Felipe Abreu, preparador vocal de artistas consagrados, orienta o curso no próximo sábado (21), no Centro Paranaense Feminino de Cultura. O Centro Paranaense Feminino de Cultura promove no próximo sábado (21) a Oficina prática de exercícios vocais para canto popular, com o professor e preparador vocal Felipe Abreu. A oficina dirige-se a cantores, professores de canto, fonoaudiólogos e regentes corais interessados em conhecer métodos de desenvolvimento, aperfeiçoamento, controle, tonicidade e resistência vocal. O curso acontece das 15h às 19h. Felipe Abreu é carioca, professor de canto popular e preparador vocal de artistas consagrados, como Adriana Calcanhotto, Vanessa da Mata, Fernanda Abreu, Leo Jaime, Sandy & Junior, Gabriel O Pensador, Chitãozinho & Xororó, Paula Morelenbaum, Zeca Pagodinho, Cláudia Leitte, Arnaldo Antunes, Toni Garrido, entre outros. Fez a direção vocal em aproximadamente 40 CDs e DVDs no Brasil. Na Itália, respondeu pela direção vocal das faixas em português em discos dos cantores Eros Ramazzotti e Tiziano Ferro. Foi o professor de canto das duas primeiras edições do programa Fama, da Rede Globo, em 2002. Local: Centro Paranaense Feminino de Cultura – Rua Visconde do Rio Branco, 1.717 Data: 21 de março de 2009 (sábado), das 15h às 19h Inscrições: R$ 60 Informações: (41) 3232-8123
Serviço:
Oficina prática de exercícios vocais para canto popular, com Felipe Abreu
terça-feira, 17 de março de 2009
REFORÇANDO - Centro Feminino promove oficina de canto popular
OFICINA PRÁTICA DE EXERCíCIOS VOCAIS PARA O CANTO POPULAR COM O PROF. FELIPE ABREU - RJ
Programa:
1. Exercícios posturais para o canto
2. Exercícios fono-articulatórios: lábios, língua, bochechas, articulação têmporo-mandibular
3. Exercícios respiratórios para o canto: ampliação de expansão intercostal, tonificação e controle de movimentos abdominais (baixo e alto abdome), controle do ar expirado com e sem fonação, aumento do tempo fonatório, identificação e tonificação dos pontos de apoio respiratório
4. Exercícios de abaixamento de laringe
5. A fonação inspiratória
6. Exercícios de exploração de ressonâncias, suas aplicações e sensações
7. O aquecimento vocal e suas funções
8. Exercícios de otimização glótica e focalização do som: fricativas com e sem oposição; exercícios com canudo
9. As vogais brasileiras orais e nasais e suas características; a importância da “moldura labial” no canto
10. Exercícios de equalização do som vocálico e de controle da nasalidade
11. Vocalises em staccato e suas funções
12. Vocalises em legato e glissando e suas funções
13. Vocalises para controle de dinâmica
14. Vocalises nos diversos registros vocais e a importância das “vogais facilitadoras”
15. Vocalises para controle de passagem de registro
16. Vocalises para desenvolvimento da extensão vocal
17. Vocalises de agilidade e flexibilidade
18. Vocalises para precisão de afinação
19. Vocalises para precisão rítmica
20. Exercícios para o desenvolvimento e controle do vibrato
21. Desaquecimento vocal
Dia: 21 de março das 15h as 19h
Investimento: 60,00
Inscrições e Informações: Centro Paranaense Feminino de Cultura
Tel.(41) 32328123 ou pelo email ana_cascardo@uol.com.br
FELIPE ABREU, carioca, é professor de canto popular. Atuou como preparador vocal de artistas consagrados como Adriana Calcanhotto, Roberto Frejat, Roberta Sá, Vanessa da Mata, Fernanda Abreu, Leo Jaime, Sandy & Junior, Gabriel Pensador, D’Black , Chitãozinho & Xororó, Paula Morelenbaum, Zeca Pagodinho, Cláudia Leitte, Tico Santa Cruz (Detonautas), Arnaldo Antunes, Toni Platão, Toni Garrido, entre outros. Fez a direção/preparação vocal em cerca de 40 Cds/DVds no Brasil e, na Itália, fez a direção vocal das faixas em português em discos dos cantores Eros Ramazzotti e Tiziano Ferro. Foi o professor de canto das duas primeiras edições do programa “Fama”, da Rede Globo, em 2002.
Made in brazil: show “40 anos” - Tour 2009 - e lançamento do cd “Rock de Verdade”
A lendária banda da Pompéia vai aportar no próximo fim de semana em Santa Catarina e Paraná para lançar seu CD inédito, “Rock de Verdade”. A maior parte dos fãs do Made in Brazil estão concentrados na região Sul do país e, para demonstrar sua gratidão, a banda promete agitar seus fiéis escudeiros com muito blues e rock and roll. Os “bad boys” da Paulicéia desvairada Oswaldo “Rock” Vecchione, Celso “Kim” Vecchione, Rick “Monstrinho” Vecchione e Fábio “Bad Boy” Brum se apresentarão nos dias 20 de março (sexta-feira), em Guaramirim, e 21 (sábado), em Curitiba. Com mais de 40 anos ininterruptos de estrada, o Made in Brazil pode se orgulhar de uma das mais tradicionais e autênticas bandas de rock nacional e por jamais terem parado suas atividades em todos esses anos. Fundada em 1967 pelos irmãos Vecchione, o Made nasceu na Zona Oeste de São Paulo, mais precisamente do bairro da Pompéia, considerada por muitos críticos e a maioria dos roqueiros de plantão como “a nossa Liverpool”, de onde saíram também uma infinidade de bandas de garagem e lendas do nosso rock tupiniquim. Desde o início, a banda adotou um discurso rebelde e inconformista, mais voltado para a fúria e a energia do rock, mas sem nunca deixar de beber na fonte blueseira dos Rolling Stones. O Made in Brazil está próximo de bater alguns recordes. Um deles é a quantidade de músicos que já passaram pela banda, mais de 90, e está atualmente em sua 147ª formação. “Das grandes bandas que excursionavam pelo país no final dos anos setenta, o Made foi a única que continuou, conseguiu sobreviver aos intermináveis e passageiros modismos e também à indiferença dos grandes veículos da mídia brasileira”, destaca o vocalista e produtor da banda Oswaldo Vecchione. Essa longevidade só foi possível, segundo seus integrantes, porque o Made in Brazil é regido por três elementos fundamentais: persistência, ideologia e fidelidade ao rock e ao blues. “Nós sempre carregamos a bandeira do rock, não é só a música, não é só tocar, nós adotamos o rock como estilo de vida”, enfatiza Celso Vecchione, uma das lendas da guitarra no Brasil e co-fundador da banda. No show “40 anos”, que faz parte da turnê 2009, o Made in Brazil apresenta o novo repertório. O CD “Rock de Verdade!”, lançado em novembro, chega com 12 músicas inéditas e a participação dos músicos da formação atual e de alguns ex-integrantes. No CD, o Made contou ainda com a participação de mais três amigos, figuras constantes na cena roqueira do país: Paulão de Carvalho, vocalista das Velhas Virgens (que participou na faixa ”Pão de queijo”, onde dividiu os vocais com Oswaldo, e também na música titulo “Rock de verdade!”. Marcelo Nova participou da música “To ligado em Rock ´n´Roll”, uma homenagem do Made aos Rolling Stones. Outro amigo que veio e detonou foi o grande Manito (ex. Incríveis , ex. Som Nosso de Cada Dia) que tocou como nunca seu sax nas músicas “Festa na Pompéia” e “Milk Shake & Rock ´n´Roll”. Made in brazil: show “40 anos” - Tour 2009 - e lançamento do cd “Rock de Verdade” Guaramirim, Santa Catarina Data: 20 de março (sexta-feira) Horário: 22 horas Local: Curupira Rock Clube Endereço: Rua João Sotter Corrêa, 523 – Bairro da Amizade – Guaramirim/SC Ingressos: R$ 15,00 antecipado e R$ 30,00 na hora do show Curitiba, Paraná Data: 21 de março (sábado) Horário: 22 horas Local: Hangar Bar Endereço: Rua Dr. Muricy, 1097 – Largo da Ordem – Curitiba/PR Ingressos: R$ 15,00 antecipado e R$ 30,00 na hora do show MADE IN BRAZIL - Músicos: Oswaldo “Rock” Vecchione – vocal, baixo, guitarra e gaita.(Musico fundador – desde 1967) Celso “Kim” Vecchione – guitarra, baixo – (Musico fundador desde 1967) Rick “Monstrinho” Vecchione – bateria (Desde 1995) Fabio “Bad boy” Brum – guitarra solo.(Desde 2007)
Como sabiamente relembrou Cazuza um dia - O Tempo não para! E vai daí, vai daqui relembro meus tempos na Alfonso Bovero. Taí - então "tome notícia!" (E.C.)
PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO INTEGRADA
PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO INTEGRADA
Manual de sobrevivência para as organizações do século XXI
de Luciene Ricciotti Vasconcelos
A AUTORA Luciene Ricciotti Vasconcelos
Graduou-se com menção honrosa em Administração de Empresas, com ênfase em Marketing, pela Fundação Armando Álvares Penteado (Faap). É pós-graduada em Comunicação de Marketing pela Escola Superior de Propaganda e marketing (ESPM).
Trabalhou como profissional de criação e planejamento em empresas e agências de destaque nacional. Professora universitária, leciona as matérias Marketing Internacional, Planejamento de Comunicação e Mercadologia.
Atua, desde 2000, como consultora de comunicação e marketing.
É autora de Mark-Óbvio (Summus, 1998) e Planejamento de comunicação integrada (Summus, 2009), destinado ao incentivo da aplicação do marketing em micro e pequenas empresas.
Ministra palestras e dá treinamentos. Foi colunista da TV Alphaville e é colaboradora, editora e cronista de diversas publicações empresariais e culturais.
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UM LANÇAMENTO

Relicário
Relicário
de Felipe Greco
104 pág.
Um livro de contos escrito com maestria e criatividade. São contos curtos, fluidos e escritos por um autor já tinha se revelado competente e não alegórico em Caçadores noturnos. O acabamento gráfico também é feito com sutileza e criatividade. Muito acima da média dos recentes lançamentos de literatura GLS. (E.C.)
Relicário reúne contos que mergulham no universo do desejo homoerótico. O livro é, na verdade, uma coletânea de confissões de alcova. Os textos apresentam o universo homoerótico masculino, mas não se restringem a isso: mostram que a libido, no fundo, também é atrair a atenção do outro (do mesmo sexo ou não), ser desejado por ele, compartilhar fantasias, desejos e projetos de vida.
O AUTOR
Felipe Greco
Felipe Greco nasceu em junho de 1967, é gaúcho de Uruguaiana (RS), porém desde 1985 reside em São Paulo. Tem dois roteiros filmados: "Atração Satânica" (1987) e "The ritual of death" (1990). Em outubro de 1991, venceu o concurso literário promovido pela Fiat do Brasil, com o conto "Anjo provisório".Em agosto de 2001, publicou o livro de contos "Caçadores Noturnos" (Desatino, SP); em maio de 2003, "O coveiro, uma fábula marginal" (Desatino, SP); em julho de 2004, um artigo em obra coletiva, "Getúlio Vargas, um político camaleônico", in "Política e conflitos internacionais" (Revan, RJ). Em dezembro/05, inspirado em uma história real, escreveu "Lilica" (infantil;Editora Via Lettera).
Em outubro de 2006 teve um texto juvenil inédito, "Memórias do asfalto", premiado pelo Programa de Ação Cultural (PAC 26) da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo .
Convidado pelo editor-chefe da revista G Magazine (Fractal, SP), escreveu os contos "O Banho", jul/04, "Encontro na chuva", dez/04, "As Máscaras", fev/05, "O Machão", abr/05, "A Espera", jun/05, "Notas de alcova", ago/05, "Tabu", set/05, "Olé", nov/05, "Almodóvar", dez/05, "Despedida de solteiro", fev/06, "Chuva rala", abr/06, "De repente...", jun/06 (este conto, por uma falha de comunicação entre autor e editor, foi publicado na revista com o título de "No escurinho do dark room"), "O voyeur", set/06, "Para um dia qualquer, depois de hoje", jan/07, "Madrugada sem Lua", set/07, e "Relicário" .
No cinema, assinou o argumento e o roteiro do curta-metragem Caçadores noturno, inspirado no universo underground de suas duas obras de estréia na prosa.
Um lançamento da

segunda-feira, 16 de março de 2009
Ópera de Arame volta a funcionar em horário normal
O horário de visitação da Ópera de Arame voltou ao normal, desde o último sábado (14). O espaço ficou sem energia elétrica na última quinta-feira, após uma pane no transformador, mas o problema já foi solucionado. A Ópera de Arame fica aberta para visitas de terça-feira a domingo, das 8h às 22h.
Contadores de histórias narram lendas de Curitiba
O programa Curitiba, qual é a sua? foi elaborado especialmente para o mês do aniversário da cidade
Os contadores de histórias Carlos Daitschmann e Lúcia Sartori desenvolvem durante este mês o programa Curitiba, qual é a sua, elaborado especialmente para comemorar o aniversário da cidade. Nas sessões de contação de histórias, realizadas em escolas, creches, centros de educação integral, asilos e outras unidades de atendimento social da Prefeitura, os arte-educadores da Fundação Cultural de Curitiba optam por um repertório voltado às lendas e tradições curitibanas. Mas, assim como narram histórias de Curitiba, eles também pedem ao público que contem suas próprias histórias relacionadas à cidade.
A lenda do índio Tindiquera e da imagem de Nossa Senhora da Luz, que teriam apontado o local para a fundação da cidade, a lenda da serpente e do tesouro do pirata Zulmiro, que estariam enterrados nas ruínas de São Francisco, o mito da loira fantasma e o caso de Maria Bueno são apresentados para despertar a curiosidade da platéia. “Com isso, incentivamos as pessoas a contarem histórias que elas conhecem ou mesmo suas próprias histórias de vida em Curitiba”, explica Carlos Daitschmann.
As sessões do Curitiba, qual é a sua? acontecem durante o mês de março, em locais já definidos. Serão atendidas unidades dos bairros Vila Nossa Senhora da Luz, Pinheirinho, Bairro Novo, Tatuquara, Boqueirão, Cajuru, Santa Felicidade, Vila Guaíra, Jardim Gabineto e Centro.
Sorria, você está sendo controlado
Sorria, você está sendo controlado
Resistência e poder na sociedade de controle
de Sonia Regina Vargas Mansano
192 pág.
Pensando na maneira como vivemos hoje percebemos que somos controlados de diversas formas e em todo lugar. O controle tornou-se um dispositivo sofisticado que se disseminou no cotidiano e passou a fazer parte da vida da população sem ser necessariamente identificado como tal. Como resistir a ele? Sonia Mansano analisa os diversos tipos de controle a que estamos submetidos e propõe algumas formas de resistência.
Os dispositivos de controle descritos nesta obra, fundamentada pelos estudos de Deleuze e Foucault, atingem dimensões da existência outrora preservadas e praticamente inacessíveis. No decorrer da leitura, é possível perceber que esses dispositivos não são meramente impostos à população, contando com a legitimação do cidadão comum. Diante desse quadro, a autora fala sobre a possibilidade de resistir e de criar novos modos de vida que não estejam baseados no controle.
A AUTORA
Sonia Regina Vargas Mansano é psicóloga pela Universidade Estadual de Londrina, onde é docente do Departamento de Psicologia Social e Institucional. Seguiu seus estudos de mestrado e doutorado na área de Psicologia Clínica, obtendo o título de doutora pela PUC-SP. É autora de Vida e profissão: cartografando trajetórias (Summus, 2003) e co-autora de Falando de Amor: uma escuta musical dos vínculos afetivos (Ágora, 2006).
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UM LANÇAMENTO

domingo, 15 de março de 2009
PRÓXIMA ESTAÇÃO: Nossa língua e o Volp
Visitantes do Museu da Língua Portuguesa, bibliotecas e cerca de 7,9 mil escolas públicas do estado de São Paulo receberão um manual com as mudanças propostas pelo Acordo Ortográfico, em vigor desde janeiro. O Guia da Reforma Ortográfica é resultado de uma parceria entre as Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU) e o Museu da Língua Portuguesa. Será lançado na próxima segunda-feira e começará a ser distribuído no dia seguinte. Ele também estará disponível para download gratuito no site da FMU (www.fmu.br). “A ideia do guia é ajudar os nossos visitantes’’, diz Antônio Carlos Sartini, superintendente do museu. “Porque, sempre que surgem mudanças, surgem perguntas.’’
A tiragem inicial do guia é de 100 mil exemplares – metade será distribuída aos frequentadores do museu e a outra metade às escolas e bibliotecas paulistas. Segundo Arthur Sperandéo, vice-reitor da FMU, em abril sairá uma segunda tiragem, que será distribuída a escolas públicas de todo o país. “É uma contribuição para a educação brasileira.’’
“As regras sempre são gerais, então, na dúvida sobre uma palavra específica, o usuário deve recorrer ao Volp (Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa)’’, diz Ataliba Teixeira de Castilho, especialista em língua portuguesa que participou da elaboração do guia. Elaborado pela Academia Brasileira de Letras, o Volp registra a grafia correta das palavras. Ele será lançado oficialmente na próxima quinta-feira.
Volume
O Volp, de 887 páginas, contém 349.737 palavras, apresentadas sob forma de lista, por ordem alfabética, incluindo a classificação gramatical de cada uma, além dos estrangeirismos (cerca de 1,5 mil), que aparecem na parte final da obra. “Esta edição se apresenta aumentada em seu universo lexical, corrige falhas tipográficas e oferece informações ortoépicas (de pronúncia correta) sobre possíveis dúvidas resultantes do emprego de algumas das normas ortográficas”, disse o atual presidente da ABL, Cícero Sandroni.
Nossa língua
registro
