terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

ARANHA DAILILI


ARANHA DAILILI
Texto: Luciana Savaget
Ilustrações: Patrícia Melo

44 cores . 32 pag .

Com linguagem muito simples, própria de crianças começando a descobrir o mundo das palavras, Luciana Savaget nos apresenta Dailili, uma aranha que se diverte tanto quanto criança que se diverte folheando seu primeiro livro, ou mexendo em seu primeiro brinquedo. Dailili salta, rebola, desliza. E nesse mexe remexe desengonçado, ela troca as pernas, desenhando letras que vão formar uma palavra bonita, bonita, feito poesia a encostar no céu. Por vezes, Dalili parece criança aprendendo a andar, desejando que o mundo se encha da melhor coisa que se pode querer de um mundo humanizado.

UM LANÇAMENTO

No prelo

Política econômica e sustentabilidade ambiental são temas do 1º volume da Coleção 2003-2010

O Brasil em transformação


Será lançado no 4º Congresso do PT o livro A nova política econômica/A sustentabilidade ambiental, primeiro volume da coleção 2003-2010 O Brasil em transformação.

A obra é baseada em debates e depoimentos organizados e colhidos pela Fundação Perseu Abramo em 2009 e nos primeiros dias de 2010. A coleção terá ainda volumes dedicados às diversas políticas sociais, ao papel do Estado e das empresas estatais, à infraestrutura do país, às instituições de justiça e segurança, ao quadro da democracia brasileira, aos direitos humanos e à promoção da cidadania, e à política externa.

Este primeiro volume reúne cinco capítulos ("Um novo modelo econômico em construção", "A crise econômica mundial e as respostas do Brasil", "Preservar o planeta, mudar o modelo de desenvolvimento", "Outros grandes problemas herdados", "Desafios a vencer") e contribuições de diversos gestores, intelectuais e dirigentes do movimento social como Tânia Bacelar, Nelson Barbosa, Aloizio Mercadante, Saturnino Braga, Guilherme Cassel, Luiz Pinguelli Rosa, Marina Silva, Ricardo Amorim, Carlos Minc, Hamilton Pereira, Júlio Miragaya, Artur Henrique, Amir Khair, Ladislau Dowbor, Ermínia Maricato, Carlos Minc, Gilney Viana, Marcos Montenegro, Sérgio Rosa, José Machado e Júlio Barbosa.

O Brasil entre o passado e o futuro

Também está previsto o lançamento no 4º Congresso do PT do livro O Brasil entre o passado e o futuro, organizado por Marco Aurélio Garcia e Emir Sader.

Entre os temas tratados estão a participação social na definição das políticas públicas, por Luiz Dulci; a construção de um novo projeto de sociedade, por Márcio Pochmann; o Brasil de Getúlio a Lula, por Emir Sader; o protagonismo do país no mundo, por Marco Aurélio Garcia; a política econômica, crescimento e distribuição de renda, por Nelson Barbosa e José Antonio Pereira de Souza; e uma crônica de Jorge Mattoso ("País já pode olhar para frente"). Haverá ainda um artigo de Dilma Rousseff.

Lançamentos






AS CHEFIAS AVASSALADORAS

Assédio moral ou violência moral no trabalho não é um fenômeno novo. Pode-se dizer que ele é tão antigo quanto o trabalho.

A novidade reside na intensificação, gravidade, amplitude e banalização do fenômeno e na abordagem que tenta estabelecer o nexo-causal com a organização do trabalho e tratá-lo como não inerente ao trabalho. A reflexão e o debate sobre o tema são recentes no Brasil, tendo ganhado força após a divulgação da pesquisa brasileira realizada por Dra. Margarida Barreto. Tema da sua dissertação de Mestrado em Psicologia Social, foi defendida em 22 de maio de 2000 na PUC/ SP, sob o título "Uma jornada de humilhações".

A primeira matéria sobre a pesquisa brasileira saiu na Folha de São Paulo, no dia 25 de novembro de 2000, na coluna de Mônica Bérgamo. Desde então o tema tem tido presença constante nos jornais, revistas, rádio e televisão, em todo país. O assunto vem sendo discutido amplamente pela sociedade, em particular no movimento sindical e no âmbito do legislativo.

Em agosto do mesmo ano, foi publicado no Brasil o livro de Marie France Hirigoyen "Harcèlement Moral: la violence perverse au quotidien". O livro foi traduzido pela Editora Bertrand Brasil, com o título Assédio moral: a violência perversa no cotidiano.

Atualmente existem mais de 80 projetos de lei em diferentes municípios do país. Vários projetos já foram aprovados e, entre eles, destacamos: São Paulo, Natal, Guarulhos, Iracemápolis, Bauru, Jaboticabal, Cascavel, Sidrolândia, Reserva do Iguaçu, Guararema, Campinas, entre outros. No âmbito estadual, o Rio de Janeiro, que, desde maio de 2002, condena esta prática. Existem projetos em tramitação nos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Paraná, Bahia, entre outros. No âmbito federal, há propostas de alteração do Código Penal e outros projetos de lei.


O LIVRO

AS CHEFIAS AVASSALADORAS

de JORGE DIAS SOUZA

Páginas: 192

O sofrimento e terror que o assédio moral traz aos subordinados de chefes que são tiranos estão retratados nesta obra de forma objetiva e clara, incluindo casos reais do mais puro humor negro. Chefes avassaladores destroem diariamente a motivação, a felicidade, a criatividade e a inovação dos seus colaboradores, semeando diariamente o pânico e trazendo prejuízos irreversíveis à imagem de suas organizações. Entenda o perfil desses algozes, saiba o que fazer para lidar com essa situação devastadora e prepare-se para acabar de vez com esses “loucos varridos” ainda de plantão em muitas empresas.


O AUTOR

Jorge Dias Souza é jornalista, administrador e dramaturgo. Atua em cargos gerenciais desde os 22 anos de idade, e desde os 33 em cargos de direção. É membro da American Society for Training and Development (ASTD), e frequentador de seus congressos internacionais desde 1989. Foi professor universitário e consultor de empresas e entidades. Ao longo de sua carreira, recebeu 10 prêmios por seus trabalhos ligados a Responsabilidade Social, Recursos Humanos e Cidadania.

saiba mais em http://www.assediomoral.org/



UM LANÇAMENTO

Editora começa 2010 com lançamentos

Brasil & China em debate - Resultado de seminários internacionais realizados em São Paulo (2008) e em Beijing (2009), o livro reúne os textos apresentados pelos expositores nos dois eventos.

Sobre a China são levantados temas como a estrutura política e o funcionamento do Estado, a configuração das classes sociais e o enfrentamento das desigualdades, e as caracteristicas da economia socialista de mercado, abrangendo a relação entre Estado e capital privado.

Sobre o Brasil, o livro trata de temas como a influência do neoliberalismo sobre a agenda nacional; o socialismo petista; a estrutura partidária e as perspectivas de 2010; a teoria e a prática do governo Lula; e o impacto da crise internacional.

O livro será lançado durante o "III Seminário Brasil-China: propostas para uma nova ordem internacional", e estará à venda na loja virtual da EFPA e também nas principais livrarias.



Guia dos Direitos Sociais – A igualdade social e as diferenças entre a esquerda e os neoliberais, de José Prata Araújo - O livro debruça-se sobre os direitos sociais integrantes da Constituição de 1988 e estará em breve à venda na loja virtual da EFPA. Na segunda quinzena de fevereiro, poderá ser encontrado nas principais livrarias.





Revista Perseu - História, Memória e Política nº 4: A publicação traz o dossiê "Mundos do Trabalho: Permanências e rupturas", além de artigos sobre a representação democrática na crise econômica, a trajetória das mulheres no PT, a União artística, entre outros. A obra estará em breve à venda em livrarias e na loja virtual da EFPA.





Lançamentos






Orquestra À Base de Corda abre vaga para músicos bolsistas

Estão abertas, até o dia 08 de fevereiro, as inscrições para seleção de dois músicos bolsistas para a Orquestra À Base de Corda, do Conservatório de MPB. As vagas são para bandolim e viola caipira.

Os candidatos devem possuir experiência comprovada na área de música popular e serão submetidos à avaliação de uma banca composta por profissionais de renome. Os testes ocorrerão no dia 11 de fevereiro de 2010, entre 9h e 13h.

As inscrições para os testes seletivos deverão ser feitas diretamente no Conservatório de MPB - Rua Mateus Leme, 66, no horário das 9h às 12h e das 14h às 18h. O candidato deverá apresentar, no ato de inscrição: fotocópia legível, frente e verso do documento de identidade; cópia de comprovante de conta bancária; requerimento de inscrição; currículo e documentos comprobatórios acondicionados em envelope lacrado, com identificação do candidato na parte externa. Serão aceitos como documentos comprobatórios cartas em papel timbrado, encartes de CD, programas de shows, cartazes, folders, informativos e matérias jornalísticas (originais ou fotocópias).

Os testes serão realizados em três etapas: Análise de Currículo; Prova de Leitura, em que o candidato deverá executar à primeira vista uma leitura melódica e leitura de cifra, e Prova Prática. Para o teste de bandolim, o candidato deverá executar duas peças: “Desvairada” (Garoto), e uma peça de livre escolha (arranjo para bandolim solo) do universo da MPB, dentre os gêneros samba, bossa-nova, choro, baião, frevo, entre outros.

Para o teste de viola caipira a peça a ser executada é “Araponga Isprivitada” (Roberto Corrêa), além de uma de livre escolha (arranjo para viola caipira solo). As partituras das peças da prova prática estarão disponíveis no Conservatório durante o período de inscrição. Para ambas as vagas serão avaliados domínio técnico, conhecimento dos estilos de MPB e seu vocabulário e senso rítmico e interpretativo.

Serviço:

Teste seletivo para músico bolsista da Orquestra À Base de Corda.

Inscrições: De 11 de janeiro a 08 de fevereiro de 2010, das 9h às 12h e das 14h às 18h.

Local: Conservatório de MPB - Rua Mateus Leme, 66 – Centro.

Mais informações (41) 3321-2855 ou (41) 3321-3208 com América ou Afonso.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Os filhos de Sócrates


Os filhos de Sócrates

(Les Enfants de Socrate : filiation intellectuelle et transmission du savoir, XVIIe-XXIesiècle)

de Françoise Waquet


322 páginas


Mestre e discípulo. Essas palavras ainda têm sentido atualmente, quando numerosas desmitificações modificaram a economia tradicional dos conhecimentos e afetaram várias crenças que, durante muito tempo, deram base à civilização ocidental?

Percorrendo livremente o período entre o século XVII e os dias atuais, este livro revela, ao longo de relatos, rituais e práticas, a profundidade de sentido que essas palavras simples contêm.

Exemplos multidisciplinares reconstituem a variedade das figuras magistrais cujos arquétipos são Sócrates e a imagem do pai. Eles traduzem a diversidade e a complexidade de uma relação fundada no poder e no afeto, desvelando “um laço da alma”, quando não se trata de uma filiação.

Essa relação pessoal aparece, no contraste das instituições com os livros, como o modo por excelência da transmissão do verdadeiro saber: aquele que ocorre ouvindo o mestre falar e o vendo trabalhar; aquele que não se paga, mas se doa. Uma relação ambivalente, que pode estagnar os conhecimentos numa forma ortodoxa e produzir clones ou, ao contrário, unir positivamente a tradição à originalidade para gerar novos mestres que continuarão a longa cadeia do saber.

“O poder do mestre é exercido primeiramente ao introduzir o discípulo na área, apresentando-o, naturalmente, por perspectiva elogiosa. Pode-se fazer isso oralmente, mas também com uma carta de recomendação relacionando realizações. Os exemplos a respeito são muitos; (...).

Benedetto Bacchinise empenhou em tornar Muratori conhecido: ele apresentou seu primeiro livro(1697) em seu Giornale de’ letterati; quando foi a Roma em 1705, ele aproveitou para elogiar seu discípulo aos grandes eruditos da Cúria. (...)


Em Os filhos de Sócrates, Waquet analisa com sabedoria as características da relação entre o mestre e seu discípulo, mostrando como o domínio institucional e intelectual do docente conduz o aluno por toda sua vida.

Françoise Waquet é Diretora de Pesquisa do CNRS (Centro Nacional de Pesquisas Científicas da França).Dentre seus livros estão Le Latin ou l’empire d’un signe, 1998 (Prêmio Augustin Thierry, 1999), e Parler comme un livre, 2003.

um lançamento da




Jornalistas acreditam que blogs podem pautar a imprensa

Notícias exclusivas e assuntos diferenciados postados em blogs podem pautar a grande imprensa.

É o que os jornalistas reunidos no painel "Jornalismo na rede", na Campus Party, acreditam. Um exemplo é o PEbodycount, blog sobre segurança público, mantido pelo jornalista Eduardo Machado e sua equipe, que retrata os índices de violência em Pernambuco. A página já chegou a pautar veículos e programas como Le Monde, Los Angeles Times, Profissão Repórter e Fantástico.

O blog apresenta números de homicídios e detalhes dos crimes que são atualizados diariamente. "A força disso é que quando o governo dizia que tinha tido um dia tranquilo, ou que a violência estava diminuindo, nós tínhamos esses dados para confrontar”, explica Machado.

O jornalista, que também é repórter do Jornal do Commercio de Pernambuco, conta que já rebateu uma informação oficial, de que uma das mortes registradas no estado teria sido causada por um atropelamento, saindo assim dos índices de criminalidade. Na realidade, os dados do blog, obtidos por fontes confiáveis, afirmavam que a pessoa havia sido morta a tiros. Para confrontar a informação oficial, os blogueiros postaram o texto “Atropelado por três tiros”, que gerou grande repercussão.

Para manter o blog, Machado conta com mais três profissionais na equipe e apoio da Associação do Ministério Público de Pernambuco (AMPE), que oferece R$ 1,5 mil de orçamento mensal para a manutenção da página.

Caminhos alternativos
Sem encontrar espaço nos grandes veículos ou patrocínio, muitos jornalistas optam por criar páginas independentes, como é o caso de Paulo Fehlauer, do blog garapa.org, coletivo multimídia, e André Deak, que mantém, ao lado de outros profissionais, o Haiti.org.br. No caso do portal sobre o Haiti, que é atualizado com informações gerais sobre o país, os jornalistas pretendem levantar uma verba para viajarem até o Haiti para cobrir o país de perto. Outra ideia é uma exposição com o trabalho dos principais fotógrafos que atuaram no Haiti.

Em todas essas investidas, os jornalistas não sabiam se teriam algum retorno ou não. “Nós sempre fizemos as coisas sem saber qual seria o retorno financeiro disso”, diz Fehlauer.

Nos blogs e sites alternativos, os profissionais acreditam que conseguem fazer o tipo de jornalismo que pretendem e investir nas reportagens multimídias, um grande diferencial. Deak só não entende porque os veículos brasileiros se afastam desse tipo de trabalho. “Os jornais do Brasil não valorizam a reportagem multimídia. É uma cegueira dos chefes de redação”.

Apesar de concordarem que o bom jornalismo custa caro, os profissionais criticam a cobrança de conteúdo na web. “Cobrar pelo conteúdo na internet é a vanguarda do atraso”, contesta Deak.

Exercício do jornalismo
Para exercer a profissão de jornalista, os palestrantes defenderam o fim da obrigatoriedade do diploma. Para eles, a faculdade é importante, mas não deve ser uma exigência para fazer jornalismo.

“Os melhores sites de economia são feitos por economistas. A faculdade é importante, mas é como no caso de publicidade, que é um curso aberto”, defendeu Marcelo Soares, jornalista profissional que escreve para o blog E você com isso?, da MTV.

Deak também é da mesma opinião. ”Os blogs nos mostraram que existe vida inteligente fora das redações”.

Maurício Stycer concorda e compara o trabalho de um blogueiro a de um jornalista. “Existem coisas que valem para qualquer mídia, como a apuração. São os princípios do bom jornalismo. A ideia do blog como ferramenta jornalística tem me fascinado”, declara.

Torneio da FPA ajudará a definir seleção brasileira de atletismo

leia em

Síntese da Essência – Não Show de André Abujamra


Síntese da Essência – Não Show de André Abujamra na CAIXA Cultural Curitiba

Show expõe o lado intimista do artista

O Teatro da CAIXA em Curitiba apresenta “Síntese da Essência – Não Show de André Abujamra”. Como o próprio nome diz, o show apresenta a essência da “poesiamusica” de André Abujamra e expõe as facetas realistas das suas obras. Ao lado de André, se apresentam João Egashira, Melina Mulazani e Ary Giordani.

Diferente das apresentações tecnológicas comuns do artista, este show é intimista e delicado, buscando o contato direto com o público em uma atmosfera descontraída. Esta apresentação “é uma nova abordagem do meu trabalho, para mostrar as minhas canções sem muito barulho tecnológico” afirma Abujamra, que lança um novo disco em abril.



O objetivo é alcançar a cumplicidade nas mais diversas esferas: o contato dos espectadores com a obra e a interação entre os próprios espectadores. André nomina o trabalho como “não show” justamente pela criação deste espaço de conversa, de troca com o público, que se deleita com as letras, a poesia e a interpretação das canções. Um show onde o público se sente aconchegado pelas conversas e historias de cada canção, canta junto, conversa com o autor, ou seja, participa.

O repertório apresenta uma coletânea de composições de André, passeando por seus principais trabalhos, como Karnak, Os Mulheres Negras e seus álbuns solo. Com arranjos criados especialmente para a formação (guitarra, percussão, violão e acordeon), o show possibilita ao espectador apreciar sonoridades bastante diversas aos outros trabalhos de Abujamra, além das interpretações, que despertam o público para a imaginação, os risos, pensamentos e reflexões.

Sobre André Abujamra

André Cibelli Abujamra é cantor, compositor, multinstrumentista, produtor e ator. A carreira artística, herdada de seu pai - o ator Antônio Abujamra –, iniciou com a banda Os Mulheres Negras. Criada em conjunto com Maurício Pereira nos anos 80, a banda produzia música pop experimental com instrumentos eletrônicos. Participou da banda Karnak e hoje atua em carreira solo.

Além da música, André assina mais de 40 trilhas de filmes brasileiros e já fez diversas participações no cinema nacional, como: Sábado (1995), Boleiros – Era Uma vez o Futebol (1998), Durval Discos (2002), Como Fazer um Filme de amor (2004) e É Proibido Fumar (2009).


Ficha Técnica Músicos: André Abujamra, Melina Mulazani, João Egashira e Ary Giordani. Produção: Greice Barros (Núcleo Produções) Serviço: Música: Síntese da Essência – Não Show de André Abujamra Local: Teatro da CAIXA Endereço: Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro – Curitiba/PR Data: de 05 a 07 de fevereiro Horários: sexta e sábado 21h e domingo 19h Ingressos: R$ 10,00 e R$ 5,00 Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sexta, das 12 às 19h, sábado e domingo, das 16 às 19h) Classificação etária: Livre para todos os públicos Lotação máxima do teatro: 125 lugares (02 para cadeirantes) www.caixa.gov.br/caixacultural

Sri Chaitanya Mahaprabhu ki jay!


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