
Universidade cindida, universidade em conexão:
ensaios sobre democratização da universidade
de Claudia Mayorga (org.)
Coleção: Origem
O Programa Conexões de Saberes na UFMG é um programa de extensão universitária com caráter de ação afirmativa de permanência que atua para o fortalecimento do protagonismo acadêmico e político de estudantes de origem popular e negros, a partir de um debate acerca da democratização da universidade. Os três eixos de ação e reflexão do Programa consistem em: mapeamento de exclusão na UFMG, diálogo da Universidade com os movimentos sociais e o diálogo da Universidade com a escola pública - ensino fundamental e médio.
Como resultado dessa troca de saberes e fazeres entre os estudantes envolvidos no programa e os atores e territórios sócio-culturais onde se deram as intervenções sociais, políticas e pedagógicas; apresentamos o Livro Universidade cindida, universidade em conexão: ensaios sobre democratização da universidade composto de artigos escritos por coordenadores, bolsistas e colaboradores do Programa, que em suas reflexões acadêmicas cruzam suas experiências pessoais e sociais com o debate sobre a democratização da universidade e a importância da valorização dos saberes produzidos por comunidades e grupos sociais excluídos. Apontam caminhos e trazem novas questões para o debate nacional acerca das políticas de democratização do acesso à universidade pública, mas principalmente para o fundamental e às vezes sub-valorizado debate acerca das políticas de permanência.
O lançamento do presente livro que acontecerá no dia 31 de maio, segunda-feira , a partir das 19 horas, no Centro Cultural da UFMG (Av. Santos Dumont, 174, Belo Horizonte/MG).
O LIVRO
Propõe reflexões sobre a necessidade de democratização das universidades brasileiras. Para os autores, um dos principais componentes da crise da universidade é justamente seu caráter antidemocrático, seja no plano do acesso de estudantes, professores e demais profissionais, seja no plano da produção e divulgação de conhecimentos, seja, ainda, em sua cisão da sociedade abrangente. Daí a “universidade cindida”. A obra preenche várias lacunas sobre práticas universitárias brasileiras.
LANÇAMENTO DA
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Universidade cindida, universidade em conexão
terça-feira, 25 de maio de 2010
A ÚLTIMA IMPERATRIZ de Anchee Min
A ÚLTIMA IMPERATRIZ
de Anchee Min
Páginas:392
A trajetória de uma das mulheres mais odiadas da China continua a ser contada em A última imperatriz, de Anchee Min. Dessa vez, a autora de Imperatriz Orquídea mostra Tzu Hsi tendo que lidar com as intrigas do palácio enquanto governa um país em crise. Baseada em fatos e personagens reais, a obra é narrada em primeira pessoa e apresenta a protagonista como uma mulher sensível, que assume o poder relutantemente e faz inúmeros sacrifícios para proteger a quem ama e tentar salvar um império condenado à morte.
Para os chineses, o fim do século XIX foi uma época marcada por guerras e rebeliões, que culminaram no término da Dinastia Ch’ing. A única constante nesse período tumultuado foi o poder exercido por Tzu Hsi, a última imperatriz da Cidade Proibida. Com a morte do imperador Hsien Feng, ela assume o poder em nome de Tung Chi, filho dos dois e único herdeiro da Dinastia Ch’ing. Dessa forma, os leitores acompanham a transformação de uma jovem determinada, que conseguiu se tornar a concubina favorita do governante chinês, em uma sensata líder política, que comandou a China por mais de quatro décadas.
Além de conviver com uma série de intrigas políticas, Tzu Hsi se viu forçada a enfrentar, com um sorriso no rosto, homens e mulheres que lhe desejavam mal e, se pudessem, a matariam. Como se não bastassem os problemas trazidos pela ocupação do trono, a imperatriz teve uma grande perda na vida pessoal: a morte do filho, aos 19 anos, causada por uma doença venérea contraída com prostitutas. Como precisava de um outro herdeiro, ela adotou Tsai-t´ien, filho de uma de suas irmãs com o irmão mais novo de Hsien Feng. O jovem recebeu o nome imperial de Guang-hsu.
Quando Guang-hsu chegou à idade de assumir o poder, Tzu Hsi já sabia que ele era um fraco e seria necessário continuar no comando do governo, ainda que nos bastidores. Enquanto os leitores acompanham o modo de a imperatriz lidar com fatos históricos como a relação de amor e ódio com os japoneses, a Revolução Boxer e a perda de territórios como Taiwan, Coréia e Vietnam, Anchee Min desfaz a imagem de que Tzu Hsi seria uma assassina corrupta, cruel e com fome de poder.
A AUTORA
Anchee Min
Nascida em Xangai no ano de 1957, Anchee Min cresceu em meio à Revolução Cultural da China. Aos 17 anos, foi mandada para um trabalho coletivo no campo. Lá, foi recrutada por um caçador de talentos para o Estúdio de Cinema de Xangai, patrocinado pela primeira-dama Chiang Ching, sobre quem escreveria mais tarde em A construção de madame Mao. Ajudada pela atriz Joan Chen, Min imigrou para os Estados Unidos em 1984 e estudou no Instituto de Arte de Chicago. Red Azalear, seu livro de memórias, foi eleito o livro do ano pelo New York Times e teve os direitos de publicação vendidos para vinte países. Além de escritora, Min é fotógrafa, pintora e musicista. Atualmente, mora na Califórnia com o marido, Lloyd Lofthouse, e a filha, Lauryann.
LANÇAMENTO DA
Pela primeira vez no Ceará será apresentada uma sessão de teatro infantil com tradução audiovisual

Uma sessão especial gratuita de teatro infantil com serviço de tradução audiovisual (TAV) será encenada para 100 crianças deficientes audiovisuais, na próxima sexta-feira, 28, às 10h30, no cineteatro do Centro Cultural Banco do Nordeste-Fortaleza (rua Floriano Peixoto, 941 - 2º andar - Centro - fone: (85) 3464.3108).
Segundo a coordenadora de Programação Infantil e Artes Cênicas do CCBNB, Viviane Queiroz, trata-se de "uma iniciativa pioneira, haja vista que é a primeira vez que se apresenta uma sessão com audiodescrição (TAV) para teatro infantil no Ceará".
O espetáculo será a peça "A Vaca Lelé" - projeto de José Alves Netto apresentado pelo Grupo Bandeira das Artes, com texto de Ronaldo Ciambroni e direção de Ana Cristina Viana - que será assistida por crianças com deficiência visual do Instituto Hélio Góes, pertencente à Sociedade de Assistência aos Cegos, e da Escola de Ensino Fundamental Instituto de Cegos.
Há cinco anos encantando plateias
Apresentado aos domingos de maio (dias 2, 16 e 23) no CCBNB-Fortaleza, o espetáculo "A Vaca Lelé" está em cartaz há cinco anos, sempre encantando as plateias por onde passa, tendo sido contemplado com o Prêmio Eduardo Campos de Teatro, o Prêmio de Melhor Espetáculo Infantil do Festival de Teatro de Fortaleza e o Prêmio Balaio Destaques do Ano em sete categorias, incluindo Melhor Espetáculo Infantil. Do elenco participam Bruna Alves Leão, Davidson Caldas, Luís Carlos Pedrosa e Solange Teixeira.
O Grupo Bandeira das Artes, que encena "A Vaca Lelé", surgiu a partir da motivação de seus produtores - Bruna Alves Leão e Klístenes Braga - em levar o espetáculo para outras cidades da região Nordeste e investir em novas montagens para o teatro infantil, que tem a grande responsabilidade de iniciar os pequenos espectadores no universo do teatro, contribuindo para a formação de platéias e garantindo às crianças o direito de viverem suas fantasias.
Enredo da peça
No enredo da peça: Matilde, uma vaquinha que vivia fugindo do curral, era cheia de sonhos e curiosidades. Tinha sede de conhecer a vida e seus segredos. Consegue ampliar seus conhecimentos quando se torna amiga do velho espantalho, que tudo sabe e tudo vê. Matilde, a Vaca Lelé, como era chamada, tinha um objetivo: conseguir asas e voar.
Na história, cada personagem que a Matilde conhece é uma lição de vida. Aprende a cantar com a Cigarra, a ser simples e ter personalidade como o Pardal, a não ser incoveniente como a Mosca, a ter ambição vendo a Galinha tão acomodada, a brilhar como os Vagalumes, a ser forte como o Touro. Mas o que Matilde não sabia era que, para ter tanta facilidade, precisaria conhecer o outro lado da vida, o lado ruim das coisas. E Matilde acaba conhecendo o medo.
Audiodescrição e legendagem
O serviço de tradução audiovisual será realizado pelo LEAD, grupo de pesquisa em tradução audiovisual da Universidade Estadual do Ceará (UECE), que atua desde abril de 2008, promovendo acessibilidade audiovisual de deficientes visuais e surdos ao cinema, teatro e museus, entre outros, por meio da audiodescrição, da janela de LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) e da legendagem. O grupo é formado por mestrandos em Linguística Aplicada e graduandos em Letras da UECE, coordenados pela professora-doutora Vera Lúcia Santiago Araújo. O roteiro de audiodescrição é de Klístenes Braga e Bruna Alves Leão, e a narração de Klístenes Braga.
No momento, o Centro Cultural Banco do Nordeste está estudando a possibilidade de realizar periodicamente espetáculos com esse serviço de tradução audiovisual. O CCBNB-Fortaleza também desenvolve o programa Ouvir Dizer, cujo objetivo é apresentar leituras dramatizadas de textos de autores da literatura brasileira e universal, de forma a proporcionar ao público momentos de reflexão e fruição estética, incentivando ao aprofundamento de possíveis e posteriores leituras. O programa visa ainda ampliar a audioteca do BNB, com a gravação das leituras dramatizadas, disponibilizando tal acervo sonoro a deficientes visuais e a consulta de outros interessados.
Fundação recebe projeto do Centro Cultural do Bairro Novo

A Fundação Cultural de Curitiba já dispõe do projeto arquitetônico do Centro Cultural do Bairro Novo, uma das obras que estão no plano de governo da Prefeitura de Curitiba. O projeto foi elaborado pelo Ippuc (Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba), com base nas demandas da comunidade.
A construção de um centro cultural no Bairro Novo é uma reivindicação da comunidade local, manifestada durante as audiências públicas realizadas pela Prefeitura. “O espaço físico foi concebido depois uma reflexão sobre como o centro cultural deve funcionar, de forma a atender de fato as expectativas da população e a se inserir na política cultural proposta pelo município”, destaca Paulino Viapiana, presidente da Fundação Cultural de Curitiba.
A nova unidade será construída na Praça José Soares Grobe, na esquina das ruas Lupianópolis e Nova Esperança, no bairro Sítio Cercado. A área total da obra é de 2.600 m². O espaço terá um cine-teatro com aproximadamente 250 lugares, palco e camarim, uma sala de exposições de 180 m², estúdios de dança, música e artes plásticas, um centro de arte digital, lan-house, áreas de administração, sanitários, instalações de serviço e apoio. O local também terá uma Casa da Leitura e uma praça de eventos coberta que servirá para o desenvolvimento de atividades da comunidade.
Além do projeto de arquitetura, foram entregues os projetos complementares de estruturas de concreto e metal, hidráulico e de prevenção de incêndio, elétrico, acústico, luminotécnico, cenotécnico, entre outros. “É um ambiente pensado para integrar a produção local ou que poderá vir a ser produção local a partir dos cursos que normalmente ofertamos à comunidade”, comenta Beto Lanza, diretor de planejamento da FCC.
Para a elaboração do projeto, a Fundação Cultural tomou como base os dados apresentados na pesquisa que mapeou as manifestações culturais populares nos bairros de Curitiba, realizada pela equipe da Casa da Memória. A FCC também contou com a consultoria do professor Teixeira Coelho, da Universidade de São Paulo, um dos principais teóricos da questão cultural no Brasil. Depois de visitar a comunidade e reunir-se com os gestores culturais, Teixeira Coelho elaborou um estudo preliminar que serviu de base conceitual para o novo centro cultural.
A Regional do Bairro Novo é caracterizada pela diversidade de manifestações. Mais de 200 alunos freqüentam os cursos oferecidos pelo núcleo regional da Fundação Cultural em diferentes áreas. Na área de música, por exemplo, há grupos interessados em violino, violão, canto coral, viola caipira e bandas de garagem. Há um forte movimento de hip-hop e também atividades inspiradas na cultura popular. A região ainda guarda fortes traços da recente onda migratória vinda do interior do Paraná.
Atualmente, as aulas são acomodadas em espaços alternativos da comunidade – escolas, centros de atendimento social, sedes de associações de moradores e numa das unidades da Vila Tecnológica. Com o centro cultural, além da oferta de espaço físico adequado para os cursos e fomento do movimento cultural, haverá condições para atendimento de um número maior de alunos.
O cine-teatro será um dos diferenciais do centro cultural. A sala estará preparada e com os equipamentos necessários tanto para uso em espetáculos cênicos e musicais, como para projeção de filmes. O espaço também contará com um estúdio exclusivo para arte digital, com computadores e programas que atendem a demanda do público jovem.
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Fernanda Takai retorna à Curitiba em show homenageando Nara Leão

Sob direção artística de Nelson Motta, Fernanda Takai lançou em dezembro de 2007 seu primeiro trabalho solo, o disco “Onde brilhem os olhos seus”, com músicas que fizeram parte do repertório da saudosa cantora Nara Leão. É esse trabalho que ela apresenta em Curitiba neste domingo, dia 23, no Teatro SESI-CIETEP, às 19 horas.
Do repertório de Nara, entre outras, Fernanda Takai mostra “Luz Negra, de Nelson Cavaquinho e Irani Barros; “Lindonéia”, de Caetano Veloso e Gilberto Gil; “Com Açúcar, Com Afeto”, de Chico Buarque; e “Insensatez”, de Antônio Carlos Jobim e Vinícius de Moraes.
No show que apresenta neste domingo, além das músicas de Nara Leão, a cantora mineira inclui canções do seu novo trabalho, o CD/DVD, batizado de “Luz Negra”. São músicas que ela sempre quis interpretar, e com as quais tem ligações afetivas, como “There Must Be An Angel”, do Eurythmics; “Ordinary World”, do Duran; "Kobune", a versão japonesa para "O Barquinho", inspirada na banda Pizzicato Five; e “Ben”, de Michael Jackson.
Fernanda também canta “5 Discos”, dela e de John Ulhoa; “Você Já me Esqueceu”, de Fred Jorge; e “Sinhá Pureza”, que fez sucesso na voz de Eliana Pittman; entre outras. Dirigido por Eduardo Zunza e Daniel Veloso com produção musical de John Ulhoa, “Luz Negra” será lançado no final de julho.
No show “Luz Negra” Fernanda Takai é acompanhada pela banda composta por John Ulhoa (guitarra, violão e vocais), Lulu Camargo (teclados), Mariá Portugal (bateria, percussão e vocais) e Thiago Braga (baixo e violão).
Serviço: Show “Luz Negra”, de Fernanda Takai Data: 23/05, domingo Horário: 19 horas Local: Teatro SESI-CIETEP - Auditório Mário de Mari (Av. Comendador Franco, 1341 – Jardim Botânico) Ingressos: R$ 20,00 e R$ 10,00 (à venda nos quiosques do Disk Ingressos, nos shoppings Mueller, Estação e Total e pelo fone 3315-0808)
Exposição de fotos estreia hoje
A Face Fala, une fotografia e filosofia
A dupla de fotógrafas Mariana Durães Canet e Nikolle Koutsoukos Amadori estreia exposição fotográfica hoje, dia 24 de maio, com um coquetel a partir das 18h no piso L2 do Shopping Crystal Plaza.
Em A Face Fala, as jovens exploram a fotografia junto à filosofia com imagens captadas no sul e leste asiático. Resultado de um mês de viagem, no qual percorreram o Sri Lanka, o Camboja, o Laos e o Vietnã, a exposição conjuga imagem e texto, propondo a reflexão através das fotografias e de pensamentos filosóficos.
O layout conta com a participação da arquiteta Gisela Carnasciali Miró, que brinca com a participação do público no espaço. As fotografias de Mariana e Nikolle ficam em exposição até o dia 6 de junho.
Em tempo:
Exposição A Face Fala
Mariana Durães Canet e Nikolle Koutsoukos Amadori
24 de maio a 06 de junho
Piso L2, Shopping Crystal Plaza
Concurso fotográfico nacional sobre a cultura nordestina
Concurso fotográfico Um Olhar sobre a Cultura Popular Nordestina vai revelar novos talentos da fotografia. As 20 melhores fotografias serão premiadas com valores em dinheiro, num total de R$4.900.
A segunda edição do concurso fotográfico Um Olhar sobre a Cultura Popular Nordestina tem inscrições gratuitas abertas até o próximo dia 10 de julho. O concurso é aberto à participação da população em geral, maior de idade e residente no país, desde fotógrafos profissionais e amadores a pessoas que tenham interesse na arte de fotografar. O regulamento do concurso com todas as informações estará disponível no site www.olharcultural.com
O principal objetivo é valorizar a cultura popular da região Nordeste através dos olhos das pessoas no espaço em que elas vivem. A cultura nordestina é caracterizada pela riqueza de suas crenças, musicalidade, história e culinária, que constitui o rico patrimônio cultural do povo do Nordeste. Os participantes deverão focalizar essas características através das lentes de suas câmeras, despertando o olhar e o interesse pela cultura popular nordestina e suas manifestações.
Para participar do concurso o candidato deve enviar, no máximo, três fotografias medindo 20x30cm em papel fotográfico fosco para o seguinte endereço: Concurso Fotográfico "Um Olhar sobre a Cultura Popular Nordestina" - Caixa Postal 1653, CEP 59078-970 - Natal (RN). As fotografias deverão ser enviadas, obrigatoriamente, com etiquetas informando: nome do fotógrafo, local, data e título da foto, preenchidas e coladas no verso das mesmas.
Para as inscrições será levada em conta a data do carimbo postal dos Correios, por carta registrada. Não serão aceitas fotografias no formato digital, enviadas por CD ou outro dispositivo de armazenamento similar.
Premiação - Os prêmios serão concedidos aos 10 primeiros colocados. A novidade desta edição é que a comissão julgadora concederá também 10 menções honrosas, e os fotógrafos selecionados receberão, além do certificado, um prêmio em dinheiro no valor de R$100, cada. No total, as 20 melhores fotografias serão premiadas com valores em dinheiro num total de R$4.900.
As 20 fotos selecionadas serão transformadas em cartões postais e distribuídas de forma gratuita. Faz parte da premiação também a realização de uma mostra virtual no site do concurso e uma Mostra itinerante que percorrerá os Centros Culturais do BNB. Além disso, as fotografias serão distribuídas de forma gratuita através de cartões postais que difundirão as imagens selecionadas.
Viver Espanha- Barcelona
Nesta segunda-feira, dia 24 de maio, de 19h30 às 21h30, o Instituto Cervantes de Belo Horizonte realiza o evento gratuito “Viver Espanha- Barcelona”. Durante o encontro, convidados irão falar sobre a cultura espanhola. Uma das palestrantes é Carolina Braga, doutoranda em Comunicação em Novas Linguagens pela Universidade de Barcelona e pós-graduada em crítica de cinema e música pop pela Universidade Rámon Llull de Barcelona. Ela também é locutora e editora de Cultura da Rádio Guarani FM. O outro palestrante é o advogado Ronaldo Chiaretti Bassalo, representante da Porto a Porto Importação em Minas Gerais.
Após as palestras, haverá degustação de vinhos. A entrada é franca. Os convidados devem confirmar presença e retirar os convites no Instituto Cervantes, que está localizado na Praça Milton Campos, 16, 2º andar, bairro Serra. Informações: (31)3789-1600.




