eleito de um universo mágico, Jack Brenin precisará evitar sozinho que os últimos dragonetes restantes na Terra sejam assados em um banquete dos Spriggans. Usando seu Livro das Sombras como guia e com seus amigos Camelin, o corvo, e Timmery, o morcego, Jack parte para o ataque na montanha prateada.

Neste terceiro volume, Jack terá que explorar o seu potencial ao máximo, tomar atitudes maduras e decisões importantes, além de enfrentar enormes desafios para ajudar seus amigos e, por fim, resolver os problemas em Annwn.

Catherine criou uma história para todas as idades que fará com que os mais velhos e mais experientes sejam transportados à época de uma juventude já esquecida. A trama é bem-elaborada e rapidamente os leitores perderão as noções de tempo e espaço. Alguns dos ingredientes que tornam a obra tão especial são o senso de magia e o charme intrínseco à narrativa.

A série As aventuras de Jack Brenin já vendeu mais de 3 milhões de exemplares em todo o mundo.

Saiba mais em www.asaventurasdejackbrenin.com.br

A AUTORA
Nascida em Wellinton, Shropshire, Catherine Cooper foi professora primária durante 29 anos antes de decidir que adoraria escrever para crianças. Até o momento, publicou três livros que promoveu e distribuiu sozinha. O amor de Catherine por história, mitos e lendas e pela região rural de Shropshire ganham brilho graças a suas encantadoras histórias.


Lançamento










  

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quinta-feira, 11 de abril de 2013

As 13 Maldições - Michelle Harrison


As 13 Maldições -

de Michelle Harrison


As 13 maldições (Vol. 2)
Título Original:     The 13 Curses
Tradutor:     Carolina Selvatici 
Coleção:     Trilogia 13 tesouros
Páginas:     434
Formato:     16 x 23 cm
Editora:     Bertrand Brasil

  

Os 13 tesouros se tornaram 13 maldições

Com uma história repleta de fantasia e de mistério, As 13 maldições, de Michelle Harrison, chega como continuação ao sucesso do primeiro volume da série: Os 13 tesouros, vencedor do Waterstone's Children's Book Prize, uma das mais importantes premiações britânicas para livros infantojuvenis. No Reino Unido, as vendas dos títulos da autora já somam quase 300 mil exemplares. 

Tanya sempre foi uma garota diferente. Desde pequena ela consegue enxergar fadas. Não as que o leitor poderia imaginar, mas seres maus, que tentam lançar-lhe feitiços. São essas criaturas que sequestram o irmão da amiga de Tanya, Red, a qual jura trazê-lo de volta. Contudo, por estar presa em um reino mágico, ela aceita um acordo: seu irmão será devolvido, mas apenas se ela encontrar os berloques do bracelete da amiga, que foram espalhados pelo mundo humano.

As 13 Maldições é um livro diferente dos demais títulos do gênero, pois desconstrói vários dogmas criados há gerações, como a bondade das fadas. Para isso, Michelle Harrison utiliza conhecimento adquirido ao longo dos anos de estudo de clássicos, como os Contos de Grimm e As Crônicas de Nárnia, além de outros menos conhecidos.

Assim como em seu livro de estreia, Os 13 Tesouros, e primeiro título da trilogia de mesmo nome, Michelle entrelaça suspense e um conto de fadas belo e assustador, com um final surpreendente.

A CRITICA

“Uma sequência envolvente, deliciosamente sinistra e cheia de criaturas mágicas e terríveis.” (Kirkus Reviews)

“Um novo e interessante olhar sobre o mundo das fadas.” (School Library Journal)









quarta-feira, 27 de março de 2013

Contos de terror na Col. Graphic Chillers


Clássico criado por Gaston Leroux é a nova adaptação da coleção Graphic Chillers

Chega às livrarias o novo volume da série de terror em quadrinhos Graphic Chillers, organizada pela Editora Prumo. O Fantasma da Ópera, de Gastón Leroux, foi adaptado por Joeming Dunn e ilustrado por Rod Espinosa. Voltada para o público adolescente, a coleção tem o objetivo de proporcionar um primeiro contato dos jovens com literaturas clássicas.

Um dos contos de horror e amor mais famosos do século XX, O Fantasma da Ópera narra o triângulo amoroso entre a linda e talentosa cantora lírica Christine Daae, o frágil e apaixonado aristocrata Raoul de Chagny e o sinistro e obcecado gênio da música que habita os porões do teatro.

A história foi lançada em 1911 e recebeu críticas negativas. Só foi reconhecida como obra importante quando virou filme, tendo como astro o ator Lon Chaney. Em 1986, com a adaptação para um musical na Broadway, feita por Sir Andrew Lloyd Webber, a história do Fantasma da Ópera passou a ser mundialmente reconhecida.

Com desenhos detalhistas em estilo europeu, a obra mostra os detalhes da Paris do século 19 com belas ilustrações do Teatro e dos porões da cidade.

A série Graphic Chillers possui outros cinco títulos já lançados:

O Lobisomen - Col. Graphic Chillers
Autor: Stoker, Bram; Zornow, Jeff


e ainda  Drácula, Frankenstein, A múmia, O médico e o monstro . Os próximos lançamentos serão O homem invisível e A lenda do cavaleiro sem cabeça.

Rod Espinosa é criador, escritor e ilustrador de histórias em quadrinhos, nascido nas Filipinas. Tem trabalhado com publicidade, software e cinema. Atualmente ele mora em San Antonio, Texas, e produz HQs como Dinowars, Neotopia, Metadocs, Battle Girlz, Alice in Wonderland, e Prince of Heroes. Sua história em quadrinhos, Courageous Princess, foi indicada para o Prêmio Eisner, o mais importante do gênero. O desenhista é especializado em retratar figuras históricas da política norte-americana, bem como produzir recriações de clássicos da literatura mundial.

Gaston Leroux, o autor original, nasceu em Paris, na França, em 1868. Ao mesmo tempo em que trabalhava em um escritório de advocacia, escrevia seus primeiros ensaios e contos. Quando passou a exercer a profissão de jornalista, e viajou o mundo enviando notícias para a França, passou a produzir seus romances. O primeiro sucesso foi O mistério do quarto amarelo, mas foi O fantasma da ópera que se tornou sua obra mais conhecida, após virar filme em 1925. Leroux produziu uma extensa lista de obras, entre novelas, contos e peças teatrais.

Graphic Chillers é uma coleção de oito clássicos da literatura de horror adaptados para os quadrinhos. Os três primeiros títulos da série são Drácula, de Bram Stoker, Frankenstein, de Mary Shelley, e O Médico e o Monstro, de Robert Louis Stevenson. Será lançados ainda A Múmia de Bram Stoker.


UM LANÇAMENTO








sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

60 contos diminutos de Marilia Pirillo

60 contos diminutos

de Marilia Pirillo

 

•Dimensões:
14 x 21cm

•Nº de páginas:
64

•Cores:
2×2

•Tipo de Leitor:
Leitor Crítico


Sabe aquela história de quem conta um conto aumenta um ponto? Esqueça - Marilia Pirillo pois um fim nesse dito e em rapidas tecladas conta um , conta outro, conta sessenta. Um por minuto? Sei lá, mas como pilulas, drops, gotas frenéticas que tecem duvidas, intrigam, alegram, desorientam...E quem já sabia de tudo ao fim de um conto, acabou com um outro dito, o cujo, o tal da pulga atrás da orelha. Livro dela não tem orelha? Esqueça, relaxe e leia, releia, treleia para o prazer nunca acabar. (E.C.)


O LIVRO
60 contos diminutos são minicontos para ler a qualquer hora.
Textos curtos, rápidos, de poucas linhas. Recortes da realidade, pequenas histórias do cotidiano.
Contos de muitos espaços. Espaços provocadores, deixados ali de propósito porque algumas vezes muito mais interessante que mostrar é apenas sugerir e deixar ao leitor a tarefa de “preencher” as lacunas e entender a história por trás da história.
São 60 contos para fazer pensar, questionar, concordar ou discordar. Para imaginar diferente, se identificar, dar de ombros, detestar ou adorar.

A AUTORA
Marilia Pirillo
É gaúcha de Porto Alegre, nascida em 1969. Estudou Artes e se formou em Publicidade e Propaganda pela PUC-RS. Começou a carreira trabalhando com projeto gráfico, editoração e ilustração de revistas de atividades para crianças. Em 1995 ilustrou seus primeiros livros infantis. E em 1998, criou o Laboratório de Desenhos, estúdio destinado a fornecer ilustrações para o mercado publicitário e editorial. Em 2004, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde reside atualmente. Nos últimos anos tem se dedicado exclusivamente à ilustração de livros e à criação de textos para o público infantil e infantojuvenil. Para saber mais, visite o blog da autora em www.mariliapirillo.com

um lançamento




sábado, 15 de dezembro de 2012

Na teia do morcego de Jorge Miguel Marinho

Na teia do morcego

de Jorge Miguel Marinho


•Dimensões:
16 x 23cm

•Nº de páginas:
256


•Cores:
4×4



Quase um livro objeto, como muitos outras saidos das mãos dos editores da Gaivota e Biruta. Impactante, um livro jovem, pouco sisudo mas muito sério (E.C.)


Se o herói desta inquietante narrativa é ou não o mesmo Batman das histórias em quadrinhos, este é o grande desafio para o leitor. Será que o conhecido Cavaleiro das Trevas se mudou para o centro de São Paulo e, por razões íntimas, não pretende retornar a Gotham City?

Neste livro ele revela a sua máscara mais humana e vive uma aguda crise existencial: ser ou não ser herói. Pode ser ele o assassino de Abigail Aparecida Chaud ou qualquer um dos outros personagens que são flagrados por uma luneta cruel e formam um painel, vivendo na atmosfera agitada e penumbrosa de uma metrópole igualmente cruel. Jovens curiosos, velhos solitários, pessoas desvalidas, seres entusiasmados e tantos outros, todos eles são suspeitos do crime e vítimas da existência pelo simples fato de existir.

Quem narra é igualmente suspeito porque se esconde numa “teia” dos mais diversos meios de comunicação: cartas, diário, telefonemas, telegramas, internet, gravações, notícias de jornal, de rádio, de televisão e até uma ata de condômino. E o leitor não fica imune a esta trama tão estranha e tão familiar – é convidado e convocado a entrar na história e agir.



O AUTOR
Jorge Miguel Marinho
Cursou Letras e mestrado na USP, é professor de Literatura, coordenador de oficinas de criação literária, roteirista e ator. Pela Editora Biruta publicou os livros Uma História, Mais Outra e Mais Outra e Lis no Peito. Este último foi premiado em 2006 pela CBL com o Jabuti de melhor livro juvenil do ano e projeto gráfico, pela FNLIJ com o prêmio Orígenes Lessa de melhor livro juvenil do Ano 2006, e pela Biblioteca de Munique recebeu o Prêmio White Ravens 2006, e o Selo Altamente Recoméndavel da FNLIJ 2006. Publicou também pela Editora Biruta A Visitação do Amor, Na Curva das Emoções e A Maldição do Olhar em 2008.


um lançamento

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

O azarão - The Underdog de Markus Zusak


O azarão

Título Original:

de The Underdog 

Markus Zusak

Tradutora:
Ana Resende 
 Páginas:
176
O LIVRO

Este é na verdade o romance de estría de Markus Zusak . Antes de tornar-se mundialmente conhecido, Markus Zusak escreveu uma trilogia de sucesso que somente agora está sendo publicada no Brasil. O primeiro título chama-se O azarão. Fãs de A menina que roubava livros não podem deixar de ler os romances que iniciaram a carreira estelar desse autor.

Narrado em primeira pessoa, o livro apresenta a história de Cameron Wolfe, um garoto de 15 anos perdido na vida e que vive às turras com a família. Trabalha com o pai encanador e sua mãe está sempre brigando com os filhos. Todos moram juntos numa casa pequena.

Steve é o mais velho e mais bem-sucedido. Sarah é a segunda, e está sempre dando uns amassos com o namorado. Rube é o terceiro e o mais próximo de Cameron. Os dois, além de boxeadores amadores, vivem armando esquemas para roubar lojas e outros locais do tipo. Contudo, os planos nunca saem do papel.

Uma história sobre a vida e sobre as lições que dela podem ser tiradas. Um romance de formação que exibe um jovem incorrigível, infeliz consigo mesmo e com sua vida.

“Tento ser humano em minha escrita. Comecei a escrever porque era o caminho natural. Durante o ensino médio eu era muito introvertido. Sempre tinha histórias na cabeça. Então, comecei a escrevê-las.” (Markus Zusak)

A CRITICA
“Os leitores irão amar e admirar os personagens desse livro que é um tesouro.” (New York Times)
O AUTOR

Markus Frank Zusak (Sydney, 23 de junho de 1975) é um escritor australiano, famoso pelo seu best-seller internacional "A Menina que Roubava Livros".
Mais novo de quatro filhos de um austríaco e uma alemã, Markus cresceu ouvindo histórias a respeito da Alemanha Nazista, sobre o bombardeio de Munique e sobre judeus marchando pela pequena cidade alemã de sua mãe. Ele sempre soube que essa era uma história que ele queria contar.
"Nós temos essas imagens das marchas em fila de garotos e dos 'Heil Hitlers' e essa ideia de que todos na Alemanha estavam nisso juntos. Mas ainda havia crianças rebeldes e pessoas que não seguiam as regras e pessoas que esconderam judeus e outras pessoas em suas casas. Então eis outro lado da Alemanha Nazista", disse Zusak numa entrevista com o The Sydney Morning Herald.
Aos 30 anos, Zusak já se firmou como um dos mais inovadores e poéticos romancistas dos dias de hoje. Com a publicação de "A Menina que Roubava Livros", ele foi batizado como um "fenômeno literário" por críticos australianos e norte-americanos. Zusak é o autor vencedor do prêmio de quatro livros para jovens: "The Underdog", "Fighting Ruben Wolfe", "Getting the Girl", e "Eu Sou o Mensageiro", receptor de um Printz Honor em 2006 por excelência em literatura jovem. Markus Zusak vive em Sydney com sua esposa e sua filha. Gosta de surfar e assistir filmes em seu tempo livre.
SUA OBRA
  • Bridge of Clay (2009)[4]
  • The Book Thief (2006)
  • Getting the Girl (2003)
  • The Messenger (2002)
  • Fighting Ruben Wolfe (2001)
  • When Dogs Cry (2001)
  • The Underdog (1999)
Conheça um pouco mais o autor



 UM LANÇAMENTO




 

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

MIL E QUINHENTOS: O ANO DO DESAPARECIMENTO de Alan Oliveira



                                             

 

 

                                                                                       MIL E QUINHENTOS: O ANO DO DESAPARECIMENTO

de Alan Oliveira


Dimensões: 16 x 23cm
Nº de páginas: 116

Cores: 2×2
Tipo de Leitor: Leitor Crítico


Não gostaria de soltar o verbo contra aquela senhora escocesa J. K. Rowling, autora da série Harry Potterque agora decidiu-se por escrever um livro digamos "adultil". Podemos até relembrar que o genial crítico americano Edmund Wilson  nunca foi "com os cornos" de  O título ficou então para o segundo lugar da lista: a trilogia O Senhor dos Anéis, do escritor britânico J.R.R. Tolkien e disse que a trilogia O Senhor dos Anéis "não passava de lixo juvenil". Mas em , de Alan Oliveirameio a tanta estultice que graça no campo do infanto-juvenil, um livro como "Mil e Quinhentos" - o ano do desaparecimento é uma perola.

Bom de texto, bom de trabalho grafico supreende até por colocar lo,go nas primeiras páginas "um lingua da terra" para que não se acredite que meus primos do além tejo foram os primeiros des-afortunados a quicar por nossas aprazíveis praias. (E.C.)

O LIVRO

Quando as grandes naus estão prestes a deixar Portugal rumo às Índias, em 1500, os irmãos Scalfi resolvem encarar o Atlântico. Juntos com um amigo francês, são escolhidos para viajar na embarcação principal de uma das expedições e acabam vivendo uma história emocionante e imprevisível. Lidar com perdas e enfrentar o desconhecido são apenas alguns dos desafios que eles têm de enfrentar.

Na narrativa de Alan Oliveira, Pedro Álvares Cabral e Pero Vaz de Caminha são apenas coadjuvantes de uma história envolvente, com doses certas de realidade, mistério e imaginação.




O AUTOR (por ele mesmo)
Alan Oliveira
Nasci em Belo Horizonte, na primavera do ano de 1959. Depois de rodar um pouco do litoral ao sertão, voltei a viver nesta cidade, enquanto não viro definitivamente um roceiro-escritor… ou um escritor-roceiro, ainda não sei quem vai vir primeiro.

Se me lembro bem, foi quando eu e um bando de outros alunos inquietos criamos um jornal na escola que nasceu o gosto por escrever, pois fazíamos pequenos (alguns grandes) artigos onde discutíamos questões do colégio e do mundo, resenhas culturais, etc. Daí para poesia, contos e estorietas foi um passo.

Então as coisas mudaram e eu fui viver no litoral e me esqueci de escrever. Depois fui viver numa casinha na roça e continuei me esquecendo de escrever. Mas lendo sempre, com uma paixão permanente, pois os livros desde cedo foram e continuam sendo grandes companheiros nesta jornada.

Quando depois as coisas mudaram novamente, voltei a escrever, e os livros começaram a sair um atrás do outro. Ganhei alguns prêmios literários importantes e também perdi vários, mas os livros continuam saindo, como este, por exemplo. Mil e Quinhentos é um livro que simplesmente adoro, pois acredito ter acertado na dosagem entre aventura e história, no peso correto de cada personagem dentro do texto, coisas assim, como um cozinheiro que, ao preparar um prato, fica satisfeito com a combinação dos temperos. E torce para que os outros pensem o mesmo.

Enfim, é ótimo ver este livro impresso e saber que seus personagens estão ganhando vida através dos leitores. Portanto, só posso esperar que, muito mais que informação histórica, ele desperte em vocês paixão, espírito crítico e, claro, que seja uma ótima diversão.


um lançamento

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

“Fios de prata: reconstruindo Sandman”, Raphael Draccon




“Fios de prata: reconstruindo Sandman”

de  Raphael Draccon

354 paginas



Fios de prata: reconstruindo Sandman (Raphael Draccon – Editora Leya) – Com uma linguagem bastante ágil, o autor conta a história de Mikael Santiago, que realizou o sonho de milhares de garotos. Aos 22 anos era o jogador brasileiro com o passe mais caro da história do futebol. Para muitos ele era um mito. Mas, enquanto dormia, seus sonhos o amedrontavam por questões sobrenaturais.


“Tu inspiraste Rowling, e foi nas terras de Morpheus que se moldou Hogwarts. Tu inspiraste Tolkien, e foi nas terras de Phantasos que se anexaram as extensões de Terra-Média. Tu inspiraste Lovecraft e em minhas terras se fixou Miskatonic. EntNão eu te pergunto com sinceridade, anjo: até onde vai tua vontade de ser coadjuvante em um mundo de formas e pensamentos?”

Há séculos, Madelein, atual madrinha das nove filhas de Zeus elevadas à categoria de Musas, tornou-se senhora de um condado no Sonhar, responsável por estimular os sonhos despertos dos mortais. Uma jogada ambiciosa, porém, para ascender de posição, acaba por iniciar uma guerra épica envolvendo os três deuses Morpheus, Phantasos e Phobetor, trazendo desordem a todo o planeta Terra.

Envolvido em sonhos lúcidos e viagens astrais perigosas, a busca de um sonhador pelo espírito de sua mulher no Inferno, entretanto, torna-se peça fundamental para resgatar elementos destruídos em uma guerra envolvendo manipulações oníricas, sonhos partidos, jornadas espirituais e o destino de mais de sete bilhões de sonhadores terrestres.

De Dante Alighieri a Alan Moore, de William Shakespeare a Neil Gaiman, Fios de Prata – Reconstruindo Sandman elabora uma epopeia moderna ao redor de uma declaração de amor à literatura fantástica e ao melhor dos sonhos humanos.
A Trama

O livro envolve a trama de um homem disposto a ir ao Inferno em busca do amor de uma mulher, ao redor de uma guerra de deuses, envolvendo sete bilhões de sonhadores terrestres.

Mikael Santiago, o Allejo, é o maior jogador de futebol do mundo, com uma habilidade considerada quase sobrenatural. Um fato constante, porém, faz com que suas noites de sono não sejam todas iguais: há 18 meses ele sofre diariamente de sonhos lúcidos em pesadelos intermináveis.

E Mikael não sabe, mas sua alma fora escolhida como a principal peça em um quebra-cabeça envolvendo uma disputa onírica em meio a intrigas, traições e conflitos de entidades extremamente soturnas e poderosas.
A Capa

A ilustração da capa foi feita por Kentaro Kanamoto, também artista da capa de “Ruas Estranhas“, e responsável pela criação de alguns cenários na série de games Assassin’s Creed.

A imagem reproduz de uma maneira muito impressionante o Sonhar tocando nas bordas dos planos inferiores, com a visão ao fundo do castelo de Morpheus.

Já o design e a direção de arte foram criadas pelo designer Rico Bacellar, também responsável por “Ruas Estranhas”.
Por que o título?

O fio de prata é a conexão que liga o nosso corpo espiritual ao nosso corpo físico quando dormimos.

Ele é o que diferencia o sonho da morte, já que, quando partido, o espírito não retorna ao corpo.
Por que o subtitulo?

O livro não se trata de uma releitura do Sandman de Neil Gaiman, mas de uma visão do Sonhar e suas entidades diferentes da apresentada por ele. Ele deu a interpretação dele sobre tais bases da mitologia grega em sua obra, eu dou a minha própria nessa daqui.

Entretanto, a obra de Gaiman no planeta Terra foi algo tão poderoso que passou a se confundir com a mitologia original, e isso é um dos estopins de metalinguagem que dá origem aos conflitos no Sonhar na história do livro, em meio a acontecimentos que entrelaçam ficção e fatos reais e alteram a realidade humana.
O que esperar desse novo livro?

Do rascunho inicial até a obra final que chega às mãos do leitores agora em agosto foram necessários sete anos de trabalho.

É uma história épica de fantasia urbana, apoiada em uma história de amor, permeada pelo melhor e o pior dos sonhos da humanidade terrestre.

Embora sejam completamente diferentes, é possível encontrar em suas camadas alguns dos mesmos elementos de construção da série Dragões de Éter, envolvendo forças no espírito humano tocando em dimensões que o mundo material não pode alcançar.

Além disso, assim como “A Invenção de Hugo Cabret” pode ser vista como uma grande ode à magia do cinema, “Fios de Prata – Reconstruindo Sandman” é minha própria ode não apenas à literatura fantástica e os autores que mudaram minha vida, mas a tudo o que sempre amei na própria fantasia como um todo.


O AUTOR
Raphael Draccon é roteirista profissional e autor de literatura fantástica contemporânea, ficção de horror e romances sobrenaturais. É o autor mais jovem a assinar com os braços nacionais de duas das maiores holdings editoriais do mundo, e roteirista premiado pela American Screenwriter Association.

LANÇAMENTO DA









sábado, 6 de outubro de 2012

RECOMENDANDO - Livros da Editora Biruta




Dois livros da Editora Biruta foram selecionados entre os dez finalistas do 54º Prêmio Jabuti, na categoria Juvenil. São eles:

“A Menina que não queria ser Top Model”, da autora Lia Zatz e ilustrado pela Casa Rex.



A mãe já tem o futuro traçado para a filha. Mas será que a filha compartilha os mesmos sonhos? Em “A menina que não queria ser top model”, Lia Zatz nos coloca diante da relação delicada e complicada entre mãe e filha.

Nessa narrativa, sensível e dinâmica, todos têm voz e querem contar sua história. Não existe o certo e o errado.

Apenas duas pessoas aprendendo a se conhecer e, ao mesmo tempo, a se relacionar uma com a outra e com o mundo.

E “O Baú do Tio Quim”, do autor Luiz Antonio Aguiar e ilustrado pela Casa Rex.

Quando o Baú do Tio Quim chegou, causou um bocado de assombro na família. Veio com um bilhete, escrito à mão, dirigido ao pai de Dedá:

Leandro, Pode guardar este baú para mim?

Qualquer hora eu passo para pegar. Um abraço, Quim Acontece que, pelo que a família sabia, Quim estava morto fazia muitos anos. A narrativa, cheia de mistérios e descobertas, nos leva para o mundo da imaginação e da fantasia.

Os dois livros trabalham com relações familiares e, apesar de tratarem de temas delicados, o fazem de maneira leve e divertida.