segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Melhores Crônicas Humberto de Campos

Melhores Crônicas Humberto de Campos
de Humberto de Campos
Seleção e Prefácio - Gilberto Araújo


Nº de Páginas: 352

"Na crônica, um dos gêneros mais ingratos em nosso país, conseguiu (...) fazer-se lido por muita gente que nunca havia passado os olhos por tal espécie de Literatura. Machado de Assis, Olavo Bilac e o próprio João do Rio - mestres da crônica - não lograram impô-la senão a um círculo relativamente restrito de lei to res. Humberto de Campos, embora com certas concessões, mas se colocando sempre num nível puramente literário, fê-la chegar ao grande público." Brito Broca

"A crônica seria a mais alta expressão da sua atividade literária. Pode-se afirmar hoje, sem exageros indefensáveis, qu
e ele deu nova dimensão ao gênero, eliminando as últimas reservas dos que negam a essa forma de expressão foros de literatura e de arte. (...) Havia nas suas páginas um clamor de criaturas judiadas pela sorte, gritos angustiantes de tristes e desprezados. (...) Preso ao cotidiano, olhos desmesuradamente abertos para a vida, é Humberto de Campos um escritor da sua terra e do seu tempo. Escrevendo diretamente para o povo, sua linguagem simples, acessível, direta torna-o entendido e admirado no país inteiro." João Clímaco Barbosa


O AUTOR

Humberto de Campos
Terceiro ocupante da Cadeira 20, eleito em 30 de outubro de 1919, na sucessão de Emílio de Menezes e recebido pelo Acadêmico Luís Murat em 8 de maio de 1920.

Humberto de Campos (H. de C. Veras), jornalista, crítico, contista e memorialista, nasceu em Miritiba, hoje Humberto de Campos, MA, em 25 de outubro de 1886, e faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 5 de dezembro de 1934.

Foram seus pais Joaquim Gomes de Faria Veras, pequeno comerciante, e Ana de Campos Veras. Perdendo o pai aos seis anos, Humberto de Campos deixou a cidade natal e foi levado para São Luís. De infância pobre, desde cedo começou a trabalhar no comércio como meio de subsistência. Dali, aos 17 anos, passou a residir no Pará, onde conseguiu um lugar de colaborador e redator na Folha do Norte e, pouco depois, na Província do Pará. Em 1910 publicou seu primeiro livro, a coletânea de versos intitulada Poeira, primeira série. Em 1912 transferiu-se para o Rio. Entrou para O Imparcial, na fase em que ali trabalhava um grupo de escritores ilustres, como redatores ou colaboradores, entre os quais Goulart de Andrade, Rui Barbosa, José Veríssimo, Júlia Lopes de Almeida, Salvador de Mendonça e Vicente de Carvalho. João Ribeiro era o crítico literário. O diretor José Eduardo de Macedo Soares participava da segunda campanha civilista. Humberto de Campos ingressou no movimento. Mas logo depois o jornalista militante deu lugar ao intelectual. Fez essa transição com o pseudônimo de Conselheiro XX com que assinava contos e crônicas, hoje reunidos em vários volumes. Assinava também com os pseudônimos Almirante Justino Ribas, Luís Phoca, João Caetano, Giovani Morelli, Batu-Allah, Micromegas e Hélios. Em 1923, substituiu Múcio Leão na coluna de crítica do Correio da Manhã.

Em 1920, já acadêmico, foi eleito deputado federal pelo Maranhão. A revolução de 1930 dissolveu o Congresso e perdeu o mandato. O presidente Getúlio Vargas, que era admirador do talento de Humberto de Campos, procurou minorar as dificuldades do autor de Poeira, dando-lhe os lugares de inspetor de ensino e de diretor da Casa de Rui Barbosa. Em 1931, viajou ao Prata em missão cultural. Em 1933 publicou o livro que se tornou o mais célebre de sua obra, Memórias, crônica dos começos de sua vida. O seu Diário secreto, de publicação póstuma, provocou grande escândalo pela irreverência e malícia em relação a contemporâneos.

Autodidata, grande leitor, acumulou erudição, que utilizava nas crônicas. Poeta neoparnasiano, fez parte do grupo da fase de transição anterior a 1922. Poeira é um dos últimos livros da escola parnasiana no Brasil. Fez também crítica literária de natureza impressionista. É uma crítica de afirmações pessoais, que não se fundamentam em critérios e, por isso, não podem ser endossadas nem verificadas. Na crônica, seu recurso mais corrente era tomar conhecidas narrativas e dar-lhes uma forma nova, fazendo comentários e digressões sobre o assunto, tecendo comparações com outras obras. No fundo ou na essência, não era uma crítica profunda, que não resiste ao tempo.

BIBLIOGRAFIA

Além do Conselheiro XX, Campos usou os pseudônimos de Almirante Justino Ribas, Luís Phoca, João Caetano, Giovani Morelli, Batu-Allah, Micromegas e Hélios. Deixou Humberto de Campos um diário secreto, publicado postumamente, causou enorme polêmica, destilando o autor críticas e comentários mordazes aos seus contemporâneos.

Além de Poeira, publicou:

* Da seara de Booz - crônicas - 1918
* Vale de Josaphat - contos - 1918
* Tonel de Diógenes - contos - 1920
* A serpente de bronze - contos - 1921
* Mealheiro de Agripa - 1921
* Carvalhos e roseiras - crítica - 1923
* A bacia de Pilatos - contos - 1924
* Pombos de Maomé - contos - 1925
* Antologia dos humoristas galantes - 1926
* Grãos de mostarda - contos - 1926
* Alcova e salão - contos - 1927
* O Brasil anedótico - anedotas - 1927
* Antologia da Academia Brasileira de Letras - participação - 1928
* O monstro e outros contos - 1932
* Memórias 1886-1900 - 1933
* Crítica (4 séries) - 1933, 1935, 1936
* Os países - 1933
* Poesias completas - reedição poética - 1933
* À sombra das tamareiras - contos -1934
* Sombras que sofrem - crônicas - 1934
* Um sonho de pobre - memórias - 1935
* Destinos - 1935
* Lagartas e libélulas - 1935
* Memórias inacabadas - 1935
* Notas de um diarista - séries 1935 e 1936
* Reminiscências - memórias -1935
* Sepultando os meus mortos - memórias - 1935
* Últimas crônicas - 1936
* Contrastes - 1936
* O arco de Esopo - contos - 1943
* A funda de Davi - contos - 1943
* Gansos do capitólio - contos - 1943
* Fatos e feitos - 1949
* Diário secreto (2 vols.) - memórias - 1954

LANÇAMENTO DA






Negociação: Técnica e Arte


Negociação: Técnica e Arte
de Sebastião de Almeida Júnior


Número de Páginas: 240

Ideal para quem quer se aprimorar nas técnicas de negociação ou ainda está ingressando na arte.

Negociar é uma arte e hoje todos os tipos de acordos profissionais passam por ela. Seja para fechar uma grande parceria, estabelecer prazos de entrega de produtos e serviços ou até mesmo para resolver situações ínfimas de nosso dia-a-dia. Não importa, as técnicas de negociação estão sempre presentes.

Com o pensamento de facilitar a vida de quem está o tempo todo diante desse desafio, Sebastião Almeida Júnior nos apresenta Negociação: Técnica e Arte. Na obra, o autor destaca diversos tipos de ferramentas e observações sobre a arte de negociar, baseado em sua experiência em mais de 20 anos como profissional da área de consultoria empresarial.

De forma cautelosa e desprendida, Sebastião apresenta todos os arquétipos que compõem uma negociação e suas peculiaridades. Por meio de recursos da fábula, da música popular brasileira e ainda de filmes que ilustram perfeitamente as situações vividas por negociadores no seu dia-a-dia, o autor nos fornece o conhecimento necessário para o domínio e a execução dessa arte que move o mundo atual.


O Autor
Sebastião de Almeida Júnior é Pós-Graduado na área de Psicologia da Linguagem e Mestre em Comunicação Empresarial. Atuou como consultor interno da Xerox do Brasil S.A., nas áreas de Qualidade e Logística. Desenvolve serviços de consultoria nas áreas de Desenvolvimento Gerencial & Organizacional, junto a mais de 50 empresas. Entre elas, se encontram a IBM do Brasil, Mercedes-Benz e Tetra Pak. É autor do livros O naipe do negociador (1997), Profissional de Vendas (1999), Gerenciar no limite (2000),Tecnol, empresa notável (2000) e Sucesso & fracasso (2002).

UM LANÇAMENTO




Fundação Cultural lança edital do Mecenato 2009-2010

Este ano foram lançados dois editais, um para iniciantes e outro para não-iniciantes, estabelecendo critérios diferentes para garantir oportunidade a todos os artistas.

A Fundação Cultural de Curitiba lançou nesta quarta-feira (23) o edital do Mecenato Subsidiado 2009-2010, uma das modalidades do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura da Prefeitura de Curitiba. A novidade este ano fica por conta do estabelecimento de critérios diferenciados para artistas iniciantes e não-iniciantes, como forma de garantir oportunidade a todos os concorrentes. As inscrições estarão abertas a partir de 5 de janeiro. Para os iniciantes o prazo encerra no dia 27 de fevereiro e para os não-iniciantes, no dia 6 de março de 2010. O edital encontra-se disponível no site da Fundação Cultural (www.fundacaoculturaldecuritiba.com.br), menu “Lei de Incentivo/Editais de inscrições”. Os projetos devem ser postados pelos Correios, via Sedex.

A distinção entre proponentes iniciantes e não-iniciantes tem o objetivo de promover a identificação e o desenvolvimento de agentes culturais locais, permitindo o conhecimento e o estímulo do seu trabalho. São considerados “iniciantes” todos aqueles que não tenham apresentado projetos no âmbito do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura e que ainda não detenham reconhecimento público, caracterizado pela existência de divulgação ou de crítica especializada do trabalho em qualquer formato de mídia (exceto internet, quando em caráter exclusivo).

São contempladas no edital do Mecenato Subsidiado as áreas de música, artes cênicas, audiovisual, literatura, artes visuais, patrimônio histórico, artístico e cultural, folclore, artesanato e demais manifestações culturais tradicionais. O valor máximo dos projetos aprovados pelo Mecenato é de R$ 80 mil para os não-iniciantes e de R$ 40 mil para os iniciantes. Ambos têm o compromisso de apresentar uma contrapartida social.

Para esclarecer as dúvidas, a Diretoria de Incentivo à Cultura da Fundação Cultural de Curitiba deverá promover seminários, a exemplo dos que aconteceram após o lançamento do último edital do Mecenato. As datas ainda não foram definidas, mas serão divulgadas oportunamente.

A Comissão de Análise do Mecenato Subsidiado tem 44 membros, entre titulares e suplentes. Ela é subdivida em sete subcomissões, responsáveis pela elaboração dos critérios que embasarão a avaliação de mérito dos projetos inscritos. Os membros foram indicados pela Fundação Cultural de Curitiba, pela comunidade artística e cultural organizada, pelos incentivadores e alguns diretamente pelo prefeito Beto Richa.

Mais informações sobre o edital do Mecenato Subsidiado podem ser obtidas pelo e-mail: paic.atendimento@fcc.curitiba.pr.gov.br .

PREPARANDO-SE PARA OS DESAFIOS DE 2010


Oh, Mundo Cãoporativo!
de Jerônimo Mendes


Número de Páginas: 196


Ideal para aqueles que estão interessados em melhorar seus relacionamentos dentro do ambiente corporativo.

A dissociação do mundo pessoal e profissional é uma questão difícil de ser resolvida. Afinal, grande parte dos trabalhadores permanece a maior parte do dia dentro da empresa e em contato contínuo com seus chefes e colegas de setor. É preciso ter sabedoria e jogo de cintura para lidar com as diferenças e criar um ambiente corporativo proveitoso.

Em Oh, Mundo Cãoporativo!, Jerônimo Mendes fala sobre as relações humanas e a ética no trabalho em 40 crônicas e artigos curtos e concisos, que despertam para uma relação de amor e ódio no ambiente empresarial. São descrições, recordações e testemunhos do cotidiano profissional vivenciado pelo autor nas corporações onde atuou, descritas num estilo informal e, ao mesmo tempo, descontraído.

No livro, Jerônimo coloca as relações interpessoais e ética profissional à prova as analisa em função das peculiaridades do ambiente organizacional, considerando a vocação natural do ser humano para o trabalho e a quase impossibilidade de separação deste de suas convicções pessoais. Como resultado, o autor apresenta uma obra capaz de ajudar o leitor a entender e lidar melhor com os meandros que permeiam a boa convivência no mundo empresarial.

Oh, Mundo Cãoporativo! oscila entre o humor e a indignação, a fantasia e a realidade, a dor e a disciplina. É uma obra feita para rir, chorar e refletir!
O AUTOR Jerônimo Mendes é Professor Universitário, palestrante e administrador de empresas formado pela FAE – Faculdade Católica de Administração e Economia. É especialista em empreendedorismo, plano de negócios e gestão de empresas. Possui mais de vinte e cinco anos de carreira e trabalhou em empresas como Kablin, Bamerindus, Brahma, Texaco, Vovlo e CSN. Além disso, publicou vários artigos em jornais, revistas e sites especializados na Internet.

UM LANÇAMENTO






José Rodrigues dos Santos recebe Prémio Clube Literário do Porto 2009

clique para ampliar



José Rodrigues dos Santos é o vencedor da edição de 2009 do Prémio Clube Literário do Porto 2009. O prémio, no valor de €25.000,00 (vinte e cinco mil euros), visa galardoar o autor que mais criatividade teve no domínio da ficção no ano em que é atribuído.

A cerimónia pública de entrega do galardão decorre na terça-feira, dia 29, às 22h00, nas instalações do Clube Literário do Porto, à qual se seguirá uma sessão de autógrafos. A apresentação do galardoado estará a cargo do Professor Doutor Salvato Trigo, Reitor da Universidade Fernando Pessoa.

O autor da Gradiva atingiu na semana passada a marca de um milhão de livros vendidos em Portugal com a nova edição (150 000 exemplares) do seu mais recente romance Fúria Divina, que ocupa o primeiro lugar dos principais tops de venda do País.

As obras de José Rodrigues dos Santos estão publicadas em 15 línguas.

Fundação Cultural com horários diferenciados no feriado de Ano Novo

Confira o que abre e fecha:

MUSEU DA FOTOGRAFIA CIDADE DE CURITIBA (Centro Cultural Solar do Barão – Rua Carlos Cavalcanti, 533 – Centro) – Fechado de 24 a 27/12 e de 31/12 a 03/01.

MUSEU DA GRAVURA CIDADE DE CURITIBA (Centro Cultural Solar do Barão – Rua Carlos Cavalcanti, 533 – Centro) – Fechado de 24 a 27/12 e de 31/12 a 03/01.

CINEMATECA (Rua Carlos Cavalcanti, 1.174 – São Francisco) –Fechada nos dias 25/12, 31/12 e 01/01. Nos outros dias, sala de exibição aberta para as sessões dos filmes em cartaz.

ÓPERA DE ARAME (Rua João Gava, s/n – Pilarzinho) – Aberta para visitação das 8h às 22h, inclusive sábados, domingos e feriados.

PEDREIRA PAULO LEMINSKI (Rua João Gava, s/n – Pilarzinho) –. Aberta para visitação das 8h às 22h, inclusive sábados, domingos e feriados.

CASA DA LEITURA (–Rua Batista Ganz, 477 – Parque Barigüi) – Fechada de 24 a 27/12 e de 31/12 a 03/01.

ESPAÇO CULTURAL FRANS KRAJCBERG (Jardim Botânico – Rua Eng°. Ostoja Roguski, s/n) – Fechado para obras de climatização.

CASA CULPI – MEMORIAL DA IMIGRAÇÃO ITALIANA (Avenida Manoel Ribas, 8.450) – Fechada para manutenção.

CASA HOFFMANN (Rua Claudino dos Santos, 58 – Setor Histórico) – Fechada de 24 a 27/12 e de 31/12 a 03/01.

MEMORIAL DE CURITIBA (Rua Claudino dos Santos, 79 – Setor Histórico). Aberto dia 24/12 das 9h às 12h; fechado dia 25/12. Aberto dias 26 e 27/12 das 9h às 15h. Aberto dia 31/12 das 9h às 12h; fechado dia 01/01. Aberto dias 02 e 03/01 das 9h às 15h.

MUSEU DE ARTE SACRA DE CURITIBA – MASAC (Largo da Ordem, anexo à Igreja da Ordem) – Aberto dia 24/12 das 9h às 12h. Fechado dia 25/12. Aberto dias 26 e 27/12(sábado e domingo) das 9h às 14h. Aberto dia 31/12 das 9h às 12h; fechado dia 01/01. Aberto dias 02 e 03/01(sábado e domingo) das 9h às 14h.

CASA DA LEITURA MANOEL CARLOS KARAM (Rua Batista Ganz, 477 – Parque Barigui) – Fechada de 24 a 27/12 e de 31/12 a 03/01.

TEATRO CLEON JACQUES - (Centro de Criatividade de Curitiba – Parque São Lourenço) – Fechado de 24/12 a 03/01.

MEMORIAL POLONÊS (Bosque do Papa – Rua Mateus Leme) – Aberto dia 24/12 das 9h às 18h. Fechado dia 25/12. Aberto dias 26 e 27/12(sábado e domingo) das 9h às 18h e dia 31/12 (quinta-feira) das 9h às 18h. Fechado dia 01/01. Aberto dias 02 e 03/01(sábado e domingo) das 9h às 18h.

MEMORIAL UCRANIANO (Parque Tingüi) – Aberto dia 24/12 das 9h às 18h. Fechado dia 25/12. Aberto dias 26 e 27/12 das 9h às 18h. Aberto dia 31/12 das 9h às 18h. Fechado dia 01/01. Aberto dias 02 e 03/01 das 9h às 18h.

TEATRO PAIOL (Praça Guido Viaro, s/n – Prado Velho) – Fechado dia 24 a 27/12 e de 31/12 a 03/01.

TEATRO NOVELAS CURITIBANAS (Rua Carlos Cavalcanti, 1.222 – São Francisco) – Fechado de 24 a 27/12 e de 31/12 a 03/01.

GIBITECA DE CURITIBA (Centro Cultural Solar do Barão – Rua Carlos Cavalcanti, 533 – Centro) – Fechada de 24 a 27/12 e de 31/12 a 03/01.

PALACETE WOLF (Praça Garibaldi, 7 – Setor Histórico – endereço que abriga a FEIRA DO POETA, a LIVRARIA DARIO VELLOZO e o TEATRO DO PIÁ) – Fechado de 24 a 27/12 e de 31/12 a 03/01.

CENTRO DE CRIATIVIDADE DE CURITIBA (Rua Mateus Leme, 4.700 – Parque São Lourenço) – Fechado de 24 a 27/12 e de 31 a 03/01.

CASA DA LEITURA AUGUSTO STRESSER (Rua Mateus Leme, 4.700 – Parque São Lourenço) – Fechada de 24 a 27/12 e de 31 a 03/01.

CONSERVATÓRIO DE MPB DE CURITIBA (Rua Mateus Leme, 66 – Setor Histórico) – Fechado de 24 a 27/12 e de 31/12 a 03/01.

TUC (Galeria Julio Moreira – Setor Histórico) – Fechado de 24 a 27/12 e de 31/12 a 03/01.

SOLAR DOS GUIMARÃES (Rua Mateus Leme, 66 – Setor Histórico) – Fechado de 24 a 27/12 e de 31/12 a 03/01.

PROGRAMAÇÃO CINEMA CURITIBA

De 1º a 7 de janeiro de 2010

Domingo, dia 3 de janeiro – Ingresso a R$1,00

CINEMATECA - Sala GroffRua Carlos Cavalcanti, nº 1.174 – fone (41) 3321-3252 (diariamente, das 9h às 12h e das 13h30 às 22h30 – sábados e domingos, das 14h30 às 22h30) www.fccdigital.com.br

NOEL - O POETA DA VILA (BR/2007). Duração 100’. Direção de Ricardo Van Steen, com Rafael Raposo, Camila Pitanga, Paulo César Pereio. A trajetória de Noel Rosa, um dos maiores compositores da história da MPB, que trocou a faculdade de Medicina pelo samba e pela boemia carioca, na década de 20. O compositor tornou-se ídolo do rádio, aos 19 anos, com o enorme sucesso alcançado pela canção Com Que Roupa. O filme acompanha não apenas a carreira musical de Noel, como também sua vida afetiva que, até morrer prematuramente de tuberculose, dividiu-se entre dois grandes amores: Lindaura, jovem operária com quem se casou, e Ceci, dançarina com quem manteve um caso tempestuoso. Classificação: 14 anos

Exibição em homenagem ao ano do centenário de nascimento de Noel Rosa.

Sessões às 16h e às 20h

Ingresso pago: R$5,00 (inteira)

R$2,50 (meia)

R$1,00 (aos domingos)



Atenção: dia 1º de janeiro não haverá sessões

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

A TODOS OS NOSSOS LEITORES, AMIGOS E PARCEIROS

Clique para ampliar

FELIZ NATAL

Na Segunda (dia 28/12) voltaremos às nossas postagens diárias! Até lá !

LULUZINHA: TARDE DE DOMINGO

LULUZINHA: TARDE DE DOMINGO
16,5 cm × 24,0cm
104 págin
as PB em papel off-set 90g
História e Desenhos: Joh
n Stanley
Arte-final: Irving
Tripp

Continuando nossas dicas de lançamentos ideiais para serem lidos durante as férias, comentamos hoje mais um lançamento (o sétimo) do álbum da Luluzinha, original. Pode parecer exagero mas assim como Monteiro Lobato e seus livros deveriam ser leitura "obrigatória" nas escolas, Luluzinha deveria ser nas casas. A personagem criada por Marge é realmente um espelho da ingenuidade e da infância, com seus sonhos e devaneios, Luluzinha quando não sabe, inventa, quando não inventa procura descobrir com uma deliciosa curiosidade. Na minha infância era leitura imprescindível, muitas vezes mais importante que "camondongos disney" e despertava minha curiosidade pelo mundo, muito além de minha aldeia. Talvez por isso mesmo, ha anos meu avatar na rede seja sua simpática figura. Quem não conhece precisa realmente conhecer esse delicioso e autentico qudrinho infantil.(C.R.)

Combatente do crime. Defensora da justiça. Apaixonada por pirulitos. Essas são algumas das muitas facetas de Lulu “Luluzinha” Palhares, a esperta e atrevida heroína da coleção da DEVIR que reúne as histórias clássicas da personagem. Os contos antológicos criados por John Stanley e Irving Tripp acompanham Lulu e seus barulhentos amigos em aventuras que variam de situações aflitivas até momentos de pura afeição, cada uma mais hilariante do que a outra.

Na mente inventiva da Lulu, tudo é possível! Se um plano de seqüestro precisa ser frustrado, pode contar com nossa pequena heroína! Um grupo de meninos teimosos não deixa as meninas entrarem no clubinho? Lulu entra em cena! Você tem um garotinho petulante que precisa ser pajeado por alguém ainda mais precoce do que ele? Não esquente a cabeça: a Lulu dá conta do recado!

Aclamada pela crítica especializada mundial e considerada um dos maiores clássicos dos quadrinhos já publicados, Luluzinha é um tesouro para todas as idades, com histórias divertidas e arrojadas o bastante para resistir à passagem do tempo.

A CRÍTICA

Luluzinha era um dos meus gibis favoritos na minha infância. Simples o bastante para a garotada se divertir, porém adequadamente brilhante para arrancar gargalhadas dos adultos. É um dos quadrinhos mais subestimados da história. — Harvey Pekar (criador de Anti-Herói Americano)

Luluzinha não é apenas um clássico infantil. Ela é um clássico para todas as idades.
— Stan Sakai (criador de Usagi Yojimbo)

Essas pequenas pérolas são exemplos eternos de humor primoroso e incomparável timing cômico... Como Mindu
in (Peanuts) e Calvin e Haroldo (Calvin and Hobbes), elas criam todo um universo infantil repleto de clubinhos secretos, lanchonetes favoritas e ameaças fantásticas. — Publishers Weekly


A CRIAÇÃO

Foi criada em 1935 por Marjorie Henderson Buell, conhecida como Marge. A primeira aparição da personagem foi numa charge que mostra a menina em frente aos noivos jogando cascas de banana no corredor duma igreja durante uma cerimônia de casamento. Suas charges, inteiramente desenhadas por Marge eram publicadas no jornal The Saturday Evening Post até 1945. Durante este período também foram lançados alguns livros com brincadeiras e passatempos com a personagem e seu amigo Bolinha para o público infantil.

Em 45, foi lançada pela Dell Comics a sua própria revista em quadrinhos, com roteiros e desenhos de John Stanley. Após de algum tempo, Irving Tripp assume a parte artística, deixando Stanley apenas com os roteiros. Incialmente tentou-se manter os mesmos traços de Marge, mas com o tempo, ocasionou um visual mais simples, juntamente com o modo dócil e apaziguador.

Luluzinha já teve diversos desenhistas, pois há pelo menos quatros estilos. Na década de 70, os direitos de publicação dos personagens para as revistas são vendidos para a Western Publishing Company. A revista foi editada nos Estados Unidos até 1984 pelas editoras Gold Key e Whitman, ambas editaram também títulos em quadrinhos da Disney e dos personagens de Walter Lantz.


O PERSONAGEM

Luluzinha é uma menina muito esperta e teimosa, sua idade é entre 8 a 10 anos e gosta de aprontar várias peripécias, principalmente manter na linha seu amigo Bolinha e a turma do clube dos meninos. Lulu nas horas vagas inventa histórias de aventura enquanto toma conta do terrível Alvinho. Nas histórias sempre usa cabelos cacheados atrás e enrolados na frente, vestido e boina vermelhos, calção branco, e sapatos cor de caramelo.



Desenhos Animados

Foram produzidas algumas séries de desenhos animados com a personagem e sua turma. A primeira foi gravada entre 1943 a 1948, pelo Famous Studios - divisão de desenhos pertencente a Paramount Pictures para o cinema, baseada nas charges de Marge. A série, assim como outras produzidas pelo Famous foram vendidas em 1955 para UM&M TV Corporation, que distribuiu os curtas para a televisão. Entre os anos 50 e 60 foram produzidos dois curtas com a personagem para a série Noveltoon, também da Paramount. Neles, contava com algumas participações do Bolinha. Novos episódios foram produzidos com toda turma no Japão pela Nippon Animation entre 1976 e 1977 no formato Anime fazendo sucesso em alguns países da Europa e America Latina. Nos anos 70, o canal americano ABC exibiu uma série especial com as personagens. A última série de desenhos foi produzida de 1995 a 1997 com nome The Little Lulu Show, que foi gravada nos estúdios da Cinar (atual Cookie Jar), esta exibida nos Estados Unidos pelo canal HBO Family.

No Brasil

Luluzinha e Bolinha apareceram em território brasileiro pela primeira vez nas revistas em quadrinhos publicadas pela editora O Cruzeiro em 1955. As revistas fizeram grande sucesso e foram publicadas pela editora até 1972. A partir de 1973 passou a ser publicada pela Editora Abril, que lançou ao longo dos anos outros títulos com os personagens como: Almanaque da Luluzinha, As Viagens de Lulu e Bolinha, Lulu e Bolinha Especial, entre outros. No final dos anos 80, a Editora Rio Gráfica publicou um álbum de figurinhas com os personagens da turma. Já em 1989 a Abril lançou uma nova versão da revista, com novo grafismo e que circulou até 1994, ano que foi lançado As Melhores Histórias de Luluzinha e sua Turma, último título da série, que circulou até 1996.

Nos anos 2000 a Editora Devir relançou em livros as histórias em quadrinhos da personagem, originalmente produzidas em preto e branco. Os desenhos animados da turma foram inicialmente transmitidos na televisão brasileira pelo SBT nos anos 80 (série produzida no Japão). Desde a década de 2000, a Rede Globo vem exibindo eventualmente os curtas da série produzida no Canadá. A rede NGT, de São Paulo foi outra emissora que transmitiu os episódios dos anos 90 em sua programação até 2008. Além da Rede Record, nenhuma outra emissora brasileira exibiu os desenhos clássicos dos anos 40. A distribuidora Video Brinquedo, recentemente lançou uma série de DVDs avulsos ou em box com os episódios da turma. Em 2009 foi anunciada uma versão adolescente da Turma da Luluzinha, o nome da série é Luluzinha Teen e sua Turma.

QUEM É QUEM EM LULUZINHA

por Marquito Maia do Site da Devir

- Luluzinha (Lulu Moppet, a.k.a Little Lulu): é uma menina muito esperta, criativa e sensível que sempre combate o machismo dos meninos. Ela costuma anotar algumas das suas aventuras no seu diário (Lulu's Diary). Tem uma queda pelo Plínio.

- Bolinha (Tubby Tompkins): é um menino muito travesso. E também é o presidente do Clube dos Meninos (no qual “menina não entra”), é detetive nas horas vagas (quando assume a identidade de “O Aranha”) e gosta de criar invenções com seu laboratório de química.

- Carlinhos (Chubby): é o primo do Bolinha, que sempre apronta confusão. É idêntico ao primo, só que menor. Bolinha detesta suas visitas ocasionais.

- Aninha (Annie Inch): é a melhor amiga da Luluzinha e irmã do Carequinha.

- Carequinha (Iggy Inch): é o melhor amigo do Bolinha e membro do Clube dos Meninos.

- Alvinho (Alvin James): é um garotinho pentelho e mimado, vizinho da Luluzinha. Vira e mexe, Luluzinha toma conta dele e lhe conta histórias para moldar seu cárater.

- Alcéia (Ol' Witch Hazel) & Meméia (Little Itch): a bruxa mais velha e a bruxinha, respectivamente, que aparecem nas histórias que Luluzinha conta pro Alvinho.

- Pobre Menininha (Poor Little Girl): é o alter-ego da Luluzinha, que enfrenta Alcéia e Meméia. Surgiu nas primeiras HQs da Luluzinha.

- Plínio Raposo (Wilber Van Snobbe): é o menino rico da turma. Tem uma queda pela Glória.

- Glória (Gloria Darling): é a menina fresca da turma, apaixonada pelo Plínio.

- Juca (Willy Wilkins): amigo do Bolinha e membro do Clube dos Meninos.

- Turma da Zona Norte (The Westside Boys): os rivais do Bolinha e sua turma.

- Dona Marocas (Miss Feeny): é a professora da escola onde as crianças estudam. Ela tem um papagaio chamado Perci.

- Seu Miguel (Clarence McNabben): é o caça-gazeteiros da escola.

Assista aqui

Musica-Lulu (1947)



UM LANÇAMENTO




Prêmio Massey Ferguson de Jornalismo

Prêmio Massey Ferguson de Jornalismo abre em janeiro inscrições para edição 2010


A direção do Prêmio Massey Ferguson de Jornalismo abre as inscrições de sua edição 2010 no dia 05/01. Cada jornalista pode registrar até três trabalhos publicados em veículos brasileiros no período de 01/01 a 31/12/09, com temas relativos a agronegócio. A premiação é dividida em cinco categorias: jornal, revista, fotojornalismo, televisão e internet. Os vencedores levarão um prêmio no valor de R$ 8.000,00 (oito mil reais) por categoria.

A premiação tem como objetivo incentivar, reconhecer e valorizar o trabalho dos jornalistas do Brasil que difundem, através da mídia, os temas relativos ao agronegócio brasileiro, observando aspectos relacionados à produção, desenvolvimento e tecnologia, questões que interferem direta ou indiretamente no desenvolvimento econômico.

O Prêmio Massey Ferguson de Jornalismo é promovido desde 2001 pela Massey Ferguson, marca líder no mercado brasileiro de tratores há quase 50 anos consecutivos. Os produtos Massey Ferguson, produzidos nas três unidades do Rio Grande do Sul - Canoas (tratores), Santa Rosa (colheitadeiras) e Ibirubá (implementos) - são exportados para mais de 80 países.

Para mais informações sobre a inscrição clique aqui.