terça-feira, 20 de maio de 2014

Programação semanal James de 21 a 24 de Maio

PROGRAMAÇÃO DA SEMANA
DE 21 A 24 DE MAIO

QUARTA 21.mai: 22h
DJs residentes Ale Dantas, Claudinha Bukowski e Pablo Busetti.
DJs convidados Old School Crew.
VENHAM POR NOSSA CONTA, sorteio promocional a partir das 13h,na fanpage da festa no Facebook.
DOUBLE DRINK de destilados nacionais até 0h.
R$ 15.

QUINTA 22.mai: 22h
DJs residentes Marcell Boareto e Sol Lingnau.
DJs convidados Rafael Panke (ruído/mm) e Rodrigo Lemos (Lemoskine).
DISTRIBUIÇÃO DE COLETÂNEAS EM CD para os primeiros clientes.
R$ 15 (VÁ DE BIKE E PAGUE MEIA-ENTRADA).   
   
SEXTA 23.mai: 22h
DJ residente Denis Pedroso.
DJs convidados 13DUO (SP), The Twins (SP), Elijah Hatem (SP) e Joel Guglielmini x Edu Freneda.
PULSEIRAS VIP COCKTAIL  em sorteio via fanpage da festa.
PLAYLIST INMWT VALENDO 10 VIPS em sorteio via fanpage da festa.
R$ 20.

SÁBADO 24.mai: 22h

DJs residentes Denis Pedroso, Ale Dantas e Celso Ferreira.
PROMO ESPECIAL YOU DA ONE” via sorteio na fanpage da festa.
DEGUSTAÇÃO DE DRINKS ao longo de toda a noite.
R$ 25.

* Todas as infos e releases sobre nossa programação estão disponíveis em nosso site www.barjames.com.br.
*PROGRAMAÇÃO SUJEITA A ALTERAÇÃO SEM AVISO PRÉVIO.

Av. Vicente Machado, 894. Curitiba/PR. (41) 3222-1426. Formas de pagamento: Todos os cartões de débito e crédito Amex, Diners, Master, Visa e Visa Vale-Refeição.

Tied to the 90s comemora 4 anos com Panke e Lemos



A Tied to the 90s comemora nesta quinta-feira (22.05) quatro anos de existência. A festa, que nasceu de uma brincadeira dos produtores e residentes Marcell Boareto e Sol Lingnau, agradou tanto que hoje é referência de balada que traz a boa música noventista. E, para celebrar a data, a dupla convocou os primeiros convidados do projeto, os músicos Rafael Panke (ruído/mm) e Rodrigo Lemos (Lemoskine).

“A Tied começou em 2010 quase como uma brincadeira, nasceu de uma piada sobre fazer festa 90 quando, naquela época, chegava ao final uma onda de festas anos 80. Não tínhamos muita noção do quanto daria certo ou não. Nosso objetivo era ouvir um monte de bandas das quais gostamos numa pista”, contam Marcell e Sol.

Um dos aspectos interessantes nesses quatro anos é o fato da própria festa ter mudado de sonoridade e de público, muitos “jovens amantes dos anos 90” surgiram durante o período. “A onda de revivals existe, mas arriscaria dizer que a dos anos noventa talvez já tenha passado. Pra manter a festa, precisamos mudar o nosso set ao longo do tempo, e acabamos até conhecendo mais coisa dos anos 90, nos apaixonando por coisas ‘velhas novas’”, destacam. “Deve ter fã de Radiohead nascendo hoje em dia. E é a qualidade de muita coisa daquela década que mantém o público, mesmo os mais novos. De vez em quando nos surpreendemos com a presença de bastante gente que estava nascendo quando o Nirvana estava no auge”, divertem-se.

E até “fugir um pouco” da regra vale um pouco, já que muitas bandas recentes carregam um pouco do “sangue dos anos 90”. “Muitas das coisas novas que ouvimos têm esse ‘sangue 90’. Não é incomum também misturarmos essas coisas no meio dos nossos sets na Tied. Na pista da festa já teve The XX, Beach House, Metronomy, Beach Fossils, Yuck, Grimes, The Radio Dept e por aí vai.”

Dos quatro anos da Tied, três deles se passaram no James. E o que a dupla pensa para a festa daqui pra frente? “Em time que tá ganhando não se mexe? Mentira, talvez ano que vem a festa passe a se chamar Disco 2000”, brincam.

Cada edição da festa conta com um artista diferente homenageando os anos 90. Quem criou o cartaz desta vez foi Andre Ducci. As Tied também sempre oferecem coletâneas musicais em CD para os primeiros clientes, sorteio de entradas VIP (gratuitas e sem fila) via fanpage da festa no Facebook, “arremesso” de gibis, cortesia da Itiban Comic Shop, e máscaras com ícones daquela década.
TIED TO THE 90s especial 4 ANOS - A boa música dos anos 90, com ênfase no rock alternativo. DJs residentes Marcell Boareto e Sol Lingnau. Convidados: Rafael Panke (ruído m/m) e Rodrigo Lemos (Lemoskine). Na quinta-feira (22.05), a partir das 22h, com entradas a R$ 15 (vá de bike e pague meia-entrada). Apoio: Itiban Comic Shop e LeduxCWB.

* Todas as infos e releases sobre nossa programação estão disponíveis em nosso site www.barjames.com.br.
*PROGRAMAÇÃO SUJEITA A ALTERAÇÃO SEM AVISO PRÉVIO.

Av. Vicente Machado, 894. Curitiba/PR. (41) 3222-1426. Formas de pagamento: Todos os cartões de débito e crédito Amex, Diners, Master, Visa e Visa Vale-Refeição.

Otto faz show no Rio de Janeiro com repertório de Martinho da Vila dia 23/05




Comemorando os 40 anos do álbum “Canta Canta, Minha Gente” (1974), de Martinho da Vila, o pernambucano Otto preparou uma bonita homenagem. O cantor está com uma turnê, iniciada em São Paulo em fevereiro, na qual ele interpreta o repertório desse clássico da música nacional e da carreira do sambista. Na sexta-feira (23) ele chega ao palco do Circo Voador, no Rio de Janeiro, com esse grande show.


A apresentação tem direção musical de Pupillo (Nação Zumbi) e traz no repertório as 12 faixas desse álbum, entre elas os sucessos “Canta Canta, Minha Gente”, “Disritmia” e “Malandrinha”. Para cada música, Otto preparou uma versão especialíssima, que será apresentada junto a banda formada por Pupillo (bateria), Regis Damasceno (baixo e violão), Rodrigo Campos (cavaco e violão),Thiago França (sax e flauta), Marcos Axé (percussão) e Malê (percussão).


Otto – “Canta Canta, Minha Gente”
Data: 23/05 (sexta-feira)
Horário: 22h (abertura dos portões)
Local: Circo Voador (Rua dos Arcos, s/nº - Lapa – Rio de Janeiro – RJ)
Ingressos: R$ 40 (meia-entrada para estudantes, menores de 21 anos, idosos, cliente Clube Sou + Rio, promocional válido com 1kg de alimento ou e-flyer)
R$ 80 (inteira)

A pedra no sapato do poder


 
Crítica ao poder dá o tom na programação da tenda dos autores, que destaca literatura, humor, arquitetura, ciência e pensamento indígena
           
Em 2014, a crítica de Millôr Fernandes a toda forma de poder se faz urgente e necessária. Não por acaso, reúnem-se na programação deste ano algumas das mais respeitáveis pedras no sapato dos governos de seus respectivos países – e, quase sempre, das forças do Império.
 
O conjunto reúne brilhantes exemplos das muitas formas de resistência que o século XXI nos oferece. Mas ainda há muitos outros recortes possíveis na programação da Flip, que vai acontecer entre 30 de julho e 3 de agosto, em Paraty. Os ingressos estarão disponíveis para venda a partir do dia 2 de junho.
 
Gal Costa em show gratuito
A grande cantora brasileira leva a Paraty as canções de Recanto, seu disco mais recente, que mescla MPB, rock, programações eletrônicas e dub-step, concebido e composto por Caetano Veloso. Clássicos como Folhetim e Barato total completam o show de abertura, que pela primeira vez na história da Flip será gratuito.
   
Homenagem a Millôr
Uma dupla homenagem abre a Flip do genial guru do Meier: no primeiro tempo, o crítico Agnaldo Farias destaca o valor da obra de Millôr para a arte brasileira. Em seguida, Reinaldo e Hubert, que nos anos 1980 editaram o jornal satírico Planeta Diário, herdeiro do Pasquim, entrevistam o cartunista millormaníaco Jaguar.
Na segunda mesa da homenagem, na sexta-feira, o cartunista Cássio Loredano e o jornalista Sérgio Augusto perfilam Millôr em traço e prosa.
Na Casa da Cultura, uma exposição sobre Millôr Fernandes apresenta uma ambientação inspirada no mundo do desenho e das publicações que editou e/ou criou.
 
Pensamento indígena e Amazônia
O pensamento indígena, o xamanismo e a poesia ameríndia,a história recente dos índios e a disputa de interesses na Amazônia têm destaque na programação, com duas mesas dedicadas ao tema e a presença de um xamã yanomami, Davi Kopenawa. A fotógrafa Claudia Andujar, o antropólogo Eduardo Viveiros de Castro e o indigenista Beto Ricardo completam o quadro.
 
Arquitetura
A arquitetura – que em 2013 ganhou mesa fixa na programação– traz Paulo Mendes da Rocha, vencedor do Pritzker e um dos principais pensadores do Brasil contemporâneo,ao lado do italiano Francesco Dal Co.
 
Ciência
Da criação de filhos fora do padrão, tema explorado por Andrew Solomon, aos limites do conhecimento, discutidos por Marcelo Gleiser, as mesas dedicadas à ciência levarão ao público dilemas cósmicos e familiares. Michael Pollan faz uma interface da ciência com a cultura e a história da alimentação.
 
Ficção e poesia
A Flip tem a alegria de propiciar o encontro com grandes autores de ficção, alguns ainda por serem descobertos no país, como Jhumpa Lahiri, Etgar Keret, Almeida Faria,Eleanor Catton e Joël Dicker. Outros são uma amostra milloriana de que o humor está entre as formas mais elevadas da inteligência: Fernanda Torres, Antonio Prata, MohsinHamid, Gregorio Duvivier. Charles Peixoto e Eliane Brum, um prosador na poesia e uma poeta na prosa,completam o quadro.
 
Latinos
A prosa latino-americana, uma das principais forças criativas nas letras mundiais, tem um representante de peso para cada geração, do boom dos anos 1960, vivido pelo Prêmio Cervantes Jorge Edwards, à “anexação” cultural
dos Estados Unidos pela América Latina, registrada na obra de Daniel Alarcón – entre os dois, Villoro, companheiro de armas de Roberto Bolaño e Enrique Vila-Matas.
 
Brasil e ditadura
A trajetória de dois grandes artistas, Cacá Diegues e Edu Lobo, que lançam livros de memórias durante a Flip, promete uma mesa histórica sobre a vida cultural no Brasil dos últimos 50 anos. Não se trata de coincidência. Se 2014 é ano de Copa e da eleição, é também quando se completam 50 anos do golpe militar. E é a literatura, na mesa com Marcelo Rubens Paiva, Bernardo Kucinski e Persio Arida, que vem nos lembrar daquelas coisas terríveis, que jamais podem ser esquecidas.
  
Vendas de ingressos
Os ingressos para as mesas da Flip 2014 estarão disponíveis para venda a partir das 10h do dia 2 de junho, pela internet, no site da Tickets for Fun, pelo telefone 4003-5588 e nos pontos de venda credenciados (a lista completa dos pontos de venda está disponível no site ticketsforfun.com.br). O preço dos ingressos da sessão de abertura e das mesas da programação é de R$ 46 (inteira)/ R$ 23 (meia) para a tenda dos autores e de R$ 12 (inteira)/ R$ 6 (meia) para a tenda do telão. Os ingressos estarão disponíveis para a venda pela internet, telefone e locais credenciados até o dia 29 de julho. Durante os dias de festival, poderão ser adquiridos apenas na bilheteria em Paraty.
  
Quem faz a Flip
A Casa Azul é uma organização da sociedade civil de interesse público, que desenvolve projetos nas áreas de arquitetura, urbanismo, educação e cultura. Desde as primeiras ações, mantém uma intensa relação com a cidade de Paraty. A Flip e os projetos educativos permanentes – Flipinha, FlipZona e Biblioteca Casa Azul - são algumas de suas experiências que potencializam importantes transformações no território e ajudam a melhorar a qualidade de vida de crianças e jovens paratienses.
 Patrocínio
A programação da Flip conta com o patrocínio oficial do Itaú, do Governo do Rio de Janeiro e do BNDES, patrocínios da Petrobrás e CPFL, apoio da Fundação Roberto Marinho, da Prefeitura Municipal de Paraty e do Instituto C&A e outros parceiros ainda em vias de confirmação.

Deixem a ortografia em paz - Jaime Pinsky

Com o objetivo de simplificar a ortografia, no ano passado a Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) criou o Grupo de Trabalho Técnico (GTT). Seu objetivo é definir – em conjunto – o que eles chamam de um idioma claro e acessível a todos.
Acerca dessa polêmica questão, Jaime Pinsky – historiador, professor titular da Unicamp e diretor da Editora Contexto – escreveu o artigo "Deixem a ortografia em paz", publicado no jornal Correio Braziliense na semana passada.
Gostaríamos de saber sua opinião sobre o assunto. O que você acha?



clique para ampliar

http://editoracontexto.us1.list-manage.com/track/click?u=ef5243e377476d53a27d14fad&id=2be58ca48c&e=79c20477a4


Therion faz show em SP neste domingo em tom de despedida para cantora

A turnê  “Evil flowers and Opera – Latin America 2014” ficará marcada para os suecos da banda Therion pela despedida da querida e excelente cantora Lori Lewis da banda. O grupo faz única apresentação no Brasil, neste domingo (18/05), na Via Marquês, em São Paulo. Ainda há ingressos à venda.

Esta é a 4° vez que o grupo vem ao Brasil. Show marca a saída de Lori Lewis – foto: Tim Tronckoe/divulgação
 
A noticia caiu como uma bomba! Recentemente, os fãs da banda sueca Therion foram surpreendidos com o comunicado de que a vocalista Lori Lewis não seguirá mais com o grupo assim que a “Evil flowers and Opera – Latin America 2014” encerrar.
 
Portanto, a única apresentação que o grupo faz no Brasil, neste final de semana, será em tom de despedida. O show acontece, neste domingo (18/05), na Via Marquês, em São Paulo.
 
O set list executado por Lori Lewis (vocal), Thomas Vikström (vocal), Christian Vidal (guitarra), Christofer Johnsson (guitarra), Nalle Påhlsson (baixo) e Johan Koleberg (bateria) é uma mistura dos clássicos do grupo, com a última tour “Les Fleurs Du Mal” e a nova Opera Rock “Adulruna Redivia And Beyond”. Será um show nunca visto fora da Europa.
 
Quem fez questão de demonstrar toda a expectativa para este show foi o vocalista Thomas Vikström. Confira o video-mensagem em https://www.youtube.com/watch?v=z16GN_wzLFc.
 
Ainda há ingressos de pista à venda. Os camarotes já estão esgotados. A promoção “Metal do bem” segue em andamento em todos os pontos de vendas físicos e pela internet. Os fãs que garantirem presença desta forma, devem levar 1 (um) kilo de alimento não-perecível (exceto sal e açúcar) no dia do evento. Os alimentos serão doados para a instituição Caminhando que realiza um trabalho de inclusão social de jovens e adolescentes com deficiência física e intelectual. Mais informações no serviço abaixo.
 
Com 25 anos de estrada e reconhecidos como os ícones do metal sinfônico mundial, o Therion surgiu na bela Estocolmo. O nome é uma homenagem ao álbum “To Mega Therion”, do Celtic Frost, atribuído a Aleister Crowley. Recentemente, o clássico álbum “Theli” foi relançado em uma edição especial com três bonus tracks: "In Rememberance", "Black Fairy" e "Fly To The Rainbow", cover do Scorpions, além de DVD com todo este trabalho executado ao vivo.
 
Links relacionados:
 
Serviço São Paulo
8X8 apresenta THERION
Tour: Evil flowers and Opera - Latin America 2014
Data: 18/05/2014 – domingo
Local: Via Marquês
Endereço: Av. Marquês de São Vicente 1589
Abertura da casa: 19h00
Inicio show Therion: 20h30
Classificação etária: a partir de 16 anos
 
Promoção especial “Metal do bem” todos aqueles que levarem um kilo de alimento não perecível (exceto sal e açúcar) no dia do evento terão direito a adquirir seus ingressos na promoção “Metal do bem” com 50% de desconto sobre o valor do ingresso inteiro. Assim você se diverte e ainda ajuda quem precisa.
 
Os ingressos da promoção “Metal do bem” serão vendidos antecipadamente em todos os pontos de vendas físicos e pela internet. Aqueles que comprarem os ingressos da Promoção Metal do bem antecipados ou no dia do evento devem levar 1 (um) kilo de alimento não perecível (exceto sal e açúcar) para doação na entrada do evento. Os alimentos serão doados para a instituição Caminhando que realiza um trabalho de inclusão social de jovens e adolescentes com deficiência física e intelectual.
 
Ingressos online: www.ticketbrasil.com.br (em até 12 vezes no cartão)
 
Ingressos
 
3º Lote
Pista Meia entrada = R$ 110,00
Pista Metal do bem = R$ 110,00
Pista Inteira = R$ 220,00
 
Na porta
Pista Meia entrada = R$ 120,00
Pista Metal do bem = R$ 120,00
Pista Inteira = R$ 240,00
 
Pontos de venda em São Paulo:
 
Bilheterias do Via Marquês (SEM TAXA DE CONVENIÊNCIA)
Endereço: Av. Marquês de São Vicente 1589
Horário: Segunda à sábado das 08h às 20h.
Formas de pagamento: Somente dinheiro
 
Hole - Galeria do Rock*
Av. São João, 439 - 1º andar loja 275 - São Paulo - SP
Horário: Segunda à sábado das 10h às 19h.
Formas de pagamento: Dinheiro, Débito e Crédito à vista nos cartões Visa, MasterCard, American,Express, Diners Club International, Elo.
 
CadaQual*
Rua Augusta, 2171 - Jardim Paulista - São Paulo - SP
Horário: Segunda à sábado das 11h às 20h.
Formas de pagamento: Dinheiro, Débito e Crédito à vista nos cartões Visa, MasterCard, American
Express, Diners Club International, Elo.
 
Metal Music - Santo André*
Rua Dona Elisa Fláquer, 184 - Centro - Santo André - SP
Horário: Segunda à sexta das 10h às 18h30, sábado das 10h às 17h30.
Formas de pagamento: Dinheiro, Débito e Crédito à vista nos cartões Visa, MasterCard, American
 
Age Of Dreams - São Bernardo*
Av. Marechal Deodoro, 1754 - 2º Andar loja 33/36 - Centro - São Bernardo do Campo - SP
Horário: Segunda à sábado das 9h às 19h.
Formas de pagamento: Somente dinheiro
 
Shopping Oriente 500*
Rua Oriente, 500 2º andar - Brás - São Paulo - SP
Horário: Segunda à sexta das 9h às 17h, sábados das 9h às 13h30.
Formas de pagamento: Dinheiro, Débito e Crédito à vista nos cartões Visa, MasterCard, American, Express, Diners Club International, Elo.
 
*Ponto de venda sujeito a taxa de conveniência
 
Capacidade: 1.500 pessoas
Acesso para portadores de necessidades especiais
Ar condicionado
Estacionamentos na região: de R$ 20,00 a R$ 30,00 o período
 
Informações:
8X8 Live - Email: contato@8x8live.com
Ticket Brasil – 4901-1165 | Email: contato@ticketbrasil.com.br
Via Marquês: www.viamarques.com.br - Tel: 11-3611-2696
 
Apoio:
Nuclear Blast: www.nuclearblast.com/en
Doação de alimentos: www.caminhando.org

Novas Tecnologias Versus Empregabilidade


.   
Novas Tecnologias Versus Empregabilidade    
de  Erik Brynjolfsson e Andrew McAfee
PÁGINAS:  104
FORMATO:  14x21 cm




ORIGEM:  Nacional
CATÁLOGO:   Administração_Recursos Humanos

 
Os computadores estão cada vez mais penetrando em áreas de domínio das pessoas, e há que se tomar precauções no impacto que irão causar nos empregos, nas pessoas e na sociedade.

Este livro discute a interação entre as novas tecnologias e o futuro do trabalho. Os autores foram buscar fundamentação em dados históricos e projetam cenários para o futuro.

A mensagem final , no entanto, é positiva e otimista.

Transforme o desafio em oportunidades!






OS AUTORES:

Erik Brynjolfsson - é professor do MIT Sloan School of Management, diretor do MIT Center for Digital Business, presidente da Sloan Management Review, um grupo de pesquisa no National Bureau of Economic Research, e coautor de Wired for Innovation: How IT is reshaping the Economy. Brynjolfsson se formou pela Harvard University e pelo MIT.

Andrew McAfee
- é cientista, pesquisador é diretor adjunto do MIT Center for Digital Business na Sloan School of Management. É autor de Enterprise 2.0: New Collaborative Tools for Your Organization’s Toughest Challenges. Formou-se pelo MIT e pela Harvard University.



um lançamento
 

Lacerated And Carbonized, um dos principais nomes do death metal nacional, disponibilizou novo merchandising aos fãs

Após bem-sucedida longa turnê pela Rússia, a banda Lacerated And Carbonized, um dos principais nomes do death metal nacional, disponibilizou novo merchandising aos fãs


Banda durante passagem pela Rússia – foto: divulgação
 
A maioria das bandas quando saem em turnê são praticamente obrigadas a levar diversas caixas de merchandising, pois, se a apresentação for bem-sucedida e cair no gosto do público, o final da noite será revertido em muitas vendas.
 
Este é o caso da banda carioca Lacerated And Carbonized, que após longa turnê pela Rússia, retornou ao Brasil praticamente de malas vazias. Inspirada na arte e no universo temático do álbum "The Core Of Disruption", o grupo lançou catálogo confeccionado aos fãs que procuram por qualidade, inovação e atitude.
 
A banda disponibilizou, em sua loja oficial na internet, uma nova série de camisetas e pacotes promocionais. Para adquirir o material, basta acessar http://www.laceratedandcarbonized.com/merch.html#6
 
lac merch
 
Com mais de sete anos de carreira, Jonathan Cruz (vocal), Caio Mendonça (guitarra), Paulo Doc (baixo) e Victor Mendonça (bateria) tornaram-se um dos mais influentes nomes da música extrema nacional.
 
Neste momento, o Lacerated And Carbonized está promovendo “The Core Of Disruption”. Este trabalho foi mixado e masterizado pelo renomado Andy Classen (Destruction, Krisiun, Tankard, Holy Moses, Belphegor), no Stage One Studios, na Alemanha.
 
Confira o videoclipe da música “Third World Slavery” em http://www.youtube.com/watch?v=LDDWEfznxxI.

Crônica da Urda

O menino de Porto Alegre


                                   Faz ano e meio que ele está engasgado aqui no meu peito e na minha garganta – não há como não deixá-lo sair.
                                   Era tempo da Feira do Livro de Porto Alegre e eu fora até lá movida pela curiosidade, pela saudade, e também porque ia autografar algum livro que já não lembro qual seja.
                                   A curiosidade é fácil explicar: há quase três décadas ouvindo falar daquela feira, sem ir lá... Já a saudade sempre é uma coisa mais complexa: descobrira Porto Alegre por causa dos Fóruns Sociais Mundiais, naquele deleitoso tempo em que para lá ia com o coração explodindo no peito e a força da esperança e do sonho era como uma contínua queima dos mais coloridos fogos de artifício... Já voltara a Porto Alegre depois dos Fóruns e já me dera conta de que não era bem assim, e agora era a Feira do Livro, e fosse como fosse, árvores loucamente floridas de azul explodiam por sobre a Praça da Alfândega e encontrei lá meu amigo escritor Luiz Carlos Amorim, e juntos caminhamos pela Rua dos Andradas até o Gasômetro, eu contando a ele do Passarinho que carregava no peito, e depois fomos vasculhar de novo o Hotel Majestic e aquele Poeta que um dia lá viveu e deixou-o encantado para sempre, o inigualavelmente e majestosamente simples Quintana, pois não há como a gente se cansar de vasculhar sempre de novo o Hotel Majestic à procura de mais um detalhe de Quintana...
                                   Tinha ido lá para três ou quatro dias, já não lembro, e em algum momento era tempo de pensar em começar a voltar. Já vagara por tudo ali; já tivera minha tarde de autógrafos; já comprara os lindos livros infantis que daria de presente no Natal e os balagandãs que uso até hoje – era tempo de tomar o rumo da rodoviária e comprar a passagem de volta.
                                   Eu não sei explicar muito bem essa coisa de trens de Porto Alegre – sei que eles existem e que a gente vai a diversos lugares próximos e distantes com eles. A rodoviária era um dos lugares próximos, e num instante eu tinha resolvido o meu assunto e já me dirigia ao trem de volta. Era um trem subterrâneo, mas lá a gente não chama de metrô, embora tenha que descer ampla escada para chegar à estação. E ali estava o menino.
                                   Que idade teria aquela criança? Onze, doze, treze? A vida de abandono e de fome deixava pouca margem para adivinhações, e os andrajos e a sujeira que o cobriam pioravam a avaliação. Calculei: no mínimo um ano sem tomar banho ou trocar de roupa, mas isso não era nada diante dos olhos surrados e amedrontados daquela criança que fico imaginando como conseguira sobreviver até ali e que agora penso se ainda vive. Talvez, ao invés de onze, aqueles farrapos encobrissem um menino de quinze anos, já pleno de hormônios que o mandavam perpetuar a espécie com urgência. Como brotara aquela criança ali no asfalto da cidade, e sobrevivera até eu poder conhecê-la? Quem tudo ajudara a surrá-lo para que ele tivesse nos olhos aquela expressão que eu agora via? Como é que as pessoas permitiam que o Capital produzisse meninos como aquele, com tamanha avidez de qualquer coisa que lhe permitisse mais uma semana, mais um dia, e ficassem indiferentes e até o escorraçassem monotonamente, como aquele ali era escorraçado, pois seus acuados olhos de bichinho do mato que a tudo vigiavam com cupidez e medo não lhe permitiam sequer descer a escada que levava à estação de trem, onde as pessoas tiravam dinheiro do bolso e recebiam moedas de troco, moedinhas que talvez fossem o elo possível entre aquele menino desesperado e a vida...  
                                   Nós nos olhamos e não sei o que ele leu nos meus olhos, mas eu pude ler a ansiedade, o medo e o desejo de vida nos olhinhos absurdamente acuados daquele quase bichinho produzido pelo asfalto e pelo Capitalismo, e senti vergonha de pertencer a Humanidade. Desci a escada enquanto ele ficou me espiando lá em cima, como quem espera – que, afinal, teria lido nos meus olhos? Comprei a passagem de trem e ganhei as moedas de troco, e então voltei correndo até o alto da escada e passei-as para as mãos ávidas daquele menino que lutava contra a fome de mais um dia, e ele as agarrou avidamente. Tinha que descer correndo de novo: o trem já ia partir, e o menino sequer poderia descer para abanar para mim, pois já tinham escorraçado-o tantas vezes que ele não se atrevia. E me fui, mas ele veio junto, e está aqui dentro do meu peito por todo este ano e meio, querendo pular para fora.
                                   Sei que aquelas moedas não significavam nada, que ele precisava de banho, carinho, sopa quente, leite com chocolate, muito abraço, precisava tirar dos olhos aquele desespero da vida, e que por todas as grandes cidades deste meu terceiro mundo há meninos assim desesperados, um ano sem banho, lutando por mais um dia de vida – mas foi aquele menino de Porto Alegre quem entrou dentro de mim com esta força toda que ele tinha, pois nem sei se conseguiu continuar vivendo.
                                   Ah! Menino, agora pulaste do meu coração para o meu colo – o que é que eu faço contigo?

                                                           Florianópolis, 08 de abril de 2009.


                                                           Urda Alice Klueger
                                                           Escritora, historiadora, doutora em Geografia pela UFPR