domingo, 1 de fevereiro de 2009
"Cantagonias" da Cantora Maysa
A Mais Triste Voz da Boêmia MPB
Para Everi Carrara
Ela cantava como quem punha tudo em pratos limpos, isto é, ela mesma no contrapeso da balança existencial. Maysa cantava suas dolentes sombras e escuridões, entre pausas e semifusas, pondo a sua insana dor de cotovê-lo pra fora do ser angustiado que era. Maysa cantava com sua voz diferenciada, sua alma triste, a mais triste voz da MPB boêmia por atacado. Maysa era a voz-lamento, numa espécie de banzo-tropical-latino contra muros e cincerros, ela mesma, alma em arrebentação íntima. Mulher bonita, livre, independente, tinha opiniões saradas, remando contra as marés bravas de uma carioca e burguesa sociedade hipócrita, assim, destilou veneno, sangrou-se, lavando a alma, dos porões do inconsciente trazendo revoltas, iras, mais a suprema determinação de ser sempre ela mesma, apesar de tudo que se lhe vinha ou entornava o caldo. Existindo arrastava suas correntes? E cantava como se escorrendo as lágrimas-letrais em música, harmonia e ritmo. Nunca houve nenhuma outra sequer parecida com ela. Maysa era seu próprio repertório datado. Já pensou que dilema? Nos bastidores, na solidão do camarim, um copo de uísque na mão, ninguém sabe a dor de quem se coloca pra fora naquilo que faz, por isso mesmo arrebentava como cantora, artista, mãe, mulher, humagente, e ainda um mundo caído no sensível coração arrebentado.
Num país sem memória para com seus ídolos portentosos, em que a absurda máquina televisiva arrebenta as poucas memórias artístico-culturais ou cria infames núcleos estrambólicos de "nadas e ninguéns" (e algumas oxige-Nadas) batizados com a fama sazonal em vernizes fúteis e luzes falsas, finalmente a Rede Globo vai trazer um levante de sua vida-livro, certamente que um novelo envelopado pra consumo, porque Maysa não era pop, muito menos favorita, talvez até fosse uma louca desvairada que colocava os pingos nos dáblios, se reportando como sobrevivente social nas canções em que extravasava o espírito com tantas inquietações. Cantar era seu remanso.
Porque quando Maysa cantava, todas as rotações transcendentais da vida paravam para ouvi-la. Porque ela punha o exato tom certo, a perfeita respiração certa, o silêncio encorpado, o timbre que rebrilhava na interpretação de humanismo-dor, de ternura-dor, de romantismo-dor. E o ser humano é construído e refeito na dor. Maysa sabia sobreviver cantando. Pedir socorro cantando. Tinha uma tragédia ao veicular a composição com sua personificação lítero-musical-existencial. A ostra não canta a dor em som, mas em estética pérola. Maysa perolizava a música com sua dor quando soava. Porque Maysa cantando se livrava dos fantasmas.
Quem mal a amou, armando-a? Foi isso? Maysa tinha sim, uma cantoria cheia de lágrimas. Era da natureza dela ser a coxia no palco de si. Se fosse escritora, seria Clarice Lispector. Tinha sua cantação lispectoriana. Clarice com sua ficção-angústia, Maysa sua interpretação-angústia como marca, estilo todo próprio de ser e de se defender. E assim compunha a música-composição como se destilasse o labirinto-absinto de suas cantagonias. O que Lupiscínio etilicamente fazia com suas brilhantes composições marcantes, mas cantando, soando, era uma moça, manteiga derretida, voz fina, Maysa cantando era a ferro e fogo e paixão, não impostando a voz-veludo, mas dando a tristice certa no caldo da própria exposição cênica-sonora.
Aqui e ali, na casa de um amigo de grosso quilate, está o long-play da Maysa, a fita-cassete, valendo ouro, como um som-documento de uma voz que se calou a partir de uma tragédia. Uma ponte enorme, ligando continente ao mar, a tirou de nós, como uma metáfora de travessia, desembarque, ilha. Sim, ela bebia, fumava, brigava, amava, odiava, existia, tentando achar seu fio terra, decompor-se muito além das arrebentações da pilha cósmica do universo. Cantar era como se clamasse no deserto. Sua vida-documento testemunha fermentos e purgações de uma mulher fora de seu tempo, moderna e além de tudo ferida para ser livre, incomodar, despertar consciências.
Maysa foi única e foi tantas, múltiplas. Meio Elis, Meio Celly Campello, meio Aracy de Almeida, meio Dolores Duran, meio Nana Caymi, meio Clementina de Jesus, inteiramente personagem de si mesma, alma aberta. Mas seu mundo caiu. E quando mais fina a flor, mais depressa é recolhida. As flores mais bonitas são colhidas primeiro. Você, de alguma maneira, literalmente VIA a agonia naquilo que Maysa cantava, destilando seu vinho-verso-verbo. Há mitos, lendas, verdades, mentiras, invencionices. Mas para saber exatamente quem foi (quem é) Maysa, à beira mar, um chopinho e um luar, arrue uma vitrola de garagem, com aquela bolachão como se tivesse riscado - a agulha do tempo? - e deixe rodar o disco de Maysa. Ouvir Maysa é credenciá-la com testemunho de um tempo e as amarguras femininas desse tempo. Ouça, sinta, capte, depois, diga lá coração, diga pra mim, se a flor-fêmea Maysa não foi muito mais do que as memórias lhe dão crédito? Maysa cantava, como quem cortava os pulsos. Intrépida, louca varrida, poeta, sensível, feminina e romântica, livre com sua solidão-albatroz, num mar de sargaços.
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O ultimo a chorar, por favor, por favor
Apague a luz do abajur cor de carne
Enquanto Maysa canta toda a inesgotável dor
De não amar. E de não viver em paz.
-0-
Silas Correa Leite - Poeta, Compositor, Boêmio, Inventariante de Cenários
Santa Itararé das Letras-SP
sábado, 31 de janeiro de 2009
AMIGOS AMANTES CHOCOLATE
O AUTOR
Alexander McCall Smith
Nascido em Bulawayo na antiga Rodésia do Sul, hoje Zimbábue, foi educado em seu país natal antes de se mudar para a Escócia para estudar Direito na Universidade de Edimburgo. onde hoje vive. Foi professor de direito na Universidade de Edimburgo. Ex-presidente da Comissão de Ética do British Medical Journal (até 2002), ex-vice-presidente da Comissão Genética Humana do Reino Unido, e um antigo membro da Comissão Internacional de Bioética da UNESCO. Devido ao seu sucesso como um escritor tardio estes outros compromissos não poderam ser mantidos. Em junho de 2007 foi premiado com o grau honorífico de Doutor em Direito em uma cerimônia celebrando o tricentenário da Universidade da Faculdade de Direito de Edimburgo. É autor de mais de sessenta livros.Bibliografia
The No. 1 Ladies' Detective Agency Series
* 1998 The No.1 Ladies' Detective Agency
* 2000 Tears of the Giraffe
* 2001 Morality for Beautiful Girls
* 2002 The Kalahari Typing School for Men
* 2003 The Full Cupboard of Life
* 2004 In the Company of Cheerful Ladies (também conhecido como The Night-Time Dancer)
* 2006 Blue Shoes and Happiness
* 2007 The Good Husband of Zebra Drive
* 2008 The Miracle at Speedy Motors
* 2009 Tea Time for the Traditionally Built
Professor Dr. von Igelfeld Entertainments
* 2003 Portuguese Irregular Verbs
* 2003 The Finer Points of Sausage Dogs
* 2003 At the Villa of Reduced Circumstances
The Sunday Philosophy Club Series
também conhecido como Isabel Dalhousie Mysteries
* 2004 The Sunday Philosophy Club
* 2005 Friends, Lovers, Chocolate
* 2006 The Right Attitude to Rain
* 2007 The Careful Use of Compliments
* 2008 The Comfort of Saturdays (UK title) or The Comforts of a Muddy Saturday (American title)
44 Scotland Street Series
* 2005 44 Scotland Street
* 2005 Espresso Tales
* 2006 Love over Scotland
* 2007 The World According to Bertie
* 2008 The Unbearable Lightness of Scones
Outras novelas
* 2008 La's Orchestra Saves the World
* 2008 Corduroy Mansions (published online daily in serial form at telegraph.co.uk; scheduled for printing as a book in 2009)
Contos
* 1991 Children of Wax: African Folk Tales
* 1995 Heavenly Date: And Other Flirtations
* 2004 The Girl Who Married a Lion: And Other Tales from Africa
Livros Infantís
* 1984 The Perfect Hamburger
* 1988 Alix and the Tigers
* 1990 The Tin Dog
* 1991 Calculator Annie
* 1991 The Popcorn Pirates
* 1992 Akimbo and the Lions
* 1992 The Doughnut Ring
* 1993 Akimbo and the Crocodile Man
* 1994 Paddy and the Ratcatcher
* 1995 The Muscle Machine
* 1996 The Bubblegum Tree
* 1997 Bursting Balloons Mystery
* 1997 The Five Lost Aunts of Harriet Bean
* 1999 Chocolate Money Mystery
* 2000 Teacher Trouble
* 2005 Akimbo and the Elephants
* 2006 Dream Angus
* 2006 Akimbo and the Snakes
* 2008 Akimbo and the Baboons
Textos Acadêmicos
* 1978 Power and Manoeuvrability (with Tony Carty)
* 1983 Law and Medical Ethics (with J Kenyon Mason) (this text has gone through several editions: a seventh, by Mason and Graeme Laurie, was published in 2006. McCall Smith contributed to all six previous editions.)
* 1987 Butterworths Medico-Legal Encyclopaedia (with J Kenyon Mason)
* 1990 Family Rights: Family Law and Medical Advances (with Elaine Sutherland)
* 1992 The Criminal Law of Botswana (with Kwame Frimpong)
* 1993 The Duty to Rescue (with Michael Menlowe, 1993)
* 1992 Scots Criminal Law (with David H Sheldon, second edition published 1997)
* 1997 Forensic Aspects of Sleep (with Colin Shapiro)
* 2000 Justice and the Prosecution of Old Crimes (with Daniel W Shuman)
* 2001 Errors, Medicine and the Law (with Alan Merry)
* 2003 A Draft Criminal Code for Scotland (with Eric Clive, Pamela Ferguson and Christopher Gane)
* 2004 Creating Humans: Ethical questions where reproduction and science collide (collected lectures, audio recordings)
O LIVRO
AMIGOS AMANTES CHOCOLATEde Alexander McCall Smith
Páginas - 240
Após a cirurgia, Ian passou a ter visões de um rosto misterioso. Ele desconfia que o coração transplantado pode ter guardado as memórias do doador. Curiosa e impelida por seu inabalável senso moral, Isabel não resiste em tentar ajudar o novo amigo. A idéia de memória celular teria confirmação científica? Conseguiria descobrir de quem é a fisionomia que agora persegue Ian?
Na busca de uma resposta racional para essas visões, a filósofa revira a simpática Edimburgo atrás de pistas do doador anônimo e acaba se deparando com delicadas questões éticas e afetivas, com um italiano sedutor e até com espiritismo.
Obras do autor publicadas pela Companhia das Letras
AGÊNCIA NO.1 DE MULHERES DETETIVES
AKIMBO E OS ELEFANTES
AKIMBO E OS LEÕES
AMIGOS AMANTES CHOCOLATE
CLUBE FILOSÓFICO DOMINICAL, O
LÁGRIMAS DA GIRAFA, AS
MORALIDADE PARA GAROTAS BONITAS
UM LANÇAMENTO


Desvirando a página - A vida de Olavo Setubal
Desvirando a página - A vida de Olavo Setubal
de Ignácio de Loyola Brandão
e Jorge J. Okubaro
Nº de Páginas: 528
Ao levar para o banco métodos de engenharia, Olavo Egydio Setubal despertou o ceticismo de outros banqueiros da época.
UM LANÇAMENTO

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
Festival de Aparecimento Transcendental de Sri Nityananda Prabhu
Festival de
Aparecimento Transcendental de Sri Nityananda Prabhu,
o companheiro principal de Sri Caitanya Mahaprabhu na fundação deste movimento
Hare Krishna, há 522 anos na Índia.
Data: 07/02/2009 sábado
Local: Templo Hare Krishna de Curitiba
http://www.harekrishnacuritiba.com/?q=node/284
Programação:
18 hs - bhajan (música)
19 hs - kirtana
19:30-20:30 - palestra
20:30 - 21hs - teatro e dança
21hs - prasadam
Os devotos devem trazer preparações culinárias ou frutas exóticas
SAIBA MAIS EM
A LEDORA DE RENDAS
A LEDORA DE RENDAS
de Brunonia Barry
Páginas:404
Lançado de forma independente por Brunonia, o livro chamou a atenção da Editora William Morrow, da gigante Random House, que o transformou na aposta do último verão norte-americano. Com tiragem inicial de 200 mil exemplares, A ledora de rendas conquistou as listas dos mais vendidos do The New York Times, The Washington Post e Publisher’s Weekly, além de grupos de leituras de todo o país. No mercado internacional, o livro foi comercializado para publicação em 21 países.
A trama se passa em Salem, antigo pólo portuário alçado à capital das bruxas por conta da caçada empreendida no local no século XVII, quando mais de 150 pessoas foram presas acusadas de bruxaria. Até hoje, a casa que serviu de sede ao tribunal de caça às bruxas, bem como o cemitério, são pontos turísticos na cidade. Juntam-se a eles atrações citadas no livro de Brunonia Barry, como o Museu Peabody, a Rua Chestnut e outras tantas mansões históricas que remetem à América colonial, e que no livro compõem o cenário de mistério e romance desejados pela autora.
A família Whitney, retratada pela autora, se confunde com a história de Salem: o patriarca foi um dos responsáveis pelo enriquecimento da cidade com o comércio naval e sua fábrica de calçados; as mulheres são capazes de prever o futuro e decifrar o passado através de tecidos de renda, alcançando a notoriedade. A mais conhecida delas, respeitada e temida, é Eva Whitney, avó da protagonista.
Com o desaparecimento de Eva, Towner tem que enfrentar Cal Boynton, ex-marido de sua tia, e agora líder de uma seita de fanáticos religiosos denominados Calvinistas. A história vai se complicando com o sumiço de uma moça, seguidora de Cal e amiga de Eva e May, a reclusa mãe de Towner. Com o interesse cada vez menos profissional do policial Rafferty, e com o envolvimento do seu antigo namorado, Jack, Towner tem que restabelecer um relacionamento com a família, da qual fugiu após uma crise no fim da adolescência.
Brunonia Barry cria em A ledora de rendas uma trama surpreendente, em que trajetórias se imbricam em camadas cada vez mais profundas e ultrapassá-las significa trazer à tona um passado de intrigas e dor. Múltiplos pontos de vista vêm à tona nesta narrativa pontuada por flashbacks de antigos moradores da pequena cidade, dando ritmo a esta história de amor e suspense. Assim como as rendas de Salem, a trama se entrelaça e alcança um final inesperado no melhor estilo O sexto sentido.
A AUTORA
Brunonia BarryUM LANÇAMENTO

LUISITO
Pode a presença de um animal de estimação fazer voltar a cor para os dias de alguém? Em Luisito – Uma história de amor, Susanna Tamaro nos mostra que sim. Com uma narrativa comovente, ela nos apresenta Anselma, uma professora aposentada que vive sozinha depois que os filhos saíram de casa e o marido morreu. Sua triste rotina muda por completo quando ela encontra um belo papagaio abandonado. Ao decidir cuidar da ave, a personagem afasta a melancolia e redescobre a vontade de viver.
O LIVROLUISITO
de Susanna Tamaro
Páginas:128
Mal sabia Anselma que o gesto rotineiro de jogar o lixo fora na caçamba do outro lado da rua lhe traria uma grata surpresa. Depois de ouvir um barulho estranho em meio aos papéis, a professora encheu-se de coragem e usou um cabo de vassoura para remexer na pilha de detritos, em busca da criatura que emitia o som. Ao cutucar uma caixa de leite vazia, descobriu um papagaio de plumagem colorida e olhos suplicantes. Com pena, resolveu levar a ave para casa. Na manhã seguinte, deu-lhe o nome de Luisito, em homenagem a Luisita, sua grande amiga dos tempos do curso normal.
Pouco a pouco, a presença de Luisito estimula sua dona a sair da inércia em que se encontrava. Anselma passa a prestar mais atenção nas notícias transmitidas pela televisão, retoma o jogo de palavras cruzadas esquecido sobre a mesa, vai às compras mais vezes, decide reorganizar a casa, jogando fora coisas guardadas há anos em um depósito, e até resgata antigas paixões, como os discos de canções napolitanas. Os telefonemas dos filhos, recebidos em dias alternados, deixam de ser sua única distração.
Conforme vai derretendo as camadas de gelo que envolviam o seu coração, a professora recupera o amor próprio. Velhas recordações, como as inúmeras conversas com Luisita e os anos de trabalho com os alunos, tomam conta de sua mente e conduzem a um balanço da própria vida. Mas, depois de oferecer uma festa aos seus antigos colegas de magistério, Anselma é apanhada de surpresa: um vizinho irritado denuncia a presença do papagaio no apartamento e a ave é apreendida. Seria o fim da relação dos dois? Mais do que um relato sobre um animal de estimação, Luisito – Uma história de amor é uma fábula moderna sobre amizade e esperança, que promete conquistar leitores de todas as idades.
A AUTORA
Susanna Tamaro nasceu em Trieste, Itália, no ano de 1957, embora tenha habitado em Roma durante a maior parte da sua vida. Em 1994 eclode o sucesso Vai Aonde Te Leva o Coração, o bestseller que já vendeu mais de 6 milhões de exemplares no total dos países onde foi publicado. Actualmente, é proprietária de uma pequena herdade em Orvieto, em pleno coração da Umbria, onde encontrou um retiro espiritual que lhe confere a paz e tranquilidade necessárias para escrever.Durante os anos de estudo, teve empregos temporários em emissoras italianas, como a RAI e o terceiro canal. Em 1989, teve o primeiro livro publicado – La testa tra le nuvole –, seguido por A uma só voz, de 1991. O sucesso foi alcançado três anos mais tarde ao lançar Vá aonde seu coração mandar, editado no Brasil pela Rocco, assim como De volta à casa, O Círculo Mágico, Responda-me, Tobias e o anjo, A uma só voz, Alma do Mundo e Papirofobia.
Formada em cinema, Susanna escreveu e dirigiu o primeiro filme em 2004, Nel mio amore. Em 2006, além de ter lançado Ouça a minha voz (lançado no Brasil em 2007 pela Rocco), a escritora desenvolveu um espetáculo teatral junto com outras autoras italianas.
Além dos títulos já citados, dela, a Editora Rocco publicou mais recentemente, em 2009, Luisito - Uma história de amor. Susanna, hoje em dia, vive na cidade italiana de Orvieto, na Úmbria, onde desfruta da tranquilidade necessária para escrever.
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quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
MG EDITORES PUBLICA 5ª EDIÇÃO REVISTA DE “UMA NOVA VISÃO DO AMOR”, DE FLÁVIO GIKOVATE
“Os relacionamentos devem se basear muito mais em laços de amizade que de dependência.” O psicoterapeuta Flávio Gikovate defendeu essa tese em sua primeira grande obra a respeito do amor, em 1990. Em toda sua produção seguinte ele trata do tema com base nos fundamentos que aparecem neste texto. Clique aqui para saber mais sobre este livroNo livro Uma nova visão do amor, ele tece relações entre amor, casamento, solidão e individualidade, passando pelo tão falado tema da paixão. E propõe uma nova maneira de enxergar a relação entre duas pessoas, apontando a vaidade como um dos principais obstáculos à felicidade e mostrando que o uso da razão é um dos caminhos para viver plenamente o amor.Partindo de considerações pessoais muito peculiares, sempre apoiadas em sua experiência clínica de mais de quarenta anos, Gikovate parte do princípio de que o amor, por ser considerado o mais nobre dos sentimentos, raramente é associado a elementos negativos, o que impede uma reflexão crítica sobre ele. Além disso, o quase obrigatório contraponto entre esse sentimento e a razão leva à depreciação da segunda.
Por isso, Gikovate apresenta novas formas de relacionamento, baseadas na consciência de que somos seres plenos e não apenas metades em busca de complemento. “O amor dito ‘romântico’ é imaturo e regressivo e não condiz com uma relação de boa qualidade. O amor é um sentimento que temos pela pessoa cuja presença provoca em nós a sensação de paz e aconchego que perdemos ao nascer. A mãe é o nosso primeiro objeto de amor. Quando crescemos e nos tornamos independentes, queremos nos entreter com outras coisas, mas, vez por outra, nos sentimos inseguros e corremos atrás do aconchego físico materno. Portanto, o amor é o sentimento que se tem pela pessoa com a qual você supre a sensação de desamparo, de incompletude. Mas essa sensação de que falta alguma coisa não pode ser preenchida por outra pessoa. Temos de nos resolver interiormenteantes de nos unir a alguém”, afirma o autor.
Uma nova visão do amorde Flávio Gikovate
Edição 5 / 2009
232 pág.
O amor, por ser considerado o mais nobre dos sentimentos, raramente é associado a elementos negativos, o que impede uma reflexão crítica. Além disso, o contraponto entre esse sentimento e a razão leva à depreciação da segunda. Analisando novas formas de relacionamento, baseadas na consciência de que somos seres plenos e não apenas metades em busca de complemento, este livro derruba diversos tabus sobre o assunto.
Edição revista.
Clique aqui para ler o
sumário e as primeiras páginas
deste livro
UM LANÇAMENTO

PROGRAMAÇÃO CINEMA CURITIBA
De 30 de janeiro a 5 de fevereiro de 2009
Domingo, dia 1º de fevereiro – ingresso a R$1,00
CINEMATECA - Sala Groff - Rua Carlos Cavalcanti nº 1174 fone 41 3321-3270 (De segunda a sexta-feira, das 09:00 às 12:00 e das 14:00 às 18:30) e 3321-3252 (diariamente das 14:30 às 21:00) – www.fccdigital.com.br
MOSTRA DE ANIME 2009 (Final)
Dias 30 e 31 – Sessões às 16h e 20h – Entrada Franca
Co-promoção com o Consulado Geral do Japão no Paraná
(ver programação anexa)
A ESCOLA DO RISO, 2004, Japão, 121’, de Mamoru Hosi, com Kôji Yakusho, Goto Inagaki, Tae Kimura.
Um censor do governo japonês interfere na montagem de uma adaptação de "Romeu e Julieta", o que faz com que reescreva a peça juntamente com o comediante que a está realizando.
De 01 a 05 sessões 16h
Classificação livre.
ANOS DE CHUMBO, Alemanha, 1981, 106’, de Margarethe von Trotta, com Bárbara Sukowa, Doris Schade, Rudiger Vogler.
Alemanha, 1968: Marianna e Juliane, filhas de um pastor, lutam por mudanças na sociedade, como a legalização do aborto. Juliane é repórter e Marianna, membro de uma organização terrorista. Marianna é presa e passa a ser ajudada pela irmã, que começa a questionar a maneira como ela é tratada.
Dia 01 sessão 20h
Classificação 16 anos
Entrada Franca.
1º FESTIVAL DE JURI POPULAR
DE 02 A 08
SESSÃO 20H
ENTRADA FRANCA
(VER PROGRAMAÇÃO ANEXA)
PROGRAMAÇÃO
De 30 de janeiro a 5 de fevereiro de 2009
Domingo, dia 1º de fevereiro – ingresso a R$1,00
CINE LUZ Rua XV de Novembro nº 822 fone 41 3321-3270 (De segunda a sexta-feira, das 09:00 às 12:00 e das 14:00 às 18:30) e 3321-3261 (diariamente das 14:30 às 21:00) www.fccdigital.com.br
MANDELA - LUTA PELA LIBERDADE, 2007 (Alemanha/ França/ Bélgica/ África do Sul/ Itália/ Luxemburgo/ Reino Unido), 140’ de Bille August, com Joseph Fiennes, Dennis Haysbert, Diane Kruger.
A vida de um homem racista (Joseph Fiennes) muda completamente por conta de sua convivência por 20 anos com um negro, prisioneiro do qual cuidou nesse período. O prisioneiro era Nelson Mandela (Dennis Haysbert).
Sessões 15h e 17h35
Domingo, dia 1º sessão somente as 17h35
Classificação: 10 anos
ANDARILHO, Documentário, Brasil, 2007, 80’, de Cao Guimarães.
Entre Montes Claros e Pedra Azul, no nordeste de Minas Gerais, três andarilhos solitários percorrem trajetórias distintas, relacionando-se, cada um do seu jeito, com os elementos de um mundo onde tudo é transitório.
Melhor filme no 9º Festival Internacional de Cinema de Las Palmas de Gran Canária/Espanha
Melhor direção (documentário) Festival do Rio de Janeiro 2007.
O diretor Cao Guimarães, é, ao lado de Kiko Goifman, um dos principais nomes da vanguarda do cinema brasileiro atual.
Sessão às 20h10
Classificação livre
KIRIKOU – OS ANIMAIS SELVAGENS (Kirikou et lês Bêtes sauvages – França/2005). Animação dublada. Direção de Bénédicte Galup e Michel Ocelot. Kirikou é menino muito pequenino, nascido em uma aldeia da África Ocidental. O garotinho não alcança nem o joelho de um adulto, mas terá de enfrentar a poderosa e malvada Karabá, feiticeira que secou a fonte d’água da aldeia de Kirikou, engoliu todos os homens que foram enfrentá-la e ainda pegou todo o ouro que tinham. Nessa aventura, o garotinho enfrenta muitos perigos e percorre lugares que somente pessoas pequeninas poderiam entrar. – 75’ Classificação livre
Domingo, dia 01 – sessões às 10h30 e 15h
Anexos:
MOSTRA DE ANIME 2009
De 25 a 31 de janeiro de 2009
Na Cinemateca de Curitiba
Entrada Franca
Co-promoção com o Consulado Geral do Japão no Paraná
Dia 25, sessão às 16h:
DORAEMON – O DINOSSAURO DE NOBITA (Japão, 2006). Direção de Ayumu Watanabe. Produtor Fujiko Fujio. Diretor Executivo Kozo Kusuba. 107 min, (legendas em Espanhol) Classificação livre
SINOPSE: Diferente dos outros filmes de Doraemon (o gato robótico) este será um remake do primeiro filme de Doraemon, também chamado DINOSSAURO DE NOBITA que passou no ano 1980. O filme é sobre Nobita que encontra um ovo de dinossauro, e sem condições para criar um dinossauro, resolve levar para a época dos dinossauros com a máquina do tempo, mas acaba ficando preso com Doraemon e seus amigos por causa de uma falha na máquina do tempo.
Às 20h:
A VIAGEM DE CHIHIRO (Japão, 2001). Direção de Hayao Miyazaki. 125 min. (Dublado em portugues). Classificação livre
SINOPSE: Ganhador do Oscar de Melhor Longa-Metragem de Animação, “A viagem de Chihiro” é um filme que encantou e emocionou platéias em todos os países onde foi exibido. Um desenho feito para crianças de todas as idades. Chihiro, uma menina esperta de 10 anos, e seus pais, estão de mudança. Nos arredores do novo bairro, eles se deparam com um parque de diversões abandonado. Como num sonho ela começa a viver uma grande aventura num mundo encantado, habitado por fantásticas criaturas e passa a ser protegida por Haku, um menino com poderes mágicos. Para salvar seus pais e voltar ao nosso mundo, Chihiro terá de ter muita humildade, coragem e determinação.
Dia 26, sessão às 16h:
METRÓPOLIS (Japão, 2001). Direção de Osamu Tezuka. 109 min ( legendas em portugues). 109 min. Classificação 14 anos
SINOPSE: Prepare-se para uma experiência totalmente nova com o que há de mais inovador em matéria de animação. Baseados nos quadrinhos do mestre da animação japonesa, Osamu Tezuka (Astro Boy), escrito pelo lendário Katsuhiro Otomo (Akira) e dirigido por Rintaro (Galaxy Express 999), Mestrópolis é um filme espetacular, com imagens maravilhosas e personagens inesquecíveis. No mundo industrial de Metrópolis, Duke Reid é um poderoso líder.
Às 20h:
A VIAGEM DE CHIHIRO (Japão, 2001). Direção de Hayao Miyazaki. 125 min. (Dublado e Legendado em portugues). Classificação livre
Dia 27, sessão às 16h:
TEKKONKINKREET (Japão, 2006). Direção de Michael Arias. 111min. (dublado em portugues). Classificação 16 anos
SINOPSE: O mesmo estúdio de animação que criou Animatrix apresenta este visualmente e incrível novo filme de animação baseado na popular história em quadrinhos japonesa escrita por Taiyo Matsumoto. Na cidade do tesouro a vida pode ser doce ou brutal. Isto é a pura verdade para nossos heróis Black & White, dois meninos rebeldes de rua que tomam conta da cidade, lutando constantemente contra o vilão do velho mundo Yakuza e criaturas alienígenas assassinadas que pretendem destruir a metrópole.
Às 20h:
TOKYO GODFATHERS (Japão, 2003). Direção de Satoshi Kon. 91 min. (Legendas em portugues). Classificação 16 anos
SINOPSE: O aclamado diretor Satoshi Kon (Perfect Blue, Millennium Actress) e o estúdio líder japonês em animação Mad House (X, Vampire Hunter D, Ninja Scroll) apresentam esta história visual e emocionalmente impressionante de aventura, amor e redenção. Em Tóquio, as vidas de três mendigos são transformadas para sempre quando eles encontram uma bebezinha abandonada no lixo em plena véspera de Natal. Com o Ano Novo se aproximando, os três esquecidos membros da sociedade se juntam para desvendar o ministério do abandono da criança e o destino dos pais. No meio da confusão, acontecimentos e pessoas aparentemente sem relação acabam obrigando a confrontar seus passados remotos, ao mesmo tempo em que eles aprendem a juntos encarar o futuro.
Dia 28, sessões às 16h
COWBOY BEBOP (Japão, 2001). Direção Shinichiro Watanabe. 115 min. (Legendas em portugues) Classificação 16 anos
SINOPSE: Um vírus ameaça Marte e põe uma gang de mercenários na caça de um cruel inimigo. Aventura de ficção baseada numa série de sucesso na TV, com efeitos de animação impressionantes e ação ininterrupta. Marte, Dias antes da festa do Dia das Bruxas de 2071. Vilões explodem um caminhão na Highway One, espalhando um vírus que mata centenas de vítimas. Temendo um ataque bio-químico ainda mais devastador, uma recompensa astronômica é oferecida pela captura da pessoa responsável pela destruição.
Às 20h:
O CASTELO ANIMADO (Japão, 2004). Direção de Hayao Miyazaki. 120 min. ( Legendas em portugues). Classificação livre
SINOPSE: Essa é a história de Sophie, uma jovem de 18 anos vítima da maldição de uma bruxa que a transformou em uma senhora de 90 anos. Obrigada a sair de casa, Sophie encontra em seu caminho o estranho castelo de um jovem mágico, onde nossa heroína passa a viver. Apenas o mágico é capaz de ver a verdadeira Sophie por trás da imagem da velha senhora. Ele, então, se apaixona por ela. E ela também se encanta por ele. Mas, para desfazer a maldição e viver esse amor e paz, Sophie e o mágico terão que superar muitos obstáculos e buscar em seus corações a força dos sentimentos mais nobres, para juntos enfrentarem poderosos inimigos. Uma viagem fascinante e inesquecível ao fantástico mundo dos mágicos, bruxas e castelos que têm vida própria.
Dia 29, sessão às 16h:
O CASTELO ANIMADO (Japão, 2004). Direção de Hayao Miyazaki. 120 min. (Dublado em portugues). Classificação livre
Às 20h:
PAPRIKA (2006). Direção de Satoshi Kon. 90 min. (Dublado em portugues).
Classificação 12 anos
SINOPSE: Paprika mostra o mundo da fantasia e da imaginação, onde realidades e sonhos se transformam em uma sucessão de brilhantes efeitos visuais neste impressionante filme de animação do aclamado diretor Satoshi Kon. O centro da fábula mágica é uma máquina revolucionária que permite aos cientistas acessar o cérebro e gravar os sonhos. Logo após ter sido roubada, um destemido detetive e um excelente terapeuta unem forças para recuperar o aparelho antes que ele vá parar nas mãos de um “terrorista dos sonhos”
Dia 30, sessão às 16h:
MEMORIES (Japão, 2005). Direção de Katsushiro Otomo. 114 min (Legendas em portugues)
Classificação 16 anos
SINOPSE: Criado pelo célebre mestre da Animação Katsuhiro Otomo (Akira Houjin Z), Memories consiste em três histórias deslumbrantes cada uma com um estilo surpreendente. “Magnetic Rose” dirigida por Koji Morimoto (Animatrix) e baseada em um curta de Otomo, fala sobre dois viajantes espaciais que, segundo um sinal, acabam sendo levadas para um mundo magnífico criado pelas memórias de uma mulher. Tensai Okamura (Wolf’s Rain) dirige “Stink Bomb”, onde um jovem químico acidentalmente se transforma em uma arma biológica implacável pronta para atingir Tóquio. “Cannon Fooder” de Otomo mostra um dia da vida de uma cidade que tem como único propósito disparar canhões em inimigo desconhecidos.
Às 20h:
A VIAGEM DE CHIHIRO (Japão, 2001). Direção de Hayao Miyazaki. 125 min. ( Legendas em portugues). Classificação livre
Dia 31, sessão às 16h:
O CASTELO ANIMADO (Japão, 2004). Direção de Hayao Miyazaki. 120 min. (Dublado em portugues). Classificação livre
Às 20h:
DORAEMON – O DINOSSAURO DE NOBITA (Japão, 2006). Direção de Ayumu Watanabe. Produtor Fujiko Fujio. Diretor Executivo Kozo Kusuba. 107 min, (legendas em espanhol) Classificação livre
1º FESTIVAL DO JURI POPULAR
De 2 a 8 de Fevereiro de 2009
Na Cinemateca de Curitiba
Sessão às 20h – Entrada franca
Com sede e coordenação no Rio de Janeiro, o Festival será realizado de 2 a 8 de fevereiro simultaneamente em dezoito capitais brasileiras. Nesta primeira edição, o Festival contou com 394 produções inscritas, de diversos estados brasileiros, sendo 42 selecionadas. São sete programas de filmes, sendo um hors-concours e seis competitivos. Será exibido um programa por dia, às 20h, com entrada franca. A escolha dos melhores filmes é feita pelo próprio público, em todas as dezoito localidades. Cédulas com urnas de votação, fornecidas pelo Festival, estarão à disposição do publico na Cinemateca. As categorias para votação, além do Grande Prêmio, são as seguintes: melhor ficção, animação, documentário, experimental, direção, roteiro, fotografia, montagem, direção de arte, ator, atriz e trilha sonora. Além de Curitiba, as cidades onde será realizado o Festival são Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Porto Alegre, Florianópolis, Vitória, Belo Horizonte, Salvador, Aracaju, Macapá, Fortaleza, São Luiz, João Pessoa, Teresina e Belém. Mais informações sobre o Festival, podem ser obtidas no site www.festivaldojuripopular.com.
Dia 02
Hors-Concours - 91', Classificação 16 anos – Entrada Franca.
DOSSIÊ RÊ BORDOSA de César Cabral, 15', SP, animação.Quais os reais motivos que llevaram o cartunista Angeli a matar Rê Bordosa, sua mais famosa criação? CÂMARA VIAJANTE, de Joe Pimentel, 20', CE, documentário. Sobre os fotógrafos populares que atuam em festas e romarias no interior do nordeste.ROMANCE.38, de Vinícius Casimiro e Vitor Brandt, 15', SP, ficção.
Jorge é um escritor que mistura em seu livro seu cotidiano de matador. ENGANO, de Cavi Borges, 11', RJ, ficção.Um homem. Uma mulher. Uma cidade. DREZNICA, de Anna Azevedo, 14', RJ, documentário. Filme construído com arquivos caseiros de Super 8 dos anos 70. Uma lírica jornada através das imagens e sensações reveladas pela memória e pelos sonhos de pessoas que não enxergam. OS FILMES QUE NÃO FIZ, de Gilberto Scarpa, 16', MG, ficção.A filmografia de um realizador completamente desconhecido que tem muitos projetos e roteiros, mas não tem nenhum filme produzido.
Dia 03
Programa 1 - 89', Classificação 12 anos – Entrada Franca.
BLACKOUT, de Daniel Rezende, 10', SP, ficção.Assessor e suplente de um corrupto deputado, as voltas com o assassinato de seu chefe.MINHA TIA, MEU PRIMO, de Douglas Soares, 9', RJ, documentário.Um filme sobre as relações afetivas.OLHE PARA NÓS, de Felipe Barros e Luise Weiss, 2', SP, experimental.
Registros familiares, feitos nos anos 50 e 60, onde as pessoas olham diretamente para a câmera. Imagens de um tempo passado olhando para o presente. LOUCOS DE FUTEBOL, de Halder Gomes, 22', CE, documentário.A paixão do brasileiro pelo futebol.CIDADE DO TESOURO, de Célio Franceschet, 17', SP, ficção.
A paixão de um jovem por investigadora de polícia. O GUARDADOR, de Diego Benevides, 8', PB, documentário.As histórias de um funcionário de laboratório de anatomia.TERRA, de Sávio Leite, 5', MG, animação.Coisas ordinárias acontecem com pessoas extraordinárias.SUPERBARROCO, de Renata Pinheiro, 16', PE, ficção.A ornamentação na ruína; o escuro no claro; o silêncio na voz; o imóvel na ação.
Dia 04
Programa 2 - 96' Classificação 14 anos – Entrada Franca.
MINAMI EM CLOSE-UP – A BOCA EM REVISTA, de Thiago Mendonça, 20', SP, documentário. A trajetória da revista Cinema em Close-up, que nos anos 70 tornou-se um sucesso de vendas publicando fotos de atrizes em poses sensuais e de seu editor Minami Keizi, é o ponto de partida para se contar a história dos filmes da Boca do Lixo e seus personagens. BEIJO FRANCES, de Paulo F. Camacho, 10', RJ, ficção.A intimidade de um casal que se depara com a solidão. NO TEMPO DE MILTINHO, de André Weller, 18', RJ, documentário. Investigação musical sobre Miltinho, cantor atuante desde os anos 40, conhecido como o rei do ritmo. NOITE DE SERÃO, de Fernando Secco, 15', RJ, ficção. Cinco caras... um sofá... uma esquina... e... nada a fazer. A ARMADA – O OUTRO LADO DO DESCOBRIMENTO, de Ric Oliveira, 14', SP, animação. Filme de animação inspirado na carta de Pero Vaz de Caminha e Os Lusíadas de Camões. Narra a viagem do descobrimento do Brasil, onde os Deuses do Olimpo são representados pelos Orixás do Candomblé. A MULHER BIÔNICA, de Armando Praça, 19', CE, ficção.
Um dia e duas lembranças da vida de Marta.
Dia 05
Programa 3 - 96' Classificação livre – Entrada Franca.
CÂES, de Adler "Kibe" Paz e Moacyr Gramacho, 16', BA, ficção. No sertão nordestino, Inácio, um jovem líder camponês, luta contra a aristocracia da região.
X CORAÇÃO, de Lisandro Santos, 12', RS, amimação. O amor platônico de Alex, chapista que faz o melhor Xis da cidade, por Val, a band-lider que freqüenta a lanchonete onde ele trabalha. NEM MARCHA NEM CHOUTA, de Helvécio Marins Jr., 7', MG, experimental. Nem lá nem cá...TIRA OS ÓCULOS E RECOHE O HOMEM, de André Sampaio, 20', RJ, ficção. A historia da composição da música “Tira os Óculos e Recolhe o homem”, de Jards Macalé e Moreira da Silva. EU E OS CROCODILOS, de Marcela Arantes, 17', SP, ficção.
A descoberta do outro e os conflitos emocionais típicos da adolescência. CODA, de Marcos Camargo, 9', SP, experimental.Verdades, fantasias e delírios de três bailarinas.
PRETINHO BABYLON, de Cavi Borges e Emílio Domingos, 17', RJ, ficção.
Um rastafari vivendo na grande Babylon.
Dia 06
Programa 4 - 94' Classificação 12 anos – Entrada Franca.
A CIDADE CARGUEIRO, de Aline Frey, 14', BA, ficção. As brincadeiras inventadas por dois meninos que sonham com a Metropoli. CASA DE ÁQUINAS, de Daniel Herthel e Maria Leite, 5', MG, animação.Uma chave inicia o funcionamento de uma complexa estrutura mecânica onde, planejadas reações em cadeia e acaso se misturam. O VAMPIRO DO MEIO-DIA, de Anita Rocha da Silveira, 19', RJ, ficção. No verão mais quente de sua vida, adolescente descobre o prazer em meio a ônibus, balões, Darth Vader e leis de Newton. CLINCH, de Estevan Santos, 12', SP, ficção.Um dia de trabalho de um vingador de aluguel e o passado que determinou seu presente. RETRATOS DA VÓ ANA, de Patrícia Francisco, 5', SP, experimental. Jovem às voltas com imagens e lembranças da avó.LANDAU 66, de Fernando Sanches, 11', SP, ficção.Retrato irônico da superficialidade e vulnerabilidade da vida do jovem de classe média no Brasil. UM DIA BOM PARA NADAR, de Jose Eduardo Limongi, 3', RJ, ficção. Enquanto ela trabalha, ele faz o que pode para se distrair em casa.TARABATARA, de Júlia Zakia, 23', SP, documentário.Sobre o cotidiano de uma família cigana no sertão de Alagoas.
Dia 07
Programa 5 - 92' Classificação 12 anos – Entrada Franca.
POLIEDRO, de Felipe Moraes, 20', SC, ficção. André acaba de sair de uma festa de família para se encontrar com seus amigos. Aqui inicia seu trajeto pela noite, tendo como pano de fundo a cidade e suas luzes, na tentativa de afastar a solidão que o persegue. A ESPERA, de Fernanda Teixeira, 15', RJ, ficção. Cotidiano de um homem que espera pelo momento de sua morte, acompanhado apenas por seu cão.
CAFÉ COM LEITE, de Daniel Ribeiro, 18', SP, ficção. Quando os planos para o futuro mudam, novos laços entre Danilo, Lucas e Marcos são criados. Entre video-games e copos de leite, dor e decepção, eles precisam aprender a viver juntos.
PASSO, de Alê Abreu, 4', SP, animação.Um pássaro e sua gaiola. A GARRAFA DO DIABO, de Fernando Coimbra, 15', SP, ficção. Alfredinho tem treze anos e uma infeliz missão: entrar na casa do velho doido Manuelzinho e roubar a garrafa que, dizem, tem dentro um diabo preso. O GUARANI, de Cláudio Marques e Marília Hughes, 20', BA, documentário. Documentário sobre o Cine Guarani, espaço de encontro e formação de cinéfilos e cineastas de várias gerações.
Dia 08
Programa 6 - 99' Classificação 12 anos – Entrada Franca.
HIATO, de Vladimir Seixas, 20', RJ, documentário. Ocupação de um shopping da zona sul carioca, em agosto de 2000, por um grupo de manifestantes. SALTOS, de Gregório Graziosi, 8', SP, experimental.Atleta de santos ornamentais, às voltas com a perda da audição. OS SAPATOS DE ARISTEU, de Renè Guerra, 17', SP, ficção.
O corpo de uma travesti morta é preparado por outras travestis para o enterro. A família, após receber o corpo decide enterrá-la como homem. Uma procissão de travestis se encaminha ao velório para reclamar a identidade construída da falecida. VOLTAGE, de William Paiva e Filippe Lyra, 4', PE, animação. Robôs meio-humanos e meio-sintetizadores, movidos por doses cavalares de energia se conectam num transe elétrico e caótico. MUITO ALÉM DO CHUVEIRO, de Poliana Paiva, 17', RJ, documentário. A febre do karaokê: pessoas se divertem na noite carioca. BIBLIOFAGIA, de Renato Cunha, 14', DF, ficção. Clarice Lispector, Franz Kafka, George Orwell, Manuel Bandeira e... Genésio, um bibliotecário que desde a infância devora livros. QUE CAVAÇÃO É ESSA?, de Estevão Garcia e Luís Rocha Melo, 19', RJ, ficção. Hoje: programa duplo: “um churrasco na estância do coronel Alexandrão, (film do natural, anos 1910); “restaurare” (complemento nacional n 9545, 1974). A sessão começa quando você chega. Sempre um bom programa!
O Poder da voz e da fala no telemarketing

O Poder da voz e da fala no telemarketing
Treinamento vocal para teleoperadores
de Eudosia Acuña Quinteiro
Edição 5 / 2009
104 pág.
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UM LANÇAMENTO

