terça-feira, 24 de novembro de 2009

É HOJE ! para ficar com vontade de (re)ler Os Sertões

A TERCEIRO NOME está lançando Euclidianos e conselheiristas, um delicioso livro sobre Os Sertões, organizado por Walnice Nogueira Galvão, que desperta a vontade de (re)ler a obra magistral de Euclides da Cunha. Esperamos que gostem!

Lançamento nesta próxima terça-feira, a partir das 19 horas, na Livraria da Vila da al. Lorena (São Paulo), com bate-papo com Walnice Nogueira Galvão.


Dupla de violonistas chilenos se apresenta em BH em evento gratuito


Músicos apresentam música erudita chilena e latinoamericana para violão, no dia 28 novembro, no Museu Histórico Abílio Barreto

A dupla Orellana&Orlandini, integrada pelos renomados músicos chilenos Romilio Orellana e Luis Orlandini, vai apresentar canções clássicas para violão, em evento aberto ao público. A apresentação faz parte do Guitarríssimo, projeto idealizado pelo Instituto Cervantes que traz mensalmente a capital mineira renomados violonistas internacionais, oriundos de países que falam a língua espanhola. O projeto Guitarríssimo teve início no Brasil em 2007, no Instituto Cervantes de São Paulo. Na língua espanhola, guitarra significa violão.

Com vasta experiência internacional e reconhecidos por sua excelência e qualidade artística, o dueto de concertistas irá interpretar composições eruditas chilenas e latinoamericanas. Eles já se apresentaram nos mais importantes salões de concerto do Chile e do exterior. Em 2008, Romilio e Luis realizaram, com grande êxito, uma turnê internacional pelas principais cidades europeias, como Berna, Londres, Paris, Berlim e Madrid. Além de se apresentarem como dupla de violonistas, os músicos também já fizeram participações como solistas em orquestras.

Desde 2005, a dupla Orellana&Orlandini realiza um projeto chamado “Dois Violões para o Bicentenário”, no qual desenvolvem uma série de atividades como concertos, encomendas de novas obras a compositores, gravações e intercâmbios com os países irmãos do Bicentenário: Argentina, Colômbia e México.

Os músicos já apresentaram obras compostas especialmente para a dupla, assinadas pelos compositores chilenos Juan Antonio Sánchez, Javier Farías y Oscar Ohlsen. Em 2008, como uma forma de contribuição ao valioso trabalho de criação musical chilena e latinoamericana para a dupla, os músicos finalizaram seu primeiro CD, chamado “Dúo Orellana&Orlandini, Obras de Compositores Latinoamericanos”.

Esta edição do Guitarríssimo está sendo realizada em parceria com o Museu Histórico Abílio Barreto, que viabiliza o espaço para as apresentações que fazem parte do projeto. A próxima apresentação também acontecerá no museu, no dia 14 de dezembro, e contará com a participação do violonista argentino Víctor Pellegrini.

Romilio Orellana

Aclamado intérprete de violão clássico chileno, Romilio Orellana nasceu em Santiago e realizou estudos musicais na Faculdade de Artes da Universidade do Chile. Foi premiado em importantes concursos internacionais de violão, no Chile e no exterior. Desenvolveu uma destacável trajetória como solista e músico de câmara, tocando em mais de 20 países.

Luis Orlandini

Também nascido em Santiago, Luis Orlandini estudou na Faculdade de Artes da Universidade do Chile. Além de ser concertista, também é professor na faculdade de artes da universidade onde estudou e na Pontifícia Universidade Católica do Chile. Após ganhar seu primeiro prêmio em Munique, no ano de 1989, Orlandini desenvolveu uma carreira internacional atuando em importantes salões de vários países.

Serviço

Orellana&Orlandini

Data: Dia 28 de novembro, sábado

Horário: 20 horas

Local: Museu Abílio Barreto - Avenida Prudente de Morais, 202, Cidade Jardim

Informações: Secretaria do Instituto Cervantes, (31) 3789-1600

Entrada Franca

Diretor da Oficina vence prêmio Bravo de música erudita


O CD “Neukomm no Brasil” é uma parceria do regente Ricardo Kanji, diretor de Música Antiga da Oficina de Música 2010, com a cravista Rosana Lanzelotte, que já ministrou aulas de cravo em oficinas anteriores.

“Neukomm no Brasil”, da gravadora Biscoito Fino, que recebeu da Revista Bravo! o prêmio de melhor CD de música erudita de 2009, traz a marca de dois nomes importantes no cenário nacional e que estão ligados à Oficina de Música de Curitiba. O flautista Ricardo Kanji, diretor de Música Antiga da Oficina e a cravista Rosana Lanzelotte, que já ministrou aulas de cravo em oficinas anteriores, interpretam no CD composições de Sigismund Neukomm (1778 – 1858), o aluno predileto de Haydn, quase um desconhecido, apesar da qualidade de sua música e do sucesso de que desfrutava na época.

O primeiro CD/DVD erudito brasileiro com som surround é resultado de uma pesquisa de cinco anos, realizada em bibliotecas européias pela cravista Rosana Lanzelotte, que executa as obras ao pianoforte, em duo com a flauta clássica de madeira do concertista e regente Ricardo Kanji. A diferença mais acentuada entre os timbres agudos e graves do instrumento antigo faz a música soar mais autêntica.

“É um resgate da história, da linguagem pré-romântica, rica em certas harmonias dissonantes desse período que vai do final do século XVIII até meados do XIX”, explica Kanji, músico que se especializou na interpretação do barroca e clássico ao longo dos 25 anos de sua estada na Holanda, onde foi professor no renomado Conservatório Real de Haia, de 1973 a1995. Foi também diretor artístico da orquestra Concerto Amsterdam de 1991 a 1996 e é membro da Orquestra do Século XVIII, dirigida por Frans Brüggen, desde sua fundação em 1980.

Desde seu retorno ao Brasil, em 1995, Ricardo Kanji tem atuado no meio musical brasileiro como concertista, regente, professor e luthier. Como regente, apresentou-se com orquestras e coros de renome por todo o país. Criou, em 1997, o Coro e Orquestra Vox Brasiliensis, conjunto com o qual se dedicou, como diretor artístico, ao projeto História da Música Brasileira, que resgatou, com uma série de programas de televisão e CDs, a rica e desconhecida produção musical brasileira. Por esse trabalho foi premiado como o melhor regente de 1999 pela APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte).Tem difundido a música colonial brasileira no Brasil e na Europa, como regente convidado na Holanda, Bélgica, Portugal, França e Polônia.
Em novembro de 2006 dirigiu a ópera Don Pasquale, de Donizetti, na Holanda, Bélgica e Polônia, numa produção do Teatro de Ópera de Cracóvia. Esta produção foi repetida na Europa em novembro de 2008.

O prêmio de melhor CD erudito de 2009, concedido pela Revista Bravo!, que todo ano escolhe os melhores da cultura, acrescenta ao currículo de Ricardo Kanji mais um trabalho de puro refinamento, ao revelar o talento do compositor austríaco, responsável por inaugurar a prática que se tornou uma marca registrada da produção musical brasileira: a mistura de gêneros clássicos e populares. Neukomm inspirou-se na modinha “A Melancolia” , de Joaquim Manoel da Câmara para escrever “L’Amoureux”, e em um lundu para compor “O Amor Brasileiro”.

Lançamento: As centenárias e Maria do Caritó




A Editora Terceiro Nome e o Espaço dos Fofos
convidam para o lançamento do livro


As Centenárias & Maria do Caritó

de Newton Moreno


Sábado, 5 de dezembro, das 18h às 21h

Espaço dos Fofos
Rua Adoniran Barbosa 151, Bela Vista, São Paulo

Após o lançamento o Espaço dos Fofos seguirá sua programação normal, apresentando a peça Arrufos, com o Grupo XIX de Teatro

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UM LANÇAMENTO




Júri divulga finalistas do Prêmio UFF de Literatura 2009

Saiu a lista dos textos selecionados pelo 3º Prêmio UFF de Literatura – poesia, crônica e conto, que, este ano, homenageia a França. O resultado final, com o anúncio dos três primeiros lugares de cada categoria – que ganharão o Troféu Itapuca – acontecerá em 17 de dezembro, às 19h, em cerimônia no Teatro da UFF, em Niterói. As obras integrarão uma antologia a ser lançada pela Editora da Universidade Federal Fluminense, com o patrocínio da Imprensa Oficial do Estado do Rio de Janeiro, da Fundação Euclides da Cunha e da Pró-Reitoria de Extensão da UFF. O livro apresentará 20 trabalhos de cada categoria, com o tema “Um dia, uma noite... Paris”. Mais informações em: www.editora.uff.br.

Confira os autores finalistas:

POESIA

Alba Helena Corrêa

Alfredo Dolcino Motta

Carlos Pessoa Rosa

Cris Dakinis

Douglas Siviotti de Alcantara

Eduardo de Paula Nascimento

Gabriella Mendes

Geraldo Trombin

Giselda Penteado Di Guglielmo

Lidiane de Oliveira Corrêa

Lilian Porto

Luciano Machado Tomaz

Manoel Theodorico Silva Rocha

Maria Apparecida Coquemala

Patrícia Borde

Poliane Andrade de Oliveira

Rafael Alves Clodomiro

Silvia Regina de Oliveira

Simone Pedersen

Tiago Alves de Oliveira

CRÔNICAS

Alfredo Dolcino Motta

Benito Petraglia

Carlos Benites de Azevedo

Carlos Pessoa Rosa

Charlene dos Santos França

Jane Rodrigues dos Santos

Lucas Calil Guimarães Silva

Marco Antonio Sloboda Cortez

Maria Apparecida Coquemala

Maria Elisa Souto Bessa

Maria Moura Baptista

Pedro Franco

Rachel Louzada Bastos

Raimundo Nonato Albuquerque Silveira

Roberto Bousquet Paschoalino

Roberto Klotz

Roque Aloisio Weschenfelder

Tatiana Alves

Thiago Luz

Vicentônio Regis do Nascimento Silva

CONTOS

André Salviano

André Kondo

Benito Petraglia

Carlos Benites de Azevedo

Carlos Pessoa Rosa

Eduardo de Paula Nascimento

Eduardo Reginato

Gabriella Mendes

Henrique Bon

Jean Marcel Silveira Gomes

Marcos Tavares Prates

Maria Apparecida Coquemala

Maria Eduarda Ramos Mesquita de Sant'Anna Chagas

Nilson de Carvalho Lattari

Polyana de Almeida Ramos

Roberta da Costa de Souza

Roberto Klotz

Severino Rodrigues

Simone Pedersen

Vitor Lourenço Rodriguez Salgado

Cine-Re-Sonar no Teatro da CAIXA


Projeto reúne imagens das décadas de 20 e 40 com música atual

Não é somente um show de música. Não é apenas uma exibição de filmes antigos e remasterizados. É tudo isso, e mais um pouco, ao mesmo tempo. A definição do espetáculo Cine-Re-Sonar que será apresentado entre os dias 26 e 29 de novembro, de quinta-feira a domingo, no Teatro da CAIXA revela para o público um projeto criativo e pioneiro no Brasil. Idealizado pelo compositor Vadeco, a produção traz para o palco a exibição de trechos de filmes mudos realizados nas décadas de 20 e 40 por alguns desbravadores do cinema paranaense (Luis Baptista Groff, Annibal Requião e João Botelho), remasterizados e editados numa projeção de 40 minutos, que será apresentada com o suporte de uma trilha sonora inédita, interpretada ao vivo por um sexteto musical com a participação especial do músico Jr. Tolstoi (produtor do último disco do Lenine).

Afastado dos palcos há dois anos, Vadeco conta que esse projeto começou a ser desenhado no início da carreira com sua banda Vadeco e os Astronautas. Depois de um longo tempo de amadurecimento, somado a experiência de quase uma década junto ao cinema, como sound designer e compositor de trilhas ("O Poeta", "Brichos"), o músico e compositor teve a ideia de reunir parte do acervo dos primeiros registros filmados da capital paranaense, recuperar esse material, remasterizar e, finalmente, compor uma música para ser apresentada simultaneamente no palco com a projeção das imagens.

Na prática o público vai ter uma experiência sensorial inédita. Os seis músicos – Vadeco (direção musical), Jorge Falcón (guitarras e violões), Vina Lacerda (percussão), Fábio Cardoso (piano), Iriz Knopfholz (violino), Thomas Jucksch (violoncelo) – vão interpretar a trilha sonora sem aparecer para a plateia. Eles estarão ocultos por uma grande tela que vai exibir imagens da Curitiba de outrora com cenas da Rua das Flores, de uma nevasca na capital e, quem diria, até da passagem do dirigível Zepelim sobre a cidade. Tudo isso embalado e sincronizado por uma música instrumental, de influência minimalista e com muitos efeitos sonoros. "Nós estamos fazendo algo que seja contemporâneo e ao mesmo tempo que seja de fácil assimilação, pois temos certeza que o projeto vai atrair pessoas de todas as idades. Ou seja, queremos fazer algo gostoso de assistir por todos", define o compositor.

O projeto

A idéia inicial de Vadeco – após um período de pesquisa sobre o material do cinema mudo paranaense – era compor uma trilha e tocar em cima dos filmes montados e prontos. Só que a medida que o projeto foi se desenvolvendo, músico e equipe perceberam que isso poderia prejudicar a dinâmica da apresentação. Assim, ao mesmo tempo em que a trilha estava sendo composta, o material cinematográfico passava por um processo de edição, elaborado cuidadosamente pelo diretor de imagens André de Souza.

Souza explica que partiu da ideia de um projeto artístico multimídia e, após a seleção do material, houve uma certa liberdade na manipulação dos filmes utilizando a tecnologia moderna a favor da imagem. Ou seja, uma manipulação com ferramentas tecnológicas usadas para apresentar as imagens de uma maneira diferente, com outro olhar. "Logicamente que não vamos tirar a essência do original. O que fizemos foi um corte do material e nós usamos as imagens em parte para contar um pouco a história que foi filmada - como a escolha de pessoas, ruas, casas... - e, em outros momentos como representação daquilo que está sendo tocado no palco", adianta.

Vadeco completa e diz que o material é reeditado em cima das ideias sonoras. "Isso vai permitir uma linearidade das imagens diferente do original. Então acaba se tornando uma ‘releitura’ por temas. Isso permite outro olhar. Quando você está com a imagem aberta, por exemplo, da Rua XV, é possível aproximar no rosto das pessoas, com closes. Mostrar a roupa, rostos, a maneira de andar... Tudo isso serve de material para climatizar o público no que estava acontecendo naquela época", considera.

Sobre o critério de seleção dos filmes, o mais importante foi a estética das imagens. Vadeco confessa que o material mais acessível que eles encontraram também teve um peso na hora da escolha, mas chama atenção ao fator não-bairrista do projeto: "É claro que o público da cidade vai reconhecer seus espaços de hoje nas imagens filmadas há muito tempo como Praça Osório, Rua XV, Santos Andrade... Mas uma pessoa que não conhece a cidade vai se envolver da mesma maneira. É importante notar que independente de serem imagens do Paraná não existe nenhum intuito bairrista nesse projeto".

Trilha minimalista

As músicas do projeto Cine-Re-Sonar foram compostas livremente por Vadeco. Ele lembra que a única preocupação foi amarrar o "set" de piano, violões, guitarra, percussão violoncelo e violino. "O grupo é formado por músicos de diversas áreas: popular, erudita, eletrônica... cada um tem uma identidade de linguagem bem definida. A maior dificuldade quando se compõe para um grupo deste é como conseguir amarrar para que os músicos toquem juntos", diz. A solução veio na forma do metrônomo – aparelho de marcação de ritmo - que também resolveu a questão da sincronia da imagem. "Utilizamos uma fusão de métodos na qual, hierarquicamente, a música não é mais importante que a imagem, mas sim linguagens complementares".

O resultado final gerou 40 minutos de música, dividida em oito movimentos, com uma dinâmica própria. "São temas independentes com imagens que serão distribuídas e separadas entre si. Como se fossem oito clipes. É importante dizer que todos os músicos exercem uma influência muito grande no acabamento dessa obra. Depois da música composta nós também colocamos efeitos, experimentos eletrônicos e sonorizamos, sem música, determinadas partes das imagens para ambientar o público naquilo que está sendo exibido", comenta Vadeco, que enxerga nesse projeto uma maneira diferente de trabalhar. "Isso para mim é um fator fundamental para se desenvolver artisticamente. Essa experiência é uma volta arriscada, mas necessária para a inspiração", finaliza.

Ficha Técnica:

Direção musical: Vadeco

Guitarras e violões: Jorge Falcón

Percussão:Vina Lacerda

Piano: Fábio Cardoso

Violino: Iriz Knopfholz

Violoncelo: Thomas Jucksch

Participação especial: Jr. Tosltói

Produção: Luciana Falcon

Serviço:

Espetáculo de som e imagens: “Cine-Re-Sonar”

Local: Teatro da CAIXA

Endereço: Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro – Curitiba

Data: de 26 a 29 de novembro

Horários: quinta a sábado 21h e domingo 19h

Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (meia)

Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sexta, das 12 às 19h, sábado e domingo, das 16 às 19h)

Classificação etária: Livre para todos os públicos

Lotação máxima do teatro: 125 lugares (02 para cadeirantes)

www.caixa.gov.br/caixacultural

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

O EDITOR de Alberto Rollo

O EDITOR
de Alberto Rollo


264 páginas


Retrata-se aqui a história de um editor de jornal Big Joe, com forte poder sobre a linha editorial da TV do mesmo grupo. A história começa com a fuga de um piloto cubano, com um avião militar, buscando chegar até a Flórida onde pretendia encontrar o que sua mãe dizia ser o verdadeiro sentido da liberdade. Lá seria ajudado por seu pai, que era americano (...)


O AUTOR
ALBERTO LOPES MENDES ROLLO
, 60 anos, casado, três filhos, proprietário do escritório de advocacia Alberto Rollo Sociedade Civil, efetivo exercício profissional e ininterrupto há 37 anos, ocupando diversas funções de assessoria jurídica.

Além da formação acadêmica em Ciências Jurídicas, também é formado em Ciências Econômicas e em Administração de Empresas.

Já foi Professor universitário; Vice-presidente da Comissão Nacional de Direito Eleitoral do Conselho Federal da OAB (nomeado pelo Presidente Nacional da OAB); também foi designado pelo Conselho Seccional para exercer a função de Presidente da Comissão de Direitos e Prerrogativas dos advogados e Conselheiro reeleito na gestão da Secção de São Paulo da OAB, com mandato até o ano de 2.003.

Atualmente: Alberto Rollo ministra palestras em congressos, seminários e convenções nacionais e internacionais sobre Direito Eleitoral e Marketing Político; é Presidente do IDIPEA (Instituto de Direito Político Eleitoral e Administrativo) e exerce ativamente a função de advogado especialista em Direito Eleitoral.

Além disso, é autor de mais de 15 livros, entre eles: “Comentários às Eleições de 1.992”; “Legislação para as Eleições de 1.994”; “Inelegibilidade à Luz da Jurisprudência”; “Comentários à Lei nr. 9.100/95”; “Comentários à Lei Eleitoral nr. 9.584/97”;“Comentários à Lei Eleitoral nr. 9.504/97”; “Na defesa das prerrogativas do advogado”; “A Bomba de DNA”; “Propaganda Eleitoral – teoria e prática”; “O advogado e a administração pública”; “O Editor”; entre outros.

As obras surgiram da experiência adquirida como funcionário do Egrégio TRE - SP, bem como nas várias atuações que teve por diversos Estados do Brasil acompanhando as eleições para o Governo de Alagoas e do Pará, e nas eleições municipais de São Paulo, Campinas, Serra Negra, Bragança Paulista, Cotia, Paulínia, Praia Grande, Mogi das Cruzes, Santo André, Guarujá, Batatais, Icém, Presidente Prudente, Diadema, Santos, Mogi Guaçu, São Carlos, Conchal, Atibaia, dentre muitas outras. Também prestou assessoria de campanha aos Deputados Celso Russomano, Luiz Carlos Santos, Marco Chedid, Roque Barbieri, Gilson Menezes, Edmir Chedid, Nelson Fernandes, Hanna Gharib, Rodrigo Garcia, Gilberto Kassab, Edson Ferrarini, Nabi Abi Chedid, entre outros.


um lançamento da
EDITORA IGLU

A LITERATURA "MULHERZINHA" NÃO MORREU !


  • Tem alguém aí?
  • MARIAN KEYES
  • Número de páginas: 602


"Anna Walsh é um desastre ambulante. Ferida fisicamente e emocionalmente destruída, ela passa os dias deitada no sofá da casa de seus pais em Dublin com uma ideia fixa na cabeça: voltar para Nova York.

Nova York é onde estão seus melhores amigos, é onde fica o Melhor Emprego do Mundo, que lhe dá acesso a uma quantidade estonteante de produtos de beleza, mas também, e acima de tudo, é a cidade que representa Aidan, seu marido.
Só que nada na vida dela é simples...

Uma série de desencontros, uma revelação estarrecedora, dois recém-nascidos e um casamento muito esquisito talvez ajudem Anna a encontrar algumas respostas. E talvez transformem sua vida... para sempre."


Para os que já se deliciaram com Melancia e Sushis...

Vencedor do British Book Awards 2007 na categoria Entretenimento e do Melissa Nathan Award 2007 de melhor Comédia Romântica, o livro Tem alguém aí? é a aposta da Bertrand Brasil para esse final de ano.

A AUTORA
Marian Keyes é a mundialmente famosa autora de sete romances de enorme sucesso. Seu mais recente livro, Um Bestseller Pra Chamar de Meu, alcançou o primeiro lugar na lista dos mais vendidos do Sunday Times, um dos mais importantes jornais do Reino Unido. Ela é também a celebrada autora de Melancia, Férias!, Sushi, Casório?!, É Agora... ou Nunca e Los Angeles, todos publicados pela Bertrand Brasil.

um lançamento







O símbolo perdido


O símbolo perdido
de Dan Brown


496 páginas


O novo romance de Dan Brown, a esperada sequência ao fenômeno internacional O código Da Vinci, foi publicado nos Estados Unidos, Reino Unido e Canadá no dia 15 de setembro de 2009. Trata-se de uma nova aventura do simbologista Robert Langdon – desta vez, passada na capital dos Estados Unidos, e num período de apenas doze horas.

O símbolo perdido terá uma tiragem inicial estimada em 6,5 milhões de exemplares (em língua inglesa). A edição brasileira, lançada pela Sextante, editora de todos os livros de Dan Brown, em 20 de novembro, tem uma tiragem de 800 mil exemplares.

O lançamento do livro foi cercado de mistério. Quase nada era sabido a respeito de seu conteúdo, e apenas algumas dicas, instigavam o leitor a descobrir um pouco mais a respeito do enredo.


"O símbolo perdido é denso, exótico, cheio de códigos e pistas, imagens impressionantes e a dinâmica incessante que torna impossível deixá-lo de lado. Esplêndido. Outra história arrebatadora de Robert Langdon." - The New York Times

Depois de ter sobrevivido a uma explosão no Vaticano e a uma caçada humana em Paris, Robert Langdon está de volta com seus profundos conhecimentos de simbologia e sua brilhante habilidade para solucionar problemas.

Em O símbolo perdido, o célebre professor de Harvard é convidado às pressas por seu amigo e mentor Peter Solomon – eminente maçom e filantropo – a dar uma palestra no Capitólio dos Estados Unidos. Ao chegar lá, descobre que caiu numa armadilha. Não há palestra nenhuma, Solomon está desaparecido e, ao que tudo indica, correndo grande perigo.

Mal’akh, o sequestrador, acredita que os fundadores de Washington, a maioria deles mestres maçons, esconderam na cidade um tesouro capaz de dar poderes sobre-humanos a quem o encontrasse. E está convencido de que Langdon é a única pessoa que pode localizá-lo.

Vendo que essa é sua única chance de salvar Solomon, o simbologista se lança numa corrida alucinada pelos principais pontos da capital americana: o Capitólio, a Biblioteca do Congresso, a Catedral Nacional e o Centro de Apoio dos Museus Smithsonian.

Neste labirinto de verdades ocultas, códigos maçônicos e símbolos escondidos, Langdon conta com a ajuda de Katherine, irmã de Peter e renomada cientista que investiga o poder que a mente humana tem de influenciar o mundo físico.

O tempo está contra eles. E muitas outras pessoas parecem envolvidas nesta trama que ameaça a segurança nacional, entre elas Inoue Sato, autoridade máxima do Escritório de Segurança da CIA, e Warren Bellamy, responsável pela administração do Capitólio. Como Langdon já aprendeu em suas outras aventuras, quando se trata de segredos e poder, nunca se pode dizer ao certo de que lado cada um está.

Nas mãos de Dan Brown, Washington se revela tão fascinante quanto o Vaticano ou Paris. Em O Símbolo Perdido, ele desperta o interesse dos leitores por temas tão variados como ciência noética, teoria das supercordas e grandes obras de arte, os desafiando a abrir a mente para novos conhecimentos.

****

O que está perdido...

...será encontrado.

Concebida e projetada por grandes mestres maçons – George Washington, Benjamin Franklin e Pierre L’Enfant –, a capital dos Estados Unidos, assim como Roma, está crivada de passagens secretas e túneis subterrâneos. Sua arquitetura, sua arte e seu simbolismo estão entre os mais interessantes do mundo. Porém há quem acredite que a cidade guarda algo mais...

Atraído para Washington sob o pretexto de dar uma palestra para um seleto grupo de convidados do Instituto Smithsonian, o famoso simbologista Robert Langdon se vê novamente desafiado a desvendar um mistério secular.

Ao chegar ao Capitólio, local do suposto evento, Langdon descobre que seu amigo Peter Solomon, maçom do mais alto grau, está desaparecido. De repente, um grito chama atenção para um sinistro objeto deixado no chão, no centro da Rotunda: a mão direita de Peter, cortada, reproduzindo um antigo convite para a iniciação no conhecimento secreto de todos os tempos.

Para salvar Solomon, Langdon não tem alternativa a não ser atender às exigências de seu sequestrador, Mal’akh, um homem extremamente forte, ambicioso, inteligente... e tatuado da cabeça aos pés. Ele afirma que Robert é a única pessoa no mundo capaz de destrancar um portal místico que lhe daria acesso irrestrito aos Antigos Mistérios.

Em sua corrida contra o tempo, Robert vai contar com a ajuda de Katherine, irmã de Peter e renomada pesquisadora que acredita na relação entre misticismo e ciência moderna. Juntos, eles percorrerão os principais pontos da cidade e suas galerias subterrâneas, decifrando símbolos maçônicos e encontrando pistas disfarçadas à vista de todos na arquitetura de Washington.

"Eletrizante e divertido, como uma viagem de montanha-russa." – Los Angeles Times "Robert Langdon ainda é um herói fenomenal, um intelectual que consegue manter a calma mas crises e correr quando é preciso. Os códigos são intrigantes, os cenários projetam nova luz sobre locais conhecidos e as páginas vão sendo viradas uma após a outra." – Entertainment Weekly

# Os nomes de alguns personagens dos livros de Dan Brown são homenagens e pessoas que o autor de fato conhece. Robert Langdon ganhou este nome por causa de John Langdon, o artista que criou o ambigrama utilizado na capa americana de Anjos e demônios. O nome do editor de Robert Langdon, Jonas Faukman, é uma brincadeira com Jason Kaufman, editor de Brown na editora americana Doubleday. Um dos principais personagens de O código Da Vinci, Leigh Teabing, é uma homenagem aos autores de O Santo Graal e a linhagem sagrada, Richard Leigh e Michael Baigent (Teabing é anagrama de Baigent).
# Em 2007, Richard Leigh e Michael Baigent entraram com processo de plágio contra Dan Brown, acusando-o de ter roubado ideias publicadas em O Santo Graal e a linhagem sagrada. Brown ganhou a ação e Baigent e Leigh tiveram de pagar as custas do processo. Alguns anos antes, Dan Brown ganhara outra ação de plágio movida por Lewis Perdue, autor de O legado Da Vinci.


Clique aqui para baixar o primeiro capítulo em PDF


UM LANÇAMENTO







Projeto Experimental de Propaganda – O Livro

Projeto Experimental de Propaganda
de
Edson Paiva


“No primeiro dia aula eu não conhecia ninguém, mas diferente dos outros primeiros dias de aula, percebi nos desconhecidos certa familiaridade. Pareciam cúmplices do meu plano. Ao final de quatro anos seríamos todos colegas. Todos aqueles desconhecidos não seriam meus colegas só enquanto durasse o curso, ou seja, a faculdade foi o local onde conheci os colegas para a vida toda.” Quando assisto às apresentações dos projetos experimentais, percebo que ali estão reunidos colegas para a vida toda. Independente da região do país, as apresentações possuem um ritual comum que valoriza o encontro de pessoas com o mesmo objetivo e sintetizam suas trajetórias dos últimos anos. O projeto experimental das faculdades de publicidade e propaganda é um rito de passagem tão importante quanto a aprovação para o curso. A comunidade acadêmica valoriza esse momento e os formandos entendem a dimensão e a importância da ocasião. Reunidos em torno de uma idéia e preparados para defendê-la diante das bancas de professores e convidados, os futuros profissionais de propaganda, exercitam o que de mais característico existe no publicitário, a capacidade de trabalhar em conjunto e o quanto é importante que esse conjunto seja harmonioso. Não está em jogo a nota final. A aprovação que os publicitários querem receber é o reconhecimento de suas idéias. É com esse espírito que o trabalho do Prof. Edson Paiva deve ser analisado. Esse livro contrapõe a idéia da incompatibilidade entre a teoria e a prática. Projeto Experimental de Propaganda reúne, em suas páginas, as inúmeras questões que habitam a mente do estudante de propaganda desde o primeiro dia de aula. Da escolha do anunciante à apresentação, o professor, além de orientar a metodologia do trabalho, desvenda nas páginas do livro os sentimentos do estudante que encara o projeto experimental como o grande desafio de seu curso profissionalizante. Projeto Experimental de Propaganda é o manual de sobrevivência do aluno e guia prático do profissional, que pode encontrar no livro orientação para algumas dúvidas que ainda persistem, mesmo depois da formatura. Com seu trabalho, Paiva eleva a prática profissional, exigência do corpo discente e prioridade para o mercado de trabalho, ao nível que a academia exige e transforma os trabalhos de conclusão de curso em laboratórios de tendências que serão aplicadas pelos futuros profissionais. Kant, o filósofo, afirmava que criatividade não se ensina, mas livros como o Projeto Experimental de Propaganda contribuem em muito para o aperfeiçoamento das práticas criativas que qualificam e valorizam o futuro profissional de propaganda."

um lançamento da
EDITORA IGLU