quinta-feira, 29 de agosto de 2013

CARTOLA EM QUADRINHOS NA CAIXA CULTURAL CURITIBA



Projeto literário Cena HQ apresenta a leitura do quadrinho “Km Blues”


A CAIXA Cultural Curitiba apresenta, na próxima quarta-feira (4), a leitura do quadrinho “Km Blues”, no projeto Cena HQ, realizado pela Vigor Mortis em parceria com a Quadrinhofilia. O quadrinho de Daniel Esteves será lido por Márcio Mattana, Octavio Camargo, Lilyan de Souza e Jossane Ferraz, com direção cênica de Renato Sbardelotto.

A graphic novel nacional é centrada em Flávio, um recém-divorciado que viaja por estradas paulistanas, a procura de respostas que possam ajudá-lo neste novo momento de vida. Em seu percurso, ele encontra, de forma inusitada, o célebre músico carioca, Cartola, sambista já falecido que traz um desvio a esta trama de road movie.

“Km Blues” tem texto de Daniel Esteves (Nanquim Descartável, O louco, a Caixa e o Homem), traço de Wanderson de Souza (Nanquim Descartável, Quadrinhópole, Café Espacial), cores de Wagner de Souza, além doe prefácio de Laudo Ferreira. A publicação foi lançada em dezembro de 2012, em São Paulo, e vem com a marca do selo independente HQemFoco. A edição foi uma das contempladas com o ProAC 2011 – Programa de Ação Cultural do Estado de São Paulo.

Cena HQ:
O projeto Cena HQ promove encontros inusitados entre quadrinhos e cena, provocando discussões sobre a produção de graphic novels no Brasil. Cada leitura é seguida de um debate entre o encenador e o autor da obra. A curadoria de autores é de José Aguiar, e a de encenadores, de Paulo Biscaia Filho. Mais informações podem ser encontradas no facebook do projeto /cenahqbrasil.

Serviço:
Literatura:
Cena HQ
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba (PR)
Data: 4 de setembro de 2013 (quarta-feira)
Hora: 20h
Ingressos: um livro não didático ou um livro de quadrinhos
Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sexta-feira, das 12h às 20h, sábado, das 16h às 20h e domingo, das 16h às 19h)
Lotação: 125 lugares (2 para cadeirantes)
Classificação indicativa: Não recomendado para menores de 14 anos

O musica-portuguesa esta de volta

O musica-portuguesa esta de volta e com algumas novidades.

visitem www.musica-portuguesa.net

Se tiverem problemas em entrar no forum entrem em contacto connosco na nossa pagina do facebook.

https://www.facebook.com/MusicaNacionalPortuguesa

Tambem precisamos da vossa ajuda para continuar com o projeto pra frente.

Visite este topico: http://musica-portuguesa.net/index.php?topic=969.0

Agradecemos a vossa ajuda.



http://musica-portuguesa.net/index.php

Ylana Queiroga lança música da trilha sonora do filme "Tatuagem" na web

Ylana lança a faixa “Calcanhar” na web
Música faz parte da trilha sonora do filme “Tatuagem”



A música “Calcanhar”, parte integrante da trilha sonora do filme “Tatuagem”, é o primeiro single do novo álbum da cantora pernambucana Ylana.
Produzida por Manuca Bandini e Yuri Queiroga, que também assina a produção do primeiro disco da cantora, a faixa conta com a participação do maestro e pai de Ylana, Spok, no sax barítono.
Com um groove cheio de estilo, “Calcanhar” é um convite à dança, embalada pelo suingue da orquestra de sopros e pelos acordes da guitarra de Yuri Queiroga. A música traz uma divertida declaração de amor com "ares regionalistas".
Cantora apresenta o seu primeiro trabalho, em breve.
Para baixar “Calcanhar”, acesse: www.ylana.com.br

A VERGONHA DE UMA NAÇÃO:




Comparem essas duas fotos. A primeira foi tirada em Little Rock, Estados Unidos, 1957, e mostra a estudante Elizabeth Eckford chegando para o seu primeiro dia de aula numa escola sem separação racial. Precisou de reforço policial para conseguir entrar.

A segunda foto foi tirada em Fortaleza, ontem, quando médicos brasileiros brancos e bem nascidos fizeram um corredor para vaiar seus colegas cubanos, muitos deles negros, que vieram ao país contratados para atuar em cidades pequenas do interior para os quais os brasileiros não querem ir.

Eu acho que as imagens falam por si.



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Mendo Castro Henriques no Brasil - 03, 04 e 05 de setembro - INSCREVA-SE

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26º BRASILEIRO DE MOTO AQUÁTICA (JET SKI ): BRUNNA LUZ PROMETE ARRISCAR MAIS NA FINAL

 BRUNNA LUZ PROMETE ARRISCAR MAIS NA

FINAL DO 26º BRASILEIRO DE MOTO AQUÁTICA

 A paulistana é a única mulher na disputa e promete acelerar forte na decisão, que acontece nos dias 14 e 15 de setembro, na Represa do Guarapiranga, em São Paulo.


Brunna Luz promete acelerar forte na final do 26º Campeonato Brasileiro de Moto Aquática (jet ski) 

foto: Ricardo Fuchs/Photojetski


A paulistana Brunna Luz, única mulher na disputa do 26º Campeonato Brasileiro de Moto Aquática (jet ski) promete arriscar mais na etapa decisiva, que será realizada nos dias 14 e 15 de setembro, na Represa do Guarapiranga (av. Atlântica, 4.000, antiga Robert Kennedy), em São Paulo.  Em terceiro lugar na categoria Runabout Turbo Stock Novatos, a piloto está motivada para essa decisão.



Brunna quer acelerar forte, pois é a etapa decisiva e espera garantir um bom resultado. Lembrou que esse ano foi de readaptação, pois ficou três temporadas parada e sabia das dificuldades que iria encontrar, mesmo assim considera positivo o desempenho até agora. “Estou contente com minha participação pelo tempo que fiquei fora e a mudança da equipe. Melhor adaptada, acredito que meu desempenho será bem melhor nesta final, que nas etapas anteriores”, acrescentou a campeã brasileira e quarta colocada no Mundial de 2009.


A piloto de São Paulo explicou que tem treinando forte na academia durante a semana e aos sábados e domingos tem realizado treino com o equipamento. Para essa decisão, considera fundamental largar bem nas baterias e ter um bom equipamento como o Yamaha, que vem pilotando.  Revelou que a equipe está trabalhando nos ajustes do equipamento, para deixar tudo em ordem até a etapa final do 26º Campeonato Brasileiro de Moto Aquática (jet ski).

A movimentação da quarta e última etapa do 26º Campeonato Brasileiro de Moto Aquática (jet ski) começa no dia 13, com a recepção aos pilotos, inscrições e treinos livres.  Nos dias 14 e 15 serão realizadas as baterias, que apontarão os vencedores da etapa e os campeões da temporada 2013.

A quarta do 26º Campeonato Brasileiro de Moto Aquática (jet ski) é uma realização da BJSA - Associação Brasileira de Jet Ski, com homologação da IJSBA - International Jet Sports Boating Association. Produção - CPM7 Full Promotion. Apoio -­ Prefeitura Municipal de São Paulo - Esporte, Lazer e Recreação e sub-prefeitura da Capela do Socorro, CASARINI SEA-DOO / BRP, YAMAHA DO BRASIL, KAWASAKI DO BRASIL, JET TRACTION, Speto Import, Revista BOAT Shopping, Photojetski e site Bombarco. O evento conta com a supervisão da Marinha do Brasil, Guarda Civil Metropolitana e Corpo de Bombeiros.

Crônica da Urda - As Armações de Baleia


                                  
 As Armações de Baleia

Fico pensando nas muitas Armações que existem pelo litoral brasileiro. Eu só conheço três: a de Itapocoroy, a do Pântano do Sul e a de Garopaba (lá em Garopaba já não se usa a palavra Armação, mas tanto quanto sei, houve uma naquela enseada). Normalmente, são lugares muito bonitos e aconchegantes, e eu imagino a maioria de vocês a perguntarem: “Por que é que se chamam Armação? O que quer dizer Armação?”.
                                   Vamos ver isto. Lá pelo século XVIII e XIX, a iluminação da Europa (e de outros lugares) era movida a óleo de baleia. O óleo de baleia vai perder a sua importância com a descoberta da querosene, o que, por sorte, salvou as baleias que ainda teimavam em viver num mar coalhado de seus caçadores. E o lugar onde se “fritava” a baleia (claro que depois de picá-la toda em pedacinhos), eram grandes construções industriais que se chamavam Armações.
                                   Não pense você que alguma dessas Armações trouxe algum progresso ao Brasil – todo o dinheiro produzido por causa delas ia diretinho para os cofres de Portugal, não ficava nem uma moedinha aqui para a terra de Santa Cruz. O que ficou foram ossos, muitíssimos ossos de baleias que ainda restam nos jardins das casas das antigas Armações, e a lembrança levantada recentemente por uma pesquisadora da UNIVALI, Alejandra Luna, que descobriu que até a década de 1950 ainda se caçavam baleias na praia de Barra Velha/SC, e foi lá e pesquisou com os velhinhos, e nos trouxe uma realidade que me deixou pasma ao ler sua pesquisa, publicada numa das revistas daquela universidade. Segundo contam os moradores de Barra Velha, a morte de uma baleia pesteava totalmente uma praia por semanas e meses: o óleo da mesma se entranhava na areia, e tinha que haver muita e muita maré cheia e ressaca de mar para revolver e limpar a areia, sem contar que a quantidade de carne de um bicho enorme daqueles não tinha como ser comida por pessoas e cachorros das pequenas populações de então, e acabava apodrecendo, e deixando no ar o cheiro mais pestilencial que se possa imaginar. Então, uma Armação não era uma coisa tão idílica como eu havia pensado até então – outro relato que li me contou dos grandes tachos onde o toucinho da baleia era fervido, das emanações da fumaça acre, mal-cheirosa  e quentíssima, dentro da qual trabalhavam os escravos que ali passavam suas vidas.
                                   Pois é, os escravos. De tudo o que tenho lido a respeito deles na vida, com certeza a pior sina que tinham eram a de ser trabalhadores das Armações. Para dar conta dos pesados serviços de lá, eles eram escolhidos entre os mais jovens, os mais fortes, os mais capazes. Então, iam para uma das Armações, e como que lhes era sugada toda a sua seiva vital: trabalhavam até já não ter mais nenhuma força, nenhuma vitalidade, e então eram abandonados como que à deriva, nas imediações das Armações, sem comida, sem nenhum tratamento, e ficavam à espera da morte. Se algum mortal resolvesse lhes fazer a caridade de alguma comida, de algum abrigo, eles poderiam considerar-se com sorte – a grande empresa Capitalista que era a Armação, porém, agia exatamente como age o Capitalismo hoje: não estava nem aí! E havia outro agravante para a péssima qualidade de vida desses escravos: eles iam para a Armação enquanto jovens e cheios de saúde, e por toda a sua vida não tinham, nem uma vezinha, a possibilidade de algum contacto com alguma mulher. Há que pensarmos que um ou outro acabasse se agradando de algum outro bonito e saudável rapaz, e então preenchesse no coração a sua cota de emoção e carinho – mas a grande maioria, como em qualquer sociedade, deveria passar a vida ansiando por ter uma mulher para si. É difícil a gente imaginar vida mais ruim, não é? E eles não tinham a menor escolha.
                                   Então, hoje, freqüentamos as Armações e achamos tudo lindo, por lá. Os fantasmas dos nossos irmãos escravos, a estas alturas, já voaram para muito longe, para plagas melhores, e nós nunca nem pensamos que eles existiram. E comemos camarão com caipirinha sem o menor peso na consciência., naqueles mesmo lugares onde no passado houve o horror!


                                               Blumenau, 14 de maio de 2004.       


                                               Urda Alice Klueger
                                                Escritora, historiadora e doutoranda em Geografia pela UFPR

7/9 VALÉRIA, DO ZORRA TOTAL, ESTREIA ESPETÁCULO

Rodrigo Sant’anna, do Zorra Total,
estreia espetáculo solo de personagens
Comício Gargalhada
Dia 7 de setembro, às 23h45, no Teatro das Artes


Em formato de um comício eleitoral, humorista encarna diversos personagens/candidatos,
entre eles Adelaide, Adimilson e Valéria.

Rodrigo Sant'anna, popularmente conhecido por dar vida ao Adimilson e a Valéria, personagens cômicos do programa Zorra Total da Rede Globo estreia espetáculo solo no dia 7 de setembro no Teatro das Artes, no Shopping Frei Caneca. Serão somente 4 apresentações, aos sábados, às 23h45.

A história começa quando Adelaide (uma mendiga pedinte) invade o Palco-Palanque e começa a falar de sua “plataforma política”. Na seqüência, vem Vanderley das Almas (sensitivo), Sara menininha (Cantora de Axé), Juarez (Frango de Padaria), Homossexual Obeso, São Jorge, Adimilson e Valeria, todos interessados em convencer o público de suas campanhas. Entre um personagem e outro Rodrigo ainda encontra fôlego para contar casos engraçados de sua história.

Neste Comício, uma grande sátira aos comícios eleitorais, o voto não é obrigatório, mas o riso é garantido.



Serviço
Direção: Thalita Carauta
Elenco: Rodrigo Sant’anna
Estreia: dia 7 de setembro
Temporada: de 7 a 28 de setembro, sábados, às 23h45
Gênero: Comédia
Classificação Etária: 12 anos
Capacidade: 742 lugares
INGRESSOS
R$ 70,00 (inteira)
R$ 35,00 (meia)
Clientes Porto Seguro + 1 acompanhante tem 50% de desconto mediante apresentação do cartão.
Local: Teatro das Artes
Avenida Rebouças, 3970 – Shopping Eldorado, 3º piso
Bilheteria: terças e quartas das 14h às 20h; de quinta a domingo, das 14h até o início do espetáculo. Aceita cartão de débito e crédito. Não aceita cheque.
Bilheteria do teatro Tel: (11) 3034-0075
Site de Venda www.ingresso.com.br
Call Center: (11) 4003-2330
Realização: GT Teatro e Solo Entretenimento

17/9 ABERTURA EXPO FOTO "TODO MUNDO SABE" GALERIA MÔNICA FILGUEIRAS E CIRCULO DA IMAGEM



“Por vocação, as fotografias (assim como as canções)

fazem parte do imaginário coletivo e transformam

os significados dos acontecimentos de nosso tempo”.

Paulo Miyada

Curador da Exposição





Artistas: André Penteado, Breno Rotatori, Bruno Baptistelli, Hugo Curti, Ícaro Lira,

Lia Cunha, Maura Grimaldi, Pedro França, Patrícia Araújo, Rafael Craice e Sara Lambranho

Abertura:  dia 17 setembro






Em junho de 2013, Hugo Curti iniciou, em parceria com a galeria Mônica Filgueiras, o Círculo da Imagem, uma editora de fotografias contemporânea. Fotógrafo, artista e impressor de fotografias digitais, Curti acompanha os artistas na escolha de imagens e nas suas  definições técnicas.



O projeto objetiva produzir edições de artistas de variados perfis e relações com o ato fotográfico e assim oferecer uma plataforma para o contato do público especializado e também de novos interessados no campo da arte.



Para a primeira edição desse projeto, foi convidado o curador e pesquisador Paulo Miyada, que desenvolveu a exposição Todo mundo sabe (que as nossas cidades e corpos foram feitos para ser destruídos), com obras de André Penteado (SP), Breno Rotatori (SP), Bruno Baptistelli (SP), Hugo Curti (SP), Ícaro Lira (CE), Lia Cunha (BA), Maura Grimaldi (SP), Pedro França (RJ), Patrícia Araújo (CE), Rafael Craice (SP) e Sara Lambranho (MG).




O título da mostra foi elaborado como uma paráfrase do verso “Everybody knows that our cities were built to be destroyed”, da canção “Maria Bethânia” (Caetano Veloso, 1971). A escolha, por revisitar esse verso, foi motivada por três desejos concomitantes:

·       enfatizar o duplo movimento de apologia e crítica às cidades brasileiras presente na composição;

·       provocar a reflexão atual sobre o destino de nossas cidades e nossas vidas;

·       evocar aspectos recorrentes da fotografia, como o interesse pela ocupação do espaço e a sensibilidade à passagem do tempo.



Segundo Miyada, “por vocação, as fotografias (assim como as canções) fazem parte do imaginário coletivo e transformam os significados dos acontecimentos de nosso tempo”.



Cada artista participa com até 5 fotografias, todas impressas em folhas de 50 x 50 cm. Colocadas lado a lado, as 40 fotografias formam uma longa linha que atravessa todos os espaços expositivos da galeria, sugerindo uma narrativa semelhante a de um livro ou álbum fotográfico.





Para o curador, esse recurso procura ser fiel aos parâmetros da editora Círculo da Imagem e remete ao modo como foram feitas as primeiras mostras com fotografias em galerias e museus – nas quais não havia o recurso do grande formato ou o emprego da técnica mista, aspectos recorrentes do uso da fotografia por artista contemporâneos. Assim, toda a exposição pode ser lida como uma narrativa que fala sobre a urgência das transformações do espaço e de seus sujeitos.

Todas as fotos participantes da mostra serão produzidas em tiragens e estarão disponíveis para o público.



* Paulo Miyada, graduado em arquitetura na FAU-USP, onde também realizou seu mestrado. Atua como curador e pesquisador de arte contemporânea. Foi assistente de curadoria da 29a Bienal de São Paulo e coordena o Núcleo de Pesquisa e Curadoria do Instituto Tomie Ohtake, São Paulo.





Serviço

Exposição

Todo mundo sabe

(que as nossas cidades e corpos foram feitos para ser destruídos)

Curadoria: Paulo Miyada

Artistas: André Penteado, Breno Rotatori, Bruno Baptistelli, Hugo Curti, Ícaro Lira, Lia Cunha, Maura Grimaldi, Pedro França, Patrícia Araújo, Rafael Craice e Sara Lambranho

Abertura: dia 17 de setembro, terça-feira, às 19h

Exposição: de 17 setembro a 12 de outubro

Local: Galeria Mônica Filgueiras
Rua Bela Cintra, 1533 Tel (11) 3082-5292

Horário: de 2ª a 6ª feira, das 10h às 19h
Sábado: das 10h às 14h30



28/9 BENEFICENTE 4º OFTALMOMUSIC RECEBE FERNANDA PORTO NO TOM JAZZ

Toda a renda com a bilheteria será revertida para a
APOS-Associação dos Portadores de Olho Seco

4º OftalmoMusic
Doctor’s Band recebe Fernanda Porto
Dia 28 de setembro, no Tom Jazz




Médicos por profissão, músicos por paixão. A Doctor's Band nasceu do encontro do instinto musical com a dedicação em busca da música de qualidade. Tocando há 7 anos o que há de melhor na MPB, Bossa Nova e no Jazz os "médicos - músicos" Otávio Gali (Baixo Acústico), Fernando Chaves (Piano/ Teclado), Marcelo Macedo (Sax/Flauta) junto com o músico André Travagin (Bateria) saem do consultório para trazer arranjos surpreendentes para ouvintes atentos.

Há 4 anos, a banda organiza o Oftalmomusic, que reúne oftalmologistas e amigos para uma noite diferente, regada a diversão e boa música. Desde 2010 eles revertem a bilheteria do evento para a APOS- Associação dos Portadores de Olho Seco.

O 4º Oftalmo Music irá acontecer no Tom Jazz, no dia 28 de setembro, e terá a participação especial da cantora Fernanda Porto. Quem abre a noite é o comediante Ênio Vivona, com seu stand up e, após o show, a noite continua ao som de um DJ.

Na noite,  que já está virando tradição, o oftalmologista Dr. Suel Abujamra, que sede espaço em sua clinica para abrigar a APOS, fará a sua comemoração de aniversário de 80 anos.
 

 4º OftalmoMusic
Doctor’s Band
Convidada especial:  Fernanda Porto
Abertura: Stand up com Ênio Vivona
Dia 28 de Setembro
Horário 20h30
Capacidade: 200 lugares
Ingressos: R$ 50,00 – toda a renda será revertida para a APOS - Associação dos Portadores de Olho Seco
Local: Tom Jazz
Av. Angélica, 2331 – Higienópolis
Tel: 3255.0084
Ingressos a venda pela internet: www.ingressorapido.com.br
Tel: 4003.1212


Sobre a APOS

A Associação Brasileira de Portadores de Olho Seco – APÓS,  foi criada no dia 15 de julho de 2004, pela iniciativa de portadores de olho seco, familiares, médicos e apoio de empresas da área farmacêutica. Com sede em São Paulo, à Rua Tamandaré, 693, Liberdade, São Paulo-Sp , a APOS tem parceria com os principais hospitais e universidades brasileiras e o apoio do Conselho Brasileiro de Oftalmologia, SOBLEC e apoio internacional do The Cornea Society e International e Ocular Surface Society.



A doença do olho seco afeta cerca de 30% da população em todo o mundo. Muitas delas sofrem desnecessariamente porque não sabem que o problema tem solução, são incorretamente diagnosticadas ou não chegam a receber um tratamento adequado.



Hoje, um diagnóstico correto com tratamento adequado pode ajudar qualquer pessoa portadora da doença do olho seco a ter uma melhor qualidade de vida.