segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

domingo, 13 de dezembro de 2009

Raymundo Faoro e o Brasil


Raymundo Faoro e o Brasil
Organizador: JUAREZ GUIMARÃES



Número de páginas: 272pp


Ensaios, discursos, entrevista e depoimentos que colaboram para eternizar a tese de interpretação do grande jurista e defensor da democracia brasileira

Sejam elas transmitidas na função de advogado, cientista político ou historiador, as sofisticadas ideias de Raymundo Faoro sempre trouxeram à luz soluções para a formação de uma sociedade brasileira mais justa.

Em “Raymundo Faoro e o Brasil”, livro recém-publicado pela Editora Fundação Perseu Abramo, uma série de textos escritos por respeitados intelectuais (e admiradores de Faoro) ajudam a traçar a relação entre a luta desse homem extremamente culto com a propagação da liberdade no Poder brasileiro.

Nas palavras do organizador de “Raymundo Faoro e o Brasil”, o cientista político Juarez Guimarães, esse talvez seja “o conjunto mais completo, variado e rico de releituras de um personagem e de uma obra que ocupam um lugar central na formação da cultura democrática dos brasileiros”.

Com o aval do editor e jornalista Mino Carta, que abre o livro com um ensaio dedicado ao homenageado, a importância de Raymundo Faoro fica nítida, inclusive para aqueles que até então o conheciam apenas pela publicação de “Os Donos do Poder” – um grande legado deixado para a compreensão das estruturas e falhas encontradas na sociedade brasileira.

O livro também ganha vigor com textos da autoria de: Alfredo Bosi (professor e historiador), Francisco Iglesias (historiador), Giselle Cittadino (advogada), Jair dos Santos Júnior (professor), Jessé Souza (professor e pesquisador), Leopoldo Waizbort (professor e cientista social), Márcio Thomaz Bastos (ex-ministro da justiça), Renato Lessa (sociólogo e professor) e Rubens Goyatá Campante (cientista social), além dos já citados Mino Carta (jornalista) e Juarez Guimarães (cientista político).

A entrevista exclusiva - feita pelo professor Jair dos Santos Jr – soma-se ao álbum de fotografias que revelam Faoro no espaço público e em meio aos amigos e familiares. Aqui os leitores também encontram o inesquecível discurso “O Estado não será o inimigo da liberdade”, proferido por Faoro enquanto presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), nos final dos críticos anos 1970. Emocionante e de extrema importância, o discurso é na verdade um grande incentivo aos defensores da liberdade e da igualdade, ao garantir o compromisso na fusão harmônica entre sociedade política e sociedade civil e, sobretudo, na defesa do Estado de Direito – que foi o grande mote de Raymundo Faoro.

Sobre o organizador
Juarez Guimarães é graduado em Economia, doutorou-se em Ciências Sociais pela Universidade de Campinas (Unicamp). Professor de Ciência Política da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). É autor, entre outros livros, de “A esperança equilibrista:o governo Lula em tempos de transição” (2005, Editora Fundação Perseu Abramo), e organizador dos livros “Leituras da crise: um diálogo sobre o PT, a democracia brasileira e o socialismo” (2006, Editora Fundação Perseu Abramo) e “Leituras críticas sobre Leonardo Boff” (2008, coedição da Editora Perseu Abramo com a Editora da UFMG).

UM LANÇAMENTO









José Eli da Veiga lança livro sobre aquecimento global e ecodesenvolvimento


Obra discute a transição para o baixo carbono, crescimento e sustentabilidade, e a questão do monitoramento do ecodesenvolvimento em um cenário de riscos causados pelas mudanças climáticas e pela proliferação nuclear.

O economista José Eli da Veiga, professor da FEA-USP, lança dia 14 de dezembro, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, Mundo em Transe: Do aquecimento global ao ecodesenvolvimento, publicado pela Editora Autores Associados, no qual resume para um público mais amplo grande parte de sua experiência adquirida em quase quarenta anos de dedicação ao estudo do desenvolvimento sustentável. O lançamento terá início às 16h30, com um debate no Teatro, seguido de sessão de autógrafos, às 19h00.

WEBJORNALISMO: Política e Jornalismo em Tempo Real

Internet, jornalismo e política

As relações entre jornalismo e internet oferecem hoje, para profissionais e pesquisadores da comunicação, uma fronteira nova e desafiadora. Trata-se da nova mídia, assunto do momento: da mesma forma que rádio e TV fizeram atualmente a internet leva a comunicação social a reinventar sua linguagem e suas práticas. Talvez em ritmo ainda mais rápido, a internet é um ambiente comunicativo específico, capaz de reconfigurar o papel de emissores e receptores, demandando novas categorias analíticas que possam descrever seu fun
cionamento e explorar suas possibilidades.

No que diz respeito ao jornalismo, a internet estimula o imperativo do tempo real, amplia a variedade e acessibilidade das fontes, estende e barateia o espaço das notícias, torna editores, repórteres e redatores mais permeáveis à opinião e participação dos leitores. Esse novo ambiente de interconexão dinâmica ainda não foi plenamente colonizado pelas fórmulas e práticas estabelecidas nas escolas de jornalismo e redações, mas oferece um campo de experimentação para os profissionais, que procuram adaptar as normas do paradigma predominante no mercado jornalístico tradicional às novas possibilidades e costumes da comunicação em rede.
O livro de Juliano Borges investiga essa fronteira e apresenta uma contribuição original e relevante para o campo de estudos. Seu objeto específico, a cobertura política, permite inferências abrangentes, tocando o cerne da democracia contemporânea. Se o jornalismo tem papel relevante para a política democrática, é fundamental investigar a importância crescente da internet para seu exercício. A proposta de conhecer os procedimentos e as rotinas das redações online, seus valores, processos e conflitos específicos permite apreender essa nova realidade política de uma de suas perspectivas principais: a dos próprios jornalistas. Empenhados em produzir informação cotidiana em larga escala, os jornalistas acabam por condicionar tanto a compreensão de seus leitores quanto os esforços de propaganda dos atores políticos.

Como escreve Juliano Borges, “as características técnicas e operacionais do meio de comunicação, no caso a internet, podem influenciar o resultado do trabalho jornalístico que nele se exerce de acordo com a forma como esses traços são apropriados pela comunidade jornalística”. Sem assumir uma perspectiva determinista, seu argumento admite a influência das características técnicas de um meio no resultado da comunicação. As mudanças percebidas nas práticas editoriais seriam, assim, “reflexo da nova dinâmica de interação entre as formas convencionais de produção jornalística e os novos procedimentos técnico-profissionais”. As marcas principais que o autor aponta como distintivas do webjornalismo em relação a todas as outras formas de imprensa são a expansão do espaço de publicação e a velocidade acelerada de produção. Tempo e espaço do jornalismo ganham nova perspectiva com a internet. A temporalidade se mostra elemento central da análise, perpassando a tensão entre os ritmos da política – regidos por dinâmicas temporais próprias, submetidas, por exemplo, ao calendário eleitoral e aos interesses partidários – e a demanda da atualidade, bússola do jornalismo em geral e do webjornalismo em particular.

A questão do espaço também incide sobre as novas práticas editoriais. O processo de seleção dos fatos e os critérios de que definem o que é notícia mudam com a internet. Tradicionalmente, o jornalismo se caracteriza pela seleção dos fatos, pelo exercício cotidiano de definir o que vale a pena tornar público e o que pode ser cortado. O jornalismo online, por outro lado, trabalha com a incorporação do máximo de eventos possíveis, expandindo o alcance da cobertura política e delegando a repórteres e leitores parte da tarefa de ordenar, selecionar e descartar informação irrelevante. Com a maior autonomia dos repórteres, cresce o papel dos jornalistas como filtros, indicadores de saliência e relevância; por outro lado, editores e redatores perdem importância como gatekeepers.

Isso alça o receptor a uma posição de maior poder, ao menos em potencial: é ele quem escolhe as informações a que terá acesso e o tempo que dedicará a cada assunto ou matéria. Lidar com o excesso de informação disponível demanda um leitor mais interessado e treinado, e a informação jornalística na internet responde a essa segmentação do público leitor com o detalhamento e diversificação de suas pautas, disponíveis para aqueles de quem conseguir chamar a atenção.
O autor procura dar conta desse panorama complexo, recorrendo com sensibilidade a uma abordagem metodológica combinada, que alia a observação qualitativa das redações (que inclui entrevistas com editores e repórteres) ao monitoramento quantitativo das publicações online ao longo de episódios significativos da história política recente. A partir de comparações entre temporalidades, veículos, versões online e impressas e modos discursivos (políticos e jornalísticos), Juliano Borges produz uma análise acurada e bem escrita, apontando as principais possibilidades e limitações desse novo modo de fazer jornalismo.

Quais as consequências dessas características para o exercício da política na contemporaneidade – seja pelos cidadãos, pelas instituições ou pelos diferentes atores políticos? A pesquisa que aqui se apresenta indica que os jornais online podem ser entendidos como provedores de informação complementar aos meios de massa, dando publicidade a cenários e personagens políticos negligenciados pela grande imprensa, como por exemplo, a política local, ações parlamentares e partidárias. A rotina de produção acelerada também leva os jornalistas a buscar alternativas às fontes tradicionais, devido à limitação de sua capacidade de prover informações para as novas demandas do jornalismo online, o que leva a um jornalismo menos declaratório e oficial, em certa medida mais espontâneo.
Assim, a comunicação em rede tem como consequência, para a cobertura da política, a diversificação dos personagens e o detalhamento das informações, ou seja, a incorporação de novos atores e novos cenários na comunicação política. Pautas ignoradas pela imprensa tradicional podem conseguir espaço nos jornais online e se transformar em notícia a ser considerada pelos impressos, num processo de circulação de notícias que tem efeitos no próprio jornalismo tradicional.

Trata-se de uma dinâmica que, por si só, amplia o debate público político. Sem atribuir caráter revolucionário a essas mudanças, Juliano reconhece que elas contribuem para democratizar da comunicação, pois a visibilidade de novos atores e novos cenários representa um revigoramento para os processos políticos. Nesse sentido, sua tese, agora na forma de livro, aponta para uma perspectiva otimista, embora não ingênua: mais comunicação parece estar positivamente relacionada a mais democracia, e ampliação do espaço e aceleração do tempo, no jornalismo eletrônico contemporâneo, confirmam essa tendência.

Este é o prefácio escrito por Alessandra Aldé para o livro


WEBJORNALISMO:
Política e Jornalismo em Tempo Real

de Juliano Borges


240 páginas

O livro mapeia o processo de elaboração da notícia em webjornais, da definição de pauta à publicação do fato, e identifica impactos políticos do processo editorial.

O AUTOR
Juliano Borges
Jornalista graduado em Comunicação Social pela UFRJ e doutor em Ciência Política pelo Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro. Foi assessor de imprensa da organização humanitária internacional Médicos Sem Fronteiras e também trabalhou como repórter do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura do Rio de Janeiro, onde colaborou para consolidar a WebRádio e implantar a WebTV da instituição. Trabalhou como pesquisador associado do Laboratório Doxa de Pesquisas em Comunicação Política e Opinão Pública. Atualmente leciona e desenvolve pesquisa acadêmica no Departamento de Teoria da Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, onde desenvolve pesquisa sobre blogs de política e novas tecnologias da comunicação.

um lançamento da





IDEIAS POLÍTICAS NA ERA ROMÂNTICA

IDEIAS POLÍTICAS NA ERA ROMÂNTICA
Ascensão e influência no pensamento moderno
de Isaiah Berlin


Páginas 384

"A ressonância da obra de Isaiah Berlin não se deve apenas à sua indiscutível erudição [...] É consequência dos seus méritos de escritor, da sua aliciante e evocativa prosa crítica." - Celso Lafer

A inigualável elegância da prosa ensaística de Isaiah Berlin faz de As ideias políticas na era romântica uma prazerosa viagem panorâmica pela história das ideias no Ocidente entre os séculos XVIII e XIX. Transitando de Kant a David Hume e de Auguste Comte a Fichte com erudita naturalidade, o livro reúne quatro textos originalmente concebidos para uma série de conferências sobre filosofia política em 1952. Apesar de constituírem as primeiras formulações de temas centrais da obra de um dos maiores pensadores liberais do século XX, os ensaios esperaram até 2006 para vir à luz numa edição cuidadosamente supervisionada por Henry Hardy, fellow da Oxford University e organizador de longa data dos trabalhos do autor.

Partindo da pergunta "por que deve o homem obedecer a outro homem ou a um grupo de homens?", o livro aborda as intersecções e os antagonismos entre política, ciência e teologia que moldaram o pensamento do século XX. O papel-chave desempenhado por pensadores como Rousseau e Kant na trágica história dos totalitarismos de diversas extrações ideológicas é investigado com especial atenção, partindo do tratamento dispensado a palavras como liberdade e obediência, interpretadas segundo as sucessivas transformações dos conceitos de Deus, felicidade e natureza.


Leia um trecho em pdf

O AUTOR
Isaiah Berlin


Sir Isaiah Berlin (Riga, 6 de junho de 1909 - Oxford, 5 de novembro de 1997) foi um filósofo político britânico. É considerado como um dos principais pensadores liberais do século XX.

Isaiah Berlin nasceu em uma família judia em Riga, Letônia, no período compreendido entre a Revolução de 1905 e a Revolução de 1917. A família emigrou para o Reino Unido quando ele tinha 10 anos. [1]

Estudou em Oxford, onde iniciou sua carreira acadêmica como filósofo, lecionando teoria social e política. Destacou-se como historiador de idéias.

Teve publicados, dentre outros livros, Karl Marx, Four Essays on Liberty, Against the Current, Vico e Herder, O sentido da realidade, Pensadores russos e Limites da utopia: capítulos da história das idéias.

Seus ensaios mais conhecidos são The Hedgehog and the Fox e Two Concepts of Liberty, em que examina a distinção entre duas interpretações do termo liberdade: liberdade negativa, ou ausência de impedimentos à ação do indivíduo; e liberdade positiva, ou presença de condições para que os indivíduos ajam de modo a atingir seus objetivos

SAIBA MAIS SOBRE O HOMEM E SUAS IDÉIAS

UM LANÇAMENTO








HOJE - Alunos das oficinas do Circo da Cidade fazem espetáculo

Crianças e adolescentes de escolas municipais de vários bairros da cidade, que participaram das oficinas circenses, mostram o resultado das aulas.

Mágicas, saltos acrobáticos e palhaços integram o show que acontece às 15h deste domingo (13), no Circo da Cidade Zé Priguiça, instalado na Vila Nossa Senhora da Luz. Os artistas são as 100 crianças e adolescentes que durante três meses aprenderam um pouco sobre o mundo mágico do circo, em oficinas oferecidas pela Fundação Cultural de Curitiba. A entrada é franca

Ao término do espetáculo, os participantes das oficinas receberão o certificado de conclusão de curso, que teve 200 horas de aulas, em oito oficinas simultâneas coordenadas pela companhia Circo Espalhafatos, selecionada por meio de edital do Fundo Municipal da Cultura. O público poderá ver como os integrantes das oficinas, com idades entre 7 e 17 anos, se saem nas atividades com monociclo, no balé aéreo, ginástica de solo, corda indiana e também na inédita musicalização circense. A intenção dos cursos foi o desenvolvimento pessoal dos participantes, sem o intuito de profissionalização.

ELOGIEMOS OS HOMENS ILUSTRES

ELOGIEMOS OS HOMENS ILUSTRES

James Rufus Agee e Walker Evans


Um jovem escritor e um grande fotógrafo vão ao sul dos Estados Unidos para fazer a reportagem que revolucionou o jornalismo

Páginas - 520

Para produzir uma grande reportagem para a revista Fortune, o escritor e jornalista James Agee e o fotógrafo Walker Evans aprofundaram-se no sul dos Estados Unidos, em 1936, com o objetivo de retratar os efeitos da Grande Depressão que assolava o país. Durante quatro semanas, conviveram com três famílias de meeiros pobres do Alabama, numa relação tão próxima que chegaram a dormir na choupana de uma delas e a flertar com uma garota de outra família. O resultado dessa experiência extrapolou largamente os limites do que era conhecido como boa reportagem, e a matéria nunca chegou a ser publicada na imprensa.

Ao longo dos anos seguintes, Agee reformulou o texto e o deixou ainda mais pessoal e refinado. Publicado em livro, em 1941, a aventura de Agee e Evans tornou-se desde então referência obrigatória para os estudos de jornalismo, literatura e antropologia. Ao mesmo tempo retrato minucioso - a ponto de dedicar várias páginas à descrição de um único aposento de casebre rural - e reflexão audaz sobre os limites da observação e da representação, já que Agee reflete de maneira pungente acerca do encontro entre duas realidades tão diversas - a dos dois "invasores" urbanos e cultos e a dos iletrados roceiros -, Elogiemos os homens ilustres é hoje reconhecido universalmente como obra de grande densidade literária e humana.

Em seu realismo brutal e ao mesmo tempo poético, as 61 fotos em preto e branco de Evans que abrem o livro como um filme mudo, sem legendas, traduzem, comentam e amplificam o impacto do texto. Com uma franqueza sem efeitos, elas captam a dor e a desesperança da paisagem humana.

Considerado o documento mais completo e corajoso da Grande Depressão, época em que os poderosos Estados Unidos viveram seu dia de Terceiro Mundo, este livro singular ultrapassa em muito o quadro histórico e social que o inspirou e permanece hoje, sete décadas depois de realizado, como uma impressionante tentativa de conhecer e compreender a miséria do "outro".



Leia um trecho em pdf




OS AUTORES

James Rufus Agee
Nasceu em 1909, no Tennessee, e se formou em Harvard. Escritor, jornalista, poeta e roteirista, nos anos 40 e 50 foi um dos mais influentes críticos de cinema dos Estados Unidos. Seu romance autobiográfico A death in the family, publicado postumamente em 1957, ganhou o prêmio Pulitzer.
Os seus poemas caracterizam-se por uma linguagem melodiosa e por um ritmo magistral: Permit me voyage (1934). Escreveu também romances psicológicos. Trabalhou como argumentista/roteirista para muitos filmes de Hollywood. Agee morreu em 1955.

Bibliografia

* 1934 Permit Me Voyage, in the Yale Series of Younger Poets
* 1941 Let Us Now Praise Famous Men: Three Tenant Families, Houghton Mifflin
* 1951 The Morning Watch, Houghton Mifflin
* 1951 The African Queen, roteiro baseado na obra de C. S. Forester
* 1952 Face to Face (episódio: The Bride Comes to Yellow Sky), argumento da história de Joseph Conrad
* 1954 The Night of the Hunter romance
* 1957 A Death in the Family (póstumo; adaptação: All the Way Home)
* Agee on Film
* Agee on Film II
* Letters of James Agee to Father Flye
* The Collected Short Prose of James Agee



Walker Evans
Nasceu em3 de novembro de 1903, Saint Louis, EUA - morreu em New Haven, EUA, 10 de abril de 1975) . Estudou literatura francesa antes de ficar famoso por seu trabalho de documentação, para o governo norte-americano, dos efeitos da Grande Depressão. Suas fotos fazem parte do acervo de museus como o MoMa e Metropolitan, de Nova York. Morreu em 1975. foi um fotógrafo estado-unidense.

Walker Evans, que originalmente queria ser escritor descobriu a sua paixão pela fotografia durante os anos 20. Os seus primeiros trabalhos exibiam já a sua visão objectiva e extremamente atenta ao pormenor.

Em 1935 entrou ao serviço da F.S.A. (Farm Security Administration), um organismo federal criado por Roosevelt para dar solução à crise agrícola dos Estados Unidos da América durante o período da Grande Depressão. Usando a fotografia como prova da miséria em que viviam os agricultores americanos, Evans registava o cotidiano com precisão objectiva, dignificando, apesar de tudo, a pobreza em que estes agricultores viviam. Em 1938, depois de concluir o seu trabalho para a F.S.A., o Museum Of Modern Art de Nova York honrou a obra de Evans com uma exposição, a primeira dedicada por este museu a esta profissão.

Evans é conhecido por duas séries de fotografias: uma delas é o levantamento documental da comunidade agrícola norte americana e a outra está documentada no livro Elogiemos os homens ilustres. Estes dois trabalhos são considerados os expoentes máximos da fotografia documental. Área em que W. Evans é considerado como uma das figuras maiores.







UM LANÇAMENTO

Eu, Você e Maria no Mega Bazar Lúdica

Em um ano de estréia cheio de novidades, aí vem mais uma...

Eu, Você e Maria no Mega Bazar Lúdica

Um evento de novas tendências... na moda... na música... nas artes!

Venha conferir o show em meio a muita diversão!

Dia: 13/12 (Domingo)
Horário: 19h
R$: 3,00


Vídeo da última edição: http://www.youtube.com/watch?v=0hFFjLV3oKA



3º Workshop de Filosofia

3º Workshop de Filosofia Prática e Pensamento Crítico
- melhore os seus desempenhos cognitivos e argumentativos -
Formador: Tomás Magalhães Carneiro
Local: Clube Literário do Porto - Auditório
Data: 14, 15 e 16 de Dezembro (2ª, 3ª e 4ª Feira)
Horário: 18h30 - 20h30
(Limite 20 pessoas; fecho das inscrições às 21h00 do dia 13 - Domingo)


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Tomás Magalhães Carneiro
Formador de Filosofia Prática e Pensamento Crítico
Editor da revista Um Café

www.umcafe.com
www.umcafefilosofico.blogspot.com
http://filosofiacritica.wordpress.com/

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Correio Braziliense ganha prêmio Esso

O Correio Braziliense conquistou na noite de quarta-feira (8/12) um dos mais importantes e cobiçados prêmios do jornalismo brasileiro. O veículo, o mais importante do Distrito Federal, recebeu o Esso de Jornalismo na categoria Informação Econômica, pela séria “O Brasil que emergirá da crise”, publicada entre os dias 28 de dezembro de 2008 e 5 de janeiro de 2009.

Numa série de 27 reportagens, o Correio mostrou numa análise profunda e com a ajuda de especialistas do mercado, como a crise financeira mundial deveria ser encarada como uma oportunidade para o Brasil crescer e ficar mais próximo das nações desenvolvidas. Para isso, apresentou fatos sobre o momento econômico vivido ao redor do mundo e os caminhos que o país poderia trilhar para evitar os erros de outros tempos, nos quais oportunidades surgiram, mas acabaram sendo desperdiçadas com decisões erradas e que comprometeram o crescimento da nação.

A mesma série, produzida por Karla Mendes, Letícia Nobre, Luciano Pires, Mariana Flores, Ricardo Allan, Vânia Cristino, Vicente Nunes, Luciana Navarro e Edna Simão, já havia conquistado outros dois importantes prêmios do jornalismo neste ano: Prêmio Imprensa Embratel, na categoria reportagem econômica, e Prêmio CNH de excelência jornalística econômica. “É uma honra para toda a equipe receber o Esso, já que tínhamos conquistados outros, mas faltava esse”, declarou Karla Mendes, repórter designada para receber a honraria e reconhecendo a importância do Prêmio. É a primeira vez que a editoria de economia do jornal é premiada nas 54 edições do Esso.

O Correio também disputou o Esso na categoria regional Centro-Oeste, com a série “O sertão que o PAC esqueceu”, produzida por Lúcio Vaz e Daniel Antunes. O trabalho revelou que uma parcela mínima dos investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do governo Lula foi destinada às áreas mais pobres do país.