Aparecimento de Sri Krishna Chaitanya Mahaprabhu!
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Julgamento Mortal
(Judgment in Death)
de J. D. Robb
Número de Páginas: 434
Protagonista: Eve Dallas
11º volume da série de sucesso de J.D Robb - Um assassino de policiais ataca em uma boate chamada Purgatório. A tenente Eve Dallas desce ao inferno do submundo do crime, a fim de descobrir quem está matando seus colegas de farda.
Eve Dallas é uma policial responsável pela solução de homicídios no distrito de Nova York em 2058. No livro Nudez Mortal, o primeiro caso de assassinato serial de sua carreira, ela esbarra com Roarke, multimilionário e principal suspeito. Entre pistas e investigações, os dois envolvem-se em um relacionamento que tem tudo para dar errado.
J.D. Robb produziu histórias fascinantes para esta série policial. Iniciada com Nudez mortal, quando a tenente Eve Dallas conhece o multimilionário Roarke, o principal suspeito de um dos casos que ela está investigando, publicou logo em seguida Glória mortal, livro em que Eve já está se relacionando com Roarke e ainda vivendo o dilema, como tenente da polícia de Nova York, de ter que suspeitar do homem com quem divide a cama.
O GATO SUBIU NO TELHADO
de Moisés Liporage
Páginas:208
Moisés Liporage
Na literatura, o tema é recorrente, mas são poucos os personagens homossexuais protagonistas de um romance. Em seu livro de estréia, Depois de sábado à noite, o autor Kiko Riaze expõe a cena gay carioca, que poderia ser a cena em qualquer grande centro urbano. Como no início do filme Milk, o dia a dia de um gay solteiro aparece sem metáforas. Pegações, beijos, amassos e transas são mostrados com naturalidade - e alguma crueza. Homofóbicos podem sentir desconforto, mas estarão diante de um aprendizado.
Em suas narrativas, tanto Milk quanto Depois de sábado à noite mostram que literatura gay ou cinema gay não são necessariamente sinônimo de arte erótica ou pornográfica. Seus personagens são desenvolvidos de forma consistente, sem caricatura ou estereótipo.A questão homossexual é abordada com frequência no cinema e na literatura. O mais recente e contundente exemplo nas telas está em cartaz: Milk, a voz da igualdade, que rendeu o Oscar de melhor ator a Sean Penn e o de melhor roteiro original. Em tom de documentário, o diretor Gus Van Sant expõe a vida e o legado de Harvey Milk, o primeiro gay eleito para um cargo público nos Estados Unidos.
Nome: Kiko Riaze
Tias Baianas Paulistas e Ala dos Compositores Kolombolo fazem apresentação no MCB no Dia Internacional da Mulher
Em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, o Museu da Casa Brasileira, da Secretaria de Estado da Cultura, estreia sua programação musical de 2009 com a apresentação das Tias Baianas Paulistas e da Ala dos Compositores Kolombolo no domingo, 8 de março, às 11h. O grupo das “Tias Baianas Paulistas” é formado por sambistas da velha guarda pertencente a diversas agremiações, e a Ala dos Compositores é integrante do Grêmio Recreativo de Resistência Cultural Kolombolo Diá Piratininga. O espetáculo é uma confraternização em homenagem às mulheres, que desperta um novo momento no cenário da música popular brasileira e reafirma uma paulicéia africanista, que sai dos seus porões e delata a liberdade cultural de um povo. Durante o mês de março, o músico e compositor Guga Stroeter é o curador do projeto Música no Museu.
Repertório: Garoa, resistência do meu samba (Renato Dias/Heron Coelho/T. Kaçula); Tributo a Daniel (Mestre Feijoada); Claridade (Tabajara Rosa); Bloco do chora galo (Toniquinho Batuqueiro); Barroca dos tempos idos (Thiago Barroca); Marinheiro só (Caetano Veloso); Ponto de coroa (Élcio de Oxalá); Grupo da Barra Funda (Dionísio Barbosa/Luiz Barbosa); Baianas tradicionais (T. Kaçula/Renato Dias); Tributo a Valtinho das Baianas (Tabajara Rosa).
O grupo “Tias Baianas Paulistas” foi formado em 1997 com senhoras da ala das baianas pertencentes a diversas agremiações carnavalescas de São Paulo, como Vai-Vai, Nenê da Vila Matilde, Unidos do Peruche e Mocidade Alegre, entre outras. Neste ano, elas lançam seu primeiro CD dentro do projeto Memória do Samba Paulista.
Fundado em 2002, o Grêmio Recreativo de Resistência Cultural Kolombolo Diá Piratininga faz pesquisas, oficinas culturais, encontros, produções de CDs e de shows, com o objetivo de trazer ao conhecimento do público um pouco da história do samba paulista. A Ala dos Compositores surgiu no ano passado com o objetivo de divulgar, promover e resgatar obras de grandes nomes do passado e novos talentos que despontam em nossa Paulicéia. Eles adotaram o nome de “Samba da Paulicéia” para os quatro espetáculos que farão nos domingos de março no MCB. São tradicionais suas apresentações no último domingo do mês na Praça do Aprendiz, na Vila Madalena.
Integrantes Tias Baianas Paulistas: Nadyr, Madá, Ione, Clara, Neide Veloso, Neide André, Áurea, Graciete, Maria José, Ieda, Oneida, Lurdes Texeira, Geraldinha, Danda, Odete, Neusa e Lindinha.
Integrantes Ala dos Compositores Kolombolo: Renato Dias (voz/tamborim); Rodolfo Stocco (voz/violão); Roberta Oliveira, Priscila Lavorato e Anita Galvão (coro); Gabriel Spazziani (cavaco/voz); Mestre Pio (pandeiro); Ricardinho 7 Platinelas (percussão geral); Mônica Pérola Negra (voz/surdo); Gringo Alegoria (percussão geral).
As apresentações musicais no MCB nas manhãs de domingo já se consolidaram como uma agradável alternativa de lazer ao reunir música de qualidade num cenário encantador: o terraço do Museu da Casa Brasileira, defronte a seu surpreendente jardim de 6.600 metros quadrados.
Serviço
Música no Museu – “Tias Baianas Paulistas e Ala Compositores Kolombolo”
Domingo, 8 de março, às 11h Entrada franca
Duração: 60 min
Capacidade: 230 lugares
Local: Museu da Casa Brasileira – Terraço - Av. Brig. Faria Lima, 2705
Tel. 3032-3727 Jardim Paulistano Site: www.mcb.sp.gov.br
Estacionamento: R$ 10,00
Visitação: de terça a domingo, das 10h às 18h
Ingresso: R$ 4,00 Estudantes R$ 2,00 Gratuito domingos e feriados
Acesso a portadores de deficiência física.
Visitas monitoradas: 3032-2564
Após um mês de silêncio, a “ditabranda” da Folha de S. Paulo levou Mino Carta a reativar sua Olivetti e voltar a escrever. Em artigo publicado nesta quinta-feira (05/03) no site da Carta, sob o título “Da ditadura à democracia sem povo”, o jornalista fala sobre o neologismo do diário paulista e amplia a crítica para os “jornalões” que, em seus editoriais, “invocaram a intervenção militar contra a subversão em marcha”.
“Agora a Folha de S.Paulo ofende consciências ao criar um novo vocábulo: ditabranda. Poderia dizer ditamole, soaria melhor aos meus ouvidos. Não sei quais foram os argumentos do editorial, que não li a bem do meu fígado. (...) O que a mim surpreende e acabrunha não é um editorial da Folha. Aos meus ouvidos soa normal, corriqueiro, natural. Não difere, na essência, de outros editoriais dos jornalões. Quem sabe, seja mais sincero, ou menos hipócrita”, diz em seu artigo.
Não faltaram críticas aos outros veículos, até mesmo ao Estadão, que é reconhecido pela sua luta contra a ditadura: “Dos jornalões, a partir de então, só o Estadão foi censurado, com regalias, no entanto, que outros não tiveram. Podia preencher os espaços cortados pelas tesouras censoriais com versos de Camões e receitas de bolo”.
Na opinião de Mino, o jornalismo brasileiro serve à manutenção do status quo de uma “minoria exígua de privilegiados”.
“O jornalismo brasileiro, desde os começos, serve a este poder nascido na casa-grande, por ter a mesma, exata origem. A mídia nativa é rosto explícito do poder. As conveniências deste e daquela entrelaçam-se indissoluvelmente porque coincidem à perfeição”.
Para concluir, Mino fala sobre a relação da mídia, que “não alcança a ampla maioria dos brasileiros, a não ser por meio de novelas e domingões”, mas vende “à minoria as conveniências do poder, lá pelas tantas personificado pela ditadura e hoje por uma democracia oligárquica”.
“Ao cabo, pergunto aos meus perplexos botões: qual é a diferença entre ditabranda e democracia sem povo?”, questiona.
As Casas da Leitura localizadas nos parques Barigui e São Lourenço começam neste domingo a programação com contadores de histórias
As Casas da Leitura, unidades da Fundação Cultural de Curitiba que funcionam nos Parques Barigui e São Lourenço, iniciam a programação com contadores de histórias, promovendo sessões todos os domingos, às 15h. Neste domingo (8), quem estará na Casa da Leitura Manoel Carlos Karam, no Parque Barigui, é a contadora de histórias, atriz e arte-educadora Olga Romero. Na Casa da Leitura Augusto Stresser, no São Lourenço, estará a educadora Tina Souza. A entrada é gratuita.
Os contadores de histórias que participam do programa foram escolhidos por meio do edital Literatura Oral, do Fundo Municipal da Cultura da Prefeitura de Curitiba. A contação de histórias também acontece durante a semana, mas as agendas são reservadas para grupos, escolas, associações e participantes de programações sociais da Prefeitura. Os interessados podem entrar em contato pelos telefones 3254-6802 (Casa da Leitura Augusto Stresser) e 3240-1101 (Casa da Leitura Manoel Carlos Karam).
Serviço:
Contação de histórias, aos domingos, às 15h
Casa da Leitura Augusto Stresser (R. Mateus Leme, 4700 – Parque São Lourenço. Telefone: 3254-6802).
Casa da Leitura Manoel Carlos Karam (R. Batista Ganz - Parque Barigui - acesso pela Av. Mário Tourinho/ BR-277. Telefone: 3240-1101).
Entrada franca.
A arquiteta Giceli Portela abre a série de palestras do programa Hora da Prosa. O encontro acontece na próxima quarta-feira (11), às 18h, na Casa Hoffmann.
O programa Hora da Prosa, desenvolvido pela Fundação Cultural de Curitiba, inicia a série de palestras em 2009 com o tema O patrimônio histórico e a intervenção de restauro em museus, que será apresentado pela arquiteta Giceli Portela. O encontro acontece na próxima quarta-feira (11), às 18h, na Casa Hoffmann, com entrada franca.
Giceli Porteli falará sobre os projetos e obras de restauro realizados no Museu Nacional de Belas Artes (RJ), Museu Casa da Hera (RJ) e Museu do Diamante (MG). Essas unidades são tombadas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, o que lhes confere peculiaridades na definição de critérios de intervenção e técnicas utilizadas. A arquiteta apresentará durante a palestra o relatório fotográfico dos trabalhos realizados nesses museus. Giceli Portela é formada pela PUC-PR, mestre em Arquitetura e Urbanismo pela USP, especialista em restauro de afrescos com curso em Florença (Itália), presidente do Instituto Vilanova Artigas e diretora do Instituto dos Arquitetos do Brasil – regional Paraná.
O programa Hora da Prosa é voltado à discussão de temas relacionados à história, à memória e ao patrimônio cultural de Curitiba. Ocasionalmente, os encontros também abordam questões patrimoniais de relevância nacional e internacional. Os palestrantes são escolhidos entre profissionais que atuam na área do patrimônio cultural.
Voltadas a um público formado por historiadores, arquitetos, antropólogos, artistas, professores e estudantes universitários, as reuniões permitem ampliar conhecimentos e, filmadas em formato digital, são incorporadas ao Centro de Documentação da Casa da Memória. O programa tem o apoio do Instituto Municipal de Administração Pública (Imap), sendo considerado curso de capacitação para os funcionários da Prefeitura Municipal de Curitiba.
Serviço:
Hora da Prosa - O patrimônio histórico e a intervenção de restauro em museus, com a arquiteta Giceli Portela
Local: Casa Hoffmann (R. Claudino dos Santos, 58 – Setor Histórico)
Data: 11 de março de 2009 (quarta-feira), às 18h
Entrada franca.