terça-feira, 19 de junho de 2012
Grupo Uakti realiza oficina e apresentação em Curitiba
No workshop os alunos terão a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre o processo de fabricação dos instrumentos utilizados pelo grupo, assim como técnicas, noções sobre o arranjo de música folclórica e novas formas de notação musical. Já o concerto incluirá clássicos como “Allegro da Sonata em Lá Maior”, de Mozart; “Paixão Segundo São Matheus” de Bach; e “Trenzinho do Caipira” de Villa-Lobos.
Com mais de 30 anos de carreira, o Uakti constrói seus próprios instrumentos e se dedica ao estudo de novas técnicas de musicalização. Considerado um dos grupos da música brasileira de maior destaque da atualidade, o Uakti faz uma ponte entre o erudito e o popular de maneira original, envolvente, quase mística.
Os integrantes Paulo Sérgio dos Santos (percussão), Artur Andrés Ribeiro (sopros e flautas), Décio Ramos (percussão) e Marco Antônio Guimarães, responsável pela criação dos instrumentos e confecção dos instrumentos, começaram a tocar juntos na Orquestra Sinfônica de Minas Gerais. Desde sua formação, o Uakti já conquistou diversas premiações, entre elas o Grande Prêmio Santista e o Prêmio Ministério da Cultura 96, como o melhor grupo de música instrumental brasileira. Também trabalhou ao lado de nomes como Milton Nascimento, Paul Simon, Manhattan Transfer, Maria Bethânia, Ney Matogrosso e Zélia Duncan.
O nome Uakti é de origem indígena. Segundo a lenda, Uakti habitava as proximidades da aldeia dos índios Tukanos. O som mágico, produzido por seu corpo cheio de fendas, encantava as índias e despertava o ciúme dos homens da tribo e, por isso, foi caçado e morto. No lugar onde seu corpo foi enterrado nasceram três palmeiras, das quais foram feitos instrumentos musicais que, quando tocados, reavivavam os sons do Uakti pela floresta. Assim como o personagem da lenda, o grupo busca um som diferente, utilizando instrumentos construídos com materiais inusitados como vidros, metais e tubos de PVC. Nas mãos desses artistas, tudo se transforma em música.
Serviço:
Oficina de construção de instrumentos musicais com o grupo Uakti.
Local: Capela Santa Maria – Espaço Cultural (Rua Conselheiro Laurindo, 273 – Centro)
Data e horários: 19, 20 e 21 de junho, das 9h às 12h e das 14h às 17h
Entrada franca
Espetáculo do grupo Uakti.
Local: Capela Santa Maria – Espaço Cultural (R. Conselheiro Laurindo, 273 – Centro)
Data e horário: 22 de junho de 2012 (sexta-feira), às 20h
Entrada franca
Informações http://www.projetoidasevindas.com.br
Os ingressos serão disponibilizados uma hora antes do início do show.
''A nova música brasileira nos 40 anos do Teatro Paiol''
A segunda edição do projeto Radar “A nova música brasileira nos 40 anos do Teatro Paiol” traz pela primeira vez a Curitiba, Lira, antes conhecido como vocalista do Cordel do Fogo Encantado, o músico José Paes de Lira levou consigo para a carreira solo a experiência dos anos de banda, e somou a tantas outras referências em seu primeiro álbum, “Lira”, muito diferente do que se imaginava e uma sonoridade inovadora, destoante do que vem acontecendo na cena brasileira. É uma incursão em território que lhe é familiar: a tênue fronteira entre a música e a poesia. Lirinha mostra seu amadurecimento como artista e letrista, evolui em um trabalho coeso, com forte influência das referências que povoam as suas canções. “Lira” foi muito bem recebido pela imprensa brasileira, foi destaque no jornal inglês The Guardian e na rádio alemã Darmstadt. Em setembro será lançado no México pelo selo Intolerância.
Para a volta do cantor e compositor aos palcos curitibanos, desdo final da banda Cordel do Fogo Encantado. Além das novas canções, o show terá algumas músicas, de sua autoria, registradas quando integrava o Cordel do Fogo Encantado. Neilton (guitarras), Ângelo Medrado (bateria), Astronauta Pinguim (teclado), Hugo Carranca (percussão) e Igor Medeiros (sintetizador) dividem o palco com Lirinha, que assimila a linguagem do novo trabalho em proposta cênica que conta com a iluminação de Jathyles Miranda.
O projeto ‘’Radar - A nova música brasileira nos 40 anos doTeatro Paiol’’ trará mensalmente para a Curitiba artistas relacionados à música contemporânea brasileira que integrarão a programação dos 40 anos do Teatro Paiol. No total serão realizadas 09 edições de Radar, que teve sua estréia em maio com a cantora Anelis Assumpção. O projeto é idealizado e realizado pela Verdura Produções Culturais e tem como principal objetivo a formação de público e o intercâmbio musical entre os artistas.
Baixe o disco aqui: www.josepaesdelira.com.br
O projeto com com o apoio cultural da Fundação Cultural de Curitiba, Prefeitura de Curitiba, Lumen FM, Serra Verde Express, Jacobina Restaurante, Cia do Impresso, Simetria Grafica e Meio Fio Cultural, YáYó Produções.
O que?
Radar - A nova música brasileira nos 40 anos do teatro Paiol convida Lira.
Data: 21 de junho (Quinta-feira)
Onde: Teatro Paiol
Endereço: Praça Guido Viaro S/N
Horario: 20:30h
Telefone: 3213-1340
Ingressos: R$ 20,00 Estudantes, Professores, Idosos, Doadores de 1Kg de Alimento, Doadores de Sangue e Deficientes fisicos.
R$ 40,00 inteira.
Flip 2012 terá mesa bônus com quadrinistas Laerte e Angeli
Encontro “surpresa” é parte da comemoração dos 10 anos da festa
Grandes quadrinistas, cartunistas e ilustradores Angeli e Laerte participam de uma “mesa bônus” criada pela Flip - Festa Literária Internacional de Paraty, para comemoração de seus dez anos.
Intitulada “Quadrinhos para Maiores", a mesa conta com o apoio do Itaú Cultural e será realizada no sábado, dia 7, às 21h30, na Tenda dos Autores, com transmissão simultânea na Tenda do Telão. A mediação é do jornalista e gestor das áreas de literatura e audiovisual do Itaú Cultural, Claudiney Ferreira, que ajudou a idealizar o encontro.
Os ingressos começam a ser vendidos no dia 18/6, segunda-feira, a partir das 10h, unicamente pela internet (www.ticketsforfun.com.br) e na sede da Casa Azul, em Paraty. Não haverá ingressos nos pontos de venda físicos nem venda por telefone.
A mesa terá um clima de conversa entre amigos. Com mais de 40 anos de trabalhos em comum, Angeli e Laerte abordam assuntos nos quais estão versados: histórias em quadrinhos, comportamento e humor.
Das páginas da lendária revista “Chiclete com banana” às tirinhas da “Folha de S.Paulo”, Laerte e Angeli são autores de obras que ajudaram a redefinir para o público brasileiro, ao longo das últimas décadas, o propósito, o valor e os limites das HQs. Donos de estilos pessoais e inconfundíveis, os dois se aproximam pelo uso do humor irônico, às vezes próximo do absurdo, para expor os tipos e episódios reis e surreais do cotidiano brasileiro.
No debate, os dois falam ainda de sua longa amizade, do uso da internet como meio de divulgação de seus trabalhos e do processo de criação de personagens antológicos dos quadrinhos brasileiros, como os Piratas do Tietê, Overman, Rê Bordosa, Wood & Stock e os Skrotinhos.
Oficina literária
Além da participação na mesa bônus, Laerte e Angeli irão ministrar aulas na oficina literária “Quadrinhos e Ilustração” para 30 alunos previamente selecionados. Em duas sessões de conversa, os cartunistas falam sobre seus trabalhos e trajetórias e respondem às dúvidas e questionamentos sobre a criação de histórias, referências culturais e mercado profissional. Não se trata de uma oficina didática para ensinar como fazer tirinhas, mas uma oportunidade para a troca livre de ideias e experiências em torno do universo das charges e quadrinhos. As inscrições para a oficina já foram encerradas.
Mais informações no site da Flip: www.flip.org.br
Democratização da leitura é foco da ação organizada pela Prefeitura de Osasco e pela LIBRE
A 2ª Edição da Feira do Livro de Osasco – Arte, Ciência, Cultura e Educação, é realizada entre os dias 14 e 25 de junho e contará com a presença de mais de 50 editoras. O evento, que tem entrada gratuita e disponibilizará mais de 7 mil títulos com descontos, é fruto da parceria entre a Secretaria Municipal de Educação, Secretaria Municipal de Cultura e a LIBRE - Liga Brasileira de Editoras.
A feira terá uma programação diversificada, contemplando atividades culturais diversas como oficinas, saraus, debates e palestras, bem como o lançamento de obras das editoras presentes. Haverá uma série de atrações infantis, nas quais serão valorizados os aspectos lúdicos presentes na prática de contação de histórias, teatro de bonecos e espetáculo circense. A programação adulta trará ações para a troca de experiências arte educativas e muita música de todos os estilos. No dia 14, data da abertura da FLO, haverá, na parte da manhã, um cortejo de maracatu e ciranda. E durante a noite show com o grupo O Teatro Mágico.
O principal objetivo da Feira do Livro de Osasco é promover a democratização da leitura através do fortalecimento das conexões entre leitores e o mercado literário. Vale ressaltar que professores da rede pública de educação receberão vales-livro, assim como alunos. “Essa ação possibilita um interesse real pela leitura, trazendo possibilidades de escolha no ato de adquirir um novo livro. O grande público poderá estabelecer contato com catálogos de editoras independentes de várias partes do país” – informa Haroldo Ceravolo – presidente da LIBRE.
Confira a programação completa nos sites
www.libre.org.br
www.educacao.osasco.sp.gov.br
www.osasco.sp.gov.br/InternaSecretaria.aspx?ID=5
Serviço
2ª Edição da Feira do Livro de Osasco
Do dia 14 a 25 de junho
Das 8h às 20h
Entrada Gratuita
Biblioteca Municipal de Osasco
Rua Marechal Rondon, 260 - Centro – Osasco
TRIXMIX 2012
Abertura da casa: 20h30 com DJ e drinks
Início do show: 21h30
Duração do espetáculo: 70 minutos
Festa depois do show com DJ Kefing
TEMPORADA 2012:
21 de junho de 2012
05 de julho de 2012
19 de julho de 2012
02 de agosto de 2012
16 de agosto de 2012
06 de setembro de 2012
20 de setembro de 2012
04 de outubro de 2012
18 de outubro de 2012
1 de novembro de 2012
15 de novembro de 2012
6 de dezembro de 2012
Local: Estúdio Emme
Av. Pedroso de Morais, 1036
Recomendação: 18 anos
Ingressos: promoção Meia para todos!
Preço único: R$ 25
Vendas antecipadas: na bilheteria do local
Horário de funcionamento: segunda a sábado, das 13h às 19h.
Entrada e assentos para deficientes
Serviço de bar e restaurante
Estacionamento:
Valet - R$ 20,00.
Informações: 3774-0415
TRIXMIX 2012
Edição de 21 de junho
Editora LeYa lança em junho “Dignidade”, em parceria com a Médicos Sem Fronteiras
ELIANE BRUM E MARIO VARGAS LLOSA ESTÃO ENTRE OS AUTORES CONVIDADOS PELA ORGANIZAÇÃO PARA ESCREVER OS TEXTOS DA OBRA
Há quem diga que as pessoas não passam de seres humanos cruéis, oportunistas, violentos e egoístas. Ao abrir esse livro, fica fácil enxergá-las. Mas há também quem diga que existem pessoas que compensam em bondade o que falta nas outras, que vivem para provar que ainda há razão para acreditar na humanidade. E ao abrir esse livro, fica claro, principalmente, que elas são reais.
A editora LeYa lança em junho “Dignidade”, em parceria com a organização Médicos Sem Fronteiras. Nove grandes autores da atualidade viveram a rotina dos profissionais e pacientes da organização e retratam os horrores e as inesperadas alegrias vividas em zonas de crises humanitárias, em que os médicos atuam.
Eliane Brum, Mario Vargas Llosa, Paolo Giordano, Catherine Dunne, Alicia Giménez Bartlett, James A. Levime, Esmahan Aykol, Tishani Doshi e Wilfried N’Sondé emprestam as suas renomadas palavras para dar voz àqueles que ainda não conseguiram se fazer ouvir. Sejam eles refugiados no Congo, camponeses cujos sonos são assombrados por Vinchucas, os barbeiros, na Bolívia, uma voluntária assustada e confusa que encontra alento em uma couve-flor em Bangladesh, uma mulher espancada por ser portadora do vírus HIV na Cidade do Cabo e o preconceito na República Democrática do Congo, imigrantes ilegais em centros de detenção na Grécia, pacientes infectados por uma epidemia de Sarampo não vista há mais de uma década no Maláui, vítimas de conflitos armados na Índia ou grávidas que perdem seus filhos pela falta de assistência em Burundi.
Com prefácio de Dráuzio Varella, “Dignidade” marca o quadragésimo aniversário da Médicos Sem Fronteiras. Os textos transportam os leitores para um universo desconhecido, de regiões que não estampam as principais matérias de jornais e acabam esquecidas, mergulhadas em suas próprias tragédias. Sensível, a obra traz à luz essas histórias, mostrando a luta diária não de quem vive, mas dos que sobrevivem, apesar de tudo.
Portão aberto à cultura
A Prefeitura de Curitiba devolve à população um complexo arquitetônico com área de 4827,55 m2, totalmente revitalizado, e que abriga o MuMA – Museu Municipal de Arte, o Cine Guarani, o Auditório Antônio Carlos Kraide, a Casa da Leitura Wilson Bueno e um Centro de Arte Digital, além de Espaço de Convivência e salas para cursos e projetos de ação educativa.
Como em toda obra deste porte, os detalhes merecem cuidados especiais e agitam os dias que antecedem a entrega do Portão Cultural. As salas de exposições recebem acabamento de pintura nas paredes e módulos para suporte das obras de arte. Vidros, pisos e calçadas passam por limpeza final, enquanto são colocadas as placas de sinalização, incluindo sistema em Braille. Intervenções visuais na fachada do prédio e revisão da iluminação, além da chegada do mobiliário da biblioteca envolvem várias equipes.
No cronograma estão previstos para os próximos dias o teste final da parte elétrica e do sistema de ar condicionado, a complementação da instalação lógica e de telefonia e a colocação das poltronas do Auditório Antonio Carlos Kraide e do Cine Guarani.
Entre as atividades que exigem maior concentração dos funcionários estão a organização do material literário da Casa da Leitura e a montagem das exposições, colocando ao alcance dos visitantes parte do acervo de 3.814 obras do MuMA que estava temporariamente abrigado na reserva técnica do Memorial de Curitiba. Por sua importância como bem cultural, o MuMa é cadastrado pela Prefeitura de Curitiba como Unidade de Interesse Especial de Preservação (UIEP)
Mudanças significativas tornam o Portão Cultural um endereço mais atraente àqueles que procuram lazer aliado ao conhecimento. A transformação da antiga biblioteca em Casa da Leitura homenageia Wilson Bueno, um dos mais importantes escritores paranaenses, e torna-se um centro de estudos e pesquisas voltado à leitura. À promoção do hábito de ler juntam-se ações que englobam cursos, seminários e conferências voltados a agentes multiplicadores e incentivadores, como é o caso dos professores da rede municipal de ensino, contadores de histórias, arte-educadores e voluntários.
Outra novidade é o Centro de Arte Digital, alinhando o espaço à tendência mundial do uso das inovações tecnológicas nas diversas áreas da arte, especialmente nas artes visuais. O objetivo é disponibilizar a artistas, estudantes e investigadores de arte um laboratório que funcione como ateliê livre e ofereça um ambiente propício à pesquisa e à reflexão.
A facilidade de acesso ao Portão Cultural também é um convite aos curitibanos e turistas. O endereço foi totalmente adequado às normas de segurança do Corpo de Bombeiros e às exigências de acessibilidade, com elevadores, rampas, banheiros adaptados e pista tátil. Igualmente preparado, o Auditório Antonio Carlos Kraide conta com camarins voltados a artistas portadores de necessidades especiais.
“O Portão Cultural recebeu alterações arquitetônicas que permitem maior interação entre o público e os espaços, oferecendo mais segurança aos visitantes, funcionários e acervos”, destaca Marili Azim, diretora de Patrimônio Cultural da Fundação.
6/7 MARIANA MUNIZ EM PENETRÁVEIS
Cia. Mariana Muniz apresenta
PENETRÁVEIS
Espetáculo de arte/dança inspirado
no trabalho de Hélio Oiticica volta em cartaz no
dia 6 de julho, para uma curta temporada
na Sala Crisantempo.
“Não se trata de ficar nas idéias.
Não existe idéia separada do objeto, nunca existiu,
o que existe é a invenção.”
Hélio Oiticica, 1979.
A Cia. Mariana Muniz volta em
cartaz com o espetáculo de arte/dança
PENETRÁVEIS, com temporada a partir
do dia 6 de julho, na Sala Crisantempo.
Terceiro trabalho consecutivo da companhia
a partir das propostas do artista plástico carioca
Hélio Oiticica (1937-1980),
esta pesquisa teve início em 2007,
com os espetáculos PARANGOLÉS,
resultado do cruzamento do conceito parangolé
com a dança contemporânea, e NUCLEARES,
que focalizou o samba como objeto de pesquisa.
Os dois primeiros são Parangolés, de 2007, e Nucleares, de 2008.
Em Penetráveis, de 2011, a dança acontece sob a ótica
das obras de mesmo nome do artista,
que apontam para novas regiões do fazer artístico.
Partindo de uma pesquisa
intrinsecamente construtivista, voltada para a autonomia da forma
e para sua integração em uma nova totalidade
cuja premissa essencial é a criação
de novas condições de experiência do real e
de modos de estar no mundo.
Com os penetráveis, H.O. atinge o âmago de sua poética,
de sua originalidade no contexto da arte contemporânea; a afirmação do indivíduo,
em sua obra, tem que vir de dentro, de uma busca íntima e reveladora do corpo;
de um corpo que toca, que vê, que anda, que reflete. Que é interior e exterior simultaneamente.
Hélio Oiticica, mais do que ninguém, buscava dialogar com formas de vida marginalizadas
a fim de criar uma prática de resistência. A cultura popular não é
tematizada artificialmente em seu trabalho, não há nenhuma condescendência
paternalista ou populista; o que lhe interessa é aproveitá-la enquanto
fonte de energia, enquanto necessidade criativa.
“No Brasil há fios soltos num campo de possibilidades:
por que não explorá-los”. H.O.,1972
Os projetos de Oiticica visam à experiência coletiva e supõem a mudança de comportamento,
tanto do individual como do coletivo. A imagem desse espaço de transmutação do Penetrável é o labirinto;
o labirinto efetua a passagem da perspectiva comum, estabelecida, para outra,
continuamente inventada pela ação.
SERVIÇO
PENETRÁVEIS
Temporada: dias 06, 07, 08, 13, 14 e 15 de julho
Sextas às 21h , sábados e domingos às 19h
Duração: 45 minutos
Livre
100 lugares
Preço: R$ 10,00 / R$ 5,00
Bilheteria abre 1 hora antes do espetáculo
Local: Sala Crisantempo
Rua Fidalga, 521 - Vl. Madalena - SP
Telefone: (11) 3819 2287
Acesso para deficientes/não tem ar
FICHA TÉCNICA
Cia. MARIANA MUNIZ TEATRO E DANÇA
Concepção e Direção: Mariana Muniz
Assistência de direção: Cláudio Gimenez
Intérpretes-Criadores: Bárbara Faustino, Danielli Mendes,
Gilberto Rodrigues, Mariana Muniz, Viviane Fontes e Amanda Correa
Estagiária: Tatiana Saltini
Música Original: Ricardo Severo e Loop B
Criação e operação de luz: Ricardo Bueno
Figurinos: Tânia Marcondes
Fotos: Claudio Gimenez
Design de Imagens: Osmar Zampieri
Design Gráfico: Paula Viana
Produção Cria da Casa (Priscila Wille e Cybelle Young)
Assistente de produção: Michelle Karine
21/6 SHOW LEO E RAFA CORTEZ+ RICARDO CORTE REAL
Leo Cortez e Ricardo Corte Real fazem a primeira apresentação de sua Banda
BAIXO REGGAE
no show
"Everyone Just Talk About Something Else"
dia 21 de junho, quinta-feira, no Kitsch Club
Participação especial: Rafael Cortez
Em 2009, o ator e dramaturgo Leonardo Cortez convidou o humorista e bluesman Ricardo Corte Real para compor e tocar ao vivo a trilha sonora do espetáculo "O Crápula Redimido", que cumpriu temporada no Centro Cultural São Paulo e percorreu o interior do Estado no Projeto Viagem Teatral do SESI.
Os intervalos entre ensaios e apresentações serviram de pretexto para que Cortez e Corte Real criassem a banda Baixo Reggae, onde clássicos do rock and roll e blues são executados em bem humoradas versões com a típica levada jamaicana.
Foram convidados o baterista Daniel Canalha, o tecladista Will Motta e o baixista Paulinho Queiroz e o repertório da banda incorporou grandes hits de Pink Floyd, Beatles, Buena Vista Social Club, The Police, Roupa Nova, Elvis Presley entre outros.
A riqueza de referências e a qualidade técnica dos músicos envolvidos criaram uma identidade sonora onde rock, reggae, blues, tango e mambo se misturam em quase uma hora de ótima música e bom humor.
A banda faz seu show de estréia intitulado "Everyone Just Talk About Something Else" nesse dia 21 de junho no Kitsch Club e o show será apresentado pelo CQC Rafael Cortez, irmão de Leonardo, que dará uma canja tocando violão na canção Lady in Red, rebatizada pelo Baixo Reggae como Lady in Reggae.
FICHA TÉCNICA:
Kitsch Club apresenta
BAIXO REGGAE
A banda que afronta o reggae no show:
"Everyone Just Talk About Something Else"
Releituras de Beatles, Pink Floyd, Led Zeppellin, Roupa Nova, Buena Vista Social Club, Police e muito mais através do talento dos internacionalmente procurados:
Bob Faker, Voice (Leonardo Cortez)
Rick Marley, guitar (Ricardo Corte Real)
Danny Canaglia, drums (Daniel Canalha)
Will "Mambo" Motta, keybass (Will Motta)
Músico convidado: Paulinho Queiroz
Mestre de Cerimônias: Rafael Cortez (CQC)
dia 21 de junho
Horário: 22:00
Local: Kitsch Club
Rua Vergueiro, 2676
Vila Mariana
Ingressos: R$ 30,00
Censura: 18 anos
Capacidade: 300 lugares







