terça-feira, 16 de abril de 2013

Rama Navami

Dia 19 - Aparecimento de Sri Rama

leia - Srimad Bhagavatam, 1o Canto, 3o Capítulo, Verso 22
tradução e comentários por Sua Divina Graça A.C. Bhaktivedanta Swami Prabhupada



no *******



Cia. Setebelos convida para a peça Amor de Ahh a Zzz



Cia. Setebelos convida para a peça

Amor de Ahh a Zzz

Até 25 de abril, quartas e quintas-feiras, no Teatro Folha

 

Se para alguns amor é somente sexo,

para outros é um turbilhão de emoções,

 para a Cia de Comédia Setebelos,

amor é comédia pura.




Há 8 anos, a Cia. de Comédia Setebelos vem traçando uma sólida carreira nos palcos de Brasília, conquistando reconhecimento tanto do público como da crítica locais.



O grupo, formado por seis jovens atores*, utiliza o humor refinado e o improviso para criar espetáculos autorais recheado de irreverência e paródias singulares.





A Cia. de Comédia Setebelos faz temporada em São Paulo, até final de abril, mostrando dois espetáculos de seu repertório São elas STAND UP AO QUADRADO, com Daniel Villas Boas e Saulo Pinheiro,  onde dois atores fazem as mais inusitadas constatações sobre os mais diversos temas e a peça e AMOR de Ahh a Zzz , que traz todos os integrantes do grupo se desdobrando em cena para explicar  complicado e divertido mundo dos relacionamentos.



Se para alguns amor é somente sexo, para outros é um turbilhão de emoções para a Cia de Comédia Setebelos, Amor é comédia pura. A nova peça “Amor de Ahh a Zzz” vem falar de um tema que todos conhecem, mas ninguém sabe explicar: o Amor.



Os seis atores da Cia. se desdobram para explicar o complicado e divertido mundo dos relacionamentos no palco. Jogos e artimanhas do Amor, o início do relacionamento, casamento, traição, malho e  pegação,  nada escapa do humor apurado e inteligente do Setebelos.



AMOR de  Ahh a Zzz

Elenco: Daniel Lima, Daniel Villas Bôas, Leônidas Fontes,

Lucas Moll, Paulo Mansur, Saulo Pinheiro.

Estreou: dia 6 de Março

Temporada: sessões todas quartas e quintas-feiras,

às 21h, até 25 de abril.

Classificação: 14 anos

Duração: 60 minutos

Preço: R$ 30,00 (setor 1) e R$ 20,00 (setor 2)

Local: Teatro Folha

Avenida Higienópolis, 618 - (Shopping Pátio Higienópolis)- Higienópolis- São Paulo- SP- Tel.: (11) 3823 2323

Bilheteria: 15h/21h (terça a quinta); a partir das 13h (sexta) e das 12h (sábado e domingo).

Estacionamento (R$ 8,00 por duas horas).

Internet: www.ingresso.com

Aceita os cartões de crédito: todos da Mastercard, Redecard, Visa, Visa Electron e Amex. Não aceita cheques.

Acesso para deficientes físicos

10/5 ESTREIA UM EDIFÍCIO CHAMADO 200


Ministério da Cultura apresenta


Um Edifício Chamado 200


Texto: Paulo Pontes     Direção: Jerusa Franco

 

 


Com Ben-Hur Prado, Adriana Londoño e Leiza Correa


Estreia dia 10 de maio, no MuBE Nova Cultural


 


Estreia no dia 10 de maio, às 21h30,  no teatro MuBE Nova Cultural, a comédia “Um Edifício Chamado 200”, escrita por Paulo Pontes. A história, que fez enorme sucesso nos palcos do país nos anos 70, gira em torno do personagem Gamela (Ben-Hur Prado), morador de uma bagunçada quitinete em Copacabana, nos anos 70.



 Ele é um homem absolutamente ocioso, que passa o tempo consultando horóscopos e preenchendo volantes da loteria esportiva. Com ele, mora Karla (Adriana Londoño) que, embora romântica, não aguenta mais viver com tantas privações. Sonha em ser atriz.



 O casal administra as agruras do cotidiano até a chegada de Ana (Leiza Correa). Ex amante de Gamela, ela o procura pedindo abrigo, nem que seja por uma noite. Karla se opõe, mas muda de ideia quando Ana declara ter 50 contos. As duas moças se tornam amigas.



Enquanto está sozinho em casa, Gamela recebe a inesperada visita de uma mosquinha marciana, a Bororó, que chega ao pequeno apartamento. O estranho ser antecipa os resultados da Loteria Esportiva, que farão de Gamela vencedor único do prêmio de 19 milhões de cruzeiros. Mas nem tudo sai como o planejado e anunciado.




 “Um Edifício chamado 200” foi encenado pela primeira vez no ano de 1972 (em outubro no Rio de Janeiro e em novembro em São Paulo). A peça, que já teve como protagonistas Milton Morais / Stenio Garcia (Rio de Janeiro) e Juca de Oliveira (São Paulo), fez uma brilhante carreira laureada pelo sucesso de público e crítica, até os anos 80, quando estreou também em Lisboa.  Esta nova montagem é patrocinada pela Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313 de 23 de dezembro de 1991), Lei Rouanet, com captação de recursos junto as empresas maringaenses: Usina Santa Terezinha, Ferrari e Zagatto, Distribuidora de Bebidas Virginia e F.A. Maringá.



Serviço

Teatro MuBE Nova Cultural - www.mubenovacultural.com.br
Rua Alemanha, 221 - Jardim Europa/SP - Tel. (11) 4301-7521
Temporada: 10 de maio a 23 de junho
Horários: Sexta-feira e Sábado às 21h30, e Domingo às 18h.
Ingressos: Sexta-feira e Domingo R$ 50,00 / meia R$25,00, e Sábado: R$ 60,00 / meia R$ 30,00. Ingressos também pelo call center: (11) 4062-0116 ou pelo site http://www.compreingressos.com/
Bilheteria: Terça a Quinta (14h às 18h), Sexta a Domingo (14h até início do espetáculo).
Aceita dinheiro e cartões de débito e crédito (Visa e Master Card).
Gênero: Comédia
Duração: 70 minutos
Classificação etária: 12 anos
Capacidade do espaço: 192 lugares
Ar condicionado.
Vallet: R$ 25,00.



Ficha Técnica
Texto: Paulo Pontes
Direção: Jerusa Franco
Elenco: Ben-Hur Prado, Adriana Londoño e Leiza Correa
Participação especial em off: Beto Hora
Cenário e Figurinos: Flavio Costa
Trilha Sonora: Rael Gimenes
Fotos: Joelma Handziuk
Criação Publicitária e Programação Visual: Sol Propaganda
Direção de arte: Leandro Henrique
Produção Executiva: Gerardo Franco

Assistentes de Produção: Ellen Humphreys e Flavia Primo


Realização: BEN-HUR PRODUÇÕES ARTÍSTICAS

Lançamento do novo disco "Animal Nacional" da banda Vespas Mandarinas


“A decima segunda edição do projeto Radar “A nova música brasileira no Teatro Paiol” traz para Curitiba pela primeira vez, a banda Vespas Mandarinas, para o lançamento no seu novo álbum ‘Animal Nacional’



Vespas Mandarinas, inseto nativo da Ásia, igualmente conhecida como Zangão Japonês ou Vespas Assassinas,figura no topo da lista dos insetos mais perigosos do Planeta. Essa classe de artrópode possui uma neurotoxina cujo veneno mata, todos os anos, cerca de 40 pessoas ao redor do mundo, além de dizimar outros insetos, como abelhas e louva­a­deuses. Vespas Mandarinas, no plural, também é o nome da banda paulistana – formada por Chuck Hipolitho (guitarra e voz), Thadeu Meneghini (guitarra e voz), André Dea (bateria) e Flavio Guarnieri (baixo) – que lança “Animal Nacional”, seu álbum de estreia pela gravadora Deck. Tanto Vespas Mandarinas quanto “Animal Nacional” são nomes que, nesse primeiro disco, se ajustam como uma carapuça e guardam, ao longo de seus 41 minutos, inoculantes venenos poético­sonoros.



As  Vespas  Mandarinas  tiveram  na  populosa  e  sempre  caótica  cidade  de  São  Paulo  o  cenário e a maior fonte de  inspiração  na  qual  sorveram  seu  combustível.  No  álbum,  a   urbanidade  de  megalópole  revela­se   direta, indireta,  sonora  e  metaforicamente.  O  conjunto  de   influências  musicais  da  banda,  que  inscreve  no  rock  de ascendência  brasileira  seu  traço genético,  é  amplo:  vai  da  “era  de  ouro”  do  rock  verde­amarelo,  os  anos  80, através  de  bandas  que  chegaram  ao  mainstream  –  Titãs,  Ira!,  Paralamas  do  Sucesso  e  Engenheiros  do Hawaii  –  e  outras  mais  subterrâneas,  mas  não  menos  importantes   –  como,  por  exemplo,  Gueto,  Smack, Picassos Falsos e Violeta de Outono.



“Animal  Nacional” valoriza as letras, o discurso, a poesia e enfatiza,  em muitas canções, as guitarras, grandes e  robustas,  manejadas  pela  dupla  Chuck/Thadeu.  O  acompanhamento  de  André  e  Flavio,  baixo  e  bateria respectivamente,  dão  corpo  à  massa  sonora  das  Vespas  Mandarinas.  As  composições,  segundo  Meneghini, expressam  profundidade,  a  “filigrana  dourada”  que  se  perdeu  no  “desletrado”  e  superficial  rock   dessesesvaziados  tempos.  A  banda  encorpou  esse  “mojo  letrístico”  –  em  certos  momentos  literário  e  romântico  e, em  outros   foi a contribuição  do  compositor  de  mão­cheia  Adalberto  Rabelo  Filho,  da  banda  Judas,  um  dos  grandes  letristas dessa geração, e outra a participação intelectual de Fábio Cascadura, da banda baiana Cascadura.



O  álbum   tem   12  faixas  e,  dentre  elas,  “Cobra  de  Vidro”,  já  conhecida  pelos  fãs  da  banda.  A  música  ganhou videoclipe  dirigido  pela  lente  do  cineasta  Ivan  Cardoso,  mestre do “terrir”, diretor de filmes seminais como “As Sete Vampiras” e “Escorpião Escarlate”. O disco foi gravado entre os estúdios Tambor (RJ) e Costella (SP) e tem produção de Rafael Ramos. Animal  Nacional  –  “‘Animal  Nacional’  é  um  bicho  que   a  gente  criou  no cativeiro  do  nosso  inconsciente,  mas tem  muito  de  consciente  nele  também”,  explica  Thadeu  Meneghini.  “É  uma  valorização  do  que  é  brasileiro sem o lado piegas e chato de ser nacionalista. É a  representação de um Brasil possível convivendo com o que é  certo  e  errado, sem  a  sombra  do  politicamente  correto,  sem  o  medo  da  intelectualidade e da comunicação popular”. Um Brasil, ele completa, inserido na cultura pop mundial. O Brasil do Raulzito, Ivan Cardoso, Wally Salomão e Tiririca. O  guitarrista   Chuck  Hipolitho  diz  que  o  melhor  do  rock  brasileiro  dos  anos  80  está  no  DNA  das  Vespas Mandarinas.   Foi,   para  ele,  uma  época  tão  legal  e  frutífera  na  arte  no  Brasil  que  tudo  o  que  aconteceu  na música  “infiltrou”  em  todo  mundo  – mesmo que indiretamente. “Eu era uma criança e recebi tudo; as crianças estão  abertas.  Naquela  época, no Brasil, eu acho que existia uma equação muito interessante de ingenuidade, sagacidade,  vontade  e criatividade  dadas  as  limitações  comerciais,  sociais,  políticas  e  técnicas. O que gosto mesmo naquilo tudo é o poder de penetração e a conexão com o aqui e o agora que tinha na época”. “Animal  Nacional”  é  a  cura  para  o mundo superficial de  nossos dias. Um veneno que, ao mesmo tempo, é um antídoto para as falsas modernidades.
-  Cristiano Bastos



O projeto ‘’Radar ­ A nova música brasileira no Teatro Paiol’’ traz á Curitiba artistas relacionados à música contemporânea brasileira que integrarão a programação do Teatro Paiol. Já passaram pelo projeto Anelis Assumpção, Siba, Lira, Bixiga 70, Maquinado, O Terno, Cicero, entre outros. O projeto é idealizado e realizado pela Verdura Produções Culturais e tem como principal objetivo a formação de público e o intercâmbio

musical entre os artistas. O  projeto  com  com  o  apoio cultural da Fundação Cultural de Curitiba, Prefeitura de Curitiba, Lumen FM,  Meio Fio Cultural, Efexx Sonorização, Ocupa Filmes.



Saiba mais:  https://www.facebook.com/AsVespasMandarinas



Serviço:

O que?

Radar ­ A nova música brasileira nos 40 anos do teatro Paiol convida Vespas Mandarinas.

Data: 26 de Abril (Sexta­feira)

Onde: Teatro Paiol

Endereço: Praça Guido Viaro S/N

Horario: 20:30h

Telefone: 3213­1340

Ingressos: R$ 20,00 Estudantes, Professores, Idosos, Doadores de 1Kg de Alimento, Doadores de Sangue e

Deficientes fisicos.

R$ 40,00 inteira.

Vanguart apresenta pocket show ao vivo no Google+



Em estúdio preparando o seu terceiro álbum, o Vanguart apresenta um pocket show transmitido ao vivo via hangout no Google+ e YouTube, nesta quarta-feira às 20h. O grupo cuiabano, que já conquistou o Brasil com sua melodia folk e letras sentimentais, apresentará além de sucessos dos discos anteriores, algumas inéditas.



Durante a apresentação o Vanguart responderá algumas perguntas dos internautas. Essas serão selecionadas
pelo radialista Magno Rodrigues que estará no comando do programa.

8/5 ADRIANA BANFI EXPÕE FIO CONTÍNUO NA GALERIA MÔNICA FILGUEIRAS




Mônica Filgueiras Galeria convida para a abertura da exposição

Fio Contínuo de Adriana Banfi

Dia 8 de maio, às 19h



“Adriana Banfi trama fios de sonho em obras

que navegam mares de emoção entre o plano,

o objeto volumétrico e a escultura vazada.”

Paulo KLEIN                      

Association Internationale Des Critiques D’Art

Associação Brasileira de Críticos de Arte



Relevo em fios de cobre e peças metálicas / 80 x 170 cm







A Mônica Filgueiras Galeria convida para a abertura da exposição Fio Contínuo, de  Adriana Banfi, no dia 8 de maio, às 19h.



Estarão expostos 40 objetos, entre caixas, esferas, relevos e Mandalas que misturam materiais diversos ao fio de cobre, técnica sobre a qual a artista se debruça atualmente após extensa fase de dedicação à pintura.



Nesta nova fase de seu trabalho, a artista mantém o interesse pela  estética e pelo belo, pelo prazer de olhar para uma obra. “O belo possuído e enclausurado nas caixas transparentes e nas esferas em vidro. As sombras contidas e projetadas nos relevos em fios de cobre. Essas sombras que, não obstante tudo, fogem ao controle. Nas minhas sombras está o caos controlado e o prazer que vejo surgir delas”, fala Adriana Banfi sobre o resultado deste trabalho.





Como na série Esferas, que representa a aproximação entre o simbolismo embriológico e do germe de luz nelas contido. Tão importante quanto o objeto em si é a sombra que ele projeta e que, no jogo de claro-escuro que dela resulta, chega a assumir sua própria individualidade.



As caixas que estarão expostas são em acrílico, as esferas em  vidro soprado e os relevos de parede, assim como as Mandalas são feitos em fios de cobre, alumínio e materiais diversos (peças em metal, madeira, sementes ou plástico).



“Tecer é criar novas formas, simbolizando a estrutura e o movimento cósmico. É contar cada vez uma nova historia com luzes, sombras e cores a partir de uma imagem que fala diretamente com a emoção e com a parte mais profunda da mente”, fala Adriana Banfi sobre este novo processo de trabalho.





Serviço

Exposição Fio Contínuo,  de Adriana Banfi, no dia 8 de maio, às 19h. Abertura: dia 8 de maio, quarta-feira, às 19h

Exposição: de 8 a 31 de maio

40 obras, com valores entre R$ 2.000,00 e 10.000,00

Local: Mônica Filgueiras Galeria
Rua Bela Cintra, 1533 Tel (11) 3082-5292

Horário: 2a a 6ª feira, das 10h às 19h
Sábado, das 10h às 14h30






Fio Contínuo

“Non riesco a


rinchiudere  le emozioni”.




Adriana Banfi trama fios de sonho em obras que navegam mares de emoção entre o plano, o objeto volumétrico e a escultura vazada.



Tece com habilidade e afina seus dedos na feitura, às vezes dolorosa, de objetos de puro encantamento. Suas peças resultam sedutoras e afetuosas, mais que decorativas e perfazem um elo com fios reais, etéreos, imaginários. Fios de sonho, fios de prumo, fios de luz, fio de Ariadne orientando-nos nos labirintos.



Nas paredes do cubo branco ela compõe poemas em esferas, caixas e receptáculos transparentes carregados de fios de cobre, folhas fossilizadas, papéis fibrosos, versos perdidos, pílulas e penas que se aconchegam e se emaranham em cosmorama de afetos, prazeres, alegrias e tristezas.



Entre leituras, reflexões vivenciais e o ritmo inequívoco da vida que pulsa, Adriana constrói trajetória particular no contexto da arte contemporânea.

A presente exposição recebe o nome de fio contínuo ao destacar a sutil e imperativa ação de linhas que conduzem vontades e caprichos, como na representação dos títeres que, moldados pelas forças do acaso ou pela emoção indecifrável, escapam ao controle da maestria.



A arte de Adriana Banfi é síntese dos extremos da emoção, lida com os opostos: yin - yang, belo - feio, luz - sombra, evidência - surpresa, sempre com extrema elegância, que é como ela conduz em sua vida e obra, os sentimentos dispostos entre a gestação e a comemoração, entre o nascimento e a morte, a dor e o prazer.



Suas caixas, cubos e esferas comportam fragmentos do mundo, objetos articulados em conjuntos dispostos com poética visualidade,  como fontes de inesgotáveis surpresas, como os fios que engendram nossos destinos, relicários de lembranças ou de inevitáveis relíquias



Adriana Banfi projeta, com seus objetos de arte,  as rotas bem sucedidas de uma viagem imaginária e que adquirem novos contornos num momento inédito de nossas vidas. Apreciadores de sua arte, quedamos fascinados com seus mundos guardados em geometrias transparentes, que exibem em comportas de fragmentos e modelagens em fios de cobre, o poema hílare da ‘divina comédia’ humana.



Paulo KLEIN                      

Association Internationale Des Critiques D’Art

Associação Brasileira de Críticos de Arte

Curso de ilustração com José Aguiar na Gibiteca de Curitiba



Nesta quinta-feira (18), às 14h, o quadrinista José Aguiar ministra curso gratuito de ilustração na Gibiteca, destinado a alunos com idade a partir de 14 anos. Os interessados contam com 25 vagas e devem levar lápis preto, canetas coloridas, papel sulfite, régua e borracha. As inscrições podem ser feitas na própria Gibiteca ou pelo telefone (41) 3321-3550.
O curso integra o projeto “Reisetagebuch”, que ainda reúne um livro do mesmo nome – com o relato ilustrado das viagens de José Aguiar pela Alemanha – e exposição de trabalhos no Instituto Goethe. O projeto foi viabilizado por meio da Lei do Mecenato da Fundação Cultural de Curitiba, com o incentivo da Caixa Econômica e da Celepar.
Em alemão, “Reisetagebuch” (que se pronuncia “Ráize-tague-burrr”) significa caderno de viagem. É justamente o tema desse trabalho, no qual o autor divide suas impressões da Alemanha que conheceu entre 2006 e 2008. Sobre o seu caderno, Aguiar comenta: “O fato de estar longe de minha casa, num país de idioma completamente diferente, foi crucial para que eu tivesse um ponto de vista peculiar da realidade ao meu redor. Ao ilustrar detalhes da arquitetura, cenas curiosas e os diversos tipos humanos que conheci, inverti o sentido original das antigas expedições artísticas”.
No livro, Aguiar coloca, sob um olhar contemporâneo, um pouco da Europa – uma Alemanha exótica e ao mesmo tempo familiar. “É algo que só a linguagem do desenho, da ilustração, poderia expressar corretamente. Foi a melhor maneira que encontrei para falar das pequenas diferenças que separam (ou aproximam) culturalmente alemães e brasileiros“, diz o autor.

Sobre o artista – O curitibano José Aguiar é arte-educador formado pela Faculdade de Artes do Paraná e quadrinista premiado com obras publicadas no Brasil e exterior. Atualmente publica as tiras “Folheteen” e “Nada Com Coisa Alguma” no jornal Gazeta do Povo, onde também é colunista. É curador e cocriador de dois eventos de difusão da cultura das histórias em quadrinhos: Gibicon – Convenção Internacional de Quadrinhos de Curitiba e Cena HQ, que realiza leituras dramáticas de HQs no Teatro da Caixa.

Serviço:
Curso de ilustração com o quadrinista José Aguiar, dentro do projeto “Reisetagebuch”.
Data e horário: dia 18 de abril de 2013 (quinta-feira), às 14h.
Local: Gibiteca de Curitiba (Solar do Barão – Rua Carlos Cavalcanti, 533 – Centro).
Inscrições gratuitas no local.
Informações: (41) 3321-3250

Paulo Carvalho apresenta o álbum “O Amor é uma Religião” no Sesc Santo André




O cantor e compositor Paulo Carvalho faz show no SESC Santo André, no próximo dia 19 de abril (sexta), às 21h, no projeto “MPB Deles”. Paulo mostra as canções do seu segundo disco, “O Amor é uma Religião”.

Produzido por Regis Damasceno e Yuri Kalil, integrantes da banda Cidadão Instigado, o novo trabalho do artista traz 10 canções de sua autoria e 2 regravações, “Solando no Tempo” (Luiz Melodia) e “Aeroplanos” (Jorge Mautner e Rodolfo Grani Jr).

Durante o show, Paulo Carvalho (voz) é acompanhado por Rian Batista (baixo), Caetano Malta (guitarras), Brunno Marques (bateria) e João Eduardo Vasconcelos (teclados).

O repertório do show é composto por músicas lançadas no novo CD, como “Teu Nome”, “Conta – Gotas” e “Aeroplanos”, e canções do álbum de estreia “De Longe” (2007/ Lua Music), como “De Longe”.

Show: Paulo Carvalho – O Amor é uma Religião

Local: SESC Santo André

Endereço: Rua Tamarutaca, 302 Vila Guiomar – Santo André

Horário: 21h

Informações: 11 4469 1200

Preço: R$ 20 (inteira) / R$ 10 (usuário matriculado no SESC e dependentes, aposentado, pessoa com deficiência, estudante e professor da rede pública com comprovante), R$ 5 (trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo matriculado no SESC e dependentes).

Márcio Werneck e Chegados lançam Ep no Bourbon Street dia 18 de abril

Márcio Werneck e Chegados lançam Ep no Bourbon Street dia 18 de abril



Na ocasião será o lançamento do clipe de “Moderno/Medieval”, gravado na África



O músico Márcio Werneck lança o EP “Márcio Werneck & Chegados” dia 18 de abril no projeto “ Quinta do balanço”, no Bourbon Street Music Club. Nas 5 faixas do Ep, Márcio retoma a influência do funk original, samba e soul brasileiros, que fazem parte do universo do compositor vivido e assimilado na sua adolescência quando frequentava “bailinhos” na Zona Norte de São Paulo.  “ Se tem alguma coisa de moderno no som, é que ele é antigo…tudo tocado. ” diz Werneck.

Esse estilo musical foi muito difundido por artistas como Tim Maia, Jorge Ben, Bebeto, Cassiano, Lady Zu e Carlos Dafé nos anos 70 e 80. Nos dias de hoje os mais jovens não sabem o que é o funk original. E nem de onde veio este termo.



Em parceria com a Escola do Auditório Ibirapuera, Werneck convidou 7 alunos, entre 17 e 19 anos, vindos da periferia de SP para participarem do projeto. No show eles farão participações especiais. Para essa apresentação também foram convidados um naipe de metais muito experiente para exercer efetivamente esta troca com os mais novos. São eles: Ed trombone ( Seu Jorge), Fernando Bastos ( Seu Jorge) e Reginaldo ( Funk Como Le Gusta).

Ainda acompanham Werneck (que além de cantar, toca guitarra) os veteranos Carlos Strobing (baixo), Marinho Lemes (bateria), Márcio Forte (percussão) e Theo Werneck (guitarra e backing vocal).



O resultado é uma banda de funk original, que tem a música brasileira como guia. É samba funk. No set list, estão as que fazem parte do CD: “Moderno/Medieval”, “Kendanza”, “Embaço”, “Joana” e “Dos Outros”, além de algumas homenagens a Jorge Ben e Tim Maia, resgatando o clima de baile.



Márcio Werneck e os Chegados marca a volta do músico, que foi um dos fundadores da banda Fábrica Fagus (1987 a 1994) e Caboclada (1997 a 2005). Com anos de experiência de palco, seus shows são sempre um convite a dança, privilegiando o contato dos músicos com a plateia, sempre aberto para improvisos e participações. A ideia é compartilhar o conhecimento vivido e adquirido em suas viagens à África, onde esta prática é comum, principalmente no Festival Nuits Atypiques de Koudogou, em Burkina Faso , no qual Werneck esteve por dois anos participando como músico e documentarista.



Nesse show haverá, ainda, a participação da banda Z’ Africa Brasil e o lançamento do clipe da música “ Moderno/Medieval”, que tem a participação do moçambicano Bhaka Yafole. Foi gravado parte em Maputo e parte numa Aldeia Masai, na Tanzânia, em sua última viagem a África, em 2012, quando passou por 10 países.





Serviço



Local: Bourbon Street | Rua Dos Chanés, 127 – Moema – SP

Bilheteria Bourbon Street: Rua dos Chanés 194 – de 2ªf.a 6ª.f das 9h às 20h, sábado e feriado das 14h às 20h

Fone para reserva: (11) 5095-6100 (Seg. a sexta) das 10h às 18h



Data : 18/04/2013- quinta-feira

Horário: 23h

Abertura da casa:  21h.

Duração: 90 min. aproximadamente

Couvert Artistico: R$ 40,00

Censura: 18 anos e 16 anos acompanhado de responsável

Capacidade: 400 pessoas

Estacionamento/ Valet: R$ 20,00

Aceita todos os cartões de débito e crédito.

Acesso para deficientes.

Ar condicionado.

Homepage: http://www.bourbonstreet.com.br/

Programação Mundo Pensante (19/04 à 25/04)



19/04 – Noite de Gafieira

Show: Grupo João de Barro



Com repertório variado focado na música brasileira, o Grupo João de Barro promove um resgate e uma nova leitura a sucessos consagrados nas rodas de choro e no samba.

Inspirados no conceito da cultura boêmia, a banda leva os clássicos da gafieira ao palco do Mundo Pensante. Elis Regina, João Bosco, Beth Carvalho e Noel Rosa são alguns dos destaques do repertório da noite.

Formado por Zé Leônidas (voz/ percussão), Pedro Bruschi (violão de 7 cordas/ guitarra), André Banchur (bandolim), Angelo Ursini ( flauta , clarinete e sax alto), Kiko Woiski (baixo), Ed Woiski ( trompete), Adair Vinicius (trombone) e Marcos Simon (bateria), o grupo marca presença nas noites paulistanas com o seu set list variado e novos arranjos a cada apresentação.



Serviço:

Dia: 19 de abril (sexta)

Local: Mundo Pensante

Endereço: Rua 13 de maio, 825 – Bixiga – Bela Vista

Horário de abertura da casa: 22h

Horário do show: 23h30

Preço:   R$ 15 (até 00h)/ R$ 25 (após às 00h)

Informações: 11 5082 2657/ http://www.mundopensante.com.br/

Censura: 18 anos

Capacidade: 150 pessoas





20/04 – Show: Andreia Dias toca o disco “Pelos Trópicos”

Show: Andreia Dias



Pelos Trópicos é o nome do terceiro disco solo da cantora e compositora Andreia Dias. Em 2011, Andreia gravou o álbum de forma itinerante em dez capitais brasileiras, partindo do Rio de Janeiro, seguindo para Belém e descendo até Salvador.

Durante um ano, circulou pelas regiões Norte, Nordeste e Sudeste do Brasil e interagiu com bandas locais. Em cada cidade que passou, Andreia foi recebida por uma banda ou por um coletivo cultural que a apresentou à cena musical atuante. As canções e parcerias surgiram durante sua estadia, em períodos que variavam de uma semana até um mês. O resultado é um disco solar, intenso e pop.

Esta viagem de escambo cultural reforçou o verdadeiro traçado da nova cena pop contemporânea do país. Uma iniciativa inédita e corajosa, gravada às próprias custas e com ajuda de coletivos e amigos espalhados Brasil a fora.

Na estrada musical há 15 anos, a cantora tem sete álbuns gravados: dois solos da trilogia em construção Linfa Ácida, dois com a Banda Glória e dois com a banda DonaZica, entre eles Composição (2003), considerado pela Folha de S. Paulo como o melhor disco da década.  E agora, o mais recente, Pelos trópicos.



 Serviço:

Dia: 20 de abril (sábado)

Show: Andreia Dias

Local: Mundo Pensante

Endereço: Rua 13 de maio, 825 – Bixiga – Bela Vista

Abertura da casa: 22h

Horário do show: 23h30

Preço:   R$ 15 (lista)/ R$ 25 (na porta)

Informações: 11 5082 2657/ http://www.mundopensante.com.br/

Censura: 18 anos

Capacidade: 150 pessoas





25/04 – Lenna Bahule na “Quinta Cantante”

Show: Lena Bahule



A moçambicana Lena Bahule apresenta os sons que aportam no místico africano, sem esquecer do breve passeio pelo jazz. O seu trabalho combina a música com a sua forma poética de escrever.



Serviço:

Dia: 25 de abril (quinta)

Local: Mundo Pensante

Endereço: Rua 13 de maio, 825 – Bixiga – Bela Vista

Horário de abertura da casa: 22h

Horário do show: 23h30

Preço:   R$ 20

Informações: 11 5082 2657/ http://www.mundopensante.com.br/

Censura: 18 anos

Capacidade: 150 pessoas