segunda-feira, 17 de março de 2014

Mônica Agena (Moxine) e o Leela tocam no Bar Secreto dia 19 de março



Leela faz show no Bar Secreto dia 19/3

Mônica Agena, banda Moxine, e André Whoong são os convidados da noite



Há mais de uma década, o Leela está em evidência no cenário musical brasileiro. A veia indie-rock do grupo carioca conquistou uma importante e dedicada base de fãs pelo país, provando o seu prestígio como um dos grandes nomes do rock nacional.



Na próxima quarta, dia 19 de março, Bianca Jhordão (vocal e violão) e Rodrigo Brandão (guitarra, vocais e sintetizador) mostram novas músicas do álbum “Música Todo Dia” (2012), no Bar Secreto, às 23h. Durante a apresentação, o público confere, além das canções do terceiro disco, faixas que marcam a  trajetória do Leela, como “Te Procuro” e “Pequenas Caixas”.


A novidade é que a performance será costurada por bases eletrônicas, ao invés de um baterista orgânico, num novo formato de show.  O casal Bianca / Rodrigo convidam o baixista e guitarrista André Whoong para se juntar a eles nessa experiência musical.



O show conta com a participação de uma as melhores guitarristas brasileiras, Mônica Agena, líder do Moxine. Mônica canta "Make These Days" e "Hot December".


Bianca Jhordão e Mônica Agena também estão combinando uma versão para uma nova canção do Arctic Monkeys, banda inglesa que foi premiada no Brit Awards como o "Melhor Disco  do Ano" 2013. 


Serviço:

Show: Leela com participações de André Whoong e Moxine

Data: 19 de março

Local: Bar Secreto

Horário: 23h

Endereço: Rua Álvaro Anes, 97

Ingressos: R$ 20 consumo ( lista) / R$ 40 consumo (sem lista)

Informações: http://barsecreto.com.br/

Estacionamento: valet no local

Aceita cartões de crédito


17/3 1º REALITY SHOW TEATRAL GRUPO GATTU





Após dias de “ensaios”  grupo Gattu abre oficialmente
os bastidores de sua próxima montagem, a peça “Reino”
que será transmitida ao vivo. Os interessados podem acessar os link

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Imagem  peça “Reino”


1º  Reality Show Teatral. Assim foi batizada a inicitaiva inédita do Grupo Gattu, que está abrindo ao público, ao vivo,  os ensaios de “Reino”. “A ideia é gerar identificação e um desejo pela experiência teatral no público” fala Eloísa Vitz sobre a iniciativa.

Formada pela EAD-USP,  pós-graduada em Historia da Arte, e ex integrante do Tapa,  Eloísa Vitz criou o Grupo Gattu há 14 anos, atuando como atriz e diretora. Após várias montagens de textos nacionais, de autores como Artur Azevedo, Gil Vicente e 4 peças de Nelson Rodrigues, Vitz buscou novos desafios e mergulhou no universo da dramaturgia. Seu lançamento como escritora  foi sob o pseudônimo de Tito Sianini, com o espetáculo “Rapunzel” (indicado ao Prêmio Femsa em 2012 como melhor texto adaptado para de teatro infantil) e a comédia policial “Frisante”.

O humor, a presença do essencial, os efeitos surpresa, o dinamismo e a sensualidade, sempre presentes em suas encenações, estarão presentes também nesta nova montagem, numa corajosa estreia, aberta ao público oficialmente a partir do dia 17 de março,  através do link http://new.livestream.com/accounts/7144187/grupogattu ..
Com um trabalho motivado pela pesquisa teatral, investigação estética e criação de uma linguagem cênica autêntica, o Grupo Gattu se mantém através de incentivos fiscais, que devolve à sociedade através da prática de ingressos gratuitos. “Não me parece correto cobrar duas vezes da sociedade”, diz Eloísa Vitz, sobre a prática.
No dia 1º de maio de 2014 estreia a peça inédita, “Reino”, no novo espaço do Grupo Gattu, o Teatro do Sol, localizado na Rua Damiana da Cunha, 413, em Santana.  A entrada é franca.


Grupo Gattu
Rua Damiana da Cunha, 413 –Santana
Tel: 11. 3791.2023

segunda-feira, 10 de março de 2014

O QUE VOCE ESTA OLHANDO de GERTRUDE STEIN

O QUE VOCE ESTA OLHANDO



de GERTRUDE STEIN


Organizador: AMARANTE, DIRCE WALTRICK DO

Tradutor: COLLIN, LUCI

Idioma: PORTUGUES



O teatro de Gertrude Stein é novo em muitos sentidos. Em primeiro lugar, as 18 peças reunidas neste livro são consideradas pelos teóricos do teatro pós-dramático - o teatro de hoje - como modelos que ainda precisam ser mais bem explorados pelos leitores e encenadores. Em segundo lugar, é a primeira vez que sai no Brasil uma obra que reúne todas as peças que a autora escreveu entre 1913 e 1920, um período particularmente fértil em experimentações com a linguagem. Avessa a criar tramas e personagens, como já se sabe, Gertrude Stein dedicou-se a inventar estruturas linguísticas. O seu 'estilo' se tornou tão fundamental que, nas suas peças, suplantou definitivamente os 'temas', como bem observou Richard Kostelanetz. Por isso, nas criações da dramaturga norte-americana, as palavras se tornam sempre objetos autônomos, ou seja, são elas mesmas e não símbolos de alguma outra coisa.




A AUTORA



Gertrude Stein (3 de fevereiro de 1874, Pittsburgh, Estados Unidos - 27 de julho de 1946, Paris, França) foi uma escritora, poeta e feminista estadunidense.


Tinha um apreciável círculo de amigos, como Pablo Picasso, Matisse, Georges Braque, Derain, Juan Gris, Apollinaire, Francis Picabia, Ezra Pound, Ernest Hemingway e James Joyce, isso apenas pra citar alguns.

Mrs. Stein era realmente genial e escreveu "Autobiografia de Alice B. Toklas", livro fundamental da vanguarda dos anos 1910, 20 e 30. Com estilo muito próprio, a narrativa conta como jovens artistas e escritores vindos das mais diversas partes do mundo se encontram em Paris e detonam novos caminhos para a arte. Picasso vinha da Catalunha, Joyce da Irlanda, ela própria vinha da América, Nijinski era russo, havia vários franceses, como Cocteau, Apollinaire, Matisse. É bom lembrar que, apesar do nome, o livro foi escrito por Miss Stein, tendo como porta-voz Alice B. Toklas, sua companheira durante vinte e cinco anos. Compondo um interessante painel das três primeiras décadas deste século: "Gertrude Stein e o irmão visitavam frequentemente os Matisse que constantemente retribuíam as visitas. De vez em quando Madame Matisse convidava-os para almoçar, o que acontecia principalmente quando recebia alguma lebre de presente. Lebre estufada feita por Madame Matisse à moda de Perpignan era algo fora do comum. Tinha também vinho de primeira, um pouco pesado, mas excelente". Durante esse tempo Miss Stein e sua companheira Alice viveram no número 27, rue de Fleurus. Este endereço se tornaria lendário e um importante ponto de encontro desses "gênios".

Gertrude Stein seria a primeira a pendurar em sua parede pinturas de Juan Gris, Matisse e Picasso. Mais tarde romperia com muitos deles, inclusive com Picasso, por quem manteve grande afeição. Antes porém, posaria noventa e três vezes para que o artista malagueño desse por finalizado o seu retrato: "Mas em nada se parece comigo, Pablo" disse ela. "Mas certamente vai parecer ,Gertrude, certamente..." respondeu o pintor. O rompimento dos dois se daria apenas em 1927, por ocasião da morte de Juan Gris. Gertrude acusou Picasso de não ter estimado Gris o bastante, ele retrucou e os dois tiveram um belo e histórico bate-boca.

Miss Stein adorava fazer provocações. A palavra génio exercia mesmo uma influência considerável em sua vida. Afinal era uma escritora de estilo bastante peculiar e engenhoso, a inventora da escrita automática. Assim os intelectuais de seu tempo perguntavam se ela era mesmo gênio ou não passava de uma impostora. Ela dava o troco:"Ser gênio exige um tempo medonho, indo de um lugar a outro sem nada fazer", ou então:" um gênio é um gênio, mesmo quando nada faz".

Com a Primeira Guerra Mundial Miss Stein e Alice viveram sua aventura alistando-se no F.A.F.F, um Fundo de proteção aos americanos que então viviam na Europa, dando folga a seus embates artísticos e literários, a aventura é narrada na Autobiografia. Após a guerra a vida voltou ao normal mas tudo já estava transformado para sempre, inclusive e principalmente Paris. Não tanto a fachada e a arquitetura da cidade, mas as pessoas e o ritmo da vida.

UM LANÇAMENTO














Lautréamont austral de Leyla Perrone Moisés, Emir Rodríguez Monegal

Lautréamont austral

de    Leyla Perrone Moisés, Emir Rodríguez Monegal





No de Paginas:128




Filho de imigrantes franceses, Isidore Ducasse nasceu e viveu seus primeiros anos numa cidade sul-americana sitiada por exércitos a serviço do ditador argentino don Juan Manuel Rosas; uma guerra longa, evocada em Montevidéu ou uma nova Troia, de 1850, romance atribuído a Alexandre Dumas, no qual Alejandro Waksman, seu tradutor para o espanhol, encontra “un espíritu montaraz de maravillas”, entre suores de centauros, exalações de sangue, barro e bosta misturados a pestilências, incenso e perfumes.

E é nessas margens tumultuosas e instáveis, entre poetas veneráveis e estranhas misturas de línguas, que o livro de Leyla Perrone-Moysés e Emir Rodríguez Monegal – um livro construído pacientemente ao longo de anos e ainda no interior de uma cultura à bureaux fermés que dificultava o acesso às raridades –, vem situar novamente o autor d’Os cantos de Maldoror, embaralhando o que pareciam ser evidências, aceitas pela crítica oficial, sobre Isidore Ducasse, sua vida e sua obra.









UM LANÇAMENTO







Os cantos de Maldoror, poesias e cartas de Conde de Lautréamont

Os cantos de Maldoror, poesias e cartas

de  Conde de Lautréamont


No de Paginas:384




Lautréamont, depois de morrer desconhecido aos 24 anos, em 1870, e de sua obra esperar dezessete anos para ter os primeiros leitores, tornou-se um mito, pela extraordinária ousadia e criatividade de seu texto, um exercício radical de liberdade de criação. Hoje multiplicam-se as edições de Os Cantos de Maldoror e da obra completa de Isidore Ducasse, celebrizado sob o pseudônimo de Conde de Lautréamont. Sua bibliografia é gigantesca, situando-o entre os escritores mais estudados e discutidos da atualidade.

Ignorou a modernidade e apontou caminhos para o surrealismo e as vanguardas do século XX. Provocou fascinação e espanto em autores tão diversos como Breton, Malraux, Gide, Neruda e Ungaretti. É reconhecido como poderoso inventor, expoente dos inovadores, transgressores e poetas malditos, assim como o foram William Blake, Baudelaire, Rimbaud e Jarry.

O poeta Claudio Willer, que já havia publicado sua tradução de Os Cantos de Maldoror, preparou esta edição completa de Lautréamont.

Incluiu comentários, notas e um substancioso prefácio, onde enfrenta obscuridades, vencendo o desafio da interpretação do texto e os mistérios decorrentes da ausência de biografia. Mostra como os Cantos e Poesias são uma escrita do avesso, abissal e perversa, regida pela lógica da metamorfose, pois nela cada termo contém seu oposto e cada coisa implica seu contrário, aquilo que não é. Repleta de paradoxos, representa a consagração do pensamento analógico, oposto à razão dualista. Satírica e paródica, pelo modo como se apropria de outros autores, adulterando-os e invertendo-lhes o sentido, seu caráter monumental deve-se à coerência, aliada à imaginação desenfreada e transbordante. Da concepção geral, passando pelos relatos e reflexões, até o estranho vocabulário e as figuras exageradas de retórica, tudo, em seus detalhes, obedece à lógica do delírio e da negação. Por isso, não é apenas reflexão crítica sobre a literatura, mas rebelião extrema contra a sociedade e o mundo.


A CRITICA

A história da poesia moderna é a de um descomedimento. (...) O astro negro de Lautréamont preside o destino de nossos maiores poetas.

Octavio Paz


Os Cantos de Maldoror e Poesias brilham com um fulgor incomparável: são a expressão de uma revelação total, que parece exceder as possibilidades humanas. Com ele o famoso “tudo é permitido” de Nietzsche não permaneceu platônico, pretendendo significar que a melhor regra aplicável ao espírito ainda é a orgia.

André Breton





Ele era, sem dúvida, um gênio irredutível para o mundo, e não mais desejável para o mundo do que Edgar Poe, Baudelaire, Gérard de Nerval ou Arthur Rimbaud.

Antonin Artaud


Abram Lautréamont! E aí está toda a literatura virada pelo avesso como um guarda-chuva! Fechem Lautréamont! E tudo, imediatamente, volta ao lugar...

Francis Ponge



 O AUTOR

Isidore Lucien Ducasse, mais conhecido pelo pseudónimo literário de Conde de Lautréamont (Montevidéu, 4 de Abril de 1846 — Paris, 24 de Novembro de 1870) foi um poeta uruguaio que viveu na França.

É o autor dos Cantos de Maldoror. Sua poesia também era apreciada por André Breton, que o considerava, de certa forma, como um dos precursores do surrealismo.

A quantidade de informação sobre a vida deste poeta é diminuta. Sabe-se que nasceu no Uruguai, "nas costas da América, na foz do La Plata", como é dito no Canto I de sua obra-prima "Os Cantos de Maldoror", onde também se identifica como "Montevidense". Era filho de um chanceler do Consulado Francês no Uruguai. Sua mãe, francesa, morreu quando o escritor tinha apenas vinte meses de idade.

Em outubro de 1859 foi para a França estudar no colégio interno de Tarbes e, depois, no colégio de Pau, onde foi colega de Paul Lespès, uma das pessoas a que foram dedicados os "Cantos de Maldoror" e a cujo testemunho se deve o conhecimento de uma situação ocorrida durante uma aula de retórica do professor Gustave Hinstin. Este professor, que também consta na dedicatória do seu poema, tê-lo-ia repreendido publicamente de forma severa devido ao conteúdo de uma das suas "Poesias" – Ducasse ter-se-ia sentido extremamente injustiçado com a situação.

Foi também descoberta, em 1977, uma edição da Ilíada de Homero, em Espanha, com a seguinte inscrição na folha de rosto: "Propriedad del señor Isidoro Ducasse nacido en Montevideo (Uruguay) – tengo tambien "Arte de hablar" del mismo autor. 14 Avril 1863.", ou seja "Propriedade do senhor Isidore Ducasse nascido em Montevidéu (Uruguai)- tenho também "Arte de Falar" do mesmo autor. 14 de abril de 1863", o que leva a crer que, apesar de ter escrito a sua obra maior em francês, utilizasse principalmente a língua espanhola.

Crê-se que pseudónimo Lautréamont tenha sido inspirado no nome de um romance de Eugène Sue, "Latréaumont" (note-se que há uma leve diferença na grafia da palavra); a atribuição do título de Conde poderá ser uma referência ao Marquês de Sade ou uma forma de destacar-se da burguesia, ainda que não existam quaisquer provas destas duas teses.

Lautréamont morreu aos 24 anos de idade, em 24 de novembro de 1870, às 08h00, em seu hotel. Em seu atestado de óbito foi dado "não há nenhuma informação". Uma vez que muitos tinham medo de epidemias, enquanto Paris foi sitiada, Ducasse foi sepultado no dia seguinte após um culto em Notre Dame de Lorette, em um túmulo provisório no Cemetière du Nord. Em janeiro de 1871, seu corpo foi colocado em outra sepultura num outro lugar.



Cantos de Maldoror - Canto Primero - Conde de Lautréamont 


 

UM LANÇAMENTO


À espera de Frankie de Maeve Binchy




À espera de Frankie

de  Maeve Binchy

Título Original:     Minding Frankie
Tradutor:     Michele MacCulloch

Páginas:     476
Formato:     16 x 23 cm

  

AUTORA BESTSELLER EM TODO O MUNDO ESTÁ DE VOLTA COM UMA HISTÓRIA CHEIA DE ALEGRIA E ESPERANÇA 

A mãe de Frankie está desesperada para encontrar alguém que cuide de sua filha, mas não tem muito tempo de vida. Noel não parece ser o mais promissor dos pais, mas, apesar de tudo, pode ser a maior esperança da menina. Lisa está pronta para abrir mão de tudo pelo homem que ama; mas será que ele vai retribuir seu amor? E Moira sabe o que é certo e tem o poder de mudar a vida de Frankie, porém também tem segredos a esconder. À espera de Frankie é uma história sobre famílias não convencionais, relacionamentos que não são o que parecem e um bebê no centro da vida de todas as pessoas. Uma das grandes qualidades de Maeve Binchy é introduzir novos personagens na história sem causar estranhamento, fato comum em romances com vários heróis. E, depois que eles estão inseridos na trama, os leitores dificilmente conseguem não se apegar, seja para o bem ou para o mal.




A CRITICA
 “Uma escritora com um dom extraordinário.” (The New York Times) “Enfim, Maeve voltou, e no melhor da forma!” (The Times)






A AUTORA
Maeve Binchy
nasceu em Dublin e cursou a University College na mesma cidade. Após um período lecionando em escolas que só aceitavam meninas, ela foi trabalhar no Irish Times. Seu primeiro livro, Light a Penny Candle, foi lançando em 1982, e desde então ela escreveu mais de vinte livros, todos best-sellers. Vários foram adaptados para o cinema e para a televisão, e os mais famosos são Circle of Friends e Tara Road. Pela Bertrand Brasil, publicou o best-seller Coração e Alma. Recebeu o prêmio Lifetime Achievement da British Book Awards em 1999 e o Lifetime Achievement da RNA em 2010. Faleceu em 2012.


Visite www.maevebinchy.com

Maeve Binchy | What's the Meaning of Life?




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Nós, os Deuses


   

Nós, os Deuses

de   Bernard Werber

Título Original:     Nous, les Dieux
Tradutor:     Jorge Bastos

Coleção:     O Ciclo dos Deuses
Páginas:     434
Formato:     16 x 23 cm



Após evoluírem em suas vidas como mortais e desempenharem satisfatoriamente a função de anjo da guarda, os alunos-deuses receberam a missão de gerenciar multidões humanas. Para isso, cada um deles é encarregado de cuidar de uma população, ajudá-la a desenvolver instintos de sobrevivência, criar cidades, guerrear e inventar religiões. Entre os escolhidos para essa nova turma de estudantes divinos estão figuras anônimas, como o protagonista Michael Pinson e seus amigos, e personalidades ilustres, como Marilyn Monroe e Édith Piaf. Uma história em que os leitores aprenderão, de forma divertida, sobre mitologia e, além disso, sobre história geral. Por meio do narrador, Werber apresenta uma releitura de episódios importantes da humanidade, descrevendo-os sem citá-los diretamente. Na verdade, ele fornece dicas para que os leitores possam interpretá-los e descobrirem sozinhos do que se trata. Bernard Werber leva o leitor ainda mais longe na descoberta das espiritualidades e mitologias. No fim dessa extraordinária saga, em que se misturam aventura, suspense e humor, todos vão se perguntar: “E eu, se fosse Deus, o que faria?”


O AUTOR

Bernard Werber começou a estudar jornalismo em 1982, quando, então, descobriu o escritor Philip K. Dick. Entre 1983 e 1990, trabalhou como jornalista para a revista científica Nouvel Observateur enquanto começava a escrever seus romances. Em 1991, publicou seu livro de estreia, As formigas. O sucesso foi imediato: mais de 1 milhão de exemplares vendidos somente na França. Isso o impulsionou a publicar mais dois volumes – O dia das formigas e A revolução das formigas – e formar uma trilogia, publicada pela Bertrand Brasil. Nós, os deuses é o seu quarto lançamento no Brasil, e o primeiro volume da trilogia O Ciclo dos Deuses. Para saber mais sobre o autor, acesse www.bernardwerber.com

Escritor francês mais lido em todo o mundo, com todos os seus livros elogiados pela imprensa do seu país. Traduzido para mais de 25 idiomas e com mais de 20 milhões de exemplares vendidos no planeta, o autor foi adotado em escolas e universidades de diversos países.

Les grandes rencontres de Philippe Lapousterle. L'homme qui tutoie les Dieux, grande rencontre avec Bernard Werber.



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Programação semanal James de 12 a 15 de março










PROGRAMAÇÃO DA SEMANA
DE 12 A 15 DE MARÇO

QUARTA 12.mar: 22h
DJs residentes Ale Dantas, Claudinha Bukowski e Pablo Busetti.
DJs convidados Edu (banda Crocodilla) e Celeste Moura (VU Bar) .
VENHAM POR NOSSA CONTA, sorteio promocional a partir das 14h,na fanpage da festa no Facebook.
DOUBLE DRINK de destilados nacionais até 1h.
R$ 15.

QUINTA 13.mar: 22h
DJs residentes Giu Nunez e Guibe.
DJs convidados EL AMARAL (RJ), Tomás Ramos (Rádio Espanha) e  Ailen Scandurra.
R$ 15.

SEXTA 14.mar: 22h
DJs residentes Ale Dantas, Anaum e Claudinha Bukowski.
DJs convidados Giu Nunez e Guibe (Like U Like) e Claudio Yuge.
LISTA FIDELIDADE (50% de desconto na entrada), a partir das 13h, na fanpage da festa no Facebook.
R$ 20.

SÁBADO 15.mar: 22h
DJs residentes Lu Padilha, Denis Pedroso e Celso Ferreira.
DEGUSTAÇÃO DE DRINKS ao longo da noite.
R$ 22.

* Todas as infos e releases sobre nossa programação estão disponíveis em nosso site www.barjames.com.br.
*PROGRAMAÇÃO SUJEITA A ALTERAÇÃO SEM AVISO PRÉVIO.

Av. Vicente Machado, 894. Curitiba/PR. (41) 3222-1426. Formas de pagamento: Todos os cartões de débito e crédito Amex, Diners, Master, Visa e Visa Vale-Refeição.

GRUPO TAPA REPERTÓRIO DE VERÃO COMPLETO TEATRO DE ARENA






Repertório de Verão do Grupo Tapa

Estreia dia 7 de março de 2014,
no Teatro de Arena


O Grupo Tapa reedita, nos meses de  março e abril,
o  projeto vencedor do 24º Premio Shell,
categoria especial, pela defesa da política de repertório.

Programação de Março
Credores
de August Strindberg
14,15 e 16 de março
Sexta e Sábado, às 21h, e Domingo, às 19h.

A Mandrágora
de Nicolau Maquiavel
dias 21, 22 e 23 de março
Sexta e Sábado, às 21h,  e Domingo, às 19h.

De Um ou De Nenhum
de Luigi Pirandello
Dias 28,29 e 30  de março
Sexta e Sábado, às 21h,  e Domingo, às 19h.



Teatro de Arena Eugênio Kusnet
Rua Dr. Teodoro Baima, 94 – República
Tel: 11. 3256.9463
Capacidade: 98 lugares
Ingressos: R$ 20,00 / R$ 10,00 meia
Bilheteria abre uma hora antes do espetáculo
Vendas só em dinheiro


Lançamento do livro "Não se preocupe comigo", de Marcelo Yuka e Bruno Levinson - São Paulo