quinta-feira, 24 de abril de 2008

Martins Editora lança livro sobre os grandes economistas da história

A Martins Editora lança mais um título de sua coleção Tópicos Martins, Os grandes economistas. Escrito por Jean-Claude Drouin, professor de economia e administração da École Supérieure du Commerce Extérieur da França, o livro apresenta nove grandes economistas da história: o fundador da Escola Clássica Inglesa, Adam Smith; o teórico do liberalismo econômico, David Ricardo; o teórico da superpopulação, Thomas Robert Malthus; o grande empreendedor e economista, Jean-Baptiste Say; o economista militante, Karl Marx; o teórico do equilíbrio econômico, Léon Walras; o reformador do capitalismo, John Maynard Keynes; o teórico da inovação e dos ciclos, Joseph Aloïs Schumpeter; e o cruzado das liberdades econômicas, Milton Friedman. São economistas e teóricos que, com seus conceitos, expostos de modo claro e sintético, permitem a compreensão não só das origens da ciência econômica moderna, como também do mundo em que vivemos. Uma breve biografia precede as teorias de cada economista e, também, são analisados os prolongamentos subseqüentes das respectivas obras e discutidos seu impacto e sua influência sobre as políticas econômicas da atualidade. Referência obrigatória para os estudantes de economia e política, este livro é um guia fundamental para qualquer pessoa que leia o jornal diariamente.



A coleção Tópicos Martins apresenta textos de especialistas dos mais diversos saberes humanísticos, em obras significativas de ontem e hoje, no exercício da circulação do conhecimento. Além deste título, a coleção Tópicos Martins já lançou A comunicação, de Lucien Sfez, e Crítica da idéia de sanção, de Jean-Marie Guyau.



Jean-Claude Drouin. Professor de economia e administração da École Supérieure du Commerce Extérieur. Entre suas obras, destacam-se Tous économistes - Guide d'introduction à l'économie, Les grandes notions de la sociologie e Les vrais maîtres de l'économie.

Exposições do Bolsa Produção estão abertas nos espaços da Fundação Cultural

Os doze projetos contemplados na segunda edição do programa

Bolsa Produção, em 2007, podem ser vistos no

Solar do Barão e no Memorial de Curitiba


Estão abertas no Centro Cultural Solar do Barão e no Memorial de Curitiba as exposições dos 12 artistas contemplados no edital Bolsa Produção 2007, da Fundação Cultural de Curitiba. A inauguração, na última terça e quarta-feira (15 e 16), reuniu grande público, além de artistas e críticos, que puderam apreciar o resultado dos trabalhos elaborados em diversas técnicas e com diferentes propostas.

O edital Bolsa Produção, uma iniciativa inédita da Fundação Cultural, é financiado com recursos do Fundo Municipal da Cultura, e destina bolsas para que artistas possam desenvolver projetos na área de artes visuais. No Centro Cultural Solar do Barão estão os trabalhos de Rodrigo Guinski (Un1 Dia), Lahir Ramos (Imagem Construída), Daniel Duda (Caracteres), Felipe Scandelari (Pintura), Felipe Prando (Perder de Vista), Fábio Follador (Caixa Preta), Fernando Rosenbaum (Transposições) e Tony Camargo. No Memorial de Curitiba, podem ser vistas as obras de Isabel Porto (Convite ao Largo da Ordem), Marcio Montoril Prado (Cheio e Vazio), Bruno Tomé (Polissemia) e da dupla Lívia Piantavini e Tatiana Stropp (Comentários sobre Pintura).

Os especialistas que acompanharam a abertura das exposições foram unânimes em destacar a qualidade dos trabalhos e a importância do programa, por oferecer condições aos artistas de estudar, buscar referências teóricas e experimentar. “Trata-se de uma excelente iniciativa, que cria condições para que o artista teste novas possibilidades por meio da pesquisa, e os trabalhos apresentados demonstram esta nova relação entre a teoria e a prática”, disse a crítica de arte Glória Ferreira, do Rio de Janeiro, que integrou a comissão de seleção dos projetos inscritos no edital. Glória destaca que diferente dos tradicionais concursos e salões, que acabam contemplando poucos artistas, o Bolsa Produção abre espaço para 12 artistas de uma só vez, e respeita o universo próprio de cada um. “O projeto está em sintonia com a visão mais atual que privilegia não apenas a exibição da obra, mas todo o processo de criação”, afirmou.

Glória Ferreira, também acompanhou a execução dos trabalhos, visitando os ateliês e trocando idéias com os artistas. “Na verdade, foi mais um processo de escutar o que eles tinham a dizer do que orientar e criticar”, disse. Conhecedora da cena artística curitibana, Glória diz perceber diferenças entre o cenário atual e o anterior ao Bolsa Produção. “Sinto uma efervescência maior, mais reflexão e discussão, uma interferência de fato na cena artística da cidade.”

Para o crítico Paulo Reis, com o Bolsa Produção Curitiba mostra a mesma densidade artística de outras grandes cidades. “Há uma preocupação com o percurso do artista, mais do que com a obra acabada. E com isso já é possível perceber um salto de qualidade nos trabalhos”, afirmou. Paulo Reis propõe que se reforce agora a função educativa da arte, e que se amplie as discussões para que o impacto do projeto na produção artística da cidade possa ser avaliado, por meio de um trabalho multidisciplinar que envolva as universidades e as diversas áreas do conhecimento. O próximo passo, segundo ele, é também levar para fora de Curitiba o que se discute e produz aqui.

O artista Newton Goto, que foi um dos contemplados no primeiro edital, de 2006, recomenda que os colegas não percam o foco do programa, que é a pesquisa e a crítica. “O artista tem que ver essa oportunidade como o momento de se aprofundar e experimentar, e os trabalhos apresentados já demonstram esta maturidade proveniente da pesquisa”, disse. De acordo com Goto, o programa trata os artistas de forma respeitosa por dar condições e liberdade para que eles possam criar e também pelo acompanhamento e orientações durante a realização do trabalho . “O artista não é analisado a partir de apenas uma obra, mas por todo o seu processo de produção”.

Este é o segundo grupo de artistas que receberam recursos para realizar todas as etapas de pesquisa, experimentação e elaboração de propostas. Eles foram contemplados no edital de 2007 e agora apresentam os resultados. A Fundação Cultural de Curitiba também já lançou o terceiro edital, escolhendo mais 12 artistas que estão em fase execução dos trabalhos.


Serviço:

Exposições dos artistas contemplados pelo programa Bolsa Produção



Centro Cultural Solar do Barão – R. Carlos Cavalcanti, 533

Museu da Gravura

Un1 Dia – Rodrigo Guinski

Imagem Construída – Lahir Ramos

Caracteres - Daniel Duda

Pintura - Felipe Scandelari

Obras de Tony Camargo

Museu do Cartaz

Perder de Vista – Felipe Prando

Museu da Fotografia Cidade de Curitiba

Caixa Preta – Fábio Follador

Transposições – Fernando Rosenbaum



Visitas: De terça a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h às 18h; sábados, domingos e feriados, das 12h às 18h. Até 15 de junho.

Entrada franca



Memorial de Curitiba – R. Claudino dos Santos, 77



Salão Paraná

Convite ao Largo da Ordem – Isabel Porto

Cheio e Vazio – Marcio Montoril Prado

Salão Brasil

Comentários Sobre Pintura – Lívia Piantavini e Tatiana Stropp

Polissemia – Bruno Tomé



Visitas: De terça a sexta-feira, das 9h às 18h; sábados, domingos e feriados, das 9h às 15h. Até 15 de junho.

Entrada franca

terça-feira, 15 de abril de 2008

A ALMA ENCANTADORA DAS RUAS


A ALMA ENCANTADORA DAS RUAS

(EDIÇÃO DE BOLSO)

de João do Rio


Organização

Raúl Antelo


Páginas - 256

João do Rio (1881-1921, pseudônimo de Paulo Barreto) fez da crônica jornalística uma janela através da qual contemplava as glórias e as misérias do Brasil republicano. Em A alma encantadora das ruas, reunião de textos publicados na imprensa carioca entre 1904 e 1907, ele percorre as ruas do Rio de Janeiro para reter a "cosmópolis num caleidoscópio". A cidade vivia um processo de transformação acelerada, passando de corte modorrenta a ambiciosa capital federal. Ela será o palco das perambulações de João do Rio, o dândi para quem o hábito de flanar definia um modo de ser e um estilo de vida. João do Rio saturava seus textos de reminiscências decadentistas, mas o olhar que fixava no presente era o de um observador que se abria para os tempos modernos.

Um lançamento da

VESTÍGIO


VESTÍGIO
de Patricia Cornwell




Páginas - 448


Cinco anos depois de ser sumariamente afastada de seu emprego como legista-chefe da Virgínia, Kay Scarpetta volta a Richmond atendendo ao pedido de seu sucessor para um caso difícil - Gilly Paulsson, uma garota de catorze anos, foi encontrada morta em sua cama.
Ao chegar ao seu antigo quartel-general, logo percebe que deveria ter recusado o trabalho. Seu sucessor é um tipo esquivo e incompetente, seu antigo escritório está sendo demolido, e as manobras políticas tecidas ao fundo dos acontecimentos ameaçam engoli-la de vez.
Fazendo o possível para superar tudo isso, a dra. Kay Scarpetta começa a trabalhar no caso. A mãe de Gilly Paulsson pensa que a filha morreu de gripe, mas Scarpetta logo percebe que se trata de um assassinato. O único problema é que os vestígios encontrados no corpo da garota não fazem sentido.
Em meio a uma teia de fatos aparentemente desconexos, Scarpetta consegue demonstrar como um indecifrável fragmento de evidência pode abrir caminho por um cipoal de obstáculos humanos e burocráticos e encontrar o culpado de um crime aparentemente sem solução.

Um lançamento da



O SOL DO BRASIL


O SOL DO BRASIL - Nicolas-Antoine Taunay e as desventuras dos artistas franceses na corte de d. João (1816-1821) de Lilia Moritz Schwarcz

Páginas - 464

Nicolas-Antoine Taunay foi um artista acadêmico, do círculo íntimo de Napoleão e Josefina, que desembarcou no Brasil em 1816, acompanhado de outros pintores como Jean-Baptiste Debret e Grandjean de Montigny. Considerado o membro mais importante do grupo, trazia na bagagem a intenção de se transformar em pintor do rei.
Nunca existiu, porém, uma "missão francesa" nos moldes como a historiografia a caracterizou: d. João jamais contratou artistas para a sua corte, muito menos artífices do antigo inimigo francês, que forçara a vinda do monarca ao Brasil. Ao contrário, foram os artistas que se autoconvidaram, com o propósito de criar aqui uma Academia, igual à que existia no México.
Como a vinda desses pintores não era oficial, a eles só restaria a agenda da corte: as exéquias de d. Maria, a coroação de d. João e o casamento de d. Pedro, para os quais construíram cenários frágeis e misturaram os trópicos com modelos da Antiguidade grega e romana.
A vida de Taunay entre nós não foi fácil. Como homem da Ilustração, ele não encontrou lugar para os escravos em suas pinturas: se a natureza era imensa, já os escravos surgiam cada vez mais diminutos, quase borrões no meio da tela. Os trópicos pareciam difíceis de representar, e Taunay sempre reclamou da luz brilhante demais da América, dos verdes "excessivos" das florestas e do céu do Rio de Janeiro, que considerava absolutamente "exagerado". Por outro lado, a tão sonhada Academia não saía do papel, e, quando finalmente foi fundada, Taunay acabou preterido na estrutura da instituição.
Fartamente ilustrado - são 103 imagens em preto-e-branco e mais dois cadernos coloridos com 45 telas que o pintor realizou na Europa e no Brasil.

Um lançamento da

D. JOÃO VI


D. JOÃO VI

- Um príncipe entre dois continentes

de Fernando Dores Costa
Jorge Pedreira

Páginas - 508

O percurso de d. João VI fornece o fio condutor desta história, mas este livro é muito mais do que uma biografia do monarca português. A figura do rei - sobre a qual circulam uma série de imagens estereotipadas - adquire espessura em função da análise do seu lugar (e do lugar de Portugal) no xadrez político e econômico internacional. Trata-se de combinar, com o apoio de ampla documentação, o exame dos grandes panoramas diplomáticos com o das políticas comezinhas, que articulam vida familiar e atuação política, acordos públicos e intrigas privadas.
Os nove capítulos acompanham o percurso atribulado de d. João, que assume o poder numa Europa modificada pela Revolução Francesa. O posicionamento hesitante da monarquia portuguesa entre França e Inglaterra, somado às divisões internas de grupos sociais e facções políticas dentro do país e aos problemas (pessoais e políticos) provocados por sua esposa Carlota Joaquina conferem tensão ao itinerário do monarca, numa narrativa rica em informações, capaz de interessar o especialista e o público mais amplo.

UM LANÇAMENTO DA

COMUNIDADES IMAGINADAS


COMUNIDADES IMAGINADAS
- Reflexões sobre a origem e a difusão do nacionalismo

de Benedict Anderson


Páginas - 336

Neste livro notável, Benedict Anderson sai a campo para desfazer boa parte dos lugares-comuns a respeito do nacionalismo: longe de se confundir com o racismo ou o fascismo, longe de ser uma síndrome quase patológica, que faz má figura num mundo marcado pelas promessas da globalização, o sentimento nacional tem uma história bem precisa, rica e contraditória.
Como marxista de formação e dono de um olhar escolado na observação dos conflitos coloniais no Sudeste asiático, Anderson volta-se menos para a instituição dos estados nacionais e mais para a ascensão do sentimento nacional. Daí a noção de comunidades imaginadas - e não meramente imaginárias -, porque, mais do que simplesmente denunciar-lhe as limitações, Anderson quer examinar como o nacionalismo capta e expressa anseios, esperanças e preconceitos nascidos no calor da vida social.
Sem sombra de reducionismo, Comunidades imaginadas é ainda um livro pioneiro pelo recurso a idéias de várias disciplinas acadêmicas - da filosofia da história de Walter Benjamin à antropologia de Victor Turner, passando pela crítica literária de Erich Auerbach -, que frutificam num modelo em que o moderno sentimento nacional se vincula a fenômenos tão aparentemente díspares quanto a luta de classes, a ascensão das línguas vernáculas e do romance, o fim dos impérios coloniais e a emergência da impressão e da imprensa modernas.

Um lançamento da Cia das Letras

LEALDADE MORTAL


LEALDADE MORTAL
(SÉRIE MORTAL - VOL 9)



Páginas : 434

Um desconhecido grupo terrorista usa poderosas bombas para tentar colocar Nova York sob o domínio do medo. Envia mensagens terríveis à tenente Eve Dallas, nas quais promete derramar sangue, espalhar o terror e produzir uma destruição em massa para acabar com o “governo corrupto”. E, quando a cruel teia de mentiras e terrorismo ameaça as pessoas que Eve mais ama, ela reage com garra e determinação. É a sua cidade, o seu trabalho, e os alvos estão cada vez mais perto dela. Agora, numa eletrizante corrida contra o relógio, ela precisa fazer com que todas das peças se encaixem... antes que a cidade seja destruída.
Em Lealdade mortal, a destemida tenente enfrenta um grupo radical que planeja transformar Nova York num cenário de horror. Os mistérios e as emoções não cessam.


Um lançamento da Bertrand Brasil


REVELAÇÕES



REVELAÇÕES
de Linda Howard


Páginas : 294

Para o detetive Marc Chastain, o assassinato de um morador de rua não fazia sentido – principalmente depois de ter conhecido a filha da vítima. Longe de ser a mulher fria que ele esperava encontrar, Karen Whitlaw mostrava-se simpática e sensível. Ela também está correndo grande perigo. Uma série de “acidentes” mexeu profundamente com Karen, atraindo para ela a proteção do charmoso detetive, a quem, inicialmente, tentou resistir. Juntos, eles desvendam uma história perturbadora que envolve política, poder e morte – e enfrentam um assassino que não vai parar enquanto não tiver em suas mãos os segredos do pai de Karen.

Um lançamento da Bertrand Brasil

quarta-feira, 9 de abril de 2008

A CARAVANA DE VENEZA



A CARAVANA DE VENEZA (MARCO POLO VOL. 1) de Muriel Romana

Páginas : 364


Marco Polo – A caravana de Veneza é o primeiro volume da trilogia escrita por Muriel Romana sobre o famoso viajante veneziano do fim da Idade Média. A história se passa em uma época em que, para se atravessar o continente asiático, era necessário mais de um ano, tornando a Rota da Seda um caminho repleto de perigos.
Muriel apresenta um Marco Polo com apenas dezessete anos de idade, saindo de Veneza com o pai e o tio, visando chegar à corte de Kublai. Trabalha como emissário do papa Gregório X, mensageiro secreto do ilkhan Abaga. Kublai é neto de Gengis Khan e herdeiro do imenso império mongol, que vai da Rússia até o Oceano Pacífico.
Marco Polo precisa sobreviver aos obstáculos impostos pela fúria da natureza e às armadilhas de bandidos, guerreiros e espiões para conquistar o seu sonho. Ao conhecer uma escrava de olhos amendoados, ele descobre o amor.
Quando finalmente a caravana de Veneza chega até o Grande Khan, o adolescente impetuoso e destemido já se tornara um homem e, sem saber, o mais célebre dos aventureiros.

Um lançamento da Bertrand Brasil