quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Cronica da Urda - Enchente no final do inverno (Escrito e vivido em 1972)

    Enchente no final do inverno

                                  
                                      (Para Eduardo Venera dos Santos Filho)

                                   A enchente chegou, nascida da chuva dos dias e das noites. A enchente chegou e foi aumentando e foi subindo e foi tomando conta da cidade. A enchente chegou e você não estava.
                                    Lá no morro ela não ia, não subia, não tomava conta. Mas a enchente tinha o poder de isolar – e você não estava.
                                   Ela começou nos lugares mais baixos; depois entrou nas ruas; depois fechou as ruas. Penetrou pelos subterrâneos onde correm os fios de comunicação e os telefones deixaram de funcionar. Lá no morro ela não ia, mas a chuva caía lá também. Caía sempre, de dia e de noite, e escorria pelos gramados, pelos paralelepípedos, para se juntar, lá embaixo, com a enchente que crescia. Vinha na forma de algodão branco, pelas pontas dos outros morros ao redor, e se desfazia em lençóis d’ água sem cor que caíam sempre, inexoráveis e tristes, entristecendo o amanhecer, o meio dia, a tarde inteira, entristecendo pela noite afora.A chuva desfazia em nada os perfumes da semana anterior: o perfume denso e doce das laranjeiras floridas, o quente e doce das primeiras ameixas maduras sob o sol. Ela simplesmente chegara e mandara embora aquele indefinível prelúdio de primavera.
                                   Lá do morro a gente via a cidade cada vez mais se parecendo com um presépio disposto sobre a superfície de um espelho. Cada vez mais a água nivelava os desníveis do solo e aguçava os da tristeza – pois você não estava.
                                   Os sons da cidade eram distantes e não chegavam lá em cima, mas a gente sabia que ela se tornara em silêncio. Ali mais perto, ali quase na base do morro, por dias e semanas a fanfarra do colégio havia enchido as tardes da marcialidade do som que tornaria grandioso o sete de setembro, mas a chuva e a enchente haviam ignorado o clamor da fanfarra e dos espíritos que se preparavam para a festa e simplesmente calara tudo.
                                   No morro só havia o isolamento e a tristeza da água que caía. A gente podia ligar o rádio, mas todas as emissoras estavam num plantão permanente devido à enchente e só se ouviam boletins sobre os níveis do rio pelo vale afora, ou instruções e apelos à população. A televisão fornecia desenhos animados onde Scooby Doo enfrentava fantasmas incríveis, surgidos de lugares mais incríveis ainda, e que não conseguiam dissipar tristeza nenhuma. Ouvir música se tornava em tortura – cada nota me falava que você não estava.O telefone já não era telefone – tinha passado a ser um objeto tilintante, parecendo querer anunciar com o som contínuo e desordenado da sua campainha que se tornara impotente e que já não tinha poder para ajudar mais ninguém a se comunicar. E, meu Deus, como eu queria poder usar do telefone para dissipar as trevas com a magia da sua voz – mas nem a sua voz era possível ouvir.
                                   Você não estava e não era possível fazer nada. Então eu escrevia para você, datilografava folhas e mais folhas, escrevi em folhas de caderno, de blocos, em qualquer pedaço de papel, com hidrográficas, com lápis, com qualquer tipo de caneta – a estética não tinha importância, o importante era escrever  e saber que estava escrevendo para você, embora não soubesse quando a enchente iria embora e seria possível ir até o correio de novo. Contava para você da tristeza da chuva, que viera se juntar à angústia da sua ausência, contava para você da apatia gelada de olhar o espelho das águas lá embaixo e de saber que você não estava. Falava do frio que entrava de mansinho por baixo da porta e que enregelava as mãos e os pés; falava da trizteza das flores lá fora, que se tinham curvado e estavam se desmanchando pelo excesso de chuva. Dizia-lhe do isolamento do morro, de onde não era possível sair, dos cigarros que tinham acabado sem que fosse possível conseguir outros, da minha alma que se sentia dilacerada e vertia sangue, reclamando por você. Contava-lhe de cada instante, de cada pensamento, de cada gota de chuva, procurava fugir da realidade escrevendo – mas ela continuava presente, me falando o tempo todo da sua ausência.
                                   A enchente, a enchente, a chuva, a chuva, Deus, meu Deus, por que é que alguma coisa não mudava? De que adiantava a grandiosidade de Beethoven se eu não podia ouvir a melodia divina da sua voz? Poderia dormir, fugir do tempo e da distância dormindo, mas no sono não encontrava descanso – apenas conseguia entrar num estado de letargia, onde me sentia dilacerar mais e mais, porque ficava sozinha comigo mesma, porque no sono não havia o refúgio do estar escrevendo, porque no sono havia o seu sorriso, as suas palavras, havia você, e doía mais ainda porque eu sabia que você não estava.
                                   Numa madrugada chegou o terral, trazendo muito frio e dispersando a chuva, que fugiu, sumiu, desapareceu. Mas a enchente não foi embora com as nuvens que migravam, nem se assustou com o brilho do sol. Ela continuava lá, plena e serena, cortando o telefone, as ruas, as estradas. E você não estava, NÃO ESTAVA!
                                   A angústia me intoxicara o corpo, passara a ser física, e a enchente continuava lá embaixo. O frio intenso que o terral trouxera parecia um disparate diante da profundidade do azul do céu, diante da grandiosidade luminosa do sol, e o tempo passava sem que eu soubesse de você.
                                   Meu Deus, quanto tempo já se tinha passado? Seria possível que os dias de isolamento não haviam chegado a perfazer uma semana, quando me pareciam ter durado um ano inteiro? O que estaria acontecendo com você, o que estaria acontecendo com você?
                                   Eu olhava para baixo e não tinha nenhum instante de paz. O meu corpo todo doía de angústia. Olhava para baixo e não via nenhuma diferença na enchente. Mas embora a minha ansiedade não me permitisse ver a descida lenta das águas, as ruas estavam voltando à tona, as casas estavam emergindo, as árvores deixavam de serem arbustos. O rio carcereiro ansiava pela paz do seu leito antigo e amigo.
                                   E antes que as outras comunicações se restabelecessem, o telefone tocou. Você estava de novo, embora houvesse muitas centenas de quilômetros a separar nossos corpos.
                                   Tudo simplesmente foi apagado: a enchente, a tristeza, a angústia, toda a dor.
                                   Você estava de novo. Era o quanto bastava. Sabia que agora a primavera voltaria, sabia que agora os tambores voltariam a preludiar o sete de setembro, tornariam a encher as tardes de som. Era o quanto bastava.
                                   Você estava de novo!

                                   (Escrito e vivido em 1972)

FPA - Conjuntura


 
Ministro Barroso suspende decisão que não cassou Donadon: O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, suspendeu em decisão provisória a sessão que livrou o deputado Natan Donadon (PMDB-RO) da cassação de seu mandato. Para conceder o mandato de segurança em caráter liminar apresentado pelo deputado Carlos Sampaio, Barroso afirmou que a mesa diretora deveria ter declarado a perda de mandato de Donadon ao invés de submeter a decisão ao plenário. Segundo Barroso, no caso em questão, onde o tempo mínimo de prisão do deputado é maior que o tempo restante no cargo, a perda de mandato é um “resultado direto e inexorável da condenação, sendo a decisão da Câmara dos Deputados vinculada e declaratória”..
Comentário: O debate acerca do papel da Câmara dos Deputados no processo de cassação de parlamentares condenados foi reestabelecido recentemente pelo STF, em votação onde o próprio ministro Barroso defendeu que a Constituição outorga à Câmara a decisão final acerca da cassação de mandatos. Primeiramente, o STF havia deliberado que a cassação seria automática, em caso de condenação final pelo tribunal, o que havia criado um atrito entre os poderes constituídos. Agora, com a decisão do plenário da Câmara de manter o mandato de Donadon, a discussão se reabre com o ministro Barroso apontando para uma saída intermediária. No caso em que a pena privativa de liberdade (em regime fechado) impeça completamente o exercício do mandato, a cassação deve ocorrer “automaticamente”, sendo apenas proclamada pela mesa diretora da Casa. Outra opção que surge é a abertura de um novo processo de cassação de mandato contra Donadon, desta vez por quebra de decoro (decorrente do evidente fato de ter se tornado um criminoso condenado), que tramitaria pela Comissão de Ética até chegar ao plenário.
Terceiro trimestre se inicia com produção industrial em queda: A produção industrial do mês de julho apresentou forte recúo frente àquela verificada em junho, com queda de 2%, acima das expectativas do mercado (que esperava em média uma retração de 1,4%). A queda se deu em vários setores industriais, com destaque para menor produção de veículos (-5,4%), de fármacos (-10,7%) e máquinas e equipamentos para escritório (-9,4%). A queda na produção também foi verificada no setor de Petróleo da Petrobras, que apresentou retração de 4,6% no volume extraído no mês de julho ante junho.
Comentário: A queda na produção industrial em julho já era esperada pela maior parte dos analistas, mas surpreendeu negativamente pela sua intensidade, tendo devolvido todo avanço do mês de junho (quando a produção havia crescido 1,9%). Dentre as razões para tal queda, estão a da confiança do empresário e consumidor (em grande medida decorrente das manifestações de junho e da perda da credibilidade dos governos), a volatilidade da taxa de câmbio (que leva ao adiamento de investimentos) e o ciclo de estoques do setor industrial, que na atual fase de crescimento errático afeta as decisões de investimento dos empresários de maneira muito acentuada. É de se esperar, por esta mesma razão, uma leve recuperação da produção industrial no mês de agosto, compensando parte da queda verificada em julho. Apesar disso, o dado de julho aponta para o que já se avizinhava nos comentários anteriores: O terceiro trimestre não será tão bom quanto o segundo no quesito crescimento econômico, mas também não deve se concretizar no desastre da recessão como apostam alguns analistas.
Visita de Dilma aos EUA pode ser adiada devido ao caso de espionagem: A visita que a presidenta Dilma Rousseff faria aos EUA pode ser adiada devido à revelação de que o serviço de inteligência norte-americano espionou diretamente a Presidência da República no Brasil e no México. As revelações feitas pelo repórter Glenn Greenwald, no domingo, causaram indignação no governo brasileiro, que exigiu explicações do governo norte-americano, no prazo máximo de uma semana. O encontro de Dilma com Obama se daria antes da abertura da conferência da Organização das Nações Unidas (ONU), que tem como primeiro orador a presidenta Dilma. Caso as explicações da Casa Branca não venham ou sejam consideradas insuficientes, há a possibilidade de adiamento do encontro (criando-se um evento diplomático) e de um discurso duro de Dilma na abertura da assembleia.
Comentário: Oficialmente o governo nega a informação de que a visita de Dilma possa ser cancelada, mas o ministro José Eduardo Cardozo já afirmou que “o tipo de reação (do Brasil) dependerá da resposta (dos EUA)”. Na segunda, 2, reuniões emergenciais para tratar do assunto foram realizadas, com a participação do novo ministro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo. A maior preocupação do governo brasileiro é que a espionagem tenha tido finalidade comercial, principalmente vinculada aos interesses americanos na camada Pré-sal brasileira. Após as denúncias de violação da privacidade dos e-mails do mundo inteiro, os Correios brasileiros aceleraram um projeto de criação de uma conta de e-mail criptografada para a população, o que garantiria a segurança das informações.

Bienal Internacional de Curitiba abre Circuito Universitário nesta terça



Jovens artistas exibirão seus trabalhos em cinco espaços da cidade

Nesta terça-feira (dia 3), às 19h, foi aberto o CUBIC – Circuito Universitário da Bienal Internacional de Curitiba 2013. No SESC da Esquina, jovens artistas da cidade irão expor os trabalhos que foram selecionados em edital para fazerem parte dessa mostra.

O CUBIC surge como uma iniciativa de formação. A ideia é que CUBIC funcione, na proporção devida, nos mesmos moldes de trabalho que a mostra oficial, criando uma oportunidade aos estudantes de vivenciar a experiência de estar numa Bienal antes mesmo de ingressarem no mercado de trabalho”, explicam os representantes Stephanie Dahn Batista e Angelo Luz.

Além do SESC da Esquina, os 38 trabalhos escolhidos pela comissão poderão ser vistos na FAP (Faculdade de Artes do Paraná), Embap (Escola de Música e Belas Artes do Paraná), Sala Arte, Design & Cia (que fica na Reitoria da UFPR) e no DeArtes (Sala de exposição do Departamento de Artes da UFPR).

A comissão do CUBIC contou com Consuelo Schlichta (UFPR), Flávio Marinho (UNESPAR/FAP), Deborah Bruel (UNESPAR/EMBAP), Rossana Guimarães (UNESPAR/EMBAP), Ana Bárbara Mãmbula (estagiária UFPR), Arthur Aroha (estagiário EMBAP), Camila Fernanda Moro Rios (estagiária FAP), Stephanie Dahn Batista e Angelo Luz (Bienal Internacional de Curitiba).

Programação Geral CUBIC 2013

Sesc da Esquina
Artistas: Bruno Marcelino de Oliveira (UFPR), Fernanda Maria de Araújo (UFPR), Iandra Regina Baggio Tiemann (EMBAP), Juliana Rodrigues (UFPR), Lais Ribeiro Marcelino (UFPR), Lara de Lima Gomes (FAP), Luna Koch Galvão do Rio Apa (Embap), Silvana Lúcia Cordeiro (Embap)
Data: 3 de setembro (abertura às 19h) a 8 de novembro
Horário de visitação: 9h às 20h (2ª a 6ª feira) e das 10h às 17h (sábado)
Local: Rua Visconde do Rio Branco, 969 I Centro
Tel.: (41) 3304-2222                                 
Ingresso: Gratuito
http://www.sescpr.com.br/unidades/sesc-da-esquina

DeArtes - Departamento de Artes da Universidade Federal do Paraná
Artistas: Adara Magalhães Garbuglio de Oliveira (FAP), Allana Schoemberger (UFPR), Alessandra Diana Luz Zilli (UFPR), Andréia Pereira dos Santos (UFPR), Elaine Regina Stankiwich (Embap), Érica Storer de Araújo (UFPR), Gislaine Pagotto (Embap), Jéssica de Souza Luz (Embap), José Alberto Tazza Munive (Embap), Juliana de Sávio Silva (UFPR), Sayuri Campos Kashimura (FAP), Sylvia Maria Quadros Capriles Bianchi (Embap), Yasmin Tatiana Kozak de Almeida (UFPR)
Data: 4 de setembro (abertura com performance de Juliana Lima Liconti - FAP às 19h) a 8 de novembro
Horário de visitação: 13h às 20h (2ª a 6ª feira) com mediação durante o período da manhã
Local: Rua Cel. Dulcídio, 638 I Batel
Tel.: (41) 3073-7303
Ingresso: Gratuito

EMBAP - Galeria Belas Artes
Artistas: Carina de Fátima Kuretzki (UFPR), Deisi Beatriz Barcik (FAP), Ellen Cristina Polli Biora (UFPR), Fernanda Roberta de Oliveira Pinto (UFPR), Lais Ribeiro Marcelino (UFPR), Larissa Guedes Busnardo (FAP), Pedro Furlan da Silva (FAP), Rafaella Pacheco do Nascimento (UFPR), Sander Vital Riquetti (Embap), Tainá Gomes (Embap)
Data: 4 de setembro (abertura com performance com Lais Marcelino - UFPR às 20h) a 8 de outubro
Horário de visitação: 10h às 21h (2ª a 6ª feira)
Local: Rua Francisco Torres, 253 I Centro
Tel.: (41) 3362-2767
Ingresso: Gratuito
http://www.embap.br/

Reitoria da UFPR - Sala Arte, Design & Cia
Artistas: Carolina Hamulak Paulovski (FAP), Carolina Tokars Wernick (UFPR), Isabelle Linhares (Embap), Marcelo Bocian (Embap), Mariana Galli Figueiredo (FAP), Maya Weishof (UFPR) e Karen Christinne Tribess Zem (UFPR)
Data: 4 de setembro (abertura com performance de Karen Christinne Tribess Zem - UFPR às 20h30) a 8 de novembro
Horário de visitação: 9h às 18h (2ª a 6ª feira)
Local: Rua Gal. Carneiro, 460 I Edifício Dom Pedro I
Tel.: (41) 3360-5360
Ingresso: Gratuito
http://www.ufpr.br/portalufpr/cultura-e-extensao/espacos-culturais/

Performances na FAP - CUBIC 2013
Artistas: Lais Marcelino (UFPR), Karen Christinne Tribess Zem (UFPR) e Juliana Lima Liconti (FAP)
Bate-papo com mediação: Fernando Ribeiro (curador)
Data: 18 de outubro
Horário: 19h
Local: FAP - Faculdade de Artes do Paraná (Rua dos Funcionários, 1357 I Cabral I (41) 3250-7300
Ingresso: Gratuito

Ouro Preto lança, em São Paulo, sua marca de patrimônio histórico



Cidade busca reposicionamento de mercado e adota marca para ressaltar posição como a primeira a receber o título da Unesco

Ouro Preto, primeira cidade brasileira declarada como Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade (título concedido pela Unesco em 1980) lança, nesta quarta-feira, 04 de setembro, no Pavilhão Anhembi, em São Paulo, sua marca própria, que remete à sua história e importância no cenário turístico de Minas e do Brasil.

A marca - um “O” e um “P” estilizados numa temática barroca, sobre o slogan “Onde todo dia é histórico” -, resultou de um trabalho conjunto entre a prefeitura e o Sebrae. “Criamos uma peça que sintetizasse tantas atrações, belezas e história em um só lugar”, explicou o consultor de Marketing, Maurício Mansur, autor da marca.

Os estudos preliminares do Sebrae detectaram que Ouro Preto, mesmo sendo conhecida mundialmente, ainda tem muito a mostrar. A pesquisa concluiu que “quem chega a Ouro Preto se surpreende; quem se propõe a explorá-la fica ainda mais impressionado. Mas é provável que muitos visitantes nem saibam o quanto ela pode ser surpreendente”.

A marca Ouro Preto em breve estará nos monumentos e estabelecimentos  públicos e privados da cidade, em camisetas, bolsas, acessórios, cartões magnéticos, chaveiros, tags. Nas estradas de acesso à antiga Villa Rica, ela vai figurar em outdoors, acompanhada de frases como “Você está a 15 minutos de entrar na história”. Aproveitando os 33 anos do título conferido pela Unesco (ocorrido em 5 de setembro de 1980), a prefeitura criou, em parceria com os Correios, o Máximo Postal, compostos por três elementos: Carimbo comemorativo, Cartão Postal e Selo Personalizado.

O evento contará com a presença do Secretário Estadual de Turismo, Agostinho Patrus Filho, representando o governo de Minas Gerais.

SERVIÇO
Lançamento da marca Ouro Preto, em São Paulo
Data: 04 de setembro
Horário: 15h
Local: Pavilhão do Anhembi
Estande Minas Gerais
Área Brasil – estande BR 13
Informações: (31) 3379-916

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Cine Joia apresenta festa Noite do Ben com Los Sebosos Postizos



Los Sebosos Postizos é o projeto formado por Jorge Du Peixe, Lúcio Maia, Pupillo e Dengue (integrantes da banda Nação Zumbi), ao lado de Gustavo da Lua (percussão) e Chiquinho Corazon (teclados), que interpretam sucessos do cantor e compositor Jorge Ben. Após cinco meses de uma apresentação memorável, com ingressos esgotados na casa de shows da Liberdade, a banda retorna ao Cine Joia no dia 07 de setembro, sábado, para uma grande festa chamada Noite do Ben. Antes o público confere a discotecagem do DJ PG, com sets de música negra, alternando com brasilidades.

Entre os anos 60 e 70, Jorge Ben, um dos principais ícones da música brasileira, gravou os discos “O Bidú: Silêncio do Brooklin” e “A Tábua de Esmeralda”. Canções como “Os Alquimistas Estão Chegando”, “Menina Mulher da Pele Preta”, “Errare Humanun Est”, “Toda Colorida”, “Vou Andando” e muitas outras faixas desses dois álbuns se tornaram referência para os integrantes e serviram de inspiração para o conceito original de Chico Science e Nação Zumbi e, por consequência, o próprio Mangue Beat.

A ideia de interpretar as músicas do Ben Jor surgiu durante os intervalos das turnês da Nação Zumbi, quando a banda relembrava os sucessos da fase inicial do artista numa festa chamada de “Noites do Ben”, organizada pelos integrantes da própria banda, fazendo todos dançarem sem preocupações.

O projeto existe há mais de 10 anos, mas o disco “Los Sebosos Postizos interpretam Jorge Ben Jor” veio em 2012, pela Deck. Produzido por Mario Caldato, o álbum é composto por 14 faixas, entre elas, “Rosa, Menina Rosa”, “O Telefone Tocou Novamente” e “O Homem da Gravata Florida”. As canções de Ben Jor ganham tons mais graves e soturnos com a densa “cozinha” da Nação Zumbi, os vocais de Jorge Du Peixe e o acento dub, característica marcante da banda pernambucana.

Para todos os shows no Cine Joia há um lote promocional com valores que variam de R$ 1,00 a R$ 10,00 (ingressos limitados).

Serviço
Noite do Ben com Los Sebosos
Cine Joia - Praça Carlos Gomes, 82 - Liberdade - São Paulo/SP
Sábado, 07 de setembro
Abertura da bilheteria: 22h
Abertura da casa: 23h
DJ de abertura: PG
Horário previsto do show: 1h30
Valores:
1º Lote: R$40 (inteira)
2º Lote: R$50 (inteira)
Censura: 16 anos. Só será permitida a entrada de pessoas com 16 e 17 anos acompanhada dos responsáveis legais.
Locais de venda:
www.facebook.com/cinejoia na aba “Compre seu Ingresso” e cinejoia.tv/ingressos
Cine Joia: Praça Carlos Gomes, 82 (segunda-feira a sexta-feira, das 10h às 18h, e durante o final de semana, a bilheteria só abre em dia de show, 1h antes da abertura oficial da casa).
Informações: www.cinejoia.tv / Telefone: 3231.3705 / 3131-1305
Capacidade: 1.300 pessoas
Censura: 18 anos

Roda de Choro divulga legítimo estilo musical brasileiro




A tradicional Roda de Choro, realizada todas as quintas-feiras, a partir das 17h, no Conservatório de Música Popular Brasileira de Curitiba, dá continuidade à agenda de apresentações, neste mês de setembro, sob o comando de Julião Boêmio (cavaquinho) e Lucas Melo (violão 7 cordas). O programa reúne de maneira informal músicos e o público interessado no chorinho, para celebrar um dos gêneros musicais mais representativos da MPB. A entrada é franca.

Na recepção aos participantes do encontro estão dois instrumentistas que são referência na cena musical curitibana. O violonista Lucas Melo trabalha nos principais grupos de choro da cidade, entre eles o Choro e Seresta e Os Curitibocas no Choro. Reconhecido pela habilidade em tocar violão, popular e clássico, além de cavaquinho, o instrumentista também mostra seu virtuosismo no violão 7 cordas, sendo requisitado para acompanhar grupos e solistas.

O cavaquinista curitibano Julião Boêmio é compositor de choros, maxixes e polcas, estudioso e professor de seu instrumento. Apesar de gostar de fazer música desde criança, Julião iniciou a carreira profissional após ingressar no Conservatório de MPB de Curitiba, aos 15 anos de idade. Conquistou seu espaço como instrumentista dividindo o palco com nomes consagrados, entre eles Nelson Sargento, Guilherme de Brito, Noite Ilustrada, Yamandu Costa, Mônica Salmaso, Ceumar, Dominguinhos e Zé Renato.

Seu primeiro CD solo, Feijão no Dente, foi lançado em 2010 e reúne composições como Limão no Sovaco e Umbigo sem Fundo, além da faixa que dá título à gravação. Para compor, o músico se inspira na vida e no cotidiano, sempre com muito bom humor.



Tradição – A Roda de Choro é um programa realizado semanalmente pela Fundação Cultural de Curitiba, desde 2003. A música chorosa, característica dos primeiros conjuntos que surgiram nos quintais e subúrbios do Rio de Janeiro, no século 19, faz com que o chorinho se destaque pela técnica apurada dos instrumentistas e pela possibilidade de improvisação.

Durante a roda de choro, flautas, bandolins, cavaquinhos e violões compõem o conjunto de instrumentos que garantem momentos de virtuosismo e descontração. Não existe uma formação específica, e os músicos que vão chegando se juntam à roda.

Uma das figuras centrais do choro foi o carioca Joaquim Antônio Calado (1848 – 1880) considerado um de seus criadores. A música Flor Amorosa, composta por ele, é assinalada como a primeira composição desse gênero musical. Outros chorões históricos são Chiquinha Gonzaga, Ernesto Nazareth e Pixinguinha.

O choro serviu de inspiração a compositores eruditos brasileiros, entre eles Heitor Villa-Lobos, que tem no Ciclo dos Choros uma de suas mais importantes criações. Também a música erudita inspirou os chorões, como o flautista Altamiro Carrilho, que gravou discos chamados Clássicos em Choro, nos quais toca música clássica com sotaque de choro.



Serviço:

Roda de Choro sob o comando dos instrumentistas Julião Boêmio (cavaquinho) e Lucas Melo (violão 7 cordas).

Data e horário: todas as quintas-feiras, a partir das 17h.

Local: Conservatório de MPB de Curitiba (Rua Mateus Leme, 66 – Setor Histórico).

Entrada franca.

Informações: (41) 3321-2855



FABIANO DA SILVA É UM DOS FAVORITOS NO SÃO PAULO JET SKI GRAND PRIX 2013



 O gaúcho de Canoas foi um dos destaques da temporada passada, quando conquistou cinco títulos e agora está na briga em três categorias. Ele competirá nos dias 14 e 15 deste mês, na Represa do Guarapiranga.



Com cinco títulos nacionais no currículo, conquistados em 2012, o gaúcho Fabiano da Silva é um dos favoritos no São Paulo Jet Ski Grand Prix 2013 - 26º Campeonato Brasileiro 2013 World Qualifying. A competição será realizada nos dias 14 e 15 deste mês, na Represa do Guarapiranga (av. Atlântica, 4.000, antiga Robert Kennedy), em São Paulo. Atualmente o piloto de Canoas lidera as categorias Super Course Aspirado Stock e Super Course Aspirado GP e está em segundo na Runabout Aspirado GP e sabe que precisa de bons resultados nesta etapa decisiva para alcançar seu objetivo.

Silva analisou sua situação na competição.  “Em Pereira Barreto fui bem, mas acabei  desclassificado e isso me prejudicou na soma dos pontos, mesmo ganhando em todas as categorias que corri na segunda e terceira etapas em Boa Esperança. Agora preciso ir muito bem para ser campeão e a concentração será fundamental nesta final”, ressaltou.

O piloto de Canoas explicou que não fará modificações em seu equipamento para o São Paulo Jet Ski Grand Prix 2013 – 26º Campeonato Brasileiro 2013 World Qualifiying, apenas os acertos básicos. Depois das etapas de Boa Esperança (MG), praticamente não competiu e teve pouco tempo para treinamento, mas está confiante e vai se empenhar ao máximo para terminar a temporada com novos títulos.

A competição reúne competidores de vários Estados, como São Paulo, Rio de Janeiro, Goiás, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Paraná, além de convidados do Uruguai, Bolívia, Paraguai e Argentina. Ao final da disputa serão definidos os pilotos que garantirão vaga para o Campeonato Mundial, que acontecerá de 5 a 13 de outubro, em Lake Havasu, no Arizona (EUA).

A movimentação da quarta e última etapa do São Paulo Jet Ski Grand Prix 2013 – 26º Campeonato Brasileiro 2013 World Qualifiying, começa no dia 13, com a recepção aos pilotos, inscrições e treinos livres.  Nos dias 14 e 15 serão realizadas as baterias, que apontarão os vencedores da etapa e os campeões da temporada 2013.

O São Paulo Jet Ski Grand Prix 2013 – 26º Campeonato Brasileiro 2013 World Qualifiying, é uma realização da BJSA - Associação Brasileira de Jet Ski, com homologação da IJSBA - International Jet Sports Boating Association. Produção - CPM7 Full Promotion. Apoio Oficial: PREFEITURA DE SÃO PAULO - ESPORTE LAZER E RECREAÇÃO / COORDENAÇÃO DAS SUBPREFEITURAS - CAPELA DO SOCORRO.  Parceria: KAWASAKI DO BRASIL, CASARINI SEADOO / BRP, YAMAHA DO BRASIL, JET TRACTION, SPETO IMPORTS, BETHJET, UNION TRACKER RASTREADORES, FULL POWER ENERGY, PHOTOJETSKI, BOMBARCO, PRAINHA BAR E RESTAURANTE, VOVÓ LELA e REVISTA BOAT SHOPPING. Promoção Exclusiva: RÁDIO METROPOLITANA FM 98.5

O evento conta com a Supervisão da MARINHA DO BRASIL e Apoio da GUARDA CIVIL METROPOLITANA E CORPO DE BOMBEIROS.

Maiores informações no site www.bjsa.com.br,  www.bombarco.com.br e www.photojetski.com.br
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PROGRAMAÇÃO SEMANAL JAMES DE 04 A 07 DE SETEMBRO

PROGRAMAÇÃO DA SEMANA
DE 04 A 07 DE SETEMBRO


QUARTA 04.set: 22hQUARTA ROCK especial INVASÃO PAULISTA
DJs residentes
Ale Dantas (B-day), Claudinha Bukowski e Pablo Busetti.
DJs convidados
Gisa Gabriel (Let’s Rock It), Ortiz Maldonado e Lekka Glam (Glammour Party), Adriana Recchi (De Polainas).SORTEIO de baldes de cerveja.DOUBLE DRINK* até 1h.*Destilados nacionais.
22h/R$ 16.


QUINTA 05.set: 22h
BATALHA DE IPOD
Apresentação
Sandra Carraro.
DJs residentes
Denis Pedroso e Duda Rezende (Funkzomba).SORTEIO CAMISETAS E VIPs, a partir das 13hrs, na fanpage da festa no Facebook.22h/R$ 20.


SEXTA 06.set: 22h
ALTA FIDELIDADE
DJs residentes
Ale Dantas, Anaum e Claudinha Bukowski.LISTA FIDELIDADE, a partir das 13hrs, na fanpage da festa no Facebook.22h/R$ 20.


SÁBADO 07.set: 22h
POP LINE
DJs residentes
Denis Pedroso e Lu Padilha.DEGUSTAÇÃO DE DRINKS ao longo da noite.SORTEIO DE VIPs com participação a partir das 13h, na fanpage da festa no Facebook.22h/R$ 22.

JAMES
Av. Vicente Machado, 894. Curitiba/PR. (41) 3222-1426. Formas de pagamento: Todos os cartões de débito e crédito Amex, Diners, Master, Visa e Visa Vale-Refeição.

Um grito de identidade

Um grito de identidade
 
Prof. Jackislandy Meira de M. Silva
Repare bem cautelosamente se você já se viu em alguém. Pode ser alguém da família, seus pares ou membros de um grupo; alguém com quem você desenvolveu seus afetos, sua intimidade, cuja reciprocidade fora aumentando pouco a pouco até não parar mais. Geralmente, além de pessoas, nos identificamos também com lugares, profissões, estudos. Mas, os que marcam mesmo nossas vidas, a bem da verdade, são nossos pais, irmãos, tios, tias e avós, sem desmerecer, claro, a descoberta de um amigo ou de uma pessoa amada.
Ver-se em alguém é identificar-se com este alguém, ultrapassando os limites da aparência. Via de regra, a aparência da identidade está fixa e inerte em registros de identidade, onde cada qual apenas estampa no papel sua face para fins burocráticos e sociais. [ contineu lendo ]
 

Ingressos para show do Apanhador Só no Paiol estão à venda




Banda gaúcha volta a Curitiba para lançamento de segundo álbum

O quarteto Apanhador Só, de Porto Alegre, estará no Teatro do Paiol no dia 20 de setembro para lançar o seu novo álbum, "Antes que tu conte outra". Os ingressos estão à venda no Restaurante Mezanino das Artes e na bilheteria do Teatro do Paiol.

Arrancando elogios da crítica especializada, o novo disco comprova a ousadia da banda gaúcha, que fugiu de fórmulas para agradar logo na primeira audição. Cheio de quebras durante as músicas, o público curitibano poderá ver ao vivo o repertório do álbum lançado em maio deste ano. Recentemente, o grupo foi indicado ao Prêmio Multishow na categoria Clipe do Ano, por "Despirocar".

A gravação do disco foi financiada inteiramente por fãs da banda. Inclusive, uma das cidades que mais teve apoiadores foi Curitiba. A capital paranaense vem lotando os shows da Apanhador Só nos últimos anos, seja em teatros, bares ou em locais abertos, como em março, em apresentação para milhares de pessoas nas Ruínas de São Francisco.

Serviço:
Apanhador Só - Lançamento do álbum "Antes que tu conte outra"
20 de setembro, sexta, 21h
Ingressos: R$ 40 e R$ 20 (meia-entrada)
Restaurante Mezanino das Artes (Dr. Carlos de Carvalho, 805) Segunda a sábado, das 11h30 às 23h. Fone: 3222-3439
Bilheteria do Paiol (Terça a sexta-feira, 13h30 às 19h. Sábado e domingo, das 15h até o horário do evento). Fone: 3213-134