segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Coleção reúne obras sobre arquitetura curitibana

A coleção “A Capital”, editada pela Fundação Cultural de Curitiba e pela Travessa dos Editores, tem lançamento às 19h desta quarta-feira (11), no Paço da Liberdade

A Fundação Cultural de Curitiba e a Travessa dos Editores lançam nesta quarta-feira (11), às 19h, no Paço da Liberdade SESC Paraná, cinco volumes da coleção A Capital sobre a arquitetura de Curitiba. Os livros, de autoria do historiador Marcelo Sutil e do arquiteto Salvador Gnoato, trazem uma análise dos principais marcos da arquitetura curitibana a partir do século 20. Das cinco obras, três são dedicadas à vida e obra de alguns dos mais importantes arquitetos da cidade.

Marcelo Sutil e Salvador Gnoato escreveram em parceria os livros sobre a vida dos arquitetos Romeu Paulo da Costa e Rubens Meister. Romeu Paulo da Costa projetou muitos dos primeiros arranha-céus de Curitiba, mas sua principal obra foi o prédio da Biblioteca Pública do Paraná. Rubens Meister é autor dos projetos do Teatro Guaíra, do prédio da Prefeitura de Curitiba e da Rodoferroviária de Curitiba. Os livros trazem os principais projetos elaborados pelos arquitetos, com desenhos e fotografias atuais dos imóveis ainda existentes.

Outro arquiteto destacado na coleção é Baeta de Faria, que foi uma das expressões da arquitetura curitibana nos primeiros anos da República (virada do século 19 para o século 20). A pesquisa de Marcelo Sutil resgata a história desse engenheiro, que ocupou a diretoria de obras públicas da Prefeitura, foi professor, empresário (sócio da maior construtora então existente na cidade) e projetou sua obra mais conhecida: o prédio histórico da Universidade Federal do Paraná.

“O espelho e a miragem: ecletismo, moradia e modernidade na Curitiba do início do século 20” é o tema de um dos livros da coleção. Marcelo Sutil apresenta o panorama de um dos períodos mais produtivos em termos de arquitetura. Entre os séculos 19 e 20, Curitiba cresceu e urbanizou-se mais do que nos 200 anos anteriores de sua história. Em “Arquitetura do Movimento Moderno em Curitiba”, Salvador Gnoato trata dos planos urbanos em seus contextos históricos. Na segunda parte, ele analisa a produção realizada a partir do rompimento da alvenaria eclética, característica da ocupação histórica do começo do século 20.

Marcelo Sutil é historiador e mestre formado pela Universidade Federal do Paraná, autor de vários livros sobre a memória urbana de Curitiba. Atualmente exerce o cargo de coordenador de Pesquisa da Diretoria do Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural da Fundação Cultural de Curitiba. Salvador Gnoato é arquiteto pela Universidade Federal do Paraná, mestre e doutor pela Universidade de São Paulo. É professor da Universidade Católica do Paraná.

Serviço:

Lançamento da Coleção A Capital – 5 volumes

· Romeu Paulo da Costa – Vida e Arquitetura

· Rubens Meister – Vida e Arquitetura

· Baeta Faria – um empreendedor nos primeiros anos da República

· Arquitetura do Movimento Moderno em Curitiba

· O Espelho e a Miragem – Ecletismo, Moradia e Modernidade na Curitiba do Início do Século 20.

Local: Sesc Paço da Liberdade (Praça Generoso Marques – Centro)

Data e horário: 11 de novembro de 2009 (quarta-feira), às 19h.

Entrada franca

PIXU


PIXU (Devir Livraria)
Edição especial

de Gabriel Bá, Becky Cloonan, Vasilis Lolos e Fábio Moon (roteiro e arte).


Número de páginas: 128
Algumas pessoas vivem juntas em um sobrado. Quando estranhas marcas aparecem nas paredes da casa, uma série de eventos promete abalar de vez a paz dessas pessoas.

Pixu é uma minissérie independente em duas partes com participação de Becky Cloonan, Vasilis Lolos, Fábio Moon e Gabriel Bá.

Esses artista já trabalharam juntos em outras revistas, como 5 e 24seven. Os irmãos Bá e Moon são conhecidos no Brasil por seu trabalho na série 10 Pãezinhos e ganharam destaque internacional com Casanova e The Umbrella Academy.

Pixu é uma pequena história de terror, contada por um time de feras: os irmãos brasileiros Bá e Moon, a italiana Becky Cloonan e o grego Vasilis Lolos. Os quatro dividiram a tarefa de escrever e desenhar a trama.

UM LANÇAMENTO



Produtos para crianças com design sueco estão em mostra no Museu da Casa Brasileira



Abertura: 17 de novembro, às 19h30

Palestras: 18 de novembro, às 19h30

“Design para crianças – quando apenas o melhor é suficiente” - Jan Puranen, designer Industrial MFA (Master of Fine Arts)

“Playgrounds temáticos na cidade de Malmo - Arquiteto paisagista, designer e artista trabalhando juntos para recreação ao ar livre” - Karin Sjölin e Caroline Larsson, ambas do MAS Member of Swedish Architects) e arquitetas paisagistas

Visitação: 18 de novembro a 17 de janeiro

Com 50 produtos representativos do design sueco para crianças e a participação de 30 empresas, a exposição “Sementes Suecas” é uma realização do Museu da Casa Brasileira (MCB), instituição vinculada à Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, em parceria com o Instituto Sueco, a Embaixada da Suécia em Brasília e Svensk Form. A mostra destaca o país como ator de liderança mundial em design inovador, tendo o brinquedo uma posição de importância vital. O design sueco para crianças inclui valores de divertimento mais acentuados do que se costuma ver no mundo inteiro. A mostra já esteve na Colômbia e no México.

Um dos grandes êxitos do design sueco foi a cadeira infantil para carro, um sucesso em todo o mundo. Outros produtos de destaque também são relacionados com segurança, como coletes salva-vidas e capacetes de vários tipos. A Suécia é um país onde a segurança das crianças merece atenção de longa data. O país mantém uma posição de liderança neste segmento, tendo impulsionado o desenvolvimento internacional. Sempre registrou os índices mais baixos nas estatísticas de acidentes com crianças.

“A exposição evidencia como designers e arquitetos podem contribuir para a construção de lugares e produtos que propiciem um ambiente seguro, lúdico e saudável”, diz Giancarlo Latorraca, diretor Técnico do MCB.

Ao combinar criatividade com segurança, o conceito da mostra “Sementes Suecas” se relaciona com um ambiente de crescimento criativo e especial para crianças. As necessidades das crianças são o ponto de partida e, ao mesmo tempo, agentes interativos no processo de design.

“A atitude sueca de que as crianças devem ter os melhores produtos já fazem parte de nossa tradição”, afirma Kerstin Wickman, professora emérita da Escola de Belas Artes de Estocolmo. “São as roupas fáceis de vestir e despir, as camas com grades seguras para crianças pequenas e, não menos importante, o desenvolvimento dos assentos de criança para automóveis com o encosto voltado para trás”.

Os produtos de design para crianças são artigos inteiramente comuns, porém bem adaptados e duráveis. A partir de uma perspectiva de durabilidade, é justamente a resistência ao desgaste que é muito solicitada. Os artigos infantis devem poder passar de uma criança para outra e, por isso, devem ter um estilo bem equilibrado para não ficarem fora de moda e as roupas podem muito bem ser unissex.

Palestras - 18 de novembro, às 19h30

“Design para crianças – quando apenas o melhor é suficiente” - Jan Puranen, designer Industrial MFA (Master of Fine Arts)

“Playgrounds temáticos na cidade de Malmo - Arquiteto paisagista, designer e artista trabalhando juntos para recreação ao ar livre” - Karin Sjölin e Caroline Larsson, ambas do MAS (Member of Swedish Architects) e arquitetas paisagistas.

Design para crianças – Quando apenas o melhor é suficiente.

Por que a Suécia é um dos países de liderança mundial na criação de design de qualidade para crianças? De que modo a sociedade e as tradições influenciaram os designers suecos? Que papel a empresa Ergonomidesign desempenhou para colocar o design sueco para crianças no mapa internacional? Esta apresentação proporcionará uma introdução a uma das mais conceituadas empresas de design do mundo, mostrando como sua filosofia e métodos especiais têm mudado a vida de milhões de crianças e pais ao redor do mundo. A apresentação enfoca especialmente estudos de casos da vida real, como os produtos BabyBjörn.

Jan Puranen, Ergonomidesign, Estocolmo - Designer industrial que trabalha em um amplo campo de desafios no mundo do design, mas concentra-se principalmente no design de produtos, como artigos de consumo eletrônicos e equipamentos médicos. Trabalha na Ergonomidesign desde 2006 com empresas que atuam no campo da medicina, como a Novartis, Novo Nordisk e Maquet. Outros clientes são Doro (empresa sueca de telecom), Sanyo, BabyBjörn, SL (Transportes Públicos de Estocolmo), SAS (Scandinavian Airlines) e Volvo. Seus principais interesses e paixão são design conceitual, visualização, interação física e usabilidade. Recebeu vários prêmios internacionais de design durante sua carreira: medalha de bronze IDEA, BIO 21, Janus de la Santé e medalha de ouro do IF Product Design Award. Fez mestrado em Belas Artes na HDK (Escola de Design e Artesanato) de Gotemburgo, Suécia, e também é um experiente designer gráfico e ilustrador técnico.

Playgrounds temáticos na cidade de Malmo -Arquiteto paisagista, designer e artista trabalhando juntos para recreação ao ar livre - A cidade de Malmo, na Suécia, se dedicou durante vários anos a criar novos locais de encontro para crianças e jovens. Desenvolver playgrounds temáticos é uma forma de renovar as idéias em torno de brincadeiras infantis. Um parque temático tem atrações exclusivas, feitas sob medida, que acompanham um playground particularmente acessível. Hoje, existem 20 parques temáticos em Malmo. A cooperação entre designers e artistas em torno de diferentes temas resultou em playgrounds individuais, construídos no local, utilizando novos materiais e métodos. A cidade de Malmo procura trabalhar com novas áreas de recreação para atividades desportivas espontâneas, como skate e futebol. Com a união de artistas e designers, o objetivo é criar algo mais do que somente áreas de esporte, talvez para conduzir a uma apreciação dessas novas tendências e ideias que vêm diretamente de crianças de todas as idades.

Karin Sjölin, MSA LAR arquiteta paisagista, trabalha com parques e pontos de encontro há nove anos. Ela é responsável pelo playground "Contos de Fadas", um dos mais conhecidos e mais populares de Malmo.

Caroline Larsson, MSA LAR arquiteta paisagista, trabalha com espaços públicos dentro da cidade há mais de 10 anos. Por ter feito muitos playgrounds temáticos desde 1998, tem responsabilidade estratégica no programa em Malmo.


Serviço:

Exposição: “Sementes Suecas”

Abertura: 17 de novembro, às 19h30

Palestras: 18 de novembro, às 19h30

“Design para crianças – quando apenas o melhor é suficiente” - Jan Puranen, designer Industrial MFA

“Playgrounds temáticos na cidade de Malmoe - Arquiteto paisagista, designer e artista trabalhando juntos para recreação ao ar livre” - Karin Sjölin e Caroline Larsson, ambas do MSA LAR e arquitetas paisagista

Visitação: 18 de novembro a 17 de janeiro, de terça a domingo, das 10h às 18h

Site: www.mcb.org.br

Local: Museu da Casa Brasileira - Av. Faria Lima, 2705 - Tel. 11 3032-3727 Jardim Paulistano São Paulo

Ingresso: R$ 4,00 - Estudantes: R$ 2,00 Gratuito domingos e feriados

Acesso para pessoas com deficiência.

Visitas orientadas: 3032-2564 agendamento@mcb.org.br

Estacionamento: R$ 12,00 no dia da abertura; de terça a sábado até 30 min. grátis, até 2 horas R$ 8,00, demais horas R$ 2,00. Domingo: preço único de R$ 10,00.

Classificação indicativa: livre

domingo, 8 de novembro de 2009

SAMBAQUI de URDA ALICE KLUEGER

SAMBAQUI
de URDA ALICE KLUEGER


245 Páginas

Sambaqui é um romance baseado em pesquisas histórico-arqueológicas, sob a orientação da professora doutora Elizabete Tamanini, com prefácio da mesma, mapa, foto de objeto sambaquiano, de autoria de Charles Steuck, posfácios de Júlio de Queiroz, da Academia Catarinense de Letras, e do professor e historiador José Roberto Severino.

É um romance que traz notas de rodapé e informa ampla bibliografia usada pela autora. A esmerada capa é de Johnny Kamigashima e a revisão de Daise Fabiana Ribeiro.

Sobre o livro, disse o h
istoriador e escritor Viegas Fernandes da Costa:

Somos um povo desmemoriado, reza o ditado, e por muito tempo estivemos acostumados à idéia de que nossa cultura fundou-se a partir da chegada dos portugueses por estas terras. Muito recentemente, porém, descobrimos os povos indígenas, hoje oficialmente reconhecidos como elementos essenciais na construção disto que chamamos de cultura brasileira. Mas recuar no tempo nunca foi o nosso forte, e pensar o território brasileiro habitado por seres humanos muito antes de 1500 parece algo absurdo, improvável. Porque povos antigos, afirmamos alguns de nós, estão lá nas pirâmides egípcias, nas ruínas mesopotâmicas, nas esquecidas ilhas do Pacífico, mas não por aqui. E sobre as ruínas deste passado que ajudamos a enterrar, esquecer e desconhecer, construímos nossas cidades, nossas rodovias, nossos cemitérios. O que Urda faz, neste seu novo romance, é mostrar a antigüidade, a diversidade e a riqueza das pessoas que há mais de 4 mil anos já andavam por aqui, que nestas terras sepultaram seus mortos e que nos legaram alguns vestígios das suas culturas preservados sob nossos pés. Ao narrar a história de Jogu, Sanira, Calexo e tantos outros personagens que há quatro milênios organizaram suas vidas sobre uma montanha de conchas, que hoje chamamos de sambaqui, no litoral catarinense, Urda entrelaça ficção e arqueologia, arte e ciência, emoção e razão para compor, a partir dos fragmentos de um passado que se anuncia nas peças dos museus e nas pistas dos sítios arqueológicos, uma história repleta de humanidade, de descobertas e de paixão.
Neste “Sambaqui”, resultado de uma cuidadosa pesquisa que a autora realizou por mais de dez anos em museus, bibliotecas, universidades e escavações arqueológicas, Urda nos mostra que ainda se é possível ousar e escrever o novo, e que há muito mais para se saber a respeito dos antigos povos que habitavam estas terras em que hoje construímos nosso presente.


A AUTORA
Urda Alice Klueger nasceu em Blumenau, cidade onde construiu sua carreira literária. Historiadora graduada e pós-graduada na Universidade Regional de Blumenau, é autora de quase vinte livros entre romances, crônicas, relatos de viagens e literatura infanto-juvenil, dos quais se destacam: “Verde Vale” (1979), “No Tempo das Tangerinas” (1983), “Cruzeiros do Sul” (1992), “Entre Condores e Lhamas” (1999), “No Tempo da Bolacha Maria” (2002) e “Sambaqui” (2008). Militante dos movimentos sociais, Urda atua também como editora e pesquisa a arqueologia do litoral de Santa Catarina. Foi cronista dos jornais A Notícia, de Joinville, e Diário Catarinense, de Florianópolis, e vivenciou ativamente a história cultural do Vale do Itajaí nas últimas três décadas.

UM LANÇAMENTO

HISTÓRIAS D’ALÉM MAR

HISTÓRIAS D’ALÉM MAR
de URDA ALICE KLUEGER


109 Páginas

Este é 15º livro da autora Urda Alice Klueger e segundo o escritor e Historiador Viegas Fernandes da Costa, que escreveu a sua apresentação -

“Lembro-me da primeira vez que a Urda e eu sentamos para conversar, falou-me das suas viagens, que são muitas e têm sempre algo assim de fantástico. Ouvir as histórias das suas peripécias pelo mundo é não apenas entrar em contato com curiosas e divertidas narrativas, mas também mergulhar na Antropologia dos povos que ela nos apresenta, porque Urda tem esse olhar de profunda curiosidade e de preocupação com a condição humana que a levou muito além das terras que seus pés pisaram, fazendo com que se preocupasse com a existência de povos geograficamente tão distantes de nós, porém tão próximos do seu coração, como é este que habita a longínqua Ilha do Timor e que ainda ontem se libertou do jugo colonial.
Das suas andanças pela Europa, do seu encantamento com a culinária portuguesa e tantas outras coisas; são múltiplas as sensibilidades que Urda compartilha conosco nas suas histórias, levando-nos do riso às lágrimas, do divertimento à reflexão. Com ela andamos pelos boulevares franceses e experimentamos rebuçados portugueses, quase perdemos o trem em meio aos velhos Pirineus adormecidos. A todos os lugares somos levados pelas mãos da autora e mochileira, da mulher e historiadora Urda Alice Klueger, que costura suas lembranças, aventuras e impressões de forma leve, agradável e intensa”.

“Histórias d´além mar” é o quarto livro de crônicas da autora, já consagrada como romancista, e reúne histórias que tratam das suas viagens pela Europa e das suas preocupações com aquilo que nos acontece mais diversos pontos deste nosso planeta, publicadas em jornais e revistas do Brasil e do exterior. Um convite à boa leitura.

UM LANÇAMENTO

Magical Mystery Tours

Magical Mystery Tours

minha vida com os Beatles

de TONY BRAMWELL com

ROSEMARY KINGSLAND


PÁGINAS: 520 + 16 de fotos

Imagine ser amigo de infância de George Harrison, Paul McCartney e John Lennon e, além de crescer com eles, ser convidado para trabalhar junto com a banda mais famosa do mundo, os BEATLES! Isso aconteceu com Tony Bramwell, que encontrou com George no segundo andar de um ônibus em Liverpool, em 27 de dezembro de 1960, a caminho de um show dos ”Beatles – Direto de Hamburgo“. Desse momento mágico em diante, ele se tornou parte da história do grupo e acompanhou a ascensão meteórica dos quatro rapazes que se tornaram astros do rock and roll.

De modo direto e articulado, Tony compartilha suas memórias e conta novos fatos sobre a infância, a família e o dia-a-dia da banda. Os passeios de bicicleta e trocas de discos com George Harrison, os shows, as primeiras gravações e composições, as bebedeiras e farras com mulheres, a crescente influência de Yoko Ono sobre John Lennon e como ela afetou o grupo - Tony Bramwell não deixou nenhum detalhe de fora. Você também irá conhecer uma faceta pouco comentada sobre a vida do Fab Four: os bastidores das negociações empresariais. E descobrir como a falta de experiência de Brian Epstein, o empresário dos Beatles, fez a banda deixar de ganhar muitos e muitos milhões de dólares.

”SE QUISER SABER ALGO SOBRE OS BEATLES, PERGUNTE A TONY BRAMWELL. ELE SE LEMBRA DE MAIS COISAS DO QUE EU“. - Sir Paul McCartney

”O universo dos Beatles era povoado por vários intrusos que tentavam se aproximar da banda. Tony Bramwell era um dos pouquíssimos habitantes daquele universo - tinha a confiança do grupo e era o homem de quem os Beatles dependiam desde os primeiros dias. Ele viu tudo. E também se lembra de tudo. Abençoado com o mesmo humor sarcástico de Liverpool dos amigos famosos, seu livro é um dos relatos mais ansiosamente esperados sobre a era dos Beatles.“ – Martin Lewis, estudioso sobre os Beatles

O AUTOR
TONY BRAMWELL conheceu George, Paul e John, e cresceu com eles em Liverpool. Depois do fim dos Beatles, tornou-se o primeiro promotor independente de gravações do Reino Unido, representando artistas como Bruce Springsteen e coordenando e promovendo trilhas de vários filmes, como os de James Bond (incluindo "Live and Let Die" de Paul McCartney), Carruagens de Fogo, Dirty Dancing e Ghost.







UM LANÇAMENTO

Fazenda do Tchezito


Fazenda do Tchezito
de Paulo Roberto Ferrari
e Wilson Tubino


34 páginas

Ando um pouco com má vontade com os livros infanto-juvenís, mas quando algo de qualidade nos chega às mãos, é um verdadeito alumbramento. Talvez embalado pelo som de Borghetinho, as rimas dos irmãos Ramil e sem esquecer o Elwanguer, mal pude acreditar que uma boa idéia foi realizada com tanto esmero. Texto enxuto e claro e traços elegantes de Tubino e Paulo Roberto . Muito do que os CTG tentam preservar está alí. Se cada região do Brasil tivesse uma dupla dessa qualidade, com certeza a cultural popular e regional estaria melhor preservada. O livro é uma jóia rara recomendada para gauchos e não gauchos. O conhecimento combate o preconceito! (E.C.)

UM LANÇAMENTO




Um chorinho de ontem, um maxixe pra agora


O choro e os chorões de Curitiba.

Dom 08 nov 6 da tarde

Uma resenha de um dos principais gêneros musicais do Brasil vivenciado pelos músicos de Curitiba. Dos mais antigos e autodidatas aos jovens de formação acadêmica.

O show terá um formato de narração breve dos personagens e episódios pitorescos e um grupo base com destacados músicos da cena local:

Julião Boêmio no cavaquinho,

Vina Chamorro no violão 7 cordas,

Vina Lacerda, percussão

Daniel Miranda nos sopros.

Representando os chorões da cidade oito convidados de 18 a 80 anos.

No repertorio choros e maxixes de Antonio Callado, Ernesto Nazareth, Pixinguinha, Jacob do Bandolim, e compositores de Curitiba: Juliao Boêmio, Daniel Miranda, Wilson Moreira, Daniel Migliavacca, Pedrinho da Viola, Janguito do Rosário (+).

- projeto Som da Cidade - Sesc da Esquina e Cimples Ócio.

Dia 08 de novembro 2009 - 18h00 - domingo

Teatro sesc da Esquina – 41 3304-2222

Rua Visconde do Rio Branco, 969 - centro

Curtiba – PR

ingressos: R$ 12,00 e R$ 6,00 - estudantes, idosos e comerciários.

+ informações: cimples.ocio@gmail.com

(041) 9172-7407 - 3209-8802

www.cimples-ocio.blogspot.com

Oficina de Música terá curso de dança barroca

O curso é uma introdução à linguagem escrita e gestual que compõe as suítes de danças francesas, como Minuetos, Bourrés, Sarabandas, Gavotas e Gigas.

A 28ª Oficina de Música, um dos maiores eventos de música da América Latina, que acontece de 10 a 31 de janeiro de 2010 e reúne todos os anos em seus cursos mais de 1.500 participantes do Brasil e de outros países, traz mais uma novidade nesta edição: a dança barroca para músicos. Do dia 10 a 20 de janeiro, os alunos vão estudar e treinar passos, além de movimentos de mãos e braços que caracterizam o estilo barroco na dança, o que proporciona elementos importantes para aqueles que interpretam a música do século XVIII.

Ministrado pela professora Raquel Aranha, o curso é uma solicitação antiga da comunidade musical e com ele pretende-se mostrar a complexidade das danças barrocas, que estão presentes em grande parte do repertório instrumental.

O curso foi dividido em módulos que vão abordar o sistema de notação Chorégraphie, ou l'art de d'écrire la danse (Paris, 1700), a identificação da estrutura rítmica da dança, e a distinção entre compasso musical e compasso coreográfico, juntamente com o estudo do gestual. Logo na primeira etapa os alunos já começam a praticar passos-base nas coreografias de Minuetos. O restante dos dias vai ser dedicado à prática de mais passos que compõem as suítes de danças francesas.

O masterclass terá como material didático uma apostila que traz informações sobre as danças e coreografias trabalhadas em aula, além do CD que contém os principais tratados de dança barroca do século XVIII.



Raquel Aranha - Raquel Aranha estudou dança barroca sob orientação de Maria Angard Gaur, na Holanda, e com Cecília Gracio Moura e Christine Bayle, na França. Os estudos de violino barroco tiveram início nos Festivais Internacionais de Música Antiga de Juiz de Fora (com Luis O. Santos) e Curitiba (com Manfred Kraemer). Foi membro da “Armonico Tributo”, da “Orquestra Barroca do Mercosul” e da orquestra da “Academia Barroca Européia de Ambronay” (2004 e 2005), sendo que integra a “Orquestra Barroca do Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga”, “Den Haag Baroque Orchestra” (direção de Luis O. Santos), e a “Companhia de Música” (direção de Cláudio Ribeiro).

A artista participou de diversos projetos em vários países, como Holanda, Portugal, Espanha, Alemanha e Coréia do Sul. Em 2006 concluiu o Bacharelado em Violino Barroco no Conservatório Real de Haia (Holanda), onde foi aluna de Ryo Terakado. Promoveu cursos no Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga de Juiz de Fora, Semana de Música Barroca da UFMG, Encontro de Música Antiga de Olinda e também cursos e palestras em várias universidades brasileiras como a USP. Atualmente oferece uma disciplina de Dança Barroca na Universidade Estadual de Campinas. Em 2008 ingressou no Mestrado em Musicologia na mesma universidade, com estudos sobre a presença dos balés nas Óperas Portuguesas do século XVIII.

As inscrições para o curso de Dança Barroca e outros cursos da 28ª Oficina de Música de Curitiba já estão abertas. É possível se inscrever pelo site www.oficinademusica.org.br até o dia 22 de novembro.



Serviço:

28ª Oficina de Música de Curitiba (de 10 a 31 de janeiro de 2010)

Período de inscrições: 9 de outubro a 22 de novembro de 2009, no site www.oficinademusica.org.br

Valores: R$ 100 (um curso), R$ 150 (dois cursos), R$ 180 (três ou mais cursos distribuídos nas duas fases) e R$ 50 (minicursos).

Contato: oficinademusica@fcc.curitiba.pr.gov.br



Confira o programa do curso de Dança Barroca:



07 a 10. Introdução / Minueto / Passepied

· Conhecimento da notação Beuchamp-Feuillet (Chorégraphie, ou l'art de d'écrire la danse. Paris, 1700).

· Identificação da estrutura rítmica da dança e relação com os movimentos dos passos-base; distinção entre compasso musical e compasso coreográfico.

· Gestual barroco

· Prática de passos-base e movimentos de mão/braço que compõem a coreografia: pás-de-minuet à 1 mouvement, pas-de-minuet à 2 mouvements, pas-de-menuet `a la bohémienne, pas-de-menuet à 3 mouvements (pas de passepied)



11 e 12. Bourré / Gavotte

· Prática de passos-base e movimentos de mão/braço que compõem a coreografias: pás-de-bourré, jeté, balancé, coupé



13, 14, 15. Sarabande

· Prática de passos-base e movimentos de mão/braço que compõem a coreografia: demi-tour, pás grave, coupé, contretemps, pás-de-bourré



16 e 17. Giga

· Prática de passos-base e movimentos de mão/braço que compõem a coreografia: pás-de-bourré, contretemps, pás-de-sissone, assemblé

Terça Brasileira em clima de roda de choro no Paiol




Os músicos curitibanos João Egashira e Daniel Migliavacca executam um repertório que mistura composições próprias e obras de Jacob do Bandolim.



O show “Bate-Pronto”, com o bandolim de Daniel Migliavacca e o violão de João Egashira, é a atração da próxima edição do programa Terça Brasileira, desenvolvido pela Fundação Cultural de Curitiba. O encontro acontece às 20h desta terça-feira (10), no Teatro do Paiol, com um repertório que traz composições próprias e obras de Jacob do Bandolim.

Os músicos prometem um show com muita descontração e também improvisos. Algumas das músicas próprias são frutos do trabalho de pesquisa e composição realizado pelos músicos no Clube do Choro de Curitiba, que reúne vários músicos amantes do ritmo na cidade.


Serviço: Terça Brasileira no Paiol com Daniel Migliavacca (bandolim) e João Egashira (violão) no show “Bate-Pronto” Local: Teatro do Paiol - Praça Guido Viaro, s/n – Prado Velho Data e horário: 10 de novembro de 2009 (terça-feira), às 20h Ingressos: R$ 10,00 e R$ 5,00 Informações: 3213-1340



Repertório:



1. Armando a confusão – Daniel Migliavacca

2. Espinhoso – Daniel Migliavacca

3. De bandolim pra bandolim – Daniel Migliavacca

4. Rindo à toa – Daniel Migliavacca

5. Oito horas – João Egashira

6. Albachiano – João Egashira

7. Daniel no Choro – João Egashira

8. Singela – João Egashira

9. Lamentos do morro (Garoto)

10.Feia (Jacob do Bandolim)

11.A ginga do Mané (Jacob do Bandolim)

12.Vibrações (Jacob do Bandolim)