segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Lançamento - A mocinha do Mercado Central - Stella Maris Rezende



A mocinha do Mercado Central
Stella Maris Rezende


Páginas: 112


Maria Campos. Este era o nome completo da mocinha do interior de Minas Gerais. Pouco, pensava ela. Principalmente se comparado ao da amiga Valentina Vitória Mendes Teixeira Couto. Faltava-lhe o sobrenome do pai, já que fora concebida em uma circunstância trágica. Mas o que pode representar de fato um nome? Valentina, a quem Maria no princípio achara meio enxerida, e que acabou por se tornar uma grande amiga, sabia de cor o significado de todos eles. Da situação adversa, Maria tirou a ideia que a colocaria em uma sequência de aventuras: adotaria em cada lugar por onde passasse uma personalidade que correspondesse ao sentido do nome escolhido.


Este é o enredo do livro de Stella Maris Rezende, com ilustrações de Laurent Cardon e uma participação especial do ator Selton Mello, que não apenas faz a apresentação, como também aparece na história como referência afetiva para a personagem principal. A mocinha do Mercado Central tem a peculiaridade de se situar entre o romance, que narra o desenvolvimento de um protagonista, e uma sequência de contos que se desenrolam em diferentes cidades por onde ela passa. A obra fala da vida em uma fase de transformações, cheia de descobertas e desafios. Fala, em síntese, do desejo de liberdade que só é alcançado com a coragem de se reinventar a cada nova relação.

Mesmo estando em São Paulo, no Rio de Janeiro ou em Brasília, Maria nunca perde o jeito mineiro. E a narrativa de Stella Maris, cheia de lirismo e imaginação, mantém uma descrição vívida e realista das personagens e lugares, e garante a autora na tradição dos grandes prosadores das Gerais.

A AUTORA POR ELA MESMA

Nasci ali juntinho da Serra da Saudade
Minas Gerais, Dores do Indaiá
Meu nome, Stella Maris
Eu sou estrela-do-mar

Mestra em Literatura Brasileira pela Universidade de Brasília, sou professora, cantora, atriz, artista plástica, dramaturga, mas o que eu mais sou mesmo é escritora, uma contadeira de histórias fascinada pelas palavras e pelas entrelinhas.

Sou uma artista que lida com a magia da linguagem, as imagens, a imaginação, as metáforas, as ambiguidades, a mentira, a verdade, os mistérios, as delicadas e as terríveis perguntas da condição humana.

Tenho várias dezenas de livros publicados, entre romances, novelas, crônicas, contos, poemas e uma peça teatral, para o público adulto e o infanto-juvenil.

Tive a alegria de receber prêmios importantes: Prêmio Nacional de Literatura João-de-Barro (1986, 2001 e 2008), Prêmio Bienal Nestlé/categoria infanto-juvenil (1988), Altamente Recomendável para Jovens/FNLIJ para vários livros, Redescoberta da Literatura Brasileira/Revista Cult/categoria conto (2002), Menções Honrosas da Câmara Brasileira do Livro (1987 e 1988), Prêmio Fundação Biblioteca Nacional/ Bolsa para Autores com Obra em Fase de Conclusão (2007), Prêmio Literatura Para Todos/categoria conto/MEC/2008 e 3 indicações ao Jabuti. Meus livros são recomendados em revistas e catálogos de países latino-americanos e europeus. O livro mais premiado, Último dia de brincar (1987), está entre os melhores livros de Literatura Infantil do Século XX, Programa Nacional Biblioteca na Escola/FNDE/MEC. Em 2010 fui a ganhadora do Prêmio Barco a Vapor/Fundação SM.

No final dos anos 1970 e no início dos 80, interpretei a Fada Estrelazul do programa Carrossel, TV Manchete/Brasília, e a Tia Stella do programa Recreio, TV Record/Brasília.

Vivi parte da infância em Belo Horizonte.

Em 1962 me mudei para Brasília; fui pioneira na cidade do céu fulgurante.

Desde 2007 eu moro no Rio de Janeiro.

Com a oficina Letras Mágicas viajo pelo Brasil e por outros países de língua portuguesa, a convite de escolas, universidades, bibliotecas, centros culturais, congressos e feiras do livro. É muito bom ver crianças, jovens e adultos encantados com as Letras Mágicas que moram dentro deles.

Quem quer escrever, escreve.
Principalmente, se terminou de ler um livro maravilhoso.
Um livro maravilhoso escreve outros livros dentro da gente.
É preciso saber ler esses livros dentro da gente.

Eu disse que sou escritora.

Mas para que isso seja intenso e verdadeiro, sou leitora, a todo instante, de modo apaixonado, com angústia e com alegria, sou leitora, cada vez mais.


SAIBA MAIS EM
http://www.stellamarisrezende.com.br/index.php

visite
http://globolivros.globo.com/infantis.asp


Matéria sobre o dia do escritor realizada no dia 24/07/1998 com a escritora Stella Maris Rezende

UM LANÇAMENTO





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evento - Ciclo de Palestras - Estudando a Auto-Obsessão

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evento - musica - Música com Bebés & Papás


Música com Bebés & Papás

Com Indalécio Paiva
17 de Setembro de 2011

Bebés dos 2 meses aos 2 anos

Inscrições: 10 euros (bebé e acompanhante)

Sessão 1 – 10h às 10h45

Sessão 2 – 11h às 11h45

Fazer música com bebés & papás é antes de mais uma sessão de partilha e sociabilização.

Os bebés e respectivos acompanhantes são expostos a um ambiente musical rico, de qualidade, variado em timbres e estilos musicais, com vista à aquisição de um vocabulário e repertório musical.

A música e as histórias sonoras contadas transportam-nos para um mundo de fantasia, proporcionando momentos inesquecíveis. Através da observação, da imitação e da experimentação ao longo da sessão os bebés desenvolvem principalmente a percepção sensorial, a linguagem gestual, a coordenação motora e posteriormente e consequentemente, a construção de conceitos de propriedades do som como forte e fraco, rápido e lento, timbres, noção de pulsação, grave e agudo.


Expressão Musical

Crianças dos 3 aos 6 anos
Sábados

Turma I: 10h30 - 11h15

Turma II: 11h30 - 12h15

Início das Aulas: 8 Outubro 2011

Mensalidade: 20 euros

Email: clubeliterario@fla.pt


Atelier Instrumental I
Mensalidade: 50 euros
Iniciação Musical
Sábado, 13h45 - 14h30 (crianças dos 5 aos 10 anos)
Sábado, 13h45 - 14h45 (crianças/adolescentes dos 10aos 15 anos)
Instrumento: Guitarra, Violino ou Piano
Horário a marcar de acordo com a disponibilidade do aluno
Música em Conjunto: Coro Infanto-Juvenil
Sábado, 14h45 - 15h45

Atelier Instrumental II
Mensalidade: 35 euros
Iniciação Musical
Sábado, 13h45 - 14h30 (crianças dos 5 aos 10 anos)
Sábado, 13h45 - 14h45 (crianças/adolescentes dos 10aos 15 anos)
Instrumento: Guitarra, Violino ou Piano
Horário a marcar de acordo com a disponibilidade do aluno

Descrição: Descrição: Descrição: Descrição: logotipo_CLP.jpg



Clube Literário do Porto

Rua Nova da Alfândega, nº 22

4050-430 Porto

Tel. 222 089 228

Fax. 222 089 230

Email: clubeliterario@fla.pt

URL: www.clubeliterariodoporto.co.pt

BLOGUE: http://clubeliterariodoportofla.wordpress.com/

evento - teatro - CIDADE no Teatro José Maria Santos


A Cidade.

Clair quer ser beijada, mas não quando faz calor. Christopher consegue um emprego e, para comemorar, quer colocar todos num carro e pegar a rodovia na contramão. Jenny sofre com os seus sapatos e não sabe o porquê os está calçando.

Sob a superfície dos pequenos dramas de uma tradutora, um marido, uma filha e uma vizinha, Martin Crimp cria um enigmático jogo em que os piores pesadelos da vida cotidiana são sutilmente sugeridos, mas jamais chegam a ser completamente revelados.

FICHA TÉCNICA:

Autor: Martin Crimp

Elenco: Ana Carolina Lisboa

Letícia Guazzelli

Lilyan de Souza

Márcio Mattana

Tradução: Francisco Innocêncio

Pesquisador e Dramaturgista: Marcelo Bourscheid

Produção Executiva: Lilyan de Souza

Iluminação: Lucas Mattana

Cenário e Figurinos: Paulo Vinícius

Direção: Márcio Mattana

Realização: Inominável Cia. de Teatro

Tem post novo no Blog do Le-Heitor.


Tem post novo no Blog do Le-Heitor.

Heitor vive momentos de tensão em sua primeira luta política, a luta em defesa da sua biblioteca, e conta tudo no seu blog: http://blogdoleheitor.sintaxe.com.br

Notícia - Ex-constituintes participam do lançamento da revista Perseu nº6






Com as presenças dos ex-deputados constituintes José Genoino e Olívio Dutra, a FPA promoveu o lançamento da revista Perseu nº6, durante o Congresso. Esta edição da Perseu traz documentos, fotos e artigos sobre a participação do PT na Constituinte.


Revista PERSEU n° 6: História, Memória e Política


Aos leitores chega o sexto número de PERSEU: HISTÓRIA, MEMÓRIA E POLÍTICA. Quando lançamos o edital de chamada de textos para este número, sob o tema “República, Trabalhadores e Direitos Sociais na América Latina” não poderíamos supor a calorosa acolhida que ele recebeu por parte dos pesquisadores. O significativo número de contribuições de qualidade que chegou, nos proporcionou a convicção de que se consolida e solidifica o papel de PERSEU como espaço dedicado a pensar e a fazer a história do ponto do vista da esquerda e dos trabalhadores.

Assim, este sexto número de PERSEU, em seu Dossiê apresenta três textos. O primeiro traz uma reflexão sobre a importância do trabalhismo anterior a 1964, que combina a adesão à democracia com a luta pelas reformas estruturais, a mobilização de massas com a ação institucional. O segundo discute a experiência dos Cordones Industriales chilenos na época do governo da Unidade Popular (UP), sob a presidência de Salvador Allende, iluminando novas formas de atuação política dos trabalhadores. E o último deles discute o movimento comunitário urbano de favelas na cidade do Rio de Janeiro e suas transformações em meio ao processo de redemocratização do Brasil nos anos 1980. Ao Dossiê segue o usual conjunto documental e iconográfico – fundado no rico acervo do Centro Sérgio Buarque de Holanda da Fundação Perseu Abramo, e publicado desde o seu primeiro número – e que neste número vem dedicado ao Partido dos Trabalhadores (PT) e à Constituinte, trazendo documentação que cobre o período de 1985 a 1988.



evento - Curso realiza travessia pela arte contemporânea brasileira



Curso realiza travessia pela arte contemporânea brasileira, entre 1970 e o início do século XXI



Realizar uma travessia pela arte contemporânea brasileira, entre os anos 1970 e a primeira década do século XXI, através de temas que estabelecem diálogos pertinentes entre distintas gerações de artistas, apontando contribuições significativas para o estudo e a experimentação de suportes no campo das artes visuais brasileiras.

É este o objetivo do curso "Paralelos: um panorama da arte contemporânea brasileira", a ser ministrado pelo professor carioca Felipe Scovino, no auditório do Centro Cultural Banco do Nordeste-Fortaleza (rua Floriano Peixoto, 941 - 3º andar - Centro - fone: (85) 3464.3108).

Com inscrições gratuitas - na recepção do Centro Cultural ou pelo e-mail cultura@bnb.gov.br -, o curso acontecerá no período de 20 (terça-feira) a 23 (sexta-feira) deste mês, no horário de 14h às 17h.

Veja a seguir a sinopse do curso:



Primeiro Dia (terça-feira, 20)

* Arte sonora, um breve panorama sobre as convergências entre arte e som no Brasil:

Uma travessia de obras que convergem arte e som realizadas entre 1970 e 2010, em contato com um campo experimental que envolve obras de Cildo Meireles, Tunga, Antônio Dias, Chelpa Ferro, Paulo Vivacqua, entre outros.



Segundo Dia (quarta-feira, 21)

* Experimentações pictóricas:

Nos últimos 40 anos, fomos assombrados pelo tema da morte da pintura, entretanto a arte brasileira foi pródiga em manifestar a pintura como meio de experimentação. Contatos com diálogos entre as monotipias de Carlos Vergara, os suportes inventivos utilizados por Leda Catunda ou Adriana Varejão e a investigação dos artistas da Casa 7 ou de Luiz Zerbini.



Terceiro Dia (quinta-feira, 22)

* Formas de enfrentamento: arte, política e identidade:

No ano 1970, a ditadura era o "tema" de ordem, em maior ou menor grau, para os artistas, nos anos de 1990 e 2000, o processo de globalização provocou o rompimento da associação imediata entre lugar, identidade e cultura.

Fazem parte desse estudo obras de Antonio Dias, Antonio Manuel, Artur Barrio, Carlos Zílio, Ivens Machado, Nelson Leiner, Paulo Bruscky, Ronaldo Duarte, Rosângela Rennó, Renata Lucas, entre outros.



Quarto Dia (sexta-feira, 23)

* Em trânsito:

O estado de invenção da arte brasileira passa por confluências, choques e apropriações entre os suportes. Em obras que permitem a ampliação de seus termos "de origem" (pintura, escultura e objeto), tomaremos contato com novas práticas e alargamentos do objeto de arte, em um ambiente de reflexão que permitirá contatos entre artistas de distintas gerações. Obras de artistas como Ernesto Neto, Felipe Cohen, Jac Leirner, José Damasceno, José Resende, Marcius Galan, Nelson Felix, Nelson Leirner, Waltercio Caldas, entre outros, serão apresentadas e discutidas.



Trajetória do professor

Felipe Scovino é professor da Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro e curador. É autor dos livros Arquivo Contemporâneo (7Letras, 2009), Cildo Meireles (Azougue Editorial, 2009) e Carlos Zílio (Museu de Arte Contemporânea de Niterói, 2010). É co-autor de Coletivos (Circuito, 2010). Foi ganhador da bolsa de estímulo à produção crítica (Minc/Funarte) em 2008.

Lançamento - Genética: escolhas que nossos avós não faziam de Mayana Zatz


Genética: escolhas que nossos avós não faziam
de Mayana Zatz

Páginas: 202


O que você faria se pudesse escolher o sexo do seu filho? Impedir que ele tenha uma doença grave selecionando seus genes – mesmo que seja depois de adulto? O que os avanços da engenharia genética nos reserva para o futuro? Até onde podemos – ou queremos ir – com a escolha de embriões, células-tronco, testes de DNA, clonagem? São questões modernas que mais cedo ou mais tarde baterão à nossa porta, e que a bióloga e geneticista brasileira Mayana Zatz procura levantar nesse livro original e humano – "GenÉtica: escolhas que nossos avós não faziam" (assim mesmo, com “e” maiúsculo, para chamar a atenção para a outra face da evolução da ciência).

Mayana, que é uma pesquisadora da USP conhecida internacionalmente, e participou ativamente da aprovação pelo Congresso Nacional das pesquisas com células-tronco embrionárias, traz um pouco de sua experiência para o cotidiano das pessoas. As histórias por ela relatadas poderiam ocorrer com qualquer um de nós – porém, no estágio atual do nosso conhecimento, nossas respostas nem sempre serão as mesmas.

“Este livro é uma bomba em todas as certezas acomodadas, ele coloca problemas, página a página, frente aos quais nossa bulas de bem viver entram em parafuso.A Genética está para o século XXI assim como a Física esteve para o século XX. Os avanços da Genética deixam para trás uma forma de viver e geram problemas de ordem ética que não podem, curiosamente, ser resolvidos geneticamente.” É o que diz o médico e psiquiatra Jorge Forbe no prefácio.

Como observa a especialista em Biodireito, Adriana Diaféria, que também comenta a publicação: “O livro nos mostra claramente diversas questões não só da relação do ser humano consigo mesmo, mas principalmente na ruptura de dogmas - como o caso da reprodução a partir de células somáticas e a manipulação, congelamento e o descarte de embriões, dentre tantos outros -, retomando a necessidade de se revitalizar as mais tradicionais questões filosóficas. Questões como: O que é a vida? O que somos? O que desejamos ser? estão presentes nessa discussão. “

A importância de "GenÉtica: escolhas que nossos avós não faziam" é diretamente proporcional à relevância e às implicações dos assuntos que o livro aborda, e ao impacto potencial de suas consequências para nossas vidas, tanto em termos práticos quanto de visão de mundo. Da lista de seus capítulos emerge um quadro sinótico, senão de um admirável mundo novo, de uma parte tão admirável quanto nova de nosso próprio mundo: paternidade ou o direito de não saber; confidencialidade; diagnóstico pré-natal; gêmeos, trigêmeos e mais; menino, menina e o que você faria se pudesse escolher; embriões salvadores; projeto Genoma; loira ou morena, alta ou baixa, atleta ou cientista; pesquisas com células-tronco; bancos de cordão umbilical; testes de DNA na farmácia; clonagem e o que nos reserva o futuro. E já nos envolve o presente, numa discussão que implica, acima de tudo, em escolhas. Escolhas culturais, escolhas políticas, escolhas jurídicas, escolhas familiares, escolhas pessoais. Em todo caso, escolhas obrigatórias. De um tipo que nossos avós não podiam fazer, e que nós não poderemos evitar. Melhor começar a se informar.

Com capítulos curtos em linguagem clara e até mesmo divertida (pois as questões já são complexas o suficiente), o livro oferece ainda duas preciosas ferramentas adicionais: um verdadeiro minidicionário com os principais termos e expressões envolvidos (“Para entender melhor”) e uma lista de sites úteis (além de bibliografia especializada). E conta com uma apresentação de Dráuzio Varela, que não esconde seu entusiasmo com a leitura: "A noite em que comecei a ler o livro, quase perdi a hora de levantar.As histórias que ele conta são tão instigantes que fica difícil parar de pensar nelas."

A AUTORA
Naturalizada brasileira, Mayana Zatz, nasceu no dia 16 de julho de 1947, em Tel Aviv, Israel. Bióloga molecular, ela é professora do Departamento de Biologia do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo. Desde 2005, exerce o cargo de pró-reitora de pesquisa da USP.

Pesquisadora renomada em genética humana, com contribuições principalmente no campo de doenças neuromusculares em que é pioneira, atualmente seu laboratório no Centro de Estudos do Genoma Humano da USP também realiza relevantes pesquisas no campo de células-tronco. Mayana já publicou mais de 280 trabalhos científicos.



Provocações - Mayana Zatz

UM LANÇAMENTO

Artigo - Correspondência Bhaktivedanta: Dr. Mohapatra


Nesta segunda de oito correspondências de Prabhupada selecionadas para publicação no Amigos de Krishna, lemos um excerto da carta de Srila Prabhupada datada de 21 de março de 1976, endereçada ao Sr. Chittaranjan Mohapatra, Mayapur. Nesta carta, Srila Prabhupada enfatiza a importância de sanarmos nossas dúvidas sobre a nossa posição e a posição de Krsna com base na autoridade das escrituras reveladas. Exemplarmente tendo as escrituras por base, Prabhupada responde às perguntas: “Por que devemos sacrificar tudo por Krsna? O que é sacrifício?” e “Como podemos abandonar a atração pelo sexo oposto?”.

leia em
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Lançamento - Os últimos passos de um vencedor de José Roberto Burnier


Os últimos passos de um vencedor
de José Roberto Burnier


Páginas: 256

Para quem gosta de nossa história recente e de jornalismo com alma!

O experiente repórter José Roberto Burnier acompanhou de perto os cinco últimos anos do ex-vice-presidente da República. Nesse período, estabeleceu uma relação de amizade e confiança com José Alencar, convivendo mais com ele, seus familiares e médicos que com a própria família — no momento de sua morte, Burnier era o único jornalista dentro do Hospital Sírio-Libanês e foi o primeiro a anunciar seu falecimento, em rede nacional, quando a emoção precisou ser controlada, e o repórter então prevaleceu sobre o amigo e admirador.

Burnier reconstrói, a partir de depoimentos do próprio Alencar e de vasta pesquisa, o vitorioso caminho percorrido pelo garoto pobre que se tornou empresário bem-sucedido e vice-presidente da República. Além disso, traz informações inéditas e exclusivas sobre a doença e a morte do vice-presidente, confirmando que, além de um inesquecível exemplo de amor à vida, José Alencar foi um vencedor.



O AUTOR
José Roberto Burnier - O jornalista trabalha há 27 anos na TV Globo e, quando era correspondente na Argentina, ajudou a desenvolver, com Marcos Losekann e Caco Barcelos, um "kit" que dispensa a presença de cinegrafista. Começou na retransmissora da Globo em Campinas.


Jô Soares entrevista José Roberto Burnier 13/09/2010

UM LANÇAMENTO