domingo, 11 de outubro de 2009

O testamento dos séculos

O testamento dos séculos
de He
nri Loevenbruck

Páginas: 406

O LIVRO

Que mensagem criptografada Jesus Cristo teria deixado à humanidade? Qual o preço a pagar por tal descoberta?

Desde o início dos tempos, uma linhagem de beduínos é responsável por guardar a chave que decifrará o mais antigo e importante segredo da humanidade: a mensagem criptografada que Jesus Cristo deixou aos Homens. Vivendo no Deserto da Judeia, eles tinham a certeza de que se manteriam anônimos de tudo e de todos. Assim foi até o dia em que assassinos cruéis invadem o templo e dizimam um por um.

Ao mesmo tempo, um experiente estudioso morre, em circunstâncias suspeitas, num vilarejo na França. Quando seu filho, Damien Louvel, viaja de Nova York para resolver as questões burocráticas do funeral, descobre que o pai estava mergulhado numa pesquisa sobre um misterioso objeto — a pedra de Iorden —, que, ao que tudo indica, custou-lhe a própria vida.

Ajudado pela jornalista Sophie de Saint-Elbe e por amigos próximos e improváveis, Damien entra numa corrida mortal contra o relógio para evitar que tal objeto caia em mãos poderosas e perigosas. E ele não desistirá até desvendar a mais surpreendente mensagem que Jesus teria legado à Humanidade.

O que realmente há de verdade em toda essa história? Por que as mais importantes personalidades do Vaticano estão desesperadas por um objeto? O que esse segredo pode influenciar na vida das pessoas?

De Dürer a Leonardo da Vinci, do Vaticano às mais fechadas sociedades secretas, dos essênios aos destemidos hackers da internet, O Testamento dos Séculos, de Henri Loevenbruck, é um thriller fascinante, intensamente perturbador e meticulosamente pesquisado.

Segundo Bernard Werber, autor da trilogia O império das Formigas, o livro é “muito mais do que um thriller... Uma aula de filosofia, uma aula de vida.”

O AUTOR
Loevenbruck nasceu em 1972 em Paris. Seus pais, ambos professores de Inglês viveram no País de Gales, e assim desde cedo cultivou seu amor pela cultura anglo-saxonica.

Ao longo de sua juventude, participou de inúmeras bandas de rock .

Depois de estudar literatura (na escola Chaptal, em seguida, Inglês e Literatura Americana na Sorbonne), não entusiasmado com a carreira militar, declarou uma objeção de consciência e passou 17 meses na Editions Francophones d'Amnesty International .

Uma vez concluído esse tempo, ele passou a viver com uma bela inglesa perto da Cantuária.

De volta à França, teve vários empregos, de bartender a web-designer antes de envolver-se em jornalismo. Foi Freelance em Radio e na mídia impressa (The Express), assinou cronicas antes de criar sua própria revista (revista Science Fiction). Permaneceu como editor-chefe por dois anos, publicou um thriller futurista sob o nome de Filipe Machine. Daí então decidiu dedicar-se inteiramente à literatura.

Após a publicação de duas trilogias de fantasia edições Bragelonne - que alcançou um sucesso sem precedentes para um autor francês (La Moïra teve tiragem superior a 300 000 cópias, e os direitos vendidos em 12 países) - Henri Lœvenbruck embarca no thriller.

Em 2003 ele publicou Le Testament des siècles publicado pela Flammarion. Este thriller esotérico, publicado na França antes da onda do Código Da Vinci, por sua vez, fez grande sucesso, com direitos vendidos em 9 países e adaptado como Comic strip das edições de domingo. Em 2007 publicou um segundo thriller - . Le Syndrome Copernic. Novamente, alcançou o sucesso e os direitos são adquiridos em 9 países.


Em 2008, o autor foi descrito como "mestre do novo thriller francês " pelo Le Nouvel Observateur, publicando seu terceiro romance, pela Flammarion .

Hoje, Henry Lœvenbruck divide seu tempo entre seus romances, letras de canções de bandas e cantores franceses e escrevendo roteiros para a televisão. Quando sua agenda permite, ele dedica-se a suas duas paixões: esportes e uma coleção de relógios mecânicos quebrados .



um lançamento




sábado, 10 de outubro de 2009

AS AVENTURAS DE AUGIE MARCH

AS AVENTURAS DE AUGIE MARCH

de Saul Bellow




Páginas - 704

A grandeza e a importância de As aventuras de Augie March no contexto histórico da literatura norte-americana são bem conhecidas. A publicação do monumental romance, em 1953, ocasionou a imediata projeção nacional e internacional de Saul Bellow, até então autor de dois livros de sucesso apenas relativo. Escrito quase totalmente durante a estada do escritor em Paris (1948-50), o livro ocasionou uma verdadeira revolução na linguagem literária dos Estados Unidos.

À maneira dos pioneiros que primeiro exploraram as costas da América, o irrequieto narrador-protagonista desvela um novo continente da literatura em língua inglesa. Se em Ulisses James Joyce encena nas ruas de Dublin um épico labirinto de vozes míticas, As aventuras de Augie March consagra os bairros do empobrecido sul de Chicago, durante a Grande Depressão, como cenário natural das andanças desta espécie de desiludido Cândido do século XX. Do otimismo romântico da juventude ao cinismo pessimista da idade madura, desempenhando as profissões mais inusitadas - de sindicalista e corretor de imóveis a ladrão de livros -, Augie March é o arquétipo do anti-herói errante da literatura norte-americana contemporânea.

A movimentada trajetória de Augie March entre os Estados Unidos, o México e a Europa desenha o mapa desta espécie de grande epopeia irônica, habitada por numerosos tipos inesquecíveis. Além das celebradas inovações formais, As aventuras de Augie March apresenta uma maravilhosa galeria de personagens secundários: a rabugenta vovó Lausch e suas engraçadas expressões em iídiche, o rico Einhorn e sua sinistra cadeira de rodas, sem esquecer da enigmática águia Calígula, espécie de emblema das hesitações da aventura americana.

As palavras escolhidas pela Academia Sueca, ao justificar a atribuição do prêmio Nobel de Literatura de 1976 a Saul Bellow - "humana compreensão e sutil análise da cultura contemporânea" - sintetizam com rara propriedade a essência da arte narrativa de As aventuras de Augie March.


O AUTOR


Saul Bellow (Lachine, 10 de Junho de 1915 — Brookline, 5 de Abril de 2005) foi um escritor judeu nascido no Canadá e naturalizado cidadão estadunidense.

Recebeu o Nobel de Literatura de 1976. Premiado com o Guggenheim fellowship, viveu em Paris, onde escreveu The Adventures of Augie March.


Bellow dominou o cenário da ficção americana, em especial o do romance judeu-americano no pós-guerra. Seu trabalho expressa a ascensão da sensibilidade dos imigrantes judeus a um lugar de poder e visão na América urbana contemporânea, bem como a angústia moral daqueles quer se viram como sobreviventes do Holocausto - como Sammler, herói de seu livro Mr. Sammler's Planet. Filho de imigrantes russos, nascido no Canadá, Bellow fixou-se em Chicago ainda criança, e tornou-se seu grande cronista, com livros como Humboldt's Gift. Seu trabalho retrata cinco décadas de experiência americana, da depressão dos anos 30 ao novo mundo neobizantino de poder, riqueza, egoísmo arrogante e divisão social na América, no qual a inteligência deve lutar contra o materialismo. Bellow resume isso em seu mais brilhante romance, Herzog, que é o retrato de um intelectual do final do século 20, pintado de forma tragicômica, discutindo a sorte com os grandes filósofos da modernidade. Em uma época que ele vê como massificação social, luxo desordenado, individualismo fútil e falência cultural, seu trabalho e seus heróis lutam para chegar a um humanismo contemporâneo.

BIBLIOGRAFIA

* Dangling Man (1944)
* The Victim (1947)
* The Adventures of Augie March (1953)
* Seize the Day (pt: Agarra o dia; br: Agarre a vida) (1956)
* Henderson the Rain King (br: Henderson, O Rei da Chuva) (1959)
* Herzog (1964)
* Mosby's Memoirs (contos que aparecem também em Collected Stories) (1968)
* Mr. Sammler's Planet (1970)
* Humboldt's Gift (1975), com que ganhou o Pulitzer de 1976
* The Dean's December (1982)
* Him with His Foot in His Mouth (contos que aparecem também em Collected Stories) (1984)
* More Die of Heartbreak(1987)
* A Theft (1989)
* The Bellarosa Connection (1989)
* Something to Remember Me By: Three Tales (com os contos A Theft e The Bellarosa Connection) (1991)
* The Actual (1997)
* Ravelstein (2000)
* Collected Stories (2001)

Ensaios

* To Jerusalem and Back (1976)
* It All Adds Up (1994)


UM LANÇAMENTO








Noite de samba no Paiol com o grupo Combinado Silva Só




O grupo apresenta-se na próxima terça-feira (13), às 20h, mostrando composições próprias que reproduzem o samba legítimo.



O grupo Combinado Silva Só é a próxima atração do programa Terça Brasileira no Paiol, que acontece no dia 13 de outubro, às 20h, no Teatro do Paiol. No show “Combinado Silva Só canta novos sambistas paranaenses”, o grupo leva um repertório próprio, influenciado pelos sambas antigos de Noel Rosa, Cartola, Nelson Cavaquinho e Paulinho da Viola.

Formado por Bruno Silva Só, Ricardo Salmazo, Léo Fé, Xandi da Cuíca, Nego Chandi, Fabio Pires e Felipe Cubas, o Combinado Silva Só quer preservar a cultura do samba. Suas canções falam de amor e revelam um ar boêmio. Também procuram manter a tradição na hora de tocar, vestindo roupa branca e fazendo uso do violão, da percussão de couro (e não sintética) e de miudezas como reco-reco de madeira, frigideira, prato, tamborim de couro, agogô, cuíca e outros.

O grupo possui mais de duzentas composições próprias, algumas gravadas no CD “Fim de Carnaval”, com produção musical de Julião Boêmio. Além de shows, o grupo também desenvolve projetos para o resgate e a renovação do samba de raiz, como o Terreirão do Combinado, Clube do Lado B, Festival de Samba de Curitiba, entre outros.

INTEGRANTES DO SHOW:

Ricardo Salmazo (voz e cavaco)

Alexandre Gallas Mariath Costa (voz e percussão geral)

Felipe Cubas (voz e percussão)

Alexandre Martins ( voz e percussão)

Elias Fernandes (voz e violão)

Clayton Silva (sopro)



REPERTÓRIO

1 - Fim de carnaval (Bruno Silva Só / Ricardo Salmazo)

2 - Época errada (Bruno Silva Só / Castor / Ricardo Salmazo)

3 - Ta combinado (Bruno Silva Só / Ricardo Salmazo)

4 – Minha sorte (Bruno Silva Só / Ricardo Salmazo)

5 - Quilombo favela (Léo Fé)

6 - Meu Paínho (Ricardo Salmazo)

7 - Ibirí de Nanã (Léo Fé)

8 - Tia Preta (Nego Chandi / Léo Fé)

9 - Flores pra Oxum (Fábio Pires / Nego Chandi / Ricardo Salmazo)

10 - Guiado pelos Orixás (Fábio Pires / Ricardo Salmazo)

11 – Musa do carnaval (Xandi da cuíca)

12 - Volta Mané (Ricardo Salmazo / Bruno Silva Só)

13 - Dona Miséria e Seu Miserê (Léo Fé)

14 - Maravilha do Mundo (Xandi da Cuíca)

Serviço: Terça Brasileira no Paiol - Combinado Silva Só Local: Teatro do Paiol – Praça Guido Viaro, s/n – Prado Velho Data: 13 de outubro de 2009 (terça-feira), às 20h Ingressos – R$ 10 e R$ 5 Informações: (41) 3213-1340

Espetáculo de dança para crianças no Cleon Jacques

No mês das crianças, o grupo Coletivo Brincante leva ao palco uma produção baseada nas percepções infantis sobre o mundo adulto.



Nesta quarta-feira (14), às 14h, estreia no Teatro Cleon Jacques (Parque São Lourenço) o espetáculo de dança “Quando Tudo Cresceu”, a cargo do Coletivo Brincante, grupo voltado à investigação e pesquisa em dança para crianças. A produção fica em cartaz até o dia 8 de novembro, com sessões de terça a sexta-feira, às 14h, e aos sábados e domingos, às 15h (exceto dia 1º de novembro, quando não haverá apresentação).

Selecionado por meio de edital do Fundo Municipal da Cultura, o show focaliza as percepções das crianças sobre o mundo adulto. “Quando Tudo Cresceu” propõe mostrar o fenômeno do crescimento ao enfocar os diálogos infantis e o exercício diário de encontrar caminhos de articulação com esse universo praticamente desconhecido, porém repleto de surpresas. “Saber se existe uma dança para crianças é a provocação do espetáculo”, diz Clayton Leme, um dos idealizadores do projeto, ao convidar o público para desvendar a questão.

Premiado nacionalmente em festivais, Clayton Leme desenvolveu vários projetos de dança e trabalhou com grandes nomes da Poesia Concreta, como Décio Pignatari, Arnaldo Antunes e José Miguel Wisnik. Em 2003, criou o Fórum “Pública Dança - Cultura e Desenvolvimento Humano”, em parceria da Secretaria Municipal de Cultura de Votorantim (SP), cidade onde também respondeu pelo cargo de coordenador de Dança da Secretaria Municipal de Cultura. Residindo em Curitiba, a partir de 2006, Clayton ingressou no curso de Dança da Faculdade de Artes do Paraná (FAP) e criou o Coletivo Brincante, grupo de estudos, pesquisas e criação de trabalhos artísticos em dança.



Serviço:

“Quando Tudo Cresceu” – Espetáculo de dança para crianças com o grupo Coletivo Brincante

Local: Teatro Cleon Jacques (Rua Mateus Leme, 4.700 – Parque São Lourenço)

Datas e horários: estreia dia 14 de outubro de 2009 (quarta-feira), às 14h. Temporada até o dia 8 de novembro de 2009, com sessões de terça a sexta-feira, às 14h, e aos sábados e domingos, às 15h (exceto dia 1º de novembro, quando não haverá apresentação).

Ingresso: uma lata de leite em pó

Informações de bilheteria: (41) 3313-7192 / (41) 3313-7193

Fim do diploma influencia queda na procura por Jornalismo da USP

Sérgio Matsuura, do Rio de Janeiro do Comunique-se

A procura pelo curso de Jornalismo da USP diminuiu. Pela primeira vez em dez anos, menos de dois mil candidatos se inscreveram para concorrer a uma das 60 vagas oferecidas pela universidade. O fim da exigência do diploma de graduação para o exercício profissional é um dos fatores que influenciaram a queda.

“Essa queda também se deve a desregulamentação da profissão. Ela já era esperada. Eu imaginava que cairia mais”, afirma o professor do Departamento de Jornalismo e Editoração e responsável pela assessoria de imprensa da FUVEST, José Coelho Sobrinho.

Desde o início da série histórica, em 1995, o vestibular para 2010 é o que apresentou a menor relação candidato x vaga: 32,35. Ano passado, o curso era o terceiro mais procurado. Este ano, ocupa o sexto lugar.

Escolha tem motivações sociais
Coelho explica que a escolha pelos cursos é feita de acordo com motivações sociais. Como exemplo, cita a procura pela faculdade de fisioterapia em 2000, ano em que o jogador de futebol Ronaldo sofreu uma grave lesão no joelho. No vestibular 2001, o curso foi o mais procurado.

Este ano, a decisão do Supremo Tribunal Federal e a consequente desvalorização simbólica da graduação em Jornalismo afetou a procura pelo curso.

Queda no número de inscritos na FUVEST

Entretanto, Coelho explica que a diminuição pela procura dos cursos da USP foi geral. Em relação ao ano passado, foram cerca de dez mil inscrições a menos.

“As faculdades federais aumentaram o número de vagas, o ProUni está com força aqui em São Paulo. Então, se o público é constante e a oferta aumenta, é normal essa diminuição”, afirma.

Exposição Visages



As molduras cotidianas de três cidades européias

mostradas nas fotos de Eduardo Baggio



Em princípio eram fotos de viagem, com caráter quase turístico, mas entre as centenas de imagens feitas na Itália, várias tinham um tema em comum, as janelas. Especialmente as janelas napolitanas, com suas cores, com o revelar do dia a dia através de roupas, objetos e das próprias pessoas. Em Portugal, dentre várias cidades, Lisboa mostrava uma arquitetura particular, o uso dos azulejos, as bem trabalhadas esquadrias de madeira das janelas. E Madri, com o movimento, a vibração de uma das maiores cidades européias e, ainda assim, a calma do olhar pela janela, do conversar com o visinho, do deixar o sol entrar e iluminar a residência.

A partir de um olhar documental, fruto da experiência do trabalho com o cinema documentário, Eduardo Baggio apresenta a exposição Visages. São 42 imagens feitas em três cidades: Nápoles, Lisboa e Madri. A sugestão de reunir as fotos, até então feitas por gosto pessoal, e organizá-las em uma mostra, partiu do fotógrafo Osvaldo Santos Lima, que editou as mais de 400 fotografias originais. O resultado desse trabalho poderá ser visto a partir do dia 14 de outubro, às 19:30h, no Omicron Centro de Fotografia.

O tema das janelas aparece na exposição Visages não como um simples voyeurismo, ou como um olhar arquitetônico, mas como o revelar de uma moldura no cotidiano, que separa o particular do público, o pessoal do impessoal e que, por vezes, esmaece diante da convivência.



Fotógrafo Eduardo Baggio

Editor Osvaldo Santos Lima

Data da abertura da exposição 14/10/09 (19:30h)

Período da exposição de 14/10/09 a 13/11/09

Local Omicron Centro de Fotografia (Rua Padre Germano Mayer, 2200)

Informações (41) 3252-1093 / www.omicronfotografia.com.br

FÓRUM DE JORNALISMO ESPORTIVO

FÓRUM DE JORNALISMO ESPORTIVO: O Esporte e a Mídia em debate na Faculdade CCAA.

(Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil - Comunique-se - ) FÓRUM DE JORNALISMO ESPORTIVO: O Esporte e a Mídia em debate na Faculdade CCAA.

DIA: 23 de outubro de 2009

LOCAL: Teatro da Faculdade CCAA
Av. Marechal Rondon, 1460 – Riachuelo

INVESTIMENTO: R$80,00*

*Bolsa de 50% para todos os estudantes e ex-alunos de Comunicação Social da Faculdade CCAA.

FORMAS DE PAGAMENTO: À vista (dinheiro, cheque ou cartões Visa).

PROGRAMAÇÃO:

• 14h: Abertura do Evento.

• 14h15: Palestra com ALEX ESCOBAR (Comentarista e Apresentador da Rede Globo)
TEMA: “O novo jeito de apresentar e comentar o esporte”.

• 15h45: Apresentação de FABIO AZEVEDO (Professor de Comunicação e Repórter da Rede Bandeirantes)
TEMA: “Humor na Comunicação – Cacetadas no Rádio e TV”.

• 16h: Talk-show com MÁRIO JORGE LOBO ZAGALLO (Treinador de Futebol)
TEMA: “Técnico de futebol e Mídia, uma relação de pressão”.

• 17h30: Coffee Break.

• 18h: Palestra com AYDANO ANDRÉ MOTTA (Jornalista de O Globo / Coluna Ancelmo Góis)
TEMA: “Notícias 24 horas por dia e as novas tendências da tecnologia na busca da
informação”.

• 19h30: Palestra com MARCELO BARRETO (Jornalista da TV Globo e Apresentador do Redação Sportv)
TEMA: “O novo mercado de trabalho, onde a versatilidade é a exigência para os
profissionais de Comunicação”.

• 21h: Encerramento e sorteio de brindes.

Programação sujeita a alterações

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

POST ESPECIAL - DIA DAS CRIANÇAS 2


LIG E A CASA QUE RI

de Ana Miranda

Ilustrações da autora



Páginas - 64


Ana Miranda que recentemente nos brindou com o magnífico romance "YUXIN" agora dá sua contribuição na literatura infanto-juvenil. Com a sua conhecida competência e inspiração, Lig e a casa que ri nos remete aos jogos de palavras dentro de um bucólico ambiente que se destaca diferente por não ser urbano e tecnológico. (E.C.)


Menino muito interessado nas coisas do mundo, Lig tem uma mania curiosa: ele adora brincar de dizer os nomes ao contrário. No seu aniversário de sete anos, ganhou um presente especial: um passeio à casa de sua babá, a Alid, uma casa bem espaçosa e que tem árvores, um galinheiro, patos, um carneirinho, uma cabra e uma cabrita vivendo no quintal. Nessa casa, que para o menino se parece com um sorriso, Lig passa o dia se divertindo e aprendendo coisas que quase mais nenhum menino da cidade grande conhece mais... Como ele mesmo conta: "Ali eram muitas as brincadeiras, nada de ficar no computador, nem sentado jogando xadrez, nem enfileirando os carrinhos, nem lendo sem parar... Nós jogamos uma partida de bola de gude, depois pulamos corda, depois jogamos futebol, depois fomos visitar o milharal que a Atir tinha plantado no quintal".


A AUTORA
Ana Miranda
Nasceu em Fortaleza, em 1951. Morou em Brasília, no Rio de Janeiro e em São Paulo. Hoje vive no Ceará. Estreou como romancista em 1989, com Boca do Inferno (prêmio Jabuti de revelação). De lá para cá escreveu diversos romances, entre eles Desmundo (1996), Amrik (1997) e Dias & Dias (2002, prêmio Jabuti de romance e prêmio da Academia Brasileira de Letras). Colabora com a revista Caros Amigos e é colunista do Correio Braziliense. Foi escritora visitante em universidades como Stanford e Yale, nos Estados Unidos, e representou o Brasil perante a União Latina, em Roma.


Obras da autora publicadas

pela Companhia das Letras

AMRIK

BOCA DO INFERNO (EDIÇÃO DE BOLSO)

BOCA DO INFERNO

CLARICE

DIAS E DIAS

FLOR DO CERRADO: BRASÍLIA

LIG E A CASA QUE RI

LIG E O GATO DE RABO COMPLICADO

NOTURNOS

RETRATO DO REI, O

SEM PECADO

TOMIE: CEREJEIRAS NA NOITE

ÚLTIMA QUIMERA, A

YUXIN

LANÇAMENTO DA

POST ESPECIAL - DIA DAS CRIANÇAS

Dia das Crianças no Brasil

A criação do Dia das Crianças no Brasil foi sugerido pelo deputado federal Galdino do Valle Filho na década de 1920.

Arthur Bernardes, então presidente do Brasil, aprovou por meio do decreto de nº 4867, no dia 5 de novembro de 1924, a data de 12 de outubro como o dia dos pequenos.

O Dia das Crianças só passou a ser comemorado mesmo em 1960, quando a fábrica de brinquedos Estrela fez uma promoção junto com a empresa Johnson & Johnson para lançar a "Semana do Bebê Robusto" e aumentar suas vendas.

A idéia das duas empresas deram tão certo que outros comerciantes resolveram adotar a mesma estratégia. E assim, dia 12 de outubro é dia de criança ganhar presente!

Dia das Crianças no Mundo
Muitos países comemoram o Dia das Crianças em outros dias do ano. Na Índia, é em 15 de novembro. Em Portugal e Moçambique, a comemoração acontece no dia 1º de junho. Na China e no Japão, a comemoração acontece em 5 de maio.

Dia Universal da Criança
A Organização das Nações Unidas, também conhecida como ONU, comemora o dia de todas as crianças do mundo em 20 de novembro. Foi nessa data que os países aprovaram a Declaração dos Direitos das Crianças.

QUATRO BONS LANÇAMENTOS


Rosa dos Ventos
de Bartolomeu Cam
pos de Queirós
Ilustradora - Camila Mesquita


Nº de Páginas: 24

Com a rotação da Terra e o corpo invento uma bússola e sou uma rosa dos ventos. Abro os braços como se para um abraço. Com a mão direita tento tocar onde o Sol nasce. Lá é o Leste, lá é o Oriente. Ao nascer, o Sol acorda a noite e tudo vira dia. O Sol surge lento... Rosa dos Ventos pode parecer um livro com a intenção de ensinar, brincando, os pontos cardeais.

Como ele, certamente, pode-se ensinar e aprender também os pontos cardeais, porém no texto de Bartolomeu Campos de Queirós há muito mais do que isso. Musicalidade, ritmo, sonoridade, elementos sensoriais, múltiplos significados, intensa sensibilidade, ampliação do imaginário mesclam-se para criar um texto em que há muito para sentir e refletir sobre si mesmo e sobre estar no mundo.

leitor a partir dos 7 anos

Outro de Bartolomeu Campos de Queirós

Os Cinco Sentidos
Ilustradora - Camila Mesquita


Nº de Páginas: 24

Os cinco sentidos - visão, audição, olfato, paladar e tato - transformados na prosa poética de Bartolomeu Campos de Queirós instigam o leitor a compreender e a refletir sobre o caráter expressivo, sensível e criativo da linguagem nas suas diferentes formas. Por meio dos sentidos produzimos linguagem. Por meio dela o homem dialoga consigo mesmo, com os outros e com o mundo a sua volta. A linguagem, seja verbal ou não- verbal, está presente em todas as atividades humanas, saber usá-la com sensibilidade é um desafio da sociedade contemporânea. Por meio dos sentidos suspeitamos o mundo... Com os olhos nós olhamos a vida. Olhamos as águas rolando entre pedras, peixes, algas. (...). Com os ouvidos nós escutamos o silêncio do mundo (...). Com o nariz sentimos os cheiros do mundo. (...) Com a boca sentimos o sabor das coisas... (...) Quando alguém especial nos olha nós nos sentimos tocados (...). Em cada sentido moram outros sentidos.

leitor a partir de 9 anos

Um livro da imbatível Ana Maria Machado

Alguns Medos e Seus Segredos
de Ana Maria Machado
Ilustrador - Alcy


Nº de Páginas: 40

Nas três histórias criadas por Ana Maria Machado em Alguns medos e seus segredos - "Mãe com medo de lagartixa", "Com licença, seu bicho-papão" e "O lobo mau e o valente caçador" -, a autora narra, com humor e graça de quem sabe se aproximar do jovem leitor, que medo não é privilégio de alguns.

Todo mundo morre, mesmo de medo de alguma coisa. Todo mundo tem seu medo, cada um tem seu segredo. Quem parece sempre forte, no fundo é meio sem sorte: tem que agüentar bem sozinho, sem ajuda, nem carinho: - A mãe é que nem a gente. E gente se assusta, chora, ri, fala, inventa, conta, grita e cochicha.

Um jeito gostoso de tratar dos medos com as crianças, desses das histórias do livro e de outros tão presentes no cotidiano infantil - medo do escuro, de dentista, da escola etc.

leitor a partir dos 7 anos

Se um gato for...
do Autor / Ilustrador - Marcelo Cipis


Nº de Páginas: 32

O livro Se um gato for..., escrito e ilustrado por Marcelo Cipis, desperta sensivelmente no pequeno leitor o prazer de criar, de inventar, de transformar, enfim, de entrar no universo da imaginação...

Com seu traço característico, permeado de elementos do cotidiano infantil e mais uma boa dose de humor, o autor estimula a criança a brincar com os sentidos, as formas, as cores, a combinação de objetos e a diversidade de materiais. Se um gato for redondo... Se um gato for feito de linhas... Se um gato for feito de pano... Se um gato for de vidro... Se um gato for um sorvete...

leitor a partir de 7 anos

TODOS LANÇAMENTOS DA







Sasquatch: A Lenda do Pé-Grande






Sasquatch: A Lenda do Pé-Grande
História: Steve Niles e Rob Zombie
Arte: Richar
d Corben

Formato: 16,5 cm × 24,0cm
104 páginas coloridas

Três grande artistas se juntam para um clássico do terror. Um quadrinho rock'n roll com pitadas de gore em edição impecável que reune os quatro capítulos. Imperdível ! (E.C.)

Desaparecimentos do passado parecem estar relacionados aos inexplicados desaparecimentos dos dias de hoje. Muitas pessoas nem imaginam, mas uma monstruosa criatura simiesca tem habitado as matas da costa oeste americana e não está nada contente com a raça humana. Pior do que isso, ela também está muito faminto!

O roteirista Steve Niles e seu amigo roqueiro e cineasta Rob Zombie se juntaram para nos trazer este conto realista sobre o lendário Sasquatch. E o artista convidado para dar vida a esta história é o veterano e cultuado Richard Corben, considerado um dos mestres dos quadrinhos de horror!


Os Autores

Steve Niles

Steve Niles nasceu no dia 21 de Junho de 1965, em Jackson, Nova Jersey e cresceu nos subúrbios de Washington, DC (EUA), trabalhando em várias comic shops e atuando como membro das bandas punks Gray Matter e Three, que lançaram álbuns pela Dischord Records nos anos 80 e 90. Sua carreira nos quadrinhos começou com a criação de sua própria editora, a Arcane Comix.

Em seguida, no início dos anos 90, ele escreveu diversos títulos para a Fantaco/Tundra. Depois, ele publicou, editou e adaptou diversos quadrinhos e antologias para a Eclipse Comics, além de trabalhar para a Disney e a Todd McFarlane Productions, onde Niles escreveu para a Kiss Magazine antes de colaborar em Hellspawn com o cultuado ilustrador Ashley Wood depois da saída de Brian Michael Bendis.

Após ter conseguido vender a história de 30 Dias de Noite para Hollywood, Niles fundou a companhia Creep International com o roqueiro e cineasta Rob Zombie. Até o momento, esta união gerou duas obras: The Nail (com Nat Jones), pela Dark Horse, e Sasquatch (Bigfoot, com Richard Corben), pela IDW Publishing. Depois de um longo intervalo, ele criou outra empresa similar com o ator Thomas Jane, com a intenção de levar seu personagem da série Criminal Macabre, Cal MacDonald, para as telonas. Niles e Jane também co-escreveram a ainda inacabada série Bad Planet, pela Image, com os artistas Lewis Larosa e Tim Bradstreet. Mais recentemente, ele passou a trabalhar também para grandes editoras como a Marvel e a DC.

http://www.steveniles.com/

Veja aqui uma entrevista de 2007




Robie Zombie

Astro do Rock, cineasta e escritor de quadrinhos, Rob Zombie nasceu em 12 de janeiro de 1965 como Robert Bartleh Cummings na cidade de Haverhill, Massachusetts (EUA). Mais conhecido no mundo todo como o vocalista líder da banda White Zombie nos anos 90, ele também se lançou na carreira solo e tem emplacado vários sucessos nos quatro cantos do globo, atingindo a assombrosa marca de mais de 15 milhões de CDs vendidos. Cinco desse álbuns receberam disco de platina e outros dois ganharam disco de ouro. Atualmente, ele vive em Woodbury, Connecticut, com sua esposa Sheri Moon, que ele frequentemente apresenta em seus filmes.

Como diretor de cinema, ele tem feito carreira com filmes de horror como A Casa dos Mil Corpos (House of 1000 Corpses, 2003); Rejeitados pelo Diabo (The Devil´s Rejects, 2005); a sequência Werewold Women of the S.S. (2007) em Grindhouse, de Quentin Tarantino e Robert Rodriguez; o remake de Halloween (2007); The Haunted World of El Superbeasto (2009); Halloween II (em pós-produção); e Tyrannosaurus Rex (pré-produção).

Suas músicas também têm abrilhantado as trilhas sonoras de diversos filmes famosos. Zombie também desenha, produz os lay-outs, logotipos e as artes internas dos seus álbuns e desenvolveu a cena de alucinação no desenho para o cinema Beavis and Butt-Head Do America (1996). Nas horas vagas, que não têm sido muitas, ele escreveu os quadrinhos The Nail (com Steve Niles), Sasquatch (Big Foot, com Niles e o veterano Richard Corben) e a antologia Rob Zombie´s Spookshow International (com a participação de vários desenhistas).

http://www.robzombie.com/


Clique aqui para assistir o clipe da música que embala a trilha sonora do HQ

http://www.youtube.com/watch?v=N1MQW5e6KcE



Richard Corben

Richard Vance Corben nasceu no dia 1º de Outubro de 1940 na cidade de Anderson, no Missouri, e cresceu em Sunflower, no Kansas, numa comunidade que construiu bombas na Segunda Guerra Mundial.

Ele tem desenhado quadrinhos a sua vida inteira, desde criança, quando fez quadrinhos sobre as aventuras de Trail, o cão da família, e diversas imitações de Tarzan. Nessa época, ele também desenvolveu gosto por animação, pois desenhou diversos livrinhos que mostravam personagens se mexendo ao virar suas páginas. Na escola, ele se concentrou em desenho básico e pintura, desenvolvendo as técnicas que seriam fundamentais na ciração do seu estilo realista.

Depois de terminar a escola, ele sonhou em ir para Nova York e começar sua carreira de desenhista de quadrinhos ou de animação, mas por causa da sua timidez, acabou desistindo. Após algum tempo fazendo serviços de construção para seu pai, Corben conseguiu um trabalho de artista/animador/cameraman numa companhia de filmes em Kansas City. Apesar de sua timidez, ele se casou e, depois de dez anos trabalhando com filmagens, sentiu-se frustrado por não ter dado uma chance à sua carreira artística. Assim, começou a desenhar quadrinhos underground e fanzines.

Nessa época, a Warren Publishing Company passou a publicar vários títulos de terror em preto-e-branco: Creepy, Eerie e Vampirella. Isso despertou o interesse de Corben, que produziu várias histórias sem compromisso para a Creepy. Infelizmente, nenhuma delas foi aceita, mas ele insistiu e acabou conhecendo o editor James Warren numa convenção de ficção científica. Pouco tempo depois, o jovem artista começou a receber roteiros da editora para ilustrar. Mesmo estando casado e com uma filha pequena em casa, Corben deixa seu emprego fixo na companhia de filmagens e se dedica em tempo integral à sua carreira de quadrinhista. Os quadrinhos underground começam a fazer sucesso em toda a Europa e logo surgem edições em várias línguas republicando os trabalhos seus trabalhos.

Seu personagem de fantasia Den, que havia aparecido na revista americana Grim Wit, foi relançado pela francesa Metal Hurlant e, depois, pela americana Heavy Metal. Depois, quando a popularidade dos quadrinhos underground começaram a diminuir, ele criou a Fantagor, uma pequena editora que iria publicar principalmente seus próprios trabalhos. No entanto, o negócio não foi tão bem quanto se esperava, e Corben passou a desenhar quadrinhos de grandes editoras americanas, como Marvel, DC e Dark Horse, entre outras. Em 2000, ele ilustrou cinco edições de Hellblazer escritas por Brian Azzarello para a Vertigo, o selo adulto da DC Comics. No ano seguinte, novamente com texto de Azzarello, ele ilustrou as aclamadas séries Banner e Cage, ambas para a Marvel Max (a versão adulta da Marvel). Neste mesmo ano, ele também adaptou o clássico de horror The House on the Borderland, de William Hope Hodgson, para a vertigo/DC.

Em 2005, Corben desenhou o livro que você acabou de ler para a editora IDW. Em seguida, para a Marvel, ele adaptou vários contos de Edgar Allan Poe e de H.P. Lovecraft e duas edições do Motoqueiro Fantasma. Ironicamente, é graças a esses trabalhos mais recentes que ele tornou-se famoso entre os novos leitores.

http://www.corbenstudios.com/

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