sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Macaco Bong lança o disco “This is Rolê”





O trio Macaco Bong lançou seu novo àlbum This is Rolê na ultima terça-feira, 4 de setembro. Maturidade, diversidade e pressão sonora aparecem como características de “This is Rolê”.

Gravado e produzido na capital mineira - onde o grupo reside atualmente, o disco está disponível para download no novo site da banda: macacobong.com.br e a venda nos pontos de distribuição do Fora do Eixo.


Leia a crítica do disco por Alex Antunes


Um universo criativo muito próprio, que ignora os modismos; uma visão política de mundo; uma opção pela música instrumental. Esse é o tripé em que se assenta, mais do que a estética, o caráter do Macaco Bong.

Segundos álbuns costumam ser uma passagem essencial para a trajetória de uma banda. Porque já não há aquela explosão de repertório e energia acumulados, contra as dificuldades iniciais de produção. Para as bandas que importam, um segundo álbum traz em geral uma segurança maior (quanto ao domínio dos meios técnicos) e ao mesmo tempo um autoquestionamento de identidade: quem se é, como se faz e, provavelmente o mais importante, porque se faz.

Ainda mais se o primeiro álbum foi um sucesso (caso de Artista Igual Pedreiro, melhor disco nacional de 2008 pela Rolling Stone e presente em várias listas), e a pressão por resultados começa a aparecer. Mas desde o primeiro momento essa não era uma banda “normal”: um trio instrumental virtuose de Cuiabá, misturando referências locais ao rock pesado.

É aí que o caráter começa a fazer diferença. Primeiro, por não abrir mão de seu timing. Nesses 4 anos só soltaram um outro registro de estúdio, o EP Verdão Verdinho, de três faixas, no ano passado.



Na verdade, a banda esteve muito ativa no período – coerente com o discurso de que sua prioridade costuma ser, mais do que os registros de estúdio, as apresentações ao vivo. Ou, melhor dizendo, os registros de estúdio são uma espécie de conclusão da depuração pela qual o repertório passa ao vivo, sem concessões para uma visão “estratégica” da carreira.

Isso, e mais a militância do Macaco Bong nos circuitos alternativos, em sintonia com o movimento Fora do Eixo, transformaram a banda numa referência – mas uma referência nada óbvia.

De fato, foram fenomenais as experiências por que o Macaco Bong passou: o show Futurível em colaboração com Gilberto Gil; a gravação de um dvd (ainda inédito) com a participação do pianista erudito Vitor Araújo, do rabequeiro Siba, do percussionista-performer Jack e do naipe de metais dos metais dos Móveis Coloniais de Acajú, show que ainda teve um repeteco com o rapper Emicida.

This Is Role é o primeiro disco da banda depois da nova formação com o baixista mineiro

Com essa expansão de horizontes estéticos, uma mudança na formação – a saída do baixista Ney Hugo e a entrada de Gabriel Murilo –, e a mudança para Belo Horizonte como base de operações (depois da natal Cuiabá e de um período em São Paulo), a curiosidade sobre o segundo álbum foi ficando acirrada. O que viria por aí?

E, ouvindo This Is Rolê, a primeira resposta é... um álbum de rock’n’roll. Não a caricatura misógina em que o rock pesado se transformou nas últimas décadas (ou sua antimatéria flácida, o indie), mas uma adesão à linha que passa pelo hard, pelo thrash, pelo grunge e pelo stoner rock. O que seria um lado A, a primeiras cinco faixas (“Otro”, “O Boi”, “This is Rolê”, “Broken Chocobread”, “Copa dos Patrão”), tem essa qualidade básica e viril. Segundo o guitarrista Kayapy, “a banda esta mais pronta e forte do que nunca” – o que, no caso do Macaco Bong, é muito forte.

Mas sem abdicar da criação de climas intrigantes e abstrações que flertam às vezes com a outra grande linhagem do rock, que passa pela psicodelia, pelo prog e chega ao pós-rock. Soa às vezes como a fase mais urbana e experimental do metal, com bandas como o Helmet ou o Prong.

E é então que, subitamente, nas quatro faixas do que seria o lado B, This Is Rolê se lança em experiências ainda menos ortodoxas. “Mullets”, antes de alcançar suas passagens mais pesadas, começa com uma base tecno, quase chocante no contexto da banda. A eletrônica também está presente em um dos timbres do baixo de “Summer Seeds”, cuja psicodelia tem um quê de música mineira com indie britânico.

Primeira audição pública do disco para convidados em Belo Horizonte no SESC Paladium

“Seu João” tem um clima jazzy, delicado e de horizontes amplos, mais ou menos como a trilha para uma nevasca sobre a Chapada dos Guimarães, com o piano e o órgão Hammond de Túlio Mourão (da formação progressiva dos Mutantes). E em “Dedo de Zombie” Túlio volta quebrando tudo ao piano num rock dramático e intenso, mais ou menos como Keith Tippett fazia no King Crimson no início dos anos 70.

Em This Is Rolê o Macaco Bong resolveu se jogar simultaneamente em duas frentes estéticas – e agora é esperar para ver como esses elementos serão refundidos nos próximos trabalhos. Segundo o batera Ynaiã, “o primeiro álbum foi a ‘primeira transa’ de jovens cabaços, mas agora nesse já sabemos o que queremos, e quais sonoridades vamos buscar”.

Gabriel, que além da destreza como instrumentista tem uma percepção aguda do que o Macaco Bong já representou até aqui, diz que “para uma banda que tem um primeiro disco esteticamente inovador e com uma ideologia provocante e subversiva, o This is Rolê é mais uma camada de acabamento. Ele é a ocupação dessas plataformas moldadas com sons, e com práticas políticas em disputa de espaço. Esse é o rolê, as tecnologias da solidariedade e das diferentes dimensões estéticas”.

É interessante que, com esse seu olhar para dentro de seu universo pessoal, e para o ambiente político da produção musical, o Macaco Bong acabe se relacionando e recontando tanto da história do rock. Muito mais do que as bandas que se pretendem “artísticas” (como se o termo fosse uma antítese de política) e “antenadas”. O Macaco Bong simplesmente redescobriu como enxergar o meme “rock” de dentro pra fora, e tirar um novo e bom caldo disso.

Alex Antunes é crítico musical, têm publicações na Rolling Stone, Folha Ilustrada, Veja e Pasquin, é um dos fundadores da revista Bizz e participou do movimento punk dos anos 80.

Espetáculo musical para crianças no Portão Cultural




As cantoras Viviana Mena e Andréa Bernardini apresentam neste fim de semana, no auditório Antonio Carlos Kraide – Portão Cultural, o espetáculo “Ave, Crianças!”, que reúne músicas do repertório popular infantil. São cantigas de roda, canções folclóricas brasileiras e composições de Andréa Bernardini. Os temas abordados nas canções promovem por meio de mitos e lendas uma identificação com aspectos da identidade cultural brasileira. As apresentações acontecem sábado e domingo (15 e 16), às 16h, com entrada gratuita.



Serviço:

Show “Ave, crianças!”, com Viviana Mena e Andréa Bernardini

Local: Auditório Antonio Carlos Kraide – Portão Cultural (Av. República Argentina, 3430)

Datas: 15 e 16 de setembro (sábado e domingo), às 16h

Entrada franca

Informações: (41) 3229-4458

15/09 - DJ EVERTON RIBEIRO NO PORTÃO

clique para ampilar

Liberado potencial construtivo para obra do Cine Passeio

 O prefeito de Curitiba Luciano Ducci assinou o decreto municipal nº 1275/2012, que define como Unidade de Interesse Especial de Preservação (UIEP) o edifício do antigo quartel da Rua Riachuelo. O decreto também estabelece a transferência de potencial construtivo, possibilitando a arrecadação de recursos para a instalação no local do novo complexo cultural Cine Passeio, com três salas de cinema, além de salas de cursos, de edição de imagem e som, e uma biblioteca voltada às artes audiovisuais.

            De acordo com a presidente da Fundação Cultural de Curitiba, Roberta Storelli, o projeto executivo já está pronto e o novo espaço vai compor junto com a Cinemateca de Curitiba as unidades de fomento, incentivo e divulgação da produção curitibana na área de cinema e audiovisual. “Essa é a grande novidade do ano, depois da entrega das obras de reforma do Portão Cultural”, disse Roberta Storelli.    

A Fundação Cultural de Curitiba recebeu a permissão de uso do imóvel em junho de 2010, quando passou a desenvolver, em conjunto com o Ippuc – Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba, o projeto de ocupação do espaço. A área do novo centro cultural, conforme o projeto dos arquitetos Dóris Teixeira e Mauro Magnabosco, é de 2.500 m², e o custo da obra previsto em R$ 5.776.504,32. 

Duas salas de projeção, com 111 lugares, receberão os nomes dos antigos cines Luz e Ritz que funcionavam na Rua XV de Novembro.  Haverá também uma outra sala de projeção, de 87 lugares, que servirá aos cursos. Estão previstas ainda áreas de convivência e espaço para encontros e exposições. “Além de trazer de volta os cinemas de rua, o Cine Passeio é concebido para atender a todos aqueles que amam cinema”, afirma a presidente da Fundação Cultural.

            A localização e a história que cerca o antigo quartel conferem ao espaço uma importância simbólica para a memória curitibana - aspecto que foi considerado para caracterizar o imóvel como unidade de interesse de preservação. Além do caráter simbólico, o antigo quartel localiza-se num dos primeiros e mais relevantes eixos da formação urbana de Curitiba, a Rua Riachuelo e seu prolongamento na Barão do Rio Branco que, juntamente com a Rua 15 e a Praça Tiradentes, constituía o espaço nobre para o comércio e as moradias da cidade no final do século 19.

          

História - A edificação localizada na esquina das ruas Riachuelo e Carlos Cavalcanti foi construída em meados da década de 1930 para abrigar setores administrativos do Exército. No local, anteriormente, funcionavam as instalações da Impressora Paranaense, administrada pelo Barão do Serro Azul e responsável, entre outros trabalhos, pela edição do jornal 19 de Dezembro e por rótulos que revestiam barricas de erva-mate.

O imóvel situa-se num dos mais importantes setores de preservação patrimonial da cidade. Em Curitiba, além de edificações protegidas isoladamente, como Unidades de Interesse de Preservação, a salvaguarda do patrimônio edificado e dos sítios históricos se faz presente nas legislações de zoneamento, uso e ocupação do solo, por meio da regulamentação de áreas que abrigam conjuntos urbanos ou por regulamentação de instrumentos de política urbana.

Nesta linha de ação, a nova legislação de uso e ocupação do solo, aprovada em 2000, permitiu a ampliação do Setor Histórico e definiu como Setor Especial de Preservação e sítio histórico o Eixo Barão – Riachuelo (Decreto 186/2001), endereço do antigo prédio administrativo do Exército e futuro complexo do Cine Passeio.

O reconhecimento da importância histórica e patrimonial do endereço onde se localiza o futuro Cine Passeio também se faz pelos bens circunvizinhos que são tombados pelo patrimônio estadual, como o Solar do Barão, o Passeio Público, a primeira sede da Universidade Federal do Paraná e o Paço Municipal, este também reconhecido pelo IPHAN.

As ações de preservação do centro histórico permitem também que se intensifiquem as ações da Fundação Cultural de Curitiba com os demais órgãos envolvidos na preservação do patrimônio cultural, assim como a parceria com as secretarias municipais, estaduais e órgãos federais para a garantia da qualidade do espaço urbano da cidade.

Projeto Mixando leva shows de DJs aos bairros de Curitiba









            O projeto Mixando, idealizado pela Mix FM e Yellow DJ Academy com o apoio da Fundação Cultural de Curitiba, inicia neste sábado (15) uma série de apresentações de DJs nos bairros da cidade. Voltado a jovens entre 15 e 26 anos, o projeto tem objetivo de levar música eletrônica de qualidade para esse público e incentivar a formação de novos DJs, mostrando as possibilidades dessa carreira musical. As apresentações acontecem até novembro, sempre aos sábados, a partir das 14h30, e com entrada gratuita.

            A primeira apresentação, neste sábado (15), será na Escola Municipal Papa João XXIII, no bairro Portão, com o DJ Heverton Ribeiro. Na sequência, os shows serão levados aos bairros Boa Vista, Santa Felicidade, Cajuru e Bairro Novo. O público presente nas apresentações, que tenha interesse em aprender e desenvolver uma carreira como DJ, poderá preencher um cadastro e concorrer a uma bolsa de estudo integral para um dos cursos da Yellow DJ Academy.

            Confira os locais e as datas do projeto Mixando:



REGIONAL PORTÃO

15 de setembro (sábado)

Com DJ Heverton Ribeiro
Local: Escola Municipal Papa João XXIII – Rua Itacolomi, 700 - Portão



REGIONAL BOA VISTA

20 de outubro (sábado)

Com DJ Danúbio Rocha
Local: CEI Augusto César Sandino – Rua Mobral, 413 – Santa Cândida



REGIONAL BOA VISTA

3 de novembro (sábado)

Com DJ Dyego Jhulio
Local: Parque Bacacheri - Rua Canadá – Bacacheri



REGIONAL SANTA FELICIDADE

10 de novembro (sábado)

Com DJ Júnior Sá
Local: Escola Municipal Jardim Santos Andrade – Rua Luiz Zilli, 20 – Campo Comprido



REGIONAL CAJURU

11 de novembro (domingo)

Com DJ Sander Teodoro
Local: Escola Municipal Maria Marli Piovesan – Rua Velcy Bolívar Grandó, s/nº - Uberaba



REGIONAL BAIRRO NOVO

24 de novembro (sábado)

Com DJ Alex Lima

Local: CEI Carlos Drummond de Andrade – Rua Jandaia do Sul, 50, Vila Osternack – Sítio Cercado

CURSOS GRATUITOS!

clque para ampliar

PROGRAMAÇÃO CINEMATECA | 14 A 20 DE SETEMBRO DE 2012



De 14 a 16 (continuação da programação)
4º FESTIVAL DE CINEMA POLONÊS
Evento em parceria com o Consulado Geral da República da Polônia. O festival
será realizado nos principais centros culturais do Brasil. Serão apresentados 7
filmes de vários gêneros, selecionados com a finalidade de mostrar o perfil do
cinema contemporâneo polonês.
Filmes com legendas em português.

Dia 14
16h:
ZERO | ZERO (Polônia, 2009 – 110’ – digital). Direção de Paweł Borowski.
"Zero" é um conto sobre o amor e o ódio, sobre os traídos e traidores, sobre
a violência e o sexo e sobre os surpreendentes segredos, os quais vamos
conhecer durante essas 24 horas. A máquina posta em andamento mudará,
sem volta, a vida dos seus protagonistas. Mas, será que realmente sem volta?
Classificação 14 anos
19h30
A ROSINHA | RÓŻYCZKA (Polônia, 2010 – drama – 118’ – digital). Direção de
Jan Kidawa- Błoński.
Ano de 1967. Após o desencadeamento da Guerra dos Seis Dias entre Israel e
os países árabes, os estados integrantes do Pacto de Varsóvia cortam relações
diplomáticas com Israel. O Serviço de Segurança comunista da Polônia dá
início a um trabalho operacional de larga escala para se infiltrar no meio dos
cidadãos de origem judaica. Paralelamente, o renomado escritor inicia um caso
com uma linda mulher, atraente e muito mais jovem. Cego pela paixão, nem
suspeita que sua relação controversa pode não ser apenas uma coincidência, e
que a mulher pela qual se apaixonou é, na verdade, uma ferramenta nas mãos
dos serviços secretos.
Classificação 14 anos

Dia 15
16h:
VENEZA | WENECJA (Polônia, 2010 – drama – 114’ – digital). Direção de Jan
Jakub Kolski.
O filme conta a história de Marek, um jovem rapaz, cuja infância é interrompida
pela guerra. Por causa dela, em vez de continuar a tradição familiar e ir com
os pais em sua primeira viagem a Veneza, Marek muda-se com a mãe para a
província. No entanto, graças à força de sua imaginação, o menino transforma
o inundado subsolo de sua casa na cidade mais romântica do mundo –
Veneza. Enquanto lá fora acontece o tumulto da guerra, é justamente no
subsolo “veneziano” que serão despertadas grandes esperanças e desejos e
que acontecerá a transição do menino para homem.
Classificação 12 anos
19h30:
O MOINHO E A CRUZ | MŁYN I KRZYŻ (Polônia/ Suécia, 2010 – filme de
época – 96’ – digital). Direção de Lech Majewski.

Este filme inovador é uma tentativa contemporânea de interpretar a famosa
pintura de Pieter Bruegel - "Caminho para o Calvário". A paixão de Cristo
entrelaça-se aqui com a paixão de Flandres: pressionada politicamente e
religiosamente pelos espanhóis, durante o século XVI. Bruegel conta sobre
a tragédia da história e sobre o valor da tolerância. O filme do Majewski faz
com que as personagens e cenas da pintura revivam aos olhos do espectador,
assim como em tableau vivant (pintura viva).
Classificação 14 anos

Dia 16
16h:
O MOINHO E A CRUZ | MŁYN I KRZYŻ (Polônia/ Suécia, 2010 – filme de
época – 96’ – digital). Direção de Lech Majewski.
Classificação 14 anos
19h30:
VENEZA | WENECJA (Polônia, 2010 – drama – 114’ – digital). Direção: Jan
Jakub Kolski.
Classificação 12 anos
Ingresso gratuito

De 17 a 23
CONSTANTINO (BR/SÍRIA, 2012 – 80’ – documentário – digital). Direção de
Otavio Cury.
Em uma viagem à Síria, o diretor Otavio Cury descobre um livro escrito
por seu bisavô, Daud Constantino Al-Khoury, poeta e um dos pioneiros
do teatro árabe. A tradução do livro para o português é o primeiro passo
de uma viagem pessoal pelo passado.
Classificação livre
Ingresso pago: R$5,00 – R$2,50 – R$1,00

Cinemateca
Rua Carlos Cavalcanti, 1174, São Francisco
Horário de funcionamento: segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h
às 22h30. Sábados e domingos, das 14h30 às 22h30.
Informações: (41) 3321-3252

Orquestra de Câmara apresenta a obra “A morte e a donzela”




            Em concerto neste fim de semana, a Orquestra de Câmara da Cidade de Curitiba apresenta a obra “A morte e a donzela”, de Franz Schubert, sob a direção do regente alemão Stefan Geiger. As apresentações acontecem sexta-feira (14), às 20h, na Igreja Santo Agostinho, com entrada franca, e sábado (15), às 18h30, na Capela Santa Maria, com ingressos a R$ 20 e R$ 10.

            A obra musical escrita por Schubert em 1982 é baseada no poema do poeta alemão Matthias Claudius. Em seu conjunto, a composição pode ser interpretada como um espelho do sofrimento do compositor pelo seu próprio destino, pois foi concebida depois de Schubert ter descoberto que estava com sífilis. O compositor morreu aos 31 anos, deixando uma produção lírica e melódica que marca a passagem do estilo clássico para o romântico. “A morte e a donzela” tem quatro andamentos, sendo que o terceiro é o mais lírico de todos. No concerto será apresentada a versão da obra de Schubert feita por Gustav Mahler para orquestra de cordas.

Para conduzir o grupo, a Fundação Cultural de Curitiba convidou o maestro Stefan Geiger, que é professor de trombone e música de câmara na Universidade de Música e Teatro de Hamburgo, e diretor artístico da “Landesjugendorchester”, em Bremen, na Alemanha. Seus compromissos já o levaram até a China, onde em 2002 se apresentou com a Filarmônica de Câmara de Bremen.

A orquestra - A Orquestra de Câmara de Curitiba é um dos grupos integrantes da Camerata Antiqua de Curitiba, fundada em 1974. Ao longo desses 38 anos, a orquestra, sob a direção de importantes regentes convidados, acompanhou renomados solistas brasileiros e estrangeiros, obtendo reconhecimento nacional. Poucos anos depois de sua criação, motivada pelo grande crescimento técnico dos seus instrumentistas, a orquestra passou a se dedicar também à música clássica, romântica, contemporânea e à música brasileira de todos os tempos. O repertório amplo e original, que inclui diversas primeiras audições mundiais, tornou-se uma das características do grupo. E grande parte desse repertório, com obras de compositores brasileiros contemporâneos, está registrada em CD.



Serviço:

Concerto da Orquestra de Câmara de Curitiba – “A morte e a donzela”, de Franz Schubert, dentro da temporada 2012 de concertos patrocinada pelo Ministério da Cultura e pela Volvo.

Regente convidado: Stefan Geiger (Alemanha).

Igreja Santo Agostinho (R. Eurípedes Garcez do Nascimento, 1035 – Ahú) – dia 14 de setembro de 2012 (sexta-feira), às 20h, com entrada franca

Capela Santa Maria Espaço Cultural (R. Conselheiro Laurindo, 273 – Centro) – dia 15 de setembro de 2012 (sábado), às 18h30, ingressos a R$ 20 e R$ 10.

Informações: (41) 3321-2840

EXTRAVIRGEN RESTAURANTE DE COZINHA MEDITERRÂNEA COMEMORA UM ANO E ESTREIA PROGRAMAÇÃO CULTURAL

IMAGINE UM RESTAURANTE A BEIRA MAR NO MEIO DE SÃO PAULO

Essa é a primeira reação que todo cliente tem ao entrar no jovem
Extravirgen, restaurante de cozinha Mediterrânea, discretamente inaugurado no final do ano passado e que agora começa a alçar vôo.

O simpático
Extravirgen oferece uma saborosa combinação de iguarias, muitas vezes recorrentes nos hábitos gastronômicos dos diversos povos banhados pela região do velho mar. A mistura das tradições judaicas, católicas e muçulmanas está presente em diversos detalhes do ambiente espaçoso e acolhedor, e principalmente no cardápio, que é periodicamente renovado de acordo com a estação do ano e disponibilidade de ingredientes sazonais.

Justificando sua fama de gastronomia saudável, a cada dia da semana, o almoço executivo, que apresenta uma variada opção de entradas, é um ótimo pretexto para esbanjar o excelente azeite da casa ou, os diversos molhos à base de Tahine, Pesto genovese, Iogurte e hortelã, aceto balsâmico com mel, entre outros.

Aos finais de semana a grande pedida são os peixes e frutos do mar que emergem nas Paellas, molhos das massas e risotos, caldeiradas, quiches, tira-gostos e ostras. No capítulo das trutas, destaque para a que vem no molho de gengibre e manteiga, acompanhada de risoto de castanhas do Pará.

As carnes e assados estão presentes no cardápio em igualdade de condições e com o mesmo nível de qualidade. Prove o Mignon de Cordeiro em crosta de ervas, Medalhão de filé bovino ao Marsala, Pernil de vitela, Costelinhas Barbecue, Polpettones, Quibes Labanye, Ragus e Cassoulets.

A cultura Grega está muito presente na decoração que remete às famosas casinhas dependuradas nos penhascos de Santorini, com suas paredes caiadas e telhado de sapé. No cardápio traz a consagrada Moussaka (espécie de lasanha de berinjela, carne moída e batatas assadas, com o toque de especiarias, a Tzatziki (salada de pepinos com iogurte e alho).

As massas artesanais são valorizadas por diversos molhos e ragus, os mesmos que acabam acompanhando cremosas polentas ou risotos.

No horário noturno os povos árabes comparecem em peso com Kaftas, Hommus, Kebabs, Falafels, e se misturam, aos Suvlakis, Tapas e Pintxos hispânicos, diversas receitas de Sangrias e uma completa carta de drinks e bebidas.

LOCALIZAÇÃO ESTRATÉGICA

Localizado em uma região desprovida de boas opções de restaurantes, o EXVG pretende ser também uma alternativa agradável para quem busca fugir dos desconfortos da Vila Madalena e Jardins, regiões com altos níveis de congestionamento, guardadores de carros e arrastões, praticamente inviáveis em certos horários.

ESPAÇO CULTURAL

Após quase um ano de abertura, seus proprietários, o casal Cinthya Ardanuy e Dado Macedo - produtores culturais responsáveis por diversos projetos, entre eles o dos 100 anos do Theatro Municipal de São Paulo – trazem ao espaço suas maiores especialidades.

A partir de setembro, o espaço passa a abrigar uma programação artística de shows de altíssima qualidade, buscando suprir mais uma carência da região, e também da cidade, com dois shows imperdíveis: no sábado dia 22, a estreia do show
"Mara Nascimento Canta Elza Soares" e nos dias 27, 28 e 29, Dona Jandira. Em outubro a programação segue com shows de MPB, Jazz, Flamenco, Saraus, além de exposições de fotografia e arte urbana.

Dentro da temática cultural, o Gamão, típico jogo dos povos Mediterrâneos, é prestigiado e o cliente interessado pode solicitar o tabuleiro aos garçons ou mesmo se inscrever nos torneios que ali regularmente ocorrem. Se estiver sem parceiro, convide os proprietários.

Ah, e não deixe de admirar a pequena miniatura da costa mediterrânea que decora o balcão do bar, além das criativas mesas e painéis com estampas de ladrilhos estilizados que são a marca registrada da casa.

Como dizem seus frequentadores, para que o
Extravirgen fosse completo só faltava mesmo o mar. O Mediterrâneo, talvez?

Extravirgen - Espaço Cultural e Gastronômico

Endereço:
Av. Eliseu de Almeida 1077,

Vila do Jardineiro – Caxingui – SP

Tel:
(11) 3721-8430

Email:
atendimento@extravirgen.com.br

Site:
www.extravirgen.com.br

Horário:
De Seg. à Sex. das 12h às 15h / das 18h às 00h.

Sábados, Domingos e Feriados: das 12h30 às 17h / das 19h às 1h

Domingos e segundas feiras, aberto apenas para o almoço.

Cartão:
todos exceto American Express.

Serviço de manobrista no local.

DOCTOR’S BAND NO ESPAÇO OFF SET

Banda formada por oftalmologistas

faz show beneficente em prol da  APOS

Associação Brasileira de Portadores de Olho Seco



DOCTOR’S BAND

NO ESPAÇO OFF SET



cris 1.JPG

Dia 20 de outubro, às 21h



O Oftalmo Music nasceu da ideia de criar uma noite diferente para reunir oftalmologistas e amigos, regada a diversão e música, com convites beneficentes.



Em sua terceira edição, este ano a renda será revertida para a APOS- Associação Brasileira de Portadores de Olho Seco. Os ingressos são limitados e começam a ser vendidos no Stand da APOS no Congresso Brasileiro de Oftalmologia que acontece de 12 a 15 de setembro no Anhembi.  Para maiores informações sobre a compra dos ingressos estão disponíveis um endereço eletrônico e um número celular. São eles: oftalmomusic@gmail.com / 99906.4443





O terceiro Oftalmo Music irá acontecer no Espaço Off Set, e contará novamente com a apresentação da Doctor’s Band, com participação especial da cantora Vanessa Jackson.



Médicos por profissão, músicos por paixão. A Doctor's Band nasceu do encontro do instinto musical com a dedicação em busca da música de qualidade. Tocando há 6 anos o que há de melhor na MPB, Bossa Nova e no Jazz os "médicos - músicos"  Otávio Gali (Baixo Acústico), Fernando Chaves (Piano/ Teclado), Marcelo Macedo (Sax/Flauta) junto com o músico André Travagin (Bateria) saem do consultório para trazer arranjos surpreendentes  para ouvintes atentos. Temas como "Wave", "Isn't she lovely"e "Cantaloup Island" figuram entre as opções do cardápio da noite, que muitas ganha um toque especial com a participação de músicos convidados.
Terceiro Oftalmo Music

Show da Doctor’s Band

Dia 20 de outubro, às 21h

Ingressos: R$ 40,00

vendidos no Stand da APOS no Congresso Brasileiro de Oftalmologia

que acontece de 12 a 15 de setembro no Anhembi e também no dia do evento

Parte da renda obtida com os

 ingressos será revertida para a APOS

Espaço Off Set

Rua Ferreira de Araújo, 589 – Pinheiros

Maiores informações:

oftalmomusic@gmail.com / 99906.4443



Sobre a APOS

A Associação Brasileira de Portadores de Olho Seco - APOS foi criada no dia 15 de julho de 2004, pela iniciativa de portadores de olho seco, familiares, médicos e apoio de empresas da área farmacêutica. A APOS tem parceria com os principais hospitais e universidades brasileiras e o apoio do Conselho Brasileiro de Oftalmologia, SOBLEC e apoio internacional do The Cornea Society e International e Ocular Surface Society.



A doença do olho seco afeta cerca de 30% da população em todo o mundo, mas  dados de uma pesquisa japonesa, americana cerca de 10% dos pacientes que chegam ao consultório. Muitas delas sofrem desnecessariamente porque não sabem que o problema tem solução, são incorretamente diagnosticadas ou não chegam a receber um tratamento adequado. Hoje, um diagnóstico correto com tratamento adequado pode ajudar a pessoa portadora da doença do olho seco a ter uma melhor qualidade de vida.



APOS

Associação Brasileira de Portadores de Olho Seco

www.apos.org.br

(11) 4107.0920