segunda-feira, 17 de março de 2014
Programação semanal James de 19 a 22 de março
PROGRAMAÇÃO DA SEMANA
DE 19 A 22 DE MARÇO
QUARTA 19.mar: 22h
QUARTA ROCK recebe ADAM FISCHLER e JU BARATIERI
DJs residentes Ale Dantas, Claudinha Bukowski e Pablo Busetti.
DJs convidados Adam Fischler e Ju Baratieri (Floripa).
VENHAM POR NOSSA CONTA, sorteio promocional a partir das 14h,na fanpage da festa no Facebook.
DOUBLE DRINK de destilados nacionais até 1h.
R$ 15.
QUINTA 20.mar: 22h
CAMBALACHO
DJs residentes Anaum e Jeff Bass.
DJ convidado DJ Trusty.
R$ 18.
SEXTA 21.mar: 22h
ALTA FIDELIDADE
DJs residentes Anaum e Claudinha Bukowski, com Claudinho Yuge.
LISTA FIDELIDADE (50% de desconto na entrada), a partir das 13h, na fanpage da festa no Facebook.
R$ 20.
SÁBADO 22.mar: 22h
POPLINE ESPECIAL YOU DA ONE
DJs residentes Lu Padilha e Denis Pedroso.
BRINDES e AÇÕES especiais para sorteado e grupo de amigos.
DEGUSTAÇÃO DE DRINKS ao longo da noite.
R$ 22.
* Todas as infos e releases sobre nossa programação estão disponíveis em nosso site www.barjames.com.br.
*PROGRAMAÇÃO SUJEITA A ALTERAÇÃO SEM AVISO PRÉVIO.
Av. Vicente Machado, 894. Curitiba/PR. (41) 3222-1426. Formas de pagamento: Todos os cartões de débito e crédito Amex, Diners, Master, Visa e Visa Vale-Refeição.
ARTEEDIÇÕES APRESENTA: TIRAGEM LIMITADA
Departament of Water and Power, 2004, de Sarah Morris
Primeira exposição da ArtEEdições Galeria, que inaugurou sua nova sede, nos Jardins, Tiragem Limitada mostrará diferentes técnicas de edições de obras em gravuras e outras plataformas como esculturas, objetos e instalações. A exposição ficará em cartaz entre os dias 18 de março e 24 de maio de 2014.
A edição é uma forma de arte com conteúdo e linguagem própria, expressa por meio de um número limitado de reproduções de uma obra, numerada e assinada pelo artista.
A exposição Tiragem Limitada ocorre dez anos depois da primeira desse tipo no Brasil, a Paper Democracy (“A Democracia do Papel”), realizada na no CBB, Centro Brasileiro Britanico, com patrocínio da Cultura Inglesa e apoio do British Council. Claudia Marchetti, co-produtora daquela exposição e diretora da ArtEEdições Galeria, representa no Brasil duas das maiores editoras de gravuras do Reino Unido: a Paragon Press e Alan Cristea Gallery.
Na ArtEEdições Galeria, a exposição Tiragem Limitada terá obras de nove artistas, nacionais e estrangeiros, escolhidas por Claudia Marchetti a partir de uma curadoria focada nas diferentes técnicas de edições. “Na exposição, o conceito da democracia do papel se expande para as técnicas ditas ‘tradicionais’, que um dia primaram e zelaram pela singularidade da obra de arte. A leveza e a maleabilidade da matéria papel, que há mais de três séculos se oferece como suporte para a difusão de ideias, críticas, reflexões e crônicas da vida social e política, hoje se estende a matérias mais densas”, afirma a jornalista e crítica de arte Paula Alzugaray. Há o destaque para o artista CY Twombly e seu portfolio de 10 gravuras com tiragem de 17 exemplares.
Outro bom exemplo é a obra O Jogo dos 7 Bobos, de Adriano Costa, composta por bronze e concreto, que carrega efeitos estáticos e inflexíveis na sua essência, e por ser edição, pode ter a maleabilidade de um papel. Na mesma medida, Richard Serra, conhecido por suas esculturas em ferro, apresenta na mostra quatro gravuras em metal, que revelam como o pensamento escultórico se comporta no suporte flexível do papel.
Os artistas
Adriano Costa, São Paulo, 1975.
A obra O Jogo dos 7 Bobos, produzida especialmente para a exposição, é constituída principalmente de bronze que, ao invés de carregar valores de nobreza, é posicionado no chão, em uma relação horizontal com o concreto e a madeira, causando a inversão de hierarquias.
Catherine Yass, Londres, 1963.
A artista manipula as imagens do negativo e do positivo da fotografia, trabalhando também com películas de filmes antigos. Na exposição, Catherine apresenta a série de oito gravuras em metal intitulada Safety Last, referentes ao filme de 1923 de Harold Loyd.
Cy Twombly, Virginia,1928
A série de litogravuras Natural History Part I: Mushrooms, de 1974, integra o grande número de obras em que o pintor rabiscava livremente como exercícios caligráficos aleatórios. Composta de dez gravuras, a obra é um modelo ideal de tiragem limitada, já que possui apenas 17 exemplares.
Eddie Peake, Londres, 1981
Mais jovem artista da exposição, Peake permeia às temáticas que se referem à cultura popular, ao corpo e à linguagem utilizada nas redes sociais. Daggering (2013), é uma edição de 75 lenços pintados individualmente por spray, usados como acessórios e que tornam o corpo um suporte para a gravura.
Jack and Dinos Chapman, Londres, 1962/66
Conhecidos por adquirirem uma série de gravuras do pintor espanhol Goya e provocarem interferências sobre elas, os irmãos britânicos apresentam na exposição a série Bedtime Tales for Sleepless Nights (2013), uma tiragem de 35 gravuras em metal das imagens que ilustram o livro de mesmo nome.
Richard Serra, São Francisco, 1939
Célebre escultor de obras em escalas monumentais, Serra apresenta na exposição quatro gravuras em metal. Suas gravuras têm texturas criadas pelo próprio artista, que desenvolveu uma receita especifica guardada a sete chaves.
Mona Hatoum, Beirute, 1952
Mona trabalha com temas controversos como violência, voyeurismo e opressão - quase sempre relacionadas ao corpo humano. Em Rubber Mat (1996) é um múltiplo de silicone, que tem a forma de um tapete estampado com um tubo intestinal. O objeto, que faz parte do departamento de prints, do MOMA, em NY, faz referência aos carpetes de culto muçulmano e às raízes - ou entranhas - da artista libanesa.
Rachel Whiteread, Londres, 1963.
Rachel faz suas esculturas modelando com gesso objetos domésticos do cotidiano assim como partes de casas e mobiliário. Cria um espaço negativo que é preenchido com diferentes materiais: resinas, bronze, borracha.
Sarah Morris, Londres, 1967
Tem suas pinturas baseadas em plantas baixas de cidades, ruas e sistemas em geral. Department of Water and Power (Los Angeles) (2004) é um portfólio de quatro silk-screens.
Sobre Cláudia Marchetti
Formou-se em Artes Plásticas na FAAP. Entre 1990 e 1992, cursou o mestrado em Fine Arts no Goldsmiths College, Universidade de Londres, onde conviveu com artistas da geração 90, os Young British Artists, entre eles Damien Hirst.
Participou de diversas exposições na Inglaterra e no Brasil. Em 2002, iniciou um projeto para divulgar a arte contemporânea britânica através de exposições em parceria com a Cultura Inglesa e com o apoio do British Council, como Painting as a Foreing Language (2002), Paper Democracy (2004), Painting Per See (2005), Rock Jason Martin (2008) e Fast Forward (2010), no Centro Brasileiro Britânico em São Paulo.
Tiragem Limitada
De 18 de março a 24 de maio
ArtEEdições Galeria
Rua Estados Unidos, 1162
Jardim América SP, São Paulo – SP
Telefone: 5511 3031-0142
Site: www.arteedicoes.com.br
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Sesc São Paulo promove a 4ª edição do Nublu Jazz Festival
Bugge Wesseltoft, Jason Moran and the Bandwagon, The John Scofield Überjam Band, Karriem Riggins, Kassin & Alberto Continentino e Nerve com Jojo Mayer são as atrações
Este ano marca o quarto retorno do NUBLU JAZZ FESTIVAL a São Paulo. A cada edição, um grupo de músicos de Nova Iorque vem a cidade se apresentar com artistas locais, sempre criando experiências musicais emocionantes, imprevisíveis e sinérgicas que só podem ser encontradas nestes espetáculos realizados pelo Sesc. O festival acontece nos dias 26, 27 e 28 de março no Sesc Ribeirão Preto e dias 27, 28 e 29 de março no Sesc Belenzinho.
Representando o eletro funk dos toca-discos, jazzístico e cosmopolita dos mash-ups do Nublu, de Nova Iorque, estão: Karriem Riggins, o eclético baterista, compositor e produtor de Detroit, que mistura jazz e hip hop, tocando com o eletro-samba de São Paulo do DJ Nuts. Bugge`n Friends, apresentando Bugge Wesseltoft, o tecladista norueguês descolado que incorpora nu-jazz e punky techno, juntamente com Ilhan Ersahin, Joe Joaquin Claussell, o baixista Marius Reksjo, Erik Holm e Andreas Bye; o jazz docemente introspectivo dos brasileiros Kassin e Alberto Continentino; os sons eletrônicos urbanos e nervosos do trio Nerve, do baterista de techno-jazz Jojo Mayer; Jason Moran e o vigoroso som pesado novaiorquino do Bandwagon; e o groove atemporal do lendário guitarrista de jazz-rock fusion, John Scofield, e sua conhecida Überjam Band com Andy Hess (ex-Black Crowes), baixista do Government Mule, o guitarrista Avi Bortnick e o baterista Louis Cato. Entre os talentos locais que se juntam ao grupo do Nublu estão Guizado, MC Xis e os DJs Master San, Magrão e Nuts.
Mais uma vez o Nublu, através de seu fundador, o co-curador Ilhan Ersahin, músico, empresário, fundador do lendário clube e de sua gravadora situada no Lower East Side, em Nova Iorque, traz ao Brasil nomes de grande relevância. A cada ano o Nublu Jazz Festival tem sido aplaudido por trazer para o país sua visão a respeito da integração de seus artistas e colaborando com os sons do Brasil de agora para explorar o som de um novo amanhã.
Sobre os artistas:
Karriem Riggins part. DJ Nuts
Karriem Riggins, músico americano que tem carreira bem sucedida como baterista na cena do jazz desde seus 16 anos é, ao mesmo tempo, extremamente prolífico e bem sucedido no mundo da produção musical, onde colaborou com vários artistas do hip hop, incluindo hip hop instrumental. O brasileiro DJ Nuts participa da apresentação.
Bugge Wesseltoft part. Guizado
Considerado o artista de jazz mais inovador na Europa no momento Bugge Wesseltoft é norueguês e já tocou com músicos como Terje Rypdal e Jan Garbarek. Em 1997 lançou o já clássico “New Conception of Jazz” e desde então tem sido um dos mais ativos no campo do eletro jazz.
Pianista, compositor e produtor, Bugge se apresenta no Brasil acompanhado pela sua também incrível banda: Erik Truffaz (trompete), Ilhan Ersahin (saxofone), Joe Clausell (pick ups e beats) e o ritmo norueguês é garantido pelos consistentes Marius Reksjo (baixo), Andreas Bye (bateria) e Erik Holm (percussão). Guizado é o trompetista convidado a participar dos shows, dando um toque único e brasileiro ao som de Bugge Wesselfoft.
Kassin e Alberto Continentino
Com a proposta de criar uma música sem barreiras e misturar sonoridades, o festival convidou Kassin, um dos produtores brasileiros mais importantes dos anos 2000 e Alberto Continentino, um dos maiores baixistas do país, para criarem um show especial, no qual improvisam e tocam composições deles, sempre com um toque vanguardista na sonoridade brasileira. Kassin (guitarra) e Alberto Continentino (baixo) serão acompanhados por Guillherme Monteiro (guitarra), Stephane San Juan (bateria) e Danilo Andrade (teclado).
Nerve com Jojo Mayer part. MC Xis
Considerando a diversidade e a inovação que casa com o Nublu, o festival traz o projeto do excepcional Jojo Mayer, considerado o mágico da bateria. Suiço radicado nos Estados Unidos, ele começou a tocar profissionalmente aos 18 anos, se especializou em jazz e, tempos depois, passou a ser influenciado pelo drum`n`bass. Viaja o mundo ensinando o seu estilo. A sua banda, Nerve, tem aplicado a forma dos DJs de drum`n`bass aos shows. É uma música ‘club’ tocada em instrumentos normais, baixo, bateria e teclados. Para tornar o acento hip hop, o brasileiro Xis é convidado especial como MC.
Jason Moran and the Bandwagon
Jason Moran é um dos pianistas mais festejados do momento. Ele começou tocando piano quando ainda era criança, tocou com vários jazzistas consagrados e se estabeleceu como um dos grandes nomes do jazz contemporâneo, lançando seus álbuns pela Blue Note. Não só um exímio pianista, Moran também é grande compositor e líder da banda The Bandwagon. É com ela que ele se apresenta no Brasil.
The John Scofield Überjam Band
John Scofield dispensa apresentações. O projeto dele, Überjam, o destaca não só um dos maiores guitarristas da história, ex-aluno de Miles Davis, mas também como um grande apaixonado pelo groove. Por mais que ele improvise com sua guitarra, a música e a banda são bem enraizadas no groove e, claro que o toque Miles Davis é algo que o músico nunca perde.
Programação Sesc Belenzinho
- 27 Março (quinta) às 21h30
DJ Modest P
Karriem Riggins
Bugge`n Friends featuring Bugge Wesseltoft, Ilhan Ersahin, Joe Joaquin Claussell & Marius Reksjø, Erik Holm, Andreas Bye part. Guizado
Comedoria (500 lugares - acesso para pessoas com deficiência).
Não recomendado para menores de 18.
- 28 Março (sexta) às 21h30
DJ Master San
Kassin & Alberto Continentino
Nerve featuring Jojo Mayer part. Mc Xis
Comedoria (500 lugares - acesso para pessoas com deficiência).
Duração: 2h
Não recomendado para menores de 18.
- 29 Março (sábado) às 21h30
DJ Magrão
Jason Moran and the Bandwagon
The John Scofield Überjam Band featuring Andy Hess, Avi Bortnick, Louis Cato
Comedoria (500 lugares - acesso para pessoas com deficiência).
Não recomendado para menores de 18.
Ingressos à venda pelo Portal Sesc SP (www.sescsp.org.br), a partir de 17/03/2014, às 15h30, e nas unidades, a partir de 19/03/2014, às 17h30.
R$40,00 (inteira); R$20,00 (usuário matriculado no Sesc e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino); R$8,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no Sesc e dependentes).
Sesc Belenzinho
Endereço: Rua Padre Adelino, 1000
Belenzinho – São Paulo (SP)
Telefone: (11) 2076-9700
www.sescsp.org.br/belenzinho
Estacionamento
Para espetáculos com venda de ingressos:
R$6,00 (não matriculado);
R$3,00 (matriculado no Sesc - trabalhador no comércio de bens, serviços e turismo/usuário).
Cronicas da Urda - UVA
UVA

Ela nasceu num dia 13 de março, faz 31
anos, e foi morar na minha casa, já que lá era o lugar onde vivia sua mãe.
Nada sabíamos sobre bebês, e embora ela fosse um bebê de bom tamanho segundo
os padrões médicos, eu a achava tão pequenina, biscuizinho de extrema
fragilidade, que me dava medo de pegar no colo, temendo que pudesse se
quebrar. Cabia deitada no assento de uma poltrona para uma pessoa, e desde
os primeiros dias mostrou o quanto era esperta – num instantinho aprendeu a
botar a boca no mundo se era colocada na caminha, já totalmente competente
quando ao seu querer que lhe dizia que era melhor estar no colo da mãe.
Recebera o nome de Laura, e com um mês de
vida, estava tão esperta que já se botava a chorar só de ouvir que a
televisão era ligada, sinal certo de que alguma atenção lhe seria subtraída.
Foi aí pela altura de um mês de vida, quando tanto eu quanto a mãe dela
andávamos cansadas e irritadas com tanto choro, que resolvi aconselhar algo
que lera em algum livro que ensinava alguma coisa sobre bebês. Era domingo
à noite e sonhávamos poder assistir, pelo menos uma vezinha, ao programa
Fantástico, que estava a começar, e fora só ligar a televisão para que
aquela “menina dourada”, conforme dissera dela a avó ao conhecê-la, pusesse
a boca no mundo.
- Há que se ensiná-la. Vamos botá-la na
caminha e deixar chorar, que ela vai acabar dormindo.
Como criminosas, a mãe dela e eu
assistimos ao pior Fantástico das nossas vidas, absolutamente angustiadas
com aquele choro que agora já era bem forte, e que ficou vindo lá do quarto
durante duas horas inteiras, em arremedados piques de desespero, enquanto
olhávamos, sem ver, para a telinha, tendo certeza de que éramos as piores
criaturas do mundo, por estarmos deixando aquele anjinho chorar assim.
O choro parou assim que o programa
terminou e desligamos a televisão. Tudo ficou tão em silêncio que entrei em
pânico.
- “Será que ela não morreu?” – a angústia
assolava meu coração cheio de remorso quando, pé ante pé, adentrei ao
quarto, apavorada com tal possibilidade. Silenciosamente, aproximei-me do
bercinho espreitando a possibilidade de ainda qualquer possibilidade de vida
diante daquele silêncio, para ficar cheia de surpresa: ressonando com a
maior das tranqüilidades, Laura dormia sossegadamente, coisa que durou até a
manhã seguinte!
Assim, aos poucos, fomos aprendendo a
lidar e a criar uma pequena menina dourada, e muitas coisas foram
acontecendo. O primeiro vestidinho que ela usou, meses depois, foi um de
organdi cor-de-rosa, ganho da Nilza, a minha amiga que foi mãe da Nani, do
Rodrigo e do Roberto. Tenho fotos dela com aquele vestidinho prematuro,
passeando de carrinho num sol de inverno. É claro que ela reinava nas nossas
vidas, que já não seria mais possível viver sem ela.
Eu não lembro se foi antes ou depois do
vestidinho cor-de-rosa – sei que um dia ela disse a primeira palavra.
Normalmente as crianças primeiro dizem “mamãe”, não é mesmo? Pois com Laura
não foi assim. Eu brincava com ela deitada no sofá, toda linda e dourada,
com os grandes olhos azuis muito expressivos rindo para mim, e de repente
saiu a palavra – ela disse: “Uva”. Foi assim que traduziu meu nome. Disse
“mamãe” um pouquinho depois.
Mesmo quando aprendeu a falar todas as
coisas corretamente, o que aconteceu muito cedo, eu sempre continuei sendo
“Uva” para ela. Quando ela entrou na escola, os amiguinhos dela também
passaram a me chamar de “Uva”. Mesmo na adolescência, quando ela costumava
vir almoçar na minha casa com seu grupo de amigos do colégio, todos eles
ainda me chamavam de “Uva”.
Depois o mundo foi dando muitas voltas e
acabamos ficando muito longe uma da outra. Hoje ela faz aniversário.. Parece
mentira que tanto tempo já passou! Ainda a vejo com os grandes olhos
profundamente azuis cheios de riso, a dizer tão claramente a primeira
palavra: “Uva”.
Parabéns da sua Uva, minha menina
dourada! Que a vida possa lhe ser leve e boa!
Blumenau, 13 de Março de
2014.
Urda Alice Klueger
Escritora, historiadora,
doutora em Geografia e tia.
Edufba convida para o lançamento do livro Uma experiência inovadora no Ensino Superior: Bacharelado Interdisciplinar em Saúde
A Editora da Universidade Federal da Bahia e a comunidade do Instituto de Humanidades, Artes e Ciências Professor Milton Santos convidam para o lançamento do livro Uma experiência inovadora no Ensino Superior: Bacharelado Interdisciplinar em Saúde, organizado por Maria Thereza Ávila Dantas Coelho e Carmen Fontes Teixeira. O evento acontecerá no dia 19 de março (quarta-feira), das 17h às 18h30, no PAF III (Foyer do Auditório), da Universidade Federal da Bahia, Ondina.
O livro reúne informações desde o processo de implantação do BI Saúde e de construção do curso, até uma análise do contexto institucional em que surgiu a proposta de criação dos cursos de Bacharelado Interdisciplinar na UFBA. Organizado em três partes e quinze capítulos, a obra traz reflexões que sistematizam experiências pedagógicas realizadas em salas de aula e além delas.
Destinado a acadêmicos e pesquisadores, a obra busca contribuir para o conhecimento dos princípios e propostas que caracterizam os cursos de Bacharelado Interdisciplinar, especificamente o BI Saúde.
Serviço:
O que: Lançamento do livro Uma experiência inovadora no Ensino Superior: Bacharelado Interdisciplinar em Saúde
Quando: 19 de março de 2014 (quarta-feira)
Onde: PAF III (Foyer do Auditório), Universidade Federal da Bahia, Ondina. Salvador – Bahia.
Horário: 17h às 18h30
Preço especial de lançamento: R$30,00
Jota Quest lança música colaborativa ‘Um Grito de Gol’
Canção produzida com a ajuda dos fãs já está disponível
para download no site da SKY Live
São Paulo, 13 de março de 2014 – A nova música da banda de pop/rock mineira Jota Quest, Um Grito de Gol, produzida de forma totalmente colaborativa com os fãs, em parceria com a SKY e AgênciaClick Isobar, já está pronta. O resultado do processo criativo iniciado em setembro do ano passado foi gravado e finalizado no estúdio da banda, em Belo Horizonte. O público já pode encontrar o arquivo e o videoclipe para download gratuito no site da plataforma de entretenimento SKY Live – http://skylive.sky.com.br/socialhit.
A nova canção tem pegada groove, característica presente também no recém-lançado álbum de inéditas da banda, "Funky Funky Boom Boom", e tem como tema a alegria e a emoção do futebol, assunto pertinente aos brasileiros a poucos meses do início do evento esportivo mais esperado do planeta.
No arranjo, um super naipe de metais e um coro de backing vocals trouxeram ainda mais harmonia e alto-astral para a canção. “A ideia do arranjo é também representar todas as pessoas que participaram da composição de Um Grito de Gol, como se estivessem no estúdio, tocando, cantando e vibrando com a gente”, declara o vocalista do Jota Quest, Rogério Flausino.
O processo de realização da canção durou cerca de quatro meses. Nesse período, mais de 600 sugestões, divididas entre as quatro etapas "ritmo", "melodia", "tema" e "letra", foram enviadas pelo público, e 17 delas selecionadas por meio de votação no site e nas redes sociais da SKY.
“Todas as fases do processo de criação tiveram sua dose de desafio e prazer. Vivemos uma experiência incrível e de uma movimentação intensa na internet. A cada etapa, a galera queria se envolver cada vez mais. Foi realmente muito interessante!”, explica o cantor.
Participante da composição, o músico Victor Leví, de 23 anos, teve seu ritmo selecionado com mais de 60 mil votos. “Fiz minha inscrição no último dia e quase não acreditei quando soube que o ritmo que eu criei havia sido selecionado e, depois, o mais votado. Participar da composição de Um grito de Gol foi muito gratificante”, comenta Victor. “Estou curioso e ansioso para ouvir o resultado final.”
“Estamos muito felizes e orgulhosos, principalmente porque o resultado final é muito satisfatório. A música ficou muito gostosa e divertida, e muito brasileira, e só temos a agradecer a todos que participaram dessa aventura Social Hit com a gente”, completa Flausino.
O Social Hit
O processo de desenvolvimento da música Um Grito de Gol foi dividido em quatro etapas de criação: ritmo, melodia, tema e letra. Em cada uma das fases, as pessoas puderam participar enviando criações próprias, compartilhando ou votando pelo site e fanpage SKY Live. Um vídeo explicativo com os integrantes do Jota Quest era disponibilizado no site da SKY Live a cada etapa, orientando os interessados sobre o conceito e como participar.
“O poder dessa ação, que reuniu o uso criativo de ferramentas e mídias digitais com o talento dos músicos do Jota Quest, representa um marco na criação musical e no mercado de entretenimento, abrindo espaço para novas possibilidades de composição”, afirma o diretor de Marketing da SKY, Marcelo Miranda.
Na primeira etapa, que selecionou o ritmo do Social Hit, 34 sugestões foram enviadas pelos participantes e três delas colocadas para votação do público. O ritmo escolhido recebeu 42% de um total de mais de 60 mil votos. Na escolha da melodia, segunda fase do processo criativo, foram 42 participações. A melodia vencedora contou com 57% dos mais de 100 mil votos recebidos.
Na terceira etapa foi a vez de decidir o tema. A escolha das 163 sugestões enviadas teve mais de 3 mil votos, e as três vencedoras foram “radiante”, “positividade” e “jogos do Brasil”. Já na última fase do processo, a letra, 374 sugestões foram recebidas entre frases, versos e parágrafos, que resultaram em 10 trechos escolhidos pela banda.
Todas as pessoas que participaram enviando material concordaram em licenciar seus direitos autorais por meio de licença específica de Creative Commons, que também é utilizada em outras plataformas de conteúdo colaborativo, como a Wikipédia.
Sobre a SKY Live
SKY Live é a plataforma sob a qual estão reunidos os patrocínios de entretenimento ao vivo da SKY. Por meio de um acordo com as principais promotoras e organizadoras de shows do País – T4F e XYZ Live – a SKY patrocina centenas de espetáculos musicais, com bandas nacionais e internacionais de todos os gêneros e para todas as idades e perfis de público.
Pela segunda edição consecutiva do Brasil, a SKY foi ainda media partner do Rock in Rio como a TV por assinatura oficial do festival. A SKY também patrocina a cantora Claudia Leitte e a banda pop/rock mineira Jota Quest, artistas que fazem parte do casting de garotos-propaganda da operadora.
Por meio da plataforma, a operadora promove ainda transmissões exclusivas de shows ao vivo via internet a partir da fanpage SKY Live. Para assistir, basta curtir a página www.facebook.com/SKYLiveBR. Acesse também www.sky.com.br/skylive.
Mais informações: http://www.jotaquest.com.br/
Evento de lançamento do catálogo da exposição DUPLO OLHAR
Eleita por importantes veículos de São Paulo como uma das cinco melhores exposições em cartaz na cidade , a mostra Duplo Olhar terá o lançamento do seu catálogo no dia 1º de abril, no Paço das Artes. Na ocasião, será apresentada a performance Tríptico Matera do Grupo EmpreZa, que foi realizada somente três vezes no país.
O catálogo registra as obras da exposição que consiste em um recorte da coleção de Sérgio Carvalho, importante colecionador de arte contemporânea brasileira. Em uma ação inédita, o colecionador adquiriu a performance que será apresentatada no evento - com a participação de três pessoas e duração de 25 minutos, ela inclui a utilização de três matérias que têm a relação com a cidade na qual a performance é apresentada. Esses materiais são processados dentro de baldes de metal e aplicados sobre a cabeça dos performers.
Parte da programação paralela da SP-Arte, que acontece entre os dias 3 e 6 de abril, o evento será gratuito, assim como o catálogo, e terá início às 17h. Os textos do livro são assinados por Sérgio Carvalho, pela diretora do Paço das Artes, Priscila Arantes, e pela curadora da exposição, Denise Mattar.
Serviço
“Duplo Olhar” - em cartaz até 6 de abril
Terças e sextas-feiras, das 10h às 19h.
Sábados, domingos e feriados, das 12h30 às 17h30.
Evento de lançamento do catálogo e performance: 1º de abril, às 17h.
Paço das Artes
Avenida da Universidade, 1, Cidade Universitária, São Paulo – SP
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Editora da UFBA convida para o lançamento de Miradas: gênero, cultura e mídia, livro organizado por Linda Rubim
No dia 19 de março, às 18h30, no auditório do Goethe-Institut, será apresentado ao público o livro Miradas: gênero, cultura e mídia, organizado por Linda Rubim e publicado pela Editora da Universidade Federal da Bahia (Edufba). O lançamento integra a programação do evento Miradas sobre Cultura, Gênero e Mídia.
A obra, que integra a coleção Sala de Aula, trata da relação entre cultura, mídia e gênero, com ênfase na situação da mulher e a sua história de lutas em um mundo regulado por construções sociais desiguais e preconceituosas. Os artigos reunidos nesta coletânea trazem o gênero como uma construção cultural, ancorado na diferença sexual, que estabelece a sua existência em sociedade, a partir do ser homem ou mulher.
Seus diversos autores são participantes do grupo de pesquisa Miradas, que se estabeleceu no universo acadêmico a partir do Centro de Estudos Multidisciplinares em Cultura (CULT) e produz reflexões multidisciplinares sobre as interseções entre cultura, mídia e gênero, temas que, de acordo com Linda Rubim, são essenciais para pensar e viver o mundo contemporâneo.
Serviço
O que: Lançamento do livro Miradas: gênero, cultura e mídia
Quando: 19 de março, quarta-feira, às 18h30
Onde: Auditório do Goethe Institut (Corredor da Vitória)
Preço especial de lançamento: R$ 20,00
Mônica Agena (Moxine) e o Leela tocam no Bar Secreto dia 19 de março
Leela faz show no Bar Secreto dia 19/3
Mônica Agena, banda Moxine, e André Whoong são os convidados da noite
Há mais de uma década, o Leela está em evidência no cenário musical brasileiro. A veia indie-rock do grupo carioca conquistou uma importante e dedicada base de fãs pelo país, provando o seu prestígio como um dos grandes nomes do rock nacional.
Na próxima quarta, dia 19 de março, Bianca Jhordão (vocal e violão) e Rodrigo Brandão (guitarra, vocais e sintetizador) mostram novas músicas do álbum “Música Todo Dia” (2012), no Bar Secreto, às 23h. Durante a apresentação, o público confere, além das canções do terceiro disco, faixas que marcam a trajetória do Leela, como “Te Procuro” e “Pequenas Caixas”.
A novidade é que a performance será costurada por bases eletrônicas, ao invés de um baterista orgânico, num novo formato de show. O casal Bianca / Rodrigo convidam o baixista e guitarrista André Whoong para se juntar a eles nessa experiência musical.
O show conta com a participação de uma as melhores guitarristas brasileiras, Mônica Agena, líder do Moxine. Mônica canta "Make These Days" e "Hot December".
Bianca Jhordão e Mônica Agena também estão combinando uma versão para uma nova canção do Arctic Monkeys, banda inglesa que foi premiada no Brit Awards como o "Melhor Disco do Ano" 2013.
Serviço:
Show: Leela com participações de André Whoong e Moxine
Data: 19 de março
Local: Bar Secreto
Horário: 23h
Endereço: Rua Álvaro Anes, 97
Ingressos: R$ 20 consumo ( lista) / R$ 40 consumo (sem lista)
Informações: http://barsecreto.com.br/
Estacionamento: valet no local
Aceita cartões de crédito






