segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Obras de reforma do MuMA em ritmo adiantado






A segunda fase da reforma compreende a colocação de pisos, forros, portas, esquadrias, instalações elétricas e telefônicas. Também está sendo feito o tratamento acústico do teatro e do cinema.



As obras de reforma do Museu Metropolitano de Arte de Curitiba – MuMA estão adiantadas, dentro do cronograma previsto pela Fundação Cultural de Curitiba. Pelas características da edificação e especificidades técnicas do espaço, com salas de exposições, teatro e cinema, a reforma do MuMA é uma das obras mais complexas em execução pela Prefeitura de Curitiba.

Orçada em R$ 2,17 milhões, a segunda fase dos trabalhos teve início em janeiro. As obras compreendem a execução de pisos, forros e revestimentos, a colocação de vidros, portas e esquadrias, as instalações hidrossanitárias, de prevenção de incêndio e de águas pluviais, as instalações elétricas e telefônicas, a preparação do sistema logístico para equipamentos de informática. Também está sendo feito o tratamento acústico das salas onde vão funcionar o teatro e o cinema.

A terceira e última etapa da reforma será feita mediante novo processo licitatório, o que deve ocorrer ainda este ano. Na finalização serão colocados equipamentos e mobiliários, incluindo as poltronas do teatro e do cinema, e será feita a instalação dos sistemas de sonorização e de climatização.

As obras do MuMA tiveram início em dezembro de 2008. São quatro mil metros quadrados, onde vão funcionar três grandes áreas de exposições, duas salas de reserva técnica para abrigar o acervo de obras de arte do município, o Cine Guarani, o Auditório Antonio Carlos Kraide e a biblioteca, que já ocupavam o local antes da reforma. O espaço, entretanto, voltará a funcionar totalmente modernizado, atendendo todas as exigências de segurança do Corpo de Bombeiros e de acessibilidade para portadores de necessidades especiais – elevadores, rampas, banheiros adaptados e pista tátil.

A captação de recursos para as obras foi feita por transferência de potencial construtivo, nos termos da Lei nº 6.337/82 e decreto nº 380/93. O projeto de revitalização foi desenvolvido pelo Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc), em conjunto com a Fundação Cultural de Curitiba.

Ciclo especial de leitura aborda a obra de Manoel Carlos Karam



Encontros semanais, organizados como rodas de leitura e mediados pela atriz e diretora teatral Nadja Naira, desvendam o talento de um dos mais importantes escritores paranaenses.



De agosto a novembro, acontece mais uma edição do Ciclo Obras Completas, voltado à leitura das obras de escritores paranaenses. Desta vez, o autor em foco é Manoel Carlos Karam, que terá sua produção literária apreciada em encontros semanais, sempre às terças-feiras, das 14h às 17h, na Casa da Leitura Manoel Carlos Karam, instalada no Parque Barigüi. Os interessados devem fazer suas inscrições na própria Casa da Leitura, mediante a doação de um livro de literatura a ser escolhido em lista fornecida pelos organizadores. Para encontros avulsos, a entrada é franca.

Organizado no formato de rodas de leitura, o Ciclo Obras Completas integra o programa Curitiba Lê, promovido pela Fundação Cultural de Curitiba com a proposta de aumentar os índices de leitura entre os vários grupos sociais, por meio de um conjunto de ações de fomento, difusão e formação. Os participantes interessados em obter certificação devem ter uma frequência mínima de 80% nas reuniões.

O Ciclo Obras Completas – Manoel Carlos Karam, com carga horária de 45 horas, tem a mediação da atriz e diretora teatral Nadja Naira, que orientará a viagem pela produção do escritor, jornalista e dramaturgo. Manoel Carlos Karam (1947-2007) era catarinense, mas vivia desde a sua juventude em Curitiba. O autor cursou jornalismo na Universidade Católica do Paraná, publicou sete romances e escreveu 20 peças teatrais. Em 1995, com a obra Cebola, ganhou o Prêmio Cruz e Souza de Literatura. Como jornalista, trabalhou em televisão, jornais e na Prefeitura de Curitiba. Também atuou em campanhas políticas.

O primeiro livro publicado de Karam foi Fontes Murmurantes (1985). Depois vieram O impostor no baile de máscaras (1992), Cebola (1997), Comendo bolacha maria no dia de são nunca (1999), Pescoço ladeado por parafusos (2001), Encrenca (2002), Sujeito oculto (2004) e Jornal da guerra contra os taedos (2008).



Confira a programação do Ciclo Obras Completas no site www.fundacaoculturaldecuritiba.com.br.



Serviço:

Ciclo Obras Completas – Manoel Carlos Karam, dentro do programa Curitiba Lê, da Fundação Cultural de Curitiba.

Data e horário: encontros semanais, de agosto a novembro de 2010, sempre às terças-feiras, das 14h às 17h.

Local: Casa da Leitura Manoel Carlos Karam (Rua Batista Ganz, 453 – Santo Inácio – Parque Barigüi)

Inscrição mediante a doação de um livro de literatura a ser escolhido em lista fornecida pelos organizadores.

Para encontros avulsos, a entrada é franca.

Caixa Cultural Apresenta BRASILEIRINHO


Caixa Cultural Apresenta BRASILEIRINHO – GRANDES encontros do choro contemporâneo



Show reúne 13 das maiores estrelas do longa-metragem Brasileirinho no palco da CAIXA Cultural Rio de Janeiro



A CAIXA Cultural Rio de Janeiro e a gravadora Rob Digital apresentam, nos dias 17 e 18 de agosto, o show “Brasileirinho– Grandes Encontros do Choro Contemporâneo”, que reúne 13 das maiores estrelas do longa-metragem Brasileirinho. Assim como no roteiro do filme, o show será conduzido pelo grupo Trio Madeira Brasil, que convidará ao palco os músicos Yamandu Costa, Zé da Velha, Silvério Pontes, Henrique Cazes, Teresa Cristina, Pedro Miranda, Beto Cazes, Marcos Suzano,Jorginho do Pandeiro e Rui Alvim. Alternando-se em diversas formações, os músicos tocarão desde clássicos do choro, como “Assanhado”(Jacob do Bandolim), “Brejeiro” (Ernesto Nazareth),“Carinhoso”(Pixinguinha/ João de Barro) e Machucando (Adalberto de Souza), até composições contemporâneas, como “Choro Louco” (Yamandu Costa) e “Choro da Bisa” (Zé Paulo Becker).

No filme Brasileirinho,o diretor Mika Kaurismaki mostrou a alma e a vitalidade do choro, primeiro gênero musical urbano do Brasil, e seu papel no cotidiano social do Rio de Janeiro. Foi também o primeiro longa-metragem a mostrar a nova e promissora geração de músicos brasileiros, que vem conquistando salas de concerto e casas noturnas com uma inovadora roupagem do choro. Trafegando entre o tradicional e o moderno, este gênero musical vive hoje um verdadeiro renascimento, empolgando públicos de todas as idades e classes sociais.

A magia e paixão dessa música foram mostradas em um show no Teatro Municipal de Niterói, que reuniu os principais protagonistas do documentário. Brasileirinho já foi apresentado em mais de 30 países e em vários festivais. Além disso, foi exibido em circuito de cinema e televisão, sempre aclamado pela mídia e pela crítica.



Elenco:

Trio Madeira Brasil

Marcello Gonçalves – violão 7 cordas

Zé Paulo Becker – violão

Ronaldo do Bandolim – bandolim

Yamandu Costa – violão 7 cordas

Zé da Velha – trombone

Silvério Pontes – trompete

Henrique Cazes - cavaquinho

Beto Cazes – percussão

Marcos Suzano - pandeiro

Jorginho do Pandeiro – pandeiro

Rui Alvim – clarinete

Teresa Cristina – voz

Pedro Miranda - voz

Direção Musical: Marcello Gonçalves



SERVIÇO:

Brasileirinho – Grandes Encontros do Choro Contemporâneo

Data: 17 e 18 de Agosto (terça e quarta)

Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro - Teatro Nelson Rodrigues

Endereço: Avenida República do Chile, 230, Centro, Rio de Janeiro – RJ

Ingressos: R$20(inteira) R$ 10,00 (meia)

Classificação: Livre

Capacidade: 388 lugares (sendo 2 para cadeirantes)

Horário da bilheteria: 15h às 20h

Segunda fase do edital do Mecenato já tem selecionados

Os proponentes classificados na segunda fase da categoria “Não Iniciante” têm até o dia 20 de agosto para apresentar a documentação exigida no edital.



A Fundação Cultural de Curitiba publicou o resultado da segunda fase do processo de seleção do Edital Mecenato Subsidiado 2009-2010, na categoria “Não Iniciante”, e os proponentes classificados têm até o dia 20 de agosto para apresentar os documentos relacionados no edital. No caso dos projetos desclassificados, os responsáveis podem pedir revisão até o dia 17 de agosto. A relação completa está no site www.fundacaoculturaldecuritiba.com.br, menu Lei de Incentivo / Mecenato 2010 2ª Fase / Não Iniciante.

O Mecenato é uma das modalidades do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura da Prefeitura de Curitiba. Na primeira fase da categoria “Não Iniciante”, voltada à avaliação documental dos proponentes, foram habilitados 478 projetos. Nesta segunda fase, os projetos que tiveram suas inscrições validadas na primeira etapa foram analisados quanto ao seu conteúdo. A análise foi feita por uma comissão de 44 membros, entre titulares e suplentes, subdivida em sete subcomissões, responsáveis pela elaboração dos critérios que embasaram a avaliação de mérito dos projetos inscritos. Os membros foram indicados pela Fundação Cultural de Curitiba, pela comunidade artística e cultural organizada, pelos incentivadores e alguns diretamente pelo prefeito.

Agora, os responsáveis pelos 197 projetos classificados na análise de mérito devem apresentar os demais documentos e informações exigidas pelo edital para validar sua classificação. Eles estarão aptos a captar recursos a partir da emissão do Certificado de Enquadramento pela Fundação Cultural de Curitiba.

No Mecenato são contempladas as áreas de música, artes cênicas, audiovisual, literatura, artes visuais, patrimônio histórico, artístico e cultural, folclore, artesanato e demais manifestações culturais tradicionais. O valor máximo dos projetos aprovados para os não iniciantes é de R$ 80 mil, com o compromisso de apresentar uma contrapartida social.

Mais informações sobre o edital do Mecenato Subsidiado podem ser obtidas pelo e-mail: paicatendimento@fcc.curitiba.pr.gov.br .

Conselho Municipal de Cultura toma posse na próxima semana



Será na próxima segunda-feira (16) a primeira reunião dos conselheiros nomeados pelo prefeito Luciano Ducci para o biênio 2010-2012.



Os novos membros do Conselho Municipal de Cultura de Curitiba tomam posse na próxima segunda-feira (16), em reunião ordinária que será realizada às 19h, no Hotel Alta Regia. O conselho reúne representantes da comunidade, da classe artística, da Prefeitura e da Câmara Municipal. O mandato é de dois anos (2010 a 2012).

Na primeira reunião, o presidente da Fundação Cultural de Curitiba e do Conselho Municipal de Cultura, Paulino Viapiana, dará posse aos novos membros e também coordenará o processo de indicação de dois representantes do segmento cultural e dois da sociedade civil para compor as comissões do edital Pontos de Cultura. Eles participarão da análise técnica e de mérito dos projetos inscritos no terceiro edital do programa, desenvolvido pela Prefeitura em parceria com o Ministério da Cultura.

O novo Conselho foi designado por meio de decreto do prefeito Luciano Ducci, publicado no último dia 29 de julho. Os nomes que representam a sociedade organizada foram escolhidos mediante eleição, realizada no primeiro semestre, em todas as Regionais da cidade. Cada segmento da classe artística também elegeu seus representantes. Entre os membros indicados pelo Poder Executivo estão funcionários da Fundação Cultural de Curitiba, Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano (Ippuc), Secretaria Municipal da Educação, Instituto Curitiba de Turismo e Procuradoria Geral do Município. Quatro vereadores também integram o colegiado.

O Conselho Municipal de Cultura é o órgão que, no âmbito do município, institucionaliza a relação entre a administração municipal e os setores da sociedade civil ligados à cultura. Ele participa da elaboração e da fiscalização das políticas culturais e foi instituído pela lei 11.834, de 4 de julho de 2006.

Confira a relação dos novos membros do Conselho Municipal de Cultura – biênio 2010-2012:



Regional Matriz: Loana Alves Campos e Luciane Azevedo Passos

Regional Boa Vista: Alex Sandro Ribeiro de Pontes e Antonio Guedes de Oliveira

Regional CIC: Edison Lino e Wilson Cardoso Santos

Regional Cajuru: Alexsandro dos Santos Bonfim e Luciana Cristine Verssão

Regional Boqueirão: Luis Carlos Baduy e Cecília de Jesus Blanc

Regional Bairro Novo: Odivaldo Carlos da Silva e Otavio Mariano da Silva

Regional Santa Felicidade: Sandro Luis Fernandes

Regional Portão: Gehad Ismail Hajar e Ernesto Yiuki Doi

Regional Pinheirinho: Sirlei da Aparecida Assis e Elsa Terezinha de Oliveira Inocêncio



Representantes da Comunidade Artística:



Artes cênicas – Jane Franco D’Avila e Ricardo Marinelli Martins

Área de audiovisual – Estevan Alexandre Silveira

Área de artesanato – Eliane Mara de Souza Chichof

Área de Música – Getulio Teixeira Guerra Filho

Área de Patrimônio – Mario Barbosa Silva e Miguel Isaac Abalos

Área de Artes Visuais – Maria Aparecida Ribas Lemos e Sabine Feres Staniscia Koprik



Representantes do Poder Executivo:



José Roberto Lança (FCC)

Diani Eiri Camilo Mossato (FCC)

Filomena Nercy Hammerchmidt (FCC)

Paulo César Rombi (FCC)

Ana Lúcia Pontes Ciffoni (Ippuc)

Ângela Maria Silva Cherobim Figueiredo (FCC)

Janine de Souza Malanski (FCC)

Vera Lúcia Afonso Moreira de Andrade (ICT)

Ana Maria Hladczuk (FCC)

Valeria Aparecia Marques Teixeira (FCC)

Heliomar Jerry Dutra de Freitas (PGM)

Claudine Camargo Bettes (PGM)

Luci Madalena Daros (FCC)

Thaisa Marques Teixeira Sade (FCC)

Liliane Casagrande Sabbag (SME)



Representantes da Câmara Municipal:

Emerson Rodrigues do Prado

Clementino Tomaz Vieira

Julio César Sobota

Denílson Pires da Silva

banda Eu, você e Maria

As datas dos shows são:
12/08 - Pocket show de pré-lançamento do primeiro CD na Fnac do Park Shopping Barigui às 19h30, entrada franca
14/08 - Show no Batel Soho, na praça da Espanha às 16h, entrada franca
15/08 - Show de participação no evento Som da Cidade, do Sesc da Esquina, com o duo Fole Baixo às 18h, entrada a R$ 5 e R$ 10
29/08 - Lançamento do primeiro CD no Conservatório de MPB no Largo da Ordem às 11h30, entrada franca

Cultura Musical e Palco Instrumental


Os programas Cultura Musical e Palco Instrumental, ambos realizados pelo Centro Cultural Banco do Nordeste, acolherão uma série de 20 shows dentro da programação da IX Feira da Música de Fortaleza.

Juntos, no período de 18 a 21 deste mês (quarta-feira a sábado da próxima semana), de 12h às 20h, os dois programas realizarão espetáculos musicais de 18 bandas independentes de 12 estados de quatro regiões brasileiras (Nordeste, Sudeste, Centro-Oeste e Norte) e mais duas argentinas, no cineteatro do CCBNB-Fortaleza (rua Floriano Peixoto, 941 - 2º andar - Centro - fone: (85) 3464.3108).

Serão cinco shows em cada um dos quatro dias. O Palco Instrumental abre a programação na próxima quarta-feira, 18, e o Cultura Musical dá continuidade de quinta-feira, 19, até o sábado, 21.

Do Nordeste, participam da programação as seguintes bandas: Assaré Band, Jardim das Horas, Níguer, Jonattan Doll e os Garotos Solventes e Don'L (Ceará); Sex On The Beach e Cabruêra (Paraíba); Fullreggae (Piauí); Camarones Orquestra Guitarrística (Rio Grande do Norte); Voyer (Pernambuco); Os Irmãos da Bailarina (Bahia); e Wado (Alagoas).

Da região Sudeste, tocam os seguintes grupos: Klesmer 4 e Emicida (São Paulo); e Autoramas (Rio de Janeiro). Do Centro-Oeste: Macaco Bong (Mato Grosso); Diego Moraes e o Sindicato (Goiás). Do Norte: Mini Box Lunar (Amapá). E especialmente vindo da Argentina, participam duas bandas: Finlândia e La Cartelera Ska.

Os programas Cultura Musical e Palco Instrumental, neste mês, são dedicados à IX Feira da Música de Fortaleza, que promove um grande intercâmbio de experiências sonoras.

Além da difusão da música independente de qualidade no País, a Feira contribui para a democratização de informações no setor, através de palestras, painéis e oficinas, além de incrementar negócios, por meio do Pavilhão da Feira, onde há exposição de equipamentos, instrumentos e novas tecnologias.

Veja a seguir a programação do Palco Instrumental (dia 18, quarta-feira) e Cultura Musical (dias 19 a 21, quinta-feira a sábado) na Feira da Música, sempre de 12h às 20h:



ESPECIAL - PALCO INSTRUMENTAL VAI À FEIRA

Dia 18, qua, das 12h às 20h



Assaré Band (CE)

Dia 18, qua, 12h

Com base no Folclore e na Música do Nordeste, um grupo de amigos se reuniu a fim de resgatar, compor e dar uma nova roupagem aos ritmos tradicionais de nossa região, preservando nossa cultura de raiz, a herança do povo. 60min.



Sex on the Beach (PB)

Dia 18, qua, 13h45

Puramente instrumental, a Sex On The Beach faz um som rock´n roll, influenciada também por beebop, jazz e surf music. Formada no ano passado, a banda possui EP onde dá a receita completa do show. 60min.





Camarones Orquestra Guitarrística (RN)

Dia 18, qua, 15h30

Banda potiguar de música instrumental calcada no rock, que mistura ska, punk, reggae, temas de desenhos animados e filmes, produzindo uma sonoridade interessante e um show empolgante. 60min.



Finlândia (Argentina)

Dia 18, qua, 16h15

Finlândia é um grupo formado por Mauricio Candussi (Argentina) e Raphael Evangelista (Brasil). O grupo busca combinar elementos da música latino-americana, focando nos países de origem, com sonoridades contemporâneas. TANGO, MILONGA e BOSSA NOVA são mesclados com LOUNGE E AMBIENTES CONTEMPORÂNEOS, tocados ao vivo com piano, violoncelo, acordeão e sons eletrônicos. 60min.



Macaco Bong (MT)

Dia 18, qua, 18h30

Macaco Bong (Cuiabá - MT) - Baseado na desconstrução do formato convencional dos arranjos da música popular, aliado à linguagem do jazz/fusion/pop, o instrumental power trio de Cuiabá vem apresentar o show "Artista Igual Pedreiro". 60min.



ESPECIAL - CULTURA MUSICAL VAI À FEIRA

Dias 19, qui, 20, sex e 21, sáb, das 12h às 20h



Jardim das Horas (CE)

Dia 19, qui, 12h

O Jardim das Horas é uma fusão da música moderna eletrônica com as raízes musicais brasileiras, desenvolvendo músicas que causam sensações, visualizações e que propõem uma concentração mental, introspecções e reflexões. A banda vem se destacando no cenário de bandas independentes com sua música inovadora e seus shows performáticos. 60min.



Mini Box Lunar (AP)

Dia 19, qui, 13h40

Revelação do pop amazônico com destaque na mídia especializada, participou de importantes festivais em dois anos de existência e já lançou um DVD e um CD demonstrativo. 60min.



Autoramas (RJ)

Dia 19, qui, 15h20

A banda já lançou quatro CDs e fez turnês internacionais pelo Japão, Argentina, Uruguai, Chile, Inglaterra, Portugal, Espanha, Holanda e Bélgica. Nesse show, a banda apresenta seu mais novo projeto "Autoramas desplugados". 60min.



Wado (AL)

Dia 19, qui, 17h

"Atlântico Negro" é o mais novo trabalho do catarinense/alagoano, que dá continuidade à sua aproximação com a música da periferia desde seu primeiro trabalho, "O Manifesto da Arte Periférica" (2000), até o último disco,"Terceiro Mundo Festivo" (2008). 60min.



Klezmer 4 (SP)

Dia 19, qui, 18h40

Grupo paulista que toca músicas tradicionais judaicas de vários cantos do mundo, em mais de quatro idiomas diferentes (yidishe, hebraico, ladino, aramaico, inglês e português). 60min.



Níguer (CE)

Dia 20, sex, às 12h

O show vai além da Black Music e do samba rock que deram notoriedade ao cantor, mostrando um artista cada vez mais maduro e plural, sempre cercado de músicos talentosos e de personalidade. 60 min.



Os Irmãos da Bailarina (BA)

Dia 20, sex, 13h40

Formada desde janeiro de 2006, a banda surgiu quando o vocalista Theo resolveu interagir com outros músicos que quisessem explorar uma nova essência criativa, ultrapassando a barreira dos rótulos, buscando mesclar diversas referências, seja em outros estilos musicais ou em outras manifestações artísticas, como, por exemplo, a literatura. 60min.



Diego de Moraes e o Sindicato (GO)

Dia 20, sex, 15h20

Firmou-se como um dos mais criativos grupos da cena independente nacional. Em 2010, o grupo prepara o lançamento do seu primeiro disco, intitulado "Parte de nós", com o apoio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura. 60min



Cabruêra (PB)

Dia 20, sex, 17h

Há mais de 10 anos na estrada, a banda reúne músicos com diversas influências, desde o cancioneiro popular da Paraíba até a música eletrônica. 60min.



Emicida (SP)

Dia 20, sex, 18h40

Considerado um fenômeno dentro da cultura hip-hop, através de materiais produzidos durante quase uma década de improviso, letras, estudos e parcerias realizadas ao longo da sua trajetória. 60min.



Jonattan Doll e os Garotos Solventes (CE)

Dia 21, sáb, 12h



Jonnata Doll é um músico autêntico e performático, que energiza o público e os hipnotiza com suas danças frenéticas e seu canto passional. O instrumental dos Garotos Solventes é fruto da pesquisa de rapazes que cresceram nas décadas de 1980 e 90. 60min.



Voyer (PE)

Dia 21, sáb, 13h40

A banda mescla riffs de guitarra e beats do movimento Electro, mostrando que Pernambuco tem um forte representante do gênero, mesclando rock com programação eletrônica. 60min.



Don'L (CE)

Dia 21, sáb, 15h20

Don'L tem viajado o país inteiro fazendo shows e vendendo mixtapes. Já reconhecido no meio como um dos melhores rappers do Brasil, Don'L tem apresentado produções diferenciadas, com um jeito peculiar de misturar influências nas batidas e rimas, fazendo com que seu hip-hop seja, antes de tudo, boa música brasileira. 60min.



La Cartelera Ska - "La Cartelera Y Sus Limones Domingueros" (Argentina)

Dia 21, sáb, 17h

A irreverente Big Band, uma das bandas de ska mais populares da Argentina, com dois álbuns gravados e pouco mais de 10 anos de carreira, se destaca pela mistura de ritmos como cumbia, samba, reggae, dub, hip-hop, raggamuffin, bossa-beat, reggaeton e cuarteska. 60min.



Fullreggae (PI)

Dia 21, sáb, 18h40

Com argumentos poéticos, político-sociais e ecológicos, a banda molda um som ímpar à base do reggae-root jamaicano. No show, músicas do primeiro CD, o "Natureza". 60min.

Concurso nacional de piano: última semana para inscrições


Evento em Curitiba distribuirá R$6,5 mil em prêmios para os finalistas



Falta apenas uma semana para o encerramento das inscrições para o 8º Concurso de Piano Profª Edna Basseti Habith. Pianistas de todo o Brasil tem até o dia 16 de agosto para confirmar participação e concorrer a prêmios que vão de R$ 100 a R$ 1.500.

As audições serão realizadas de 12 a 15 de setembro no Espaço Cultural Capela Santa Maria, em Curitiba. Para se inscrever, basta preencher a ficha que está disponível no site www.concursodepiano.com.br e mandar pelo correio.

O 8º Concurso de Piano Prof. Edna Bassetti Habith conta com o patrocínio da Brose do Brasil. A produção e realização do evento é feita pela Trento Comunicação Integrada e UniCultura – Universidade Livre da Cultura.

Serviço:

8º Concurso de Piano Prof. Edna Bassetti Habith

Inscrições abertas até 16 de agosto

Regulamento e inscrição: www.concursodepiano.com.br

Informações: (41) 3023-2008

“Rico Lins: Uma Gráfica de Fronteira”



“Rico Lins: Uma Gráfica de Fronteira” destaca as diferenças entre arte e design na Galeria da CAIXA



A mostra apresenta obras originais e reproduções do artista e designer nas mais variadas mídias, formatos e tamanhos





Cartazes de cinema, teatro, capas de revistas, ilustração, capas de livros, comunicação visual de museus e projetos gráficos. Este é o universo do artista e designer gráfico Rico Lins, que pode ser conferido na exposição “Rico Lins: Uma Gráfica de Fronteira”, na Galeria da CAIXA. Com curadoria de Agnaldo Farias, a mostra fica em cartaz de 24 de agosto a 24 de outubro de 2010. No dia 23 de agosto o artista ministra uma palestra às 18h30 e a abertura da mostra para convidados acontece no foyer da Galeria na mesma data às 19h30.



Designer carioca radicado em São Paulo, Rico Lins é reconhecido internacionalmente. Artista premiado, Rico conhece bem a fronteira entre as artes gráficas e plásticas, ponto de partida para a exposição. Nela, Rico transita nos imprecisos limites entre arte e design e as variações de tamanho e formato que cada uma destas expressões permite. Mais do que a reprodutibilidade técnica, a alteração de proporções e formatos é característica exclusiva das artes gráficas industriais. "Quando um selo vira cartaz ou um cartaz vira um selo, não é só o tamanho ou a função que se modificam, mas, sobretudo, sua relação com o espectador", destaca o artista.



Estarão expostos mais de 80 trabalhos. Capas de revistas como Time, Newsweek e Kultur Revolution; capas de CDs e livros, como a coleção que publicou o recente texto infantil “A menina e o Boto”, de Dira Paes, e álbuns que vão de Miles Davis a Gilberto Gil; cartazes de filmes, como “Labirinto de Paixões”, de Pedro Almodóvar, e uma de suas mais recentes produções, o cartaz criado para a Bienal de Ópera de Munique (Alemanha/2008), inédito no Brasil. A exposição conta ainda com projetos desenvolvidos para cinema e televisão, como a concepção gráfica do programa “Você Decide”.



A curadoria é de Agnaldo Farias, com a participação do próprio Rico Lins. Na concepção de Farias, o objetivo da exposição é “garantir ao artista um meio, um ambiente no qual ele realize uma espécie de instalação capaz de traduzir sua visão de mundo, algo que só um designer gráfico é capaz de ter, encarnada em palavras e imagens, papéis e projeções”.



Rico Lins



Formado em 1976 pela ESDI - Escola Superior de Desenho Industrial, no Rio, mudou-se para Paris três anos depois, trabalhando para os jornais Le Monde e Libération, para as editoras Hachette e Gallimard e para o Centro Georges Pompidou. Após completar mestrado em design gráfico, ilustração e cinema de animação no Royal College of Art (Londres, 1986-87), mudou-se para Nova York em 1988 a convite da CBS Records, como diretor de arte da gravadora. Como free-lancer, a partir de 1990, atendeu clientes como a MTV Networks; as gravadoras BMG, PolyGram, RCA, WEA, Rykodisk e CTI; as editoras Random House, Fodors, MIT Press e DoubleDay; as revistas Time, Newsweek, New Yorker e BusinessWeek e jornais os The Washington Post e The New York Times.



Premiado pelos NY Art Directors Club; NY Type Directors Club; Society of Publications Designers de New York; Mostra Brasil Fa Design; Bienais de Design Gráfico da ADG entre outros, recebeu o Prêmio Abril e foi eleito Designer do Ano 2001 pelo Design by Designers. Desde 1997, é membro da AGI Alliance Graphique Internationalle.



Fez exposições individuais em Paris, São Paulo, Rio, Caracas e Chaumont e participa das principais Bienais e mostras coletivas na Europa, Estados Unidos, Ásia e America Latina. Tem artigos e portfolios publicados em inúmeros livros e nas principais revistas nacionais e internacionais de design e comunicação. Seus trabalhos estão nas coleções do Musée d’Histoire Contemporaine e do Musée de l’Affiche et de la Publicité e da Bibliothèque Nationale Française, em Paris; Die Neue Sammlung, Staatliches Museum für Angewandte Kunst, em Munique; do Museu de Arte Contemporânea de São Paulo e do Pôle Graphique de Chaumont.



Foi ainda o responsável pelo projeto de comunicação visual museográfico e de sinalização do Museu da Língua Portuguesa em São Paulo; pela redefinição da Linguagem Visual da Natura; e pela criação de projetos de comunicação institucional para o SESC-SP, entre outros.



Atualmente é consultor nas áreas de design e comunicação empresarial, coordena seu estúdio de criação, atuando nas áreas de design editorial, identidade visual, projetos culturais e educacionais para clientes como TV Globo, Rede Bandeirantes, GNT, Sport TV, WEA, Banco do Brasil, Santista, Roche, ZOOMP, Alliance Française, Goethe Institut, Istituto Europeo di Design, SESC, Fundação Padre Anchieta, Fundação Roberto Marinho, Museu da República, Centro Tom Jobim de Estudos Musicais etc. Além disso, promove cursos, palestras e oficinas no Brasil e no exterior. Organiza atualmente o evento "Connexions>Conexões" que reúne os expoentes da jovem expressão gráfica da França e do Brasil para dois meses de diálogo criativo em São Paulo.



Programação



23 de agosto

- Palestra no Teatro da CAIXA às 18h30. Os ingressos devem ser retirados na bilheteria do Teatro, a partir de 17h30.

- Abertura da exposição às 19h30 na Galeria da CAIXA.



13 de setembro

- Lançamento do catálogo no foyer da Galeria com a presença do Rico Lins e Agnaldo Farias às 19h



20 de outubro (quarta-feira)

- Mesa redonda: Rico Lins e convidados ilustres no Teatro da CAIXA às 19h. Os ingressos devem ser retirados na bilheteria do Teatro, a partir de 18h



21 de outubro (quinta-feira)

- Oficina com Rico Lins, das 10h às 17h. O artista conduzirá um workshop voltado para designers e estudantes de design para produção de uma peça gráfica, sem o uso de recursos digitais, nos moldes das oficinas que ele vem desenvolvendo em várias cidades do Brasil e da Europa. Inscrições pelo email zucca@email.com. Serão disponibilizadas 15 vagas.



Serviço Exposição: “Rico Lins: Uma Gráfica de Fronteira” Local: Galeria da CAIXA Cultural Curitiba Endereço: Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro – Curitiba Palestra: 23 de agosto 18h30 - Os ingressos devem ser retirados na bilheteria do Teatro, no dia do evento, a partir das 17h30 Abertura: 23 de agosto 19h30 Lançamento do catálogo: 13 de setembro no foyer da Galeria 19h Mesa redonda: 20 de outubro 19h - Os ingressos devem ser retirados na bilheteria do Teatro, no dia do evento, a partir das 18h Oficina: 21 de outubro, das 10h às 17h – Inscrições no endereço zucca@email.com Data de visitação: de 24 de agosto a 24 de outubro Horários: de terça a sábado das 10 às 21h e domingos das 10 às 19h Ingressos: Entrada Franca Informações: (41) 2118-5114 Classificação etária: Não recomendado para menores de 10 anos

A VIDA E A OBRA DE JOÃO DONATO NA CAIXA CULTURAL CURITIBA






Compositor e pianista acreano apresenta suas histórias e músicas em cenário intimista conduzido por Antônio Carlos Miguel, jornalista autor de sua biografia





A CAIXA Cultural Curitiba apresenta, de 20 a 22 de agosto, o espetáculo “João Donato: 60 anos de vida e obra”, que revela a história e a trajetória musical do compositor e pianista acreano, considerado o precursor da batida da Bossa Nova. No primeiro momento do espetáculo, o jornalista e crítico musical Antônio Carlos Miguel comanda um talk show em que Donato, ao piano, conta as suas histórias e das suas músicas. O segundo momento conta com a presença de dois dos melhores instrumentistas brasileiros e parceiros de João Donato nos palcos há 30 anos: Robertinho Silva e Luiz Alves, para uma representação musical destas narrativas.



João Donato, apontado por Nelson Motta como o principal responsável pela renovação da música brasileira, conta ao público detalhes de sua vida e de sua obra. Intimidades como a sensação da primeira apresentação em público e o que significa a primeira composição, dedicada a Nini, sua primeira paixão, são revelados neste espetáculo. “Minha inspiração vem geralmente de coisas da infância: das lembranças, dos carinhos, das saudades. São os retratos da infância que você guarda nos seus olhos”, revela João Donato. “Uma cenazinha que vale mais que uma fotografia das mais modernas. Tem muito a ver com a felicidade que se traz daqueles tempos. São fontes de inspiração maravilhosas.”, declama com o olhar distante. Além da vida pessoal, Donato conta sobre as associações com músicos americanos, cubanos, mexicanos, porto-riquenhos e com a antiga e a nova geração de compositores e intérpretes dos mais variados estilos, como Tom Jobim, Mongo Santamaria, Bud Shank, Emílio Santiago, Joyce, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Martinho da Vila, Fernanda Takai, Marcelo D2, Martinho da Vila, Arnaldo Antunes e muitos outros.



Há três anos debruçado sobre profunda pesquisa de documentos, imagens e tomada de entrevistas, Antônio Carlos Miguel, crítico do jornal O Globo, escreveu a biografia de João Donato. Antônio Carlos descobriu detalhes inusitados da vida de um músico que compõe o tempo inteiro. Um dos seus maiores sucessos, “Lugar Comum”, teria sido “capturado” (nas palavras de Donato) a partir do assovio de um canoeiro no rio Acre, ainda no começo da década de 40. “Veio uma canoa com alguém assobiando, fiquei tristonho com aquela melodiazinha. Aquilo me atingiu com mais intensidade, anos depois fui tocar e coloquei o nome de ‘Índio Perdido’”. Depois, Gilberto Gil colocou uma letra e renomeou a canção. "A letra de ‘Lugar Comum’ foi escrita em Itapuã, no verão, estimulada pela sensação boa de estar ali e de ali ser um lugar comum a tanta gente comum - pela idéia de comunidade. Os versos finais reafirmam minha obsessão com o eterno retorno, como sentido yin-yang da realimentação, do embricamento vida-e-morte e da polaridade dos contrários: a coisa de o um dar o dois, o dois dar o três, e o três dar tudo”, complementa o ex-ministro da Cultura, em seu site.



João Donato é compositor, pianista e arranjador com atuação internacional desde o final da década de 40. Tem um estilo musical indecifrável por pesquisadores e especialistas e definido como “batida donatiana” por músicos da cena carioca do Rio a Nova Iorque. Suas composições, arranjos e seu piano de toque refinado estão presente em gravações do mundo inteiro. Seu elenco de parcerias contempla Tom Jobim, João Gilberto, Roberto Menescal, Bud Shank, Marcos Valle, Norman Gimbel, Carlos Lyra, Mongo Santamaria, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Cazuza, Joyce, Marcelo D2, Carlinhos Brown, Arnaldo Antunes Fernanda Takai, entre outros. Suas músicas já foram cantadas pelos maiores intérpretes brasileiros, como Gal Costa, Leny Andrade, Angela Rô Rô, Zizi Possi, Nara Leão, Emílio Santiago, João Bosco, Marisa Monte e Arnaldo Antunes.



Antonio Carlos Miguel



Jornalista especializado em música há 35 anos, os últimos 17 no jornal "O Globo". Autor do livro "Guia de MPB em CD" (Jorge Zahar Editor, 1999), é membro votante da Laras (Academia Latina de Música, que organiza o Grammy Latino) e do conselho do Prêmio de Música Brasileira.



Robertinho Silva



Um dos músicos brasileiros mais significativos das últimas décadas, a arte de Robertinho Silva é tocar bateria e percussão. Carioca e autodidata, descobriu a potencialidade da bateria ainda menino e teve influência dos principais bateristas do Samba Bossa Nova (Edson Machado, Milton Banana e Dom Um Romão) e dos bateristas de Jazz norte americanos (Art Blakey, Philly Jo Jones, Elvin Jones, Tony Willians e Max Roach). Destacou-se com o grupo “Som Imaginario” junto de Wagner Tiso e Luiz Alves. E desde o início de sua carreira, no final dos anos 60, até hoje, participa de gravações e concertos com grandes nomes da música nacional e internacional. Há 30 anos atua na banda de João Donato.



Luiz Alves



Trabalhou com Paulo Moura e Egberto Gismonti. Em 1970, formou, com Wagner Tiso, Robertinho Silva, Tavito, Laudir de Oliveira e Zé Rodrix, o grupo Som Imaginário, com o qual acompanhou Milton Nascimento, Elis Regina e Fafá de Belém. Com o grupo, gravou ao vivo o disco "Milagre dos peixes", com a Orquestra Sinfônica do Teatro Municipal de São Paulo. Em seguida, viajou para Los Angeles, onde atuou com Aírto Moreira, Hermeto Pascoal e George Duke, entre outros. Em 1978, participou do I Festival Internacional de Jazz de São Paulo e do Free Jazz Festival, ao lado de João Donato, com quem toca há 30 anos. Na década de 1980, atuou com Luis Eça e Robertinho Silva, formando O Triângulo. Ao longo de sua carreira, acompanhou, em shows e gravações, diversos artistas como Tom Jobim, Dori e Nana Caymmi, Gal Costa, Sivuca, Chico Buarque e Milton Nascimento, entre outros.


Ficha técnica



Direção Artística e mediação do talk show: Antônio Carlos Miguel
Piano e voz: João Donato
Bateria: Robertinho Silva
Contrabaixo: Luiz Alves

Serviço



Música: “João Donato: 60 anos de vida e obra”

Teatro da CAIXA
Endereço: Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro – Curitiba
Data: de 20 a 22 de agosto
Horários: Sexta e sábado 21h e domingo 19h
Ingressos: R$20 e R$10 (meia – conforme legislação e clientes CAIXA) e 20% de desconto para o Clube do Assinante Gazeta do Povo
Bilheteria:(41)2118-5111(de terça a sexta, das 12 às 19h, sábado e domingo, das 16 às 19h)
Classificação etária: Livre para todos os públicos

Lotação máxima do teatro: 125 lugares (02 para cadeirantes)

www.caixa.gov.br/caixacultural

O flautista Pierre Hamon em apresentação solo no Teatro da CAIXA





O músico é professor do tradicional Conservatório Nacional Superior de Música de Lyon, na França





Dentro da programação da Série Solo Música, o Teatro da CAIXA apresenta, no próximo dia 17, o flautista francês Pierre Hamon. O projeto, consagrado na capital paranaense, está na segunda temporada e apresenta mensalmente um concerto raro, com artistas solo tocando instrumentos variados.



Pierre Hamon, graduado em física, é apaixonado por música contemporânea, barroca e antiga e é autodidata em flauta doce. Seu fascínio pela música medieval o levou a tocar instrumentos como a gaita de foles, flautas duplas, flauta e tambor e seus equivalentes nas músicas tradicionais em todo o mundo. Estudou flauta e tambor com o catalão Carles Mas, a flauta dupla Satara Rajasthan com Langa Habib Khan e é discípulo do grande mestre indiano, Hariprasad Chaurasia, para estudos da música Hindustani e da flauta Bansuri.



Fez masterclasses com Frans Brüggen e Walter Van Hauwe. Integrou por quinze anos o Ensemble Gilles Binchois, dirigido por Dominique Vellard e foi membro do Lês Arts Florissants, de William Christie. Em 1997, se juntou como primeiro flautista ao Hesperion XX e Le Concert dês Nations, ambos dirigidos por Jordi Savall. O músico é professor do Conservatório Nacional Superior de Música de Lyon e realiza regularmente seminários e masterclasses na Schola Cantorum Basiliensis.



É fundador do Ensemble Allá Francesca, com Briggite Lesne, em 1989, grupo do qual é co-diretor e gravou para os selos Opus 111, Virgin Classics, Naíve, Jade e Zig-Zag Territories. Atuou e gravou com diversos grupos, entre os quais o Le Poeme Harmonique (Vincent Dumestre) e o II Seminário Musicale (Gerard Lesne). Possui em seus trabalhos dois CDs Solo: Lucente Stella (1995) e Hypnos (2009) e dois discos de música de câmara com Marc Mauillon e Vivibiancaluna Biffi.



Série Solo Música - Na primeira temporada da Série Solo Música, que aconteceu em 2009, se apresentaram nomes como Marlui Miranda (música indígena), Pereira da Viola (viola brasileira), Cristina Braga (harpa), Rodrigo Capistrano (saxofone) e Tracy Silverman (violino elétrico). Em 2010, já estiveram no palco da CAIXA Cultural Curitiba Toninho Ferragutti (acordeom), Luhli (voz e violão), o inglês Ravi Justin Freeman (kora e canto difônico), Alberto Marsicano (sitar), Fernando Deddos (eufônio) e Fernando Deghi (viola brasileira), dando sequência a diversidade e originalidade proposta pela Série.





Serviço



Série Solo Música – Pierre Hamon (flauta)

Local: Teatro da CAIXA

Endereço: Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro – Curitiba/PR

Data: 17 de agosto

Horários: terça 20h30

Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (meia – conforme legislação e clientes CAIXA) e 20% de desconto para o Clube do Assinante Gazeta do Povo

Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a quinta, das 12 às 19h, sexta, das 12 às 21h, sábados das 16 às 21h e domingo, das 16 às 19h)

Classificação etária: Livre para todos os públicos

Lotação máxima do teatro: 125 lugares (02 para cadeirantes)

www.caixa.gov.br/caixacultural

Teoria da história e história da educação de Sérgio Castanho


Teoria da história e história da educação

de Sérgio Castanho



Páginas: 110p.

O autor expõe na obra os conceitos de história-ciência, historiografia (metanarrativa historiográfica), teoria da história (discurso elaborado sobre a própria história) e filosofia da história são rigorosamente aclarados. Mas o tema principal é o da teoria da história. Em leituras marxianas e nas leituras do antiestruturalismo thompsoniano e do projeto social de Josep Fontana, Sérgio Castanho dá uma aula de teoria da história da educação.

AUTOR DO LIVRO

Sérgio Castanho nasceu em Campinas, SP, aos 21 de novembro de 1940. Fez seus estudos primários e secundários em Campinas, concluindo-os no Colégio Estadual Culto à Ciência. Graduou-se em ciências jurídicas e sociais pela Faculdade de Direito da então Universidade Católica de Campinas, hoje Pontifícia, onde também frequentou, sem o concluir, o curso de ciências sociais. Cumpriu os créditos completos do doutorado em sociologia pela Universidade de São Paulo (USP), sob orientação do antropólogo dr. Rui Coelho. É mestre e doutor em educação pelo Programa de Pós-Graduação da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Lecionou por muitos anos na PUC-Campinas, nas Faculdades Anchieta de Jundiaí e na UNIMEP de Piracicaba. Ao se desligar pela primeira vez da PUC-Campinas, fundou e dirigiu o Instituto Campineiro de Extensão Cultural, onde deu cursos de história e publicou História do Brasil, volume de circulação restrita. Desde 1995 é professor doutor na Faculdade de Educação da UNICAMP, na qual ingressou por concurso público de títulos e provas. Leciona história da educação nos cursos de graduação e pós-graduação (mestrado e doutorado) dessa instituição. É membro do Grupo de Estudos e Pesquisas HISTEDBR. Pertence aos quadros da Sociedade Brasileira de História da Educação. Exerceu os cargos de vice-presidente do Centro de Ciências, Letras e Artes e de diretor de sua revista. Jornalista, atuou profissionalmente na imprensa de Campinas e de São Paulo.

Cronista, escreveu e publicou mais de trezentas crônicas. Foi secretário municipal de Administração em 1973, presidente da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas em 1974, secretário municipal de Cultura em 1975 e coordenador-geral de Programas Administrativos da Prefeitura Municipal de Campinas em 1975-1976.

Disputou em 1976 o cargo de prefeito de Campinas. Tem extensa lista de publicações, incluindo livros, capítulos de livros, artigos em revistas científicas, resumos e trabalhos completos em anais de congressos nacionais e internacionais. Da produção mais recente, Castanho destaca os capítulos “O Império e as correntes do mar histórico” e “Reação ao declínio da consciência histórica”, publicados pela Autores Associados no volume Navegando pela história da educação brasileira: 20 anos de HISTEDBR, organizado por José Claudinei Lombardi e Dermeval Saviani. É membro do Instituto Histórico, Geográfico e Genealógico de Campinas, no qual ocupa a cadeira número 35, cujo patrono é Roland Corbisier, e da Academia Campinense de Letras, titular da cadeira número 31, que tem por patrono Plínio Barreto. Foi membro do Comitê Científico do Centro de Memória da UNICAMP no período 2002-2006. Ministrou palestras em simpósios, seminários, encontros e congressos, nacionais e internacionais, sobre temas na área da história da educação. É parecerista de instituições e publicações científicas nessa mesma área.


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