sexta-feira, 23 de julho de 2010

Prêmio Comunique-se 2010 é lançado com o tema “Jornalista, o lutador’’

A edição 2010 do Prêmio Comunique-se foi lançada nesta terça-feira (20/07) em almoço com jornalistas, em São Paulo. Este ano, a premiação conta com o tema "Jornalista, o lutador", em homenagem aos profissionais que batalham diariamente pra levar a informação ao público.

De acordo com o presidente do Comunique-se, Rodrigo Azevedo, a escolha de um tema deixa a festa mais descontraída a cada ano. Azevedo destacou a escolha do tema deste ano. "A brincadeira é porque ser jornalista é uma luta diária. O jornalista tem que ser um lutador", enfatizou.

Nesta edição, o prêmio conta com o patrocínio da Ambev, Coral, Embraer, Grupo O Boticário, Itaú, Light, Oracle, Petrobras, Souza Cruz e Tim, e o apoio de O Estado de S. Paulo, O Lance, Jornalistas & Cia, revista RI, Salem e Hotel Transamérica. A auditoria será feita pela Deloitte e a produção da festa pela Miksom.

Indicações
Até o dia 30/07, os internautas cadastrados no portal Comunique-se poderão indicar os nomes de seus jornalistas preferidos em 13 categorias. No dia 10/08, a lista com os indicados que disputarão a segunda fase será divulgada http://votacao.premiocomunique-se.com.br/Login.aspx

A viola brasileira de Fernando Deghi na CAIXA Cultural Curitiba






A Série Solo Música apresenta o músico paulista





A Série Solo Música apresenta o músico paulista Fernando Deghi, no dia 27 de julho de 2010. A viola brasileira, também chamada de viola caipira ou sertaneja, é o instrumento que o acompanha na sessão solo no Teatro da CAIXA.



Fernando Deghi é compositor, instrumentista de viola, arranjador, pesquisador e cineasta. Trabalha com a pesquisa etno-musical da viola e suas origens e desenvolve um importante trabalho na divulgação do instrumento, explorando as suas diversas possibilidades e, sobretudo, as afinações possíveis. Desde 2003, Fernando Deghi começou a aparecer na mídia europeia, e hoje soma concertos em pelo menos 14 cidades de Portugal e também na Espanha. Participou do Festival D’Ille de France, no ano do Brasil na França. Em 2005 participou do 4X Brasil ao lado de Hermeto Pascoal, Francis Hime, Renato Borghetti e Zeca Collares.



Em outros projetos, participou como ator e músico na novela “Escrava Isaura” e como compositor para a trilha sonora da novela “Bicho do Mato”, ambas da Rede Record. É autor dos livros “Viola brasileira e suas possibilidades” (2001), “Ensaios para a viola brasileira” (2003), “Iniciação a arte da viola brasileira (2007), “Brasil das Ibérias” (2010) e “Ensino à distância de viola”. Possui três CDs gravados: “Violeiro Andante” (2000), “Brasil Violado” (2004) e “Brasil das Ibérias” (2010)



O músico tem um trabalho voltado especificamente para a viola brasileira, que descende das violas portuguesas, oriundas de instrumentos árabes como o alaúde. A viola caipira tem características muito semelhantes ao violão, tanto no formato quanto na disposição das cordas e acústica, porém é menor e com diversos tipos de afinação. O instrumento é popular especialemente no interior do Brasil, sendo um dos simbolos da música popular brasileira. A característica que destaca a viola dos demais instrumentos de corda é que o ponteio da viola utiliza muito as cordas soltas, originando um som forte e sem distorções. A disposição das cordas da viola é bem específica: 10 cordas dispostas em 5 pares.



Série Solo Música



A Série Solo Música consiste na apresentação de um recital por mês, em que são exibidas apresentações raras. Os artistas trazem para o projeto instrumentos dificilmente mostrados em outras programações culturais.



A série apresenta novidades nesta temporada do projeto. Os músicos apresentarão palestras e workshops como extensão do evento, ultrapassando o limite do show e disseminando conhecimento e informações. Esta é a segunda temporada e já participaram Toninho Ferraguti (sanfona), Luhli (violão e voz), o inglês Ravi Justin Freeman (canto difônico e kora), Alberto Marsicano (sitar) e Fernando Deddos (eufônio).



Serviço



Série Solo Música – Fernando Deghi – viola brasileira

Local: Teatro da CAIXA

Endereço: Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro – Curitiba/PR

Data: 27 de julho

Horários: terça 20h30

Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (meia – conforme legislação e clientes CAIXA) e 20% de desconto para o Clube do Assinante Gazeta do Povo

Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a quinta, das 12 às 19h, sexta, das 12 às 21h, sábados das 16 às 21h e domingo, das 16 às 19h)

Classificação etária: Livre para todos os públicos

Lotação máxima do teatro: 125 lugares (02 para cadeirantes)

www.caixa.gov.br/caixacultural

PROGRAMAÇÃO CINEMA CURITIBA

PROGRAMAÇÃO:



CINEMATECA - Sala Groff

Rua Carlos Cavalcanti nº 1174 fone 41 3321-3252 (diariamente das 09h às 12h e das 14h às 22h30 – sábados e domingos das 14h30 às 22h30) www.fundacaoculturaldecuritiba.com.br



O QUE RESTA DO TEMPO (The time that Remains) -França/Bélgica/Itália/Reino Unido, 2009 – 109’ – 35mm. Direção de Elia Suleiman. Elenco: Elia Suleiman, Saleh Bakri, Samar Qudha Tanus, Shafika Bajjali.



Filme semi-biográfico, em quatro episódios, sobre a família do diretor palestino Elia Suleiman, desde 1948 até os anos atuais. O filme é inspirado nos diários particulares de seu pai, desde a época em que ele se tornou um combatente da resistência, em 1948, e também nas cartas da mãe de Suleiman, que foram deixadas aos membros da família obrigados a abandonar o país. Combinada com as memórias íntimas do diretor e a de seus pais, o filme tenta retratar a vida diária dos palestinos que permaneceram e foram marcados como "árabes israelenses” , vivendo como minoria em sua própria terra. Classificação 14 anos

Sessões às 15h45, 18h e 20h

Dia 26, sessões somente às 15h45 e 18h

Dia 29, sessão somente às 15h45

Ingresso pago: R$5,00 (inteira)

R$2,50 (meia)

R$1,00 (aos domingos)





Volta às Telas

Mostra do “Programa 1” dos Filmes Restaurados do Acervo da Cinemateca de Curitiba

Classificação livre para o programa



O programa Volta às Telas é um trabalho de resgate e preservação da memória cinematográfica do Paraná. O trabalho de recuperação de diversos filmes de curta duração, cinejornais, imagens documentais realizadas no Paraná entre as décadas de 1920 a 1950 – pertencentes ao acervo da Fundação Cultural de Curitiba, preservado na Cinemateca - foi realizado em parceria com a Cinemateca Brasileira (SP), com projeto viabilizado pela Lei Rouanet/Ministério da Cultura e patrocínio da Petrobrás. Do original negativo em nitrato 35mm, as imagens, por meio do processo de contratipagem, ganharam cópias novas em película, e podem ser transcritas para DVD

São imagens relacionadas a aspectos comportamental, social, militar, político e artístico-cultural da vida paranaense. Disponíveis aos pesquisadores e à população, transformam-se em ferramenta de estudo da história paranaense e brasileira.



Programa 1 ( Duração do programa 55’)



Cine Jornal nº 3 – sonoro. Duração 9’.

- Curitiba recebe a visita do ministro da Suíça Dr. Henry Vallaton;

- Corrida do “Fogo simbólico da pátria” no território do Paraná / Corredores na estrada chegam ao Centro de Curitiba / Palanque com autoridades / Solenidade;

- Exposição em Curitiba do artista Poty Lazarotto;

- Polícia do Estado do Paraná comemora 90 anos em 10/08/1944;

- Grupo anexo à escola de professores;

- Acampamento do CPOR em Curitiba / Manobra de artilharia.



O Linho no Paraná – Groff – mudo. Duração 6’30”

- Região da colônia Cruz Machado – onde fixaram-se os colonos poloneses;

- Vista geral – casas de madeira;

- Cultivo do linho;

- Tecelagem doméstica, teares e fiadeiras construídas pelos colonos;

- Governo Manoel Ribas constrói rodovia e ponte sobre o Rio Iguaçu;

- II Exposição do linho paranaense em Curitiba – artigos manufaturados.



Cine Jornal nº 11 – Curitiba e Porto Alegre – sonoro. Duração 5’

- Honra ao mérito – condecoração de dois heróis da F.E.B. / Soldados no campo / Manobras de guerra;

- Conferência de governadores em Porto Alegre;

- Educandário de Curitiba em festa.



As Manobras Militares no Paraná – mudo. Duração 9’

- 5ª Região Militar sob o comando do General Nepomuceno da Costa – encerramento do ano com realização de manobras;

- Tropas de Curitiba - acampamento na Fazenda Roseira, município de São José dos Pinhais;

- Guarnições de Castro e Ponta Grossa, nos Campos Gerais, proximidades de Carambeí.

- Soldados retornando ao Centro de Curitiba.



Tricentenário de Paranaguá – sonoro. Duração 10’

- Vista da cidade / Principais ruas / Praças;

- Porto de Paranaguá / Autoridades;

- Descerramento de placa comemorativa / Solenidade;

- Museu / Exposição de quadros / Desfile.



L’Etat du Paraná – Deuxieme Section – mudo. Duração 8’



Cine Jornal nº 4 – sonoro. Duração 7’30”

- Cultura do trigo no Paraná – carro entrando numa fazenda / trigal / colheita com máquinas agrícolas / autoridades;

- Último expediente, de 1944, no Palácio São Francisco;

- 1º Aniversário da Casa do Pequeno Jornaleiro;

- Condecoração ao interventor Manoel Ribas e o capitão Aquiles Pimpão pelo Governo da República do Paraguai.

Dia 26, às 20h – entrada franca







Lançamento de curta-metragem:



Debate e lançamento do Filme Meu Medo de Murilo Hauser, na programação do Ciclo de Debates.

MEU MEDO (BR/PR, 2010 – 35mm – 11’ - animação). Direção, roteiro, direção de fotografia, montagem e produção executiva de Murilo Hauser. Direção de arte, roteiro, design de personagem, cenários e texturas de Henrique Martins. Modelagem, textura, iluminação e composição: Frederico Machuca. Animação de personagem: Zé Alexandre. Baseado em história original: Henrique Martins, Fabiano Vianna. Mixagem de Som: Alessandro Laroca. Edição de som: Eduardo Virmond Lima



Meu Medo se constrói a partir de lembranças de histórias contadas pelos avós, histórias de fantasmas que deixavam crianças acordadas durante a noite, aterrorizadas com aqueles barulhos nascidos das entranhas de velhas casas e que de dia poderiam nem ser notados. Fala sobre o medo infantil de estar sendo vigiado por monstros escondidos nas paredes e o medo adulto de estar sozinho e vice-versa. Classificação livre

Dia 29, às 20h – entrada franca

O Poder do Santo Nome







Verso 1.1.9 do Sri Brhad-Bhagavatamrta, de Sanatana Gosvami. Comentário de Gopiparanadhana prabhu com base no comentário Dig-darsini.

Em homenagem a Sua Graça Aindra prabhu.



jayati jayati namananda-rupam murarer

viramita-nija-dharma-dhyana-pujadi-yatnam

katham api sakrd attam mukti-dam praninam yat

paramam amrtam ekam jivanam bhusanam me



jayati jayati—todas as glórias, todas as glórias; nama-ananda—como o nome completamente extático; rupam—à forma; murareh—do Senhor Murari (Krsna); viramita—abandonando; nija—pessoais; dharma—deveres sociais; dhyana—meditação; puja-adi—adoração ritual e assim por diante; yatnam—os esforços; katham api—de uma maneira ou outra; sakrt—uma única vez; attam—adotado; mukti-dam—dando a liberação; praninam—às entidades vivas; yat—que; paramam—o maior; amrtam—o néctar eterno; ekam—o único; jiva­nam—meio de subsistência; bhusanam—ornamento; me—meus.



Todas as glórias, todas as glórias ao Senhor Murari na forma de Seu nome completamente extático! Se qualquer ser vivo deixa de lado afazeres como a meditação, a adoração ritual e os deveres sociais e, mesmo que uma só vez, vale-se do santo nome do Senhor, o nome conceder-lhe-á a liberação. Esse santo nome é a maior fonte de prazer eterno, e é a minha própria vida, meu ornamento.



COMENTÁRIO: Entre as várias práticas do serviço devocional, a mais importante é o cantar dos santos nomes do Senhor. O cantar do nome do Senhor é ananda-rupam, pura bem-aventurança, porque faz com que o êxtase nasça no coração. Cantar os santos nomes também é ananda-rupam no sentido de que se trata da essência do êxtase e no sentido de que torna extático tudo o que toca.



Neste verso, o autor novamente repete a exclamação jayati, indicando que o hari-nama, o nome do Senhor, é a mais grandiosa manifestação da atratividade e da misericórdia do Senhor Supremo. Aquele que compreende verdadeiramente o valor do hari-nama escolherá confiar no cantar do hari-nama ao invés de o fazer em relação a outros tipos de empenhos espirituais. Observar deveres prescritos dentro do sistema varnasrama é problemático. Aqueles que perderam o interesse nos deveres ritualísticos do varnasrama cultivam a meditação ióguica, quer visando a perfeição impessoal, quer visando o serviço devocional; em ambos os casos, entretanto, também se trata de algo problemático, dado que envolve a dificuldade de subjugar a mente e os sentidos. Adorar a Deidade do Senhor é problemático porque o adorador deve purificar todos os artigos a serem oferecidos, bem como seu próprio corpo e o seu coração. Igualmente problemáticas são as demais práticas devocionais, como a prática de ouvir, a qual só pode ser corretamente observada após o atendimento de difíceis prerrequisitos, como aquele de encontrar um Vaisnava devidamente qualificado para de quem ouvir. Por conseguinte, deixando de lado a preocupação atinente ao sucesso nesses métodos, um devoto inteligente simplesmente focará sua atenção no hari-nama, em conseqüência do que logrará facilmente os resultados de todos os outros métodos.



Devahuti, a mãe do Senhor Kapiladeva, confirma isto em uma oração ao seu filho:



aho bata sva-paco ’to gariyan

yaj-jihvagre vartate nama tubhyam

tepus tapas te juhuvuh sasnur arya

brahmanucur nama grnanti ye te



“Oh, quão gloriosos são aqueles cujas línguas estão cantando Vosso santo nome! Mesmo se nascidos em famílias de comedores de cachorro, tais pessoas são adoráveis. Aqueles que cantam o santo nome de Vossa Senhoria devem ter executado todos os tipos de austeridades e sacrifícios de fogo e obtido todas as boas maneiras dos arianos. Para estarem cantando o santo nome de Vossa Senhoria, devem ter-se banhando nos lugares sagrados de peregrinação, estudado os Vedas e feito tudo o que é requerido”. (Bhagavatam 3.33.7)



Similarmente, no Sri Visnu Purana (6.2.17), encontramos a seguinte declaração:



dhyayan krte yajan yajnais

tretayam dvapare ’rcayan

yad apnoti tad apnoti

kalau sankirtya kesavam



“O que se obtinha, na era de Krta, por meio da meditação; na era de Treta, por meio de sacrifícios ritualísticos; e, na era de Dvapara, por meio da adoração à Deidade do Senhor; é obtido na era de Kali por meio do cantar sonoro dos nomes de Kesava”.



Uma pessoa questionadora talvez duvide da facilidade do sucesso mediante o hari-nama: “A pessoa talvez logre crédito religioso, sucesso econômico e desfrute material através do hari-nama”, pode ser que diga, “mas a liberação é algo diferente. A liberação só pode ser alcançada por aqueles que são espiritualmente qualificados. Na melhor das hipóteses, os devotos que cantam o hari-nama com perfeita fé e perfeita devoção talvez obtenham a liberação após longa prática”. Srila Sanatana Gosvami refuta este questionamento declarando que, se alguma entidade viva, mesmo que uma única vez, cante o nome do Senhor Hari – mesmo que desintencionalmente ou em escárnio, gracejo ou em aflição material –, o santo nome certamente agraciará essa pessoa com a liberação. Esse cantar pode ser feito sem compreensão verdadeira – ele pode ser um mero reflexo ou sombra (namabhasa) –, mas, ainda assim, ele redundará na liberação. O Srimad-Bhagavatam confirma isso repetidamente:



etavatalam agha-nirharanaya pumsam

sankirtanam bhagavato guna-karma-namnam

vikrusya putram aghavan yad ajamilo ’pi

narayaneti mriyamana iyaya muktim



“A pessoa é facilmente liberta de todas as reações pecaminosas através do cantar do santo nome do Senhor e do cantar de Suas qualidades e atividades. Trata-se do único processo recomendado para a libertação das reações pecaminosas. Mesmo se a pessoa cantar o santo nome do Senhor com pronúncia imprópria, ela se verá livre do condicionamento material caso cante sem ofensas. Ajamila, por exemplo, era extremamente pecaminoso, mas, enquanto morria, ele simplesmente cantou o santo nome, e, conquanto estivesse a chamar por seu filho, obteve completa liberação, pois se lembrou do nome de Narayana”. (Bhagavatam 6.3.24)



citram vidura-vigatah sakrd adadita

yan-namadheyam adhuna sa jahati bandham



“É maravilhoso que mesmo uma pessoa fora da jurisdição das quatro castas – em outras palavras, um intocável – livre-se imediatamente do condicionamento da existência material caso profira o santo nome do Senhor mesmo que uma vez”. (Bhagavatam 5.1.35)



yan-nama-sakrc-chravanat

pukkaso ’pi vimucyate samsarat



“Pela mera audição do santo nome de Vossa Senhoria por uma única vez, mesmo os candalas, os homens da classe mais baixa, livram-se de toda contaminação material”. (Bhagavatam 6.16.44)



O Prabhasa-khanda do Skanda Purana também afirma:



madhura-madhuram etan mangalam mangalanam

sakala-nigama-valli-sat-phalam cit-svarupam

sakrd api parigitam sraddhaya helaya va

bhrgu-vara nara-matram tarayet krsna-nama



“Ó melhor da dinastia Bhrgu, o santo nome de Krsna é a mais doce doçura e a mais auspiciosa auspiciosidade. Ele é o fruto transcendental de todos os Vedas, e é puramente espiritual. Quem quer que o cante mesmo que uma vez, com fé ou com desdém, é liberado”.



Embora, de maneira geral, pensemos que o cantar é função da língua, todas as faculdades conscientes podem se ocupar com o hari-nama. A mente pode contemplar as sílabas dos nomes do Senhor e seus significados, e os sentidos externos podem interagir com o hari-nama cada um à sua maneira. A fala e a audição estão obviamente envolvidas no hari-nama, mas o sentido do tato também pode sentir o nome escrito com barro sagrado no próprio corpo, os olhos podem ver o nome escrito em vários lugares, as mãos e pernas podem trabalhar para carregar um estandarte gravado com o nome, e assim por diante.



Ao fim deste verso, Srila Sanatana descreve sua própria relação com o hari-nama. Ele lhe é tudo. Nada mais importa. Para ele, o hari-nama é o néctar da imortalidade, a felicidade da verdadeira liberação. Incontáveis vezes mais grandioso do que a satisfação da mukti impessoal, o hari-nama também é mais grandioso do que a bem-aventurança de Vaikuntha. Ele é mais doce do que todas as outras coisas atrativas. Trata-se da própria vida de Sanatana Gosvami, seu único ornamento, um reservatório ilimitado de auspiciosidade, todo o foco de sua atenção.





Tradução de Bhagavan dasa (DvS) e revisão de Prema-vardhana devi dasi (DvS) – Outras traduções disponíveis em www.devocionais.xpg.com.br


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Grêmio Espanhol promove a primeira “Feira de Santiago - Arte e Cultura Flamenca”

Nos dias 24 e 25 de julho, sábado e domingo, o Grêmio Espanhol, única colônia de espanhóis em Minas Gerais, promove a primeira edição da “Feira de Santiago - Arte e Cultura Flamenca’. Na programação do evento, diversas oficinas de canto e dança, exposições, feiras de artigos flamencos, comida espanhola típica com o restaurante “El Bocadillo” e mostra coreográfica com diversos grupos e escolas de flamenco. O evento conta com o apoio do Instituto Cervantes de Belo Horizonte.



Entre os artistas convidados estão a dançarina de flamenco Mariana Abreu, graduada em Artes Corporais na Unicamp e diretora do Estúdio Soniquete Arte Flamenca em Campinas; a cantora e dançarina de flamenco Tiza Harbas, que atua profissionalmente desde 1999 em shows pelo Brasil e exterior e gravou tema para a trilha sonora do filme “Meu nome não é Johnny”, de Mauro Lima. E ainda o músico especializado em guitarra flamenca, Allan Harbas, que realizou arranjos e adaptações de trilhas musicais para diversos espetáculos e criou e gravou a música “Me llevaste”, também da trilha sonora do filme “ Meu nome não é Johnny”.



O objetivo do evento é aproximar os espanhóis que residem em Minas Gerais e dar início às comemorações do primeiro centenário do grêmio, que acontecerá em fevereiro de 2011.



Programação:



Sábado – 24 de julho



10h às 22h – Exposição de Frederico García Lorca

9h às 10h30 – Oficina Patada Tangos –Tiza Harbas

10h45h às 12h15h– Oficina Patada Bulería - Mariana Abreu

13h30 às 15h30 – Oficina Técnica Corpo e Pés – Mariana Abreu

16h às 18h – Oficina Técnica Corpo e Pés – Mariana Abreu

20h30 – Desfile de moda flamenca elaborado pela Danza Flamenca

21h – Dança flamenca com as escolas e profissionais de Belo Horizonte

22h30 - Violão Clássico com Rômulo Salobreña

23h – Show de Mariana Abreu, Tiza Harbas e Allan Harbas.



Domingo – 25 de Julho



9hs às 18h – Exposição de Frederico García Lorca

9h às 10h30 – Oficina Soleá – Mariana Abreu

10h45 às 12h15 – Oficina Alboreá - Tiza Harbas

13h30 às 15h30 – Oficina Introdução Técnica do Cante Flamenco – Tiza Harbas

13h – Execução dos Hinos Nacionais do Brasil e Espanha

13h30 – Discurso do Presidente

13h45h às 14h30 – Benção Religiosa

14h45 – Apresentação do Grupo de Gaiteiros do Grêmio Espanhol

15h - Desfile de moda flamenca elaborado pela Danza Flamenca

15h30 - Violão Clássico com Rômulo Salobreña e Orquestra Fundação Clóvis Salgado

16hs- Dança flamenca com as escolas e profissionais de Belo Horizonte

18h – Show de Mariana Abreu, Tiza Harbas e Allan Harbas.



Expositores confirmados:



Dona Danza; La Flamenca; Riatitá; Flô Artesanato; Danza Flamenca; Así se Baila; Candelas Velas Artísticas e Lulu Arte Biscuit; Lunares; Ramírez; Confeitaria Bonequinha Preta.



Sobre o Grêmio Espanhol de Socorros Mútuos e Instrução



Fundado em fevereiro de 1911, o Grêmio Espanhol de Socorros Mútuos e Instrução foi criado por espanhóis que chegaram vindos de aldeias, paróquias e outras partes do país que almejavam formar uma sociedade que agrupasse todos os espanhóis residentes em Belo Horizonte para, juntos, reviverem lembranças e experiências de seu país de origem.



Serviço

Evento: Feria de Santiago - Arte e Cultura Flamenca

Data: Dias 24 e 25 de julho, sábado e domingo

Horário: Sábado, de 09h às 23h; Domingo, de 09h às 18h.

Local: Grêmio Espanhol de Socorros Mútuos e Instrução (Avenida Xangrilá, 50 – Pampulha. Belo Horizonte – MG)

Entrada: Convite individual (por dia) – R$ 20,00

Mesa para quatro pessoas (por dia) – R$ 60,00

Passaporte - Mesa para os dois dias – R$ 90,00

Venda antecipada na Secretaria do Grêmio Espanhol - Avenida Olegário Maciel, 454 – sala 02 – Centro. Belo Horizonte – MG

Informações: (31) 3201-2689 / (31) 9361-8489

Apoio Institucional: Instituto Cervantes

terça-feira, 20 de julho de 2010

Lançamento




Casa Hoffmann apresenta performance coreográfica de Vera Sala

A artista traz o espetáculo “Pequenas Mortes”, apoiado pelo Prêmio Funarte de Dança. As apresentações acontecem de quinta-feira a sábado (22 a 24), às 20h, e domingo (25), às 19h.



O espetáculo “Pequenas Mortes”, uma instalação coreográfica da pesquisadora em dança Vera Sala, estará em cartaz na Casa Hoffmann – Centro de Estudos do Movimento nesta semana, de 22 a 25 de julho. Projeto apoiado pelo Prêmio Funarte de Dança, “Pequenas Mortes” resulta de uma síntese do corpo em movimento refletido em vidros, metais e chapas de inox espelhadas, côncavas e convexas. O reflexo do corpo nas chapas produz imagens de corpos fragmentados e distorcidos.

O ambiente para esta pesquisa corporal foi formado e dimensionado pela coreógrafa junto com o arquiteto Hideki Matsuka. Pequenos labirintos construídos com as chapas organizam todo o espaço da instalação. Estabeleceu-se um jogo de desaparecimento dos limites do que é real e do que é imagem refletida, do que é dentro e do que é fora. O público também é trazido para dentro das chapas com suas imagens refletidas e distorcidas.

O espetáculo inova na sua concepção sonora. A música foi elaborada com o músico Daniel Fagundes, que construiu alguns elementos pré-gravados que se misturam a sonoridades captadas ao vivo por meio de microfones direcionados para a rua. O som da rua passa a estar dentro da instalação, mais uma vez borrando limites espaciais.

Baseado no texto “A vida desnudada”, de Peter Pál Pelbart, “Pequenas Mortes” é uma reflexão sobre a potência da morte em vida. “São as pequenas mortes de cada dia, silenciosas e devastadoras. E, quase devastado, o corpo explode numa resistência de vida”, explica a artista. Vera Sala é professora do Curso de Comunicação das Artes do Corpo da Universidade Católica de São Paulo. Também faz parte do Centro de Estudos do Corpo daquela universidade. Participou de vários festivais nacionais e internacionais e recebeu importantes prêmios da área de dança.



Serviço:

“Pequenas Mortes”, instalação coreográfica de Vera Sala

Local: Casa Hoffmann – Centro de Estudos do Movimento (R. Claudino dos Santos, 58)

Data: de 22 a 24 de julho (quinta a sábado), às 20h, e dia 25 de julho (domingo), às 19h. No dia 23, além da performance haverá um bate-papo com a artista.

Entrada franca.

1ª exposição de Jogos Eletrônicos do Norte-Nordeste

Centro Cultural BNB inaugura amanhã 1ª exposição de Jogos Eletrônicos do Norte-Nordeste



Exposição inédita conta com acervo de mais de 400 itens relacionados ao mundo dos jogos eletrônicos



Fortaleza, 19 de julho de 2010 - O Centro Cultural Banco do Nordeste-Fortaleza (Rua Floriano Peixoto, 941 - 2º andar - Centro) abrirá amanhã (terça-feira, dia 20), às 10 horas, a exposição 50 Anos de Jogos Eletrônicos, organizada pelo professor, ativista e pesquisador de jogos Daniel Gularte. A exposição, inédita no Norte-Nordeste, conta com um acervo de mais de 400 itens, entre acessórios, jogos e produtos curiosos relacionados aos jogos eletrônicos.

Por meio de uma linha do tempo, os participantes irão reviver os grandes momentos da história dos videogames. Assim, os mais jovens conhecerão um pouco mais sobre a cultura dos games e verão como eram os jogos eletrônicos na época dos seus pais. A exposição abriga ainda o Festival Bojogá, o Desafio Bojogá de Game Design, workshops, exibição de filmes e competições entre os participantes, utilizando-se de jogos de todas as épocas.

O Festival BOJOGÁ é destinado a capacitar e incentivar a troca de conhecimentos sobre os diversos aspectos dos jogos eletrônicos. Além disso, conta com torneios de videogame, campeonato de card games (Magic, Uno, Trunfo e Monopoly) e de filmes sobre a temática, como Tron, Jogos de Guerra, Silent Hill e O Último Guerreiro das Estrelas.



Festival e Desafio BOJOGÁ

Entre os dias 13 e 18 de julho, foi realizado o Desafio BOJOGÁ de Game Design, no qual os participantes montaram sua própria equipe de criação e fizeram um jogo de verdade. O Desafio era uma gincana em formato de oficina. A cada dia foram ministrados minicursos sobre um tema relacionado ao design de jogos, realizados com os participantes com um único objetivo: criar um jogo, com o tema a ser escolhido na hora.

As oficinas foram de Documentos de Design de Games (GDD) e regras (13/07), Publicidade (14/07), Criação de Personagens (15/07), Tecnologia (16/07) e Interfaces (17/07), com a entrega dos trabalhos realizada ontem (domingo, 18).

As equipes podiam ter até cinco participantes, sendo necessário ter conhecimentos sobre ambiente Windows, uso da Internet e de programas como Word e PowerPoint. Recomendava-se ainda que pelo menos um membro soubesse alguma linguagem de programação, além de algum membro com conhecimentos de ilustração.



Workshops

Os workshops, sobre os mais variados temas envolvendo jogos eletrônicos, são gratuitos e acontecerão durante todos os dias do evento. Tais atividades serão uma boa oportunidade para artistas, alunos e especialistas mostrarem seus trabalhos e técnicas para o público.

Não é necessário nenhum conhecimento específico sobre o assunto, embora seja fundamental conhecimento em ambiente Windows. As vagas são limitadas, com 10 para o espaço Evo, 20 para o espaço Retro e 12 para o espaço Bros. Jogos Multi plataforma, Modelagem e ani­ma­ção 3D e Programação de Jogos são algumas das temáticas.



Premiações

O melhor trabalho criado no Desafio participará da Conferência Bojogá de Jogos Eletrônicos e participará também como caso de sucesso no Talentos do Game Design, além de estar presente no livro da Conferência, a ser publicado pelo CCBNB.

As equipes que entregarem os projetos finais e não forem contemplados com o prêmio maior, terão presença garantida no salão de jogos da Conferência. Com o tema "Jogos Digitais: Conhecimentos e Oportunidades", a Conferência será realizada na última semana do evento, de 27 a 31 de julho. Mais informação e a programação completa da exposição no site www.bojoga.com.br .



Serviço:

Exposição 50 Anos de Jogos Eletrônicos

Centro Cultural Banco do Nordeste - Fortaleza
Endereço: Rua Floriano Peixoto, 941 - Centro - CE.
Visitação de 20 a 31 de julho de 2010. Entrada franca.

Terça-feira a sábado, das 10h às 20h, e domingo, das 10h às 18h

Tarde de autógrafos na Livraria da Travessa

NOVIDADES

LIVRO DE 50 CENT
SAI PELA ROCCO
O rapper nova-iorquino
50 Cent, que está em
turnê pelo Brasil, também
poderá ser encontrado
nas livrarias de todo
o país a partir de agosto.
A 50ª lei, escrito pelo
rapper em parceria
com Robert Greene,
autor do bestseller
As 48 leis do poder,
chega às prateleiras
pela Rocco. O livro
é um guia para
o sucesso na vida
e nos negócios baseado
na trajetória de superação
de 50 Cent, que teve
uma infância pobre e
se envolveu com o
tráfico de drogas e a
criminalidade. O livro tem lançamento previsto
para agosto, pela
Editora Rocco.



PRÓXIMO LIVRO DE SILVIANO SANTIAGO
Já estão na Rocco os
originais do próximo
livro do escritor, professor, crítico literário e ensaísta
Silviano Santiago.
Três vezes vencedor do
Jabuti – com Em liberdade
(romance, 1982), Uma
história de família
(romance, 1993)
e Keith Jarret no
Blue Note (contos, 1997),
Silviano acaba de
receber o Prêmio
Governo de Minas
Gerais de Literatura
pelo conjunto de
sua obra. Seu romance
mais recente,
Heranças, recebeu
o Prêmio ABL de
Ficção 2009 e ficou
entre os finalistas do
Jabuti e do Portugal
Telecom. O novo livro,
uma coletânea de
contos intitulada
Anônimos, chega às
lojas em agosto,
elevando para
14 o número de
títulos do autor
publicados pela Rocco.



NO PRELO


A Lei,
John Grisham


Latitudes piratas,
Michael Crichton


Sudd,
Gabi Martínez