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terça-feira, 21 de junho de 2016

A CANÇÃO TAMBÉM É UMA ARMA REVOLUCIONÁRIA QUILAPAYUN NOS SEUS 50 ANOS





“Señoras y señores, venimos a contar, aquello que la historia no quiere recordar.”
(SANTA MARIA DE IQUIQUE)
                                                                         



Muitos grupos surgem, se acabam, desaparecem, mas com Quilapayun algo mais forte acontece, ele se reinventa, se reagrupa, ressurge, surpreende e sempre nos emociona. Foi assim neste cinquenta anos, onde jovens disseminaram a Nova Canção Chilena, beberam das raízes folclóricas e cantaram para o povo as histórias desse mesmo povo latino americano. Com força, decisão, alegria, emoção e consciência, o Quilapayun esta vivo e atuante como nunca.
QUILAPAYUN  é um grupo musical chileno, e um dos mais representativos da chamada Nova Canção Chilena. Foi criado no final de 1965 por um grupo de jovens inspirados pela música das montanhas, motivados por profundas mudanças e sonhos para o qual eles lutaram na época. Participaram de sua fundação, três estudantes da Universidade Estadual  Técnica: Eduardo Carrasco, Julio Carrasco, Julio Nehumhauser, que se juntaram depois de Patricio Castillo. Ao longo de décadas de vida artística, Quilapayún lançou mais de 25 álbuns e completou seus 50 anos de existência.
O objetivo do grupo  era fazer algo novo, fora do comum. Eles procuraram um nome indígena que tinha acento na última sílaba e veio Quilapayún, que em araucano significa "três barbas".
O grupo queria para reivindicar os valores da cultura indígena da América Latina e denunciar os problemas do povo e da classe trabalhadora. Objetivo um tanto difícil, porque nenhum dos seus membros tinha conhecimento musical profundo assim tiveram a colaboração de Angel Parra, que participou dos arranjos musicais de suas primeiras canções.
O visual que os caracterizariam eram os ponchos pretos, barbas e instrumentos do altiplano. Seu repertório incluiu a grande variedade de música latino-americana e a música altiplano ocupou um lugar central em suas interpretações. Entre os instrumentos andinos usados ​​incluem o charango, flauta e gaita de foles, misturada com guitarra clássica e é claro o bumbo.
O período era muitas lutas econômicas e o crescimento do movimento social chileno. O renascimento de uma música popular baseadas no folclore caracteriza esta. Depois de Angel Parra foi dirigido por Victor Jara e em 1966já tinha dimensão nacional relativa quando grava um primeiro álbum, "Quilapayún". Em 1967 ele fez sua primeira turnê na Europa, o que irá contribuir rapidamente para sua reputação internacional.
Em 1969, acompanhando Victor Jara, ganhou o primeiro prêmio no Primeiro Festival da Nova Canção Chilena e  participaram regularmente desde 1969 da campanha que levou a Salvador Allende à presidência em 1970.
Nesse mesmo ano, com o compositor Luis Advis realizar a montagem do "Popular Cantata Santa Maria de Iquique “ um marco na  canção chilena e em 1970, o presidente Salvador Allende nomeou-os "Embaixadores Culturais do Governo do Chile".
Eles se reúnem várias missões internacionais com este título cantando América do Sul e na Europa em nome do Chile na época. Também utilizam seu tempo para apoiar o governo do presidente Salvador Allende dando uma série de concertos e gravando canções denunciando as manobras do golpe da oposição e celebrando as realizações da Unidade Popular.
Em 1969 saiu o seu álbum de Basta, editada por DICAP selo (Disco Cantar Popular), e mais tarde as suas obras pelo Vietnã e Quilapayún 4
Em agosto de 1973 eles deixam o Chile como uma delegação cultural à Conferência dos Países Não-Alinhados na Argélia e para a França na festa de L'Humanité e do Olympia em Paris.
O golpe de 11 de setembro de 1973 encontrou-os em turnê na França, país para ode tinham viajado em agosto do mesmo ano. Começou então um longo e doloroso exílio, que porem não os impediu de continuar o seu trabalho criativo e trabalhar conjuntamente com o pintor chileno Roberto Matta. Forçados ao exílio Quilapayún obtiveram asilo político lá.
O grupo passou por mudanças significativas no exílio, o que levou em parte a interromper o seu trabalho. No entanto, o legado do grupo Quilapayún tornou-se um dos principais testemunhos do movimento da Nova Canção Chilena. Com Paris como ponto de partida vozes Quilapayun viajar pelos cinco continentes, dando cerca de 90-100 concertos por ano.
Em 1973, houve numerosas concentrações em todo o Chile: "Não à guerra civil", em que Quilapayún ativamente engajados. Para superar a barreira de línguas diferentes cada vez que você vai encontrar soluções através do uso de poesia e humor.
Em 1980, acontece uma temporada de grande sucesso no teatro Bobino em Paris. Naquela ocasião, eles apresentaram um espetáculo concebido por Eduardo Carrasco que consistia da recolha de poemas, diálogos e esquetes entre as músicas, oferecendo um espetáculo dinâmico e renovado. Insistem neste tipo de experiência com a ajuda de Daniel Mesguich em 1984, por ocasião de uma quinzena notável no "Olympia", sob o título "Tralalí  tralala."
Em 1988, a anistia é decretada no Chile e Quilapayún até então proibido em seu próprio país volta e participa de inúmeros comícios antes e depois do plebiscito que disse "não" a Pinochet.
SANTA MARIA DE IQUIQUE – UM CAPITULO A PARTE
A "Cantata Santa Maria de Iquique" foi composta por Luis Advis no final de 1969. O texto é baseado no livro "Breve História do Tarapaca “.  Musicalmente, o trabalho segue a estrutura dos antigos cantatas populares, mas substitui a motivação religiosa tradicional para uma questão social. É música de tradição europeia, que inclui elementos de raiz americana. No início de 1970 o diretor musical do Quilapayún, Eduardo Carrasco , pediu para Luis Advis organizar algumas músicas do cantor grego Danae. Nesse mesmo dia, Advis apresentou algum material do que ele estava trabalhando: uma cantata inspirado no massacre de trabalhadores em 1907. Logo Quilapayún montou o "Cantata Santa Maria de Iquique" e abriu oficialmente em julho de 1970 o Segundo Festival da Nova Canção chilena. Um par de meses depois da estreia, Quilapayún e Hector Duvauchelle entrou nos antigos estúdios da RCA para gravar. Participaram da gravação: Eduardo Carrasco, Carlos Quezada, Willy Oddo, Patricio Castillo, Hernán Gómez, Rodolfo Parada; com o relato de Hector Duvauchelle.
Após o golpe militar as fitas master do "Santo Cantata Maria de Iquique" foram destruídas. No entanto, todos no exílio a continuaram apresentando. Em 1978, Quilapayún regravou esta peça na Europa.
A chacina da Escola Santa Maria de Iquique foi um massacre de trabalhadores de nitrato cometidos no Chile em 21 de dezembro de 1907. Mais de 2.000 pessoas de várias nacionalidades que estavam em greve geral foram mortos pelo exército durante a sua estada na escola Domingo Santa Maria do porto de Iquique.
A tragédia aconteceu na grande era da produção de nitrato em Antofagasta e Tarapaca, sob governos parlamentares. A greve provocada pelas condições de trabalho miseráveis ​​e exploração dos trabalhadores foi reprimida pelo uso indiscriminado da força armada pelo governo do presidente Pedro Montt.
Geral Roberto Silva Renard, comandando unidades militares sob instruções do ministro do Interior, Rafael Sotomayor Gaete, ordenados para reprimir os protestos, matando trabalhadores e suas famílias e dando um tratamento particularmente cruel para os sobreviventes.
Teriam sido mortas entre 2200 e 3600 pessoas, incluindo peruanos e bolivianos que, apesar do pedido dos seus cônsules recusaram a deixar o movimento.
Em 1º de novembro de 1997, o mesmo grupo musical torna-se usar ponchos negras tradicionais e apresenta, pela primeira vez "Cantata Santa Maria de Iquique" no grande salitre do norte (em Santa Laura, no prazo de Iquique). Eles participaram neste concerto Daniel Valladares, Rodolfo Parada, Patricio Wang, Hugo Lagos. Guillermo García e Hernan Gomez. Mulher: Gabriela Olivares violoncelista; e Relator: Hector Noguera.
MUITA HISTÓRIA  E UM NOVO TEMPO
Concertos em 40 países e possuidores de uma extensa discografia, o "Quilas", assim chamado familiarmente pelos chilenos e para aqueles que sabem, ganharam notoriedade mundial. Depois de uma longa ausência voltaram a cantar novamente com grande impulso, com a experiência dos anos, e  sempre a solidariedade combativa e autêntica.
Hoje continuam no seu caminho, radicados na França e Chile. Cinco membros vivem na Europa e cinco no Chile. Eles se movem de um continente para outro, dependendo seus compromissos.
Em setembro de 2003, eles excursionaram Chile, onde a convite da Fundação Allende Salvador participaram de um show no Estádio Nacional, dedicado à memória do ex-presidente. O tournée consistiu de concertos, onde eles apresentaram uma seleção de músicas e a Cantata Santa Maria de Iquique.
Quilapayún em 2004, eles fizeram na França e na Bélgica,  diversas manifestações de homenagem a Pablo Neruda. Além disso, ao lado do teatro Aleph apresentaram um espetáculo musical poético que retrata a vida de Neruda.
Seguiram fazendo apresentações especiais em especial na Europa


ENTREVISTA EXCLUSIVA
Muito embora ocupadíssimos com os ensaios para a apresentação com grande orquestra que encerra as comemorações dos 50 anos do Quilapayun, o grupo encontrou tempo para nos conceder uma entrevista exclusiva. A de salientar os esforço de todos o grupo em especial a solicitude de Eduardo Carrasco, e Hernan Gómez que conversa com o Suplemento Cultural.
A concerto de encerramento das comemorações foi dia 20 de Abril de 2016 (                Concierto 50 años sinfónico) no Teatro Municipal            de           Santiago – CHILE. Infelizmente o Brasil nunca teve em seus palcos tão importante grupo.
Edu-  Nestes 50 anos muitos fatos ocorreram na história e na carreira do Quilapayun , mas talvez o golpe no Chile e o exilio forçado tenham sido os mais traumáticos e desafiadores. Fale sobre isso.
=O golpe é realmente o fato mais traumático que temos vivido. Estávamos confiantes, todos acreditávamos no Chile, que não poderia acontecer porque os nossos militares eram essencialmente respeitosa das instituições. No nosso caso, a realidade brutal abriu nossos olhos uma vez que estávamos em uma turnê pela Europa, longe de Chile e nossas famílias, quando veio a notícia da repressão, o bombardeio do palácio presidencial, a morte de Allende, o assassinato selvagem de Victor Jara, que era o nosso diretor, a prisão de Angel Parra e cantores como muitos outros colegas artistas, intelectuais, trabalhadores e dirigentes.
Mas os momentos felizes felizmente são mais numerosos do que os momentos tristes. Após o golpe, após os primeiros anos na França, tivemos que tomar a nossa condição de exilados, para nos dedicar à nossa atividade artística e para aperfeiçoar nesta área. Cada disco gravado cada show, cada viagem e momentos compartilhados com tantos amigos ao redor do mundo são exemplos bastante animada, obviamente, com uma corrente de tragédia.
Ao longo da nossa história, temos realizado mais de 2100 shows em 38 países, registramos 26 álbuns originais, várias compilações e discos em colaboração com os jovens artistas que são reconhecidos no nosso trabalho. Nós fomos honrados em muitas ocasiões por parte dos governos e instituições em reconhecimento do nosso trabalho, que representa grandes sacrifícios e esforços. Temos conhecido altos e baixos, mas o resultado final é globalmente positiva e feliz.
Edu - Quais são ao seu ver seus maiores exitos musicais.

Deve ser mencionado notoriedade internacional La Cantata Santa Maria de Iquique, o trabalho tem alcançado. Da mesma forma, podemos adicionar tópicos como "Memento" (Gustavo Becerra), "The Wall" (Quilapayún) "O que o Santo Padre vai dizer" e "The Letter" (Violeta Parra) ou instrumentais como "A Valsa de Colombes" e "Contraste" (Eduardo Carrasco) ou "Ventolera" (Hugo Lagos). Todas estas questões são muito bem recebido pelo público e foram adotados por outros artistas. Menção especial: "O povo unido jamais será vencido", feito em colaboração com Sergio Ortega, por seu conteúdo simbólico e mobilização.
Há também uma série de questões dos anos de exílio que, embora menos conhecido, representam fases da nossa evolução. "O discurso de Matta" e "Dois Sonetos" (Eduardo Carrasco), "Vida Total" (Patricio Manns) e alguns outros que vêm acontecendo ultimamente.
Edu -- Muitos consideram a Cantada de Santa Maria de Iquique como a obra maior de do Quilapayun. Hoje com o distanciamento de seu lançamento como vocês analisam a importância dessa gravação na carreira do grupo e no cenário cultural latino-americano.
- Na verdade, é um trabalho importante, faz parte da identidade de Quilapayún. O Popular Cantata Santa Maria de Iquique foi composta em 1969 pelo compositor chileno Luis Advis, que deu a escrita manual para o nosso conjunto.
É formalmente baseado em cantatas europeus, a menos que o arranjo popular é, o tema religioso da cantata clássica é, neste caso substituída por uma razão histórica, aproximou-se de uma defesa e do ângulo social. Ambos os elementos; arranjo e texto fazem o que Advis qualificou como uma cantata popular. O trabalho denuncia a ação repressiva violenta ocorreu em 1907, em Iquique, norte do Chile, ordenada pelo governo da época para esmagar a greve dos mineiros do salitre. Este fato foi escondido pela história oficial. No final dos anos sessenta, este vingativa natureza e qualidade musical coincidiu com as aspirações sociais do nosso continente e em outros lugares onde a violência tem sido, por vezes, e continua a ser o oligarquias a resposta aos movimentos populares. Isso explica o efeito deste trabalho quase 50 anos após a sua criação e o interesse que ele desperta no público e artistas de diferentes países
Portanto, há grupos musicais, grupos de teatro, grupos de dança e corais que se adaptaram incluído em seus repertórios. Próximo dia 20 de abril em Santiago será interpretada pela Student Symphony Orchestra de Santiago. Nós já o fizeram em 2007, com orquestras de jovens em diferentes cidades do nosso país, o que constituiu uma experiência formidável e desafiadora.
Edu - A musica ainda tem o poder de denuncia e instigador das mobilizações

- A música pode efetivamente adquirir um poder mobilizador. Nossa prática e história têm mostrado que certas canções nascidas em circunstâncias muito específicas desempenham um papel de acompanhamento de um movimento social, cristalizando na canção um desejo coletivo de tal forma que às vezes se transformam em hinos, mesmo independentemente do objetivo da sua autor.
Podemos citar "La Marseillaise", "Bella Ciao", "The International", "o povo unido jamais será vencido", "Le Temps de Cerises", as canções da República Espanhola ... etc., em cada país e existem diferentes períodos exemplos semelhantes.
Edu -  Como veem o cenário musical latino , seu quadro mercadológico globalizado e o recuo da musica engajada ou se preferirem revolucionária.
O aparecimento nos anos sessenta do que você chama de música comprometido nasceu por uma enorme necessidade de independência e de reforma em nossos países. Atualmente, a brincadeira parece ocupar todo o campo da comunicação sobre a canção popular. Tem havido uma melhoria das condições de vida de nossos povos e uma transição política que aponta para uma maior independência, no sentido de mais democracia e da estabilidade relativa, portanto, há uma contestação movimento popular massiva, como no passado e, em seguida, a música um teor mais elevado parece invisível. No entanto persistem situações de pobreza, intolerância, tensões, corrupção e ignorância que mesmo os governos de esquerda não conseguem resolver, criando uma enorme frustração. Tudo isso ninguém pode prever como vai terminar.
Pela nossa parte. No Chile, houve grandes protestos públicos em defesa da educação e contra o crime. Quilapayún tem sido e vai estar presente em tais ocasiões não só com canções mobilizadores mas com poesia e humor, se você quiser com uma mensagem otimista. Também participamos em manifestações de civicas na Colômbia, Equador e França.
Edu - Quais são os planos do Quilapayun após essa intensa comemoração dos 50 anos.
- Estamos em plena preparação para o concerto 20 de abril, no Teatro Municipal de Santiago para fechar, a celebração dos nossos 50 anos no Chile. Isto tem um significado simbólico importante, pois é o nosso país de origem, de  onde o Diretor da junta e cinco membros são. É um concerto com arranjos orquestrados,e esperamos abrir novas possibilidades. por exemplo, para alargar a outros países, especialmente na Europa onde ainda permanecem quatro ex-membros do grupo e um dos nossos filhos, que se juntaram ao grupo há 12 anos.






segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Primeiro evento do ano! A feira de vinil !

A feira de vinil é parte da programação da "33 ª Oficina de Música de Curitiba" e acontece no Memorial de Curitiba, ali no Largo da Ordem

Dia 18, anota aí!

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Canções sobre o amor em CD com lançamento no TUC



O TUC – Teatro Universitário de Curitiba será palco, às 20h deste sábado (19), para o show de lançamento do CD de estreia da cantora e compositora Helena Sofia, intitulado “Desejo Canibal”. Produzido de forma independente, o álbum reúne canções autorais sobre as diversas expressões do amor. O espetáculo conta com a participação do grupo “A Música Perturbada Brasileira”, formado por Gladson Targa (baixo e efeitos eletrônicos), Leandro Superchinski (bateria), Isaac Dias e Rafael Borba (guitarras).   
Curitibana, Helena Sofia iniciou seus estudo de música aos seis anos de idade, na Escola de Música e Belas Artes do Paraná (Embap), dominando piano, baixo e acordeom, além de ser cantora. Formou-se pela Faculdade de Artes do Paraná, tendo concluído o mestrado em Música pela Universidade Federal do Paraná, com dissertação sobre as parcerias entre o compositor Itamar Assumpção e a poeta Alice Ruiz. A artista integra a banda Sincopé e o grupo vocal Fuxico de Moça, também atuando como compositora há alguns anos.
As composições de Helena Sofia revelam influências dos compositores da Vanguarda Paulista, transitando por temas aparentemente ingênuos, que abordam o amor de forma bem-humorada. Palavras imprevisíveis em uma canção de amor são a marca registrada da compositora, que busca transmitir sentimentos de uma forma que fuja do óbvio.
“As músicas do CD falam de amor de um modo peculiar, com palavras que a gente não espera ouvir numa canção de amor. Tem amor inocente, paixão, obsessão, briga, sexo e os problemas mais complexos. Tem músicas muito doces, da paixão no auge, e outras mais amargas”, explica a compositora.  
Segundo Helena Sofia, “Desejo Canibal” teve como inspiração o conceito de Antropofagismo criado por Oswald de Andrade: "deglutir" o legado cultural europeu e "digeri-lo" sob a forma de uma arte tipicamente brasileira. No caso das composições, “devora-se” a produção autoral contemporânea, misturada ao som dos vanguardistas “malditos” – considerado indigesto durante os anos de 1980 –, para “digerir” e criar um som diferente daquele que o público está acostumado a ouvir. Dessa forma, as músicas mexem com a forma, o tempo e a melodia, tendo por objetivo causar algum estranhamento ao ouvinte. 

Serviço:
Show de lançamento do CD “Desejo Canibal”, de Helena Sofia e grupo A Música Perturbada Brasileira.
Data e horário: dia 19 de julho de 2014 (sábado), às 20h.
Local: TUC – Teatro Universitário de Curitiba (Galeria Júlio Moreira – Travessa Nestor de Castro – Setor Histórico).
Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (estudantes, maiores de 60 anos e para quem levar um livro a ser doado à Tuboteca).
Classificação: livre

Show no Paiol mistura cultura árabe e ritmos brasileiros




A cantora Thamires Tannous lança seu primeiro álbum “Canto para Aldebarã” no Teatro do Paiol, dia 18 de julho (sexta-feira), às 21h. Com proposta singular dentro do cenário musical do país, o show mistura elementos da cultura árabe - como melodias, letras e percussão - com ritmos brasileiros. O disco conta com 11 músicas que retratam a história da cantora sul mato-grossense, desde sua descendência libanesa até a influência da música de seu estado.  
As canções do CD possuem letras que falam de amor, natureza e vida moderna e as composições passeiam por pandeiros e derbaks, violões e violinos, acordeons e guitarras, djembes e daffs. Nove são de autoria de Thamires em parceria com importantes letristas, como Luiz Tatit, Kleber Albuquerque, Estrela Leminski e Tiago Torres da Silva. A produção e os arranjos do trabalho ficaram nas mãos do músico Dante Ozzetti, que já trabalhou com nomes como Itamar Assumpção, Duofel, Ceumar e Ná Ozzetti, entre outros.
Essas misturas fazem do show algo inédito. O espetáculo conta com a participação de grandes músicos, como Ivan Vilela, Toninho Ferragutti, Sérgio Reze, Ricardo Herz, William Bordokan e do próprio Dante Ozzetti, que acompanham a cantora nos espetáculos e dão sua contribuição no disco.

A artista – Nascida em Campo Grande (MS), Thamires Tannous teve seu primeiro registro musical aos dois anos, em um vídeo onde se apresentava com uma vassoura na mão e pede silêncio da plateia. O primeiro contato com algum instrumento foi aos 4 anos, no piano da mãe.
Pouco tempo depois, Cristina Neivock a iniciou nos estudos e ensinamentos. Nessa época participou de pequenos festivais. Paralelamente a isso, foi regida, por cinco anos, pelo maestro português Victor Diniz, com quem teve aulas de violino e fez parte da Orquestra Jovem e Clássica, onde descobriu sua vocação para cantar.
Junto com suas primeiras músicas gravadas, veio a decisão de estudar em um colégio de São Paulo. Optou pela publicidade e atuou em uma grande empresa. Porém, em 2008, Thamires conheceu o produtor Nikk Gutierrez e o baixista Peter Mesquita. O incentivo que ambos deram a seu talento e as oportunidades que surgiram, fizeram a artista tomar a decisão de sair do escritório e prestar faculdade de música. Outra pessoa importante nessa trajetória foi Ruriá Duprat (filho do maestro e compositor Rogério Duprat), que a indicou para ter aulas de canto com Tutti Baê, preparadora vocal do programa Ídolos e autora de três livros sobre o assunto.
Em 2010 resolveu viajar pela Europa, onde aflorou novamente a vontade de fazer música. Thamires então ingressou na faculdade Souza Lima & Berklee. Participou do festival Botucanto, interpretando a música “Baião de Um”, de Peter Mesquita, Daniel Conti e Cris Affalo. A música deu aos compositores o troféu de Aclamação Popular e a Thamires o prêmio de melhor intérprete do evento. Já 2012 foi o ano da música “Rio-Coração”, canção de sua autoria com parceria de Peter Mesquita e Edson Penha. Com ela ganhou o terceiro lugar no Botucanto e o prêmio de Melhor Arranjo no Festival de Música de Sorocaba.

Serviço:
Show e lançamento do CD “Canto de Aldebarã”, da cantora Thamires Tannous
Local: Teatro do Paiol
(Praça Guido Viaro, s/n – Prado Velho)

Data: 18 de junho de 2014 (sexta-feira), às 21h.
Ingressos: R$ 25

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Shadowside é atração do Coletivation MTV no especial “Dia Internacional do Rock”

A banda brasileira Shadowside será a representante do heavy metal durante o programa especial “Dia Internacional do Rock”, do Coletivation MTV. Além da entrevista, o grupo protagonizou performance acústica em homenagem à Ronnie James Dio. Na ocasião, apresentaram versão para a clássica composição “Rainbow in the Dark”. O Coletivation MTV vai ao ar, nesta segunda-feira (14/07), às 20h; com reprise, no dia seguinte, às 11h. Mais informações abaixo.



Fabio Carito, Dani Nolden e Raphael Mattos durante divertida entrevista – foto: MTV Brasil/divulgação
Músicos apresentaram inédita performance acústica na TV
 
Não é de hoje que a Shadowside vem se destacando apenas em razão de turnês internacionais acompanhando importantes artistas ou pelo excelente feedback de “Inner Monster Out”, considerado um dos discos mais importantes da história do metal nacional.
 
O grupo reconhecido como um dos principais nomes da nova safra do heavy metal, nos últimos anos, tem conquistado mundialmente o seu espaço com muita determinação, trabalho e perseverança.
 
O fruto destes três fatores foi ratificado durante o Coletivation, programa da MTV, que vai ao ar, nesta segunda-feira, às 20h, exibindo edição especial “Dia Internacional do Rock”, celebrado anualmente no dia 13 de julho.
 
Em entrevista concedida aos apresentadores Kéfera Buchmann e Paulo Chun, Dani Nolden (vocal), Raphael Mattos (guitarra) e Fabio Carito (baixo) foram os representantes do heavy metal brasileiro, falaram sobre o segmento musical em si, suas influências, a carreira da banda, entre outros assuntos pertinentes.
 
Além disso, os músicos também protagonizaram performance acústica em homenagem à Ronnie James Dio, que completaria 72 anos de idade, no último dia 10 de julho. Na ocasião, o trio apresentou versão para a clássica composição “Rainbow in the Dark”.
 
O Coletivation MTV tem reprise, no dia seguinte, às 11h. O especial “Dia Internacional do Rock” também contou com a participação das bandas Vanguart, Sugar Kane e Vivendo do Ócio.
 

 
Neste momento, a Shadowside está encerrando a turnê promocional do álbum "Inner Monster Out" e começando a compor um novo disco de inéditas. Produtores interessados em contratar a exibição do grupo que já passou por mais de 20 países da Europa, quatro turnês pelos EUA e vários Estados do Brasil, devem entrar em contato através do e-mail contato@furiamusic.com.br.
 
Links relacionados:
https://www.facebook.com/shadowsideband
http://www.shadowside.ws
https://twitter.com/shadowsideband
http://coletivation.mtv.com.br/
http://www.facebook.com/ColetivationMTV
http://twitter.com/ColetivationMTV
https://www.facebook.com/UltimateMusicPR
 
Próximas divulgações THE ULTIMATE MUSIC – PR:
20/07 – Krisiun + Confronto – Plaza Hall – Sorocaba/SP
20/08 – The Mission – Carioca Club – SP/SP
26/08 - 07/09 – CJ Ramone (ex-baixista dos Ramones)
07/09 – DEATH: DTA – Via Marquês - SP/SP
13/09 – Peter Murphy e Wayne Hussey – Carioca Club – SP/SP
17-28/09 – Dave Evans (1º vocalista do AC/DC)
27/09 – Angra – Plaza Hall – Sorocaba/SP
28/09 – Gloria + Strike – Plaza Hall – Sorocaba/SP
04/10 – Exodus – Carioca Club – SP/SP
05/10 – Toxic Holocaust – Clash Club – SP/SP
08/11 – Behemoth – Carioca Club – SP/SP
Mais infos sobre os shows acima, acesse https://www.facebook.com/UltimateMusicPR.

Banda Callangazoo lança EP Surpresa




SURPRESA (2014) - CALLANGAZOO

1. SUA MANEIRA (Cebola Pessoa)

2. TEREZA SURPRESA (Cebola Pessoa/Matheus Leite)

3. LIÇÕES DO SLACKLINE (Cebola Pessoa)

ESCUTE : https://soundcloud.com/callangazoo/sets/surpresa-2014



BAIXE: http://migre.me/jfhoF



SURPRESA - Em seu novo EP a banda Callangazoo apresenta canções sobre o cotidiano que agregam à sonoridade rock elementos litorâneos, como o galope em Tereza Surpresa e as guitarras lânguidas de Sua Maneira. O novo trabalho conta com a produção de Irmão Carlos, mixagem de Eric Pimenta e a participação especial do percussionista Herverton Didoné.

A Callangazoo é integrada por Cebola Pessoa (vocal e guitarra), Bob Nunes (baixo e vocal), Andel Falcão (guitarra) e Leo Abreu (bateria), e atua no circuito musical desde 2011, tendo circulado em turnê no nordeste brasileiro no primeiro semestre deste ano e se apresentado em  festivais (Rock Cordel, Grito Rock e Habemus Rock).

Ficha Técnica:

Gravado por Irmão Carlos nos estúdios Caverna do Som no Verão 2013/2014.

Produzido pela banda Callangazoo e Irmão Carlos

Participação Especial: Heverton Didoné, percussão na faixa 2; Monique Meirelles, ligação telefônica na faixa 2

Callangazoo é Andel Falcão nas guitarras, Bob Nunes no baixo e coros, Leo Abreu na bateria e Cebola Pessoa nas guitarras e vocais.

Mixagem e Masterização: Eric Pimenta (Pimenta Studios)

Capa: Marceleza de Castilho

BANDACALLANGAZOO@GMAIL.COM

Clipes: https://www.youtube.com/user/callangazoo

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

XANGAI E JURAILDES DA CRUZ NA CAIXA CULTURAL CURITIBA



Dupla da “caatinga” e do “cerrado” faz um apanhado de canções de Juraildes em show de voz e violão


A CAIXA Cultural Curitiba apresenta, da próxima sexta (dia 31) até domingo (dia 2), o espetáculo musical “A Caatinga Canta o Cerrado”, de Xangai e Juraildes da Cruz. No formato “voz e violão”, a dupla retoma composições de Juraildes como “Depenar”, “Vida no Campo”, “Nóis é Jeca mais é Jóia”, “Os Meninos” e “Quem Ama Perdoa” – em uma homenagem prestada pelo baiano Xangai ao companheiro de palco goiano, de quem é um dos principais intérpretes.

Os músicos:
Goiano de Aurora do Norte, Juraildes da Cruz se mudou com a família ainda menino para Goiânia, onde aprendeu a tocar violão e ouvir rock e MPB e absorveu diversas referências musicais – das cantigas de roda e catiras às músicas de Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro.

Seu primeiro disco, “Cheiro de Terra”, foi gravado somente em 1990, com participações de Xangai, Sebastião Tapajós, Paulo Moura e Jaques Morelenbaum. Nos anos 70 participava de festivais ao lado de nomes como Jackson do Pandeiro, Fagner, Alceu Valença e Caetano Veloso. Em 2010, foi eleito melhor cantor popular pelo voto do público do 21º Prêmio da Música Brasileira. Suas composições fazem parte do repertório de grandes nomes da música brasileira como a dupla Pena Branca e Xavantinho e Rolando Boldrin.

A trajetória artística de Eugênio Avelino, mais conhecido como Xangai, teve início nos anos 70, quando gravou seu primeiro disco, "Acontecivento", em 1976. O cantor baiano, filho de sanfoneiro, aprendeu a cantar com vaqueiros e cantadores de Vitória da Conquista, onde passou a infância.

Xangai é tido como o intérprete que mais se associa à obra de Juraildes e do cantor e compositor baiano Elomar Figueira Mello. As canções de Juraildes fazem parte de seu repertório desde que gravou "Fuzuê na taboca", no álbum "Lua cheia - Lua nova", em 1989. O CD lançado em parceria com o goiano em 2004, “Nóis é Jeca Mais é Jóia”, foi indicado ao Prêmio da Música Brasileira em 2005 – mas, a música que dá nome ao disco já havia sido gravada por Xangai no CD "Cantoria de Festa", escolhido o melhor de 1998 pelo Prêmio Sharp. Xangai coleciona outras parcerias com Renato Teixeira, Elomar Figueira, Vital Farias e Geraldo Azevedo.



Serviço:
Show “Xangai e Juraildes da Cruz: A Caatinga Canta o Cerrado”
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba (PR)
Data: de 31 de janeiro a 2 de fevereiro de 2014
Horário: de sexta-feira a sábado às 20h e domingo às 19h
Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (meia - conforme legislação e correntista CAIXA)
Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sexta-feira, das 12h às 20h, sábado, das 16h às 20h e domingo, das 16h às 19h)
Lotação máxima: 125 lugares (2 para cadeirantes)
Classificação etária: Livre para todos os públicos

Embaixadora da Áustria no Brasil saúda parceria com a Oficina de Música de Curitiba



 Contato com a Fundação Cultural de Curitiba permitiu a vinda do Ensemble Kaleidoskop, um dos grupos de música de concerto mais famosos da Áustria

A embaixadora da Áustria no Brasil, Marianne Feldmann, saudou a parceria com a Oficina de Música de Curitiba, que possibilitou a vinda à cidade do Ensemble Kaleidoskop, um dos grupos mais populares de música de concerto da Áustria. No próximo sábado (25), a partir das 10h30, o grupo apresenta um workshop gratuito no Paço da Liberdade sobre a cena musical na Áustria, país em que a música erudita é parte do dia-a-dia da sociedade, em rádios, tevê e concertos. No domingo (26), a partir das seis e meia da tarde, na Capela Santa Maria, o Kaleidoskop apresentará peças de Antonin Dvorak, Helmut Schmidinger e Johann Strauss II. O show, que encerra a Oficina de Música, também é gratuito.
“A música do Kaleidoskop é de grande qualidade, e seus integrantes têm um trabalho consistente tanto em orquestras quanto em universidades”, observa a embaixadora. “Um dos componentes do quinteto, Erich Oskar Huetter, também realiza um trabalho importante como professor de violoncelo em Ramallah, na Palestina, dentro do projeto ‘Música para a Paz’, de Daniel Barenboim.”

Expansão
 – Segundo a embaixadora – que estará em Curitiba para o concerto de encerramento no domingo -, há interesse em ampliar o contato com Curitiba e com outras cidades brasileiras. “Temos um trabalho de cooperação com a Orquestra Jovem do Estado de São Paulo e com a Sinfônica Heliópolis, da capital paulista. Queremos expandir nossas ações, com workshops de música de câmara, para Brasília e Curitiba.” Como contrapartida, há interesse em aumentar o contato do público austríaco com compositores brasileiros.
Em relação a uma maior aproximação de seu país com a Oficina de Música de Curitiba, Marianne Feldmann observa que há bastante interesse nisso. “Não vemos nenhum problema em seguir com a parceria. O contato e o trabalho com a organização da Oficina são muitos bons, muito profissionais.” Segundo ela, no futuro essa parceria poderia implicar, por exemplo, intercâmbio de alunos e professores.
A embaixadora destaca, no caso da vinda do Kaleidoskop para Curitiba, o apoio de empresas privadas, no caso, a Referência Locadora de Veículos e o Ateliê do artista plástico Sergius Erdelyi.
A vinda dos cinco músicos foi tratada diretamente pelo presidente da Fundação Cultural de Curitiba (FCC), Marcos Cordiolli, com a Embaixada da Áustria. “Ficamos muito felizes, inclusive com a receptividade das autoridades diplomáticas austríacas. A ideia era fazer uma aproximação entre a Oficina de Música e a Áustria, que é um país central da cena musical erudita”, explica a diretora geral da Oficina, Janete Andrade.
Contatos – Em abril do ano passado, o prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet, recebeu a visita da embaixadora Marianne Feldmann. O prefeito e a embaixadora conversaram sobre parcerias culturais, principalmente na área da música erudita. “Estamos fortalecendo o Conservatório de Música Erudita e seria muito importante contarmos com o apoio dos músicos austríacos, que têm grande tradição e experiência na área”, afirmou Fruet na ocasião.
Marianne Feldmann convidou o prefeito para visitar Viena e conhecer as soluções de tecnologia urbana da cidade. Ela informou que a capital austríaca conta com um abrangente sistema de metrô e que, atualmente, desenvolve um projeto para implantação de uma nova área na cidade, totalmente construída com tecnologias limpas.
Saiba mais sobre o concerto deste domingo clicando aqui.

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Fenômeno da Surf Music anuncia show em SP e RJ


Sashamon anuncia show em SP e RJ


                                           















Músico durante entrevista à MTV – foto: Costábile Salzano Jr | The Ultimate Music – PR

Com apenas seis anos de carreira, Sashamon é considerado um verdadeiro fenômeno da surf music mundial. Após a inclusão de suas músicas nos filmes “Freak Show” e "Freak Side", de Pipeline Master Jamie O’brien, o havaiano se tornou referencia para os fãs de nomes como Bob Marley, Jack Johnson, Sublime, Katchafire e Israel Vibration. O sucesso começou dentro do fechado círculo de surfistas, até que algumas músicas invadiram às rádios do Hawaii e virou febre entre os norte-americanos.

Devido ao excelente feedback de sua primeira promo tour pelo Brasil, em menos de seis meses, o artista retornou para mais uma extensa excursão. Com produção da CP Management, o multi-instrumentista já está na estrada levando na bagagem seu reggae repleto de influências da música havaiana para algumas cidades do país e continua anunciando novas datas. No repertório não faltam hits como "Japanese Squeeze", "Jah Roots", "Butterfly" e "Herbal Criminal”.

Sashamon confirmou mais duas importantes apresentações: Rio de Janeiro (30/01 – Teatro Odisseia) e São Paulo (01/02 – Via Marques). Os ingressos para ambos os shows já estão à venda. Mais informações no serviço abaixo.

Até o momento, a primeira parte da excursão é a seguinte:
11/01 – Morocco – Maresias/SP
14/01 – Estúdio Showlivre – show ao vivo pela internet
15/01 – Pousada Hoffmeister - Balneário Camoboriú/SC
16/01 – John Bull Lagoa – Florianópolis/SC
17/01 – Japa Roots Snooker Bar – São Francisco do Sul/SC
18/01 – Maresia Summer Hits – Itapoá/SC
19/01 – Scooba – Imbé/RS
30/01 – Teatro Odisseia – Rio de Janeiro/RJ
01/02 – Via Marquês – São Paulo/SP

Sashamon humildemente declarou que está ansioso para rever os fãs brasileiros. Sabendo desta expectativa dos fãs brasileiros, o cantor resolveu gravar, de livre e espontânea vontade, uma mensagem super descontraída convidando o público a prestigiar suas performances. Confira o video em http://www.youtube.com/watch?v=SsU4HTDUrxY.

Sashamon mais uma vez será acompanhando pelo guitarrista norte-americano Isaac Kamaile Jr e os brasileiros Mauricio Nassar (baixo) e Marcelo Nassar (bateria). Em julho do ano passado, o artista realizou uma série de apresentações atraindo uma legião de fãs por São Paulo, Maresias, Santos, Rio de Janeiro, Florianópolis, Curitiba, Porto Alegre e Balneário Camboriú.

Sashamon é o nome adotado pelo músico havaiano Sasha Makia Spiller-Reiff.  Em seu primeiro álbum, o músico foi responsável por tocar todos os instrumentos, incluindo cavaquinho, guitarra, baixo, teclado e bateria.

O vídeo da música “Japanese Squeeze” já ultrapassou 350 mil views. Assista em http://www.youtube.com/watch?v=C1b5R99Kors.

Produtores interessados em contratar este espetáculo devem enviar e-mail para cacaprates@live.com.

Links relacionados:

Serviço Rio de Janeiro
Kauai Agency, CP Management e Teatro Odisseia apresentam Surf Paradise Party
Sashamon pela primeira vez na capital fluminense
Local: Teatro Odisseia
End: Rua Mem de Sá, 66 - Lapa
Abertura da Casa: 20h
Banda de Abertura: Swell
DJs: Fild e SPRockerz
Show Sashamon: 23h
Valor do ingresso: R$ 50,00 (1° lote promocional/meia entrada) | Na porta: 60,00
Pontos de Venda:
Carma Skate Shop: Rua Francisco Otaviano, 67 - loja 50 | Rua Ataulfo de paiva, 1744 sobreloja 4
Venda Online – TicketBrasil: www.ticketbrasil.com.br
Censura: 18 anos


Serviço São Paulo
CP Management e Via Marquês orgulhosamente reapresentam Sashamon
Data: 1 de fevereiro – sábado
Local: Via Marquês
End: Av. Marquês de São Vicente, 1589
Infoline: 11 3615.2060
Hora: 22h (abertura da casa)
Bandas Convidadas: a confirmar
DJ convidado: a confirmar
Preço dos convites: R$ 50,00 (lote promocional/antecipados)
Pontos de venda:
Star Point - Av. Irai, 224, Moema - Horário: 10h às 21h
Galeria Presidente: Johnny Be Good - 24 de Maio, 116 - Loja 14 - Fone: (11) 3223.3492
Hole - Galeria do Rock - Av. São João, 439 - 1º andar loja 275
Rattus Skate: Rua Dona Elisa Flaquer, 286 – Centro – Santo André - (11) 4990.5163
Ingresso online: Ticket Brasil – www.ticketbrasil.com.br
Censura: 18 anos

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Claustrofobia celebra 20 anos de carreira com show especial em SP

A banda Claustrofobia, um dos nomes mais expressivos do metal nacional, celebrará 20 anos de carreira, com um super show, no próximo dia 8 de fevereiro, na Clash Cub, em São Paulo.




Celebrando 20 anos de carreira, a banda Claustrofobia tornou-se um dos nomes mais respeitados do cenário do heavy metal nacional. Ao longo de diversas turnês e participações nos mais importantes festivais do Brasil, o grupo entrou em evidencia devido às performances devastadoras.
Após o excelente feedback em relação aos álbuns "Thrasher", "Fulminant" e “PESTE”, Marcus D´Angelo (vocal/guitarra), Alexandre de Orio (guitarra), Daniel Bonfogo (baixo) e Caio D´Angelo (bateria) iniciam 2014 com as energias totalmente recarregadas para novas realizações.
A primeira exibição deste ano será bem especial. O grupo comemorará duas décadas na estrada em um super show, no próximo dia 8 de fevereiro, na Clash Cub, em São Paulo. No repertório, diversos clássicos como "Paga-Pau", "Thrasher", "War Stomp", "Condemned", "Enemy", além das composições de "PESTE", considerado um dos melhores discos lançados em 2011 pelos principais meios de comunicação especializados do país.
Os ingressos antecipados para este evento já estão à venda na loja 255 (Galeria do Rock), no valor de R$ 25,00 (pista promocional/meia) e R$ 50,00 (camarote promocional/meia). Mais informações no serviço abaixo.
Produtores interessados em contratar o espetáculo do Claustrofobia devem entrar em contato através do e-mail bruno@viabilizaviagens.com.br.
Links relacionados:
Serviço São Paulo
Claustrofobia: 20 anos na estrada!
Data: 8 de fevereiro de 2014
Local: Clash Club
End: Rua Barra Funda, 969 – próximo ao Metrô Palmeiras-Barra Funda
Hora: 18h
Bandas convidadas: Forka e Chemical
Ingresso:
1° lote: R$ 25,00 (pista promocional/meia) | R$ 50,00 (camarote promocional/meia)
2° lote: R$ 35,00 (pista promocional/meia) | R$ 70,00 (camarote promocional/meia)
Ponto de Venda: Loja 255 – Galeria do Rock

Cícero se apresenta no Circo Voador no dia 17 de janeiro



Dois anos após seu debut com “Canções de Apartamento” (Deck – 2011), de ganhar dois prêmios Multishow e de ser elogiado por uma variedade de artistas como Marisa Monte, Lenine, Moska, Maria Gadú e Marcelo Camelo, Cícero lançou seu segundo disco, “Sábado” (Deck - 2013).  Na próxima sexta-feira (17), Cícero apresenta o novo trabalho ao vivo no Circo Voador.  

"Sábado" não foi gravado em estúdio, mas em diversas casas por onde o músico passou nos últimos meses. O novo trabalho foi produzido pelo próprio Cícero, por Bruno Schulz (que também participou da produção do primeiro disco) e por Bruno Giorgi, filho do músico Lenine e indicado ao Grammy latino pela produção do último disco do pai, “Chão”.
  
O disco tem 10 músicas, todas de autoria do cantor carioca, que compõem o repertório do show no Circo Voador, como “Frevo por Acaso”, “Sábado”, “Ela e a Lata” e “Porta, retrato”. Além de sucessos do álbum anterior como “Tempo de Pipa” e “Açúcar ou Adoçante?”.
  
Cícero será acompanhado pela banda formada por Bruno Schulz (teclado e acordeon), Uirá Bueno (bateria), Gabriel Ventura (guitarra) e Pedro Dantas (baixo). Antes, se apresenta a banda Baleia e encerrando a noite o Bloco pra Iáiá.


Cícero – “Sábado”
Data: 17/01/2014 (sexta-feira)
Horário: 22h
Local: Circo Voador (Rua dos Arcos, s/nº - Lapa – Rio de Janeiro – RJ – tel: (21) 2533-0354)
Ingressos: 1º Lote: ESGOTADO
2º Lote: R$ 40 (meia-entrada para estudantes, menores de 21 anos, maiores de 60 anos, cliente Clube Sou + Rio, promocional válido com 1kg de alimento ou e-flyer)R$ 80 (inteira)
Classificação 18 anos (de 12 a 17 anos apenas acompanhado do responsável legal)