terça-feira, 10 de março de 2009

Dia 10 – Gaura Purnima (Lua Dourada)

Aparecimento de Sri Krishna Chaitanya Mahaprabhu!

saiba mais em

segunda-feira, 9 de março de 2009

Julgamento Mortal

Julgamento Mortal
(Judgment in Death)
de J. D. Robb


Número de Páginas: 434

Protagonista: Eve Dallas

11º volume da série de sucesso de J.D Robb - Um assassino de policiais ataca em uma boate chamada Purgatório. A tenente Eve Dallas desce ao inferno do submundo do crime, a fim de descobrir quem está matando seus colegas de farda.

Em uma boate de striptease, na parte norte da cidade, um tira é encontrado morto, cruelmente massacrado por um taco de beisebol. O crime? Um mistério, um surpreendente assassinato, que coloca Dallas em uma corrida desenfreada rumo à justiça e à ordem.

Eve comanda uma eletrizante investigação que revela um fato assustador: o clube privê onde ocorreu o crime é mais do que um lugar da moda. A boate Purgatório representa a última oportunidade de redenção – ali todos passam pelo julgamento final.

O destino dos considerados culpados tem conexão direta com seus pecados mais íntimos, e os segredos dos corruptos lançam almas inocentes em uma condenação regada a vícios e poder.

Sobre a Série Mortal e a Autora

Eve Dallas é uma policial responsável pela solução de homicídios no distrito de Nova York em 2058. No livro Nudez Mortal, o primeiro caso de assassinato serial de sua carreira, ela esbarra com Roarke, multimilionário e principal suspeito. Entre pistas e investigações, os dois envolvem-se em um relacionamento que tem tudo para dar errado.

Sob o pseudônimo de J.D. Robb, Nora já está no vigésimo livro da série nos EUA e cada episódio é um best seller.



J.D. Robb produziu histórias fascinantes para esta série policial. Iniciada com Nudez mortal, quando a tenente Eve Dallas conhece o multimilionário Roarke, o principal suspeito de um dos casos que ela está investigando, publicou logo em seguida Glória mortal, livro em que Eve já está se relacionando com Roarke e ainda vivendo o dilema, como tenente da polícia de Nova York, de ter que suspeitar do homem com quem divide a cama.

Com uma legião de fãs desde o primeiro volume da mais famosa série policial da atualidade, nesta décima primeira história, Julgamento mortal, a destemida tenente Dallas enfrenta um misterioso assassino que resolve acabar com a corrupção na polícia de Nova York fazendo justiça com as próprias mãos.

Com mais de 160 milhões de cópias vendidas em todo o mundo, e mais de 60 bestsellers na lista do New York Times, J. D. ROBB (pseudónimo de Nora Roberts) é uma das autoras mais lidas, e respeitadas do mundo. Foi a primeira autora a ser convidada para o Romance Writers of America Hall of Fame.

Nascida em Silver Spring, Maryland, Nora Roberts é a mais nova de cinco filhos. Vive em Keedysville onde continua a escrever.

Um lançamento









domingo, 8 de março de 2009

O GATO SUBIU NO TELHADO

O GATO SUBIU NO TELHADO
de Moisés Liporage


Páginas:208

"Tony Pasmado achava que (para sua imensa infelicidade, raiva e tragédia) conhecia tudo sobre gatos. Uma aventura sobrenatural, com viés de arapuca, porém, iria mostrar que ele estava enganado e o levaria a mudar sua vida de maneira definitiva. Em sua estréia na literatura juvenil, O gato subiu no telhado, o jornalista e roteirista (e cinéfilo) Moisés Liporage combina elementos do horror urbano de Stephen King, o clima de realidade alternativa da série de TV Além da imaginação, de Rod Serling, e o humor negro do diretor Tim Burton, para criar uma tragicomédia dark sobre estes bigodudos miantes de sete vidas.

Inexplicavelmente, Tony se torna uma barata kafkiana atormentada por um gato blasé e debochado como o sinistro Cheshire de Alice no País das Maravilhas – mesmo sem que ele nunca tenha ouvido falar de A metamorfose ou sobre Lewis Carroll. E também se vê como um ratinho preso numa ratoeira, com um gato enorme entalando um descomunal pedaço de queijo em sua goela. E, ainda, assume o papel de um passarinho fugindo de uma ninhada de famintos siameses. Estes são apenas alguns dos muitos pesadelos que afligem Tony Pasmado – todas as noites. Nada mais natural, afinal, ele não apenas detesta, mas sim odeia, tem ojeriza, não suporta esses felinos soberbos e senhores de si.

Não havia, entretanto, jeito de ele curar sua bronquite asmática, provocada e agravada sobremaneira por pêlos de gatos. Órfão – perdera pai e mãe num acidente de carro ainda pequeno –, Tony vivia de favor na casa da Franceska J.J. Pasmado, a famosa escritora de livros de suspense, sua tia, a única que lhe estendera a mão. Mas não se tratava de uma mera questão de solidariedade familiar e altruísmo. O jovem tinha um preço (para ele muito mais do que caro) a pagar pela estadia: cuidar dos 57 gatos da excêntrica parenta. Uma tortura sem igual que lhe valia teto e pão.

Embriagado por completo depois de uma festa no trailer de Suzuki, balconista da petshop que era obrigado a freqüentar por demandas felinas, Tony Pasmado acaba matando na rua um gato que resolvera encará-lo, no alto de sua bebedeira. Justamente o mascote amestrado do camelô-pregador-de-rua-taxidermista Silas Klang – auto-intitulado “Preservador de Emoções” –, que conhecera quando levara um dos quadrúpedes peludos da tia para o veterinário, dr. Saulo, seu psiquiatra improvisado. Enfim, se não há remédio para fazer o bicho voltar à vida, remediado está. Pelo menos era assim que Tony pensava e gostaria que permanecesse, mas...

A partir de então, ao mesmo tempo que os gatos da rotunda tia Franceska parecem querer matá-lo, o jovem Pasmado passa a ser perseguido por uma versão zumbi vingadora do bichano morto, que o absorve num caso extraordinário de possessão. Tony, então, perde a consciência e embarca em uma viagem fantástica pela noite, a bordo de um felino, e experimenta as delícias e as dores de ser um gato – com sete encarnações a sua disposição. Idas e vindas, a cada vida, sofrendo na carne apuros como escapar das mãos de mendigos famintos por churrasquinhos de procedência duvidosa e de fugir das patas de seus arquiinimigos ancestrais, os cães.

Uma trama original, escrita com a fluidez típica de um gato se enroscando nas pernas de uma visita, que, dialogando com outras obras e linguagens – literatura, cinema, TV – promete divertir e surpreender o leitor. Fôlego, estilo, acidez e humor (e fina crítica) num texto para ser lido uma, duas, três,... sete vezes! "


O AUTOR
Moisés Liporage

Moisés Liporage é jornalista, escritor e roteirista. Durante doze anos, foi redator do canal Multishow. Escreveu sobre cinema para revistas especializadas, como a extinta Cinemin e a Set, e fez especiais para o Canal Brasil. Integrou a equipe de autores da série Confissões de adolescente e publicou o livro Coisas de homem. Liporage também foi co-autor do roteiro do longa-metragem A hora marcada, dirigido por Marcelo Taranto, e seu espetáculo de humor Aberrações já ganhou várias montagens. Outra experiência em dramaturgia foi com Parafina, o primeiro seriado concebido especialmente para celulares. O gato subiu no telhado é a sua estréia na literatura juvenil.


UM LANÇAMENTO



Igualdade a qualquer tempo

Na literatura, o tema é recorrente, mas são poucos os personagens homossexuais protagonistas de um romance. Em seu livro de estréia, Depois de sábado à noite, o autor Kiko Riaze expõe a cena gay carioca, que poderia ser a cena em qualquer grande centro urbano. Como no início do filme Milk, o dia a dia de um gay solteiro aparece sem metáforas. Pegações, beijos, amassos e transas são mostrados com naturalidade - e alguma crueza. Homofóbicos podem sentir desconforto, mas estarão diante de um aprendizado.

Em suas narrativas, tanto Milk quanto Depois de sábado à noite mostram que literatura gay ou cinema gay não são necessariamente sinônimo de arte erótica ou pornográfica. Seus personagens são desenvolvidos de forma consistente, sem caricatura ou estereótipo.A questão homossexual é abordada com frequência no cinema e na literatura. O mais recente e contundente exemplo nas telas está em cartaz: Milk, a voz da igualdade, que rendeu o Oscar de melhor ator a Sean
Penn e o de melhor roteiro original. Em tom de documentário, o diretor Gus Van Sant expõe a vida e o legado de Harvey Milk, o primeiro gay eleito para um cargo público nos Estados Unidos.


"A escassez de obras literárias para o público gay foi o que me levou a escrever o romance. Observei que os títulos existentes tinham como foco os conflitos da fase em que as pessoas se descobriam homossexuais. Eu escrevi um romance em que os personagens são gays assumidos e vivem nesta condição. Existe um universo gay além da fase da descoberta, com cultura, hábitos e pensamentos que muitos desconhecem ou ignoram", relata Riaze. A trajetória de Milk nos anos 70 foi apenas o início de uma longa luta não apenas pelos direitos dos homossexuais, mas pelos direitos humanos de igualdade em geral. Passados 30 anos de sua morte, ainda há muito para conquistar, muito com o que se indignar. O filme chega em momento oportuno nos Estados Unidos: Milk foi lançado pouco depois que os gays da Califórnia perderam o direito de se casar, em um referendo. Sean Penn não perdeu a deixa: "Acho que é hora de vocês, que votaram pela proibição do casamento gay, sentarem e refletirem, pensando em sua enorme vergonha e na vergonha dos seus netos, caso continuem assim", disse quando recebeu a estatueta. Filmes, livros e a arte de uma forma geral são ferramentas essenciais para reforço e alerta de uma causa que é de todos nós: igualdade de direitos.

O LIVRO

Depois de sábado à noite
de
Kiko Riaze

256 páginas

"Kiko Riaze narra desventuras de um jovem homossexual que faz das festas de sábado seu campo de batalha em busca da felicidade."


O AUTOR


Nome: Kiko Riaze
Idade: 29 anos

Signo: Gêmeos
Profissão: Gestor de Logística
O que poderia comer sempre: Pavê e pudim de leite
O que jamais comeria: carne de cachorro
Bebida preferida: Vinho
Música de sempre: Secret, Madonna
Livro: As Brumas de Avalon, Marion Zimmer Bradley
Paixão: Animais e natureza
Mania: Tirar fotos
Programa legal: Diversão com os amigos
Lugar: Qualquer um onde se pode ver o mar
Frase: "A felicidade está dentro de você, não a procure em sua volta". Buda





UM LANÇAMENTO


COMEÇA HOJE


O NOVO CONCURSO CULTURAL DE SEU SUPLEMENTO

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sábado, 7 de março de 2009

Parabéns para todas as mulheres !


Repasso a todas vocês a simpática mensagem que o Guilherme da Global remeteu-me

Estreia do Música no Museu com Tias Baianas Paulistas

Tias Baianas Paulistas e Ala dos Compositores Kolombolo fazem apresentação no MCB no Dia Internacional da Mulher

Em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, o Museu da Casa Brasileira, da Secretaria de Estado da Cultura, estreia sua programação musical de 2009 com a apresentação das Tias Baianas Paulistas e da Ala dos Compositores Kolombolo no domingo, 8 de março, às 11h. O grupo das “Tias Baianas Paulistas” é formado por sambistas da velha guarda pertencente a diversas agremiações, e a Ala dos Compositores é integrante do Grêmio Recreativo de Resistência Cultural Kolombolo Diá Piratininga. O espetáculo é uma confraternização em homenagem às mulheres, que desperta um novo momento no cenário da música popular brasileira e reafirma uma paulicéia africanista, que sai dos seus porões e delata a liberdade cultural de um povo. Durante o mês de março, o músico e compositor Guga Stroeter é o curador do projeto Música no Museu.
Repertório: Garoa, resistência do meu samba (Renato Dias/Heron Coelho/T. Kaçula); Tributo a Daniel (Mestre Feijoada); Claridade (Tabajara Rosa); Bloco do chora galo (Toniquinho Batuqueiro); Barroca dos tempos idos (Thiago Barroca); Marinheiro só (Caetano Veloso); Ponto de coroa (Élcio de Oxalá); Grupo da Barra Funda (Dionísio Barbosa/Luiz Barbosa); Baianas tradicionais (T. Kaçula/Renato Dias); Tributo a Valtinho das Baianas (Tabajara Rosa).
O grupo “Tias Baianas Paulistas” foi formado em 1997 com senhoras da ala das baianas pertencentes a diversas agremiações carnavalescas de São Paulo, como Vai-Vai, Nenê da Vila Matilde, Unidos do Peruche e Mocidade Alegre, entre outras. Neste ano, elas lançam seu primeiro CD dentro do projeto Memória do Samba Paulista.
Fundado em 2002, o Grêmio Recreativo de Resistência Cultural Kolombolo Diá Piratininga faz pesquisas, oficinas culturais, encontros, produções de CDs e de shows, com o objetivo de trazer ao conhecimento do público um pouco da história do samba paulista. A Ala dos Compositores surgiu no ano passado com o objetivo de divulgar, promover e resgatar obras de grandes nomes do passado e novos talentos que despontam em nossa Paulicéia. Eles adotaram o nome de “Samba da Paulicéia” para os quatro espetáculos que farão nos domingos de março no MCB. São tradicionais suas apresentações no último domingo do mês na Praça do Aprendiz, na Vila Madalena.

Integrantes Tias Baianas Paulistas: Nadyr, Madá, Ione, Clara, Neide Veloso, Neide André, Áurea, Graciete, Maria José, Ieda, Oneida, Lurdes Texeira, Geraldinha, Danda, Odete, Neusa e Lindinha.

Integrantes Ala dos Compositores Kolombolo: Renato Dias (voz/tamborim); Rodolfo Stocco (voz/violão); Roberta Oliveira, Priscila Lavorato e Anita Galvão (coro); Gabriel Spazziani (cavaco/voz); Mestre Pio (pandeiro); Ricardinho 7 Platinelas (percussão geral); Mônica Pérola Negra (voz/surdo); Gringo Alegoria (percussão geral).

As apresentações musicais no MCB nas manhãs de domingo já se consolidaram como uma agradável alternativa de lazer ao reunir música de qualidade num cenário encantador: o terraço do Museu da Casa Brasileira, defronte a seu surpreendente jardim de 6.600 metros quadrados.

Serviço
Música no Museu – “Tias Baianas Paulistas e Ala Compositores Kolombolo”
Domingo, 8 de março, às 11h Entrada franca
Duração: 60 min
Capacidade: 230 lugares
Local: Museu da Casa Brasileira – Terraço - Av. Brig. Faria Lima, 2705
Tel. 3032-3727 Jardim Paulistano Site: www.mcb.sp.gov.br
Estacionamento: R$ 10,00
Visitação: de terça a domingo, das 10h às 18h
Ingresso: R$ 4,00 Estudantes R$ 2,00 Gratuito domingos e feriados
Acesso a portadores de deficiência física.
Visitas monitoradas: 3032-2564

Mino Carta volta com artigo sobre a "ditabranda" da Folha

Após um mês de silêncio, a “ditabranda” da Folha de S. Paulo levou Mino Carta a reativar sua Olivetti e voltar a escrever. Em artigo publicado nesta quinta-feira (05/03) no site da Carta, sob o título “Da ditadura à democracia sem povo”, o jornalista fala sobre o neologismo do diário paulista e amplia a crítica para os “jornalões” que, em seus editoriais, “invocaram a intervenção militar contra a subversão em marcha”.

“Agora a Folha de S.Paulo ofende consciências ao criar um novo vocábulo: ditabranda. Poderia dizer ditamole, soaria melhor aos meus ouvidos. Não sei quais foram os argumentos do editorial, que não li a bem do meu fígado. (...) O que a mim surpreende e acabrunha não é um editorial da Folha. Aos meus ouvidos soa normal, corriqueiro, natural. Não difere, na essência, de outros editoriais dos jornalões. Quem sabe, seja mais sincero, ou menos hipócrita”, diz em seu artigo.

Não faltaram críticas aos outros veículos, até mesmo ao Estadão, que é reconhecido pela sua luta contra a ditadura: “Dos jornalões, a partir de então, só o Estadão foi censurado, com regalias, no entanto, que outros não tiveram. Podia preencher os espaços cortados pelas tesouras censoriais com versos de Camões e receitas de bolo”.

Na opinião de Mino, o jornalismo brasileiro serve à manutenção do status quo de uma “minoria exígua de privilegiados”.

“O jornalismo brasileiro, desde os começos, serve a este poder nascido na casa-grande, por ter a mesma, exata origem. A mídia nativa é rosto explícito do poder. As conveniências deste e daquela entrelaçam-se indissoluvelmente porque coincidem à perfeição”.

Para concluir, Mino fala sobre a relação da mídia, que “não alcança a ampla maioria dos brasileiros, a não ser por meio de novelas e domingões”, mas vende “à minoria as conveniências do poder, lá pelas tantas personificado pela ditadura e hoje por uma democracia oligárquica”.

“Ao cabo, pergunto aos meus perplexos botões: qual é a diferença entre ditabranda e democracia sem povo?”, questiona.

Aos domingos, Casas da Leitura têm contadores de histórias

As Casas da Leitura localizadas nos parques Barigui e São Lourenço começam neste domingo a programação com contadores de histórias



As Casas da Leitura, unidades da Fundação Cultural de Curitiba que funcionam nos Parques Barigui e São Lourenço, iniciam a programação com contadores de histórias, promovendo sessões todos os domingos, às 15h. Neste domingo (8), quem estará na Casa da Leitura Manoel Carlos Karam, no Parque Barigui, é a contadora de histórias, atriz e arte-educadora Olga Romero. Na Casa da Leitura Augusto Stresser, no São Lourenço, estará a educadora Tina Souza. A entrada é gratuita.

Os contadores de histórias que participam do programa foram escolhidos por meio do edital Literatura Oral, do Fundo Municipal da Cultura da Prefeitura de Curitiba. A contação de histórias também acontece durante a semana, mas as agendas são reservadas para grupos, escolas, associações e participantes de programações sociais da Prefeitura. Os interessados podem entrar em contato pelos telefones 3254-6802 (Casa da Leitura Augusto Stresser) e 3240-1101 (Casa da Leitura Manoel Carlos Karam).



Serviço:

Contação de histórias, aos domingos, às 15h

Casa da Leitura Augusto Stresser (R. Mateus Leme, 4700 – Parque São Lourenço. Telefone: 3254-6802).

Casa da Leitura Manoel Carlos Karam (R. Batista Ganz - Parque Barigui - acesso pela Av. Mário Tourinho/ BR-277. Telefone: 3240-1101).

Entrada franca.

Restauro em museus é tema da Hora da Prosa

A arquiteta Giceli Portela abre a série de palestras do programa Hora da Prosa. O encontro acontece na próxima quarta-feira (11), às 18h, na Casa Hoffmann.



O programa Hora da Prosa, desenvolvido pela Fundação Cultural de Curitiba, inicia a série de palestras em 2009 com o tema O patrimônio histórico e a intervenção de restauro em museus, que será apresentado pela arquiteta Giceli Portela. O encontro acontece na próxima quarta-feira (11), às 18h, na Casa Hoffmann, com entrada franca.

Giceli Porteli falará sobre os projetos e obras de restauro realizados no Museu Nacional de Belas Artes (RJ), Museu Casa da Hera (RJ) e Museu do Diamante (MG). Essas unidades são tombadas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, o que lhes confere peculiaridades na definição de critérios de intervenção e técnicas utilizadas. A arquiteta apresentará durante a palestra o relatório fotográfico dos trabalhos realizados nesses museus. Giceli Portela é formada pela PUC-PR, mestre em Arquitetura e Urbanismo pela USP, especialista em restauro de afrescos com curso em Florença (Itália), presidente do Instituto Vilanova Artigas e diretora do Instituto dos Arquitetos do Brasil – regional Paraná.

O programa Hora da Prosa é voltado à discussão de temas relacionados à história, à memória e ao patrimônio cultural de Curitiba. Ocasionalmente, os encontros também abordam questões patrimoniais de relevância nacional e internacional. Os palestrantes são escolhidos entre profissionais que atuam na área do patrimônio cultural.

Voltadas a um público formado por historiadores, arquitetos, antropólogos, artistas, professores e estudantes universitários, as reuniões permitem ampliar conhecimentos e, filmadas em formato digital, são incorporadas ao Centro de Documentação da Casa da Memória. O programa tem o apoio do Instituto Municipal de Administração Pública (Imap), sendo considerado curso de capacitação para os funcionários da Prefeitura Municipal de Curitiba.



Serviço:

Hora da Prosa - O patrimônio histórico e a intervenção de restauro em museus, com a arquiteta Giceli Portela

Local: Casa Hoffmann (R. Claudino dos Santos, 58 – Setor Histórico)

Data: 11 de março de 2009 (quarta-feira), às 18h

Entrada franca.