24 de fevereiro a 1º de março de 2012
Sessões: 15h45, 18h e 20h
Lançamento em Curitiba:
EU, EU, EU JOSÉ LEWGOY (Brasil, 2011 – 93 min – documentário). Direção
de Cláudio Kahns.
Os múltiplos talentos e muitas inquietações de José Lewgoy, um dos maiores
atores da televisão e do cinema brasileiros.
Classificação 10 anos
Ingresso pago: R$5,00 (inteira) – R$2,50 (meia) – R$1,00 (aos domingos)
Cinemateca
Rua Carlos Cavalcanti, 1.174 – São Francisco
Horário de funcionamento: segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às
22h30. Sábados e domingos, das 14h30 às 22h30.
Informações: (41) 3321-3252
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
PROGRAMAÇÃO CINEMATECA | 24 DE FEVEREIRO A 1º DE MARÇO DE 2012
Sarau da Ressaca - Sambas, Marchinhas, Choros e Jazz
O carnaval do CimplesÓcio mesmo no improviso acabou saindo nos tres dias programados - dois com muita chuva - que ocasionou pouco público e sobras de bebidas. Alguns dos músicos participantes - Saul Trumpet, Marlene Meira, Marquinho Filgueiras e Henrique Rodrigues, para ajudar no ressarcimento do prejuízo do espaço, toparam diminuir seus caches para montarmos uma roda de boa música entre 4 da tarde e 9 e meia da noite. Outros músicos serão convidados.
Portanto muita festa, folia e alegria com música de qualidade e ingresso musical acessível, mais promoção na comida e bebida.
A culinária do sabado a tarde será uma Vaca atolada.
Ingresso musical: R$ 10,00 e R$ 5,00 (estudantes, menores e maiores de 65 anos).
- Traje: Tricolor com tons alegres - muita cor.
+ informações: 41 3209 8802 / 8705-3560
visite e saiba mais http://cimples-ocio.blogspot.com/
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
IMUNIDADE NATURAL de HiromiShinya

IMUNIDADE NATURAL
de HiromiShinya
Número de Páginas: 200
O autor descreve uma nova maneira de comer e viver, que poderá torná-lo saudável e mantê-lo cheio de vigor com um mínimo de intervenção farmacêutica e cirúrgica. O livro traz um programa de saúde inovador, que ensina como estimular nossa imunidade natural, com técnicas simples que podemos usar para elevar o poder de revitalização das células através da transformação das bactérias que vivem dentro de nós. Você irá aprender a resolver problemas como a depressão, tensões nervosas, hiperatividade, alergias e até a manter o peso ideal.
LEIA TAMBÉM

A DIETA DO FUTURO
Shinya, Hiromi
Número de Páginas: 144
A Dieta do Futuro fornece a chave que revolucionará a maneira como vemos o corpo humano, a alimentação, a medicina e a saúde.
No momento em que aumenta a consciência sobre os prejuízos do excesso de medicamentos, o dr. Hiromi Shinya, membro altamente respeitado de instituições médicas de renome dos Estados Unidos e do Japão, revela a chave da impressionante capacidade de autocura do corpo. Essa chave é o Fator Enzimático.
Enzimas são pacotes microscópicos de energia que tornam possíveis todas as nossas funções vitais. Quando essas enzimas se esgotam, ficamos doentes e, quando seus estoques são repostos, voltamos a ter saúde.
O dr. Shinya mostra como preservar o suprimento de enzimas "milagrosas" e promover a cura. Ele explica por que nenhum de seus milhares de pacientes com câncer, que ao longo de vários anos seguem suas recomendações, teve recidiva. E mostra como é possível ajudar o organismo a curar doenças que há décadas intrigam os médicos:
· obesidade
· câncer
· cardiopatia
· miomas
· prisão de ventre
· síndrome do intestino irritável
· doença de Crohn
· apneia do sono
· doenças autoimunes
A Dieta do Futuro mostra como você pode preservar as enzimas do seu organismo e viver com saúde por muitos e muitos anos.
O AUTOR
O dr. HIROMI SHINYA é médico, reconhecido mundialmente por ter desenvolvido o colonoscópio, aparelho que lhe permitiu realizar a primeira cirurgia não invasiva do cólon ("técnica de Shinya"). Com essa técnica é possível examinar e operar o cólon sem incisão abdominal. O dr. Shinya é professor de cirurgia no Albert Einstein College of Medicine, chefe da unidade de endoscopia do Beth Israel Medical Center de Nova York e consultor do Maeda Hospital e da Clínica Gastrintestinal Hanzomon, no Japão. Atualmente com mais de 70 anos de idade, ele continua exercendo sua profissão e passa metade do ano na cidade de Nova York e a outra metade em Tóquio. O dr. Shinya é o médico mais famoso do Japão e atende os membros da família real e das altas esferas do governo. Sua clientela nos Estados Unidos inclui celebridades e ex-presidentes. Ele é vice¬presidente da Associação Médica Japonesa nos Estados Unidos e é muito requisitado para palestras no mundo todo.UM LANÇAMENTO
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MINHA SEMANA COM MARILYN de Colin Clark

MINHA SEMANA COM MARILYN
de Colin Clark
Número de Páginas: 160
Em 1956, aos 23 anos Colin Clark conseguiu um emprego em O Príncipe e a Showgirl, o filme que desastrosamente reuniu Laurence Olivier com Marilyn Monroe. Aqui, em um trecho de sua autobiografia Minha Semana com Marilyn, que foi transformado em filme estrelado por Michelle Williams e Kenneth Branagh. Ele revela como acabou dividindo a cama com a problemática estrela de Hollywood
acima: Laurence Olivier e Marilyn Monroe em O Príncipe eo Showgirl; Marilyn na estréia do filme em Londres em junho de 1957
acima: Marilyn e Laurence numa conferência de imprensa no Hotel Savoy, 1956; com seu marido Arthur Miller, em Londres, outubro 1956
No verão de 1956 eu trabalhava no set de um filme estrelado por Laurence Olivier e Marilyn Monroe. Eu tinha acabado a universidade e estava lá apenas porque meus pais eram amigos de Olivier e sua então esposa, Vivien Leigh.
As filmagens em O Príncipe e a Showgirl correram mal desde o início. Olivier, o ator clássico mais conhecido de sua geração, apostou em Monroe - que até então tinha atuado apenas como stripper e menina de coro - e a tratou como se fosse uma loira burra. O novo marido de Marilyn Monroe, o dramaturgo Arthur Miller, a tratava como uma criança difícil, e Milton Greene (seu parceiro de negócios em Marilyn Monroe Productions) estava desesperado para manter o controle da 'sua' estrela, dando-lhe remédios. Mas Monroe estava determinada a provar que ela poderia atuar.
Desde meu primeiro dia como terceiro diretor assistente eu mantinha um diário que mais tarde foi publicado como O Príncipe, a Showgirl e Eu. Mas nove dias durante o meio das filmagens estavam faltando na minha conta. Durante esses dias aconteceu algo que era impossível incluir nos meus registros normais. Eu não poderia escrever esses dias, enquanto Marilyn estava viva. É uma homenagem a alguém que mudou a minha vida ..
Em 1956, Colin Clark, um jovem inglês de 23 anos de idade, conseguiu um emprego como terceiro assistente de direção no set de O Príncipe Encantado. O filme tinha como atriz principal o maior símbolo sexual de Hollywood, Marilyn Monroe. Por toda uma gloriosa semana, a maior estrela do planeta buscou conforto nos braços do empregado mais jovem do set. Minha semana com Marilyn é o relato franco, doce e engraçado de como Colin Clark passou a partilhar os segredos de Marilyn Monroe - e até a cama dela! O livro deu origem ao filme My Week with Marilyn (7 Dias com Marilyn), que foi lançado no Brasil neste fevereiro.
O AUTOR
Colin Clark, com 23 anos de idade, no verão de 1956, no set do filme O Príncipe Encantado, onde desempenhou a função de terceiro assistente de direção. Ele conseguiu o emprego através de seus pais, que eram amigos de Laurence Olivier, e passou a escrever um diário sobre o dia a dia das filmagens. Colin faleceu no dia 17 de dezembro de 2002, em Londres, aos 70 anos.E MAIS
Clique aqui para um clipe de áudio de MINHA SEMANA COM MARILYN lido por Eddie Redmayne
UM LANÇAMENTO
O corvo e suas traduções de Ivo Barroso

O corvo e suas traduções
de Ivo Barroso
Páginas: 160
OBRA INDISPENSÁVEL NÃO SÓ PARA OS AMANTES DE POE, MAS PARA TODOS QUE BUSCAM UMA COMPREENSÃO MAIS PROFUNDA SOBRE A ARTE DE TRADUZIR
O que pode haver de tão inspirador num poema para ser traduzido para tantas línguas, por alguns dos maiores tradutores, críticos e escritores do mundo? Charles Baudelaire, Stéphane Mallarmé, Machado de Assis e Fernando Pessoa são apenas alguns desses nomes. Mas poucos conhecem traduções como a de Didier Lamaison, Emílio de Menezes, Gondin da Fonseca, Benedicto Lopes, Alexei Bueno, Jorge Wanderley e a de Milton Amado, segundo Ivo Barroso, a insuperável em Língua Portuguesa.
Um dos mais belos poemas produzidos pelo gênio humano, O corvo, de Edgar Allan Poe, é notável por sua musicalidade, pela métrica exata, pelos jogos fonéticos e pela composição das palavras – que cria uma atmosfera forte e sobrenatural. Por tudo isso, traduzi-lo para outro idioma é tarefa das mais densas.
Eis a grandiosidade da obra de Ivo Barroso, escritor e mestre no ofício da tradução: trata-se de um estudo completo e complexo a respeito do genial e enigmático poema, mas também um verdadeiro ensaio sobre os desafios da tradução, em que o trabalho de diversos tradutores é comparado, e suas opções e soluções, discutidas.
AINDA FALANDO EM POE
O primeiro detetive criado para compor a estrutura do romance policial foi obra e graça de Edgard Allan Poe. Sem dúvida, é ele o criador da moderna literatura policial. Americano de Boston (Massachusetts) que, a priori, deveria também ser o mais belo exemplo de conservadorismo, Poe, além de alcoólatra era um gênio pouco compreendido. Nascido em 1809, é um dos escritores de suspense e terror que teve a vida mais conturbada, morrendo na mais completa miséria e degradação, vitima da bebida, em 1849, após vários dias de impressionante delírio. Os que acompanharam sua agonia disseram que suas últimas palavras foram – “Senhor, ajudai minha pobre alma”. Algo digno para qualquer personagem do gênero. Seu maior divulgador post-mortem foi Charles Baudelaire, que o via como a “cristalização da genialidade e do delírio humano”.
A importância de Edgard Allan Poe pode ser medida na proporção direta de sua popularização, de quadrinizações a centenas de filmes baseados ou livremente inspirados em seus contos e poemas. “Os Crimes da Rua Morgue” é, com certeza, a pedra angular de sua obra e da criação da figura do detetive. É nessa novela que aparece o personagem Dupin, um policial que “gostava de exercitar sua capacidade analítica”.
O AUTOR
IVO BARROSO, nascido em Ervália-MG em 1929, é poeta (A Caça virtual e outros poemas, 2001), crítico literário e tradutor de cerca de 40 volumes de importantes autores como Shakespeare, Rimbaud, Montale, Svevo, Eliot, H. Hesse e U. Eco. Organizou a Poesia & Prosa, de Charles Baudelaire e À Margem das traduções, de Agenor Soares de Moura. Tradutor ainda de livros infantis e autor de Poesia Ensinada aos Jovens (Tessitura, 2010).
LANÇAMENTO DA
Ainda dá tempo!
O Ministério da Cultura publicou dia 14/12, no Diário Oficial da União (DOU), o edital Prêmio Agente Jovem de Cultura: Diálogos e Ações Interculturais. Por meio da Secretaria de Cidadania Cultural, o MinC vai premiar 500 iniciativas de jovens entre 15 e 29 anos. As inscrições para a premiação estarão abertas de 15 de dezembro de 2011 a 29 de fevereiro de 2012.
O edital é uma parceria entre o MinC – que investirá R$ 2,9 milhões – e os ministérios da Saúde (R$ 1 milhão) e do Desenvolvimento Agrário (R$ 600 mil), além da Secretaria-Geral da Presidência da República/Secretaria Nacional de Juventude (R$ 500 mil).
Podem concorrer ao prêmio iniciativas existentes e já concluídas nas áreas de comunicação, tecnologia, pesquisa, formação cultural, produção artística, intercâmbio e sustentabilidade. Cada selecionado irá receber premiação no valor de R$ 9 mil. Os premiados poderão se inscrever de acordo com a faixa etária: serão 200 bolsas para jovens entre 25 e 29 anos, número igual para aqueles que têm entre 18 e 24 anos e outras 100 para os jovens de 15 a 17 anos. As inscrições poderão ser feitas pela internet, por meio do SalicWeb, ou pelos Correios.
O edital terá duas fases: habilitação das propostas (análise documental eliminatória) e seleção (eliminatória e classificatória). Os projetos serão avaliados a partir dos seguintes critérios: criatividade, inovação e boas práticas;
impacto social da iniciativa; comprovação da qualidade e efetividade das estratégias de comunicação e de estratégias que promovam o empoderamento para o autocuidado; sustentabilidade valorização da cidadania e da diversidade cultural brasileira.
Para a secretária de Cidadania Cultural do MinC, Márcia Rollemberg, é importante identificar e valorizar o que vem sendo feito por jovens que trabalham com a cultura no Brasil. “Esse prêmio é o primeiro passo de um processo de ação mais ampla e permanente, que vai envolver trabalhos de fortalecimento da formação do agente jovem de cultura, incluindo bolsas de formação, com uma parceria, também, do Ministério da Educação (MEC)”, diz a secretária.
Clique aqui e acesse todas as informações sobre o edital.
QUINTETO VIOLADO FAZ SHOWS NO GUAIRINHA

Quinteto Violado faz série de concertos no Guairinha
Apresentações que iniciam no próximo dia 23 de fevereiro são em comemoração aos 40 anos de carreira do grupo pernambucano, cuja história é tema de exposição no hall do Teatro Guaíra
Desde o show de estreia, em 1971, sobre as pedras do teatro de Nova Jerusalém, no agreste pernambucano, foram mais de um milhão de quilômetros percorridos por estradas brasileiras, cerca de 50 discos lançados e 15 países visitados. Inspirado pelos folguedos populares, cantando o universo das feiras no interior, o Quinteto Violado conquistou seu lugar na história da música popular brasileira e nordestina em especial. Essa trajetória será repassada em temporada de concertos que serão realizados no Guairinha. As apresentações serão sempre às 20h, com entrada franca, nos dias 23, 24, 25 e 26 de fevereiro.
Além desta série de quatro apresentações, o Teatro Guaíra também abriga a exposição Quinteto Violado: Um Imaginário Nordestino, que, por meio de um vasto acervo sonoro e iconográfico, percorre quatro décadas de música.
Para as apresentações, o grupo preparou um repertório que costura sua trajetória, desde os primeiros discos dos anos de 1970, em que a pesquisa das manifestações populares está mais latente, até composições próprias do autoral Quinto Elemento, lançado em 2009. Assim, são resgatadas pérolas do segundo álbum, Berra-Boi (1973), como Vaquejada (Toinho Alves), Três Três (Fernando Lona) e Baião do Quinji (Vicente Barreto). Do último álbum autoral, aparece Canto de Zelação, composição de Marcelo Melo, com letra adaptada do cordel A eleição do diabo e a posse de Lampião no inferno (Severino G. de Oliveira) e arranjo inspirado nas loas do maracatu rural. A veia jazzística do Quinteto não poderia ficar de fora de qualquer seleção, e é por meio dela que a identidade sonora do grupo melhor se impõe. Temas como Algodão (Luís Gonzaga), Forró de Dominguinhos (Dominguinhos), Frevo na Primavera (Toinho Alves) e Chorando de Manhã (Dudu Alves) têm interpretação poderosa e lugar para improvisos.
Estarão no palco do Guairinha, Marcelo Melo (violão, viola e voz), Ciano Alves (flautas), Dudu Alves (piano), Roberto Medeiros (percussão e voz) e Sandro Lins (contrabaixo). A percussão terá o reforço de Raminho como músico convidado. O acesso aos concertos é gratuito – os ingressos deverão ser retirados a partir de duas horas antes na bilheteria do Teatro.
SERVIÇO
Concertos do “Quinteto Violado”
Local: Teatro Guaíra, auditório Salvador de Ferrante (Guairinha)
Data: Dias 23, 24, 25 e 26 de fevereiro
Hora: 20h
Ingressos: Gratuitos, devendo ser retirados na bilheteria do Teatro Guaíra a partir de duas horas antes dos shows
Exposição: “Quinteto Violado: Um Imaginário Nordestino”
Local e data: Hall do Teatro Guaíra, até 26 de fevereiro.
Entrada Franca
Informações: (41) 3304-7900
FELIZ ANO NOVO - DE NOVO!

Agora que o triduo momesco acabou está na hora de arregaçarmos as mangas e darmos início aos trabalhos! A cultura tem pressa! Então... Feliz 2012! De novo, porque agora é para valer!
sábado, 18 de fevereiro de 2012
Agenda 18, 19 e 20 FEVEREIRO
Com fotografias como «Rodopio», «Igreja de S. Gonçalo», «De Regresso», «Tema de Pintores», «Matinal» e «Quietude», entre outras, obteve inúmeros prémios em Portugal e no estrangeiro, nomeadamente o Grande Prémio de Camões (1960), na época, uma das mais altas distinções a nível nacional.» (Coimbra) e «Associação Fotográfica do Sul» (Évora). A sua vasta obra, dotada de um olhar poético sobre a realidade, fizeram de si um dos melhores e mais galardoados fotógrafos portugueses do século XX com fotografias que abordam diversos temas, com destaque para a Natureza e a figura humana, que tão bem soube conciliar.




quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
13 CONTOS DE MEDOS E ARREPIOS

13 CONTOS DE MEDOS E ARREPIOS
de Almir Correia
poemas de Augustodos Anjos
Formato (cm): 20x26 cm
Ilustrador: Alexandre Jubran
Número de páginas: 88
Uma edição fantástica, bem elaborada e porque não dizer arrepiante. porém é preciso salientar o carater juvenil da obra, e depende da acuidade dos professores ao indicar para as suas turmas. Os politicamente corretos, por certo, torcerão o nariz...Lembro-me bem que, certa feita, em uma reinião de pais e mestres a professora de minha filha disse que a flagrou lendo literatura imprópria, ou como disse "um livrinho de terror" - era uma edição de bolso de Historias Extraordinárias do mestre Edgard Alan Poe. Pano rápido! (E.C.)
Ao todo são 13 contos de medos e arrepios: A bota de cemitério, O pescocinho, O caixão fantástico, A noiva suicida, O carrofantasma,O dedo sangrento, O carrinho-de-bebê macabro, O estágio, Alanterna, O poço, A sonâmbula, Duas cidades e O sofá. Nesta obra, com características nitidamente expressionistas, o leitorainda vai se deliciar com um poema de Augusto dos Anjos, poeta do Pré-Modernismo brasileiro, para cada conto.
Assunto: contos de medos e arrepios, brilhantemente unidos aos poemas de Augustodos Anjos.
Interdisciplinaridade: Língua Portuguesa e Literatura, Psicologia, Filosofia, Identidadee Autonomia.
Transversalidade: Ética e cidadania, pluralidade cultural, afetividade e saúde emocional.
Propostas: transformar os contos em histórias em quadrinhos ou em versos.
Indicação:- Séries finais do Ensino Fundamental, Ensino Médio e EJA
Um lançamento


