domingo, 15 de novembro de 2009

Com 175 anos, Monitor Campista será fechado

A primeira redação da América do Sul a contar com luz elétrica, que dos 200 anos da imprensa brasileira, fez parte de 175, tem data e hora para encerrar suas atividades. O Monitor Campista, de Campos dos Goytacazes - RJ, terceiro jornal mais antigo do Brasil, será fechado no próximo domingo (15/11).

Os Diários Associados anunciaram o fechamento do veículo, fundado em 04/01/1834, em carta enviada aos funcionários. Segundo jornalistas do Monitor Campista, a alegação da empresa é que o jornal tinha mais despesas que receitas, o que impossibilita a continuidade do negócio. A notícia veio logo depois que a prefeitura da cidade deixou de publicar o Diário Oficial nas edições do jornal, o que já acontecia há 100 anos.

Apesar dos argumentos da empresa, os profissionais discordam que esse seja o motivo do fechamento do jornal. "Sempre falaram de crise, mas nunca tivemos problemas com nossos salários, e comercialmente o jornal ia bem, crescendo a carteira de publicidade”, rebateu Jane Nunes, editora do veículo, que disse que muitos contratos terão que ser cancelados a partir de agora.

Movimento “Viva Monitor”
O fechamento do jornal mobilizou os jornalistas e a comunidade, que organizam manifestações contra a medida. Nesta sexta-feira (13/11) mais de 100 pessoas protestaram em frente ao prédio do veículo. A Associação Imprensa Campista (AIC) emitiu uma carta pública aos Diários Associados e fez um abaixo-assinado online contra o fim do jornal. Além disso, leitores e amigos do veículo lançaram o movimento Viva Monitor, que pretende aquecer as manifestações a favor do jornal.

A AIC promete mais movimentos. “Amanhã vamos organizar uma reunião para tentar resolver essa questão, que é um problema muito grave, não se pode matar essa memória cultural”, declarou Orávio de Campos Soares, presidente da AIC. O dirigente também disse que convidou os Diários Associados para participar da reunião, mas ainda não houve confirmação por parte da empresa.

Segundo uma fonte do jornal, as negociações que envolvem o fechamento do principal veículo da cidade são um mistério. “Alguma coisa muito nebulosa aconteceu, é muito estranho tudo isso”.

Na segunda-feira (16/11), os 45 funcionários do jornal terão que apresentar suas carteiras profissionais à empresa, já que as atividades encerram no próximo domingo. “Sabemos que será a última edição. Estamos trabalhando nela, mas é como assassinar um filho para nós”, desabafou Jane.

A editora do Monitor Campista contou que o clima na redação é de muito baixo astral, mas existe uma resistência para que o jornal não morra.”Pretendemos fazer uma cooperativa para manter o Monitor. Todos estão com muita garra e determinação para levar o jornal em frente”, disse.



Izabela Vasconcelos, do Comunique-se

Eneida de Virgílio


Eneida
de Virgílio


Páginas: 120



Eneias de Troia: da derrota ao apogeu

Eneida, do poeta latino Virgílio, é uma das mais belas obras épicas da literatura universal. Ela foi escrita com o objetivo de enaltecer o povo latino, a sua pátria, o gênio nacional romano.

Originalmente, Eneida tem doze cantos, seis sobre viagens e seis sobre guerras. Contudo, na obra lançada pela Difel, foram selecionados apenas quatro, considerados por críticos como os mais belos e empolgantes da epopeia virgiliana.

A história se passa após a queda de Troia, e apresenta as aventuras do troiano Eneias, que, após a destruição de sua cidade, foge com seu pai e filho – a esposa morreu na batalha – pelo mar, decidido a fundar uma nova cidade.

O primeiro poema narra a viagem do protagonista pelo mar, a morte de sua família e o naufrágio de seu barco. No fim, ele consegue chegar a Cartago, onde é recebido pela rainha Dido. No segundo, Eneias conta a ela como Troia foi destruída, além do famoso episódio do cavalo, da morte de sua esposa e do fogo que lambeu toda a cidade.

Já no terceiro, descreve as aventuras até chegar a Cartago, suas escalas e a morte do pai e do filho. O último poema é o desfecho trágico da história da rainha e do viajante. Após receber um mensageiro de Júpiter, cobrando-o de seu objetivo inicial – construir uma cidade – Eneias abandona Dido, que se suicida devido à desilusão amorosa.

Eneida é um livro trágico que trata de amor e morte, de trabalho e escolhas, de livre-arbítrio e influência, como toda boa obra greco-romana. Até que ponto as pessoas controlam suas próprias vidas? Com um texto belo, rico e imagético, a obra foi utilizada como a referência de Luis de Camões ao escrever Os Lusíadas.



um lançamento da




A nova ordem ecológica: A árvore o animal e o homem

A nova ordem ecológica: A árvore o animal e o homem
de Luc Ferry


Páginas: 256


Ecologia e democracia: desvendando os fundamentos ideológicos

Luc Ferry, em A Nova Ordem Ecológica: A árvore, o animal e o homem, analisa de maneira fascinante as origens filosóficas e históricas da ecologia, ciência indispensável a todo ser humano. Segundo ele, ao longo dos anos, ela aproximou-se de ideologias perigosas, com raízes mais profundas no ideal de pureza que animou grandes leis governamentais ao redor do mundo sobre conservação e animais.

Quais são os fundamentos ideológicos da ecologia? O que se sabe, por exemplo, do contexto intelectual em que a Alemanha nazista elaborou as primeiras grandes legislações sobre a proteção dos animais (1933) e da natureza em geral (1935)? Quais são, hoje, os motivos filosóficos ou políticos das correntes fundamentalistas que, nos Estados Unidos e no norte da Europa, exigem com seriedade um direito das árvores, das ilhas e das montanhas? Por que essas reivindicações de um contrato natural adquirem a forma de um antimodernismo radical, de uma “desconstrução do Ocidente em declínio”?

São questões como essas que Luc Ferry responde em A Nova Ordem Ecológica, que traz tendências críticas sobre o pensamento ambiental moderno. Neste trabalho, ele adota um tom de historiador da filosofia para explicar as teorias dos grandes pensadores sobre a relação do homem com a natureza. Utilizando-se de ironias, também apresenta uma oposição filosófica de teorias contemporâneas, o que causou, na França, um debate público sobre as origens do ambientalismo ideológico.

Este ensaio não argumenta contra uma ética ambiental, mas sim sua aliança com a democracia.

“Uma obra de vigor intelectual, repleta de insights, inventividade e, principalmente, escrita por um dos maiores filósofos da atualidade.” (Le Fígaro)

um lançamento da



CLP - 16 a 22 de Novembro

16 a 22 de Novembro


:: Dia 16 | Segunda-feira

Auditório

21h00

Início da Semana Cultural da Guiné-Bissau

Conferência/Debate

A cultura dos guineenses

pelo Dr. Abdul Carimo Balde


:: Dia 17 | Terça-feira

Galeria

19h00 - Inauguração

Exposição

DESENHO

Entre Porto e Marrocos

de Mário Pessegueiro

Até 30 de Novembro

Mário Pessegueiro, arquitecto, nasceu no Porto e trabalha em arquitectura nas mais diversas áreas. Interessa-se desde cedo pela interpretação e abordagem das paisagens urbanas procurando transmitir as especificidades e personalidades através do desenho.

Esta exposição procura revelar as diferenças entre Porto e certas partes de Marrocos, mostrando e comparando os diferentes patrimónios, enquanto conjuntos urbanos.

Os desenhos são acompanhados com textos escritos e fotografias, que convidam o visitante a penetrar na cultura árabe para melhor compreender o modo de coexistir em Marrocos


Auditório

21h30

Encontro para falar sobre os

Contos tradicionais da Guiné-Bissau,

no âmbito da Semana Cultural da Guiné-Bissau.


:: Dia 18 | Quarta-feira

Auditório

21h30

Projecção do documentário

As duas faces da Guerra Colonial na Guiné-Bissau.

:: Dia 19 | Quinta-feira

Piano-bar

18h00

Saber Ouvir - Curso Livre de História da Música

Auditório

21h30

Conferência/Debate do Ciclo da Interculturalidade

Acolher e celebrar a diversidade: Pequenas ideias

Rosário Silva, sociológa e formadora do ACIDI- Alto Comissariado para a Imigração e o Diálogo Intercultural

Belkis Oliveira , doutoranda na área de Psicologia Social e das Organizações , Presidente da ASDI - Associação de Solidariedade Internacional

Piano-bar

21h30

Poesia de Choque

com António Pedro Ribeiro e Luís Carvalho.

Convidado Dr Julião Sousa, no âmbito da Semana Cultural da Guiné-Bissau

:: Dia 20 | Sexta-feira

Piano-bar

19h00

Lançamento de livro do poeta alemão Daniel Falb

Com a presença do autor

Interlocutores Pedro Sena-Lino e José Rui Teixeira

Tradutora Sabine Merzenich.

Leitura e debate sobre a poesia portuguesa actual

21h30

Lançamento do livro de viagens Ao sul muito ao sul

de Maria do Pilar Figueiredo.

Editorial Quimbo


Sobre o Livro:

Elas aí estão, essas mulheres determinadas, empenhadas em perseguir a alegria, em iludir a passagem dos anos, recusando a solidão. Mulheres sós que não sonham, nem fazem os homens sonhar. Olham avaliativamente os homens. Olham-nos de soslaio, embora aparentem indiferença ante a presença masculina. Elas aí estão procurando-se mutuamente. Elas aí estão. E o primeiro elo que as faz sentir unidas, para além das afinidades possíveis que possam descobrir numa ou noutra, é o evidente gosto de viajar. Trazem consigo, secretamente, longas histórias de afectos, de sonhos nem sempre cumpridos, adeuses, promessas vãs. São responsáveis por situações que fatalmente conduzem à solidão e contra a qual é necessário lutar empenhadamente.

Sobre o Autor:

A escritora Maria do Pilar Figueiredo nasceu em Cambeses, Barcelos, e vive no Porto. Licenciada em Filologia Românica, Professora, foi Prémio Nacional de Revelação em 1971 com o livro de contos O Vento e as Raízes, que aborda a temática da emigração na época. Foi durante muito tempo colaboradora da página infanto-juvenil no jornal O Primeiro de Janeiro.

Com mais de vinte títulos publicados e variadíssimos sucessos, quer junto do público mais pequenino, quer junto do público geral, Maria do Pilar Figueiredo oferece ao leitor Ao Sul, Muito Sul, um romance realista onde se afloram sentimentos de uma forma natural, mostrando-nos que a qualquer altura da vida, nos podem surgir sentimentos inesperados e que esta é uma constante luta contra a solidão…

Auditório

21h30

Apresentação do filme Nha Fala

de Flora Gomes (realizador/cineasta guineense)

Cave

22h00 - Inauguração

Exposição

PINTURA

Nós somos quem sois

de Helia Aluai

Até 30 de Novembro

A exposição «Nós somos quem sois» apresenta uma recente selecção dos trabalhos de Hélia Aluai pautados pelo valor plástico da linha solta dos seus desenhos de figuras femininas.

Trata-se de um desenho a tinta-da-china, suave e denso em simultâneo, que tanto surge na leveza de um traço único que escorre até se adensar numa mancha única e envolvente. Através do percurso da linha liga o todo da figura, desde o cabelo, passando pelo rosto, escorrendo pelo corpo, até formar uma veste negra que acompanha a presença de cada uma das mulheres. A temática do Fado surge aqui como natural em figuras cujo princípio é a do destino de quem mantém sua verticalidade face á sua condição de mulheres. Simbolicamente elas aí estão envoltas no que pode ser tido como um xaile, que as protege, que as acolhe mas que ainda as esconde e as faz perderem-se na obscuridade. A expressão de olhos fechados é reveladora dessa mesma condição simbólica, não se vislumbra nelas tristeza nem alegria mas mais uma atitude de quem resguarda o sentir, um sentir que vem de dentro e que os mesmos olhos fechados ocultam. Podemos entoar também o canto da mulher portuguesa, alma de fadista, que contrasta com outras condições do feminino em outros cantos do mundo. Em segredo, em silêncio, mesmo que a voz lhes doa, permanecem no seu universo social como canas ao vento, inquebráveis, mas balançando em movimentos de mil e uma direcções, trabalhadora, intelectual, artista, fadista,… filha, mãe, mulher. (Cristina Sevla).


Piano-bar

23h00

Concerto

Alberto Bastos (clarinete)

José Miguel Oliveira (piano)

::Dia 21 | Sábado

Piano-bar

17h00

Apresentação do livro infantil O Anjinho da Procissão

de Inácio Pignatelli.

Apresentação a cargo do Dr. Júlio Couto

Breve biografia do autor e sinopse da obra:

Sobre o Autor

Inácio Nuno Pignatelli nasceu no Porto a 12 de Março de 1950.
Licenciou-se em Direito na Faculdade de Direito de Lisboa e exerceu as profissões de advogado, professor e escritor.
Tem vários títulos de literatura infantil publicados, como «Uma Caçado no Chão da Cozinha» (Campo das Letras) e «O Pastor de Nuvens e o Fotógrafo do Passarinho» (Afrontamento).
Editou peças de teatro, das quais se destacam «Marelento, o diabo do Velho» ou «O Hipericão».
Entre outros livros seus, encontram-se ainda «O Douro Português – Coisas que o Douro Me Contou» (Campo das Letras), e «O Paiva ou a Paiva…Como Também lhe Chamam» (Afrontamento), «Acerca dos Febros, os Rios não se medem aos Palmos» (Câmara de Gaia), «A Nascente – Relato de um Poeta» (Câmara de Gaia), «Poemas de Negro e Fumo ou do Nada Intranquilo» (edição de autor), «O olhar e os sentidos» (Centro Cultural do Alto Minho), «Os Cascateiros de Avintes criadores de Pequenos Mundos» (Centro de Artes Tradicionais do Porto).

Continua a escrever e a colaborar em jornais e revistas.

Sinopse da obra

O "Anjinho da Procissão" é um conto infantil que nos conta a história de Maria, uma menina cujo sonho era desfilar na procissão da sua aldeia vestida de anjinho. Mas eis que surge um problema: todas as crianças que vão de anjinho na procissão têm de ser loiras com olhos azuis, o que se transforma num entrave para Maria.
A menina vai aprender a aceitar a sua beleza – quem sabe com uma mãozinha divina!
Um autêntico mergulho no sonho e na fantasia da infância (que como sabemos, não é feita apenas de rosas, mas também de alguns espinhos).

Auditório

21h30

Conferência/ Debate

Poluição Electromagnética: o caso das linhas de alta tensão

Intervenientes:

Francisco Ramos (vice-presidente do Movimento Nacional Contra as Linhas de Alta Tensão em Zonas Habitadas e presidente do movimento local de Rebordosa (Paredes))
Manuel Silva (do movimento local de Serzedelo (Guimarães))

Moderador: José Carlos Marques (da direcção da Associação Campo Aberto)

Organização: Campo Aberto



Piano-bar

23h00

Melodias de Sempre


José Veloso Rito, piano


:: Dia 22 | Domingo

Auditório

10h00

Pedagogia e Metodologia Orff

(Acção de Formação)

Org.:Carl Orff Projecto - Educação Musical.


16h00

Orquestra Orff Júnior - «Música com todos»

Atelier de Música dirigido a crianças, jovens e adultos

Animação: Orquestra Orff Júnior, orquestra infantil e juvenil do Carl Orff Projecto - Educação Musical


Piano-bar

22h00

Concerto de Stranjazz

Johncalldatrain


Clube Literário do Porto
Rua Nova da Alfândega, n.º 22
4050-430 Porto
T. 222 089 228
Fax. 222 089 230
Email: clubeliterario@fla.pt
URL: www.clubeliterariodoporto.co.pt

Grupo Bongar precisa de sede própria

O Grupo Bongar está realizando uma campanha para adquirir sua sede própria, para continuar realizando as atividades em sua comunidade.

O Grupo desenvolve ações junto à sua comunidade (Xambá) desde 2001 onde o foco é o trabalho com os elementos culturais de origem afro-brasileira. O grupo já produziu dois CD’s, (29 de Junho e Chão Batido coco Pisado) e um livro (Nação Xambá: do Terreiro aos Palcos) em 2006. O Grupo é um Ponto de Cultura conduzido por jovens e que vem desenvolvendo ações permanentes em sua comunidade, entre elas o Tem Preto na Tela, oficinas de percussão, dança, capoeira, mutirão de grafite e formação em vídeo. No entanto, para melhor comportar as nossas ações se faz necessário um espaço adequado e autônomo.

Assim,

Quem tiver interesse em contribuir com essa ação pode depositar na conta do grupo, discriminada abaixo, qualquer quantia em dinheiro.

Esperamos com isso, conseguir o mais breve possível nosso espaço para nossas atividades.

Contamos com a ajuda de todos.

Conta para doação

Nome: Centro de Arte e Cultura Grupo Bongar

Banco: Caixa Econômica Federal

Agência: 0917

Operação: 013

Conta nº 19133-4


www.myspace.com/grupobongar - bongar@uol.com.brbongar.bongar@gmail.com

O LEGADO BOURNE




O LEGADO BOURNE
de Eric Van Lutsbader


Páginas:560


Em O legado Bourne, a saga do espião internacional Jason, iniciada em A identidade Bourne, ganha mais um episódio após a conclusão da trilogia publicada pela Editora Rocco. Depois da trilogia e do sucesso nas telas de cinema, o conturbado herói criado por Robert Ludlum renasce neste thriller de Eric Van Lustbader. Jogos, atentados e terrorismo internacional guiam os leitores neste romance, que tem estreia garantida nas telas em 2011.

O ex-agente da CIA David Webb parece ter enterrado definitivamente ‘Jason Bourne’, sua segunda identidade, criada pela rede de inteligência internacional para atuar em missões especiais. Ele agora leva uma vida pacata como professor de estudos orientais na Universidade de Georgetown, ao lado da mulher e dos filhos. Mas a necessidade de salvar Rongsey Siv, um aluno querido, de uma luta desigual nos corredores da escola, vai acionar a lembrança enraizada em seu inconsciente. A agilidade e destreza de Jason eclodem e o transformam no ágil agente capaz de se desvencilhar das maiores encrencas.

O que Webb não sabe é que este incidente encobre uma trama internacional. Longe do campus universitário, o líder dos rebeldes tchetchenos, Khalid Murat, é eliminado e Khan, um perigoso matador internacional, recebe como pagamento pelo serviço encomendado por Stepan Spalko, um aparente líder humanitário, o dossiê sobre a vida do professor universitário. Perseguido por Khan, que tem obsessão em eliminá-lo, a Identidade Bourne de David Webb emerge com toda a sua força.

Armas biológicas letais, redes de intriga internacionais e assassinatos a sangue frio são alguns dos elementos explorados com maestria em mais um thriller da saga Bourne. Um legado surpreendente, capaz de balançar algumas convicções que até então o ex-agente secreto norte americano tinha sobre si mesmo e sobre a vida.

Com locações em cidades como Paris, Budapeste, Creta, O legado Bourne contagia e prende o leitor até o desfecho.







O Autor

Eric Van Lustbader, (Greenwich Village, 1946) norte-americano e autor de vinte thrillers de sucesso, entre eles O testamento. Nasceu em Nova York, onde vive atualmente. Licenciou-se no Columbia College em 1968, especializando-se em sociologia. Viveu com Lauren Bacall. Durante quinze anos colaborou na indústria da produção musical e no mundo do espectáculo e escreveu uma biografia da estrela de rock Elton John. Desde 1979, Lustbader tem dedicado todo o tempo à criação literária e os seus romances têm sido best-sellers em todo o mundo.

Coube a ele dar continuidade à saga do espião internacional Jason Bourne após a conclusão da trilogia escrita pelo mestre dos romances de suspense e espionagem Robert Ludlum, morto em 2001.



Bibliografia

O Ciclo Sunset Warrior Cycle

  1. The Sunset Warrior (1977)
  2. Shallows of Night (1978)
  3. Dai-San (1978)
  4. Beneath an Opal Moon (1980)
  5. Dragons on the Sea of Night (1997)

A série China Maroc

  1. Jian (1986)
  2. Shan (1988)


Antologias contendo histórias de

  • David Copperfield's Beyond Imagination (1982)
  • Peter S Beagle's Immortal Unicorn (1984)
  • David Copperfield's Tales of the Impossible (1995)
  • Excalibur (1995)
  • Vampires (1997)
  • 999 (1999)

Contos

  • In Darkness, Angels (1983)
  • The Devil on Myrtle Ave (1995)
  • Lassorio (1995)
  • The Singing Tree (1995)
  • 16 Mins. (1996)
  • An Exaltation of Termagants (1999)

UM LANÇAMENTO





O grande suspeito

O grande suspeito
Assassinatos, escândalos e impunidade
de Phillip Margolin

Selo: Prumo Leia

Nº de páginas: 424


A detetive particular Dana Cutler recebe uma missão aparentemente rotineira: acompanhar os passos de uma linda jovem chamada Charlotte Walsh e reportar aonde ela vai e com quem se encontra. Mas algo misterioso acontece: para surpresa da detetive, ela presencia um encontro misterioso da jovem com pessoas do alto escalão da Casa Branca. Na manhã seguinte ao encontro, o corpo mutilado da jovem é descoberto e Cutler de repente se torna suspeita. Simultaneamente, um jovem advogado do Oregon elabora um recurso judicial para um assassino em série no corredor da morte. O criminoso condenado alega que ele não matou uma das vítimas, uma garota que trabalhava para o governador do Estado, o mesmo homem que agora é o presidente do país. Os acontecimentos levam a crer que há gente muito poderosa relacionada aos assassinatos. Quais seriam as verdadeiras motivações para esses crimes tão cruéis? O grande suspeito é um suspense de tirar o fôlego, com uma narrativa dinâmica e personagens envolventes e inesquecíveis. Você não vai conseguir parar de ler!


UM LANÇAMENTO DA

Destaque do Instituto Ibérico do Património


Saiba quais os temas de destaque do Instituto Ibérico do Património, através da newsletter de Novembro

  • Novos caminhos, a mesma Missão
  • II Modulo de Conservação e Restauro de Documentos Gráficos
  • Colecção Conservação e Restauro - 1ª Edição

Outras informações em www.iipatrimonio.org

E-mail: geral@iipatrimonio.org

Prova Positiva


Prova Positiva
Acima de qualquer suspeita
de Phillip Margolin

Selo: Prumo Leia (Ficção adulta)


Nº de páginas: 392


A advogada Amanda Jaffe é procurada para defender um homem desabrigado e esquizofrênico acusado de assassinato. Simultaneamente seu pai, Frank, faz a defesa de um mafioso também acusado de homicídio. Embora os acusados professem a inocência, as provas forenses dizem o contrário. Mas, quando Amanda começa a examinar as evidências nesses dois casos estranhos, ela encontra um denominador comum assustador. Além do suspense hipnótico, o autor nos leva a conhecer os incríveis e inovadores métodos de análise da cena do crime e a pensarmos na imensa responsabilidade dos investigadores forenses para que a verdade venha à tona. Uma leitura incontestavelmente surpreendente.

Escrito pelo homem cujo estilo o Chicago Tribune definiu como "espiralado e brilhante", Prova positiva oferece uma combinação imbatível entre detalhes dos bastidores das investigações e uma arguta percepção das mentes criminosas - e dos advogados que as defendem. As reviravoltas na trama, o suspense instigante e as surpresas de tirar o fôlego são a indiscutível marca registrada de Phillip Margolin.

UM LANÇAMENTO DA


EU ODEIO A MORTO !

Se um dia te oferecerem um 3G da Vivo, fuja como o Diabo foje da cruz. Já são 48 horas sem conexão...