domingo, 9 de junho de 2013
Extreme Hate Festival: ingressos à venda
A produtora Dark Dimensions recentemente anunciou o Extreme Hate Festival. O evento acontece no próximo dia 4 de agosto, no Carioca Club, em São Paulo. O cast terá nomes como Marduk (SUE), Suffocation (EUA), Vader (POL), Sinister (HOL) e Unearthly (BRA). Ingressos já estão à venda. Mais informações abaixo.
Extreme Hate Festival: ingressos à venda
Marduk‚ march 2012 Left to right: Morgan, Lars, Mortuus, Devo
Marduk é atração principal do evento que deve atrair uma legião de fãs
A Dark Dimensions, produtora responsável pela vinda de diversos artistas importantes como Sebastian Bach, Rob Halford, Skid Row, Apocalyptica ao Brasil, recentemente confirmou que irá realizar a terceira edição do Extreme Hate Festival. O evento acontece no próximo dia 4 de agosto, no Carioca Club, em São Paulo.
O cast é um verdadeiro dream team da música extrema mundial: Marduk (SUE), Suffocation (EUA), Vader (POL), Sinister (HOL) e os brasileiros do Unearthly.
Os ingressos já estão à venda na Galeria do Rock (lojas Hellion e Lady Snake) e pela internet, no site www.ingressosparashows.com.br. A entrada custa R$ 100,00 (pista promocional/estudante) e R$ 150,00 (camarote promocional/estudante).
Links relacionados:
https://www.facebook.com/pages/Extreme-Hate-Festival/462414880490376
Programa gratuito Papo XXI
Ambiente de Gestão da Cultura do Banco do Nordeste do Brasil (BNB), Passaré, Fortaleza, Ceará, 8 de junho de 2013 – O Programa gratuito Papo XXI, do Centro Cultural Banco do Nordeste-Fortaleza, debaterá o tema Música e Fotografia – da Cena Instrumental Cearense ao Registro Fotográfico de Shows Musicais, no auditório da Livraria Cultura [Shopping Varanda Mall – av. Dom Luís, 1010 – Lojas 8, 9 e 10 – Meireles – fone: (85) 4008.0800], na próxima quinta-feira, 13 de junho, às 19 horas.
A conversa enfatizará a realidade da música instrumental no Estado do Ceará e o desafio do registro fotográfico de apresentações musicais, como expressão artística e gênero editorial. O diálogo tem como mote inicial o livro Nos Acordes do Jazz & Blues – Memórias do Festival Jazz & Blues de Guaramiranga (cidade serrana localizada no alto do maciço de Baturité, no interior do Ceará, a 92 quilômetros da capital do Estado, Fortaleza).
A publicação foi editada em dupla pelo editor e crítico musical, compositor e violonista Dalwton Moura e o fotógrafo Chico Gadelha, abordando jornalística e criteriosamente os primeiros 13 anos (desde o ano 2000) de apresentações dos artistas da música instrumental cearense no evento bimídia [(artístico e educativo), que acontece em pleno carnaval em Guaramiranga e – imediatamente após a quarta-feira de cinzas – em Fortaleza, cujo site é www.jazzeblues.com.br] e contendo nada menos que 296 fotos impressas.
Além de Dalwton Moura e Chico Gadelha, participam do debate o mediador, compositor e repórter do Caderno 3 do jornal cearense Diário do Nordeste, Fábio Freitas Marques, e a antropóloga e produtora cultural Rachel Gadelha, sócia-diretora da empresa Via de Comunicação, realizadora e apresentadora do Festival, em parceria com o Ministério da Cultura do Governo Federal do Brasil, através da Lei de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet).
O evento musical e educativo tem patrocínio da Secretaria de Cidades do Governo do Estado do Ceará, companhia de fornecimento d’água e saneamento básico estadual Cagece, Banco do Nordeste do Brasil (BNB), empresa de água mineral Indaiá, com agradecimento especial à companhia elétrica estadual Coelce e à empresa Aço Cearense, e promoção do Diário do Nordeste.
O Festival conta ainda com apoio da Secretaria de Cultura (Secult) do Governo do Ceará, Newland (concessionária da empresa automotiva japonesa Toyota), Servis Segurança, Correios do Brasil, Instituto de Arte e Cultura do Ceará (IACC), Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura (CDMAC), Assembleia Legislativa do Ceará, Prefeitura Municipal de Guaramiranga, loja de calçados Meia Sola e a empresa Agrícola Famosa.
Música argentina na série Música do Mundo da Fundação Ema Klabin
O grupo gatoNegro se apresenta no próximo dia 15 de junho, às 16h30, pelo Programa Música do Mundo na Fundação Ema Klabin. Com um olhar contemporâneo sobre o tango o grupo permeia em seu repertório, clássicos renovados como Nostalgias, Mano a Mano e Malena, os tangos instrumentais como “Tango del Abuelo” e “Badeniana” de Ramiro Murillo e composições próprias, como "El Vals de Américo y Ñata", de Natalia Mallo. O show também traz uma certa teatralidade, ao incluir toques de humor, como na cômica milonga "Se Dice de Mi", famosa na voz de Tita Merello. O grupo é formado por Natalia Mallo (voz), Ramiro Murillo (violão e arranjos), Cintia Zanco (violino), Marisa Silveira (violoncelo) e Rui Barossi (contrabaixo). Apoio: Pianos Fritz Dobbert.
Pianista argentino narra a história do tango na Aula de Mestres
Para que o público possa entender melhor cada um dos estilos musicais dos diferentes países que emprestam seus ritmos para a série Música do Mundo, a Fundação Ema Klabin leva renomados músicos para falar sobre o tema.
No dia 20 de junho, o pianista argentino Claudio Votta irá traçar uma linha cronológica da história do tango, passando pela “Guardia Vieja”, Carlos Gardel, a década do 40, Astor Piazzola até os dias atuais. Tudo isso ilustrado com interpretações ao piano dos tangos mais significativos de cada época. Participação especial dos dançarinos Daniel Gimenez e Anielise Martins. Apoio: Pianos Fritz Dobbert.
Serviço:
Música do Mundo – Música Argentina - grupo gatoNegro .
Data: 15/06/2013 sábado Horário: 16h30 Entrada Gratuita
Lotação: 180 | Indicação: Livre
Visita Temática –às 15h - Visita gratuita, sem agendamento prévio. O público poderá refletir questões ligadas à ideia de autoria e atribuição em arte e suas transformações ao longo da história. (40 minutos)
Aula de Mestres: Pianista argentino narra a história do tango
Data: 20/06/2013 –quinta-feira Horário: 19h30
Entrada Gratuita
Lotação: 180 | Indicação: 10 anos
Local: Fundação Ema Klabin
Rua Portugal, 43 – Jardim Europa – São Paulo. 01446-020
http: //emaklabin.org.br
segunda-feira, 3 de junho de 2013
Amor de Isabel Allende
Amor
de Isabel Allende
Tradutor: Joana Angélica d’Avila MeloPáginas: 240
Formato: 16 x 23 cm
Um convite a mergulhar na leitura, a sonhar e a sorrir
A grande narradora chilena escreve abertamente sobre suas experiências e emociona os leitores
O novo livro de Isabel Allende, Amor, é uma antologia que reúne as melhores cenas de amor dos seus romances e contos, selecionadas pela própria autora. A ideia inicial partiu de seu editor e Allende logo ficou entusiasmada com o projeto. Para alguns trechos, inspirou-se nas próprias experiências amorosas ou nas de conhecidos.
Ao longo da introdução do livro, a autora faz um desabafo honesto e emocionante a respeito da sua vida. Narra como foi a passagem pela infância e pela adolescência e o papel da sexualidade nessa época, além de histórias de sua fase hippie e de como foi o escândalo na sua primeira reportagem em uma revista feminina. Um dos pontos altos é quando ela descobre, aos 33 anos, a sensualidade.
Em Amor, Isabel conta também como a escrita foi fundamental em sua vida, pois, segundo relata, é onde ela pode viver todas as aventuras que seriam impossíveis na vida real. Ainda na introdução, aborda a infidelidade, a vida em Beirute, no Líbano, e o encontro com seu marido atual, William Gordon.
O livro é dividido por temas e, em cada um deles, há uma seleção de textos que abrange vários títulos, entre eles: A ilha sob o mar, Filha da fortuna, A soma dos dias e A casa dos espíritos. Para tornar essa escolha mais especial, antes dos capítulos, Allende explica o motivo da escolha dos trechos.
Se existe alguém capaz de descrever com maestria, humor e personalidade a natureza caprichosa do amor, esse alguém é Isabel Allende.
Lançamento
Bom de briga de Markus Zusak
Bom de briga
de Markus Zusak
Páginas: 208Formato: 14 x 21 cm
Na continuação do sucesso O azarão, Markus Zusak apresenta o emocionante Bom de briga. Se no primeiro título o autor traz um romance de formação de um jovem incorrigível, infeliz consigo mesmo e com sua condição marginalizada, agora ele exibe dois irmãos em busca de um propósito na vida.
Bom de briga retrata a evolução dos irmãos Cameron e Ruben Wolfe como seres humanos. No primeiro livro, a dupla estava sempre atrás de algo errado para fazer. Dessa vez eles entram no mundo das lutas amadoras de boxe, buscando independência para suas vidas. Enquanto Ruben mostra um talento nato para a coisa, o outro tenta apenas sobreviver.
Tudo que é ruim é normal no dia a dia da família Wolfe: como os silêncios, as brigas, a pobreza, a mediocridade. Eles já se acostumaram com isso e sempre têm uma justificativa para tanto. Cameron, o mais novo, é o exemplo do jovem batalhador. Desde cedo apanha e se levanta, mostrando que o que importa não é a força da pancada, mas se você tem a força necessária para se reerguer.
É interessante notar como Zusak intercala, dentro do mesmo capítulo, cenas do passado e do presente dos personagens, ressaltando a diferença dos seus sentimentos ao longo do tempo.
O AUTOR
Markus Zusak nasceu em 1975 em Sydney, Austrália. É filho de imigrantes e caçula de quatro irmãos. Passou a maior parte de sua infância jogando futebol e brigando com seus irmãos e amigos, mas começou a escrever aos dezesseis anos. Estudou na universidade durante quatro anos, mas estava mais preocupado com sua escrita. Vive em Sydney onde é professor em meio período.
Lançamento
Espero alguém de Fabrício Carpinejar
Espero alguém
de Fabrício Carpinejar
Páginas: 336
Formato: 14 x 21 cm
As pessoas estão sempre esperando alguém, mesmo que seja dentro do próprio relacionamento
Com Espero alguém, Carpinejar, mais maduro, tanto profissional quanto emocionalmente, apresenta crônicas escritas após um período difícil de sua vida: o abandono pela mulher amada. Com textos emocionantes, sinceros e, também, engraçados, o autor comprova que ninguém esta preparado para uma separação.
Espero alguém trabalha as duas separações do autor. Começa triste e, ao longo das paginas, o ânimo vai melhorando. No final, o alívio. As crônicas tratam da retomada – a superação do luto – provando que tudo passa. Um novo amor é quase uma certeza. E, se você não amar esse amor mais do que amou o que veio antes, provavelmente amará mais a si mesmo.
Carpinejar mostra também as contradições do relacionamento: o que cada um precisa e pode fazer pelo outro. A importância da sedução mútua e a convivência com as críticas. Além disso, dá conselhos, como: “não fale mal até vinte dias após o termino. Se reatar, você estará desacreditado.”
“Estou solteiro de novo. Ela se separou de mim, eu não me separei dela. E o pior que sou escritor, trabalho em casa. Não conto com um escritório para fugir e mudar de assunto. Identifico sua falta a todo instante. Meu coração é um cativeiro.” (Carpinejar)
A CRITICA
"Em dias que não estão muito fáceis, procuro um pouco de leveza e de humor lendo as crônicas de amor e sexo de Carpinejar." (José Castello, em O Globo)
Segundo a revista BRAVO!, Carpinejar deve ser lido “pelo humor, ironia e lirismo com que se reflete sobre amor, sexo e cotidiano”.
“Uma tremenda reputação precede o poeta gaúcho Fabrício Carpinejar aonde quer que ele vá: a de que sabe seduzir com as palavras.” (Guia da Folha)
“O autor brinca com as diferenças entre homens e mulheres.” (Época)
Lançamento
TELINHA NACIONAL - cronica da Urda
Junto com alguns outros escritores de Santa Catarina, estamos, neste momento, ocupando a telinha nacional em diversos canais e horários. A matéria foi feita pelo pessoal da TV SESC/SENAC, de São Paulo, que já um mês antes pediu nossos livros pra lê-los, etc., o que nos garantia uma entrevista de qualidade e me deixava impressionada. A entrevista foi marcada para ser feita em Florianópolis, e nos encontramos no bar "Armazém Vieira", tradicional casa noturna da nossa capital. O pessoal da TV era extremamente simpático, e quando vi seu material de trabalho, os grandes e sensíveis microfones peludos, etc., coisas que costumo ver no exterior, e não aqui na minha pequena província cheia de burgos, senti que a coisa iria rolar legal! E o entrevistador, puxa! aquilo era um entrevistador! Sabia o que cada um de nós tinha escrito, como fluía nosso pensamento - estava equivocado apenas quanto a uma coisa: ele e sua equipe vinham de longa temporada no Nordeste, e tinham escolhido Santa Catarina para um programa de final de ano, que fosse bem diferente do que tinham visto e ouvido no Nordeste, e pelo que falou, entendi que esperava, aqui, uma continuação da Literatura alemã, italiana, polonesa, etc., já que somos um Estado de muitas imigrações. Se estivesse no lugar dele talvez também pensasse assim: à mesa, estavam um Buss, um Raduenz e uma Klueger, no caso, eu, nomes nada lusos, bem ligados aos antigos imigrantes.
Com sua grande capacidade de entrevistador (ele se chamava Ricardo Soares, e é um escritor, igual a nós), começou nosso longo papo, que se prolongaria por umas três horas, com perguntas muitíssimos inteligentes. Só aquilo já fazia um bem danado! Às vezes a gente ouve cada coisa de um entrevistador! Ano passado fiz maravilhosa viagem de moto por 5 países da América do Sul, e na volta fui chamada para dar certa entrevista – e ao invés de o entrevistador me deixar falar das magníficas coisas que existem pela América, ele fazia perguntas do tipo: “Você foi dirigindo a moto ou foi de carona?” - coisa assim para deixar o público cada vez menos informado.
Desta vez, porém, a coisa era de alto nível, e o único equívoco era sobre nossas heranças culturais. Penso que o entrevistador foi de surpresa em surpresa quando cada um de nós se identificou: dois éramos produtos das bibliotecas públicas das suas cidades; um tinha como substrato a canção popular brasileira, como Adinoran Barbosa e Caetano Veloso. Dois se sentiam catarinenses e brasileiros, sendo que um se classificou como também membro da grande família da língua portuguesa - eu me disse pertencente à grande família da América dita Latina. Eram complicadas explicações para quem esperava Schiller e Goethe, mas o Brasil é assim mesmo, um caldeirão de loucuras com as suas etnias. E vi, agora, quando o programa foi ao ar, que andei defendendo com muita garra a Literatura Xokleng que se faz aqui no Vale do Itajaí, onde o país inteiro pensa que só tem alemãozinho de calções bordados e chamados de Fritz. Para quem não sabe, Xokleng é um povo muito, muito antigo, que vive no Vale do Itajaí, povo assim com pelo menos uns 6.000 anos de história, e que está produzindo literatura na sua língua e publicando. Viram vocês como estavam equivocados a respeito de Santa Catarina?
Depois, no outro dia, o entrevistador foi atrás de Salim Miguel, no seu paraíso de praia, e obteve outra magnífica reportagem. Até mandei gravar, para ter tal lembrança da sabedoria dele bem guardada. De novo penso que ele se equivocou: ao invés de Schiller ou Goethe, Salim Miguel é genuinamente nascido no Líbano, e veio parar por estas plagas por mero acaso, e se hoje sua língua é o português, de novo foi por acaso.
Então a equipe da TV foi embora, e só agora, mês e meio depois, foi que vimos o programa. Claro que eles tinham que editar, das cerca de 3 horas que gravamos saiu uns 15 minutos – a entrevista com Salim Miguel foi tão bela que ocupou outros 15 minutos. Mas ficou muito bonito, e fico torcendo para muita gente ver que Santa Catarina, como o resto do Brasil, é um grande caldeirão de etnias, e que somos tão mestiços física e culturalmente como quase todos os brasileiros. Disseram-me que o programa vai ficar rodando por aí por uns dois anos – talvez ajude a fazer o brasileiro em geral entender que Santa Catarina não é uma cidade. Isto aqui é um Estado, viu, gente? E tão complexo quanto quase todos os outros deste nosso país maravilhoso!
Blumenau, 10 de Dezembro de 2005.
Urda Alice Klueger
Escritora, historiadora e doutoranda em Geografia pela UFPR
MEDINHO E MEDÃO NO TEATRO VIRADALATA
Sucesso de público e de crítica,
peça volta em cartaz no Teatro Viradalata
Medinho Medão
a partir de 1º de junho, sábados e domingos às 17h30
Medinho Medão conta a história de Rafa,
que como muitos meninos urbanos, sofre com a ausência de seus pais,
que trabalham muito e estão sempre super ocupados.
O mundo de Rafa é povoado por medos: de elevador, de formiga,
de cair da cama, de barata, de barulho, de ficar sozinho, do escuro, do fundo,
do fogo, do frio, da professora de matemática, de monstro e de minhoca.
Num dia em que todo mundo esquece de buscá-lo na escola,
em sua solitária espera, Rafa cai no sono; seu sonho
o leva para um lugar diferente, onde começa a entender que ter medo
não é uma vergonha e acabar com ele pode ser um desafio, além de muito divertido.
Com uma estrutura dramática ágil e bem humorada,
o texto, de autoria da atriz e diretora Alexandra Golik (da premiada Cia. Le Plat du Jour),
fala dos muitos medos que habitam o mundo das crianças.
Medinho Medão propõe uma interação frenética entre os diversos personagens
que compõem a trama: o menino, a mãe, o pai, a irmã, a empregada, o amigo e o estranho.
O espetáculo é construído a partir do jogo entre os dois únicos
atores da peça: Daniel Costa e Marco Barretho, que fazem vários personagens.
A precisão das ações físicas, da trilha sonora e dos figurinos e adereços
acentuam o caráter versátil e comunicativo do texto. A teatralidade desses recursos formais
permite explorar com profundidade o potencial expressivo
de cada ator e de cada elemento cênico, criando um espetáculo vigoroso,
comunicativo e sensível.
Serviço
Medinho Medão
Texto, Direção e Cenário: Alexandra Golik
Elenco: Daniel Costa e Marco Barretho
Estreia dia 1º de junho
Temporada: Sábados e Domingos, às 17h30,
por tempo indeterminado.
Ingressos: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia
Classificação livre
Recomendação: a partir de 3 anos
Duração: 60 minutos
TEATRO VIRADALATA - Rua Apinajés, 1387 – Perdizes
Ar condicionado. Capacidade atual: 273 lugares. Acessibilidade. Bar e Cafeteria.
Bilheteria (a partir de junho):
Terça e Sexta: 17h às 22h
Sábado: 13h às 22h
Domingo: 9h às 19h
Informações: 11 3868-2535 | www.viradalata.com.br
Vallet: R$ 15,00
Ficha técnica – Medinho Medão
Texto, direção e cenário
Alexandra Golik
Elenco
Daniel Costa e Marco Barretho
Figurino
Kleber Montanheiro
Iluminação
Ary Nagô
Trilha original composta
Guga Bernardo
Supervisão Musical
Marco Boaventura
Letras das músicas
Alexandra Golik
Adereços
Beto Silveira
Programação visual
Paula de Paoli
Fotos
Yuri Gomes
Produção e Realização
Cia. Viradalata
Assessoria de imprensa
Flavia Fusco Comunicação
78ª MOSTRA MACUNAÍMA DE TEATRO
Estreia dia 7 de junho, sexta-feira, com a peça
O Panaca, de Georges Feydeau
Começa no dia 7 de junho a 78ª Mostra Macunaíma de Teatro.
As apresentações acontecem nos 5 teatros do Macunaíma, que ficam na rua Adolfo Gordo, 238.
Entre as peças apresentadas estarão: “Xandu Quaresma”, “Vestido de Noiva”, “O Cortiço”
entre várias outras montagens.
A peça “O Panaca”
abre a Mostra no dia 7 de junho, com apresentações em 2 horários:
às 19h e às 21h. A peça relata as agruras cômicas
e mal entendidos passados por um casal,
que acredita mais no ciúmes e desconfiança,
do que na integridade de uma relação a dois.
O Macunaíma é a única escola que possui cinco teatros completos,
para que os alunos possam exercitar, desde cedo, a interpretação em um palco de verdade.
Uma vivência única, com técnicos especializados, iluminação e cenários de nível profissional.
Cada turma funciona como uma unidade independente, onde o professor
tem a possibilidade de escolher o texto e a interpretação de sua preferência.
Serviço
O PANACA
• Autor: Georges Feydeau
• Direção: Ariel Moshe
• Elenco: Alessandra Pereira, Ana Christina, Ana Kataiama, Angelo de Carvalho, Carmen Estevez, Danielle Alves,
Guilherme Caballero, Humberto Fukuda, Karla Ataíde, Leticia Rodrigues, Rafa Anastacio, Rogério Pérez, Susy Vieira.
• Datas e Horários: dias 7, 8 e 9 de junho,
com sessões em dois horários: às 19:00 e 21:00
Gênero: Comédia
• Duração:80 minutos
• Recomendação: 12 anos
Capacidade: 86 lugares
Ingressos: R$ 14,00 (R$ 7,00 meia)
Bilheteria: na sede do Macunaima, das 9h às 21h
• Ingressos Online:
www.macunaima.art.br
Teatros do Macunaíma 1, 2, 3, 4 e 5
www.macunaima.com.br
Rua Adolpho Gordo, 238 – Barra Funda
(11) 3217.3400





