quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Semana do Cinema Indiano

De 8 a 14 de Setembro de 2008

Na Cinemateca de Curitiba

Legendas em português

Entrada franca

Projeção cópias 35mm

Apoio

Embaixada da Índia no Brasil

Consulado Geral da Índia/São Paulo

O cinema chegou à Índia ainda no final do Século XIX, logo após a primeira apresentação do Cinematógrafo, dos Irmãos Lumière, em Paris. Já na segunda década do Século XX, começaram a ser produzidos os primeiros longas-metragens na Índia. Como os indianos adquiriram o hábito cultural de ir muito ao cinema para assistir os filmes feitos no seu país, estas produções só fizeram aumentar, ao ponto deste país ser hoje o que mais realiza filmes no mundo. São cerca de setecentas produções anuais. Boa parte destas se destaca artisticamente, sendo selecionada e premiada em importantes festivais internacionais. Mas, a não ser na própria Índia e em alguns países onde a comunidade indiana é extensa, este cinema é pouco conhecido, como por exemplo no Brasil. A realização da Semana do Cinema Indiano na Cinemateca tem o sentido de tornar este cinema mais difundido dentre os paranaenses.

Dia 8, segunda:

Abertura às 19h,

PARDES (1997). Duração 179’. Direção e Produção de Subhash Ghai

Apresentador Mukta Arts. Elenco: Amrish Puri, Mahima Choudhary, Apoorva Agnihotri, Alok Nath, Pawan Malhotra, Deena Pathak, Smita Jaykar, Himani Shivpuri, Shah Rukh Khan.

Kishori Lal é um bem sucedido homem de negócios morando nos EUA, mas ainda emocionalmente ligado a sua pátria mãe, a Índia. Logo o estrangeiro volta à Índia para achar uma parceira para seu filho Rajiv. Ele acha sua nora, Kusum Ganga, em Punjab, na casa de seu amigo de infância Suraj Dev. Para realizar o casamento ele envia seu filho adotivo Arjun para a Índia. Arjun dá uma de cupido e retorna aos EUA com Kusum e Rajiv. Tudo está indo muito bem até que a indiana descobre que seu futuro marido não é alguém que abdica totalmente de bebidas alcoólicas. Então Kusum, de coração partido, volta para Índia. Não conclua que este é o fim desta fábula de Bollywood. É apenas o começo, já que o herói Arjun se apaixona pela sua ex-cunhada. Censura livre




Dia 9, terça - sessão às 15h30:

PARDES

Sessão às 19h:

ZUBEIDAA (2001). Duração 153’. Direção Shyam Benegal. Produtor Farouq Benegal. Elenco Karisma Kapoor, Rekha, Manoj Bajpai, Rajit Kapoor, Surekha Sikri, Amrish Puri, Farida Jalal.

Zubeidaa é a estória da busca de uma jovem moça para entender sua mãe pouco conhecida. Zubeida é filha única do cineasta Suleman Seth. Zubeidaa atua em filmes secretamente, mas quando seu pai descobre, proíbe que ela continue e rapidamente arranja um casamento para ela com Mehboob Alam. As coisas parecem estar indo bem e ela dá à luz a um filho, Riyaz. Entretanto, devido a um desentendimento entre seus sogros e seu pai, Mehboob se divorcia de Zubeidaa.

Ela conhece Maharaja Vijayendra Singh. Ele fica atraído por Zubeidaa e a pede em casamento. Ela hesita no início, mas logo aceita. Ela deixa seu filho aos cuidados de sua mãe e se muda para Fatehpur como sua segunda esposa. Ela conhece, então, a primeira esposa de Maharaja, Maharani Mandira Devi, e no início está feliz com sua nova vida. Entretanto ela se sente isolada por seu marido e com ciúmes quando Vijayendra escolhe Mandira Devi para acompanhá-lo durante sua campanha eleitoral... Classificação 12 anos

Dia 10, quarta – sessão às 15h30:

ZUBEIDAA

Sessão às 19h:

HUM TUMHARE HAIN SANAM (2002). Duração 172’. Direção de K.S. Adiyaman. Elenco: Shan Rukh Khan, Salman Khan, Madhuri Dixit, Suman Ranganathan, Alok Nath, Aroona Irani, Atul Agnihotri.

Triângulo amoroso. Dois órfãos, Gopal e Nita, passam a ser criados pelo melhor amigo de seu falecido pai, Devnarayan, que passa a inconscientemente ignorar sua própria filha Laxmi e seus netos Radha e Prashant. Alguns amores inesperados trazem emoção ao filme. Classificação 14 anos



Dia 11, quinta – sessão às 15h30:

HUM TUMHARE HAIN SANAM

Sessão às 19h:

BAGHBAN - Você pode depender da sua família? (2003). Duração 181’.

Direção Ravi Chopra. Elenco: Amitabh Bachchan, Hema Malini, Salman Khan, Mahima Choudhary, Aman Verma, Saahul Chadha, Suman Ranganathan.

Baghban é a estória de Raj Malhotra, sua família, sua esposa Pooja e seus quatro filhos bem estabelecidos em suas profissões. A vida deles é repleta de amor e prosperidade e tudo isto devido aos investimentos das economias de Raj nos seus filhos que, segundo ele, eram o mais valioso patrimônio para garantir seu futuro. Mas, quando ele se aposenta, a vida de repente muda. Nenhum dos seus quatro filhos está pronto a assumir a responsabilidade de seus pais. Raj e Pooja passam a depender da hospitalidade de estranhos. Como Raj Malhotra supera estas dificuldades e se torna um vencedor é a trama central de Baghban. Classificação 12 anos


Dia 12, sexta – sessão às 15h30

BAGHBAN

Sessão às 19h:

PARDES


Dia 13, sábado – Sessão às 15h30:

HUM TUMHARE HAIN SANAM

Sessão às 19h:

ZUBEIDAA


Dia 14, domingo – sessão às 15h30:

PARDES

Sessão às 19h:

BAGHBAN

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Da escola para o mercado de trabalho



90 dicas para conseguir um bom emprego

de Lindsey Pollak


Neste livro, Lindsey Pollak dá dicas de como conseguir um bom emprego mesmo antes de se formar. Fazer uma rede de contatos, ler jornais da área, fazer cursos de especialização, participar de eventos e trabalhar como voluntário são alguns dos conselhos da autora. Com linguagem jovem e atraente, a obra é dedicada a estudantes de faculdade ou de escolas técnicas.

Um lançamento da

A SOMA DOS DIAS





















de Isabel Allende

Páginas -378

IMPERDÍVEL !
Em nova e surpreendente publicação autobiográfica, Isabel Allende narra com franqueza sua vida durante as últimas duas décadas.

Um relato memorialístico no qual Isabel Allende, autora de sucessos como A casa dos espíritos, De amor e de sombra e Inés da minha alma, conta a história recente de sua vida. Em A soma dos dias, Allende retoma a narrativa de Paula, sua primeira obra autobiográfica, relembrando os acontecimentos posteriores à perda da filha, vítima de uma doença rara.

O livro é, em essência, a história de amor entre uma mulher e um homem – Allende é casada com William C. Gordon, advogado e também escritor - que, envoltos por uma grande e moderna família, venceram juntos muitos obstáculos sem perder a paixão e o humor.

Além das muitas revelações íntimas e familiares, e cartas, conversas e lembranças felizes e outras nem tanto,
a autora traça um abrangente painel sobre a sociedade norte-americana das últimas duas décadas, do ponto de vista de uma chilena radicada na Califórnia.

Um lançamento da

LOYOLA



Conheci o Loyola na redação da Planeta, depois foi em uma finada Brasil Reporter. Após isso nos tropeçávamos, em vernissages, lançamentos e ou outras festinhas cults. Reencontreio na redação da Vogue graças uma das nossas coleguinhas de posts (naquela época não tínhamos internet e só uma coisa tosca tipo BBS em video texto). All those years a go. Vamos deixar de bla- bla blás...


Ignácio de Loyola Brandão é jornalista e escritor e já publicou perto de trinta livros entre romances, contos, crônicas e viagens, além de ter participado de várias antologias. Nasceu em Araraquara em 31 de julho de 1936. Tornou-se crítico de cinema aos 16 anos quando soube que crítico não pagava entrada em cinema. Filho de um ferroviário, assim enveredou pelo jornalismo. Em 1957 mudou-se para São Paulo e foi trabalhar no jornal Última Hora como repórter. Estreou com um livro de contos sobre a noite paulistana, Depois do Sol. Seu primeiro romance, Bebel que a Cidade Comeu, foi publicado em 1968. Em 1974, foi lançado na Itália o romance Zero, sua obra mais conhecida. O livro saiu na Brasil no ano seguinte, mas foi proibido em 1976 pelo Ministério da Justiça do governo Geisel. A obra só seria liberada em 1979. Em 1993, iniciou colaboração semanal no jornal O Estado de S. Paulo. Em 1996, submeteu-se a uma cirurgia para retirada de um aneurisma cerebral e registrou a experiência no livro A Veia Bailarina, em 1997. Tendo como pano de fundo a ditadura militar e o exílio, sua obra romanesca faz uma crítica amarga da sociedade brasileira, mas ele também fala de amor e solidão. Em julho de 2001, por ocasião de seu aniversário, foi homenageado pelo Instituto Moreira Salles, com a publicação de sua vida e obra no volume 11 da série Cadernos de Literatura Brasileira. Em suas crônicas são freqüentes as referências à infância em Araraquara, aos colegas de geração e ao cotidiano da cidade de São Paulo.

Pela Global Editora tem publicado as seguintes obras para adultos: Bebel que a Cidade Comeu, O Beijo Não Vem da Boca, Cabeças de Segunda-feira, Cadeiras Proibidas, Dentes ao Sol, Depois do Sol, É Gol (Torcida Amiga, Boa Tarde), O Homem que Odiava a Segunda-feira, Não Verás País Nenhum, Noite Inclinada, Pega Ele, Silêncio, A Última Viagem de Borges - Uma Invocação, Veia Bailarina, O Verde Violentou o Muro e Zero. Para crianças e jovens: Manifesto Verde, O Homem que Espalhou o Deserto, O Menino que Não Teve Medo do Medo e O Segredo da Nuvem.

E LÁ VAI !

corre até a livraria...

Cabeças de Segunda-feira


Páginas - 200

O absurdo da vida moderna em uma cidade grande encontra em Ignácio de Loyola Brandão um crítico cruel e impiedoso, com um humor agridoce que pode ser, no fundo, simpatia, condescendência ou a suprema forma de sarcasmo. Ou todas reunidas, batidas em liquidificador e bem misturadas. Pode ser. Cabeças de Segunda-feira, com as suas situações insólitas, suas frustrações e suas obscenidades exprime um pouco desses sentimentos, mas também a relação de amor e asco, fascínio e repulsa que o autor mantém com a sua época e a cidade em que vive.
O livro divide-se em cinco grandes temas (a criação, o desejo, o amor, o homem, a mente), que podem servir de inspiração para histórias de todo tipo e formato, bem comportadas, quadradas, redondas. Loyola deles extraiu uma mistura ácida de insólito e gozação, um pouco além ou aquém da realidade (a anã pré-fabricada, a irrefreável parideira), e flagrantes do caos urbano, em visão cínica e implacável: o gozo atrás das árvores, obscenidades para uma dona de casa.
Mas há também lampejos de simpatia (em realidade simpatia e crueldade, um jogo sadomasoquista com a personagem) pelos sonhadores frustrados, quase sempre inofensivos, como no sarcástico 45 Encontros com Vera Fischer.

Simpatia e sarcasmo se aguçam ainda mais quando trata do sonhador erótico que às mulheres de carne e osso prefere as mulheres irresistíveis das revistas pornográficas (Anúncios Eróticos). A fantasia superando a realidade, a fuga da vida, temas tão freqüentes na obra do autor.

Ignácio de Loyola Brandão nasceu em 1936, em Araraquara, SP. Desde os 16 anos trabalha no jornalismo, profissão que influenciou duplamente a sua ficção, na linguagem e na visão do mundo. Premiado no Brasil e no exterior, tem mais de trinta livros publicados, entre romances, contos, reportagens, vários deles traduzidos.


Pega ele, Silêncio

Páginas - 128

Se os livros fossem como a caverna mágica de Ali Babá, exigindo palavras-chave de acesso, a senha para abrir as portas de Pega ele , Silêncio seria violência e busca. Violência social, típica de uma sociedade competitiva e carente de valores, implacável com os fracos, mas também a velha e embriagadora violência do bicho homem, que parece mais embriagadora do que nunca em momentos de tensão, individual ou coletiva, como o final da década de 1960, quando se desenrolam os três contos do livro de Ignácio de Loyola Brandão.
Era a época da repressão política, das passeatas, da reação estudantil, da brutalidade da polícia. Em casa, as pessoas viam na tevê um programa muito popular de boxe, nas boates o consumo de bolinhas dava um salto histórico e, como pano de fundo da sociedade, predominava o medo.

Neste ambiente vivem e lutam (no sentido real e figurado) os personagens de Ignácio de Loyola: um jovem lutador de boxe, oriundo da periferia, vivendo um dia de intensa angústia antes de uma luta decisiva para o seu destino; a insatisfação de uma atriz ninfomaníaca, onde se descerram também os bastidores do teatro brasileiro; um grupo de pessoas obrigadas a encarar a violência do regime, acuadas pelo medo, em busca de alguma coisa indefinida, mais sugerida do que dita no livro: a oportunidade de ascensão social do boxeur, o prazer permanente ansiado pela atriz, dias de paz e justiça social, desejados pelo grupo de perseguidos.

A tensão predomina nos três contos e sob essa pressão permanente, as personagens deixam emergir a sua face autêntica, o seu egoísmo, as suas frustrações e prevenções, aguçadas pela visão cruel e cética do autor que, definitivamente, não acredita na humanidade.

Pega ele, Silêncio ganhou o Prêmio Especial no primeiro concurso de Contos do estado do Paraná em 1968, e desde então é um dos livros de Ignácio de Loyola preferido pelo público.

Aventure-se! E.C.

lançamentos da








terça-feira, 2 de setembro de 2008

O APRENDIZ




Leia mais em


Olhares de Claudia Wonder



Crônicas e outras histórias

de Claudia Wonder


184 páginas

Claudia Wonder nasceu Marco Antonio Abrão, em São Paulo, e foi descoberta na adolescência. O livro da multimídia Claudia Wonder reúne textos, crônicas e histórias publicados na mídia nacional. A compilação apresenta o multifacetado e fino olhar da atriz, cantora, militante, colunista e diva-trans-cult, revelando a sofisticada diversidade criativa e criadora de uma leitura de mundo sui generis e inédita no mercado editorial brasileiro.

Clique aqui para ler o sumário e as primeiras páginas deste livro

UM LANÇAMENTO DA



Bandas No Milk Today e Diedrich e Os Marlenes em show no TUC

Punk rock e punk folk estão entre os estilos musicais

que invadem o palco, às 19h30 desta quinta-feira (4).



O TUC – Teatro Universitário de Curitiba recebe, às 19h30 desta quinta-feira (4), as bandas curitibanas No Milk Today e Diedrich e Os Marlenes, que mostram um espetáculo com influências musicais diversas e lançam CDs gravados ao vivo. Os ingressos custam R$ 3 e R$ 1,50 (estudantes).

A banda No Milk Today surgiu em dezembro de 1993 e reúne os músicos Maurício Singer (vocal e baixo), Rodrigo Meister (vocal e guitarra), Jahyr F. Neto (guitarra) e Mauricio Cabelo (bateria e percussão). Em 15 anos de atuação, o grupo mantém-se devoto aos três acordes básicos do punk, porém mais calcados nas vertentes do Oi! e unidos à crueza do punk europeu, com linhas diretas de guitarra, baixo, bateria e vocais raivosos em dueto.

Os coros da banda têm influência direta dos Toy Dolls e The Misfits, além dos grupos Cock Sparrer, Buzzcocks, Circle Jerks, The Damned, Varukers, Social Distortion, Sex Pistols, Inocentes, Sham 69, Die Toten Hosen e Ramones. A banda No Milk Today tem dois CDs gravados: Devolvam meu Vinil! e Tormento.

O grupo Diedrich e Os Marlenes resultou da união de integrantes das bandas Pelebrói? Não Sei e Beijo AA Força. Formado por Oneide Diedrich (voz e violão), Ferreira (guitarra), Renato Quege (baixo) e Rodrigo Genaro (bateria), o conjunto tem um estilo punk folk, traduzido em baladas viscerais de amor e morte. No repertório também estão um “cover” de Raul Seixas, uma versão para Something, dos Beatles, e muita música pop com pitadas de folk, punk, ska, Raul, Sérgio Sampaio, Elvis, Paraguai e Porto Alegre.

Com apenas alguns meses de existência, Diedrich e Os Marlenes conta com muitas décadas de rock and roll de seus integrantes, músicos excepcionais que enriquecem as canções com um instrumental perfeito e vocais adicionais.



Serviço:

Show de lançamento de CDs gravados ao vivo pelas bandas curitibanas No Milk Today e Diedrich e Os Marlenes

Local: TUC – Teatro Universitário de Curitiba (Galeria Júlio Moreira, s/n – Setor Histórico)

Data e horário: 4 de setembro de 2008 (quinta-feira), às 19h30

Ingressos: R$ 3 e R$ 1,50 (estudantes)

Fantasmas do século XX


de Joe Hill

288 páginas


Fantasmas do século XX é muito mais do que um livro – é uma experiência sensorial assustadora e atraente.

Considerado o novo mestre do horror, Joe Hill apresenta 17 contos que passeiam por todas as vertentes da literatura de terror: do sobrenatural ao suspense, do thriller à fantasia.

Com um texto ágil, ácido, repleto de referências culturais, este livro tem o poder de suscitar sentimentos opostos, fazendo com que o leitor fique ao mesmo tempo aterrorizado com o rumo da história e empolgado com o ritmo da narrativa.

Em cada conto, por meio da trajetória de cada personagem – um adorável menino inflável; o filho de Van Helsing; um garoto seqüestrado que recebe ligações de um morto; um editor que se vê dentro de um conto de terror; um dono de cinema que se apaixona por um fantasma –, Hill dá vida aos nossos piores pesadelos, nos levando a refletir sobre as atrocidades de que o ser humano é capaz.

Profundos, sensíveis e perturbadores, os contos reunidos nesta coletânea permanecem vivos na mente do leitor até muito tempo depois de ele fechar o livro.


Bem , os editores dizem que este é um livro de contos eletrizante, porém deveriam ser mais seletivos e fazer um livro mais econômico e de melhor qualidade. Alguns dos contos poderiam ser dispensados.

"Joe Hill é uma das vozes mais firmes e seguras da nova ficção de terror e fantasia surgidas nos últimos anos."

Publishers Weekly



"Esta coletânea vai agradar não só aos fãs de literatura de fantasia e horror mas também aos que apreciam o drama e o suspense. Talvez o aspecto mais poderoso deste livro seja a habilidade de Joe Hill de envolver o leitor num amplo espectro de emoções conflitantes, muitas vezes dentro da mesma história."

School Library Journal

Acho que já contei que o autor é filho do Stephen King.
Joe Hill já ganhou diversos prêmios por seus contos, incluindo o Bram Stoker Award, o mais importante da literatura de horror.


As histórias são as seguintes - Eddie Carroll é um editor de livros de terror. Ele achava que já sabia tudo sobre histórias de suspense até conhecer Peter Kilrue.

Francis Kay é um garoto estranho. Tão estranho que um dia acordou transformado em um gafanhoto gigante.

Arthur Roth é um jovem solitário – não é muito fácil fazer amigos quando se é o único menino inflável da cidade.

Morris Lerner tem o fantástico poder de construir passagens para outros mundos.

São personagens como esses que enchem as páginas de Fantasmas do século XX de adrenalina. Ao mesmo tempo assustadores e fascinantes, os contos reunidos aqui demonstram o talento de uma das maiores revelações dos últimos tempos na literatura de horror.

Autor de A estrada da noite, Joe Hill criou 17 histórias de suspense, drama, terror e fantasia norteadas pelo mesmo tema: a vulnerabilidade e a solidão humanas.

Dotado de uma incrível capacidade de narrar cenas perturbadoras com naturalidade e sutileza, Hill arrasta o leitor para dentro de suas tramas, tornando-o cúmplice delas.

Guiado pelas influências do clássico cinema de terror, da ficção científica e dos grandes mestres da literatura de horror, Hill imprime em seus textos um humor sombrio e uma suavidade que contrasta com a complexidade das histórias – o que reforça sua habilidade de surpreender a cada página.

Como um thriller psicológico dividido em pequenos capítulos, é impossível parar de ler este livro antes de chegar ao último conto – desde que você não esteja sozinho em casa.

um lançamento da


Documentário na Cinemateca revela nova face de Guido Viaro

Filme dirigido por Túlio Viaro resgata imagem pouco conhecida

de Guido Viaro: a do professor e do amigo



Nesta quinta-feira (4), às 20h, na Cinemateca de Curitiba, será apresentado o documentário Guido Viaro – Retrato Coletivo, que, como anuncia o título, é um retrato do mestre da pintura paranaense, montado coletivamente, ou seja, por aqueles que o cercaram: amigos e alunos de sua escolinha de arte, a primeira existente no Brasil.

O diretor do filme, Tulio Viaro, é neto do pintor. “Eu não tinha um ano de idade quando ele morreu. Tudo que sei sobre ele se deu pelo que minha família contou. Passei a conhecê-lo ainda mais a partir desses depoimentos”, afirma.

Guido Viaro surge na tela como um amigo e professor amoroso. No papel de educador deparava-se com problemas que tinham de ser solucionados de alguma forma. Um exemplo: a falta de modelos para que os estudantes pudessem exercitar sua arte. Sem deixar-se abater, algumas vezes Viaro foi às ruas à procura de quem se dispusesse a posar aos jovens artistas.

Um olhar mais acurado sobre o artista fica por conta de Maria José Justino e Fernando Bini, ambos professores e especialistas em artes plásticas. O restante do filme é tomado pelos depoimentos que abordam o aspecto humano do retratado, nem sempre colocado em primeiro plano quando o assunto é o artista. “Foi um belo reencontro”, avalia o neto.



Serviço:

Guido Viaro – Retrato Coletivo. Documentário sobre o mestre da pintura paranaense, dirigido por seu neto, Tulio Viaro.

Data: dia 4 de setembro de 2008, às 20h

Local: Cinemateca de Curitiba (Rua Carlos Cavalcanti, 1.174)

Entrada franca

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Os Segredos do Rei do Fogo



depois de O Guardião de Memórias

Os Segredos do Rei do Fogo

de Kim Edwards

Reunindo 14 contos ambientados em diferentes épocas e culturas, Os segredos do Rei do Fogo demonstra a habilidade notável de Kim Edwards de extrair, mesmo em poucas páginas, a essência de suas histórias.

Ao abordar temas como amizade, sexo, dinheiro, casamento, preconceito e religião, o livro apresenta surpreendentes trajetórias de vida de personagens tão diversos como um engolidor de fogo, uma pregadora evangélica, um americano e sua noiva coreana durante a Segunda Guerra.

O ponto em comum entre os contos é que cada um deles explora, de maneira absolutamente particular, a experiência humana mais universal: a busca pelo amor, pela felicidade e pela redenção. Tratando principalmente dos conflitos pessoais, eles transmitem uma reconfortante sensação de familiaridade e identificação.

Com um texto envolvente, esta coletânea reafirma a capacidade da autora de seduzir e prender o leitor, talento já revelado ao público brasileiro em seu primeiro romance, O guardião de memórias, que vendeu mais de 3 milhões de exemplares em todo o mundo.


Quando escreveu O guardião de memórias, Kim Edwards já havia se destacado no cenário literário mundial por esta coletânea de contos, Os segredos do Rei do Fogo, que reúne histórias emocionantes sobre os conflitos humanos mais comuns.

Oscilando de um extremo a outro – da tristeza à alegria, da busca ao encontro, da marginalização à inclusão social –, os textos abordam com maestria diversas questões ligadas a sexo, poder, religião, amor e solidão.

Por meio da narrativa de Kim, o leitor é transportado para as mais variadas épocas e culturas, conhecendo personagens que vivem situações-limite em que precisam encontrar forças para seguir adiante.

Uma menina tem seu destino traçado quando, tomada pelo desespero, tenta assassinar suas irmãs; a faxineira de Marie Curie assiste, deslumbrada, à descoberta do rádio e às suas terríveis e maravilhosas implicações; um rato aparece no meio de um jantar de negócios e revela a fragilidade da relação do casal anfitrião; uma filha luta contra os sentimentos conflitantes sobre sua mãe, capaz das maiores barbaridades em nome da religião.

Ao longo do livro, através das trajetórias e realidades diferentes dos personagens, a autora expõe as angústias e os desejos escondidos no universo íntimo de cada um de nós.


"Impecável, um verdadeiro tesouro. Kim Edwards demonstra ser uma escritora completa. Seu brilhantismo fica evidente na maneira como ela constrói suas histórias." Chicago Tribune

Kim Edwards é autora da coleção de contos intitulada The Secrets of the Fire King, indicada para o Prêmio PEN/Hemingway de 1998, e recebeu o Prêmio Whiting e o Prêmio Nelson Algren. Pós-graduada do Seminário de Escritores de Iowa, ela é professora assistente de inglês na Universidade de Kentucky.


UM LANÇAMENTO DA